Estivemos mais uma vez no INNER CLUB para
curtir o Baile de Máscaras e viver mais uma noite de muito prazer.Repetimos
nosso ritual preparatório; saímos da Baixada Santista no final da tarde
e nos hospedamos no hotel Bourbon Ibirapuera. Fomos jantar, voltamos
pro hotel; assistimos um pouco de TV e comecei a teclar pelo Skype pra
ver se tinha alguém interessante querendo um encontro no Inner.
Dos
amigos que estavam on line; o mais interessante era o André; um rapaz
negro, ex-jogador de futebol; que há dias vinha dizendo que estava doido
para comer minha esposa e que já tinha mandado algumas fotos por
e-mail.
Deixei minha esposa teclando com ele e fui tomar uma
ducha. Durante o banho, fiquei imaginando como estaria o papo entre os
dois. Quando voltei; tive a surpresa: a safada estava terminando de
vestir um conjunto de lingerie bem sexy e usava máscara.
Tudo isso
porque ela queria iniciar uma conversa via webcam com amigo. Pena que a
conexão de internet do hotel não estava lá grandes coisas e não
possível ir muito adiante na conversa. De qualquer forma, ficamos
bastante excitados e acabei comendo minha esposa putinha. Como sempre
digo; o marido tem que ao menos ser o primeiro da noite a comer a
própria mulher.
Durante nossa transa; falamos sobre várias coisas
picantes (literalmente); principalmente que ela estava liberada para
fazer o que quisesse no Inner e que se algum negro estivesse dando sopa;
eu mesmo o chamaria para comê-la. Ela adorou a ideia; estava muito
excitada, sabendo que a noite de tesão estava apenas começando. Pulou
muito cavalgando sobre a minha pica; até que chegou ao gozo. Eu me
guardei para o que ainda estava por vir no Inner.
Acabamos de nos
arrumar e fomos pra casa de swing. Logo na chegada; vimos umas mulheres
usando máscaras (embora o uso do acessório não fosse obrigatório) e deu
para perceber que a casa estava mesmo lotada.
Nós nos acomodamos
na mesa que havia sido reservada (cabine privativa, com cortininhas) e
pedimos algumas bebidas. Sem dúvida; nunca havíamos visto o Inner tão
cheio de gente.
Após um tempo; resolvemos dar a primeira volta
pelas áreas restritas da casa e entramos no novo labirinto do Inner;
cujo acesso é apenas para os casais. Realmente a reforma do labirinto
ficou bacana. O trajeto antigo já estava manjado. Agora existe uma série
de salinhas boas para brincadeiras entre os casais. Infelizmente, no
labirinto mesmo, não vimos nada de interessante.
Seguimos os
gemidos e chegamos à sala coletiva, onde alguns casais transavam e uma
pequena plateia assistia. Ficamos um pouco ali; mas não nos empolgamos
com nada e nem ninguém.
Tomamos o rumo da área dos singles, onde rola o
ménage e a diversão é sempre garantida.

Tão grande era o público;
que ainda não marcava nem meia-noite e todos os espaços já estavam
liberados pela direção da casa. Os corredores lotados; as cabines idem; o
som de sexo (gemidos, gritinhos, palavrões e estalos de tapas na bunda)
era percebido em todos os cantos.
Circulamos um pouco e chegamos à
porta do elevador erótico; ficamos por ali, próximo ao ônibus estudando
as pessoas que passavam. Voltamos um pouco e fomos até a sala coletiva;
onde a escuridão é um pouco maior (o que afasta a timidez) e as chances
de se encontrar um parceiro pra um ménage são grandes. Atrás da
cortina; um casal brincava com alguns rapazes. Eu e a Ninfogosa chegamos
perto e ficamos assistindo. Minha esposa tava querendo outras rolas;
senão não estaria ali. Ela se encostou em mim; de costa e eu protegi sua
retaguarda.
