quarta-feira, 10 de junho de 2015

VIZINHO VOYEUR

Oi pessoal, a história que contarei agora, não se passou comigo propriamente dizendo, apenas presenciei, de uma forma bem discreta, e que acabou me rendendo uma bela punheta! Minha casa possui uma varanda colonial na frente, e uma garagem que fica coladinha ao lado da casa, essa garagem possui um telhado que transpassa em torno de 1,5 metros pra fora do portão e que acaba sendo cobertura também do padrão de luz da minha residência, esse padrão, tem um vão que é como se fosse uma casinha que o protege, tendo a passagem para que o leiturista faça suas anotaçoes de forma que seja cobrado a conta. Resumindo: é uma casinha do padrão, coisa de 1,5 metro quadrado, bem apertadinho. Mas vamos ao que interessa.

 Há uns 2 ou 3 meses, venho encontrando alguns preservativos usados na casinha do padrão, sem nada dentro, mas certamente que foram usados, coisa de fim de semana, sempre que estou lavando o terreiro, está lá, a prova do crime, tinha alguém metendo ali enquanto eu dormia. Então tive uma idéia, minha rua tem movimento até as 22:00 hs no máximo, passei então a ficar de vigia á noite. Neste fim de semana ia descobrir quem estava fazendo sacanagem na porta da minha casa, ficaria escondido na varanda, que me dava total visão da casinha do padrão, e como era bem escura a varanda, ninguém perceberia minha presença ali. Sexta-feira montei turno, depois das 22:00 hs, ocupei meu posto e esperei durante umas duas horas sem sucesso, fiquei com sono e entrei pra dormir.

Sábado, fiz a mesma coisa, montei turno no mesmo horário e por volta das 23:30hs, já havia me batido um sono arretado, me levantei da cadeira onde me assentava e quando me virei de costas, escutei o barulho de um portão batendo, me virei rapidamente e percebi que era a filha do vizinho e seu namorado que saiam no portão de casa, era hora dele ir embora, (meu vizinho o Carlos, um cara muito zuador, sempre me dizia que namorado não pode passar das 23:30hs, se não aproveita que o sogro tá dormindo, e acaba comendo a filha dentro de casa), me virei novamente e quando ia entrando, notei que seus passos aumentavam o barulho e parei novamente pra olhar pra trás. Que sacana eram aqueles dois, eles entraram na minha casinha do padrão, eu nunca imaginava que seria a filha do meu vizinho que deixava aquele preservativo usado pra eu poder tirar no outro dia quando estivesse limpando o terreiro.

Ela aproveitava a fuga pra se despedir do namorado no portão de sua casa, e entrava no cantinho pra dar uma rapidinha. Aquela lorinha de 18 aninhos, era bem sacana pra sua idade, tinha cabelos longos e corpo esbelto, talvez 1,65 de altura, com o quadril bem definido, uma anca larga, daquelas que da pra garrar na cinturinha fininha e cavalgar longe, seus peitinhos, eram tão pequeninos, mas davam pra chupar, até que um marimbondo pousase ali e picasse, pra poder aumentar o tamanho deles, rsrsrs... a filha da mãe usava um vestido longo, bem decotado nos seios e bem fininho, detalhava bem sua silhueta, ia até seus pés, que usava um salto alto que aumentava mais seu tamanho, deixando-a ainda mais atraente. Depois de se esconderem próximos ao padrão, começaram num sarro tremendo, acho que era tesão guardado, o namoro deles já havia esquentado a coisa toda antes dentro de casa, aquilo seria a hora de se aliviarem. Ele alisava ela de cima embaixo, mordia suas orelhas, eu não conseguia ouvir o que diziam, estava há uns 9 ou 10 metros de distância dos dois, não entendia o que falavam, fui me aproximando lentamente, e quando comecei a ouvir, já tinha me aproximado uns 3 metros, parei por ali, bem no escurinho, não me veriam daquela forma, eles se preocupavam em dar uma rapidinha, nem perceberiam nada ao seu redor.

 Ela soltava uns gemidinhos bem reservados e espremidos entre os lábios: - Vai meu amorzinho, me morde, vai! -Que tesão você me deixou Alice, pegando em meu pau daquele jeito com seu pai na sala ao lado, meu deixou maluquinho! -É mesmo? Mas agora não vou só pegar meu amor, quero chupar ele todinho! Eu não acreditava no que estava ouvindo, aquela safada, todo quietinha que era, queria cair de boca no filho da puta, meu pau já estava duro de tanto tesão. Ele era um moreno claro, bem alto, talvez 1,83 de altura, com corpo atlético ao qual ela foi descendo e alisando bem devagar, até chegar na altura do fecho. Quando abriu o fecho e desceu um pouco sua calça, tirou aquela jeba de uns 20cm pra fora, nem pensou e já colocou tudo na boca, parecia que ia engolir tudinho, passava sua língua de ladinho, mordia a cabeça e abocanhava numa gula tremenda, ás vezes ela engasgava e cuspia tudo naquela jeba novamente. Meu pau já explodia de desejo, abaixei o short que usava e comecei a punhetar uma vendo a visão daquele boquete maravilhoso que ela fazia para seu namorado.

 Depois que ela chupou bastante, se virou de costas pra ele, neste movimento, acabou se virando para onde eu estava e ficando de frente pra mim, mas acho que ela não me viu, enquanto ele tirava uma camisinha do bolso, ela foi levantando lentamente seu vestido, até deixar seu bundão á mostra para aquele cavalo, ele enfiou a camisinha no pau, jogou a calcinha de lado e mandou ver naquela vadia. Ele estocava bem forte, e enfiava tudo naquela buceta, segurava seus longos cabelos puxando pra trás, parecia fazer rédeas com aquele cabelão, dava pra ouvir o barulho das bolas batendo em sua bunda, ela gemia de prazer e dizia entre os lábios: -Vai, mete esse cacete duro na minha bundinha vai, não para, ai que gostosooooo ai! - Empina essa bunda gatinha, deixa eu meter bem gotoso nela vai! Chulapo, chulapo, chulapo... era o barulho dos tapas que ele dava na bunda daquela vadia, que naquele instante rebolava gostoso na pica dele.

