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quinta-feira, 13 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
UM AMOR ENTRE AMIGAS
Tudo começou numa viagem de trabalho, sou Morena clara, seios fartos, e um bum bum de dar inveja a qualquer mulher, eu iria conhecer minha parceira de viagem somente no hotel, era uma recém contratada da empresa, o cenário desse conto será na Costa do Saúipe, moramos no ceará o vôo era de manhã para que pudéssemos nos organizar e então dar um volta pra paquerar, sou solteira mas minha companheira é casada, morena clara tambem, olhos verdes, estatura mediana, seios pequenos seu álibi para chegar perto de mim foi o tamanho dos meus seios.
Mas vamos deixar as descrições, e vamos ao ápice do lance. Nos vimos no aeroporto e me deu uma coisa estranha ela me olhou dos pés a cabeça e veio se apresentando. -Olá, muito prazer, então... podemos marcar as cadeiras próximas? E conversamos sobre sua família a minha e chegamos a nosso destino, tinha um motorista para nos levar ao hotel, era uma feira de negócios e seria muito bom vendermos bem, então trocamos experiências, fomos ao hotel, porém ñ havia quartos separados então prontamente ela sugeriu que ficassemos juntas, eu topei ñ vi nada de mais, a ñ ser pelo fato dela me olhar muito. Ela me deixou a vontade para que eu pudesse tomar um banho, quando terminei, ela bateu na porta do quarto e então entrou para tomar banho e me disse que eu ñ precisava sair, se quisesse descansar ficasse a vontade, a tarde passou e quando dei por conta já era noite, fomos para o coquetel, vestidas para matar, eu em um longo negro e ela, ai ela! Estava num lindo longo vermelho de costas nuas, simplesmente a noite inteira fomos cantadas, mas ela sempre se mostrou fiel ao marido.
Tomamos todas, rimos muito e resolvemos ir para o hotel. Eu já estava malzona, ela me ajudou a tomar banho e me vestiu e me colocou para dormir, fiquei espantada, ela era uma pessoa maravilhosa. Manhã seguinte, muito trabalho e fomos mesmo de ressaca vender os nossos aparelhos na feira, fechamos muitos negócios e ao fim da tarde, resolvemos sair para comemorar, fomos ao um barzinho animado dançamos, e conversamos e bebemos e depois fomos para o hotel, e foi ai que tudo aconteceu…
Ao chegar ao quarto, tinha uma garrafa de vinho e duas taças... aproveitamos e abrimos para comemorar o dia de vendas. Tiramos os sapatos e cada uma se esparramou na sua cama, nossos olhares pareciam querer dizer algo, no meu caso eu nao sabia o que, porem me levantei e falei que iria tomar um belo e demorado banho na banheira, ela perguntou se eu precisava de ajuda para o banho, falei que ñ, porém para ganharmos tempo se ela quisesse poderia vir, para minha surpresa ela topou, trouxemos o vinho e as taças.
Entramos cada uma de uma lado, nossas pernas se tocaram, ficou realmente um clima meio diferente ate que ela fala pra mim depois de um gole de vinho -Seus seios são enormes, lindos, adoraria tocá-los, o meu maior desejo desde de que te vi era...saber como são…
Quase gozo ali, ela me fez sentir um prazer indescritível,fiquei meia timida e sai do banho, me sentia estranha, completamente excitada, meio confusa. Coloquei um vestidinho solto. Ela tambem saiu, colocou uma camisolinha transparente. Em dado momento no quarto, para quebrar o silencio, olhei fixamente para ela e disse:
-Por que vc ñ os toca, e descobre se sua imaginação esta certa?
E num momento de loucura coloquei as mãos pequenas dela nos meus seios, e num louco beijo nos deliciamos uma na saliva da outra e saímos nos despindo, e nos devorando a te ficamos em cima da cama, ela por cima de mim, me chupando os seios e a mão enfiada dentro da minha calcinha que já estava de lado, minha bucetinha depiladinha, estava completamente meladinha, louca de tesão por aquela completa desconhecida. Quando menos esperei sua língua havia percorrido meu corpo em busca do meu melzinho e num grito de prazer no momento que ela a encontrou, gozei. Ela me falou:
- Desde que te vi naquele aeroporto pensei encontrei a mulher dos meus sonhos, devo ser sincera, sou casada, mas tenho tesão por mulheres, e vc é a minha perdição, te desejo delicia, vc é a mulher mais deliciosa que ja vi, doce, me deixa louca. Aquela declaração me deixou louca de tesão novamente, ela falava com a boca enfiada na minha buceta e eu me deleitava com tamanha tara daquela mulher deliciosa. Quando ñ mais agüentava de tanto tesão gozei novamente, gritando o nome dela:
- Ai…… Leiticia, chupa, a minha bucetinha, me faz sentir esse prazer antes proibido….
Nesse momento ela vem desesperada com a boca melada me beijar que sabor inigualável e assim me despertou o desejo de provar o dela tambem, e como uma loba havida de sede fui buscar na grutinha do prazer o sabor proibido:
- Deixa eu me deliciar , sentir seu cheiro provar seu sabor e te fazer gemer como uma pantera no cio?
Depois de horas fazendo amor e juras secretas, e declarações adormecemos, pela manhã acordei com um café de manhã delcioso, após o café caímos uma na boca da outra novamente. Só chegamos na feira a tarde, que ñ deixou de ser proveitosa, porém ficamos nos olhando o dia inteiro, a noite tinha um jantar oferecido para nós representantes, fomos lindas, e ficamos nos paquerando, e conversando e trocando bilhetinhos, ela é deliciosa, envolvente, levantou para ao toilet e me chamou para acompanha-la, comum pq somos mulheres, só que ñ fomos a banheiro coisa alguma fugimos para trás do restaurante, aonde podemos nos beijar, não é que a safada estava sem calcinha! E assim pude toca-la, que gozou, linda em minhas mãos. As pernas dela ficaram bambas, detalhe, ela adora aventuras! Quando retornamos a mesa, algumas pessoas nos olhavam com uma certa desconfiança, porem ñ tínhamos pudor, eu estava apaixonada pela deliciosa colega de quarto. Mais tarde nos despedimos, teríamos que retornar logo, o marido dela estava só ligando, e ela desligava para ñ me magoar, então eu falei:
- Atenda e fale para ele que vc terá que passar o fim de semana, para fazermos uns negócios num jantar no sábado à noite.
Ela me olhou e falou:
- vc me quer o fim de semana inteiro?
-Eu quero vc para a vida inteira.
Ela disse que seria impossivel. O certo é que foram deliciosas gozadas, os seus seios cabiam em minha boca, era a sensação mais deliciosa que vive em toda minha vida, nunca pensei que ficaria tão intima de uma mulher, ela é linda, deliciosa, geme gostoso, ñ tenho como descrever fazer amor com ela. Depois que voltamos, fiquei amiga do esposo dela, ele já é idoso, pouco faz sexo com ela, muito ocupado, compreensivo, acha que eu sou a melhor amiga dela, acredita que sou como uma irmã, as vezes fazemos amor no meio da tarde no apartamento que ela tem no litoral, fico contando os minutos para estar nos braços dela, ela as vezes chora pq me ama e deseja deixa-lo mas ñ consegue, por mim ñ tem problema mas ela é doente de ciúmes de mim, chora pq eu saio a noite, mas depois que a conheci ñ quero mais sair com homens, sou dela e de mais ninguém.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
MEU UNICO ERRO DE CASADA... SERÁ?
Meu nome é Nayara, tenho 30 anos, sou gaúcha, sou
filha de pais alemães, loira natural, pele bem branquinha, seios grandes
e rosados, pernas e bumbum grandes, tenho 1,80m, olhos azuis, cuido
muito bem do meu corpo e já fui miss de minha cidade, sou muito
paquerada onde vou, sou casada há três anos e sem filhos ainda.