Aos poucos fomos indo para o canto e nos sentamos num
sofá; logo depois da cortina, no canto mais escuro da sala. Ficamos
quase invisíveis. Começamos a nos beijar e tratei de acariciar sua
bucetinha; que estava molhada de tesão. Abaixei a cabeça, puxei seu
vestido e comecei a mamar nos peitos dela. Ela passava a linguinha na
minha orelha, me abraçava e dizia que estava com muito tesão.
Pelo
canto, percebi a aproximação de um rapaz de camisa branca; que veio
chegando até que começou a passar as mãos no cabelo da Ninfogosa e, como
não houve negativa; passou a pegar nos peitos dela e tocá-la. No meu
ouvido, ela falava baixinho contando o que o rapaz lhe fazia. Não
demorou e o safado colocou o pau pra fora e levou-o até a mãozinha dela.
Minha esposa começou a bater uma punheta pro amigo; porém chegou no meu
ouvido e disse que era uma pica muito muito grossa; e que ela não iria
encarar.
Minha esposa é quem decide quem, como, quando, onde.
Fizemos um gesto para o rapaz e ele na boa entendeu que iríamos parar
por ali. Essa é a desvantagem de ser superdotado: não é toda mulher que
encara. Como sempre fazemos (colocamos apelidos em determinados
personagens); esse indivíduo ganhou o codinome “homem de Itú”.
Voltamos
para o corredor das cabines; próximo ao ônibus e entramos na primeira
que estava aberta. Apagamos as luzes e nos pegamos pra valer. Enfiei as
mãos naquelas bundona suculenta e desejada por tantos. Mamei novamente
em seus peitos e ela se abaixou pra meu chupar. A safada sabe mesmo
fazer um bom boquete; não demorou nem um minuto e mãos bobas começaram a
apalpá-la pelos buracos da parede (glory hole). Me afastei para
deixá-la à vontade, brincando com seu amante desconhecido.
Só dava
pra ver o vulto da minha esposa se contorcendo para atender os desejos
dela própria e do sortudo que a pegava. Enquanto ela era tocada e
rebolava nas mãos de um desconhecido, eu batia a melhor das punhetas.
Não demorou muito para gozar.
Depois de alguns minutos; minha
esposa voltou a dar atenção para o marido. Nos arrumamos e saímos da
salinha. Voltamos para nossa mesa, onde pedimos mais uma rodada de
bebidas e conversamos sobre as primeiras experiências da noite. A
Ninfogosa disse que queria me ver pegando outra mulher, pra que eu não
ficasse muito na desvantagem.
A casa estava muito cheia; casais
passando pra cá e pra lá. Resolvemos dar mais uma volta. Dessa vez,
fomos direto para ala dos solteiros. Estava lotado; os corredores
entupidos de tanta gente. Os safados ficavam parados esperando as
esposas passarem para atochar a mão na bunda das putinhas.
Vimos
que no ônibus do Inner havia algum movimento e então subimos à bordo.
Vários casais transavam com singles. Ficamos num cantinho e começamos
nossos amassos. Não demorou e um single colou na Ninfogosa. No começo a
brincadeira prometia, mas a gente percebeu que o cara fedia à cigarro...
ai não rola.
Demos um corte educado nele e quando nos
preparávamos para sair dali; chegou um casal, com um cara baixinho e uma
loirinha. Eles colaram na gente e a coisa esquentou. A loirinha tinha
uns 40 e poucos anos, mas a bundinha dura, redondinha, deliciosa.
Cravei
minha mão na bunda da loira, A safada se esfregava em mim e demonstrou
que adorava beijar outro macho. Ao mesmo tempo mantinha os olhos na
minha esposa e vi que o marido da loira cuidava dela. Teve um momento em
que vi a Ninfogosa, sentada no topo do banco do ônibus, brincar com
três caras ao mesmo tempo.
Até que o casal (baixinho e loira) nos
convidou para irmos para uma cabine. A Ninfogosa topou e saímos
procurando uma cabine (estilo confessionário) que estivesse disponível.