Como eu queria ser aquele cara viu, eu batia uma punheta com tanta força vendo ele comer aquela vadia, queria comer aquela puta também, me imaginei fudendo aquela bunda e fiquei louco de tesão. Depois de algum tempo, ela se virou e segurando em seu pescoço, ficou pendurada e travou suas pernas na citura dele, com uma das mãos, pegou sua pica e pontou em sua bucetinha, sentou e enfiou tudo de uma só vez. Subia e descia feito louca naquela pica, gemia e pedia mais: - Vai meu amor, mais forte, não para que tô quase gozando! - Você quer mais é, então toma, toma gatinha! Aumentando o movimento, ela anunciou que ia gozar! - Ai amor, mete forte, aiiiiii, que delícia, vou gozar, aiiiiiii.....não para, ahhhhhhh.... Ouvindo ela dizer tudo aquilo, não aguentei, dei um jato de porra, e continuei batendo forte, meu tesão era tanto naquela vadia, que ainda dei mais uns três jatos de porra batendo forte com minha mão.

Depois que ela gozou, desceu novamente, e ficando de quatro pediu baixinho pra ele meter bem forte: - Vai meu amor, mete forte e me da seu leitinho vai! Socando bem forte naquela bunda, ele deu mais umas 7 ou 8 estocadas e anunciou: - Vou gozar, ahhhhhh, vem cá! Enquanto ele retirava a camisinha do pau, ela virou rapidamente e se abaixou pra receber sua porra na boca. - Toma gata, é isso que você queria? Então toma! Ahhhhhh... Gozou tudo na boca daquela vadia, que chupava tudo sem pudor algum, e sem mais nem menos, percebi que aquela vadia tinha engolido tudo e não havia desperdiçado nada, então vi o motivo pelo qual os preservativos usados não tinham porra nenhuma, aquela piranha novinha tomava toda a porra, e não desperdiçava uma gota se quer.

 Depois do ultimato, sai de fininho e entrei pra dentro de casa, não sei mais o que se passou, pois de dentro de casa não dava pra ver mais nada. No outro dia de manhã, por volta das 10:30hs, comecei a limpar o terreiro, e lá estava a prova do crime, o preservativo usado na noite anterior estava ali, na minha frente. Escutei o portão abrindo, era meu vizinho Carlos e sua filha vadia a Alice que estavam saindo, ele se dirigiu a mim meio zuador como sempre dizendo: - Bom dia, tudo bem, como é que está a limpeza ai? Eu em um tom meio irônico respondi: - Bom dia Carlos, tudo bem nada, olha só isto aqui, todo fim de semana é a mesma coisa, tenho que tirar a camisinha de algum casalsinho! Na mesma hora aquela filha da mãe, me olhou com um olhar de puta e mordeu os lábios, como se estivesse me convidando a sujar o terreiro comigo numa próxima vez, naquela hora tive certeza que ela tinha me visto punhetando meu pau na noite anterior enquanto ela fodia com aquele cara! E não é que depois de uns dias acabei comendo aquela vadia realmente, mas isso é historia pra um outro conto e fica pra próxima vez galera! Espero que gostem e comentem! Postado por Luciane Cardoso

SONHOS ARDENTES DE UM FUTURO CORNO



                                           PREFACIO

Sou casado a 8 anos , mas estou com minha esposa a 12, temos filhos lindos e aos poucos nossa vida sexual andou enfraquecendo, com isso começamos a colocar algumas de nossas fantasias em prática, aos poucos fomos fazendo posições diferentes comprando acessórios e nos soltando dia a dia, um confessando ao outro o fetiche ,e o seu tesão por algumas coisas, outro dia ela me confessou que o se era ser comida e chupada ao mesmo tempo, desde então sabendo disto e confesso que tenho um enorme tesão de vela gozando, tratei de arrumar um “Ricardão” para ela é este foi o apelido que coloquei no vibrador que comprei para ela, um pouco grande como ela falou logo que usamos na primeira vez, apesar dela demonstrar uma grande curiosidade de usa-lo, usamos algumas vezes até que ela se acostumou com o tamanho dele, o que tem dado muito prazer a ela, sem contar nas vezes que fazemos 69 e chupo ela e ela goza muito na minha boca com ele entrando e saindo de dentro dela e eu tendo esta adorável visão de sua bucetinha acolhendo o brinquedinho com grande tesão.

 Como falei anteriormente seu prazer me deixa completamente alucinado, certa feita numa bela galinha assada, enquanto eu chupava ela a penetrei com o “Ricardão” ela foi ficando alucinada de tesão e gozou muiito , aproveitando o ensejo comecei a brincar com meu pau na portinha do seu cu, ela que não é muito chegada a deixar colocar na porta dos fundos, em função do seu tesão deixou eu ir colocando nela bem devagar, e sem tirar o vibrador da buceta, bom aquilo me deu um enorme tesão afinal estava ela fazendo sua primeira DP, e olha, foi muito bom , que gozo espetacular , fiquei mais ou menos por meia hora sentindo ainda as pernas bambas com a força do orgasmo que senti, acho que o melhor de minha vida, pena que ela não deixa mais fazer com calma do jeito que fizemos, ela me explica que sente dor, etc... mas como relatei acima foi acredito um dos melhores gozos que tive, espero que aos poucos ela comece a conseguir ter prazer anal para poder eu tb ter meu cada vez mais forte e gostoso e a cada transa destas fiquemos mais unidos e com mais tesão um pelo outro. Por falar em tesão um pelo outro estes dias adaptei um conto para uma das fantasias dela e creio não ter salvo o conto de forma correta, mas ai vai o conto reescrito agora pelas minhas mãos.