Eu e meu marido fazemos parte do CTG (Centro de tradições gaúchas) de nossa cidade, dançamos aquelas danças típicas e estávamos treinando para uma apresentação para um encontro regional que aconteceria em outra cidade, estava muito animada para ir, quase não viajamos. Estávamos dançando muito bem, mas faltando uma semana, meu marido quebrou o pé jogando bola e vi que não iríamos nem no encontro e nem dançar, fiquei muito chateada, mas não tinha o que fazer. Informamos a nossa desistência e no outro dia, um dos participantes, o Carlos, veio em nossa casa e perguntou se eu gostaria de participar do encontro, mas dançando com outro homem, chamava-se João, ele tinha se mudado para um cidade vizinha é um jogador de basquete e foi transferido para Sao Paulo, porem estava de volta a cidade natal pois estava de ferias e faz parte do CTG há anos. Fiquei feliz com o convite mas não pude demonstrar, deu até um frio na barriga, mas deixei meu marido responder, ele me olhou e falou "por mim não tem problema, você pode ir, treinou bastante e seria uma pena não participar", na hora não aceitei, ainda mais indo sozinha para outra cidade, mas ele insistiu e o nosso amigo falou que ficaríamos todos em um mesmo hotel. Ele nos pediu também se eu poderia ir mais algumas vezes no CTG para treinar um pouco com ele, aceitei e combinamos o horário.
Chegando lá, estava o Carlos me esperando, disse que ele tinha ido ao banheiro e logo viria, quando vejo com quem iria dançar, quase caí de costas, era um mulato, tinha quase 2 metros, um fisico muito forte, por volta de 30 anos e braços e pernas musculosos, torneado, bem forte, tinha o cabelo baixo e dentes super brancos, era muito bem cuidado, acho que não disfarcei o meu susto, ele me cumprimentou e disse que estava muito feliz de poder participar e falou que seria otimo esse encontro ja que nao participava deles há muito tempo e adorava as danças tradicionais. Quando fomos dançar, logo nos entrosamos, dançava muito bem, era muito simpático. Ele olhava rapidamente para meu corpo, estava com um vestido típico que mostra minha cintura fina e o volume dos meus seios.
Durante a dança, tinha alguns contatos na área da cintura dele e um dos movimentos, senti o volume do seu pênis, tomei um enorme susto e isso aconteceu mais duas vezes, não tinha como evitar, disfarcei e mostrei naturalidade. Quando cheguei em casa, meu marido me perguntou como foi e como ele era, expliquei mais ou menos e falei que ocorreu tudo bem e que faria mais um ensaio antes da viagem. No outro ensaio, de forma "quase" inconsciente, me arrumei de forma melhor, passei um pouco mais de maquiagem, passei um perfume melhor, quando ele viu, me elogiou mas bem respeitosamente, ao dançarmos, ele estava mais a vontade e já me abraçava mais, isso fazia com que eu sentisse mais o seu pênis, parecia mais duro e cada vez ficava mais, terminando o ensaio, ele me agradeceu novamente e estava muito feliz, fazia tempo que ele não se sentia assim. Nos despedimos e dei um beijo no rosto dele e ele me deu outro, senti um arrepio por causa dos seus labios grossos.
No dia da viagem, preparei minha mala com as roupas e lingeries que havia comprado para usar com meu marido, fazia tempo que não viajávamos, tinha feito as unhas e cabelo, despedi do meu marido pois como estava engessado, prefiriu nao ir viajar. Iríamos de ônibus até lá, tivemos que sentar juntos, já todos eram casais, tivemos que agüentar, mas levamos numa boa. No caminho, conversamos bastante, tinha horas que o via olhando para os meus seios, minha camisa deixava transparecer o sutiã, estava com uma saia até o joelho e cruzei minhas pernas e ela levantou até quase a metade das coxas, ficar perto de outro homem, outro cheiro e ainda sendo cobiçada, me deixava excitada, mas me continha, lembrava dos tempos de solteira que pouco aproveitei, só ficava arrumando os cabelos, coisa que mulher faz quando está se mostrando, uma hora dei uma olhada na região do pênis dele, estava estufada, depois de um tempo ele até foi no banheiro do ônibus, acho que foi ajeitá-lo.
Chegando no hotel, fomos para os quartos, estávamos no mesmo corredor, o meu quarto era de casal, só deixamos a mala e já fomos para a festa, antes fui ao banheiro, vi que minha calcinha estava molhada, coloquei a roupa típica, dei uma retocada no perfume e maquiagem e fui pra festa.
Na festa, tudo estava ótimo, tiramos fotos, dançamos e bebi vinho com a mulheres do grupo, alguns homens me paqueravam inclusive o sr. João, trocávamos alguns olhares, ele me com grande desejo, veio até mim e me chamou para dançar, já estava meio alcoolizada e aceitei, quando começamos, ele elogiou a minha beleza e que meu marido é um homem de sorte, durante a dança, ele encostou seu pênis em mim, estava muito duro, acho que quis ver minha reação, como não fiz nada, ele continuou e me apertava mais, falou que estava muito feliz de estar ali, ainda mais com um mulher tão bela, eu agradeci, nisso ele passou o pau bem na região de minha vagina, cheguei a olhar diferente pra ele, acabou a música e falei que iria voltar para a mesa com a mulheres, ele agradeceu a dança e disse que gostaria de conversar comigo mais tarde, acabei fazendo um sim com a cabeça, mas sem entender muito o que ele queria.
No final da festa, estávamos indo para o hotel e ele se sentou ao meu lado no ônibus, fomos conversando normalmente, ele estava bem animado, eu estava um pouco alcoolizada, chegando no hotel, todos foram para seus quartos, o João foi no bar do hotel, eu fui para o meu quarto e logo ouvi bater na porta, ao atender era ele, todo sorridente, com uma garrafa de vinho na mão e perguntou se eu o acompanharia, falei que não e que já tinha tomado muito, ele ficou bem triste na hora, me deu um aperto no coração e falei que tomaria, mas só uma tacinha, ele voltou a se animar, ele se sentou na mesa, colocou o vinho na taça e encheu bastante, começamos a conversar e ele me contava as histórias engraçadas, quando estava no final da garrafa, ele tomou toda a taça dele e veio em minha direção, eu estava sentada na beira da cama, sentou-se ao meu lado, pegou a taça da minha mão, no fundo sabia o que iria acontecer, mas sob efeito do álcool, deixei rolar, ele pegou na minha mão, olhei para o seu pau e estava duro, ele viu que olhei, sem soltar minha mão, ele foi com a outra mão atrás do meu pescoço e viu que não reagi, estava dura de tanto nervoso, me puxou e me beijou na boca, correspondi e dei dois beijos com língua, mas desviei e falei " João, nãooo, sou casada", ele começou a chupar e lamber meu pescoço e seus labios, me dava arrepios.
Ele pegou minha mão e levou até seu pau e falou no meu ouvido "olha como você me deixou, não vou contar pra ninguém, me faz um carinho, você é linda demais", ele abriu o zíper e soltou a calça e puxou o pau pra fora, pegou minha mão e fez segurar, gelei na hora. Ele pegou meu pescoço e falou "olha como meu pau está, faz um carinho nele", ele voltou a chupar meu pescoço agora com mais força, eu olhava o pau dele, era bem grande, era quase o dobro do meu marido, ele puxou meu queixo para beijá-lo, nos beijamos agora com mais gosto, ele tirou a mão do pescoço e pegou no meu seio esquerdo e falei "isso não", ele não soltou e falou "mostra os seios pra mim, você me viu olhando pra eles o dia inteiro, eles devem ser lindos, mostra vai", ele foi com a mão e desabotoou um botão da minha camisa, eu soltei seu pau e com as duas mãos comecei a abrir minha camisa, ele começou a se masturbar e me olhar me despindo, ele estava babando de tesão, abri toda camisa e fui com as mãos nas costas e soltei o sutiã, ele estava tremendo de ansiedade, quando os mostrei, nem meu marido tinha ficado tão excitado de ver meus seios na primeira vez, ele me abraçou e caiu de boca nos meus seios, ele alternava entre os meus seios, chupava com vontade, seus labios me excitava mais ainda, ele pegou minha mão e colocou no seu pau novamente me fazendo masturbá-lo, sabia que era errado o que estava fazendo, mas vendo aquele baita negão sugando com vontade meus seios e aquele pau enorme na mão, era tesão demais.
