quinta-feira, 16 de junho de 2011

O especialista

Olá meu nome é Sandra e o caso que venho contar é sobre um antigo amigo meu em que tivemos um caso rápido mas que pra mim foi inesquecivel pois nunca mais, nem nunca antes alguém comeu meu cuzinho tão bem quanto ele, tanto que não me aguentei e tive que escrever esse conto pra vocês.

Antes vou me apresentar a vocês: Sou uma mulher hoje divorciada com 32anos e não tenho filhos, fui casada dos 19 aos 28 quando foi a separação, sobre a minha vida sexual eu sempre achei que era otima mas depois de algumas experiências depois do casamento, percebi que era bem trivial para não falar ridícula. Meu marido apenas umas duas vezes (que para mim tinha sido as melhores com ele) me chupou e eu sempre tentava chupa-lo, algumas vezes ele deixava outras não pois éramos evangélicos, o sexo não tinha tantas posições mas eu não podia reclamar pois não conhecia outra maneira.

Bem passou o casamento eu parei de ir a cultos e fui  na verdade curtir a vida pois tinha uma nova vida batendo na minha porta e eu a desconhecia totalmente. Comecei a ter namoradinhos e vi que  não funcionava mais aquele esquema de virgenzinha pois o que eles querem são as que parecem santas mas na cama são safadas e fui me condicionando aos poucos a isso, mas vamos ao conto.

Conheci Rodrigo por intermedio de amigos numa festa muito louca, onde tinha muitas bebidas e ele era amigo em comum de uma amiga minha e ali na festa mesmo nos demos muito bem, nessa época eu tava bem saidinha já não tinha tantos pudores e já estava  bem envolvida na vida de solteira. Rodrigo me chamou para um canto escuro da festa e eu fui  com ele e lá nos beijamos ele bem safado já foi passando a mão na minha bunda, tentando descer o rosto pra chupar meus seios por cima do vestido e eu ia o barrando para não passar dos limites mas ele ia me envolvendo, me jogava contra a parede, encostava seu pau duro contra minha buceta e apesar de ele estar de calça jeans sentia aquele pau duro tentando quebrar as barreiras e entrar em mim, quando menos percebi ele já estava chupando meus peitos pois havia brechas no meu vestido e eu ja estava a procura do seu pau por dentro da calça ate que num momento de lucidez eu consegui me desvencilhar dele e voltamos a festa.

Continuamos bebendo ele me elogiando e nós trocando alguns beijinhos ate que ele começou a falar no meu ouvido baixinho que adoraria me ter na cama que eu deveria ser um vulcão, eu fui tenta-lo desconcerta-lo e falei que eu era tudo aquilo e o provoquei dizendo que ele talvez não aguentaria ai ele veio próximo ao meu ouvido e me disse bem baixinho "eu sou especialista" eu gostei da saída dele e perguntei em que? E ele me falou com uma voz bem safada "em sexo anal" se existisse um buraco no chão eu entraria na mesma hora mas me mantive firme e percebi que minha bucetinha ficou toda molhada na mesma hora. Fiquei eu desconcertada já que sexo anal eu só tinha tentado mas nunca foi bom, tentei duas vezes com meu ex marido mas sempre que eu tava me acostumando com o pau na minha bundinha, meu ex parava com medo de me machucar. Outras duas vezes eu tentei com outros caras, depois do fim do casamento mas nao foram nada legais pois tambem nem fomos ate o fim, um gozou acho que logo que entrou e o outro colocou com tudo me causando muita dor, mas eu sempre tive vontade de fazer um anal gostoso e ainda com um "especialista".

Tentei apagar o fogo dele mas ele percebeu o meu e me chamou de canto na festa e falou para irmos embora naquela hora que eu hoje ia dormir nas estrelas eu o abracei forte fui ate seu ouvido e disse: - E você vai comer meu cuzinho gostoso?. Ele respondeu: - Só se você pedir. Ai eu encostei meu corpo no dele e falei: - Você promete que não vai me machucar? E ele respondeu: - Sou especialista

Saímos dali direto para um motel chegamos no motel subimos no quarto e começamos a nos agarrar, eu tirei a camisa dele enquanto ele me beijava e pude ver aquele peito enorme com um abdominal lindo comecei a beija-lo no peito e fui descendo abrindo sua calça e ali tive o meu primeiro medo quando abaixei sua cueca, o pau dele ainda meio mole meio duro era maior do que do meu ex e do que dos outros que eu já tinha transado e como isso iria entrar no meu rabinho? Mas não me acovardei e botei aquele pau lindo na boca ele era malhado muito gostoso e gemia muito enquanto eu chupava, chupei sua glande depois o mastro, voltava para a cabeça, as bolas ele não aguentando mais me levantou me beijou me jogou na cama e começou a desbotoar meu vestido. Eu estava com um vestido com botões na frente e por baixo so estava de calcinha pois ele realçava meus seios. Ele foi abrindo o primeiro botão depois do segundo botão um dos meus seios apareceu ele não perdeu tempo e começou a chupa-lo e com a outra mão já massageou o segundo, ai foi desabotoando o terceiro, depois o quarto chegou ate que apareceu minha calcinha na hora que recobrei meus sentidos eu estava de calcinha com ele chupando minha bucetinha por cima da calcinha já toda molhada, perdi os sentidos novamente com aquela lingua e minha calcinha foi retirada.