                                      CONTO  
                       fictício. Será?


Viajamos para passar alguns dias de férias que a muito não tirávamos, bom resolvemos ir a Floripa passar um final de semana prolongado, lá chegando escolhemos um hotel próximo a praia demos alguns passeios e fomos a um restaurante próximo ao hotel, tivemos uma primeira noite com muito sexo e troca de fantasias segredos e desejos, dormimos bem descansamos da viagem e no segundo dia começamos a nos sacanear dizendo um para o outro que faria a fantasia do outro, bom combinamos nos arrumar separados um por vez para nos arrumar um para o outro, e assim fizemos , ela foi ao quarto e eu fiquei na recepção do hotel enquanto ela se arrumava, neste momento aproveitei e entrei em um site de garotos de programa e escolhi um para ela que achei que ela iria gostar, tratei tudo com ele e falei que seria uma surpresa para minha esposa a qual tinha o desejo de ser comida e chupada ao mesmo tempo e que iria realizar o desejo dela, tratei horário e tudo mais.

Após algum tempo ela me avisou que estava pronta e como o tratado seria nos arrumar um para o outro ela saiu do quarto, não nos encontramos e fui eu me arrumar e organizar o local para a festinha que iria acontecer e ela não tinha conhecimento. Tomei um bom banho e me arrumei para a noite que seria inesquecível. Ela me esperava na recepção do hotel, mais linda do que nunca estava cheirosa, vestida com uma calça Jens que deixava de um modo maravilhosamente gostosa, uma blusa colada ao corpo o que destacava os seus belos seios com os bicos marcando a blusa pois estava sem sutien como eu gosto, com seu lindo lenço no pescoço e com aquele ar de hj vai ser muiito bom, saímos jantar e eu cuidando a hora para retornar para a festa tão esperada e preparada para ela, tomamos um bom vinho suave, e jantamos coisas leves, para não pesar no estomago, depois do jantar seguimos para o hotel, conforme combinado previamente com o garoto, ele ficou a postos esperado o meu sinal , como já estávamos embaladinhos comecei a falar de nossas fantasias e riamos de tudo , mas com o tesão aumentando pelos amassos iniciados comecei a dizer que iria pegar ela na escada, pois queria muito fazer isso, que imaginava ela chupando um pau e levando outro na bucetinha, etc..

 O clima foi esquentando ,fui ao banheiro e dei o sinal para o garoto me seguir , ele foi ate lá e dei uma das chaves do quarto para ele, e pedi sobe e se esconde conforme tínhamos combinado, e foi o que ele fez, subimos ao quarto se agarrando no elevador e pelos corredores, chegamos ao quarto entramos fui tirando sua roupa e puxei uma venda que eu já avia preparado anteriormente para a ocasião comecei a beijá-la tirei quase toda a roupa dela deixando ela apenas de espartilho preto e meia, mas já sem calcinha, olha ate acho que ela estava sem inclusive, só com o jeans, bom segui vendando-a e a coloquei de quatro chupando aquela bundinha pequenininha e linda, ela suspirava enquanto media a língua em sua bunda e sua bucetinha, revesando ora na buceta ora no seu cuzinho que apesar de não curtir sexo anal , adora uma língua no seu cuzinho, fiz sinal para o garoto sair do seu esconderijo e vir , ele já estava nu e bem armado , fiz sinal para ele se aproximar ai então vi que já estava ate de camizinha colocada.

 Fiquei chamando ela de tesuda e dei umas pinceladas com meu pau a portinha de sua bucetinha e ela de quatro começou a se jogar para trás para que eu entrasse nela, sai de lado e coloquei o garoto a pincelar sua bucetinha mas sem tocar nela para ela não perceber que era outro pau que estava prestes a entrar nela, ele colocou na portinha da buceta, ela foi empurrando contra ele, aos poucos o outro pau entrou todo dentro dela, assim ela ficou rebolando naquele pau e socando ele contra o seu corpo até alcançar o primeiro orgasmo sem saber que era outro pau que estava se fartando de sua bucetinha, sem demora sugeri a ela mudarmos de posição e ficarmos em um gostoso 69.  Parti para baixo dela e ela já alucinada, depois do primeiro orgasmo, me chupava com maestria. Foi quando falei que ia colocar o “brinquedinho “ e comecei, enquanto a chupava pinceleva ele na porta da bucetinha dela, que aos poucos ia se rendendo e pedindo pra mim colocar, eu colocava na portinha e tirava, e chupava ela com muiita vontade afinal já havia dado uma bela gozada no pau de outro e estava prestes a realizar a sua fantasia.

Fui brincando entrando um pouco mais e assim o tesão dela foi subindo ai perguntei se ela queria mesmo outro pau na buceta e ser chupada ao mesmo tempo, e ela falou, que pena que este é de borracha, se fosse um de verdade eu ia gozar muito , ai falei pra ela vc quer muito , e vai se agüentar sem gozar no pau de outro , e ela dizia , não sei se vou agüentar acho que vou gozar na hora que outro entrar em mim, nisso fiz sinal para o garoto que estava próximo chegar mais perto e fui arretando ela ainda com o vibrador em sua bucetinha, até que tirei e fiz sinal para ele entrar nela , o que ele fez em uma só estocada, ela levou um susto suspirou mais forte, quis se levantar e falei relaxa e aproveita tua surpresa e segurei ela, e ainda falei vamos ver se agora vc agüenta sem gozar, mas acabei de falar ela já se contorcia toda em um gozo forte enquanto era comida e chupada, sentia ela se estremecer em cima de mim gozando como nunca, ficamos nisso mais alguns minutos e depois revezamos eu comendo a bucetinha dela enquanto ele a chupava, falei para ela manter a venda para não ficar com vergonha.