Ele tirou toda sua camisa e tirou a minha também, agora ele se ajoelhou na minha frente e voltou a sugar meus seios e também a me beijar, falava no meu ouvido "gostosa, você é minha agora", depois de um tempo assim, ele foi com as mãos por debaixo da minha saia, levantando meu vestido e alisando minhas coxas, nem tinha como impeli-lo, ele falou no meu ouvido "deixa eu dar uns beijos aqui?", e pôs na mão na minha vagina por cima da calcinha, dei uma gemidinha, ele abriu minhas pernas, eu deitei na cama, puxou minha calcinha de lado e enfiou sua língua com tudo dentro de mim, gemi na hora, tentava não gemer alto para que ninguém me ouvisse no hotel, mas a chupada dele era ótima, nunca tinha sido chupada assim, ele parou e falou de um jeito autoritário "quero ver você tirar a calcinha e a saia também" ainda deitada, levantei minhas pernas e retirei a calcinha e depois a saia, ele falou "gostosa, agora abre as pernas para a chupada", ele voltou a me chupar agora com mais vontade, nesse meio tempo acontece algo inesperado, o meu celular toca, gelei na hora, falei para o João parar, me viro na cama e me estico para pegar o celular que estava no criado mudo, vejo que é meu marido e falo para o João ficar quieto.
Ele faz um sim com a cabeça e olha pra minha bunda, devo ter ficado com as pernas meio abertas e de bunda pra cima, fica minha bucetinha a mostra, antes de atender o telefone, o João se deita em cima de mim e coloca seu pau na entrada da minha bucetinha e me segura e fala no meu ouvido, "abri as pernas e deixa eu enfiar, vai falar com o maridinho com minha pica dentro de você", eu abri um pouco e senti ele esfregando na portinha, ele mandou arrumar meu cabelo pro lado e liberei meu pescoço, ele deitou sobre mim, agarrou meus seios e falou no meu ouvido "agora atende o maridinho", atendi tentando segurar os gemidos, falei que estava dormindo, meu marido se desculpou e disse que estava com saudade e queria conversar um pouco, disse que não tinha problema, mas mal sabia ele que estava sendo quase comida por um negão desconhecido.
João esfregava e gemia baixinho meu ouvido, ele mordia e lambia minha nuca, estava morrendo de vontade de gemer e de ser penetrada, meu marido contando como foi o seu dia e eu tentando prestar atenção, uma hora ele perguntou que barulho era aquele, falei que era a televisão, mas tinha sido uma chupada que o João tinha dado no meu pescoço, quando eu tinha que falar, falava pausadamente para não gemer, até que na hora de me despedir, o João fala no meu ouvido "fala pra ele que está com saudade dele que eu vou te penetrar ", fiz um não com a cabeça e ele falou "fala gostosa, me deixa penetrar em você enquanto fala com o ele", não sei o que me deu na hora e falei "amor, estou morrendo de saudade", nesta hora senti o João me agarrando mais forte e sinto aquela cabeça grossa me invadindo, ele geme baixo, eu escutando meu marido falar que sente muita saudade minha, coloco a mão na boca pra não escapar um gemido, o pau do João estava na porta da minha bucetinha, e foi me invadindo, desliguei logo o telefone me desvencilhei de seu pau e olhei para João que gemia e falei "o que voce fez?, que loucura."
Ele pegou meu rosto e me beijou na boca e falou "você gostou, não foi? , ficou ainda me beijando e alisando meus seios , ele saiu de cima de mim, ele deitou ao meu lado e ficou me observando, falei pra ele ir embora, me bateu um arrependimento enorme, e devido ao meu nevorsismo ele se levantou e se vestiu rápido e falou "quero meu beijo de boa noite", veio até mim e dei-lhe um beijo na boca, falou no meu ouvido que nao queria ir embora, fui me vestindo, meio transtornada e ele se virou e saiu do quarto. Passei a mão na minha bucetinha e estava enxarcada, comecei a passar a mão na minha bucetinha melada e deu vontade de me masturbar, lembrando o que tinha feito, me masturbei com gosto, passava a mão nos meus seios e sentia a baba do João, olhava pra eles e estavam vermelhos de chupada, logo atingi o orgasmo, minha mão ficou molhada , me levantei e fui no banheiro, no banheiro me vi pelo espelho, estava mesmo com o pescoço vermelho e os seios também, imaginei tirando um selfie e mandando a foto pro meu marido e dizendo "estou morrendo de saudade", ri sozinha, me limpei e e fui dormir.
No outro dia, iríamos para a festa as 10:00hs, lá pelas oito, ele me ligou no quarto e falou "bom dia , deixa a porta aberta e vai tomar um banho que eu estou indo aí", desligou o telefone, pensei, já estou na lama, abri a porta e fui tomar banho. Na verdade fiquei arrependida de estar naquele momento com ele e traindo meu marido, mas tambem fiquei com uma curiosidade enorme daquele mastro negro, nao sei se teria outra chance na vida e prometi pra mim que seria uma unica vez. Escutei ele entrando e trancando a porta, fui só de hobby, quando cheguei no quarto, ele estava em pé ao lado da cama com seus dois metros de altura, me olhou com muito desejo e me pediu desculpas da noite anterior. Eu estava com muito tesao daquele homem. Perguntei a ele que se acaso acontecece alguma coisa ele iria falar para alguem? Ele disse que jamais contaria para alguem. Pedi desculpas do jeito que mandei ele embora e ele falou que quem devia desculpas era ele. e perguntou se eu o desculpava?
So encontrei uma resposta para sua pergunta, que foi, afrouxar o laço do meu hobby e deixa-lo escorrer pelo meu corpo e ficar completamente nua na sua frente. Ele se aproximou de mim, eu vi aquele homem enorme me agarrando, a diferença de estrutura era enorme, me abraçou e me beijou como se fosse o ultimo beijo do mundo. Ele se sentou na beirada da cama e me puxou, chupou meus seios, aí foi descendo e beijando minha barriga e foi até minha bucetinha, me chupou em pé, quase caía de tanto tesão, ele parou de me chupar e puxou minha cabeça para beijá-lo, senti o gosto da minha vagina, falou no meu ouvido "ajoelha e me chupa", fiz pouca chupeta na vida, mas ali naquela situação, me ajoelhei, arrumei meus cabelos, ele tirou o ja duro pra fora da calça e segurei seu pau e comecei a chupar a cabeça, o pau era enorme, parecia maior que ontem, eu segurava com as duas maos, colocava na minha boca, esfregava no meu rosto, ele parecia cada vez mais duro e mais grosso. Chupei toda a extensao e fui ate suas bolas, ele gemia e elogiava, mandou e o chupasse mais.
Foi quando ele se levantou me colocou deitada na cama e começou a chupar minha bucetinha, sua lingua era quente, deliciosa, sentia seus labios se mexendo como se fosse me engulir. Desceu mais um pouco e chupou meu anus, depois subiu novamente e enquanto me chupava colocou um dedo dentro da minha bucetinha... ui...ai... que delicia! E entao se levantou, chupou minha barriga e seios me beijou na boca e senti seu pau bem na portinha. Me ajeitei um pouco e senti ele me penetrando, melhor, me rasgando... eu sentia cada centimetro que ele me invadia, começou lento, comecei a gemer, entao ele apoiou as duas maos ao lado do meu corpo e começou a me penetrar com vontade. Eu comecei a olhar aquele animal gigante, cheio de musculos, me penetrando, estava maravilhosa a sensaçao. Ele ia cada vez mais forte, eu nao conseguia nem me mexer de tanta pressao e devido ao preenchimento total da minha vagina, mais os movimentos e a visao daquele homem comecei a gozar, me contorcendo e me arrepiando toda. Ele tambem estava com tesao, pois nao parava de elogiar minha beleza e quando percebeu que eu gozei, tirou aquela tora enorme e começou a bater uma punheta, a visao que eu tinha daquele monumento na minha frente, cheio de musculos com um pau descomunal batendo uma punheta na minha frente foi maravilhosa, ate que ele começa a gozar encima de mim e logo depois cai ao meu lado.
