sexta-feira, 1 de setembro de 2017

CONVENCI PARTE II


 Oi, pessoal, hoje estou aqui para dar continuidade ao relato que fiz há algum tempo com o titulo “convenci minha mulher a dar para outro” e acho melhor que quem não leu o primeiro o leia para ficar mais completo.

Meu nome é Paulo, tenho 30 anos, sou empresário bem sucedido em São Paulo onde moramos.

Sou casado há seis anos com uma lourinha gaúcha que hoje tem  25 anos. Seu nome é Claudia e, como já relatei anteriormente, tem 1,73 de altura, 63 quilos bem distribuídos em um corpo maravilhoso e malhado que frequenta academia três vezes por semana. Seus cabelos loiros são compridos até a altura dos ombros; tem as coxas deliciosamente grossas e roliças; bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos, ( sem exagero), redondos e empinadinhos e os biquinhos quando excitados ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa.
Ainda não temos filhos, por isso temos certa liberdade e saímos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama.
 Depois daquela noite de aventuras no motel com o Jorge, não tínhamos tido mais nenhuma relação com outro homem em nossa cama. O Jorge teve que voltar para o interior, mas manteve contato apenas comigo, pois a Claudia achou melhor cortar contato com ele para não estreitar as relações, afinal, tinha sido apenas uma transa. Mas, mesmo assim, eu e ele ficamos amigos, e conversávamos sempre por telefone ou Wats’up, sem que ela soubesse.

 Seis meses já haviam se passado e nós, eu e ele conversávamos quase toda semana. Ele perguntava sempre por minha mulher, queria saber como ela estava e se já tínhamos repetido a dose com outro cara e dizia que estava com muita saudade. Eu respondi que não. Ele disse que repetiu a dose com outro casal mas que igual à Claudinha ele nunca mais acharia e que comer minha mulher foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele e, se quiséssemos fazer de novo era só chamar que ele viria correndo de onde estivesse, pois não tirava minha esposa da cabeça.

Tive esta conversa com o Jorge pelo Wat’s up sentado na mesa da cozinha e estava com o pau duro. A lembrança daquele dia no motel em que ele e a Claudia treparam a valer ainda mexia muito comigo e, as vezes me pegava olhando as fotos daquele dia  e me masturbava .

Nesse instante ouvi a porta da sala se abrindo. Era minha esposa chegando da academia. Ouvi sua bolsa sendo jogada no sofá e seus passos vindo em direção à cozinha. Ela entrou.

- Oi amor!- Falou ela dando-me um selinho.- Como foi seu dia.

- Bem!- Respondi ,enquanto ela caminhou até a geladeira e pegou sua garrafinha de agua gelada e a tomou entornando-a na boca.

Fiquei admirando seu corpo perfeito naquela calça legg preta super colada ao seu corpinho. Sua bundinha arrebitada exibia a calcinha marcando. Sua bocetinha saliente formava aquela testa desenhando o perfeito capo de fusca. Lembrei-me imediatamente do pau enorme do Jorge castigando aquela xoxota e meu pau quase explodiu. Na parte de cima ela usava apenas um topezinho que modelavam seus seios perfeitos e atraentes.

-Vou subir e tomar um banho tá, amor eu tô exausta. Nem vou jantar, vou direto pra cama.- Falou ela dando-me um beijo.

Depois daquela aventura, nossa vida sexual deu uma apimentada por um tempo. Nós transavamos todos os dias lembrando daqueles momentos, mas a coisa foi esfriando de uns tempos pra cá. A Claudia foi ficando fria comigo e demonstrava uma certa tristeza. Ela fazia de tudo para eu não perceber e às vezes que transavamos ela se esforçava para demonstrar entusiasmo, mas eu percebia que alguma coisa estava errada. Amo muito minha mulher e me doia vê-la assim.

Depois de algum tempo ali sentado na cozinha, resolvi subir e tomar um banho. Entrei no quarto e vi a Claudia deitada de bruços só de calcinha branca com sua linda bunda arrebitada para o teto enquanto teclava com alguém em seu IPhone. Olhei para aquela bundinha arrebitada e lembrei-me do Jorge comendo-a por trás  como um garanhão puro sangue metendo vigorosamente. O tesão me invadiu novamente. A Claudia nem notou minha presença. Fui ao closet, peguei minha cueca e entrei no banho. A lembrança daquela noite no motel com o Jorge metendo na bocetinha da Claudia me encheu de tesão e me masturbei.

Entrei no quarto e ela se encontrava na mesma posição teclando. Deitei-me a seu lado e comecei a acariciar sua bundinha com meus dedos procurando sua bocetinha.

- Desculpa, querido, hoje eu não tô com cabeça.- Falou ela em um sorriso sem graça.

Meu tesão logo esfriou. Ela apagou a luz e se virou de lado para dormir. Naquela hora percebi. Havia outro homem na jogada.

- Claudia! Vamos conversar?-  Falei decidido sentando-me na cabeceira da cama.

Ela se virou olhando para mim com seus lindos olhos azuis arregalados, mas continuou deitada.

- Conversar sobre o que.- Falou ela com sua vozinha rouca.

- Sobre nós.

Ela manteve o silêncio e continuou me olhando.

- Bom! É evidente que a nossa relação deu uma esfriada e eu percebo que você tá sofrendo e isso me machuca muito, pois eu te amo demais.

Nesse momento ela deu um meio sorriso mas continuou quieta olhando para mim.

- Claudia! Eu vou ser direto. Você tá afim de sair com outro cara? Tudo bem, eu já disse que você pode ter um amante se quiser...

Nesse momento ela se sentou ao meu lado e acariciou meu rosto.

- Tô.- Falou ela, quase sussurrando sua voz rouca e olhando fixo para mim.

Foi como se uma pedra enorme caísse sobre a minha cabeça.

- Me ama ainda.- Falei com os olhos marejados. Ela sorriu

- Você ainda duvída. Eu te amo muito, Paulo, você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e faço tudo pra te ver feliz. É com você que quero ter filhos e viver o resto da minha vida. Mas tem um cara aí que tá dando em cima de mim e tá mexendo comigo. –Suas mãos continuavam acariciando meu rosto enquanto falava.

- É algum carinha da academia?- Perguntei.

- Não. É um cara daquele site de encontros onde a gente conheceu o Jorge. Um dia, eu abri meu email e tinha uns 40 só dele. Resolvi abrir pra ver. No email ele dizia que queria me conhecer, mandou fotos e começamos a trocar mensagens. Dei meu wats’up e desde então nos falamos todos os dias. Ele diz que quer muito nos conhecer, é solteiro teve várias namoradas mas está sozinho agora e quer aventura e, sei lá, mas estou me sentindo cada vez mais atraída por ele.  –Disse ela -

- E você...quer transar com ele?- Perguntei hesitante com medo da resposta.

Ela sorriu e me deu um beijo molhado e disse sem exitar.

- Sei lá... Ele é um tesão, mas tudo depende da gente se conhecer. Se pintar uma química e você quiser, pode ser.

Ela me mostrou as mensagens que trocaram e as fotos. O cara tem bom papo e é marombado, muito musculoso. Seu nome é Ronaldo. É moreno claro, tem cabelos cortados tipo escovinha, pois é soldado do exército, tem dezenove anos e mora em São Paulo. Mandou também uma foto do seu pau duro, mostrando que é bem servido de piroca. Me assustei.

