terça-feira, 15 de março de 2016

DESCOBERTAS & PRAZERES



Capítulo I – Descobertas

- VC quer-me ver transando com outro homem?
Aquela pergunta veio meio que de repente e me fez abrir os olhos. E após ela me fazer a pergunta voltou a colocar meu pau em sua boca, mas sem deixar de me olhar.
- Por que isso agora? Perguntei.
Estava descansando depois de uma sessão de sexo quente onde ela gozou duas vezes e eu uma. Meu pau ainda tinha umas gotas de sêmen que ela fazia sempre questão de deixar limpinho.
Sua boca subia e descia lentamente. Seus olhos estavam fixados no meu. A boca foi substituída pela mão. Era mais um carinho do que uma punheta. Voltou a falar: 

- Há muito tempo que queria te perguntar isso! VC quer?
Fui pego desprevenido. Literalmente. Senti um leve sorriso dela quando minha pica reagiu com pulsações extras.
Estávamos num quarto de motel após termos ido a show numa badalada casa noturna de nossa cidade. O local estava lotado devido à banda ser conhecida no mundo inteiro. Ela lindíssima num vestidinho curto e decotado chamou muito a atenção dos sortudos próximos.

Minha visão não poderia ser melhor. Estava recostado na cabeceira da cama com as pernas abertas e ela deitada de bruços me chupando. Quando ela abaixava a cabeça continuando com o boquete conseguia ver a minúscula marquinha de biquíni naquela magnífica bunda. Quando levantava a cabeça eu só via suas coxas e a extensão das pernas.
- O que te faz imaginar que eu quero isso?

Ela voltou a tirar tudo da boca e dessa vez não colocou as mãos.
A pica dava aquelas leves pulsadas. Ela riu e apontou para ele. Disse:
- Esse seu tesão de só eu tocar no assunto!
Voltou a colocar a boca. Mas dessa vez, passava só língua.
Aquele joguinho estava uma delícia e queria ver até onde ia.

- Só por causa disso? Perguntei.
Ela: - Tem outras coisas também.
Eu: - Que coisas?
Ela demorou a responder. Ficamos nos olhando. Falei:
- Pode falar. Se abre comigo.
Ela deu um suspiro profundo e falou:
- O jeito que VC incentiva a me vestir. Os Biquínis que VC compra para mim. Olha esse vestido que usei hoje? VC sempre pede que o use sem sutiã ou calcinha.
Interrompi-a:
- VC não gosta de se vestir assim?
Ela: - Gostar eu gosto, mas... Às vezes me incômodo com os olhares das pessoas. Fico impressionada com o tesão que VC fica.
Rimos juntos. Voltou a engolir meu pau.
Disse a ela:
- Te exibir é uma das minhas maiores fantasias. Realmente fico louco vendo os homens te devorarem com os olhares. 

Ela riu e perguntou:
- A outra é ver outro homem me comendo? Pois VC já disse várias vezes que um dia vai trazer alguém para te ajudar enquanto estamos transando.
Eu: - Mas toda vez que falo isso percebo que VC fica mais excitada e goza muito mais rápido!
Ela: - Não sou de ferro. Lógico que mexe com minha cabeça. A culpa é sua.
Falei: - Um Ménage é sim uma fantasia que passa por minha cabeça. Mas em vez de um homem, posso estar pensando numa outra mulher.
Ela reagiu: - Aqui ó. Olha o que faço com VC! Fingiu morder minha pica e continuou: - Nem pense nisso! Nunca aceitaria dividir VC com uma puta qualquer.

RI: - E se não fosse uma puta? Talvez uma amiga?
Ela me olhou e disse: - Está pensando na SI? Tira o cavalinho da chuva. O marido dela te mata.
Ri de novo: - VC que falou da SI. Não pensei em ninguém diretamente.
Ela: - Tá bom. Pensa que nunca Vi como VC olha para ela não.
Pior que tinha pensado sim.  Que sexto sentido é esse que as mulheres têm?
Tínhamos já um bom tempo de namoro e ela mesmo sem ser uma carola e puritana estava bem mais solta do que nos primeiros dias. Mas aquele tipo de conversa era a primeira vez que tínhamos. Era a oportunidade que eu queria e decidi ir até o fim.
 
- Tá esquece outra mulher. E se eu trouxesse um homem o que VC faria?
Nessa hora senti seu semblante mudar. Um leve sorriso nos lábios denunciou que ela gostou do que ouviu.
- Posso trazer? Ou VC gostaria de escolher alguém?
Ela disse: - VC que sabe. A fantasia é sua. Depois não reclama. Posso não querer parar! 

Agora ela mudou de posição. Estava ajoelhada entre minhas pernas. A punheta e o boquete estavam ficando mais intensos.
Falei: - É. Realmente a fantasia pode ser minha, mas será VC que aproveitará.
Perguntei: - Com quem?
Nessa hora senti que ela deu uma respirada mais funda.
Perguntei: - Como seria essa pessoa?
Ela: - Como assim?
Eu: - Alto, baixo, negro...
Ela me interrompeu: - No mínimo igual à VC!
Agora fui eu que não entendi: - Igual a mim como?
Sua resposta foi uma descoberta sobre seus gostos: - Estou falando do tamanho. Apontou para minha pica.
Eu: - Vou trazer um garoto de programa. Posso?
Ela se levantou e colocou sua buceta raspadinha em meu rosto e pediu: - Me chupa!

Eu: - Me diz.
Ela veio se abaixando e disse no meu ouvido.
- Não! Não quero um garoto de programa!
Terminou de se abaixar e com as mãos direcionou a pica para a bucetinha que entrou com estrema facilidade devido lubrificação que estava.
Ela subia e descia de forma cadenciada.
Eu de novo: - Um desconhecido?
Nunca a Vi com tanto tesão.
Eu: - Me fala.
Ela: - Depois não reclama. Se eu falar não quero VC perguntando o por que.
Fiz que sim com a cabeça.
Ela aumentou o ritmo e quando eu ia perguntar de novo ela tapou minha boca e ficou minutos me cavalgando num ritmo frenético até que quando estava próximo de gozar ela disse um nome:
- JE!
Olhei para ela e nesse momento ela gritou: - Estou gozando! Estou gozando! Estou gozando! E cravou suas unhas em minhas costas e foi desfalecendo seu corpo sobre o meu lentamente.
JE.
JE.
Aquela palavra não saiu mais da minha mente por um bom tempo.

Capítulo II – Os Personagens

LÚ.
Exuberante. 