 Foi o que ela fez e seguimos num gozo atrás do outro em varias posições , inclusive com uma bela galinha assada com o pau do outro na boca , umas cavalgadas em mim chupando o outro pau e fazendo variações diversas depois de esgotados deitamos na cama,e eu logo fui despachar o garoto, ela me abraçava, me chamava de louco e dizia que me amava muiito e que havia sido maravilhosa a surpresa, desde lá ficamos mais unidos do que nunca e não temos qualquer tipo de frescura entre nós. Numa outra viagem falaremos de minha fantasia de duas na cama e aos poucos ela foi aprendendo a sentir muiito tesão e gozar no sexo anal ,mas isso é uma outra historia.

terça-feira, 19 de maio de 2015

PUTINHA DE UM GAROTO

A história que vou lhes contar aconteceu comigo no ultimo verão.
Sou uma mulher divorciada, tenho 32 anos, sou arquiteta, não sou do tipo que para o transito, mas sempre chamo a atenção por onde passo.

A pedido de uma grande amiga acompanhei, Camila, filha de 16 anos, com quem tenho uma grande relação de amizade, até o litoral durante um final de semana, onde uma turma de amigos de colégio de Camila passariam o final de semana. Basicamente uma turma de umas 15 pessoas, meninos e meninas da mesma faixa etária de Camila.
Me sentia meia deslocada no meio de tantos adolescentes, mas procurei fazer o meu papel sendo amiga da moçada com quem fui desenvolvendo uma relação de companheirismo cada vez mais forte. Claro que em uma turma de pessoas a gente com o passar do tempo vai descobrindo de quem a gente mais gosta e de quem menos temos afinidades, é ai que entra Marcelo, um amigo de Camila

Desde o começo Marcelo não tirava os olhos de mim, sempre puxando assunto, sempre querendo chamar a minha atenção. Durante a tarde fomos a praia, todo mundo juntos, bebendo um pouco, contando piada, a galera de adolescentes era só azaração. A certa altura fui tomar banho de mar, Marcelo claro, veio atrás de mim, de sunguinha, mostrando seu corpo todo malhadinho de academia.
Entramos no mar com uma prancha de body board, e ele tentava me ensinar como subir na prancha. O que não pude deixar de perceber é que Marcelo a cada momento me tirava uma casquinha, hora de leve hora me encoxando dentro da água na maior cara de pau.
Confesso que não fiquei chateada com a situação, pelo contrario, até facilitava as coisas para ele sem ele perceber, afinal que mulher não se sente bem deixando um homem louco de tesão (risos).

A uma altura notei que Marcelo estava com o pau super duro dentro da sunga, eu não poderia sair da água com ele de pau duro daquele jeito uma vez que o pessoal na areia iria sacar as coisas. Pedi pra Marcelo segurar a onda pra ele poder sair do mar.. Ele entendeu o problema e sorriu com o canto da boca para mim. Passamos a tarde toda junto com a galera. O pessoal combinou em fazermos um lual na praia depois da meia noite. No lual me sentia um pouco deslocada, todo mundo tentando azarar seus pares, e eu ali, meio que como a tia da galera, mas fiquei na minha.

Depois de uma certa altura, os pares foram se formando, cada um pegando a sua gatinha e o seu gatinho e saindo do meio da roda para dar uns amassos. A certa altura ficamos so eu o Marcelo e mais dois garotos. Eu percebi que eles estavam esperando para fumarem um baseadinho entao, fingindo nao entender falei que iria me recolher para a casa. Marcelo tambem disse que ia entrar para pegar umas bebidas e me seguiu, no meio do caminho Marcelo me pegou pelos braços e me convidou para nos afastarmos das luzes para vermos melhor o luar, começamos a caminhar pela praia até uma distancia onde não seriamos mais vistos. Sentamos na areia e começamos a conversar.
, daquele tipo filhinho de papai riquinho, todo mimadinho e cheio de carisma, o tipo safadinho que come todas as meninas do colégio.

Pouco tempo depois estávamos nos beijando, e cada vez mais nos amassando. Eu ficava pensando comigo mesma, como deve ser o pau deste garoto, que todas as meninas comentam ser bem dotado.
Como ele não metia a mão na minha xoxota eu não tinha o álibi para meter a mão no pau dele e matar a minha curiosidade. Ficamos ali nos esfregando, e nada de Marcelo meter a mão na minha xoxota, cada vez mais molhada.
Já que ele não dava a deixa para isto acontecer, resolvi eu mesma facilitar as coisas. Estava de saia com biquíni por baixo, ele de calção, sentei no colo dele por uns instantes para sentir eu mesma o tamanho.
Mal sentei e já tive uma idéia clara de como seria (risos), simplesmente fantástico, preencheu todo o volume entre as minhas duas nádegas. Fiquei excitadissima, dei umas mexidas e sentei na areia instantes depois.

Ficamos conversando, e eu cada vez mais curiosa em ver o pau de Marcelo.
A certa hora não resisti, fui direta ao ponto
- Marcelo, põe o pau pra fora que eu quero vê-lo-, ele supresso não demorou em faze-lo. Meu deus, que pau lindo, grande, com uma aparência deliciosa.
Não perdi a pose, mandei ele guardar o pau.
- Guarda ele que você não é de nada- disse a ele fingindo desinteresse.
- Você que não é de nada, duvido você me dar agora - respondi com desdém - Você nem trouxe camisinha menino, não tem a mínima chance, não to tomando pílula, então como vamos fazer?
- Marcelo com a maior simplicidade olha pra mim e diz
- Temos duas opções gata, ou você me faz um boquete ou eu como o seu cu-.
Aquilo foi o cumulo da ousadia, não acreditei que ele fosse tão safado, mas ele foi alem.
- Na verdade temos só uma opção gata, eu como seu cu, porque não vou ficar só no boquete- Pensei comigo mesma, que moleque filho da puta, quer comer meu rabo assim na maior cara de pau.