- Nossa! Você gostou mesmo de um cara pirocudo, né minha gatinha safada.

Ela apenas fez que sim com a cabeça sorrindo seus lindos dentes brancos perto dos meus lábios, quase me beijando.

- E você. Não quer ver este pintão comendo minha bocetinha? – Falou ela mordiscando meus lábios.

Meu pau estava trincando de tão duro. Coloquei a mão em sua boceta por cima da calcinha e vi que estava encharcada e os bicos dos seus seios durinhos. Não tive dúvidas. Pulei em cima dela, arranquei sua calcinha e metemos gostoso.

No dia seguinte, entramos em contato com Ronaldo e marcamos um churrasco em nossa chácara no sábado seguinte para nos conhecermos e, quem sabe, alguma coisa a mais.

Eu e Claudia fomos para lá na sexta à noite, o Ronaldo ficou de nos encontrar lá no sábado de manhã.

Naquela manhã, eu já estava acendendo a churrasqueira e a Claudia tomava sol à beira da piscina super gostosa metida em seu biquininho preto apertadinho que deixava qualquer um de pau duro, quando Ronaldo chegou em seu carro. Fomos recebe-lo e, depois de devidamente apresentados, lhe mostramos a casa e o deixamos à vontade para trocar de roupa .

Depois que ele colocou sua bermuda, Ronaldo veio até a churrasqueira onde eu preparava a carne.

- Bonito lugar- Disse ele puxando assunto comigo.

- É!- Respondi- Dá pra passar algumas horas.

Enquanto conversávamos no Quiosque da churrasqueira, Claudia, de bruços, tomava sol na beira da piscina tendo sua bunda perfeita emoldurada pelo biquíni preto cavado.

- Ela é linda, não é?- Disse eu ao rapaz que mal conseguiu disfarçar seu desejo.

- Sim! É muito linda.- Disse ele quase babando.

- Então, Ronaldo, o fato de você estar aqui hoje é porque ela te escolheu, ela gostou de você e ir ou não pra cama com ela só depende de você.- Falei enfático.

- Eu sei, Paulo, eu e ela temos que nos conhecer melhor, não é?-

- Então o que você está esperando? Vá até lá e conquiste-a. Agrade-a. Faça pintar um clima entre vocês. Afinal, você é ou não é um conquistador?- Finalizei.

Ele me agradeceu, tirou a camiseta e a bermuda ficando só de sunga e correu até ela. O cara era forte mesmo; peito musculoso; barriga definida e braços grossos.

Ronaldo sentou-se ao lado de minha mulher e começaram a conversar. De longe eu os observava enquanto punha a carne para assar. Não conseguia ouvir o que diziam, mas percebi que estavam se entendendo bem, pelas risadas gostosas de Claudia que ecoavam pelo ar. Ronaldo estava conseguindo conquista-la.

A certa altura, Claudia levantou-se e pulou na piscina e foi logo seguida por ele. Brincaram feito duas crianças e pelas suas risadas percebi que minha esposa estava gostando dele.

Depois de algum tempo debruçados na beira da piscina, os dois saíram. Ele, gentil, entregou-lhe a toalha para que se enxugasse e tentou um beijo. Claudia se esquivou. Ela ainda não estava pronta.

Conversaram um pouco e, de mãos dadas, caminharam até a varanda da casa onde se sentaram no banco juntinhos um do outro como dois namorados.

Claudia estava linda com as pernas cruzadas realçando sua coxa maravilhosamente grossa e roliça. Seus cabelos molhados escorriam até aos seios enquanto seus olhos fitavam com interesse o macho que tentava seduzi-la.

A tudo eu observava da churrasqueira onde eu estava. Ele, sorrateiramente pousou a mão sobre o joelho dela. Claudia deixou que ele fizesse esse movimento. Percebi que ela estava cedendo. O rapaz estava conseguindo conquistar aquela femea.   

Distrai-me por alguns instantes olhando a carne e quando voltei a observá-los os dois já se beijavam apaixonadamente como dois namorados sentados naquele banco da varanda. Claudia correspondia a seus beijos e acariciava seu rosto enquanto a enorme mão dele percorria toda a extensão da coxa de minha esposa. Meu pau já estava duro, imagine o dele.

Quando a carne ficou pronta, toquei o sino e os dois vieram abraçados como namorados. Ronaldo mal escondia o enorme volume que se formara sob sua sunga que parecia que ia arrebentar com a pressão daquela piroca.

Ao chegarem, Claudia me abraçou e beijou enquanto seu macho foi ao banheiro lavar as mãos.

- E aí, está gostando dele?- Perguntei.

-Há, bem, ele é um tesão né. Tem dezenove anos é todo fortão...Mas é meio crianção ainda, mas tá pintando uma química legal entre a gente e acho que vai rolar alguma coisa sim.

Percebi que os seios dela estavam pontudinho mas mesmo assim perguntei

- Você quer dar pra ele?

- Se você não fizer objeção...- Falou ela mordiscando meus lábios.

Depois do almoço, eu disse que iria até a casa tirar um cochilo e os deixaria à vontade.

O quarto para onde fui, tem uma enorme e antiga janela de madeira  que da para a varanda e, apesar de fechada , possui frestas por onde pode-se enxergar lá fora. De dentro do quarto eu podia ouvir os dois se beijando e cochichando na varanda. Não resisti e fui espiá-los pela fresta da janela. Alias, quem resistiria? Vi , bem na frente da janela em que eu estava, Claudia em pé, tinha Ronaldo, abraçando-a por traz beijando sua nuca enquanto sua mão enorme acariciava a bocetinha de minha esposa por ciama do biquíni. De repente, ela se vira de frente para ele e pos-se a beija-lo na boca e se esfregar com desejo nele que estava com o pau quase estourando a sunga de tão duro.

As mãos dele amassavam com volúpia a bunda de Claudia. Sem poder aguentar mais, ele abaixou a sunga e encaixou aquele pau enorme e grosso entre as pernas de minha mulher e e tentou puxar o biquini de lado para penetrá-la, ela o impediu, então ficou fazendo movimentos de vai e vem, esfregando aquele pintão na bocetinha por cima do biquíni até que, sem poder mais segurar, Ronaldo ejaculou um rio de porra lambuzando entre as pernas de minha esposa com seu esperma. Percebi que ela também tinha gozado e, depois de um longo beijo, ela foi para o banho enquanto ele foi dar mais um mergulho na piscina.

À noite chegou. Depois do jantar, fomos para a sala. Eu coloquei uma música romântica no som e Claudia e eu começamos a dançar enquanto, Ronaldo nos observava do sofá.Foi pintando um clima e nos beijamos. Escorreguei a mão até a bunda de minha mulher e levantei seu vestidinho vermelho revelando sua bunda gostosa recortada pela minúscula calcinha branca. Ronaldo mordeu os lábios com desejo e acariciou o pau por cima da calça. Com um gesto de mão, chamei-o para que se juntasse a nós e ele veio sem demora e pôs-se a encoxar Claudia ao ritmo da música. Nessa hora o meu celular tocou e tive que atender, pois eram negócios urgentes. Claudia passou a dançar com o rapaz que a beijava sem parar.