Ele abriu minhas pernas e me chupava e sua lingua explorava meu clitóris e seu dedo já me penetrava e de vez em quando coçava meu cuzinho ate que sua lingua desceu mais e começou a chupar meu cuzinho, ele passava sua lingua em volta depois tentava penetrar, depois voltava para bucetinha seu dedo penetrava meu cuzinho eu ja estava em órbita. Ele me colocou de lado num 69 ao contrario seu pau batia nas minhas costas e ele ficava com a cara enfiada dentro da minha bunda me chupando, eu procurava seu pau desesperada mas não conseguia ate que ele se virou na posição certa me beijou minha nuca me encochava com seu pau na minha bunda e pegando no seu pau ele foi procurando meu cuzinho e botou bem na portinha apertando meus seios e praticamente ficou coçando  com seu pau meu cuzinho. O safado era um especialista mesmo pois aquele pauzao mesmo sem KY conseguiu furar a barreira e senti a cabeça de seu pau entrar facilmente na minha bundinha, ele ficou parado e foi colocando bem  devagar enquanto massageava minha bucetinha com sua mão, depois um pouquinho mais e ai começou a bombar gostoso.

Eu estava nas alturas, estava gostoso demais aquele corpo macio e aquele pau gostoso bombando, eu gemia muito de prazer e ele também, aquela seus dedos me masturbando era demais, eu não sentia uma dorzinha se quer com aquele pauzao, ele perguntou se eu tava gostando eu só avisei para ele não parar. Ai ele me colocou de 4 e avisou que eu de 4 era lindo demais que meu cuzinho queria mais e eu falei que sim e ele colocou tudo de novo, eu gritava de prazer com aquele macho atrás de mim num vai  e vem delicioso,  quando ele voltou a me masturbar eu gozei , me desvencilhei dele e  cai na cama deitada de frente pra ele. Ele olhou pra mim nua ali de perna aberta e falou pra mim: - Eu não vou resistir a essa buceta linda. Eu fechei os olhos e concenti. Agora aquele pauzao começou a bombar minha bucetinha que tava sedenta e ele me deixou na posição de frango assado e não perdoou, meteu muito e eu gozei mais uma vez ai ele veio sentou-se na minha barriga e começou a bater uma punheta olhando pra minha cara eu tentei agarrar seu pau para chupar mas ele não deixou e esfregava seu pau nos meus seios ate que começou a gozar sua porra escorria nos meus seios e algumas gostas caiu em meu rosto quando ele estava terminando eu o abocanhei e chupei o restinho que delicia.

Depois nos recompomos e fomos embora pois já era tarde depois vou voltar e dizer como foi nosso segundo encontro...

By Caracol

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Eu so precisava dar, trepar pra valer.

Minha história deve ser igual a de muitas mulheres que nem sabem se foram traidas mas sentem que foram, nao teem provas mas sentem e sentimento de mulher nao se pode subestimar.

Começou que eu sentia nos ultimos tempos meu marido sempre distante na parte sexual que sempre foi oitma entre nós, mas euachava que era a pressao no trabalho suas viajens constantes (repentinas). Mas certa vez em uma reuniao de amigos na nossa casa ouvi de longe ele e seus amigos falando sobre mulheres da tv e vi que ele falava com muito entusiasmo e foi a primeira luizinha que me acendeu, mas deixei pra lá. Depois iniciaram viajens de ultima hora de negocios e comecei a ficar atenta mas nao demosntrava. Me produzia pra ver se chamava sua atençao e nada, olhei seu celular mexi no seu computador tambem nada. O que me deixava encucada era um homem tao jovem nao ta nem ai pro sexo, as nossas ultimas transas eram meia sem sal só o trivial mesmo, sem emoçao, apenas duas pessoas procurando o gozo mas que nao pareciam estar na mesma transa e o orgasmo pra mim ja nao vinha faz muito tempo( o que eu achava que era orgasmo né, mas veremos mais pra frente).

Fazendo o um mais um cheguei a conclusao que ele tinha outra na verdade uma quase certeza. E uma mulher traida so quer uma coisa vingança, uma vingança no mesmo preço pelo menos, mas a minha foi com juros.

Eu precisava de uma pessoa pra dar, pra trepar pra valer e quando parei pra pensar so fiz isso mesmo antes de casar e foi com meu marido, entao comecei a pensar no plano e quem iria ser a outra parte no plano. Pensei que nao queria ninguem por beleza estetica e nem interior a beleza importa a qualquer hora mas no meu caso que queria era DAR PRA VALER o que eu precisava mesmo era de um safado, alguem que eu me soutasse por inteira que nao teria vergonha(como sempre na minha vida eu tive) de soltar a putinha safada que tem dentro de mim na hora do sexo, pensei em alguem desconhecido mas achei melhor nao eu poderia me dar mau, pensei em alguns ex paqueras que eu tinha mas ai poderia ocasionar paixoes e recordaçoes e isso eu nao queria tambem. Um tempo atras eu li na Veja que existiam amigos que transavam sem relacioanmento afetivo apenas pelo sexo em si e pensei comigo tem entao de ser alguem amigo, mas como vou comentar isso com algum e outra coisa nao poderia ser qualquer um teria que ser safado que me desse mais do que somente sexo me desse prazer me desse uma boa comida.

Depois de muita procura encontrei um amigo antigo que eu raramente me comunicava pela internet ano tinhamos relaçao muito proxima e ele sempre foi muito malicioso, no inicio dos bate papos com ele pelo msn foram tudo muito tranquilos pois ele sabia que eu estava casada e coisa e tal mas eu fui dando umas brechas pra ele que como um cara malicioso nao deixou por menos, ate que um dia ele me perguntou se eu estava contente com o sexo no casamento, eu falei que sim que claro tava otimo mas no fim disse que achava que ja tinha feito de tudo com o meu marido e que nao me faltava nada. Ai ele me perguntou se eu transava com meu marido usando algum vibrador (PONTO DENTRO - isso seria uma safadeza que nunca tinha feito) falei que nao, ele entao falou  pra eu comprar um e para eu e meu marido usar que eu iria adorar, ai eu disse que nao teria coragem de propor isso ao meu marido, ele me falou que é uma pena porque ele garantiria que nessa transa entre eu meu marido e o vibrador uns cinco orgasmos meus pelo menos na primeira. Eu quase tive um quando li aquilo. Ele falou em tom de brincadeira que ele poderia fazer esse esforço por mim e deixou uma risadinha rsrsrsrsrs.  Eu perguntei a ele se seria um  esforço trepar comigo, ele falou que nao de maneira nenhuma eu perguntei a ele o que ele faria em detalhes. Quando ele descreveu pra mim e eu terminei de ler devolvi a resposta assim:

Amanha as 14:00hs em tal lugar e vamos direto pra fazer isso no motel mais proximos.