Me deitei de bruços na areia e fiquei olhando para o mar, deixando a minha bunda a vista para Marcelo de forma a provoca-lo.
Não demorou muito tempo ele se deitou sobre meu corpo me prensando contra a areia e beijando o meu pescoço e orelhas com a língua. Abri um pouco as pernas para facilitar ele roçar o pau no meu bum, ele levantou minha saia e fiquei só de biquíni, ele já estava com o pau pra fora em cima de mim.
Aquilo me deixava cada vez mais excitada, mas não tinha planos de dar a bunda pra ele, só de provoca-lo.
Marcelo saiu de cima de mim um pouco e antes que eu fala-se algo arrancou a parte de baixo do meu biquíni me deixando só de saia, deitando-se novamente em cima de mim na areia. Falei para ele não tocar o pau na minha xoxota porque eu estava no período fértil, Marcelo falando aos meus ouvidos mais uma vez me surpreendeu.
- Gatinha, fica tranqüila porque putinhas como você a gente come o cu - Mal acabou de dizer aquilo, senti uma estocada forte do seu pau entrando no meu rabo.
Dei um grito de dor, pedi pra ele maneirar, fui solenemente ignorada, Marcelo forçou e colocou todo o pau dentro do meu rabo, senti seus testículos tocarem a entrada do meu anus, seus pelos pubianos tocando a pele da minha bunda. Doía muito, ele praticamente me rasgou, mas era gostoso.
 
Eu mal podia acreditar, estava lá naquela praia de madrugada, deitada de bruços, com um garoto com a metade da minha idade, em cima de mim, e como se não bastasse com o pau dentro do meu rabo.
Realmente eu entendia porque Marcelo tinha fama de tão bem dotado, o pau dele era enorme, estava me arrombando sem dó nem piedade. Pedi para ele ir devagar, para ter dó de mim.
Ele ficou parado por uns tempos com o pau todo dentro da minha bunda, me falando obscenidades no ouvido.

- Eta coroa que gosta de um pau no cu -, - Não vou ter dó de você não sua putinha, porque você gosta de provocar os homens, agora vai ter o que merece -, depois de dizer isto, ele me fez a maior das ameaças.

- Ou você começa a gritar que é a minha putinha e quer que eu te coma ou eu arrombo o seu cu e ainda por cima conto pra todo mundo da turma que te comi - Eu estava excitadissima, comecei a falar

- Eu sou a sua putinha e quero que você me coma, eu sou a sua putinha e quero que você me coma - Ele mandava eu gritar cada vez mais auto, enquanto eu gritava aquilo ele ia socando o pau dentro do meu rabo cada vez mais forte, fiquei de 4 para facilitar e senti suas maos nas minhas ancas enquanto nao parava de estocar. Cada vez ele pedia para eu gritar mais que era a putinha dele, e eu fazia, estava muito gostoso, as vezes suas maos visitavam meus seios, outras vezes me dava uns tapas na bunda, eu estava me sentindo um mulher por completa. Na minha frente o mar e o barulho das suas ondas, a lua acima nos iluminando e o barulho da carne batendo me deixou nessa posiçao submissa e deliciosa daquele garoto. Até que senti ele gozar com todo o vigor de um garoto da sua idade dentro de mim. Eu cheguei a sentir seu esperma quente saindo em jatos.

Quando ele gozou, me senti aliviada, nunca tinha dado a bunda pra alguém tão pausudo e que ainda por cima tinha comido ela sem dó nem piedade. Ele saiu de cima de mim e deitou do meu lado me fazendo carinhos, fiquei uns instantes ali imóvel..

Alguns minutos depois nos levantamos e voltamos caminhando para o lual para reencontrar o pessoal.
Nunca mais transei com Marcelo, mas passei aquele final de semana todo sem poder sentar direito, com o rabo ardido e carimbado pelo pau enorme daquele garoto de 16 anos, um grande comedor sem duvida. Senti uma ponta de ciumes quando o vi com uma das garotas, o beijo era apaixonado e eu resolvi nao incomoda-lo, nem o deixar inibido. Quando estavamos nos arrumando para irmos embora, ainda sozinha no quarto senti uma encochada familiar. Olhei para tras e era o Marcelo. Me desvencilhei dele delicadamente e ele me disse que esperasse que eu entendesse o que aconteceu sobre ele e a Rafaela. Eu disse que sim, claro. E que o que aconteceu foi otimo, mas nao iria se repetir nunca mais. Boa sorte Garoto!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

NAO QUERO SER MAIS RECATADA




Oi me chamo Gabriela sou de Joinvile/SC, tenho 33 anos sou loira com a pele bem branquinha, tenho 1.64mt, 58kg, corpo bonito, coxas grossas e uma bucetinha toda depiladinha, seios médio com silicone 300ml, e uma bundinha dura e empinada, faço academia a 4 anos, estou casada a 10 anos com meu marido que se chama Luiz ele tem 33 anos, 1,70mt, 76kg, corpo normal, um pau de 16cm, e o corpo todo depiladinho. Quero antes contar um pouco da minha historia, sou do interior de Santa Catarina e minha criação foi bem rigida, eu ia para a igreja sempre com meus pais, fiz parte do grupo de jovens e meu pai não deixava eu namorar, antes de conhecer meu marido eu só namorei escondido com um menino, namorei ele dos 17 aos 18 anos, mais não deu certo e em uma festa de uma amiga minha estava o primo dela que era de Curitiba, nossa ele era um gato, diferente de todos aqueles que eu conhecia, ela nos apresentou e ficamos conversando a noite toda, no outro dia ele me convidou para ir ao cinema e eu aceitei.