Eu ainda estava ao telefone quando a música acabou. Minha mulher e seu macho foram para o quarto. Acenei dizendo que iria logo. Quando consegui me livrar do incomodo telefone e fui para o quarto, os dois já estavam ajoelhados no centro da cama king size, um de frente pro outro ( Ronaldo nú e Claudia só de calcinha) se beijando e se acariciando. Despi-me e sentei-me na poltrona aos pés da cama para apreciar a cena.

Seus beijos eram estalados e as mãos de Ronaldo não desgrudavam da bunda perfeita de minha esposa. Claudia, por sua vez, acariciava aquele membro enorme enquanto se beijavam. Sua mão delicada envolvia aquela tora toda cheia de veias punhetando-o bem lentamente.

Da poltrona, eu com o pau duro a tudo observava.

Lentamente, Claudia se abaixou sobre ele. Sua bundinha ficou exposta, provocantemente arrebitada. Não resisti. Fui até lá e puxei sua calcinha de lado e comecei a lamber sua xoxota cheirosa e seu cuzinho lindo enquanto ela mamava na vara do bombadão que logo a penetraria. Sua bocetinha estava super molhada e percebi que ela já estava no ponto de ser comida.

Voltei para a poltrona, pois estava louco para ver aquele rapaz meter gostoso naquela xoxotinha apertada.

Claudia se livrou da calcinha e deitou-se de pernas abertas e joelhos dobrados oferecendo sua fendinha para aquele pau enorme. Ronaldo colocou a camisinha e se ajeitou entre aquelas pernas gostosas. Acariciou com a cabeça do pau a bocetinha e foi atolando bem devagar. De onde eu estava sentado, dava pra ver perfeitamente aquele cacetão entrando na bocetinha loira de Claudia que gemia como louca tendo aquele hercules entre as pernas lhe comendo num gostoso papai e mamãe.

- Assim, Ronaldo, me come...me come...Atola esse pau todo em mim...- Dizia ela entre gemidos e o macho obedecia metendo com vigor. Seu pau grosso e comprido a preenchia toda e o barulhinho molhado dos sexos em fricção enchia o quarto.

- Nossa, com é apertada.- Dizia ele quase gritando de tesão .- você é a mulher mais gostosa que eu já comi.

- Deixa eu ir por cima um pouco, deixa, gato!- Pediu ela, pois era sua posição favorita.

Ronaldo se deitou e Claudia veio por cima dele enquanto eu assistia a tudo da poltrona aos pés da cama.

Ela se ajeitou em cima daquela tora e foi sentando bem devagar. Fiquei com muito tesão ao ver a bocetinha loira e cheirosa de minha mulher ir engolindo aquele mastro enorme.

- Que delicia...Como tá duro..- Dizia ela gemendo freneticamente.

Com movimentos compassados, Claudia o cavalgava fazendo com que o pau entrasse e saísse gostosamente arrancando gemidos de Ronaldo que, em delírio apertava aquela deliciosa bunda com suas enormes mãos.

Seus movimentos aceleraram e agora o cacete entrava e saia freneticamente da bocetinha.

-Eu vou gozar...- Gritou o rapaz enquanto Claudia rebolava em cima dele que gozou gostoso em minha mulher. Ela também gozou e os dois se largaram exaustos na cama.

Eu que assisti a tudo, estava morrendo de tesão e com o pau super duro. Não aguentei e fui para a cama com eles onde a gata estava deitada de bruços. Comecei a beijar sua nuca enquanto acariciava sua bunda deliciosa. Ronaldo levantou-se e foi ao banheiro se livrar da camisa e tomar um banho.

-Curtiu, amor, ver sua mulherzinha ser comida por um bombadão.- Disse ela entre risinhos enquanto eu chupava sua nuca.

- Adorei e estou morrendo de tesão. Olha como meu pau está duro.

-Quer me comer também meu gato?-

-Quero comer seu cuzinho lindo. Você dá ele pra mim?

-Claro, querido. Ele é todo seu, só seu.

Ela puxou o travesseiro para debaixo de sua barriguinha fazendo com que sua bunda arrebitasse ainda mais enquanto eu lambuzava o caralho com lubrificante KY. Ela abriu as pernase eu fui por cima e atolei bem devagar em seu cuzinho gostoso.

-Aiiii...Hummmm....- Gemia ela enquanto eu metia com vontade.

Nesse momento, o Ronaldo já tinha saído do banho e estava em pé ao lado da cama nos observando e tocando uma punheta.

Quando eu já estava pra gozar , tirei o pau pra fora e ejaculei em sua bunda .

Depois fomos para o banho os três onde brincamos mais um pouco.

- E aí?- Perguntei assim que o Ronaldo foi embora no dia seguinte.- O cara correspondeu às suas expectativas?

- Sinceramente, não. O Jorge ainda é melhor. E por falar no Jorge, Você tem notícias dele?

- Por que? Cê tá com saudade?

- Acho que tô- Disse ela sorrindo e me olhando seu olhar mais sacana.

Continua...

Paulochf85@gmail.com


CONVENCI


Olá, meu nome é Paulo e a história que vou contar é incrível e aconteceu comigo há um mês.

Considero-me um cara de muita sorte, tenho trinta anos e sou empresário em São Paulo onde moramos.

Sou casado há seis anos com a Cláudia, uma lourinha gaúcha de vinte e cinco anos. Eu, até então, era o único homem com quem ela tinha transado, pois começamos a namorar quando ela tinha quinze anos e eu tirei seu cabacinho.

Por ser mais experiente que ela ensinei-lhe tudo o que ela precisaria saber na cama.
A Cláudia tem 1m73 de altura, 65 kg muito bem distribuídos em um corpo maravilhoso e malhado de quem frequenta academia três vezes por semana. Seus cabelos loiros são compridos até à altura dos ombros, tem as coxas deliciosamente grossas, a bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos, (sem exagero), redondos e empinadinhos e os biquinhos, quando excitados, ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa.

Ainda não temos filhos, por isso temos certa liberdade e saímos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama.
Certa vez fui buscá-la na academia. Ela estava usando uma calça legging bem colada, definindo cada curva de seu lindo corpo e mostrando sua bocetinha saliente formando aquela testa que nós homens adoramos ver e notei que aqueles caras fortões a devoravam com os olhos e inexplicavelmente, não senti ciúmes e, muito ao contrário, fiquei com o pau super duro.

Naquela noite transamos como doidos. Eu imaginava um daqueles caras metendo na Claudinha e era invadido por um tesão maluco e meti como nunca naquela bocetinha gostosa.

“– Nossa! Mas o que foi que aconteceu com você?”

Ela perguntou quando já íamos para a terceira.

-Que tesão doido é esse?...

Daquele dia em diante, eu passei a alimentar o desejo de ver minha mulher dando para outro homem. Pesquisei tudo sobre o assunto e li muitos relatos.

Entrei em contato com vários homens, autores dos relatos e trocamos muitas ideias. Um dia, olhando a Claudinha dormindo só de calcinha, decidi, ela é muito gostosa para pertencer a um homem só. Criei coragem e falei pra Cláudia do meu desejo e perguntei se ela algum dia, toparia uma aventura dessas.