Peguei o hobby do hotel e limpei todo seu esperma que estava sobre meu corpo e me deito no seu peito. Ficamos ali quietos nos recuperando daquele transa gostosa. Fico observando seus musculos na barriga e começo alisa-los e beija-los... logo percebo aquela tora ficando dura de novo e começo a chupa-la. Ainda tinha gozo no pau e eu que sempre fui nojentinha com isso, nao senti naquele momento qualquer asco. Aquele pau enorme ficou duro novamente com o meu boquete ele entao se levanta me posiciona de quatro e começa a querer me penetrar, eu ja estava novamente com muito tesao e me empino toda para ele. Ele beija minha bunda inteira, a segura com as duas maos e vai enfiando aquele tora pra dentro nao consigo aguentar a pressao, entao coloco minha cabeça na cama, deixo meu bumbum empinado pra ele e ele nao perdoa enfia com vontade e começa um vai e vem alucinante. Eu estou completamente fora de controle. Sinto que ele abre o maximo meu bumbum e cospe nele, sua saliva vai escorrendo e entra no meu cuzinho dando um sensaçao indescritivel. Entao ele abrindo meu bumbum e penetrando na minha bucetinha enfia o dedao no meu cuzinho...
Ele nao deu mais que cinco estocadas e eu gozei como nunca... Estava com medo dele gozar dentro de mim entao fiz uma coisa que nunca tinha feito. Me agarrei ao seu pau e comecei chupa-lo ele me avisou que ia gozar... eu nao parei de chupa-lo... apertava seu bumbum e entao ele gozou fartamente na minha boca, deixei seu gozo escorrer pelos labios e esfregava aquele pau negro no meu rosto... Quando acabou me levantei e fui tomar outro banho. Antes de me fechar no banheiro, voltei e pedi a ele para ir embora. Disse que ele era inesquecivel mas essa seria a unica vez. Ele fez uma cara de cachorro pidao. Voltei la lhe dei um beijo e pedi para ele entender. Entrei no banheiro e fechei a porta. Quando sai ele nao estava mais lá olhei todo aquele esperma nos lençois, me sentei e nao acreditei no que tinha feito
A volta para casa no onibus, fingimos que nao tinha acontecido nada sentamos lado a lado mas devidas as outras pessoas que estavam por perto conversando nao pudemos nem nos olhar direito.
Cheguei em casa meu marido estava lá com a perna para cima reclamando de dores e perguntou como tinha sido, lhe contei tudo sobre a dança e sobre a festa, mas nada sobre esse fato. A noite meu marido me pediu pelo menos uma chupada e ainda se atreveu a perguntar se eu deixava ele gozar na minha boca. Eu disse que nao, mas quem sabe outro dia eu deixe. Ele ficou bem feliz.
Paulista
Eu e meu marido fazemos parte do CTG (Centro de tradições gaúchas) de nossa cidade, dançamos aquelas danças típicas e estávamos treinando para uma apresentação para um encontro regional que aconteceria em outra cidade, estava muito animada para ir, quase não viajamos. Estávamos dançando muito bem, mas faltando uma semana, meu marido quebrou o pé jogando bola e vi que não iríamos nem no encontro e nem dançar, fiquei muito chateada, mas não tinha o que fazer. Informamos a nossa desistência e no outro dia, um dos participantes, o Carlos, veio em nossa casa e perguntou se eu gostaria de participar do encontro, mas dançando com outro homem, chamava-se João, ele tinha se mudado para um cidade vizinha é um jogador de basquete e foi transferido para Sao Paulo, porem estava de volta a cidade natal pois estava de ferias e faz parte do CTG há anos. Fiquei feliz com o convite mas não pude demonstrar, deu até um frio na barriga, mas deixei meu marido responder, ele me olhou e falou "por mim não tem problema, você pode ir, treinou bastante e seria uma pena não participar", na hora não aceitei, ainda mais indo sozinha para outra cidade, mas ele insistiu e o nosso amigo falou que ficaríamos todos em um mesmo hotel. Ele nos pediu também se eu poderia ir mais algumas vezes no CTG para treinar um pouco com ele, aceitei e combinamos o horário.
Chegando lá, estava o Carlos me esperando, disse que ele tinha ido ao banheiro e logo viria, quando vejo com quem iria dançar, quase caí de costas, era um mulato, tinha quase 2 metros, um fisico muito forte, por volta de 30 anos e braços e pernas musculosos, torneado, bem forte, tinha o cabelo baixo e dentes super brancos, era muito bem cuidado, acho que não disfarcei o meu susto, ele me cumprimentou e disse que estava muito feliz de poder participar e falou que seria otimo esse encontro ja que nao participava deles há muito tempo e adorava as danças tradicionais. Quando fomos dançar, logo nos entrosamos, dançava muito bem, era muito simpático. Ele olhava rapidamente para meu corpo, estava com um vestido típico que mostra minha cintura fina e o volume dos meus seios.
Durante a dança, tinha alguns contatos na área da cintura dele e um dos movimentos, senti o volume do seu pênis, tomei um enorme susto e isso aconteceu mais duas vezes, não tinha como evitar, disfarcei e mostrei naturalidade. Quando cheguei em casa, meu marido me perguntou como foi e como ele era, expliquei mais ou menos e falei que ocorreu tudo bem e que faria mais um ensaio antes da viagem. No outro ensaio, de forma "quase" inconsciente, me arrumei de forma melhor, passei um pouco mais de maquiagem, passei um perfume melhor, quando ele viu, me elogiou mas bem respeitosamente, ao dançarmos, ele estava mais a vontade e já me abraçava mais, isso fazia com que eu sentisse mais o seu pênis, parecia mais duro e cada vez ficava mais, terminando o ensaio, ele me agradeceu novamente e estava muito feliz, fazia tempo que ele não se sentia assim. Nos despedimos e dei um beijo no rosto dele e ele me deu outro, senti um arrepio por causa dos seus labios grossos.
No dia da viagem, preparei minha mala com as roupas e lingeries que havia comprado para usar com meu marido, fazia tempo que não viajávamos, tinha feito as unhas e cabelo, despedi do meu marido pois como estava engessado, prefiriu nao ir viajar. Iríamos de ônibus até lá, tivemos que sentar juntos, já todos eram casais, tivemos que agüentar, mas levamos numa boa. No caminho, conversamos bastante, tinha horas que o via olhando para os meus seios, minha camisa deixava transparecer o sutiã, estava com uma saia até o joelho e cruzei minhas pernas e ela levantou até quase a metade das coxas, ficar perto de outro homem, outro cheiro e ainda sendo cobiçada, me deixava excitada, mas me continha, lembrava dos tempos de solteira que pouco aproveitei, só ficava arrumando os cabelos, coisa que mulher faz quando está se mostrando, uma hora dei uma olhada na região do pênis dele, estava estufada, depois de um tempo ele até foi no banheiro do ônibus, acho que foi ajeitá-lo.
Chegando no hotel, fomos para os quartos, estávamos no mesmo corredor, o meu quarto era de casal, só deixamos a mala e já fomos para a festa, antes fui ao banheiro, vi que minha calcinha estava molhada, coloquei a roupa típica, dei uma retocada no perfume e maquiagem e fui pra festa.