Essa é a melhor expressão que a define. 24 anos. Cabelos castanho claro, 1,70 de altura. 64k. Os seios são grandes e duros, totalmente naturais. Auréolas rosinha clarinha. Mas é sua bunda que chama atenção. Ela me disse que são quase 110 cm de quadril com uma cintura fina. Lógico que tem aquela gordurinha que ela jurava exterminar com idas diárias na academia. Tem também suas celulites imperceptíveis tanto para mim quanto para qualquer outro homem, mas para ela estão lá, horrorosas e suficientes para não tomar refrigerante nenhum. Para mim estava ótimo. Sabe àquela tremidinha da bunda quando a mulher andar. Costumo dizer que é hipnotizante.
Nos conhecemos a 2 anos atrás numa formatura militar. Irmã de um amigo do quartel. Na época recém-separada a menos de um ano.
Os gostos semelhantes nos aproximaram e com ela as afinidades. Em poucos dias já nos atracávamos num quarto de motel. Que primeira foda gostosa. Uma mulher completa. Sem frescuras. Vaginal, oral e anal. Tudo. E pede mais. Nunca tinha tido uma mulher que gostava tanto de um boquete. Ela me disse uma vez: - Perfeito. Do tamanho que eu gosto! Fez referência aos 18 cm que entrava e saia de sua boquinha.

Com poucos meses juntos comecei a testar sem limites e Vi que ela queria experimentar coisas novas.
Quando sugeri um biquíni menor, ela se assustou.
- Menor? GU. Meu biquíni já é pequeno.
Eu: - Sei que é. Mas me excita ver uma marquinha bem pequena! Experimenta um e leva. Quando se sentir a vontade VC usa.
Ela: - VC é estranho. A maioria dos homens quer esconder suas mulheres e VC mostrar.
Falei: - Experimenta aqueles dois ali que estão na vitrine.
Ela: - GU. São minúsculos. Não sei se terei coragem de usar não!
Riu e completou: - VC já esqueceu o tamanho da minha bunda? Isso vai sumir! 

Disse: - Experimenta e me mostra. VC escolhe um do seu jeito e o outro eu te dou de presente e VC usa se quiser!
A balconista falou quando ela pediu para experimentar os dois: - Esses são os menores modelos que temos!
Quando ela me chamou na porta do provador foi difícil esconder a ereção. Ficou espetacular. E na primeira praia após a compra adivinhem qual ela usou? Sim o que ela disse não teria coragem de usar. Dizer que chamou muito atenção é pouco. Nas transas passei a falar do quanto os homens a encarava e senti que ela se excitava e se soltava cada vez mais.
E os vestidinhos? Sempre de salto alto. Dependendo do modelo não usava sutiã. Sem calcinha só quando eram os mais larguinhos.
Ela agora era uma mulher muito mais sexy. Adora se vestir de modo mais ousado. 

Depois de certo tempo quando falava para ela para fazermos umas brincadeiras ela mesma escolhia o que vestir. Geralmente blusinhas decotadas ou meio transparentes.
Praias e piscina, sempre fora de nossa cidade, era motivo de exibicionismo mais quente. Falamos várias vezes em conhecer uma praia de nudismo. Ainda não rolou.
Eu.
GU. 22 anos. Moreno claro. Cabelo baixo devido ao serviço militar. 1.83. 75k. Corpo atlético. Posso dizer que sou um cara boa pinta.
Até conhecer a LÚ nunca tinha me envolvido num relacionamento muito duradouro. Não sei dizer ao certo quando muitas fantasias narradas aqui surgiram na minha cabeça. Acho que foi após conhecer a LÚ. Engraçado que a que mais gostamos é a que mais temos esses pensamentos.
JE.

23 anos. Fisicamente muito parecido comigo. Um pouco mais alto. Trabalha num banco.
Bonitão. Faz um enorme sucesso entre as mulheres. O cara tem um papo que dificilmente uma mulher que ele não se interesse não consiga conquistar.
Meu melhor amigo. Quase um irmão. Nos conhecemos no jardim de infância. Vivíamos juntos. Tínhamos os mesmos gostos. Inclusive para mulheres. Perdi a conta de quantas vezes ficamos com a mesma mulher, de forma alternada. Ora ele ficava primeiro ora eu. Nunca houve ciúmes e sempre comparávamos as performances delas.

Mas com duas delas rolou de sairmos os três juntos e por isso sabia de pelo menos uma das razões de seu sucesso entre elas.
Ele tinha uma pica digna de atores pornôs. Maior e mais grossa que a minha. O que me rendeu a árdua tarefa de comer os cuzinhos nos Ménage que fizemos.
Desde o primeiro minuto que ele viu a LÚ senti seus olhos comerem ela inteira. E no início eu ainda fiz aqueles comentários que os homens fazem de elogiar o corpo e nossas intimidades. Algumas vezes ele dizia que eu era sortudo e perguntava: - Essa é para casar ou vou experimentar também?
Aquele conversa sempre era regada a muita cerveja quando ficamos mais soltos. 

Eles se deram bem desde a primeira vez que se viram. Todas as vezes que saímos juntos os olhos dele percorriam seu corpo. Eu sabendo do tesão dele nela ria. Na praia chegava ser engraçado.
Ele no início dizia: - Cara. Ela é muito gostosa.
Não só eu percebia. LÚ se divertia e RÊ morria de ciúmes.
RÊ.
Namorada do JE.
Loirinha linda de corpo, porém magrinha. Tudo proporcional, seus peitos eram pequenos e sua bunda apesar de empinadinha também era pequena. Parecia de porcelana de branca. Lindos olhos azuis e cabelos longos. Tinha só 19 anos e era estagiária no banco que JE trabalhava.
SI.
Amiga gostosona da LÚ. Casada. Um verdadeiro colírio para os olhos de qualquer um. Cara de safada. Aposto que já traiu muito o marido.

Capítulo III – O Plano.

Os fatos a seguir aconteçam cerca de 2 meses após os narrados no 1º capítulo.
Meu telefone tocou e era o JE dizendo que precisava falar comigo urgente. Marcamos no barzinho de sempre e quando cheguei e ele já estava lá.
- Que houve cara?
- A RÊ terminou comigo!
Perguntei: - Vcs brigaram? Fala logo!
- Desculpa o que vou te falar, mas foi ciúmes da LÚ.
- Ciúmes de LÚ? Porque?
- Estávamos almoçando e perguntei se as coisas dela já estavam arrumadas para a viajem e ela disse que não ia mais.