– Você ficou maluco? Você está querendo ser corno?… Eu não sou do tipo de garota que sai dando para qualquer um e..., blá, blá, blá…

Ela ficou muito zangada e, por alguns dias não falou comigo. Deixei quieto por uns dois meses, até que, numa noite, enquanto estávamos nas preliminares, eu pedi para que ela fechasse os olhos e comecei a fantasiar no ouvidinho dela que era outro homem que estava ali com ela, percebi que sua bocetinha molhou na hora, pois eu estava com a mão sobre ela, ainda por cima da calcinha.

 Transamos como loucos.

-Tá vendo? Reparou como você tem vontade de dar pra outro?…

Falei.

– Aahhh, tudo bem, reconheço que, como toda mulher, eu tenho sim tesão e uma certa curiosidade, afinal, eu só dei para você até hoje, mas daí a matar essa curiosidade de verdade é um passo muito grande e é uma coisa que, me parece, não tem volta... A gente nunca poderá apagar um acontecimento dessa natureza, concorda?

A partir daquele dia senti uma pequena chance de meu desejo vir a se realizar e fiz de tudo, mandava e-mails com matérias sobre o assunto, mandava links de contos eróticos do gênero e ela passou a se interessar sobre o assunto.

Certa noite, quando cheguei do trabalho, ela já me esperava no quarto e me atacou com um tesão tremendo. Depois de transarmos, ela me perguntou com sua vozinha bem rouca, olhando-me diretamente nos olhos.

– Você tem certeza de que quer ver mesmo outro homem me comendo?

– Tenho! Isto me excita muito. Por que a pergunta? Você tá afim?!- Perguntei a ela, cheio de desejos.

–Digamos que eu andei pensando sobre o assunto e isso me despertou certa curiosidade e, talvez eu tope, mas tem uma condição:

– Qual condição?- Perguntei.

– Não pode ser com ninguém do nosso relacionamento, para não criarmos vínculos e eu vou escolher o cara, afinal vai ser a minha boceta que ele vai comer, certo?

Concordei na hora e nos inscrevemos num site de casais e ficamos conhecendo várias pessoas e vários caras que nos mandavam e-mails com fotos, mas a Cláudia parecia não se interessar por nenhum deles, até que um dia ela demonstrou interesse por um deles e respondeu ao e-mail.

Passamos a nos comunicar por whatsapp. O nome dele era Jorge, tinha 49 anos, era separado, mulato, calvo e não era bonito, mas a Cláudia se interessou por ele.

Posso dizer que ele a conquistou com o papo, até que um dia resolvemos nos encontrar.

 Marcamos então, numa quinta-feira num barzinho em Moema, bem longe de onde morávamos, para evitar encontrar com conhecidos.

– Paulo, querido, você tem certeza de que quer isto?… Se você quiser, a gente pode parar agora.

Fiquei gelado na hora e com um pouco de ciúmes, pois dali algumas horas, outro poderia estar metendo na bocetinha linda de minha esposa, mas o desejo de vê-la gozar no pau de outro macho foi mais forte.

–Sim! Eu tenho certeza!

Ela, então tomou um banho eu fiz questão de assistir ela se aprontar para o Jorge. Como estava uma noite quente, ela escolheu um vestido azul até a altura dos joelhos soltinho e folgado com um generoso decote tendo as alças amarradas à nuca (cujo laço eu mesmo fiz naquela noite) e que a deixava com as costas nuas.

Vestiu também uma calcinha branca apertadinha modelando toda sua bunda perfeita.

-O Jorge vai ficar louco quando te vir com essa calcinha. - Falei já com o pau duro. Ela sorriu um sorriso sacana.

Chegamos ao barzinho. Ele já nos esperava em uma mesa. Cumprimentamo-nos e sentamos. Pedimos cerveja.

Jorge era um cara supersimpático, bem vestido e educado e conversamos bastante para nos conhecermos melhor. No início, a Cláudia estava meio tímida, mas lá pela terceira cerveja ela ficou mais soltinha. Eu pedi licença e fui ao banheiro. Quando voltei vi de longe, que ela havia se sentado ao lado dele e que ele estava com o braço apoiado sobre o encosto da cadeira dela enquanto falava coisas à minha esposa, e ela ria.

Senti um ciúme danado na hora, mas não sei explicar como, o tesão que me dominava era mais forte. Voltei para a mesa e me sentei. Percebi que a Cláudia estava excitadíssima, pois os biquinhos de seus seios pareciam que iam furar o vestido. Jorge foi ao banheiro.

– Você ainda quer continuar com isto? - Pergunta ela com seriedade!

– Você não está gostando?- Perguntei.

–Estou adorando, mas se você disser que quer parar, nós vamos embora agora. - Disse ela, seus seios parecendo querer pular fora do decote.

– Você não quer dar pra ele?

– Pelo contrário, eu quero muito dar pra ele. - Disse sorrindo...

- Tá rolando uma química muito gostosa entre a gente. O que eu não quero, é que você diga depois que eu te traí.

Fiquei em silencio alguns instantes.

– Você vai, ou não me deixar dar pra ele?… -Falou ela séria!

– Lógico que vou deixar você dar para ele...

Falei saindo do torpor.

-Iremos até ao fim!...

Um sorriso enorme se abriu em seu rostinho lindo.

– Te amo muito, Paulo e nada do que acontecer hoje, irá mudar isto.

Ela me beijou e foi ao banheiro. O Jorge voltou e combinei com ele que iríamos para um motel. Eu disse para ele não se incomodar comigo e fingir que eu não estava ali. A Cláudia voltou, pagamos a conta e fomos para o meu carro.

Eu disse para a minha esposa que fosse no banco de trás com o Jorge e eu fui de motorista. Ajeitei o retrovisor central para poder observá-los. Os dois iam cochichando e vi que minha mulher soltava risadinhas. O clima entre eles foi aumentando até que começaram a trocar carícias e a coisa foi esquentando até que se beijaram como dois namorados.

Uma coisa estranha invadiu-me ao ver aquele mulatão beijando a boquinha linda de minha mulher. Era um misto de ciúme e de um tesão maluco, como eu nunca havia sentido.

Ela o beijava acariciando seu rosto como uma namorada apaixonada, enquanto ele pousou sua mão enorme no joelho dela que estava com as pernas cruzadas e foi escorregando para dentro do vestido, por toda a extensão de sua coxa até chegar à bundinha e repetiu o movimento várias vezes.

Seus beijos molhados e estalados enchiam-me os ouvidos e eu quase não conseguia me concentrar no transito. Não tinha mais volta! Ele ia meter na Cláudia.

Chegamos ao motel e já na garagem, entreguei as chaves do quarto ao Jorge e deixei que eles entrassem primeiro e fui acompanhando a cena. Pareciam dois namorados. Olharam em volta, curtiram bastante o quarto, com cama redonda, espelhos no teto e uma enorme Jacuzzi. Olharam-se nos olhos sorrindo satisfeitos e começaram a se beijar lenta e apaixonadamente e eu curtia a cena de longe, pois ali eu era apenas um observador.

Seus beijos molhados agora estalavam mais altos dando eco no quarto. As mãos de Jorge escorregaram pelas costas nuas de Cláudia e pousaram sobre sua bunda arrebitada. Aos poucos, foi levantando seu vestido parecendo curtir cada momento, até que o lindo traseiro de minha esposa ficou exposto emoldurado e marcado pela calcinha branca apertadinha.