Na festa, tudo estava ótimo, tiramos fotos, dançamos e bebi vinho com a mulheres do grupo, alguns homens me paqueravam inclusive o sr. João, trocávamos alguns olhares, ele me com grande desejo, veio até mim e me chamou para dançar, já estava meio alcoolizada e aceitei, quando começamos, ele elogiou a minha beleza e que meu marido é um homem de sorte, durante a dança, ele encostou seu pênis em mim, estava muito duro, acho que quis ver minha reação, como não fiz nada, ele continuou e me apertava mais, falou que estava muito feliz de estar ali, ainda mais com um mulher tão bela, eu agradeci, nisso ele passou o pau bem na região de minha vagina, cheguei a olhar diferente pra ele, acabou a música e falei que iria voltar para a mesa com a mulheres, ele agradeceu a dança e disse que gostaria de conversar comigo mais tarde, acabei fazendo um sim com a cabeça, mas sem entender muito o que ele queria.
No final da festa, estávamos indo para o hotel e ele se sentou ao meu lado no ônibus, fomos conversando normalmente, ele estava bem animado, eu estava um pouco alcoolizada, chegando no hotel, todos foram para seus quartos, o João foi no bar do hotel, eu fui para o meu quarto e logo ouvi bater na porta, ao atender era ele, todo sorridente, com uma garrafa de vinho na mão e perguntou se eu o acompanharia, falei que não e que já tinha tomado muito, ele ficou bem triste na hora, me deu um aperto no coração e falei que tomaria, mas só uma tacinha, ele voltou a se animar, ele se sentou na mesa, colocou o vinho na taça e encheu bastante, começamos a conversar e ele me contava as histórias engraçadas, quando estava no final da garrafa, ele tomou toda a taça dele e veio em minha direção, eu estava sentada na beira da cama, sentou-se ao meu lado, pegou a taça da minha mão, no fundo sabia o que iria acontecer, mas sob efeito do álcool, deixei rolar, ele pegou na minha mão, olhei para o seu pau e estava duro, ele viu que olhei, sem soltar minha mão, ele foi com a outra mão atrás do meu pescoço e viu que não reagi, estava dura de tanto nervoso, me puxou e me beijou na boca, correspondi e dei dois beijos com língua, mas desviei e falei " João, nãooo, sou casada", ele começou a chupar e lamber meu pescoço e seus labios, me dava arrepios.
Ele pegou minha mão e levou até seu pau e falou no meu ouvido "olha como você me deixou, não vou contar pra ninguém, me faz um carinho, você é linda demais", ele abriu o zíper e soltou a calça e puxou o pau pra fora, pegou minha mão e fez segurar, gelei na hora. Ele pegou meu pescoço e falou "olha como meu pau está, faz um carinho nele", ele voltou a chupar meu pescoço agora com mais força, eu olhava o pau dele, era bem grande, era quase o dobro do meu marido, ele puxou meu queixo para beijá-lo, nos beijamos agora com mais gosto, ele tirou a mão do pescoço e pegou no meu seio esquerdo e falei "isso não", ele não soltou e falou "mostra os seios pra mim, você me viu olhando pra eles o dia inteiro, eles devem ser lindos, mostra vai", ele foi com a mão e desabotoou um botão da minha camisa, eu soltei seu pau e com as duas mãos comecei a abrir minha camisa, ele começou a se masturbar e me olhar me despindo, ele estava babando de tesão, abri toda camisa e fui com as mãos nas costas e soltei o sutiã, ele estava tremendo de ansiedade, quando os mostrei, nem meu marido tinha ficado tão excitado de ver meus seios na primeira vez, ele me abraçou e caiu de boca nos meus seios, ele alternava entre os meus seios, chupava com vontade, seus labios me excitava mais ainda, ele pegou minha mão e colocou no seu pau novamente me fazendo masturbá-lo, sabia que era errado o que estava fazendo, mas vendo aquele baita negão sugando com vontade meus seios e aquele pau enorme na mão, era tesão demais.
Ele tirou toda sua camisa e tirou a minha também, agora ele se ajoelhou na minha frente e voltou a sugar meus seios e também a me beijar, falava no meu ouvido "gostosa, você é minha agora", depois de um tempo assim, ele foi com as mãos por debaixo da minha saia, levantando meu vestido e alisando minhas coxas, nem tinha como impeli-lo, ele falou no meu ouvido "deixa eu dar uns beijos aqui?", e pôs na mão na minha vagina por cima da calcinha, dei uma gemidinha, ele abriu minhas pernas, eu deitei na cama, puxou minha calcinha de lado e enfiou sua língua com tudo dentro de mim, gemi na hora, tentava não gemer alto para que ninguém me ouvisse no hotel, mas a chupada dele era ótima, nunca tinha sido chupada assim, ele parou e falou de um jeito autoritário "quero ver você tirar a calcinha e a saia também" ainda deitada, levantei minhas pernas e retirei a calcinha e depois a saia, ele falou "gostosa, agora abre as pernas para a chupada", ele voltou a me chupar agora com mais vontade, nesse meio tempo acontece algo inesperado, o meu celular toca, gelei na hora, falei para o João parar, me viro na cama e me estico para pegar o celular que estava no criado mudo, vejo que é meu marido e falo para o João ficar quieto.
Ele faz um sim com a cabeça e olha pra minha bunda, devo ter ficado com as pernas meio abertas e de bunda pra cima, fica minha bucetinha a mostra, antes de atender o telefone, o João se deita em cima de mim e coloca seu pau na entrada da minha bucetinha e me segura e fala no meu ouvido, "abri as pernas e deixa eu enfiar, vai falar com o maridinho com minha pica dentro de você", eu abri um pouco e senti ele esfregando na portinha, ele mandou arrumar meu cabelo pro lado e liberei meu pescoço, ele deitou sobre mim, agarrou meus seios e falou no meu ouvido "agora atende o maridinho", atendi tentando segurar os gemidos, falei que estava dormindo, meu marido se desculpou e disse que estava com saudade e queria conversar um pouco, disse que não tinha problema, mas mal sabia ele que estava sendo quase comida por um negão desconhecido.
João esfregava e gemia baixinho meu ouvido, ele mordia e lambia minha nuca, estava morrendo de vontade de gemer e de ser penetrada, meu marido contando como foi o seu dia e eu tentando prestar atenção, uma hora ele perguntou que barulho era aquele, falei que era a televisão, mas tinha sido uma chupada que o João tinha dado no meu pescoço, quando eu tinha que falar, falava pausadamente para não gemer, até que na hora de me despedir, o João fala no meu ouvido "fala pra ele que está com saudade dele que eu vou te penetrar ", fiz um não com a cabeça e ele falou "fala gostosa, me deixa penetrar em você enquanto fala com o ele", não sei o que me deu na hora e falei "amor, estou morrendo de saudade", nesta hora senti o João me agarrando mais forte e sinto aquela cabeça grossa me invadindo, ele geme baixo, eu escutando meu marido falar que sente muita saudade minha, coloco a mão na boca pra não escapar um gemido, o pau do João estava na porta da minha bucetinha, e foi me invadindo, desliguei logo o telefone me desvencilhei de seu pau e olhei para João que gemia e falei "o que voce fez?, que loucura."
Ele pegou meu rosto e me beijou na boca e falou "você gostou, não foi? , ficou ainda me beijando e alisando meus seios , ele saiu de cima de mim, ele deitou ao meu lado e ficou me observando, falei pra ele ir embora, me bateu um arrependimento enorme, e devido ao meu nevorsismo ele se levantou e se vestiu rápido e falou "quero meu beijo de boa noite", veio até mim e dei-lhe um beijo na boca, falou no meu ouvido que nao queria ir embora, fui me vestindo, meio transtornada e ele se virou e saiu do quarto. Passei a mão na minha bucetinha e estava enxarcada, comecei a passar a mão na minha bucetinha melada e deu vontade de me masturbar, lembrando o que tinha feito, me masturbei com gosto, passava a mão nos meus seios e sentia a baba do João, olhava pra eles e estavam vermelhos de chupada, logo atingi o orgasmo, minha mão ficou molhada , me levantei e fui no banheiro, no banheiro me vi pelo espelho, estava mesmo com o pescoço vermelho e os seios também, imaginei tirando um selfie e mandando a foto pro meu marido e dizendo "estou morrendo de saudade", ri sozinha, me limpei e e fui dormir.