- No início começou dando várias desculpas mais quanto mais eu perguntava mais ela se enrolava nas respostas até que me disse:
- Quer saber a verdade, tô cansada de ver VC babando e de boca aberta pela LÚ. VC não respeita minha presença. Não respeita seu amigo. Só vive falando dela.
Ele deu um gole na cerveja e continuou: - GU. VC sabe que VC é meu irmão. Fico até sem jeito de falar essas coisas. Já te falei várias vezes que a LÚ é um mulherão. Nunca escondi isso de VC. Mas do fundo do coração, me diz. Isso te incomoda?
Falei: - Que isso irmão. Nunca. Tira essas coisas da cabeça.
Ele acabou se abrindo e disse que a RÊ falou coisas horríveis sobre a LÚ. Falou que se vestia igual uma puta, que não tinha vergonha de usar roupas que nem meninas usavam que não entendia como eu saia com ela vestida daquele jeito...

No fundo chegamos à conclusão que inveja é uma merda. Depois de muitas cervejas o JE me disse que estava pensando em não viajar também.
Aqui vale uma explicação. Há uns seis meses atrás resolvemos procurar uma casa para alugar para o carnaval. Seriam apenas os dois casais. Dividiríamos as despesas e o melhor lugar que achamos de acordo com que pudemos pagar foi uma casa pequena no bairro do Peró em Cabo Frio. A casa tinha dois quartos que vinha a atender nosso objetivo de deixar os casais a vontade o resto era padrão e o extra era uma pequena piscina nos fundos ao lado de uma churrasqueira. 

Quando ele me disse que não ia mais falei: - Que isso! Nem pensar. Planejamos essa viajem a vida toda. Se VC não for tbm não vou.
E ficamos naquela discussão. Ele disse que iria atrapalhar ficando na casa, que seguraria vela, etc... E eu falei que LÚ ficaria chateada, que com a cidade lotada ele teria várias mulheres em vez de uma só e no final tirei de sua cabeça a ideia de desistir. Só uma coisa não falei para ele, mas que enquanto conversávamos veio na minha mente e me fez ter uma ereção. As fantasias que eu e LÚ tínhamos e o tesão dela nele.
No dia seguinte contei a LÚ as mudanças de planos repentinas e senti uma satisfação dela ao saber que RE não iria. Ela: - Ainda bem que aquela garota mimada não vai. Com certeza nos divertiremos muito mais nós três...
- Nós três. Ou eu estava com muito tesão ou senti uma ênfase nesse trecho da frase...

Capítulo IV – Prazeres



A viajem foi bem cansativa devido ao trânsito, mas super descontraída por causa da excitação que cada mente ali naquele carro deveria estar imaginando. De minha parte as palavras da LÚ gozando e dizendo o nome do JE não saíam de minha cabeça. O que será que os outros pensavam?

Chegamos por volta das 21h. A casa muito confortável e grande. A piscina estava bem cuidada. Todos muito cansados e após um banho fomos descansar.
Acordamos perto das 10h e decidimos conhecer Arraial do Cabo e foi difícil chegar e pior para ficar, após rodarmos paramos o carro numa ruazinha e tentamos a sorte na Praia dos Anjos.

LÚ me surpreendeu, pois seu biquíni era bem maior que de costume. Estava bonita, porém bem discreta. Na hora até pensei que ela tinha esquecido toda conversa e nada iria rolar.

Mas não demoramos lá não. Devido à lotação tudo estava difícil. Lugar na areia, cerveja quente e cara, nada para comer e antes das 14h resolvemos voltar. Compramos uma carne e cerveja e decidimos ficar na piscina da casa.
Enquanto eu e JE nos revezávamos nos preparativos do churrasco ela foi tomar um banho e quando surgiu na porta e veio andando aos pulinhos por causa do chão quente me fez perder o fôlego e acredito que JE também. Ela trocou o biquíni e agora usava um minúsculo, amarelo, de cortininha que na parte de cima era bem estreito e conforme ela pulava os seios fartos subiam e desciam nos dando um visão deliciosa. A parte de baixo devia ser de um tecido bem fino já que víamos perfeitamente a rachinha da buceta. Atrás um triângulo mínimo que não escondia nada e essas partes amarradas por tirinhas finíssimas. Com certeza aquele era o menor biquíni que eu a Vi usar.
Quando ela foi se acomodando e deitando na beira da piscina falou: - Que foi meninos? Nunca viram uma mulher de biquíni não? Falou isso rindo tirando nos dois daquele transe.
JE disse: - Que biquíni?
Todos rimos.

Eu completei: - Acho que vou acabar deixando a carne queimar.
Ela: - Até parece. VC já me viu mais nua do que de roupa.
Respondi: - Aí que está o problema. Nua é uma coisa e nesse biquíni é desconcertante.
O clima era muito descontraído e ela falou: - Se tiver incomodando eu tiro.
JE completou: - Está linda.
Ela sabia que estava!
Ficamos ali conversando muito tempo e um determinado momento que eu estava dentro d’água e JE fora a LÚ pediu:
- JE. Passa protetor nas minhas costas. 

Ela estava deitada de bruços e disse isso e já foi desamarrando a cordinha do biquíni no pescoço. JE me deu uma rápida olhada e já pegou o protetor e começou a colocar na mão.
Após os primeiros toques nas costas dela ela disse: - Desamarra o resto para mim.
Ele foi rápido e de onde estava via toda a lateral dos seios.
Ela: - A bunda e pernas também fazem parte das costas.
Quando ele começou a passar a mão na bunda dela senti um discreto sorriso nos lábios dos dois.
Eu estava dentro da piscina na lateral oposta e via tudo muito excitado. Quando ele terminou e ao se levantar não disfarçou a piroca dura e marcando a sunga.
Após pegar cerveja para nós três ele sentou na borda da piscina com as pernas dentro d’água.

Não demorou muito A LÚ disse: - Meninos vou me refrescar também.
Ela colocou as mãos sobre os seios, sentou na lateral e entrou na água.
Nós dois olhávamos para ela e assim que ela ficou com água no pescoço tirou a mão dos seios, e veio em minha direção me beijou e abraçou se colocou atrás de mim fazendo com que meu corpo fosse uma barreira entre seus seios nus e JE.
As palavras que foram ditas naquele momento já não vêm à cabeça apenas os fatos em si.
Sei que ela passou os braços pela minha cintura e levou a mão a minha pica por cima da sunga e sentiu toda a dureza.
Levei as mãos para trás e uma a uma fui desamarrando as laterais da calcinha do biquíni e Vi quando ela tirou de vez e colocou aquela peça na lateral.
Ela estava completamente nua e só meu corpo impedia de JE vê-la e ele falou: - O negócio está bom aí.