Nos encontramos no lugar marcado eu entrei dentro do carro dele, ja fazia mais de 8 anos que eu nao o via pessoalmente nos comprimentamos com beijinhos no rosto ele ligou o carro e quando começou a andar perguntou: - Podemos ir entao? eu respondi: - O mais rapido possivel por favor, rapidamente paramos em um farol ele me olhou e me deu um beijo que há muito tempo eu nao levava um desses, com um desejo ardente, um tesao molhado e uma das suas maos no meu seio deslizando e tentando entrar por debaixo da blusa, o farol  abriu e rumammos ao motel. Quando chegamos na garagem que descemos do carro ele me segurou por tras e falou bem baixinho no meu ouvido - Apartir de agora voce será minha putinha safada. Eu ja sentia o seu pau duro encostado na minha bunda suas maos deslizava pelos meus seios, barriga  e procurava minha xana por cima da calça que eu usava, ele me virou de frente me deu um super beijo segurou na minha mao e levou ela diretamente pro seu pau, eu apertei seu pau por cima da calça sentido todo o seu volume. Entramos no quarto ele me jogou de roupa na cama e ficou na minha frente me olhando deitada na cama, tirou sua camisa, abriu seu ziper, deixou sua calça cair tirou seu pau pra fora e me chamou sinalizando com o dedo vem putinha vem chupar o seu pau eu me posicionei na cama e comecei a chupa-lo sem culpa nenhuma dele me achar uma vadia eu o chupava como se fosse o ultimo pinto  do mundo bem melado, acariciava suas bolas segurava sua bunda, batia com seu pau na minha lingua, olhava com cara de safada pra ele, ele muito gentilmente me tirou dessa posiçao.


Me levantou tirou minha blusa ficou admirando meus seios os acariciou os beijou depois desceu ate a altura da minha cintura abriu minha calça abaixou tirou minha calcinha e beijou freneticamente minha xana eu ja estava nas alturas ate que ele foi ate a mesa pegou nos seus pertences um vibrador me deitou na cama de pernas abertas e começou a me chupar com o vibrador no meu clitoris eu gozei duas vezes nessa posiçao eu nunca tinha  sentido o que eu senti naquele momento sua  lingua viajava entre minha xana e meu cuzinho tentando penetrar o mais profundamente os dois e o vibrador tambem passeava por ambos, procurei o seu pau e so isso pra mim ja valeria tudo mas ele me botou de 4 enfiou seu rosto entre minhas nadegas e chupava meu cuzinho e minha xana juntos me entregou o vibrador e disse para eu maneja-lo de agora  em  diante e devagar colocou seu pau na minha bucetinha eu posicionei o vibrador e subi ate as alturas umas 10 vezes, gozei, gozei muito eu gritava. urrava, gemia, implorava por mais ele dava palmadas de leve no meu bumbum e  eu gostava de tudo ele enfiou o dedo no meu cuzinho e eu começei a rebolar ainda mais -

COMO AQUILO TAVA BOM,

eu tive um orgasmos que nunca havia sentido e me deitei na cama encolhida sem nem avisa-lo ele ficou me olhando com aquele pau duro e ficou punehtando e me perguntou se eu nao aguentava mais, eu nao conseguia falar mas sinalizei que nao ele entao venho pra mais perto e ficou punhetando seu pau bem proximo de mim e me disse: Eu ja bati muita punhta pra voce sem voce saber agora vou bater uma e gozar em voce. Eu o olhei e consenti e fiquei admirando aquele pau ainda o massageava as bolas ate que explodiu o gozo dele caindo sobre meus seios e barriga respingando bem pouco no meu rosto ai ele veio e me beijou. Tomamos banhos separados deposi ele pagou o motel e fomos embora. Hoje toda as vezes que quero trepar pra valer o chamo e penso comigo pra isso servem os amigos.





By Caracol

segunda-feira, 23 de maio de 2011

NOITADA NO CLUBE DE SWING

Pensaram que havíamos sumido, NE??

Nada...Estamos aqui, firmes e fortes...meio ainda quebrados de tanto sexo do final de semana. Mas vamos ao que interessa. Mais sexo!!!

Como puderam ler no outro post, fizemos uma visita a Atenas Club nesse último domingo, dia 16 de janeiro de 2011. Domingão, nós ainda em férias. Pensamos...quer saber, vamos pelo menos beber algo, nos divertir e sair de casa.
Apesar de termos passado a tarde toda transando, ainda tínhamos fôlego para pelo menos uma saidinha básica. Mas não foi tão básico assim.

Chegamos na Atenas e fomos conhecer as novas instalações. Sala-aquário, dark room, suites prive, enfim, tudo na companhia da Ale, proprietária da Atenas e pessoa que adoramos.
Haviamos convidado o casal Smurf, de Guarujá para ir conosco, mas eles não haviam chegado. Resolvemos bebericar algo, petiscar alguns amendoins até que fomos “namorar” um pouco no dark room, até então, vazio. Mas sabe como é né? Em rio que tem piranha jacaré nada de costas. Não deu 30 segundos e a sala já tinha uns 3 singles e um casal meio tímido na porta, olhando os acontecimentos. Eu em pé e a Dri me chupando sentada. Tudo muito escuro, somente iluminado por um fio de luz muito longe, da luz do banheiro do corredor da casa.

Estávamos tão alucinados de tesão que só fomos perceber a presença de um tarado de plantão quando o mesmo passou a mão nas coxas da Dri. Ela gentilmente tirou a mão do cabra. Mas sabe como é né? Água dura em pedra mole tanto fura até que bate...ou seja lá o que for.