Aquelas mãos enormes massageavam a bundinha de Cláudia com desejo enquanto suas línguas se tocavam em beijos que não paravam de estalar gostoso, me deixando louco e com o pau duro como pedra. Eu nunca tinha sentido tanto tesão em minha vida.

Enquanto o casal se descobria, fui até à jacuzzi e a coloquei para encher, pois os dois, depois de terem relações sexuais, iriam querer relaxar e eu queria deixar tudo preparado para eles.

Quando voltei a dar atenção a eles, Jorge já tinha soltado o laço da alça do vestido que se prendia à nuca de Cláudia,  laço este que, como eu já disse, eu mesmo havia dado horas antes.

Seus lindos seios ficaram expostos. Jorge os massageou com desejo e beliscou de leve os biquinhos durinhos de tesão, até que os abocanhou faminto. Peguei a câmera fotográfica e passei a registrar cada momento do casal.

Enquanto a boca de Jorge se divertia nos seios de minha mulher, suas mãos atrevidas desceram até ao zíper que ficava logo acima daquela bundinha gostosa. O vestido caiu e minha esposa ficou só de calcinha e sandálias nos braços daquele mulato que parecia curtir cada milímetro daquele corpinho perfeito!

– Nossa! Como você é gostosa, Claudinha!…

Falou ele olhando-a de alto a baixo fazendo-a se virar para ele olhar para aquela bunda perfeita, durinha e arrebitada, envolta em mínima calcinha apertada.

– Sua bunda é fenomenal, muito gostosa!

Falou ele, amassando-a com suas mãos gulosas.

-Hoje, ela é toda sua, meu macho, faça o que bem quiser com ela.

Falou minha esposa com sua vozinha rouca e que nos momentos de máximo tesão, fica roufenha...

Neste momento, ele fez com que ela se debruçasse sobre a mesa; afastou suas pernas; puxou a calcinha de lado e enfiou a cara entre as nádegas de Cláudia. Ele parecia estar confortável com o rosto atolado naquela bundinha linda vasculhando tudo com sua língua ávida.

Ela me olhou sorrindo o seu sorriso mais sacana e, em seguida, começou a soltar gritinhos e a revirar os olhos do mais puro desejo. Ela estava se entregando a outro homem e estava adorando a experiência.

– Aaahhhiiííí… Que delícia!

Ela gemia com sua voz roufenha, extremamente sensual e me olhava.

- Ele tá enfiando a língua inteirinha na minha bocetinha, amor, isso tá bom demais...

O cara era profissional, sabia mesmo o que tava fazendo. A Claudinha delirava e gemia cada vez mais alto e revirava os olhos até que quase gozou na cara dele em espasmos loucos.

Ele se levantou e ela se virou para ele e beijaram-se novamente. Minha mulher é assim, adora beijar, ainda mais quando está com tesão.

– Agora é a minha vez de curtir o teu corpo.

Falou ela e já foi desabotoando a camisa dele bem lentamente até em baixo, depois desafivelou o cinto e tirou-lhe a calça deixando-o só com a cueca Box preta, que parecia não conseguir conter aquele enorme membro duro que mostrava seus contornos sob a cueca apertada. Minha mulher ficou longo tempo acariciando aquele enorme volume até que puxou a peça para baixo liberando aquele pau duro que, como um boneco de molas, pulou para fora quase acetando o rosto de minha esposinha.

–Noossaa!… Como é enorme!…

Falou ela espantada e realmente era mesmo monstruoso; absurdamente grande e grosso, uns 22 centímetros mais ou menos; com uma cabeça enorme parecendo um cogumelo e todo rodeado de veias salientes.

–Chupa, vai, chupa que depois eu vou meter ele nessa sua bocetinha loira. -Falou ele!

– Nossa!… Ele é tão grande e minha xoxotinha é tão pequenina… Será que vai caber?

-Cabe sim, confia em mim.

Minha mulher já o punhetava de leve e, bem timidamente, foi lambendo-lhe a cabeçona exatamente como eu lhe ensinei, com a diferença de que agora ela tinha um cacete, tamanho família, em sua boquinha linda.

Eu já não aguentava mais de tesão vendo a Claudinha só de calcinha ajoelhada de frente para aquele mulatão bem dotado pagando-lhe o maior boquete de sua vida. Enquanto ela chupava aquele pintão, eu tirei a minha roupa e fiquei curtindo a cena e fotografando.

Em certa altura, Jorge fez com que ela se levantasse e a beijou; levantou-a em seus braços musculosos e caminhou em direção à cama enquanto a Cláudia, com os braços em torno do pescoço dele, o fitava com olhar apaixonado. Que cena linda, aquele mulato com aquela lourinha de 25 anos completamente submissa em seus braços. Ele a colocou delicadamente sobre a cama e tirou suas sandálias sem pressa, depois foi tirando sua calcinha bem lentamente revelando a bocetinha depilada e com marquinha de biquíni de minha mulher.

O seu pauzão pulsava como o de um cavalo. Lentamente, ele foi beijando-a desde a xoxotinha; barriguinha, peitinhos e boca. Depois, ajeitou-se entre as pernas dela e foi pincelando aquela cabeçona na entradinha estreita de minha esposa.

Percebi que os pelos dos braços dela estavam todos arrepiados. Seria medo ou ansiedade? Ou seria tudo isso misturado com  muito tesão? Não sei, o que sei é que ele começou a forçar a entrada na bocetinha que, mesmo molhada, oferecia resistência àquele mastro que queria invadi-la.

Era como se ela estivesse perdendo o cabacinho novamente e ela gemia alto enquanto ele forçava, até que a cabeça entrou e ele ficou parado só com a cabeça dentro dela, depois foi empurrando devagar enquanto ela gemia como louca.

-Aaaiii, como é grandeêê…, nosssa!-Falava ela entre gemidos.

Depois de tudo dentro, Jorge começou a se movimentar entre as pernas de Cláudia e eu gozei ali, muito extasiado, assistindo minha mulher sendo fodida por aquele senhor de 49 anos, que parecia não acreditar que estava metendo em uma lourinha de 25.

– Nossa… Como você é apertadinha… Você é a mulher mais gostosa que eu já comi…- Falava ele.

– Não pare, Jorge, por favor, não pare, pois isto está uma delícia. - Falou ela com a voz entrecortada pelos seus próprios gemidos.

– Quero pegar você de quatro, vem gatinha gostosa...

Falou ele, saindo de cima dela que, rapidamente se posicionou de quatro sobre a cama. Jorge veio por trás, e fez com que ela arrebitasse ainda mais a sua bundinha, e cravou-lhe aquela tora bem devagar na bocetinha cheirosa de Cláudia, que soltava gritinhos e gemidinhos de prazer, como nunca.
Aquele pintão se atolava por inteiro na bocetinha da minha esposa. A bundinha marcada pelo biquininho balançava com o impacto do macho que lhe possuía. Jorge foi acelerando seus movimentos até que gozou em meio a espasmos loucos inundando-a com a sua porra e ela gozou junto com ele.

Depois, quedaram-se os dois exaustos na cama. Ela aconchegou-se ao peito dele e ficaram imóveis como um casal de apaixonados. E eu assistia a tudo aquilo com um enorme desejo.