No outro dia, iríamos para a festa as 10:00hs, lá pelas oito, ele me ligou no quarto e falou "bom dia , deixa a porta aberta e vai tomar um banho que eu estou indo aí", desligou o telefone, pensei, já estou na lama, abri a porta e fui tomar banho. Na verdade fiquei arrependida de estar naquele momento com ele e traindo meu marido, mas tambem fiquei com uma curiosidade enorme daquele mastro negro, nao sei se teria outra chance na vida e prometi pra mim que seria uma unica vez. Escutei ele entrando e trancando a porta, fui só de hobby, quando cheguei no quarto, ele estava em pé ao lado da cama com seus dois metros de altura, me olhou com muito desejo e me pediu desculpas da noite anterior. Eu estava com muito tesao daquele homem. Perguntei a ele que se acaso acontecece alguma coisa ele iria falar para alguem? Ele disse que jamais contaria para alguem. Pedi desculpas do jeito que mandei ele embora e ele falou que quem devia desculpas era ele. e perguntou se eu o desculpava?
So encontrei uma resposta para sua pergunta, que foi, afrouxar o laço do meu hobby e deixa-lo escorrer pelo meu corpo e ficar completamente nua na sua frente. Ele se aproximou de mim, eu vi aquele homem enorme me agarrando, a diferença de estrutura era enorme, me abraçou e me beijou como se fosse o ultimo beijo do mundo. Ele se sentou na beirada da cama e me puxou, chupou meus seios, aí foi descendo e beijando minha barriga e foi até minha bucetinha, me chupou em pé, quase caía de tanto tesão, ele parou de me chupar e puxou minha cabeça para beijá-lo, senti o gosto da minha vagina, falou no meu ouvido "ajoelha e me chupa", fiz pouca chupeta na vida, mas ali naquela situação, me ajoelhei, arrumei meus cabelos, ele tirou o ja duro pra fora da calça e segurei seu pau e comecei a chupar a cabeça, o pau era enorme, parecia maior que ontem, eu segurava com as duas maos, colocava na minha boca, esfregava no meu rosto, ele parecia cada vez mais duro e mais grosso. Chupei toda a extensao e fui ate suas bolas, ele gemia e elogiava, mandou e o chupasse mais.
Foi quando ele se levantou me colocou deitada na cama e começou a chupar minha bucetinha, sua lingua era quente, deliciosa, sentia seus labios se mexendo como se fosse me engulir. Desceu mais um pouco e chupou meu anus, depois subiu novamente e enquanto me chupava colocou um dedo dentro da minha bucetinha... ui...ai... que delicia! E entao se levantou, chupou minha barriga e seios me beijou na boca e senti seu pau bem na portinha. Me ajeitei um pouco e senti ele me penetrando, melhor, me rasgando... eu sentia cada centimetro que ele me invadia, começou lento, comecei a gemer, entao ele apoiou as duas maos ao lado do meu corpo e começou a me penetrar com vontade. Eu comecei a olhar aquele animal gigante, cheio de musculos, me penetrando, estava maravilhosa a sensaçao. Ele ia cada vez mais forte, eu nao conseguia nem me mexer de tanta pressao e devido ao preenchimento total da minha vagina, mais os movimentos e a visao daquele homem comecei a gozar, me contorcendo e me arrepiando toda. Ele tambem estava com tesao, pois nao parava de elogiar minha beleza e quando percebeu que eu gozei, tirou aquela tora enorme e começou a bater uma punheta, a visao que eu tinha daquele monumento na minha frente, cheio de musculos com um pau descomunal batendo uma punheta na minha frente foi maravilhosa, ate que ele começa a gozar encima de mim e logo depois cai ao meu lado.
Peguei o hobby do hotel e limpei todo seu esperma que estava sobre meu corpo e me deito no seu peito. Ficamos ali quietos nos recuperando daquele transa gostosa. Fico observando seus musculos na barriga e começo alisa-los e beija-los... logo percebo aquela tora ficando dura de novo e começo a chupa-la. Ainda tinha gozo no pau e eu que sempre fui nojentinha com isso, nao senti naquele momento qualquer asco. Aquele pau enorme ficou duro novamente com o meu boquete ele entao se levanta me posiciona de quatro e começa a querer me penetrar, eu ja estava novamente com muito tesao e me empino toda para ele. Ele beija minha bunda inteira, a segura com as duas maos e vai enfiando aquele tora pra dentro nao consigo aguentar a pressao, entao coloco minha cabeça na cama, deixo meu bumbum empinado pra ele e ele nao perdoa enfia com vontade e começa um vai e vem alucinante. Eu estou completamente fora de controle. Sinto que ele abre o maximo meu bumbum e cospe nele, sua saliva vai escorrendo e entra no meu cuzinho dando um sensaçao indescritivel. Entao ele abrindo meu bumbum e penetrando na minha bucetinha enfia o dedao no meu cuzinho...Ele nao deu mais que cinco estocadas e eu gozei como nunca... Estava com medo dele gozar dentro de mim entao fiz uma coisa que nunca tinha feito. Me agarrei ao seu pau e comecei chupa-lo ele me avisou que ia gozar... eu nao parei de chupa-lo... apertava seu bumbum e entao ele gozou fartamente na minha boca, deixei seu gozo escorrer pelos labios e esfregava aquele pau negro no meu rosto... Quando acabou me levantei e fui tomar outro banho. Antes de me fechar no banheiro, voltei e pedi a ele para ir embora. Disse que ele era inesquecivel mas essa seria a unica vez. Ele fez uma cara de cachorro pidao. Voltei la lhe dei um beijo e pedi para ele entender. Entrei no banheiro e fechei a porta. Quando sai ele nao estava mais lá olhei todo aquele esperma nos lençois, me sentei e nao acreditei no que tinha feito
A volta para casa no onibus, fingimos que nao tinha acontecido nada sentamos lado a lado mas devidas as outras pessoas que estavam por perto conversando nao pudemos nem nos olhar direito.
Cheguei em casa meu marido estava lá com a perna para cima reclamando de dores e perguntou como tinha sido, lhe contei tudo sobre a dança e sobre a festa, mas nada sobre esse fato. A noite meu marido me pediu pelo menos uma chupada e ainda se atreveu a perguntar se eu deixava ele gozar na minha boca. Eu disse que nao, mas quem sabe outro dia eu deixe. Ele ficou bem feliz.
Paulista
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
A GATINHA E O CASADO
Já fazia mais de dois meses que nos encontrávamos às escondidas, depois
de muito penar consegui fazer com que a menina confiasse em mim, afinal
eu era casado, tinha quase o dobro de sua idade (38 x 20) e tinha meu
tempo limitado, exatamente pela minha condição conjugal.
Até conseguir levá-la pra cama foi um caminho longo, muitas cervejas, amizade “desinteressada”, um profundo respeito, provas de amor aos montes e elogios sem fim.
A menina era um bocado recatada, até consegui fazê-la me chupar o pau e se deixar chupar a bucetinha, mas quando chegava perto do cuzinho, fosse com o dedo ou a língua, era um sacrifício e aquilo até me irritava um pouco, afinal a menina não era nenhuma Brastemp, baixinha, magrinha, boca interessantemente grande, lábios finos, morena clara, rosto nem bonito nem feio, peitos minúsculos, mas sua proeminência dorsal era de uma majestade assustadora, sua bundinha era uma guloseima das mais requintadas e uma iguaria digna de ser degustada com todas as pompas que a ocasião pediria...

Mas... Ela era semivirgem no cuzinho, algum filho da puta não fez a coisa direito quando ela tinha tenros 16 aninhos e ela nunca mais quis saber de brincar pela saída de trás. Dizia que foi doído, que “ralava”, que meu pau era muito grande (Eu me acho absolutamente normal, diria até que um tantinho pequeno!) e mais uma série de argumentos bobos... Só que tudo isso era argumentado, sem que eu nem tivesse ainda arriscado nada, só umas tentativas de enfiar os dedos, sempre negadas por ela e eu pacientemente me recolhia, explico aqui que eu não era propriamente um versado na matéria sexo anal, de verdade nunca fora coisa que me desse tanto prazer assim, mas, de verdade, a bunda era a coisa verdadeiramente atraente naquela menina.