Ela me beijou no ouvido e disse: - Se VC não gostar fala.
E foi na direção de JE. Chegando até ele, ela segurou em suas pernas e já levou suas mãos na pica por cima da sunga. Ficou alisando por uns segundos e colocou para fora.
- Ele é muito grande! Ela disse isso enquanto deslizava a mão suavemente por toda extensão daquela pica.
LÚ me olhou e disse: - Olha. Veja como sua namoradinha chupa outra pica. VC não queria ver?
Ele continuou sentado na borda da piscina e LÚ tirou sua sunga e jogou longe.
Ela estava fazendo o que mais gosta e começou apenas passando a ponta da língua e aos poucos tentava colocar dentro da boca. Aquilo durou muitos minutos.

Ela intensificou os movimentos e a expressão no rosto de JE foi se alterando até que percebi que ele estava preste a gozar e ele disse: - - Vou gozar.
Ela: - Enche minha boquinha, enche para ele ver o que a namorada putinha gosta de fazer.
A quantidade foi grande. Ele gozava e ela engolia, mesmo assim saia uma grande quantidade pelos cantos da boca. Ela saiu do meio das pernas dele e ainda com a boca suja de esperma veio até mim e perguntou: - Gostou? Me beijou. Fiz que sim com a cabeça sentido um gosto diferente em sua boca.
Após esse primeiro boquete na piscina fomos para dentro de casa e transamos praticamente a noite toda.

A LÚ já sabia dar prazer a um homem e rapidamente aprendeu que saciar dois não era difícil.
Eu e JE nos revezavamos em todos os buraquinhos daquela putinha.
Mas foi no primeiro anal dela com ele que Vi que o quanto ela era insaciável.
Eu estava deitado na cama com ela me chupando, de quatro, quando JE após meter a língua no cú e na buceta se posicionou entre suas pernas e segurou nos seus quadris e começou um vai e vem na buceta. Ela olhou para ele e disse:
- No cú! Mete no cú! Por favor quero VC todo dentro do meu cú!
Ele tirou da buceta e aproveitou a pica melada e apontou a cabeça para seu buraco. 

Ela estava de frente para mim e eu via sua expressão de dor e prazer enquanto a cabeça não tinha entrado ainda. Quando a cabeça entrou senti ela dar leves reboladas tentando se acostumar com aquela coisa dentro dela e provavelmente quando a pica dele estava quase  na metade dentro do seu cu ela num movimento brusco jogou os quadris para trás fazendo entrar tudo de uma vez me surpreendendo, pois ele estava colocando devagar para não machucar seu cuzinho.
Ele intensificou os movimentos e senti o corpo dela amolecer num claro sinal de que havia gozado.
Ela sorria com lágrimas nos olhos que provavelmente não era de dor e sim de prazer.

Invertemos a posição e agora com ele deitado ela começou a cavalgar de forma lenta e não resisti em ver aquele cuzinho a mostra e fui colocando meu pau. Ela sorria e colocou suas mãos para trás me puxando. Quando a pica entrou finalmente a primeira DP estava sendo realizada. Ela urrava. Se debatia. E gozou. E gozamos. Perdi a noção da hora que dormi.
Aquela foi só a primeira DP daquele carnaval. Transamos todos os dias. Estávamos insaciáveis. Não havia ciúmes entre nós. Era gostoso acordar a noite e ver ela cavalgando nele. Como também era quando ele acordava e me via comendo ela.
Não sei como aguentamos. 

Durante quase dois anos vivemos dessa forma. Um relação a três e após uma conversa decidimos dar um rumo em nossas vidas.
Eu e LÚ nos separamos.
LÚ e JE se casaram um ano e meio depois.
Eu fui padrinho de casamento e sou padrinho do primeiro filho deles, que tem o nome de GU.
Eles se mudaram para Cabo Frio. O sonho é ter uma casa no Peró. Minha esposa não sabe de nada.
Depois da separação nunca mais repetimos a dose.
Só para não passar batido. Eu tinha razão. A amiga gostosa da LÚ, a SI, participou de uma transa nossa uma vez e constatei que aquela carinha não me enganava.
Muitos podem achar que tudo isso é fantasia. É bom mesmo que pensem assim. É bom não ligar os fatos a determinadas pessoas.

Autor - Leitor do BDS

quinta-feira, 10 de março de 2016

NOIVINHA GOSTA ATRAS

Olá!
Meu nome é Carlos tenho 22 anos e sou noivo de uma ninfeta gostosa que além de ser muito linda é boa de cama. Poderia ficar o dia todo aqui elogiando minha gata, ja que ela tem o corpo perfeito do jeito que eu gosto, seios bem empinados, cinturinha fina, bundao. Tudo que uma gata de 22 anos pode ter. Bom pra não enrolar vou logo contar uma experiência que tivemos muito prazerosa.

Ela tem 22 anos e somos de família muito tradicional e religiosa, a qual sexo só depois do casamento (Nem imaginao eles que a gente se pega ha tempos kk). Certa vez estávamos na garagem da casa dela enquanto todos estavam na sala e naqueles beijos maravilhoso o clima esquentou, nosso beijo cheio de maos bobas, aqui e ali, começamos a ficar muito ofegantes e excitados ate que  ali mesmo eu pude colocar ela de costa pra mim onde fui passando minha mao por aquele corpo maravilhoso.. ter aquela morena com o rabo empinadinho esfregando no meu pau e algo sem igual!

Ficamos ali naquele esquenta quando ela pediu algo maravilhoso de mim ela pediu pra comer o cuzinho dela ali mesmo, nossa eu fui a loucura pois adoro aquela visao daquele bumbum empinado e quase pedindo para come-la.. Fui colocando minhas mãos dentro da calcinha minuscula dela onde ja estava molhada esfregava o grelo dela e ela apertava minha mão, gemia com os olhos fechados. Ela estava muito gostosinha daquele jeito apertava meu pau que estava pra explodir foi ai que subi aquele vestido e botei a calcinha de lado e fiquei brincando com aquele cuzinho rosado e apertadinho.

Ela gemia gostoso mordia os labios...Ela mesma de costas abriu o zíper da minha calça e colocou meu pau pra fora e ficou batendo uma de leve pra mim... ai ela se virou e olhou nos meus olhos e começou a sorrir feito safada no cio e desceu passando aquela língua quente na cabecinha do meu pau que estava babando por ela.. aquela deusa com boca pequena  começou a engolir meu pau ela passava a língua pela base do meu pau me levando a loucura batendo e chupando quase gozo ali mesmo mas me segurei.