Depois de algum tempo, ele a acordou com um beijo em sua boca, e disse:

– Vamos pra jacuzzi, relaxar!

– Vamos!

Disse ela sorrindo languidamente, olhando para mim como quem diz: Obrigada!

Os dois se sentaram lado a lado na banheira sob as espumas e ficaram conversando. E enquanto isso, eu liguei para a recepção e pedi uma porção de morangos, creme de chantilly e uma garrafa de um bom vinho. Quando voltei a olhar, os dois já trocavam caricias novamente. Pelos movimentos do ombro de Cláudia, percebi que ela o punhetava de leve, enquanto o beijava, vasculhando toda a boca de seu amante com a língua.

Aquele mastro estava novamente, duro como pedra. Então, a Claudinha ajeitou-se em cima dele e começou a cavalgá-lo lentamente enquanto ele chupava seus seios. As mãos dele abriam a bunda dela fazendo com que se arrebitasse ainda mais deixando que eu visse o pau entrando e saindo daquela bocetinha linda, que parecia que ia virar ao avesso, cada vez que a tora saia. Fotografei esta cena.

– Noossaaa… Que pintão gostosoôô!… Que delícia...- Falou ela.

Claudia o cavalgou por um bom tempo e gozou feito uma louca, mas ele demorou. Quando ela percebeu que o Jorge ia gozar, acelerou a cavalgada espirrando água para todos os lados cada vez que sua bundinha se chocava com a água.

Ele gozou novamente inundando-a com sua porra quente. Jorge ficou largado dentro da banheira e Cláudia veio tomar uma ducha. Ao passar por mim, abraçou-me e beijou-me.

– Tá gostando de ver sua mulherzinha sendo fodida, e bem fodida, por outro macho?

–Sim, muito... Estou adorando..., e você?

–Eu também. Ele é muito bom!... E eu te amo muito, Paulo, muito mesmo! - Finalizou ela, e foi para o chuveiro.

Logo depois, o Jorge também foi para o chuveiro com ela e logo depois, eu pude ouvir os gritinhos e risinhos dela junto com ele no banho. Fui até lá e pude ver através do Box o vulto dos dois abraçados se beijando. E as mãos dele sobre a bunda dela massageando-a.

Quando saíram do chuveiro, a mesa estava posta com a garrafa de vinho, duas taças, uma bandeja de morangos e o chantilly em uma taça. Cláudia estava linda enrolada na toalha.

Mais uma vez me distanciei um pouco para deixa-los à vontade. Os dois sentaram-se e serviram-se de vinho... Cláudia adora morangos com chantilly. Ela começou a pegá-los, molhá-los no creme e comia-os sensualmente como se os estivesse chupando.

– Quer experimentar? - Falou ela ao sou amante.

– Quero! - Disse ele.

Ela então colocou chantilly em um morango e o colocou entre os lábios e foi em direção à boca dele que abocanhou o morango emendando com um beijo molhado e estalado. Ela fez isso mais uma vez.

O pau dele já estava pulsando como um cavalo novamente.

– Agora é a minha vez!  - Falou ele e pegando um morango lambuzou-o com o creme e passou nos seios dela e depois os chupou. Os biquinhos ficaram durinhos. Depois colocou o morango na boca e fez o mesmo com ela, beijando-a. A mão dela segurou seu pau novamente.

Cláudia se levantou.

– Me come… Me come!…

Ele rapidamente a pegou nos braços e a levou para a cama. Virou-a de ladinho e atolou seu pau enorme na bocetinha de minha mulher novamente. Enquanto atolava, beijava-lhe a nuca e com uma das mãos abria a bundinha dela para eu ver o pau entrando. E depois de muito meter naquela posição, ele tirou o pau para fora e gozou nas coxas grossas dela. Gozei muito aquele dia!

-E aí, querida, gostou da experiência?

Eu perguntei-lhe, quando já estávamos em nossa casa na nossa cama.

– Gostei, apesar de estar agora com a xoxotinha toda ardida e esfolada, e, provavelmente, você não vai poder mexer nela por uma semana... Mas foi sim, muito bom!

– E o que você achou do pau dele.

– Enorme. No começo fiquei com medo, mas depois foi uma delícia. Mas foi bom para matar a curiosidade, porém, eu jamais trocaria seu pau tipo Standard, pelo dele tamanho família. Gostei do Jorge, mas eu te amo, Paulo e agora te amo mais ainda. Beijamo-nos e dormimos.



Nota:

Ela dormiu sem calcinha, pois estava toda esfolada e inchada, eu tive até que passar uma pomadinha.

Abraços a todos. A história terá continuação.
Quem gostar me mande um E-mail. Paulochf85@gmail.com