Depois de muito penar e fazê-la gozar, consegui convencê-la a aceitar no cu pelo menos um dedinho, com o tempo dois, e com mais tempo ainda consegui fazê-la me deixar enfiar a língua no reguinho, bem no centro do cuzinho, o que fazia com que ela gemesse um pouco mais da conta, ela ainda era encanada com esse negócio de higiene e me deixava chupá-la no cu só depois da última sessão na hidro, assim tinha certeza que o cu estava bem limpinho... Ela se deitava de bruços e nem imaginava o efeito que aquilo tinha sobre mim, a bundinha dela era mais bonita ainda do que parecia, tinha um rego grande, a bundinha bem carnuda e um rabo bem arrebitadinho, o olho do cu era marrom claro, enrugado e bem fechadinho, ficava quase no meio do rego de tão arrebitada que era a bunda, nessas vezes eu até abusava, começava chupando a buceta, lambia sempre bastante os pequenos lábios, dava mordidinhas, lambia o grelo, sem esquecer de enfiar os dois dedos no cuzinho, o deixava bem aberto e, depois de ter lambido a buceta bastante, enfiava a língua bem lá dentro do cuzinho e finalmente a entrava com o caralho na sua buceta, a essa altura encharcada e eu até resistia bastante, pois só de sentir batendo o ventre naquela bundinha já sentia vontade de gozar logo...
E seguia com meus progressos, depois de fazê-la gozar na buceta, eu consegui que ela deixasse que eu gozasse na entrada do seu rabinho, eu metia bastante na buceta e quando era o momento de gozar eu encostava no seu enrugadinho e gozava na portinha. Só consegui fazer isso em dois encontros, pois na terceira vez, retirei-lhe o pau da buceta e fiquei roçando o cu, e ela esperando que eu gozasse, não gozei e forcei a cabeça do pau no seu buraco, que cedeu, a cabeça alojou-se, ala assustou-se, olhou pra trás e pediu pra eu parar, falei um decidido “não, cala a boca!”, ela calou, depois gemeu, soluçou e choramingou, eu segui empurrando bem devagarinho, apesar dos dedos já terem estado por lá naquele dia, seu cu era apertado demais, tive que seguir bem devagarinho, ela seguia resmungando, gemendo, empurrei bem devagarinho até o fim e ainda pedi pra ela jogar a bunda pra trás, ela jogou e o pau entrou inteirinho, depois foi só colocar um travesseiro na sua barriguinha e começar a socar meu pau no cu da menina, que continuava choramingando, mas já rebolava e pedia pra gozar no fundo e eu passei a socar cada vez mais violentamente, mas não sei porque não consegui gozar, como já estava meio doído pra mim e também já estava ficando tarde, fui obrigado a tirar o cacete do brioco dela.

Quando tirei, ela me olhou meio assustada e perguntou se eu tinha gozado, eu respondi que não, que ia tentar de novo outro dia, ela retrucou que não, que não deixaria nunca mais, não liguei e começamos a nos trocar, a tempo do quarto tava quase se encerrando...
Quando ela terminou de colocar sua roupa me perguntou de novo se eu tinha gozado, repeti a resposta e ela, com cara de decepcionada, me disse que não entendia, pois disse que já que eu tinha tanta tara pela bunda dela, ela não entendia porque eu não tinha completado, olhei bem nos olhos dela, coloquei-a de joelhos no chão e com o dorso na cama, levantei-lhe a saia, desci-lhe a calcinha, enfiei novamente meu cacete bem devagarinho no cu dela, dessa vez não havia desconforto, seu cu me apertava o caralho gostoso e comecei a estocar com alguma força, ela choramingava, pedia pra tirar e rebolava, quando parei no fundo e senti o comichão na cabeça do pinto, enterrei tudo o que pude e gozei tudo o que podia no fundo do cu dela, extenuado caí em cima dela ainda engatado, quando o pau saiu, ela me beijou na boca, quase que agradecida...
Depois dessa vez ela sempre deixava sua bundinha em posições sedutoras e eu sempre a fodia no cu, às vezes só no cu, com ela sentada no pau, de quatro, de lado, em pé e nos nossos amassos sempre tinha, no mínimo, meu dedo atolado no rabinho dela...
E sempre ela fazia de conta que não queria, choramingava, gemia, soluçava e pedia pra parar, pra tirar. Eu me fazia de dominador, insensível, persistente e sempre conseguia o que queria...
Até conseguir levá-la pra cama foi um caminho longo, muitas cervejas, amizade “desinteressada”, um profundo respeito, provas de amor aos montes e elogios sem fim.
A menina era um bocado recatada, até consegui fazê-la me chupar o pau e se deixar chupar a bucetinha, mas quando chegava perto do cuzinho, fosse com o dedo ou a língua, era um sacrifício e aquilo até me irritava um pouco, afinal a menina não era nenhuma Brastemp, baixinha, magrinha, boca interessantemente grande, lábios finos, morena clara, rosto nem bonito nem feio, peitos minúsculos, mas sua proeminência dorsal era de uma majestade assustadora, sua bundinha era uma guloseima das mais requintadas e uma iguaria digna de ser degustada com todas as pompas que a ocasião pediria...

Mas... Ela era semivirgem no cuzinho, algum filho da puta não fez a coisa direito quando ela tinha tenros 16 aninhos e ela nunca mais quis saber de brincar pela saída de trás. Dizia que foi doído, que “ralava”, que meu pau era muito grande (Eu me acho absolutamente normal, diria até que um tantinho pequeno!) e mais uma série de argumentos bobos... Só que tudo isso era argumentado, sem que eu nem tivesse ainda arriscado nada, só umas tentativas de enfiar os dedos, sempre negadas por ela e eu pacientemente me recolhia, explico aqui que eu não era propriamente um versado na matéria sexo anal, de verdade nunca fora coisa que me desse tanto prazer assim, mas, de verdade, a bunda era a coisa verdadeiramente atraente naquela menina.
Depois de muito penar e fazê-la gozar, consegui convencê-la a aceitar no cu pelo menos um dedinho, com o tempo dois, e com mais tempo ainda consegui fazê-la me deixar enfiar a língua no reguinho, bem no centro do cuzinho, o que fazia com que ela gemesse um pouco mais da conta, ela ainda era encanada com esse negócio de higiene e me deixava chupá-la no cu só depois da última sessão na hidro, assim tinha certeza que o cu estava bem limpinho... Ela se deitava de bruços e nem imaginava o efeito que aquilo tinha sobre mim, a bundinha dela era mais bonita ainda do que parecia, tinha um rego grande, a bundinha bem carnuda e um rabo bem arrebitadinho, o olho do cu era marrom claro, enrugado e bem fechadinho, ficava quase no meio do rego de tão arrebitada que era a bunda, nessas vezes eu até abusava, começava chupando a buceta, lambia sempre bastante os pequenos lábios, dava mordidinhas, lambia o grelo, sem esquecer de enfiar os dois dedos no cuzinho, o deixava bem aberto e, depois de ter lambido a buceta bastante, enfiava a língua bem lá dentro do cuzinho e finalmente a entrava com o caralho na sua buceta, a essa altura encharcada e eu até resistia bastante, pois só de sentir batendo o ventre naquela bundinha já sentia vontade de gozar logo...