Ela deixou o meu pau bem molhado e subiu e pediu no cuzinho, foi ai que lubrifiquei com minha saliva aquele cuzinho e fui metendo bem devagar ela gemia e rebolava, quando meu pau atravessou e penetrou aquela bundinha nos dois nos contraimos. Eu bombava devagar e senti aquele cuzinho se abrindo pouco a pouco foi ai que entrou e ela gemeu e fiquei parado vendo ela se acostumar e nisso fui fazendo o movimento acelerando pouco ...

 Nisso ela se apoiou no carro do pai dela e eu metia forte enquanto ela pedi mais e mais eu não conseguia parar, coloquei uma perna dela levantada e meti mais forte e rápido era magnifico esta ali comendo aquela gostosa que muito desejavam, foi ai que depois de um tempo comendo aquele cuzinho ela gozou...imediatamente ela tirou meu pau, arrancou a camisinha se abaixou  na minha frente e eu batia uma punheta ate que gozei naquela boca maravilhosa onde ela se fartou com o meu gozo e se levantou e me deu aquele beijo quente e molhado ...

Foi uma foda incrível com minha noiva safada que ama fazer sexo e fantasiar cada loucura

comigo.

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BRINCADEIRAS QUENTES




Após assistirmos juntos a uma reportagem na TV sobre swing e, posteriormente, pesquisarmos em alguns sites, sobre como e o que rolava em uma casa especializada, decidimos conhecer uma que ficava num bairro afastado aqui de nossa cidade.
Como a maioria dos sites recomendava que o casal devesse definir previamente o que poderia rolar conversamos um pouco e decidimos que independendo da situação e da empolgação do momento, poderia haver carícias ou algo mais, mas de maneira nenhuma a penetração, e que esta regra não poderia ser mudada durante a noite.
Deixamos as crianças na casa dos avós e chegamos por volta das 22 horas. A casa ainda estava vazia, depois que nos mostraram toda a casa ficamos em uma mesa próxima à pista de dança, tomando um vinho e tentando entender o que rolava por lá. Era uma sexta-feira e neste dia se permitia também, a entrada de solteiros.
Resolvemos ver o que rolava nos quartos e começamos pela ala dos solteiros. Havia alguns homens andando de um lado para o outro tentando agradar algum casal e ainda poucas mulheres. Na verdade, as mulheres e os casais começaram a chegar depois da meia noite.
Entramos em uma sala escura e dois homens começaram a passar a mão em meus seios e minha bunda, falei para meu marido e resolvemos sair. Fomos para a ala dos casados e já havia alguns casais transando em uma cama enorme, eu estava com um vestido bem curto e decotado, meu marido me puxou para o camão e começou a me chupar.
Ele sabe que eu não aguento muito e logo estava cavalgando em seu pau, gozamos gostoso e depois voltamos para o bar. Aquela situação de transarmos na frente de desconhecidos nos excitou e tínhamos a certeza de que iríamos repetir. Pedimos uma caipirinha e uma cerveja e a vontade de voltar para os quartos aflorava novamente.
Voltamos para a pista e estava começando a brincadeira da cadeira, ficamos olhando o que rolava e víamos a excitação explícita das pessoas participando, com muita passada de mão e carícias.
Depois veio a brincadeira do relógio e não sei por que resolvemos participar. A brincadeira consiste em formar uma roda de homens e dentro uma roda de mulheres. Inicia com o marido em frente à mulher e de tempos em tempos a roda de mulheres vai girando até voltar à posição inicial. Começou a brincadeira e ficamos dançando juntos até a primeira troca, então passei a dançar com o homem a minha direita. Era um senhor de uns 50 anos, não conversamos nada e o tempo inteiro ele ficou passando a mão na minha bunda e me bolinando por dentro do vestido e sobre minha calcinha.
Rodou novamente e agora eu tinha um garoto nos meus braços, ele falou que era solteiro e que estava com uma amiga, começou a chupar meus seios e coloquei a mão sobre suas calças para sentir o tamanho de seu pau, coloquei a mão dentro de suas calças acariciando-o... Aquilo, realmente me excitava.
Depois foi rodando de um em um e praticamente todos os outros já estavam com o pau para fora, até chegar a um homem musculoso e atlético, ele pediu para eu chupá-lo, mas eu falei que não iria, na verdade estava escuro e não queria colocar a minha boca onde eu não pudesse ver e analisar previamente.
Então ele desceu chupando meus seios e minha barriga tirou minha calcinha e ficou agachado me chupando. Eu fiquei louca com aquilo e, quando deram o sinal para rodar novamente, eu não acreditei..., queria continuar com aquela boca me sugando.
Antes de rodar ele falou que no final iria me esperar no bar para transarmos e continuarmos com aquela brincadeira. Nem deu tempo para eu falar do pacto que tinha feito com meu marido em não haver penetração com terceiros naquela noite e, o próximo, já apareceu na minha frente.
Como ele tinha me visto sendo chupada já veio falando se eu permitiria, apenas fiz que sim com a cabeça e ele já estava me sugando e me lambendo, estava bom, mas a lembrança do anterior não me saía da cabeça.
Quando finalmente retornei para meu marido, falei que precisávamos ir para os quartos porque eu estava louca para transar. Ele falou que tinha sido chupado por quatro mulheres e que na última não tinha aguentado e acabou gozando, e que precisava de um tempo para se recuperar.
Então sentamos em uma mesa próxima à pista e lembrei-me do homem que disse que iria para o bar, falei para meu marido que iria buscar alguma bebida para nós e fui sozinha até ao bar.
Lá estava ele tomando uma cerveja, quando cheguei, ele já me agarrou e me entregou a calcinha que ele havia tirado na dança, falei que não a usaria mais naquela noite e que ele podia guardar de recordação. Expliquei para ele o pacto que tinha com meu marido sobre transar naquela noite e o convidei para sentar-se conosco.
Chegando à mesa apresentei-os e falei que gostaria de sentar em uma mesa mais para o canto. Procurei um lugar mais escuro e deitei de perna aberta pedindo para ser chupada. O nosso amigo nem pediu permissão para o meu marido e me fez um oral espetacular. Eu gozei muito e ele chupava cada gota que escorria.
Virei de quatro para meu marido e pedi para ele me comer, ao mesmo tempo em que eu chupava o pau do nosso novo amigo. Depois que os dois gozaram, fomos ao banheiro e nosso amigo se despediu.
Como já era um pouco tarde resolvemos ir embora, nunca transamos tanto como nos dias posteriores, mas ainda não chegamos a uma conclusão, quanto a se permitiremos ou não penetração, pois temos receios de como reagiremos depois.