NO BAR

Era um sábado à noite. Ela deu a sugestão de irmos para um samba. Comentei que não lembrava se sabia ainda dançar, ela disse que também não lembrava. Iríamos para sentar em uma mesa, tomar uma cervejinha e apreciar o ambiente e a boa música. Topei.
Fomos para o boteco de sempre, com meia luz, algumas mesas nos cantos mais escuros, decoração arrojada e gente bonita. Apesar de irmos sem a intenção de dançar como antigamente, nos vestimos para a ocasião. Eu usava uma pólo e calça jeans com tênis. Ela quis me provocar: blusa de seda que marcava os peitos grandes e uma saia pequena, soltinha, que deixava a imaginação ir pra longe. O salto alto, porém, deixava claro que não era só inocência. Batom vermelho e lápis preto no olho, só pra me deixar maluco. Quis comer ela antes de sair de casa, ela só respondeu: - Depois.
Foi só entrar que começamos a receber olhares. Aliás, ela começou a receber olhares. Ela conhecia quase todos que costumavam frequentar o lugar e foi cumprimentar pessoas. Eu achei uma mesa em um canto e pedi duas cervejas. Depois de um tempo ela voltou, sentou e ficamos bebendo, conversando sobre o lugar e ouvindo a música. Era dia de roda de samba, com a negada habitual. Não demorou para aparecer um deles para pedir a minha permissão para dançar com ela. Falei que ela que decidia, ao que aceitou o convite e foi com ele. O nego dançava bem e ela, que havia afirmado que não lembrava de como se fazia, logo estava dando voltas com ele. Conforme a cerveja ia subindo à cabeça, o tesão foi aparecendo e ela com aquela saia, batom vermelho e saltos pretos eu já estava pensando sacanagem de novo.
Logo a música acabou, eles se saudaram e ela voltou para a mesa. Pelo jeito eu não era o único a olhar, pois mal começou outra música e apareceu mais um. Dessa vez, ninguém pediu minha permissão. Ela deu um gole grande na cerveja gelada e saiu com ele. A cena da dança se repetiu e o tesão continuava a aumentar. Percebi que eu não era o único a sentir um calor. Ela foi se soltando cada vez mais e já dançava mais colada no negão, que aproveitou para a descer um pouco mais a mão nas costas. Quando ela voltou pra mesa, agora já suada, perguntei se ela estava se divertindo: – Muito! Fazia tempo que não dançava assim! – falou, ofegante. A pontinha de ciúme apareceu e soltei: - E do preto safado? Também gostou? -. Ela fez uma cara de brava, mas resolveu provoca: – Talvez eu tenha gostado. E daí? Tu pareceu ter gostado do show. Não tirou os olhos da gente -. Respondi: - Eu e o bar inteiro, né? Rebolando que nem uma puta com aquele preto safado, era difícil não olhar! Vou fumar um cigarro. Enquanto levantava, ela soltou, brava: - Isso. Me chama de puta, me deixa puta e agora me deixa sozinha. Pelo jeito tu realmente quer ser corno, né?
Não respondi e fui lá fora fumar o cigarro. Essa última provocação me pegou. Andávamos fantasiando nas últimas semanas cenas em que ela dava para outro na minha frente e eu, apesar da humilhação, ficava louco de tesão e acabava batendo uma e me gozando todo. Enquanto tragava, imaginava se não tinha feito cagada ao falar aquilo. A essa altura, já era tarde e muita gente já tinha ido embora. O samba já tinha parado e agora era só o som de vinis da velha guarda. Os pretos de sempre ficaram no bar e enquanto eu fumava, vi o último casal sair. Resolvi voltar pra dentro.
Quando entrei, me deparei com uma cena que me fez parar onde eu estava. No bar, minha morena em pé, apoiada no balcão, bebia uma cerveja e olhava para um preto ao seu lado. Ele descaradamente acariciava sua bunda por cima da pequena saia. Sentiram minha presença, pararam de conversar e olharam para mim. Como se não me reconhecessem, voltaram a conversar, ele com a mão na bunda dela. Quando fui me aproximar, outro negão parou na minha frente, sem falar nada. Entendi o recado e sentei na nossa mesa, esperando que ela voltasse e sentasse comigo. Não foi o que aconteceu.
O negão que havia me impedido de me aproximar foi na direção dela parou do outro lado. Também começou a passar a mão na bunda. Então ela virou na minha direção e olhou bem nos meus olhos, com uma cara de safada. – Quer ver eles me comerem? - ela perguntou, ainda me olhando. Eu não consegui responder, eles agora passando a mão por baixo da saia, na bunda e na buceta. Um deles colocou uma mão por dentro da blusa e pegou num dos peitos. Ela cerrou os olhos e mordeu o lábio. Me olhou de novo e viu a marca que meu pau duro estava deixando na calça. – Tu quer ser corno, né? Então faz direito. Bota o pau pra fora e bate uma enquanto tu aproveita o show.
Como que um sinal para os dois negões, eles viraram ela de costas e a apoiaram no balcão. Um deles se abaixou atrás dela e tirou sua calcinha. Dava pra ver a mancha molhada. Sem fazer drama, ele segurou as nádegas e abriu bem. Caiu de boca na bucetinha molhada dela. Ela que estava apoiada no balcão se entregou e deitou a cabeça enquanto era chupada por trás. Não conseguiu ficar assim por muito tempo. O outro negão usou as duas mãos pra rasgar a blusa de seda. O sutiã também. – Acho que vou ter que ir embora com os peitos de fora, amor – ela disse, meio gemendo, meio ofegando. O negão que rasgou a blusa pegou um dos peitos e começou a chupar, mordiscar. Os gemidos aumentaram.
O que chupava parou e se levantou. Abriu o zíper da calça. O som inevitável que precedia a infidelidade explícita prestes a acontecer na minha frente. Ele sacou o pau, meio duro. O outro negão a pegou pelos cabelos e a virou. A forçou a se abaixar. Puxou o próprio pau da calça. Me olhou de novo, olhou pro meu pau duro pra fora da calça. Minha mão subindo e descendo. – Melhor que ser comida por esses dois pretos é ser comida na tua frente e ver como tu adora – ela disse, olhando pra mim sem piscar. E assim, com esse olhar, começou a chupar os dois paus ébanos até ficarem duros. Eu, que sempre vi ela chupar o meu, branco, fiquei louco com o contraste. Aquele rostinho que eu sempre conheci, tão amável, com a pele branquinha, engolindo dois caralhos pretos. Um dos negões então falou: - Essa é a pior puta que tem. Tem prazer em botar chifre no namorado na frente dele. Eu não podia concordar mais.
Com os paus já bem duros, eles levantaram ela e resolveram fazer em vez de falar. Apoiaram ela no balcão novamente e o primeiro se posicionou atrás. Apontou o pau na buceta que escorria e meteu, tudo de uma vez só. Ela gemeu alto. Ele segurou seu cabelo, puxou ela e perguntou como ela queria. – Forte! Me come com força! -. Ele começou a bombar, a foder o rabo dela. O barulho de carne em carne só competia com os gemidos dela. Ao olhar para os lados percebo, finalmente, que o bar não está vazio. Apenas outros homens restaram no boteco. Eles, assim como eu, estão com os paus nas mãos, batendo uma punheta enquanto apreciam o espetáculo. Os músicos da roda de samba, também. Um deles, um antigo “amigo” dela, também.
Ela anuncia que vai gozar e ele aumenta a velocidade e força dos movimentos. Ela está sendo fodida no sentido mais verdadeiro da palavra. Lembro que ele não está usando camisinha, mas antes que possa falar algo ele urra forte. Penetra fundo, as nádegas contraindo enquanto goza dentro dela. Uma vez, duas vezes, três vezes. Parece que não vai mais acabar. Ela está gemendo alto, gozando junto. Quase como se fosse combinado, ele sai, o pau escorrendo, e dá espaço ao outro. Ela ainda sentindo os choques do forte orgasmo é invadida por outro pau grande, grosso e duro. Solta um grito, mas não demonstra sinais de resistência.
Alguns dos homens no bar começam a gozar ali mesmo, no chão. Os gemidos dela são acompanhados pelos deles e ela olha para trás. Sorri com tantos homens gozando à sua imagem. Olha pra mim e vê que ainda continuo duro, batendo a minha punheta infiel, pervertida. – Tu só vai gozar no final, meu corno. Nem pensa em gozar no chão. Tu vai gozar dentro de mim e esperar que a porra desses negões não seja mais forte que a tua.
Eu sei que está tudo errado. Mas o perigo de ela engravidar desses caras me deixa louco. Diminui o ritmo para não gozar ali mesmo. O negão que a come agora começa a gozar também. Mais porra dentro da buceta da minha amada. Ou eu deveria dizer, da minha puta? Ele sai e deixa ela ali, escancarada, escorrendo. Ela vira de frente para a plateia e vê, pela primeira vez, o antigo amigo. Ao perceber que ele também não gozou, faz sinal com o dedo para se aproximar. Ela olha pra mim e vê o meu desespero. Ela sabe que sempre morri de ciúmes devido ao passado dos dois. Ela está adorando me torturar. Não precisa falar nada. Ele entra nela, como tantas vezes já entrou. Ela cerra os olhos e o sorriso se transforma em prazer. Minha mão não deixa o meu pau. Que tortura, que tesão. Ele a come, com força, sem parar. Goza. Ela prende as pernas na sua cintura, sustentada pelo banco e o pau que começa a amolecer. Abre os olhos, olha pra mim. – Tua vez.
Levanto e percebo que estou tremendo. Nunca senti tanto tesão na vida. Sinto uma eletricidade percorrendo cada milímetro do meu corpo. Paro na sua frente. Ela usa uma mão para me puxar para perto, pelo meu pau. Guia meu membro direto para a sua buceta. Me puxa pra perto, me beija com fome. Me solta e fala no meu ouvido: - Eles podem me comer, mas só tu pode me beijar. Enlouqueço. Viro um lobo. Começo a foder rápido, com força. Ela geme mais alto. Abre as pernas e apoio nos bancos adjacentes pra me dar mais espaço. Me apoio no balcão e monto com força. Mais rápido. Mais forte. Mais rápido. Mais forte!
Liberação. Gozo como nunca gozei antes. De novo, de novo, de novo. Ela me beija.
Não pagamos a conta. Ninguém falou uma palavra. Saimos do bar, ela com os peitos ainda de fora. Depois do que aconteceu, não ligamos quando um homem que atravessa a rua ficou olhando, incrédulo. Entramos no carro.
- Te amo.
- Eu também.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A Mãe de Um Jogador Carioca.