 Ele já tinha carro e me pegou em frente a minha casa, fomos para o cinema e depois disso começamos a namorar, namoramos por 4 anos e estamos casados a 10 anos e temos um filho de 6 anos, então vocês podem imaginar que eu só transei com meu marido até hoje, só vi o pau do meu marido ao vivo até hoje, e tudo que ele me fala de sexo que seja um pouco mais ousado eu já fico toda retraída. Nossa vida sexual sempre foi bem básico e esse era um dos motivos de reclamação de meu marido, depois que comecei nessa BRINCADEIRA e comecei a ler os contos de outras pessoas, que eu vi como eu era mesmo, mas com o tempo eu fui mudando bastante. Até começar essa BRINCADEIRA eu nunca tinha me masturbado, nunca tinha lido um conto erótico, não lia nada na internet sobre sexo (só lia sobre roupa e facebook rsssss), não pensava em fantasia sexual, não tinha feito sexo anal e não chupava meu marido até ele gozar, agora dá para vocês terem uma ideia de como eu era, e alem de tudo isso eu ainda sou extremamente timida e ciumenta.




Decidimos entao fazermos algumas aventuras e irmos aumentando gradativamente mes a mes.





No primeiro mês realizamos a fantasia de transar dentro do carro foi muito bom ele sempre me pedia na época que namoravamos mais eu nunca tive coragem, no segundo mês fizemos sexo anal, no começo eu não gostei muito mas agora pelo menos uma vez na semana fazemos e eu adoro tenho orgasmos intensos, e para o terceiro mês fiquei muito empolgada com a premiação e então resolvi chutar o balde e ir na fantasia mais dificil (que na verdade eu nem ia realizar, pois sou muito tímida, ciumenta rssssss), me empolguei e falei para ele que iriamos ir a uma casa de swing, ele levou um susto (vi na cara dele) acho que ele nunca esperou que eu realizaria essa fantasia, e nem sei se ele também queria rssss.





Conversamos bastante... eu já sabia que não iria  pois sou extremamente ciumenta e já ir em uma casa de swing era superação demais, mas conversamos durante uma transa e resolvemos apenas ver e combinamos para ir no Sábado a Balneário Camboriú na Sensuality Club, vimos as fotos e gostamos bastante, chegado o dia me produzi toda coloquei um vestido que tem uma malha bem fininha e bem coladinho que marca bastante o corpo, uma calcinha minuscula e sem sutiã para marcar bem meus peitos, na hora que apareci na sala ele já foi me agarrando e eu falei "pode se acalmar" rsssssss, ele colocou um jeans e uma camisa de botão.





Chegando em balneário ele me convidou para ir beber algo, aceitei mais fiquei morrendo de vergonha pois eu estava vestida para matar rsssssss, era umas 22:30 sentamos em uma barzinho e ficamos bebendo, quando me levantei para ir no banheiro vi que vários homens ficaram me secando, nossa aquilo me deu um tesão enorme, voltei para a mesa e falei que queria ir logo antes que desistisse rssssss, já era 23:30 então fomos para o club, o club é bem grande tem a pista principal na parte de baixo e subindo as escadas tem um quarto de vidro para as pessoas espiarem, tem um quarto com uma cama bem grande coletivo, tem o quarto privativo, tem o Dark Room que é um quarto todo escuro e tem os camarotes são varias cabines viradas para a pista, você pode transar e ficar vendo o pessoal lá embaixo dançando muito legal e na parede que divide uma cabine da outra tem dois buracos para espiar ou botar as mãos.





Ficamos na pista em uma mesa bebendo e dançando, o ambiente na pista é muito legal e bem descontraído, as vezes dávamos uma volta na casa para ver como estava o movimento, teve uma dessas passeadas pela casa que ficamos impressionados, no quarto de vidro tinha dois casais dentro se pegando e do lado de fora espiando devia ter uns 20 casais era muita gente, depois entramos no dark Room nossa ali dentro não da de ver um palmo na sua frente, meu marido ficou atras de mim e de repente senti um pau passando na minha mão, falei para ele e saímos dali e fomos no camão tinha três casais na cama e uns 10 olhando, convidei ele para ir nos camarotes, ficamos lá sentados olhando para baixo vendo o pessoal dançar eu resolvi espiar em um dos buracos e tinha um casal bem novo na faixa de 25 anos e bonito transando.





Ela se apoiava no parapeito olhando para a pista e inclinando bem a bunda para trás e ele metia com força nela por trás fiquei muito excitada com a cena e meu marido espiava no buraco do outro lado onde tinha dois casais transando só que era um casal mais velho na faixa de 45 anos e o outro na faixa dos 35 anos, ficamos vendo por um tempo e eu na empolgação falei para ele "vai amor pode passar a mão nela eu deixo" ele relutou um pouco mas com a minha insistência ele acabou passando e se empolgando rssss, ele parou de passar a mão e começou a me chupar enquanto eu espiava, eu gemia igual uma puta QUE TESÃO que eu estava o casal que eu estava espiando chegou a parar e ele veio com o pau em minha direção eu tirei o rosto do buraco me virei e cai de boca no cacete do meu marido, chupava com gosto, eu vi que enquanto eu chupava uma mão feminina passava a mão na perna do meu marido e na sua bunda, me controlei, respirei fundo e continuei chupando, me apoiei no parapeito e ele veio por trás, meteu com tanta força que dei um berro, algumas pessoas chegaram a escutar da pista rssssss.