O filho do pecado levantou e foi fechar a porta do banheiro, fonte de luz que ainda iluminava o local. Voltou e sentou perto de nós de novo, dessa vez sem ação, somente com a mão perto da perna da minha esposa. Eu ainda em pé, sendo chupado, acompanhava tudo, apreensivo sobre o que poderia acontecer.

E não é que aconteceu? A danada da minha esposa vendo se tratar de um negão (a vadia adora um negão – PQP) pegou a mão do caboclo e colocou na coxa dela, aproveitando para incentivá-lo a subir o vestido e pousando devarinho sobre a calcinha dela. (Na verdade, só soube disso tudo em casa, pois na hora, apenas via um vulto de movimentos mas sem identificar o que exatamente estava acontecendo. Ela me contou depois. Sim...safadinha...rsrsr).

Voltando...A coisa tava pegando fogo, eu cheio de tesão e ela a essa altura já pegava a rola do negão e batia uma punhetinha bem lentamente, sentindo toda a grossura da vara que estava desejando. O negão se levantou e se posicionou ao meu lado com a tora dura, pronta para a minha esposa chupar. Peguei a cabeça dela, tirei do meu pau e lentamente a dirigi até a bengala do Kid, digo, do negão.

Nesse momento percebi pela abertura oral que a rola do menino devia ser um cano, de tão grossa. Achei que minha esposa iria deslocar o maxilar, tamanha a abertura que fazia para tentar chupar aquela tora.

E eu ali, com meu humilde brinquedinho pensando...Tomara que o Bengala não estrague a minha principal fonte de sexo e amor, a tão amada e desejada bucetinha da minha esposa.
Pensava no estrago que ele poderia causar, mas entendi que se cabia na boca, a xaninha dela poderia perfeitamente agüentar aquilo.

Ela logo cansou de tanta rola na boca e levantou. Ficou ali, toda cheia de tesão desejando ser possuída, beijando e sendo beijada, não por mim, mas de namorico com o Kid. Que ciúme da porra, mas nessas horas, quem pensa mais é a cabeça de baixo e aquilo foi nos levando a quase um nirvana orgásmico de tanta excitação.
Mas, como um bom apreciador da boa sacanagem, a putaria tava tão boa que seria pecado (?!?!?!?!?! – hahahaha – Pecado??????)...enfim, seria pecado aquilo terminar com uma dedadinha na buceta e uma gozada despretensiosa. Eu queria mais e sabia que minha esposa também queria. Portanto, sugeri que saíssemos dali, da vista dos outros urubus para irmos para um quarto privê.

Na saída, pedi ao Bengala pegar a chave do quarto enquanto iríamos fumar um cigarro e tomar uma água.

Aí, fomos surpreendidos novamente. Quando passávamos pela pista de dança, vimos o casal Smurf, de Guarujá, sentados, nos esperando. Avisei o tarado para esperar um pouco e ficamos ali batendo papo com os simpáticos e agradáveis senhor e senhora smurf.
Entretanto, o tesão tava phoda, sem o trocadilho. Logo que o tarado me deu o sinal da chave, avisei minha esposa e fomos para o quarto. Fumamos um cigarro lá fora, enquanto o bengala preparava o ambiente.

Chegamos e fomos logo tirando a roupa, para continuarmos a brincadeira de onde havíamos parado, só que dessa vez, com muito mais ousadia, muito mais liberdade para deixar extravasar todo o tesão que havíamos cultivado no dark room.
Eu pela frente e o negão por trás. Fazíamos um sanduíche do melhor recheio. Minha esposa se esfregava em dois machos loucos para comê-la.

Ela ainda nos chupou mais um pouco até que o negão foi retribuir a gentileza. A deitou na cama e caiu de boca para sentir toda a gostosura que é aquela buceta.O negão a chupava enquanto ela me chupava. Em determinado momento, passei apenas a olhar o tesão dela, sendo devorada pelo caboclo.

Até que a virei de quatro e passei a fodê-la enquanto ela chupava aquela tora preta. Mas, vocês acham mesmo que ela só queria a minha rola??...Nada...!....Claro que não. Ela se virou, pediu ao cabra para colocar a camisinha, ficou de quatro, oferecendo toda aquela bunda deliciosa e aquela bucetinha linda para o negão começar o estrago, digo, a foda.
Me posicionei por baixo dela, para poder ver toda aquela tora invadir a minha deliciosa esposa. Era uma visão do paraíso. Ela estava em êxtase e quase não se agüentava louca para gozar.

Foi quando ela se virou e no tradicional papai e mamãe ficou ali, aberta e toda linda enquanto o negão a fodia de forma bem viril. Ela batia uma suave punheta no meu pau, mas claramente percebíasse que o foco dela, era gozar e fazer o negão gozar. Sendo assim, pedia a ela que beijasse, que fudesse bem gostoso com o Bengala.
Foi quando ela gozou alucinadamente e tivemos uma das cenas mais pitorescas da nossa vida sexual. O Kid avisou que também iria gozar e começamos a ouvir urros terríveis, gemidos altíssimos do cara gozando. Olhamos-nos assustados. Eu até pensei que ele havia se machucado, ao invés de ter gozado. Mas não, o tarado gozava feito gente grande.
Eu precisava gozar de qualquer forma. Meu pau estava queimando e pedi a minha saciada esposa que sentasse na cama, para limpar o cano do negão que havia acabado de tirar a camisinha e me chupar para que eu enchesse a boca dela de porra.
E não é que além de tudo, a safada ainda curtiu o restinho de porra do negão???....hehehe
Phoda...mas acabei gozando muito na boquinha dela. Vestimos-nos, fomos relaxar fumar um cigarro e tomar uma água, enquanto conversávamos com o simpático single, quer por sinal, é coisa rara de achar em uma casa de swing.