Como vocês sabem eu moro no RJ e tenho poucos amigos, mas, estes são de confiança e estão em diversas classes sociais e constantemente vou a churrascos em churrasqueiras de tijolos no chão a jantares luxuosos e nesse grupo de amigos tem um casal que nos conhecemos desde os 16 anos e sou padrinho de sua filha mais nova eles adoram festas e quando seu filho mais velho se profissionalizou no futebol eles fizeram uma festa para comemorar este fato e seu aniversário, alugaram um clube com campo de futebol e convidaram alguns jogadores amigos do filho que atuavam em outros times e seus respectivos pais, pois muitos estavam juntos no sonho dos filhos desde categoria de fraldinha.
Cheguei ao Club por volta das 11h30min ainda cansado da noite anterior e fui recebido pelo casal de amigos e tomei um Chopp com eles e com Celeste mãe de outro jogador que chegara ao mesmo momento que eu, mas tinham que dar atenção aos demais convidados nos deixou ali e demos sequência ao assunto futebol, seu filho chegou, ela o apresentou, ele seguiu para o campo onde estavam seus amigos e ficamos ali nos hidratando, onde tomei ciência que ela era divorciada há cinco anos que praticamente criou o filho sozinho, pois o pai não gostava de trabalhar e não pagava pensão uma triste história que é realidade de muitos jogadores de futebol.
Celeste, é uma linda mulata na época com 39 anos, corpo durinho, pois malhava e muito inteligente, na mesa o assunto evoluiu e falamos diversos assuntos e dado momento a convidei para conhecermos a estrutura do Club e assim fizemos confesso que ao ver aquela linda bunda andando na minha frente eu fiquei de pau duro fazia sol e estava um pouco quente o tempo e como havia esquecido meu celular no carro a convidei para irmos a parte externa e ao chegar peguei o aparelho e a convidei para ficarmos um pouco no ar ela ficou meio insegura, mas acabou entrando e trocamos uns beijos a minha vontade era de pega lá ali mesmo ou seguirmos para outro local, mas ela pediu para voltarmos, pois não queria ser vista pelo seu filho ali bem como pelos demais.
Ao voltarmos para o Club, assistimos à partida em que seu filho jogou e assim que acabou o jogo seu filho quis ir embora, ela fez com que ele demorasse ainda mais uma hora e me prontifiquei à deixa los na casa de sua tia na Tijuca, pois moro no Meier e seria caminho o rapaz sentou na frente ela atrás e fomos batendo um papo e dado momento ele me convidou para ir a casa deles, pois haveria uma festa assim que ele assinasse como profissional ao olhar pelo retrovisor, celeste estava com um lindo sorriso os deixei no destino e segui para casa.
Mantemos contato e Celeste disse que se fossemos sair era para eu ser paciente, pois estava há quatro anos sem sexo e me questionou o que de fato eu queria se era ficar com ela ou apenas sexo eu disse: os dois ela sorriu. Na terça feira ela iria para casa na região dos lagos então eu a busquei cedo na casa de sua tia e nos internamos num hotel no centro do Rio, ao chegar pedi um apartamento e ao entramos nos agarramos e começamos a nos beijar ela se ajoelhou e começou a chupar minha rola, esfregava meu pau nas suas tetas e começou uma espanhola e mordia suavemente a cabeça do pau ficamos nessa brincadeira um bom tempo, fomos para cama onde ela continuou mamando, mas agora de quatro e eu de olho naquele rabo que contribuía para meu pau latejar em sua boca.
A virei de quatro para fora da cama, onde me agachei e comecei a beijar aquelas nádegas e chupar aquela buceta e seu cusinho, fui dedilhando sua xoxota então coloquei a camisinha, pois ela toda hora repetia que não tomava remédio comecei colocando naquele cu ela gemendo xingava caralho e a madeira entrando e comecei a socar naquele rabo, puxava seus cabelos a xingava também e sua buceta não parava de inundar e dado momento ela gozou muito e me chamava de safado que eu tinha uma conversa mole que me conduziu a essa pica grande, grossa e dura que está me arrombando eu perguntava o que ela era e me respondia que era minha puta, me pediu até em casamento, porém eu disse que não aceitaria, pois ela estava de costa só aceitaria se estivesse olhando em meus olhos, então tirei minha pica a coloquei de frente para mim e coloquei em seu cusinho novamente e socando gostoso ela me pediu novamente ai eu aceitei, mas ela teria que abrir a champanhe ela me perguntou onde estava eu respondi está aqui pego depois e continuei socando, minhas orelhas já estavam toda mordidas e sua língua entrando em meus ouvidos eu percebi que iria gozar tirei meu pau ela sem entender colocou na mão dela e lhe disse: aqui está a champanhe arranque o lacre e agite ela prontamente, retirou a camisinha e me punhetou até que gozei muito em sua cara ela começou a chupar dando um beijo de língua na minha piroca olhou para mim com a cara ainda suja de leite e disse: Você arrobou o meu cu estou me sentindo uma puta, começou a me agarrar e a me apertar e me perguntou se eu queria ter um filho com ela que não contaria a ninguém que era meu para não quebrar o clima eu disse que outra hora poderia pensar nessa hipótese, plastifiquei o menino a coloquei de quatro novamente e comecei a meter naquela buceta que mordia meu pau no inicio fui devagar, mas depois aumentei a velocidade ela gozava muito e pedia mais eu tirava a pica toda e tornava a colocar e ela ia ao delírio dado momento eu tirei e tornei a colocar. Naquele rabo e ela dizia é seu amor seu amor, gozei gostoso tomamos um banho fomos comprar algumas coisas na Uruguaiana de lá fomos para a rodoviária onde ela foi para a região dos lagos no sábado as 06h00min da manhã peguei um ônibus na rodoviária e parti para lá ao chegar lá seu filho não estava ela me apresentou para seus pais que moram com ela os mesmos ficam grande parte do tempo na parte de cima da casa e a tarde sempre dormem ela me chupava na sala e de vestido e sem calcinha sentava na madeira a tarde toda por volta das 17h00min serviram o café e seu pai que é militar disse para que eu ficasse por lá e não pegasse a estrada e que dormisse no quarto do seu neto eu nem gostei ainda joguei duas partidas com o velho de carteado e a noite sai com Celeste ao chegarmos tomei um banho me deitei e não passaram vinte minutos ela veio me buscou para seu quarto onde tem uma cama de casal e brincamos a noite toda eu com medo do velho, mas ela me acalmou ao dizer que foi a sua mãe que falou com ele para ter essa atitude, pois ela havia confessado que estávamos ficando