Fiquei ali naquela posição por muito tempo, depois ele sentou no sofá que tinha e eu sentei no seu pau gostoso, teve uma hora que tinha 3 paus nos buracos, nunca vi tantos rssssss, depois de um tempo vi que tinha dois paus nos buracos e nos outros dois duas mulheres olhando, então para completar como eu estava com muito tesão, respirei fundo e falei no ouvidinho dele "da o teu pau gostoso para ela segurar dá", ele me olhou uma uma cara e perguntou tem certeza? eu falei claro, aproveita rsssss, ele tirou da minha buceta e botou na mão de uma delas ela agarrou com uma vontade e começou a punhetar ele eu sentei no sofá e comecei a me tocar, ele acabou se empolgando e enfiou o pau na boca da guria, eu quase tive um ataque, mais me controlei e pensei que essa noite seria uma noite diferente, depois ele tirou o pau da boca dela, tirou a camisinha e meteu mais um pouco em mim e falou que ia gozar falei para ele gozar na minha boca, ele encheu minha boca de porra, nos arrumamos e voltamos para uma mesa na pista.





Bebemos mais e dançamos mais, eu estava ainda com muito tesão falei para ele que queria transar de novo, fomos para um reservado e transamos dessa vez só nos dois bem gostoso, ele metia a lingua na minha buceta e no meu cuzinho e eu gemia bem gostoso depois eu chupava aquele pau com gosto enfiava ele todo na boca, depois ele meteu na minha bucetinha bem gostoso, trepamos em pé, de quatro, deitados, de tudo que foi jeito e ele finalizou comendo meu cuzinho e gozando dentro dele, foi uma delicia. O mais gostoso é que enquanto transavamos, ouviamos os outros casais transando tambem e aquilo me deixava muito, mas muito excitada, por isso liberei pra ele fazer o que quisesse de mim.


Jã era mais de 3 da manha quando resolvelmos irmos embora. Eu me sentia completa, beijava meu marido como se tivessemos começado a namorar naquele dia. Foi uma delicia, espero que a proxima fantasia seja mais tesuda do que essa ultima.


De - Gabriela

ESPOSAS









quarta-feira, 6 de maio de 2015

O INCONFORMADO

Os experientes praticantes de Swing costumam dar alguns conselhos aos que desejam se iniciar na prática. Segundo eles, para aproveitar devidamente os benefícios oferecidos por essa modalidade de sexo, o casal deve ter um relacionamento sólido, com muita cumplicidade e livre comunicação, além disso deve saber desfrutar livremente dos prazeres sexuais. Outros ainda dizem que, antes da ação em si, cada parceiro deve se abrir francamente e revelar sua fantasia ao outro, discutir os limites de cada um e se imaginar transando com outra pessoa. Ainda mais alguns aconselham: a pessoa deve entender que as relações ali vividas são puramente sexuais; naquele momento, os dois gozarão de prazeres com uma pessoa estranha, mas, depois de saírem do ambiente de troca de casais, retornarão ao seu companheiro e viverão seu casamento da forma que era. Por fim, mais alguns fazem um alerta: a prática não pode afastar o casal; se a fonte de excitação não mais estiver entre os dois e só existir quando terceiros estiverem presentes, pode ser um sinal de que a relação do casal está se deteriorando.

Depois de ler e reler informações como essas, assistir a reportagens sobre o tema, conversar com conhecidos praticantes, visitar clubes, Felipe finalmente aceitou as solicitações de sua mulher, Rebeca, de se aventurar na troca de casais; melhor dizendo, de praticar a troca de casais, pois essa experiência não é para aventureiros, já dizia o outro conselho que tinha lido num desses sites sobre o assunto. Sua mulher já há algum tempo alimentava essa fantasia e se sentia preparada para encarar o swing, mas Felipe ainda não. Ciúme, insegurança, medo, estavam entre os obstáculos que o impediam de seguir em frente. Depois de muitas pesquisas e conversas, finalmente se convenceu de que poderia ser uma experiência interessante para diversificar a vida sexual do casal.

Mas ambos tinham algumas condições, discutidas à exaustão até chegarem a um acordo. Uma delas era que eles não queriam se iniciar na troca de casal nesses clubes destinados a esse tipo de encontro. Achavam-nos muito impessoal, intimidador, mecânico. Preferiram estabelecer contato anterior com o casal escolhido e sentir se haveria entrosamento, sintonia, entre os quatro participantes. Resolveram então acessar salas de bate-papo frequentadas por pessoas que já vivenciavam a experiência do Swing. Depois de algumas trocas de mensagens, finalmente encontraram um casal que parecia ser interessante; viram-se pela webcam, conversaram e marcaram um encontro. No jantar tudo correu bem, o entendimento foi perfeito de todos os lados. Otávio e Ana, os outros dois, eram um casal comum, desses casais de família feliz que aparecem em comerciais de televisão; desses que Felipe, ainda com resquícios de preconceito, nem poderia imaginar que cultivariam gostos sexuais tão ousados. Eram simpáticos, sóbrios, seguros; já praticavam troca de casal havia alguns anos e se sentiam muito à vontade nessas circunstâncias. Essa segurança transferiu-se aos dois novatos, que ganharam confiança a respeito da decisão feita. E a postura serena e respeitosa de Otávio em relação à mulher de Felipe foi o que aniquilou de vez as dúvidas do nosso inseguro amigo, de modo que ele já se sentia inteiramente pronto para encarar o desafio, que a essa altura nem era mais digno de ser chamado assim. Do jantar seguiram para o motel, onde a nova combinação se deu. Felipe seguiu para um quarto com Ana, e Rebeca dirigiu-se a outro com Otávio.