Fomos embora satisfeitíssimos com essa noite, onde pudemos perceber que basta um pouquinho de conforto e uma dose extra de tesão para a coisa fluir.

Chegamos em casa e é claro com muito tesão das lembranças daquela noite, ainda transamos mais e mais...Fomos dormir com muito, muito tesão...

Quem gostou poste comentário e identifique-se para que possamos manter contato.
Saudações para 2011!!


CREDITOS - http://casalnamoradoslitoralsp.blogspot.com

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Meu nome é Rodrigo e o da minha esposa Cláudia, somos de Belo Horizonte, ela é morena, bonita, cabelos longos, 1,62, 53 kg, seios pequenos durinhos e empinadinhos, cintura fina e bumbum grande, enfim, deliciosa. O que passo a narrar agora foi uma das nossas transas, gostamos de exibicionismo, já fantasiamos mais alguém em nossa cama, mas não tivemos coragem de realizar esta fantasia, pois ela é muito recatada e eu ainda inseguro, não gosto dos relatos que o cara fica xingando o outro de corno, e vejo que a maioria dos caras que fazem o ménage acham que nossas mulheres são piranhas, logo isto nos desanima bastante. Mas vamos ao conto. Quando éramos namorados e até como noivos, gostávamos de transar em locais públicos ou que corrêssemos o risco de sermos pegos. Quando namorávamos, estávamos na casa dos pais dela e dormimos na sala de televisão eu, ela e minha cunhadinha, lá pelas tantas as duas dormiam e comecei a fazer carícias na Cláudia, alisando seus seios e sua bucetinha carnuda, começamos a nos beijar e ela foi descendo a mão até meu pau que já estava duro como pedra, de tanto nos esfregar o tesão tornou-se incontrolável e ela de repente me virou chegou sua calcinha para o lado e subiu no meu pau encaixando-o em sua bucetinha já encharcada de tesão, minha cunhada a poucos centímetros de nós parecia em sono profundo, mas até hoje não sabemos se ela nos flagrou, pois permaneceu imóvel durante toda a transa, após uns dez minutos de vai e vem naquela bucetinha deliciosa enchi ela de porra quente e grossa e caímos ofegantes, ainda com medo de que ela acordasse ou que meu sogro aparecesse. Essa sem dúvida foi a transa mais arriscada de todas, mas tivemos outras tantas que também foram deliciosas e que passo a contar. Certo dia saímos para um boate e depois fomos a um drive-in, já na boate eu sentado e ela em pé com uma saia preta e uma meia calça ¾ que dava acesso a sua bucetinha que era acariciada sem rodeios para quem quisesse ver, quando entramos no drive-in já quase sem roupas desci do carro, chamei-a e ela meio sem entender mas com um baita tesão saiu do carro, acabamos de tirar toda a nossa roupa e aquela morena deliciosa e com tesão estava ali toda entregue a mim, virei-a de costas e enterrei meu pau em sua bucetinha, colocando-a bem rente à cortina do drive-in, e de repente ainda atolado em sua bucetinha abri a cortina com ela se apoiando com uma mão na parede e a outra na cortina aberta, a nossa frente, um pouco afastado o segurança do local fitava a cena que não devia estar acreditando, aquela mulher maravilhosa nuazinha em pêlo sendo deliciosamente metida por trás, ela ficou assustada pediu para entrarmos no carro, mas eu estava adorando exibi-la para o segurança que acariciava o cacete disfarçadamente, o cara por respeito ou receio não se aproximou(infelizmente, pois naquela noite eu estava muito chapado e com certeza deixaria pelo menos ele tocar uma punheta pertinho dela), após uns cinco minutos de exibição direta entramos no carro e gozamos bem gostoso comentando o fato que acabara de ocorrer, perguntando a ela se tinha gostado de se exibir, ela respondeu que sim gozamos como loucos, mas depois disse que ficou envegonhada e arrependida. O fato é que depois disso várias outras vezes já nos exibimos e a cada dia isto ia se tornado uma constante em nossas transas, até que depois do casamento ela só quer entre quatro paredes e eu fico insentivando-a a vestir roupas provocantes, sair sem calcinha, deixar uma parte dos seios à mostra, mas infelizmente tem sido cada vez menos frequente. Quando ela está com muito tesão ela me pergunta se eu gostaria de ver outro pau na bucetinha dela e respondo sempre que se era isso que ela queria ela poderia ter, mas ficamos só nisso, ainda procuro alguém ou alguma situação ideal ou algum casal para realizarmos a fantasia de transar no mesmo ambiente.