Não foi fácil, mas acabamos encontrando e nos trancamos numa. Transamos
gostoso; os dois maridos trocando de esposas e as esposas se pegando
entre si.
Foi o maior suador; o casal tinha um pique difícil de
acompanhar. O baixinho metia muito na minha esposa e a loira também
pedia pica e mais pica. Detalhe é que a loira gostava de falar besteiras
durante a foda, hora narrando; hora estimulando. Duas figuras. Valeu
muito a pena conhecê-los. Quando nos despedimos deles estávamos
satisfeitos. Fazia tempo que não rolava um swing (troca de casais) tão
intenso conosco.
Fizemos nova escala em nossa mesa e pedimos mais
uma rodada de bebidas para nos hidratarmos. Aproveitei para ir ao
banheiro e enquanto a Ninfogosa ficou sozinha na mesa; aconteceu o lance
chato da noite. Duas meninas e um rapaz vieram pedir a nossa mesa
emprestada. Num primeiro momento, a Ninfogosa pensou que eles queriam
fechar a cortininha e terem privacidade para um ménage feminino. Porém;
uma das meninas foi enfática: “- Vamos apenas dar um tiro rápido.” Ou
seja; iriam usar nossa mesa para cheirar cocaína. Triste ver a moçada
que poderia estar curtindo as boas coisas da vida se sujando com essa
merda. Mas isso infelizmente é normal nas baladas.

Diante disso;
não nos restou qualquer alternativa senão dar nova passeada pelas áreas
restritas da casa. Passamos pela área dos casais e não vimos nada de
interessante (de novo), daí; tomamos o caminho para a ala dos solteiros.
Chegamos
ao cinema e ele estava cheio de gente assistindo um negão mandando rola
numa loira. A cena era bonita de ver. O negão era forte e tinha um bom
ritmo nas estocadas. A loira também era boazuda; usava uma saia de
estampa de onça; e estava inclinada, mamando no marido corninho, que
estava sentado numa das poltronas do cine.
Minha esposa ficou
admirada com a pegada do negão e tenho certeza que gostaria de estar lá;
no lugar da loira. A foda durou alguns minutos e quando acabou, a
plateia se dispersou. Esperamos o negão sair e fomos atrás dele. O rapaz
passou por nós, estava acompanhado de mais dois casais e seguiu em
frente. Porém, a casa estava tão lotada que não conseguimos
acompanhá-los.
Entramos na sala coletiva e chegamos perto da
cortina; onde novamente um casal estava rodeado de machos azarando a
esposa. Percebi que minha esposa também queria algo assim mais forte;
porém, dentre os singles que estavam por ali; nenhum era muito
interessante.
Fomos para a sala dos véus e sentamos num sofá, num
dos cantinhos, atrás de uma cortina. Começamos a dar uns amassos; eu e
ela. Daqui a pouco; se espreitando pelo canto, surge novamente o “homem
de Itú”. Já veio com o pau pra fora; colou na Ninfogosa e puxou a
mãozinha dela até a sua jeba. No início minha esposa até pegou na picona
dele e bateu uma punhetinha, de leve, avaliando. Só que quando o bicho
endureceu pra valer; ela disse em meu ouvido que infelizmente não dava
pra encarar aquela rola. Diante disso, dei um toque no rapaz e ele
educadamente se retirou.
Nos levantamos e saímos da sala.
Caminhamos até o ônibus do Inner e a Ninfogosa já tomou a iniciativa de
subir pela porta da frente. O ônibus estava cheio de gente. Tinham
casais interagindo com singles no fundo do ônibus e também no meio. Logo
que entramos, reencontramos o negão que estava no cinema. Dessa vez o
safado estava comendo uma morena magrinha. Como trabalha esse rapaz...
Chegamos
mais perto (já na expectativa de que pudêssemos participar e interagir
com o comedor). Deu certo. Foi só paramos próximo dele e em segundos
minha esposa veio me dizer no ouvido: “ - Ele está alisando o meu
braço”.