A sintonia da mesa foi transferida para a cama, e Felipe entendeu-se sexualmente muito bem com sua nova parceira. Após alguns bons minutos da mais pura delícia, nosso amigo gozou fartamente. Porém, depois de a euforia passar, e a normalidade se restabelecer, as ilusões costumam desbotar-se ou até se extinguir, estado em que pensamentos mais concretos começam a tomar lugar. Felipe que, até então se esquecera da mulher, voltou a si e passou a direcionar seus sentidos para saber o que acontecia no outro quarto. Escutava gemidos, sussurros, grunhidos; ainda mais eloquentes por parte de Rebeca do que de Otávio.

Ficou fácil adivinhar a atitude que tomou nosso amigo, não é mesmo, leitor ou leitora? Felipe sucumbiu à curiosidade e decidiu passar pela porta do quarto onde estavam sua mulher e o parceiro ocasional dela. Flagrou-os no momento em que Otávio atravessava, com sua poderosa viga, a porta dos fundos de Rebeca; ele de joelho e ela de quatro. Parou e ficou olhando. No primeiro momento, sentiu-se incomodado, agredido; sentiu seu corpo se contrair inteiramente, tomado pelo violento ciúme ou inveja, não sabia ao certo. Quis intervir, mas conteve-se a tempo de não fazer um papelão. Não demorou muito e passou a admirar aquela cena e se deixou envolver por ela. Não poderia ser de outra forma, pois aqueles dois voluptuosos atores apresentavam um verdadeiro espetáculo da libertinagem. Ele, em plena forma, era másculo, enérgico, mas doce. Naquela posição, enquanto empunhava Rebeca pela cintura, exibia prodigamente a sua vasta variedade de tesos músculos na região das costas, peitos e braços. Um colosso! Nunca viu na vida, mas Felipe estava seguro de que um touro, copulando com sua fêmea, assemelhar-se-ia bastante àquele quadro que se apresentava aos seus olhos. Fascinou-o o domínio que o desconhecido tinha sobre suas ações: era firme no avanço e delicado no recuo. Era impressionante a fluidez dos movimentos executados pelo seu extenso, vistoso e volumoso membro, todo recortado de veias azuis latejantes. Ele submergia e emergia daquele estreito túnel com absoluta facilidade. Ela, igualmente em forma, lisa, sólida, luzidia de modo incomum, estava confiantemente submissa; tranquilamente entregue aos afetuosos ataques do amante; apenas arfava de prazer. Felipe, num gesto involuntário, apanhou sua ereção e passou a friccioná-la. Alguns minutos depois, os três gozaram ao mesmo tempo deliciosamente. Após o seu alívio, Felipe retirou-se rapidamente para não ser notado; teve tempo apenas de ver os dois amantes, lânguidos, abraçados ternamente na cama.

Voltou para o quarto onde estava a sua companheira provisória, que já adivinhara que seu inexperiente e curioso parceiro fora verificar como sua mulher estava sendo tratada. Ela não teceu nenhum comentário, apenas o recebeu com o sorriso e tentou reaquecê-lo. Inutilmente. A libido de Felipe já estava irremediavelmente comprometida pela cena que acabara de presenciar. Passado o delírio que experimentara ao ver os dois se amando, ficou abalado e não conseguiu tirar da mente os momentos em que sua mulher se entregara ao desconhecido: sua complacência em ser sodomizada, seus gemidos de deleite, seu regozijo ao gozar e, ao fim, os dois abraçados carinhosamente após o sexo. Essas cenas martelavam insistentemente sua cabeça. Ana, que já presenciara várias situações semelhantes, dirigiu-se ao banheiro para um demorado banho, e deixou Felipe sozinho com suas perturbações.

Finda a hora combinada, os casais, na sua formação original, partiram separadamente; cada dupla seguindo para seu destino. No carro, Rebeca, leve e satisfeita, pródiga em sorrisos, tentou afagar e beijar o marido, que resistiu a essas demonstrações de carinho. Ela, então, percebeu que Felipe não desfrutara a experiência como ela desfrutou; tentou entabular conversa, mas não conseguiu extrair uma palavra dele. E assim, calado, permaneceu durante toda a noite. Notou que ele não passou a noite na cama, mas sim, acordado, vendo televisão. No outro dia, Felipe, ainda sisudo, procurou Rebeca e, quebrando o acordo prévio de não falar sobre a experiência, passou a enchê-la de nervosas perguntas sobre o encontro que se deu entre ela e Otávio. “Gostou? Foi melhor com Otávio do que comigo? Vai se encontrar com ele novamente?” Mesmo depois de uma semana sem obter qualquer tipo de resposta da mulher, Felipe tentava, de todas as formas, tirar informações de Rebeca sobre Otávio, acrescentando outras algumas perguntas ainda mais agitadas: “Encontrou-se com Otávio novamente? Virou amante dele?” Pacientemente, Rebeca negava-se a responder e aguardava o fim da crise, acreditando, por conhecê-lo, que logo seu marido abandonaria essas preocupações. Ela se enganou. Dessa vez, a crise era mais grave do que Rebeca julgara.

Vendo que sua mulher se mostrava irredutível, Felipe resolveu procurar Otávio. Lembrando-se de que ele costumava correr no parque no início da noite, foi ao local e o abordou. Pediu que ele entrasse no carro e rumou para um lugar mais reservado onde poderia revelar suas angústias com mais tranquilidade e privacidade. Depois de muito insistir, de garantir a Otávio que isso não afetaria sua vida e assegurar-lhe de que estava seguro de sua decisão, Felipe finalmente conseguiu o que desejava. Ah! Como foi feliz ao sentir nas suas entranhas o mesmo prazer que sentira Rebeca, sua mulher!




Autor:Henrique Passos