Creditos autor(a) desconhecido

Professor e alunas

Meu nome é Raul. Tenho 28 anos, e sendo casado há quatro anos levava uma vida sossegada e monogâmica até acontecer um incidente inusitado que fez o curso de minha vida caretinha dar um giro de 180º. Sou professor de 2º grau numa escola particular e sempre procurei zelar pela ética do meu ofício e nunca me envolvi com nenhuma de minhas alunas por mais tentadoras e ordinárias que fossem. Contudo, um belo dia a jovem Chris (nome fictício), uma morena linda e de corpo escultural, que vinha pegando notas baixas na minha disciplina (química), me abordou no corredor do colégio pra me perguntar se eu não estaria disposto a dar aulas particulares pra ela, juntamente com a Sônia, sua melhor amiga e também colega de classe. Pedi a ela uns dias para pensar até porque minha agenda estava lotada, naquele período. Confesso, que a Chris sempre me despertou muito tesão, durante as aulas, pois dentre seus atributos, possuia um belo par de pernas, um quadril bem delineado, um bumbum bem arrebitado e dois seios fogosos que pareciam caçoar da Lei da Gravidade, no alto de seus bem distribúidos 1,70m. Ela e a Sônia, que também era um pitelzinho, sempre sentavam nas primeiras fileiras da classe e ambas costumavam usar generosíssimas minissaias, que de tão curtas, muitas vezes me deixavam fora de órbita com sua mera contemplação. Duas semanas se passaram e Chris e Sônia, me procuraram novamente pra saber se seria possível realizar as tais aulas de reforço. Brincando, falei pra elas que tempo até que eu tinha, mas não sei se elas teriam como pagar por minhas horas-aulas, pois afinal não fazia isso com qualquer um. As duas deram um sorriso bem maroto e disseram que se o dinheiro não desse eu não aceitaria as duas como forma de pagamento. Na descontração comentei só se fosse a três e que elas teriam que fazer exatamente tudo o que eu quisesse. Elas apenas e sorriram e daí agendamos nossas aulas no fim de semana e trocamos telefones. No sábado seguinte, compareci na hora e local combinados, na casa da Chris, onde fui alegremente recebida pelas duas morenas em trajes sumaríssimos (minissaia e camiseta regata) que mais revelavam que escondiam. Durante três horas seguidas devoramos teoremas, demonstrações e exercícios, mas em momento algum conseguia disfarçar meu olhar pros provocentes seios das meninas, que pareciam querer pular fora da camiseta. Enquanto estava sentado à mesa, conseguia esconder o volume do meu pênis, mas distraído levantei pra fazer uma anotação no quadro branco que havia montado e as duas perceberam que estava excitado e começaram a dar risadinhas. Foi aí que percebi a gafe e procurei desfarçar pondo a mão no bolso, mas já era tarde. Pra minha surpresa a Chris maliciosamente comentou se todo o volume sob minha calça era por causa delas. A Sônia mais atrevida ainda perguntou se não podia dar mais uma olhadinha. Fazendo o jogo delas, tirei a mão do bolso e a Sônia, perguntou se eu não me importaria de ser mais explícito. Quando ela disse isso, meu cacete prontamente ficou mais rígido, e como sabia que estávamos a sós mesmo, pois seus pais tinham saído pra casa dos avós e prontamente obedeci e abri o zíper e puxei meu mastro pra fora.

Sem dizer uma palavra a Sônia se ajoelhou na minha frente e surpreendentemente começou a fazer um vigoroso boquete. Enquanto ela mandava brasa notei que Chris, apenas observar enquanto praticava uma deliciosa siririca. De repente, ela levantou e saiu me puxando pelo pinto até a sala, onde me jogou em cima do sofá e se ajoelhava e pagava um boquete. Sônia sem perder muito tempo, veio por trás da Chris, levantou sua minissaia até a cintura e afastou a calcinha com as mãos e passou a lamber a grutinha de sua amiga. Com o pau em brasa e latejando de tanto tesão, levantei e pus a Chris de quatro no sofá e a penetrei vigorosamente na boceta. Ela gozava como uma gata no cio e pedia pra meter mais fundo e mais rápido, o que prontamente obedecia. Sônia se posiciou por debaixo de nós dois de tal forma que podia sentir sua língua quente passando pelo meu saco e meu cacete enquanto fodia sua amiga. Chris implorava pra Sônia lamber mais "a porra do grelo". Depois trocamos de posição e deitei Sônia de bruços no sofá com uma almofada por baixo da barriga pra empinar bem a sua bundinha. Chris sacando minhas intenções foi até a cozinha e voltou com um pote de margarina que sem pensar duas vezes untei no meu cacete, enquanto Chris enfiava dois dedos no rabo de Sônia, preparando o caminho pro meu membro. E mesmo bem lubrificado tive dificuldade pra conseguir encaixar meu pau naquele cú apertado, o que fez Sônia gritar histericamente pra eu meter logo tudo duma vez. Porém uma vez arregaçado aquele delicioso cú, penetrava com sofreguidão como se fosse a última foda da minha vida, onde consegui arrancar lágrimas de sofrimento, dor e prazer de Sônia. Chris, ficava o tempo todo por trás de mim passando a língua no meu cú e descendo até saco e a base do meu pau, o que me deixava mais louco de tesão ainda. Vez por outra tirava meu pau do cú de Sônia e pedia pra Chris cheirar e engolir meu membro todo até a garganta, o que ela fazia com todo prazer. Depois foi a vez da Chris de levar o cacete no cú, onde novamente a posicionei de quatro no sofá e a penetrei sem muito esforço, pois aquele rabo já tava mais do que arregaçado de outros carnavais. Chris ao contrário de Sônia, aguentava meu pau sorrindo e pedia pra fodê-la com ódio e bater na sua bunda, enquanto lhe fodia o cú. Sônia se posicionou sobre o rosto de Chris que lhe aplicava deliciosas lambidas na boceta. Foi então que senti que ia gozar e tal qual havia visto em filmes de sacanagem chamei minha duas alunas pra receber um potente jato de porra na cara, que elas lambiam mutuamente como se fose doce de leite. Após essa maravilhosa foda, fomos tomar uma ducha a três no quarto dos pais de Chris, onde ainda rolou mais uma trepada e depois iria me arrumar pra ir embora, pois os pais dela já poderia estar a caminho. Enquanto me vestia, Chris e Sônia com aqueles sorrisos marotos me perguntavam: "E aí Prof. acho que não precisamos nem mais estudar, pois sei que certamente o Sr. vai querer aplicar mais provas como a de hoje...". Com certeza, e as duas safadinhas outra vez resolveram chamar outro professor pra mais uma deliciosa aula de reforço,porém isso já é motivo pra outra história...