E seguia com meus progressos, depois de fazê-la gozar na buceta, eu consegui que ela deixasse que eu gozasse na entrada do seu rabinho, eu metia bastante na buceta e quando era o momento de gozar eu encostava no seu enrugadinho e gozava na portinha. Só consegui fazer isso em dois encontros, pois na terceira vez, retirei-lhe o pau da buceta e fiquei roçando o cu, e ela esperando que eu gozasse, não gozei e forcei a cabeça do pau no seu buraco, que cedeu, a cabeça alojou-se, ala assustou-se, olhou pra trás e pediu pra eu parar, falei um decidido “não, cala a boca!”, ela calou, depois gemeu, soluçou e choramingou, eu segui empurrando bem devagarinho, apesar dos dedos já terem estado por lá naquele dia, seu cu era apertado demais, tive que seguir bem devagarinho, ela seguia resmungando, gemendo, empurrei bem devagarinho até o fim e ainda pedi pra ela jogar a bunda pra trás, ela jogou e o pau entrou inteirinho, depois foi só colocar um travesseiro na sua barriguinha e começar a socar meu pau no cu da menina, que continuava choramingando, mas já rebolava e pedia pra gozar no fundo e eu passei a socar cada vez mais violentamente, mas não sei porque não consegui gozar, como já estava meio doído pra mim e também já estava ficando tarde, fui obrigado a tirar o cacete do brioco dela.

Quando tirei, ela me olhou meio assustada e perguntou se eu tinha gozado, eu respondi que não, que ia tentar de novo outro dia, ela retrucou que não, que não deixaria nunca mais, não liguei e começamos a nos trocar, a tempo do quarto tava quase se encerrando...
Quando ela terminou de colocar sua roupa me perguntou de novo se eu tinha gozado, repeti a resposta e ela, com cara de decepcionada, me disse que não entendia, pois disse que já que eu tinha tanta tara pela bunda dela, ela não entendia porque eu não tinha completado, olhei bem nos olhos dela, coloquei-a de joelhos no chão e com o dorso na cama, levantei-lhe a saia, desci-lhe a calcinha, enfiei novamente meu cacete bem devagarinho no cu dela, dessa vez não havia desconforto, seu cu me apertava o caralho gostoso e comecei a estocar com alguma força, ela choramingava, pedia pra tirar e rebolava, quando parei no fundo e senti o comichão na cabeça do pinto, enterrei tudo o que pude e gozei tudo o que podia no fundo do cu dela, extenuado caí em cima dela ainda engatado, quando o pau saiu, ela me beijou na boca, quase que agradecida...
Depois dessa vez ela sempre deixava sua bundinha em posições sedutoras e eu sempre a fodia no cu, às vezes só no cu, com ela sentada no pau, de quatro, de lado, em pé e nos nossos amassos sempre tinha, no mínimo, meu dedo atolado no rabinho dela...
E sempre ela fazia de conta que não queria, choramingava, gemia, soluçava e pedia pra parar, pra tirar. Eu me fazia de dominador, insensível, persistente e sempre conseguia o que queria...
MINHA CALCINHA
Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho
dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de
André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato
impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou...
Os nomes que citei acima são fictícios, claro. Há mais ou menos cinco anos, minha filha conheceu André, um garoto bonito, de boa família, que sempre a tratou muito bem, motivo pelo qual nos conquistou, pelo que eu e meu marido sempre o tratamos como um filho. André sempre passou os finais de semana conosco, o que sempre apoiei, até porque gosto de ter tudo sob meu controle e, assim, poderia inclusive doutrinar minha filha a não engravidar cedo etc.
Os nomes que citei acima são fictícios, claro. Há mais ou menos cinco anos, minha filha conheceu André, um garoto bonito, de boa família, que sempre a tratou muito bem, motivo pelo qual nos conquistou, pelo que eu e meu marido sempre o tratamos como um filho. André sempre passou os finais de semana conosco, o que sempre apoiei, até porque gosto de ter tudo sob meu controle e, assim, poderia inclusive doutrinar minha filha a não engravidar cedo etc.
Tudo aconteceu há cerca de seis meses. Era um sexta-feira, jamais esquecerei, 7 de abril, 22:00. Como sempre, fui tomar banho para dormir. Tirei a roupa suja e coloquei no cesto do banheiro. Tomado o banho, vesti uma roupa discreta, como sempre, e fui para o quarto. Não sei a razão, talvez coisas do destino, mas guardei na memória a exata posição da roupa arremessada no cesto. Vestido verde solto com a calcinha preta enrolada, formando um oito, largada sobre ele. Não era uma calcinha sensual, ao contrário, uma calcinha de senhora, razoalvemente larga em sua barra lateral e já um pouco desgastada pelo uso. Depois que saí do banheiro, André correu para o banheiro, afirmando estar com muito sono e que gostaria de dormir logo.
Bom, acordei no sábado de manhã bem cedinho, antes de todos, e fui recolher as roupas do cesto. Deparei-me com algo intrigante: A calcinha preta, que antes formava o oito próprio do atrito com as pernas no gesto de abaixá-la, estava agora solta, caída ao lado do vestido verde. Pensei: - Que estranho. Ato contínuo, peguei a calcinha , reparando de pronto que bem no fundo dela, aquela parte que toca a virilha, repousava uma gosma branca. Levei-a ao nariz e senti o odor de esperma. Fiquei perdida! Esperma na minha calcinha ? De quem seria? De Paulo, meu marido? Duvido... Nossa maturidade sexual não nos assegura mais esse tipo de tesão. A consequencia natural de meu pensamento era André. Mas por que? O que eu, uma senhora de 51 anos havia despertado no jovem, que namorava a minha voluptosa filha? Não achei resposta.
Nesse sábado, minha filha e meu marido sairiam por volta das 10:00, pois ela faria uma prova de avaliação da faculdade, se não me engano. Era minha chance. Precisava tirar a prova. Inocentar ou condenar o André pelo ato. Peguei a minha menor calcinha , que nem era tão menor assim, branca rendada, vesti e fiz a faxina na casa. Conforme previsto, meu marido e filhas sairam às 10:00, deixando-me à sós com André. Conversei com ele bastante, falávamos sobre tudo, ele falou que eu era uma sogra exemplar. Eu usava um vestido com um decote até maior do que o normal e com comprimento um pouco acima do joelho. Depois de mais ou menos 1 hora, terminei os trabalhos. Fui até o banheiro, tirei a roupa e estrategicamente coloquei a calcinha no cesto. Foi batata! Saí do banheiro, André entrou dizendo que tomaria banho. Passaram 10 minutos, escutei o chuveiro. Assim que ele saiu, reparei a mesma coisa: Esperma dele bem no lugar da virilha. Confesso que tive tesão. Um garoto, com idade de meus filhos, desejava a sogra . Logo eu, uma mulher normal, até magra, pernas comuns, seios médios já relativamente afetados pela gravidade e nádegas que não mereciam qualquer destaque (só o que acho que chama um pouco a atenção de alguns homens é o volume da minha vagina sobre a calcinha , um pouco inchada).
Ao ver aquela cena fiquei louca! Levei novamente a calcinha às narinas e pude sentir, novamente, o cheiro do vigor de André... O atestado de seu estado máximo de tesão... O atestado de seu orgasmo sorrateiro por desejar a sogra. Passei o dedo na gosma, ainda morna, e levei à boca. Não acreditei... Engoli um sémen que saiu do pênis do meu genro... Um gesto louco de quem, visivelmente, estava afetada por aquele desejo de André.

Transtornada, pousei as mãos sobre as coxas, e me certificando visualmente que a porta estava trancada, cruzei os braços levantando o vestido até o céu, arremessando-o em seguida ao chão. Com uma das mãos, puxei a calcinha que vestia até os joelhos. Sentei-me na tampa do vaso, gelada pelo tempo, arrastei o dedo no que sobrava de esperma do André e levei, o mesmo dedo, para dentro da minha vagina, já bastante molhada pela excitação. Quase desfaleci... Passei a friccionar o clitóris para, em menos de um minuto, atingir o orgasmo. Gemi baixinho, ainda na esperança de André escutar e me promover uma tarde louca de sexo... Engano... Me recompus, lavei o rosto...Sequei a virilha...Puxei a calcinha para cima... Coloquei o vestido.
À noite, pedi ao meu marido um pouco de carinho...Transamos... Mas, na verdade, eu só pensava naquela maldita calcinha , que somava meu suor ao gozo de André.
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