By Casal PR_Ctba

quarta-feira, 9 de março de 2016

O TECNICO NEGAO




Meu nome é Marli e tenho 35 anos. Sou loira e bonita. Tenho 1m60 50 kg, seios grandes e firmes, cintura fina e bunda grande e arrebitada, porém firme e sem celulite. Sou casada há dez anos, temos um filho e moramos em Curitiba. Meu marido tem a estranha fantasia de ser corno. Mas isso me assustava. Eu tive uma educação religiosa e aprendi que mulher honesta só tem relações amorosas com um homem. Não que eu tivesse casado virgem, aliás, longe disso. Namorei e transei muito antes de conhecer meu marido, mas nunca traí um namorado na vida.
Meu marido estava em viagem de negócios havia duas semanas e deveria voltar naquele dia. Eu estava subindo pelas paredes de tanto tesão, pois transamos quase que diariamente. Passei a manhã toda no salão de beleza e tinha me depilado todinha, do jeito que ele gosta. A pele sensível me deixava mais tarada ainda.
No início da tarde veio o técnico da TV a cabo, um negão de 1,90 m, preto como breu. Lembrei-me de um filme pornô cujo ator era parecido como o técnico e tinha um cacete enorme, de mais de 25 cm e grosso como meu braço. No filme ele comia uma loirinha linda que sorria com aquela tora toda enfiada no cu. Tenho um fraco por sexo anal, culpa do meu marido, que desde o namoro me faz gozar muito, com seu cacete enfiado no meu rabo. Seu cacete tem quase 20 cm e é fino, perfeito para me enrabar.
Minha xoxota e meu cuzinho piscaram de tesão, pois o negão mal conseguia disfarçar o tesão que sentiu por mim. Enquanto o técnico trabalhava, meu marido telefonou e disse que teria que estender a viagem por mais uma semana. Deixei o negão na sala e fui para o quarto para continuar a conversa. Reclamei dizendo que minha xoxota estava morrendo de saudades e ele sugeriu que fizéssemos sexo on-line.
Falei que o técnico da TV estava em casa. Ele perguntou como era o técnico. Disse que o técnico era um negão enorme e muito simpático. Meu marido falou para eu dar para ele. Pedi para ele não falar bobagem e ele riu. Disse que eu era cagona.
Puta da vida, desliguei o telefone na sua cara.
Eu estava muito carente de rola e decidi satisfazer o desejo do meu marido. Fui ao banheiro e fiz higiene anal. Coloquei um vestido vermelho bem curto e decotado, que mal cobria minha bunda e meus seios. Comecei a escolher sutiã e calcinha bem sexies, mas decidi simplesmente não usá-los.
Voltei para a sala e o negão estava sentado no sofá, esperando apenas eu assinar a ordem de serviço. Quando ele me viu, ficou com cara de bobo. Gaguejou ao dizer que já havia terminado. Falei que precisava ver se a TV estava funcionando e curvei-me para pegar o controle remoto, mostrando meus seios pelo decote.
Fingi que o controle não funcionava direito e, dando as costas para ele, me curvei apontando o controle para a TV, mostrando minha bunda.
O negão não aguentou e me puxou para seu colo. Senti o volume contra minha bunda e sorrindo, disse que se não me comesse direito, chamaria a polícia e o PROCON. Ele beijou minha boca e disse que me iria foder até eu pedir arrego. Levantei de seu colo e ajoelhei na sua frente. Abri sua calça e tirei seu cacete para fora. Não era grande como o ator mas mesmo assim era enorme. Abocanhei seu cacete. Mal conseguia enfiar na boca o cabeção. Era muito grande. Chupei com vontade enquanto puxava a calça para baixo. O técnico tirava a camisa e levantava o quadril para que eu tirasse sua calça. Seu pau, duro feito pedra, media uns 23 cm e era bem mais grosso que o de meu marido. Ele me colocou no sofá, interrompendo o boquete, e ficou de quatro na minha frente.
Ele chupou minha xoxota depilada. Enfiou um dedo, que era enorme e parecia um pau pequeno. Levantei as pernas deixando mina xoxota e meu cuzinho a sua disposição. Ele lambia meu grelo e enfiava dois dedos na xoxota. Quando senti outro dedo penetrando meu cuzinho, gozei desesperadamente. Empurrei o negão para o tapete e levantei. Tirei as alças do vestido e deixei cair no chão. O negão me puxou para cima de dele fazendo sua tora cravar na minha xoxota melada. Entrou apertado, esticando as paredes da vagina. Eu respirava com dificuldade de tanto tesão.
Seu pau bateu no fundo da vagina e empurrou meu útero. O incômodo, ao invés de atrapalhar, deixava-me mais excitada ainda, pois estava sendo arrombada com propriedade. O técnico mexia o quadril para cima, ao mesmo tempo em que chupava meus seios. Mesmo ajoelhada por cima, não precisava mexer, pois ele fazia tudo.
Depois de alguns minutos gozei gemendo alto. Felizmente ele estava longe de gozar. Eu fiquei meio mole e sentei de vez no seu cacete. Ele me levantou e colocou-me de quatro com certa brutalidade. Com os cotovelos apoiados no sofá senti seu pau penetrar minha vagina por trás. Era uma loucura.