Eu e minha mulher no club



Olá, me chamo Guilherme, tenho 32 anos, 1,82m moreno, 103 kg com um mastro médio; junto há 10 anos sendo 7 de casado com Fernanda 26 anos, cabelos bem lisos pretos 1,60m coxas grossinhas, bumbum empinadinho, seios médios e um lindo rostinho.
Bem, fui o primeiro homem de Nanda na cama e praticamente o que ela sabe de sexo foi o que aprendeu comigo. Claro que informações com amigas (que ela já me contou cada história), internet, filmes pornográficos, etc. também ajudaram no seu conhecimento a ponto dela ter inovado em vários momentos.
Sempre fomos um casal muito quente e como na maioria dos casos que tive oportunidade de ler, me despertou um desejo que chamamos de fantasia que era fazer sexo a três. No inicio fantasiávamos muito na hora do sexo e comecei a tocar no assunto dizendo que gostaria de ver a desempenho dela com dois ao mesmo tempo, ela me dizia altas sacanagens, tínhamos transas intensas mas sempre que terminava, não tocava mais no assunto e assim foi por um bom tempo.
Nossa relação ficou muito turbulenta e passamos um tempo sem tocar no assunto, mas apesar de brigarmos muito e ficarmos estremecidos por vários vezes, o desejo de vê-la com dois e ter a certeza de que ela alem de gostar iria dar show me fez voltar a comentar. Nanda ao perceber que minha vontade já era real, me disse que apesar de até amigas já terem dito que tinham feito dai pra mais, não achava isso normal por minha parte e que eu era o suficiente pra ela. Continuamos fantasiando por um bom tempo, só que se transformou em um desejo intenso e constante. Num determinado final de semana, saímos pra jantar sem nosso filho (de 7 anos)e falei pra ela de forma franca e aberta sobre o assunto a deixando um pouco surpresa. Nessa mesma noite transamos muito, daquelas que rola de tudo e mais um pouco e praticamente implorei pra Nanda aceitar. Ela me respondeu que se fizesse algum dia, seria pra me satisfazer, e como já tinha dito antes que participando de uma loucura dessa como ela sempre expressou, não teria limites nem pra ela e nem pra mim ou seja vale tudo; mas que eu já a satisfazia por completo. Fiquei com tanto tesão que gozei muito. Passado 3 semanas de muitas transas , Nanda foi entrando bastante no clima das fantasias e praticamente tinha me dado sinal verde. Claro que perguntei pra ela com quem seria e ela ironicamente me disse que poderia ser com alguém alto lindo e romântico porem cafajeste na hora, mas sabia que eu daria prioridade a alguém bem desmarcado independente de raça e cor. Engraçado que já li muitos relatos em sites aqui da net e na sua grande maioria quem tem essa fantasia sempre quer ver sua parceira montada em um desmarcado e isso não foi diferente comigo, até porque ela só sentiu a minha até hoje e como disse lá em cima sou de porte médio. Como eu já tinha em mente, procurei um garoto de programa. Depois de ligar para alguns anúncios e poder ver fotos na net, escolhi um com nome provavelmente artístico de Mario que apesar de só ter fotos de cueca, aparentava ser bem avantajado. Eu tinha a intenção de sair pra dançar e tomar umas, mas ao comentar com Nanda que já tinha marcado com a pessoa que era de programa e que iríamos sair primeiro ela me disse que sairia só pra tomar umas em algum lugar bem discreto, pois tinha receio de algum conhecido quem sabe até em comum dos três ver e sair contando. Ela tinha razão. Liguei pra Mario e Marquei com ele no dia seguinte que era uma sexta. Fomos nos arrumar e Nanda vestiu uma calcinha fio dental que ela tinha comprado desenhando seu corpo me dando vontade de começar logo ali. Nos encontramos em um barzinho + ou – simples e ali começamos a conversar até pra se conhecer um pouco e descontrair. Nanda conseguiu se soltar bem e em meio as conversas perguntei a Mario se ele já fazia isso a muito tempo, ele nos respondeu que tinha 2 meses que começou nesse mundo e que nós éramos o 2º casal que ele iria atender. Nanda bebeu um pouco mais do costume e ela me pediu pra fecharmos a conta. Mario que estava de carro seguiu agente até um supermercado 24 horas que ficava próximo ao motel e seguiu em nosso carro. Chegando Mario foi tomar banho e em seguida eu e Nanda, voltamos pra cama nós só de cueca e ela de calcinha e sutiã. Percebi como Mario olhou pra ela e sem se conter comentou – você é linda e tem um belíssimo corpo. Nanda respondeu – pois aproveite que hoje esse belíssimo corpo será de vocês dois.Logo em seguida deitou na cama começamos a beijá-la, eu no pescoço e Mario entre as coxas e a bunda fomos despindo ela e Mario caiu de língua em sua xoxotinha enquanto eu tirei minha cueca e ela começou a chupar com toda sua maestria que ela sabia fazer. Percebi que Nanda tava com tanto tesão que ela parava por vários momentos para respirar fundo enquanto Mario chupava ela deixando-a louca. Perguntei baixinho no ouvido dela se ela não iria experimentar ele, e ela fez sinal de positivo e logo em seguida parou de me chupar e pediu pra ele tirar a cueca. Puts quando o cara se despiu, Botou pra fora um cacete que deveria ser pelo menos uns 8 a 10 cm maior que o meu e muito mais grosso. Percebi que Nanda fez uma cara de espanto e em seguida perguntei se tava tudo bem e ela com um leve sorriso disse que sim. Nanda começou a chupar aquele imenso cacete todo, lambia pelos lados chupava o ovo, subia de língua e engolia tudo o que conseguia. Mario delirava de prazer e eu que assisti por um breve momento coloquei ela de quatro e em seguida comecei bem devagar a entrar em seu cuzinho. Eu pensei que ela fosse até falar alguma coisa pois as poucas vezes que comi seu cuzinho, era sempre no final, mas ela estava totalmente de boca em Mario chupando cada centímetro que conseguia. Eu tava com tanto tesão que já queria gozar. Depois que entrei todo em seu cuzinho aumentei o vai e vem e passei a meter com força, Nanda