Putz; a porta estava aberta; tive certeza de que em
questão de minutos eu seria corno do negão e minha esposa estaria dando a
bucetinha pra ele. Eu respondi pra ela: “- Fica ai que ele vai te
pegar; eu sei que você está querendo.” E ela estava mesmo; doidinha pra
ser a puta de um negro safado. Tanto que me respondeu: “- Ai, será
Muzão? Será que eu aguento a rola dele?”
A pergunta da minha esposa, parecia mais um pedido.
Nem deu tempo de responder e ela já veio me dizer: “– Muzão; ele tá passando a mão na minha bunda.”
No
mesmo instante em que o negão concluiu o serviço na morena e ele já
avançou a puxou a Ninfogosa pra ele. Minha esposa estava louca pra levar
a rola de um negão. O safado a pegou, puxando-a para si e levantou seu
vestido, expondo sua bunda e ai, não teve jeito, quis comer minha
mulher.
A Ninfogosa avaliou a rola e percebeu que valia a pena
encarar; pediu apenas que ele fosse devagar, com carinho. O negão topou e
começou a comê-la de pé; metendo por trás na bucetinha apertada dela. A
posição não era das mais cômodas e o negão sugeriu, dando ordens: “- Se
inclina aqui nesse banco; seu marido fica ali na frente.”
A
putinha obediente atendeu a ordem de seu comedor e ficou de quatro na
frente daquela máquina de foder. Ela só pediu pro amante: “- Mas vai
devagar”.
Puta é puta e corno é corno. Não dá pra descrever o
tesão que é ver a esposa levando rola desse jeito, na sua frente, sem
reagir, e... gostando.
O negão começou devagar e quando viu que a
recepção foi boa; então ele aumentou o ritmo e socou forte na minha
esposa; que gemia e rebolava na pica do amante. Nesse momento, o marido
corno precisa assumir uma posição. Me posicionei onde o negão mandou e
segurei os braços da minha amada, apoiando-a, incentivando-a e
defendendo-a contra singles que passavam pelo corredor do ônibus e
queriam tirar uma casquinha da gata indefesa. Dois caras pararam ao
nosso lado e começaram a acariciar minha esposa; enquanto ela era
devorada pelo negão.
Era lindo de ver; o negão puxou a calcinha
dela para o lado e socava que era uma beleza. Minha esposa gemia forte e
as vezes eu a beijava de forma caliente e abafava sua voz. Cheguei a
esticar as mãos algumas vezes e abrir a bunda da minha esposa para o
negão poder meter melhor (não que isso fosse preciso).
O negão
ficou abusado e chegou no ouvido da minha putinha e disse: “ – Sua
safada; viu o negão meter na loira e ficou com vontade de dar pra mim
também, né?”. A Ninfogosa gemendo, se limitou a responder: “ – É
uhmmmff...”
E por acaso precisa dizer mais?
Depois de um
tempinho (alguns minutos) a Ninfogosa me olhou com carinha de que estava
saciada e exausta; eu entendi o sinal e avisei o negão para pararmos. O
amigo entendeu e demonstrou que também já estava satisfeito. Nos
despedimos do parceiro e voltamos pra nossa mesa. O clima de paixão e
cumplicidade entre nós estava intenso. Eu estava com o pau duraço e tive
que dizer pra minha mulher; que ela teria que me ajudar a dar uma
“aliviada”.
Minha esposa é uma mulher muito atenciosa e solidária;
bastou saber do meu desejo que imediatamente ficou de quatro no sofá da
nossa cabine. Fechei a cortininha para termos mais privacidade;
coloquei o pau pra fora e meti fundo nela. Bimbei por alguns minutos e
gozei pra valer. Gozei gostoso; satisfeito, orgulhoso da esposa que
tenho, que é tão gostosa e desejada por outros machos, mas que é minha.
Assim fechamos a noite voltamos pro hotel.
Fui o primeiro e o último da noite a comer a Ninfogosa.