Meu tesão não passava. Estava para gozar novamente sentindo as bombadas profundas e violentas. Comecei a sentir vertigens. Ele metia violentamente aumentando o ritmo e o orgasmo não vinha. Meu corpo estremecia. Eu gemia cada vez mais alto. Meus gritos ecoavam pela sala. Tive um orgasmo múltiplo violento como nunca tivera antes. Ainda tremia com o gozo quando o negão começou a gemer.
Falei para ele não gozar dentro e girei o corpo. Abocanhei sua rola e a porra começou a jorrar em jatos fartos. Eu tentava engolir, mas saía mais do que eu conseguia engolir. A porra vazou e escorria pelo seu pau. O negão urrava. Quando parou de gozar, soltei o cabeção. Com a língua recolhi a porra que escorria para o saco e abri um sorriso.
O negão sentou no sofá para descansar. Seu pau enorme estava meia bomba. Eu ainda estava excitada. Levantei e disse que voltaria logo. Fui para o quarto e peguei o gel lubrificante. Voltei mostrando o gel. Passei nos peitos e espalhei para que ficassem bem escorregadios e inclinei-me em seu colo. Coloquei seu cacete entre os peitos e fiz uma espanhola. Quando o cabeção surgia entre os seios, eu abocanhava e chupava com força. Queria que meu marido me visse.
Cagona era a puta que pariu! Seu cacete logo ficou duro e pronto para outra. O negão estava sentado na beira do sofá e eu fui por cima. Encaixei o cabeção na xoxota e sentei. Sentia calafrios enquanto a rola entrava. Comecei a cavalgar seu cacete. O negão pegava meus seios e chupava forte, invertendo os mamilos. Ele enfiou a cara entre os peitos algumas vezes.
Eu me lembrava da loirinha dando o cu para o ator. Se ela aguentava um cacete daquele tamanho no rabo, eu tinha que aguentar o pau do técnico no meu. Saí de cima e fiquei de quatro no tapete. Pedi para ele comer meu cuzinho. O técnico abriu um sorriso de felicidade. Senti um arrepio na espinha quando senti um dedo melado entrar no meu cu.
Era gostoso demais. Logo senti outro dedo entrar. Quando enfiou o terceiro dedo senti um pouco de dor. Fiquei com medo, mas não ia desistir. Meu cuzinho era acostumado com o pau do meu marido, que tinha um calibre bem menor. O negão ia estourar minhas pregas. Não ia ser cagona.
O negão ficou em pé atrás de mim e senti o cabeção encostar-se ao meu cuzinho. Relaxei o máximo possível. Senti a pressão e a dor veio forte. Tentei conter o grito em vão. O negão ouviu meu grito de dor e parou. Perguntou se eu queria desistir e apenas pedi para ele por com cuidado. Ele voltou a forçar.
Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu respirava com dificuldade. Quando a cabeça entrou fiquei aliviada, pois o pior havia passado. Ele esperou um pouco e logo começou a forçar mais rola para dentro, devagar e com cuidado. A dor era grande, mas suportável. Aos poucos ele foi enfiando cada vez mais fundo. Já não doía tanto e eu começava a mexer o quadril para trás.
Abri um sorriso de satisfação quando senti sua pélvis encostar-se à minha bunda. O negão percebeu que eu sentia mais prazer que dor e começou a socar rola no meu rabo mais rápido. Tesão e dor levaram-me às nuvens. Gozei sem tocar no grelo, coisa rara nos mais de 15 anos de muita prática.
O negão castigou meu rabo por uns 10 minutos fazendo-me gozar mais uma vez. Ele disse que estava cansado e me levantou sem tirar o pau do meu cu. Sentou no sofá e me fez cavalgar seu cacete de costas para ele. Subi e desci naquela tora por muito tempo até que minhas pernas não aguentassem mais. Era gostoso, mas não o suficiente para mais um orgasmo. Falei que estava cansada e deitei sobre seu corpo.
Praticamente nossos corpos escorreram para o tapete e ele me comeu de bruços. O pau entrava mais macio e mais gostoso. Meu tesão aumentava na medida em que ele acelerava as metidas. Eu gozava novamente quando senti seu pau latejar e o calor de sua porra invadir meu reto. Foi duplamente gratificante: gozar pelo cu e sentir a porra quente no reto.
O negão saiu de cima e deitou-se no tapete, ofegante. Eu estava acabada, com a xoxota e o cu arrombados. Podia sentir meus buracos latejando. Olhei para o relógio e vi já que eram cinco horas. Meu filho estava para chegar da escolinha. Falei que ele tinha que ir embora e ele rapidinho se vestiu, pegou as suas coisas e se foi. Levantei e senti a porra escorrer livremente do meu cu arrombado. Corri para o banheiro e me limpei. Terminava de me vestir quando a perua escolar buzinou. Abri a porta para meu filho, que correu para seu quarto. Ainda bem, pois deu tempo para pegar o vestido na sala e limpar algumas pocinhas de porra do chão com o próprio vestido.
Fiquei dois dias com a xoxota e o cuzinho assados. Quando meu marido voltou eu estava plenamente recuperada e levei uma surra de pica para compensar suas três semanas sem sexo. Eu levava rola no cu e pedia para ele arregaçar meu cuzão arrombado pelo técnico. Ele ficou mais tarado ainda e quase me matou de tanto foder.
 Depois contei como o negão havia me arrombado e ele simplesmente não acreditou. Achou que eu inventei aquilo para agradá-lo. Coitado...