chupava com vontade e jogava seu corpo de contra o meu. Passei meu dedo bem de leve em sua xoxotinha e como já esperado, estava toda molhadinha doida pra receber. Parei e disse a ela – Amor, você não vai esquentar sua xoxotinha não? Ela tirou o pau de Mario da boca e disse – Não, vou preenche-la mesmo. E sem perder tempo pediu pra Mario deitar de barriga pra cima, colocou a camisinha nele que por sinal nem cobriu o cacete todo, posicionou-se em cima dele e foi deslizando centímetro por centímetro naquele cacete. Ela com movimentos constantes mas devagar cravou um pouco mais da metade e assim começou aos poucos a aumentar a velocidade. Eu fiquei apenas observando e vendo a reação dela que era de puro prazer, com constantes gemidos e acariciando os ovos dele enquanto recebia. Mario segura Nanda pela cintura mantendo o ritmo e chupava seus peitos. Após poucos minutos percebi que ela não entrou mais e eu que naquela altura queria ver a coisa pegar fogo disse pra ela – pelo visto você não agüenta um desmarcado como esse todo! Mario antes que ela respondesse falou – se ela deixar enterro tudo nessa bucetinha quentinha e apertadinha. Nanda em meios a gemidos disse – já disse que sou de vocês, façam o que quiser. Mario sem perder tempo segurou ela forte pela cintura e com poucas estocadas enterrou tudo nela que começou a dar altos gemidos e logo em seguida gozou em serie. Eu que estava como mero espectador, me posicionei novamente por trás dela e cravei tudo passando a fazer uma deliciosa dupla penetração em Nanda, que gemia e dava leves gritinhos. Metemos bem fundo e constante deixando ela louca de prazer. Após alguns minutos Mario sai da xoxotinha de Nanda e manda eu meter pra ver como ela estava e realmente era uma diferença considerável, pois Nanda tava com sua xoxotinha um pouco arrombada. Eu que estava com o prazer a 1000% pedi pra Mario entrar novamente e logo em seguida me posicionei também em sua xoxotinha para fazer uma dupla penetração vaginal e disse pra ela – Amor você vai delirar agora. Nanda só pediu cuidado e sem perder tempo comecei a forçar de maneira cuidadosa mas fazendo entrar parte da cabeça. Senti que Nanda ficou um pouco tensa e com cuidado fui forçando entrando a cabeça. Nossa que tesão que me dominava eu fiquei tão entusiasmado que aumentei o ritmo fazendo Nanda dar leves gritos e gemidos até que com uma estocada bem forte enterrei quase tudo. Nanda me disse – Você ta me lascando e eu sem responder comecei um frenético vai e vem junto com Mario em sua bucetinha e comecei a xingá-la de puta e cachorra metendo tudo que podia, ela me respondeu – vai meu corninho safado mete tudo em sua putinha. Eu quase enlouqueço de tanto tesão e com mais algumas metidas, tirei rapidamente puxei ela e dei uma das minhas maiores gozadas em sua boca. Nanda não desperdiçou nem uma gota e logo em seguida ficou de quatro de forma muda dizendo que queria mais. Mario que logo percebeu se posicionou e disse pra ela – Você é linda cheirosa e gostosa e vou comer seu cuzinho. Ela respondeu – vai sim, mas meu corninho tem que abrir minha bunda pra você meter. Percebi que Nanda me testou naquele momento, afinal ela é quem estava fazendo a maior parte do trabalho. Eu sem relutar abri sua bunda dei uma leve passada de língua em seu cuzinho pra lubrificar e disse pra Mario – é todo seu. Eu só não sabia se ela iria agüentar tamanha vara no rabo. Mario logo tomou conta da situação e começou bem devagar a entrar no rabinho de Nanda que já estava um pouco dilatado por mim, Porém longe do que ele iria fazer. Com movimentos lentos Mario foi cuidadosamente entrando em seu cuzinho, mas não passou um pouco mais do que a cabeça. Ele continuou e começou a forçar mais fazendo ela se tremer e com estocadas mais fortes foi enterrando até que cravou tudo no rabinho dela e começou a aumentar o ritmo. Nanda dava alguns gritinhos, ai, ui, e gemia alem de xingar sozinha um pouco. Mario aumentou muito o ritmo e passou a meter nela com muita força e logo disse pra ela – que cuzinho apertadinho e delicioso sua cachorra. Ela respondeu – pois arrombe bem ele pra meu corninho ver . e assim Mario continuo com fortes estocadas e após um forte ritmo avisou que a camisinha tinha estourado. Nanda pra minha surpresa olha pra ele e fala – me come de quatro pra eu sentir quente. Mario prontamente atendeu e colocou novamente em sua bucetinha e segurando ela firme pela cintura meteu bem fundo fazendo ela gritar e gemer. Eu já estava me empolgando pra entrar na transa de novo quando Mario começa a gemer e avisa vou gozar. Ele logo pergunta pra ela – posso gozar em sua boquinha? Nanda se virou de frente pra ele segurou seu cacete e começou a punheta-lo com a boca aberta. Mario logo deu uns quatro jatos bem fortes em sua boca e encosta adentro despejando o restante. Foi tanto esperma que Nanda saiu rapidamente pro banheiro e percebi que ela tinha cuspido um pouco fora. Nossa toda minha fantasia tinha se realizado ali. Esperei um pouco e depois fui ao banheiro. Nanda já estava no banho e quando eu entrei ela logo me deu um beijo de língua e foi ai que me toquei que ela tava com os resíduos de esperma na boca. Sem duvidas ela me testava novamente. Eu logo perguntei pra ela se tinha gostado e ela com um belo sorriso disse que sim. Perguntei se ela agüentava mais e ela me respondeu que queria dar mais uma no mesmo ritmo. Por fim após uns 20 a 30 minutos repetimos a dose e fomos embora. No outro dia passamos como se nada tivesse acontecido e não falamos no assunto. Dois dias depois fomos transar e obvio que o assunto de quase toda transa foi não mais a fantasia e sim a grande apimentada que demos em nosso relacionamento. Soubemos lidar bem que apenas fazíamos isso pra acrescentar algo mais e ampliar nosso lado intimo. Repetimos a dose mais duas vezes e estamos muito bem depois dessa apimentada.

gui31ap