By Marli

EXPERIENCIA DO CASAL



Há uns meses tive uma experiência incrível com a minha esposa e resolvi compartilhar com vocês. O nome dela é Andréia e o meu Rodrigo.
Sempre tivemos uma ótima relação na cama, frequentamos motéis sempre que podemos. Já percebi que Andréia é bem taradinha, mas um pouco tímida, no máximo ela solta um "me come" ou "mete" de vez em quando. Andréia é realmente um mulherão, tem 1m74, seios médios bem empinadinhos e uma bunda enorme e arrebitada que me deixa maluco, sua bunda é de deixar qualquer um de pau duro.
Eu tenho um corpo normal, frequento academia sempre que posso. Tenho um pênis médio que minha esposa sempre disse que adora e nunca ouvi reclamações.
Certo dia, fomos a um motel aqui na cidade de Florianópolis e estávamos bem tarados nesse dia. Resolvemos colocar em um canal pornô e estava passando um filme em que dois caras comiam uma mulher. Na hora que minha esposa viu ela soltou um:
"-Pelo menos, não é um cara e duas mulheres".
Na hora eu já estava deixando ela pelada na cama, chupando seus peitos e não sei por quê, eu perguntei:
"-Você gostaria de dar para dois também é?!".
Ela já meio gemendo só respondeu um:
"-Uuhhuumm, bem que eu queria mesmo."
 Aquilo me deixou louco e eu comecei a meter nela com força e ela gemendo muito, não demorou e explodi numa gozada dentro dela. Aquilo que ela falou não saía da minha cabeça e eu perguntei:
"-Você disse aquilo da boca pra fora né?".
E ela já respondeu:
"-Ah, acho que toda mulher tem vontade de transar com dois homens."
Aquilo foi um balde de água fria pra mim, começamos a discutir e no fim ela pediu desculpas, e disse que não tinha essa vontade não e que foi da boca pra fora. Mas se passaram alguns dias e eu sempre me lembrava disso na hora que ia transar com ela.
Alguns meses depois, quando conseguimos tirar férias, resolvemos conhecer as praias do nordeste e ficamos em um hotel em João Pessoa. Estávamos em uma verdadeira lua de mel, já que não temos filhos e podíamos curtir a vontade. Certo dia quando acordei, falei para Andréia que tinha tido um sonho estranho e que nesse sonho nós estávamos transando e um cara assistindo e de repente ela começava a chupar o pau do cara e eu continuava fodendo nela.
Ela riu do meu sonho e me perguntou se eu ainda estava com raiva dela e eu disse que na verdade, tinha acordado de pau duro. No mesmo instante ela ajoelhou ao lado da cama e tirou meu pau para fora que já estava duro e começou a lamber bem devagar, como uma puta mesmo. Olhou nos meus olhos e continuou chupando. Depois de uns minutos subiu em cima de mim e começou a cavalgar aquela bunda grande no meu pau, pegou o meu dedo e começou a lamber, chupar, esfregar nos seus peitos e me perguntou:
"-Assim que eu estava no seu sonho?".
Eu só respondi que sim e gozei intensamente. Seguimos nosso dia normalmente passeando pelas praias.
No dia seguinte eu perguntei se ela teria coragem de ir a uma praia de nudismo que existe ali perto e ela disse que sim, já que não teria maldade nenhuma. Arrumamos nossas coisas e partimos para a praia de nudismo. Chegando lá, tem uma hora em que somos obrigados a tirar as roupas e rapidamente tirei minha blusa, minha bermuda e minha sunga ficando com o pau exposto meio mole, meio duro.
Quando minha mulher começou a tirar, meu coração batia forte, pois já haviam algumas pessoas ali perto. Ela tirou sua blusa deixando os peitos à mostra com uma linda marquinha, depois foi tirando sua saia mostrando aquele bundão com uma marquinha de sol. Quando virou para mim mostrou aquela bocetinha lisinha e linda que só eu estava acostumado a ver.
Guardamos nossas coisas e seguimos andando pela praia. No começo tudo era meio estranho e diferente, mas fomos nos acostumando e ficando mais à vontade. Tomamos algumas caipiroskas e eu percebi que a Andréia já estava um pouco alegrinha demais. Passavam várias pessoas inclusive famílias pela praia e resolvemos ficar em um lugar mais afastado, onde havia umas pedras.
Ficamos na areia curtindo e dando uns amassos, quando de repente se aproximou um rapaz moreno meio forte, devia ter uns 30 anos. Ele chegou perto puxando conversa, mas tanto eu quanto a Andréia, reparamos que ele tinha um membro bem grande.
Ele começou perguntando de onde éramos e o que estávamos achando da praia. A Andréia estava conversando bem simpática, tudo dentro do normal, mas eu não sei o que me deu que, enquanto conversámos, comecei a fazer carinho na Andréia passando minha mão pelos seus seios e indo quase até à sua bocetinha e voltando. Quando percebi, eu já estava com o pau completamente duro. Acho que todos viram, mas fingiram que estava tudo bem. O rapaz sentou ao nosso lado e o seu pau ficou bem perto de nós, estava meio mole ainda, mas era bem grande e grosso. Eu fingia não estar vendo e acho que minha esposa também.
Em uma dessas carícias em minha mulher eu acabei descendo a mão até sua bocetinha e vi que já estava encharcada. Comecei uma leve masturbação nela enquanto continuávamos conversando. O pau do cara começou a ficar duro e a Andréia olhava descaradamente sem disfarçar. De repente ela fala:
"-Desculpa, mas..., me deixa pegar no seu pau um pouco?".
Na hora eu me assustei, mas não disse nada. O cara simplesmente riu, sentou bem pertinho da minha esposa e disse:
"-Se o seu marido permitir você pode ficar a vontade."
A Andréia olhou pra mim com um olhar pedindo permissão e eu fiz com a cabeça para seguir. Minha esposa esticou a mão até ao pau do cara e pegou com vontade. A mão dela ficou pequena no cacete dele, era bem grosso com uma cabeça bem grande. Ela olhava fixamente para aquele pau e batia uma punheta bem lentamente. Ela parou por um momento, olhou pra mim com uma cara de puta, lambeu a mão bem devagar e voltou a pegar naquele cacete enorme e ainda disse:
"-Nossa, amor, olha o tamanho desse pau!".
Minha esposa estava parecendo uma puta e eu comecei a sentir uma sensação ruim de que devia parar aquilo, mas ao mesmo tempo, meu pau não mostrava isso, pois também estava muito duro. Ela virou para trás sem tirar a mão do cacete do rapaz e me deu um beijo de língua bem molhado e falou bem baixinho pra mim:
"-Vou chupar só um pouquinho, tá amor?".
 Quando eu ia dizer "Não", ela começou a lamber toda a extensão daquele pau. O rapaz só gemia apreciando a cena. Ela ficou de quatro com as pernas meio abertas e a boceta toda aberta para quem passasses atrás. Ela começou a gemer um pouco e ficou babando no cacete e me olhando de vez em quando pelo canto do olho.
De repente, começou a bater o pau na bochecha dela e falando:
"-Ah, que pintão gostoso nossa!...".
Eu não estava reconhecendo minha esposa, ela parecia uma verdadeira puta. Quando eu avistei um casal vindo de longe em nossa direção eu avisei para ela parar um pouco e ela simplesmente continuou chupando sem me ouvir. O casal passou olhando e tentando disfarçar com um sorriso na cara. Eu também não estava mais aguentando aquela situação e foi quando me posicionei atrás de minha esposa e comecei a enfiar meu cacete naquela boceta molhada.
Ela começou a rebolar aquela bundona gostosa, feito uma louca, me fazendo gozar em poucos minutos. Logo depois me bateu um arrependimento, não sei bem qual a sensação. Eu pedi para a Andréia parar e disse que era melhor irmos embora. Ela saiu da posição que estava e falou:
"-Amor, agora relaxa e assiste um pouco tá?".
Eu não estava entendendo minha esposa. Ela fez o cara deitar, pegou aquele cacetão duro e foi sentando bem devagar. Ela rebolava bem lentamente, depois bem forte naquele pauzão. Eu já estava com o pau duro de novo e comecei a me masturbar. Ela se inclinou um pouco para frente dando os peitos para o rapaz chupar e sentando no pau dele. Quando senti que ia gozar de novo peguei minha esposa pelos cabelos e gozei tudo na cara dela. A porra escorreu um pouco e ela continuava cavalgando e gemendo sem parar.
De repente, ela vira pra mim e fala:
"-Deixa ele gozar na minha cara? Eu quero toda a porra desse gato!".
Eu não tinha mais o que falar e só balancei a cabeça afirmativamente. Ela saiu de cima do cara e voltou a mamar aquele cacete, batendo uma forte punheta. De repente começou a sair uns jatos de porra na cara dela, ela olhou para mim e começou a rir espalhando a porra pelo seu rosto e pelos seus peitos. Ela deitou na areia com a cara toda gozada, o rapaz agradeceu e disse que precisava ir.
Entramos no mar para nos lavar, e ela me beijando, disse:
"-Desculpa amor, eu não consegui me segurar. Você viu o tamanho daquele pau, né!".
Nunca mais repetimos nada parecido, apenas nos lembramos disso em todas as nossas relações amorosas.