quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A vizinha casada gostosa

Há muito anos, eu que sempre fui tímido, era bem pior. Gostava de ficar na minha, em casa, e durante um tempo, quando me preparava para o vestibular e estava desempregado, passava as tardes em casa sozinho, estudando, ouvindo música, enfim, curtindo a solidão. Do lado da minha casa, separados apenas por um muro baixo, morava uma família muito amiga da minha família. Era o pai, que trabalhava o dia inteiro e aparentava ser bem mais velho que a mãe, uma morena maravilhosa que devia ter uns 35 anos na época e duas filhas. Eu queria comer a filha mais velha, mas ela nunca me dava chance.

Com o passar do tempo, eu percebi que a vizinha balzaquiana também passava as tardes sozinha em casa. Às vezes eu ficava olhando ela lavando roupa, ou arrumando a casa só pra admirar o rabão dela. Teve algumas vezes que ela tomou banho e saiu pra comprar alguma coisa na rua e eu pulei o muro pra cheirar a calcinha dela. Mas até então era só isso.

Um dia ela me chamou pra ir à casa dela pra trocar a resistência do chuveiro, fui, troquei e fui embora, outro dia, me chamou pra ajeitar a antena da televisão (pra quem não lembra, antigamente a gente subia na laje e ficava mexendo na antena e gritando: ‘melhorou?’), mas também nesse dia foi só isso. Acontece que esses pequenos servicinhos estavam cada vez mais freqüentes, e eu tomava café da tarde pelo menos umas três vezes por semana na casa da vizinha.

Com uma proximidade maior, começa também uma intimidade maior. E eu nunca ia na casa dela pelo portão, sempre pulava o muro. Era mais prático e rápido. Ninguém sabia que eu estava por lá. Só o muro que dividia as nossas casas era baixo, os outros muros eram mais altos. A proximidade era tanta que ela usava roupas bem à vontade, sentava de qualquer jeito e mais de uma vez eu pude ver as calcinhas dela. Diga-se de passagem, ela tinha um pacotão enorme.

Numa dessas tardes comuns, eu tava em casa lendo e ouvi alguém gritando socorro. Fui pro quintal e percebi que a voz vinha do quintal dela. Pulei o muro e entre na casa, que estava com a porta destrancada, perguntando onde ela estava. Ouvi ela dizer: “Aqui, no quarto! Vem rápido!”

Quando cheguei lá, a cena era a seguinte: tinha um guarda-roupas, não muito grande que estava caído no
chão, mas como ele tinha corrido pra frente quando caiu, bateu a parte de cima na lateral da cama, do lado oposto do quarto, criando um espaço muito pequeno entre o chão e o guarda-roupas, que era onde a Tatiana estava. Perguntei se ela tinha se machucado, ela disse que não, mas que não tinha força pra levantar o armário sozinha pra sair dali. Eu peguei o guarda-roupas pela parte de cima e levantei ele um pouco, o suficiente pra ela ter espaço pra se mexer e sair debaixo. Ela foi saindo devagar e eu vi primeiro os pés, as coxas e a surpresa: ela estava nua! Com certeza ela tina tomado banho, e estava se vestindo quando tudo desabou, passou os ombros e finalmente saiu. Quando ela saiu completamente, me ajudou a levantar o armário, que eu não ia conseguir levantar sozinho. Colocamos ele de volta no lugar, e ela sentou na cama, do jeito que estava, peladona.

Ela ficou olhando pra ver se não tinha nenhum hematoma, ou se tinha cortado alguma coisa, e eu olhava também: eu olhava os dois peitões deliciosos dela, olhava as coxas que era incríveis e especialmente olhava a xereca dela, do jeito que eu gosto: bem cabeluda. Eu fiquei louco na hora. Depois de uns minutos ela se deu conta que estava pelada na minha frente, e ainda assustada, olhou pra mim e perguntou o que eu estava olhando. Eu, tímido, só consegui responder gaguejando: “na-da!”. Então ela viu que meu pau estava duro, forçando a bermuda e falou: “Ta olhando nada o quê?... o que é isso aqui?” falou e já segurou meu pau com vontade. Aí eu perdi um pouco o medo e falei: “A senhora me desculpa, mas eu não tive como evitar...”


“Desculpar o que? Que você gosta de ver mulher pelada? Isso é normal!”
“Eu sei, mas a senhora é minha vizinha”
“E daí? Você me achou gostosa?” falou isso e abriu as pernas, aí deu pra ver a xana em detalhes.
Me enchi de coragem vinda sabe Deus da onde e falei de uma vez só: “É, eu achei você gostosa!”
Eu devo ter ficado vermelho, ela riu.
“Você já se relacionou com  uma mulher na sua vida?”
“Já comi  garotinha aqui do bairro...” Mentira
“To falando de uma mulher de verdade!”
“Não, mulherão assim, ainda não...”
“E tem vontade”
" Muita " 
Ela me jogou na cama, arrancou minha bermuda e começou a me chupar, era uma chupada firma, mas ao mesmo tempo suave. Ela estava saboreando. Lambia, chupava, enfiava tudo na boca, era uma loucura, eu tava com medo de gozar antes da hora, de tão bom que tava. Depois de um tempo de boquete, foi a vez dela. Ela subiu e me mandou chupar a buceta dela. Enfiando todo aquele bucetao na minha cara e começou a se esfregar como se cavalga-se.

Chupei como louco. Estava encantado, era um gosto bom, ela estava molhada, eu lambia, beijava, chupava, e ela ia rebolando e esfregando o grelo na minha cara. Eu continuava deitado e ela desceu o corpo, e encaixou a xana no meu pau, quando a cabecinha estava bem posicionada na entrada, ela desceu de uma vez só e ia movimentando com vontade, ela sabia rebolar, subia e descia, e eu ficando louco, vendo de frente uma mulher gostosa daquelas dando um espetáculo em cima de mim, com os peitões balançando e o xerecão aberto na minha frente. Estava demais.

Invertemos a posição e eu fui por cima, tentava estocar no mesmo ritmo que ela estava, mas era mais difícil. Ela tinha muito mais experiência que eu. Até que no meu do vai e vem ela fecha os olhos e geme alto, gozando muito gostoso, quando ela terminou de gozar, ficou quietinha. Eu tirei o pau de dentro bem a tempo de gozar em cima dos pelos dela, ela ficou um tempo deitada, nua, gozada, e satisfeita enquanto eu olhava aquilo tudo sem acreditar que tinha comido a vizinha tesuda. Ela virou pra mim e perguntou: “Gostou?”
“Adorei”
“Eu também, mas vai embora que as meninas estão quase chegando”
Eu fui, depois comi mais vezes. Até que ela se mudou e nunca mais a vi. Mas ainda lembro de como foi tomar uma aula de sexo da vizinha mais gostosa que eu já tive.

Calcinhas bem recheadas



                                Tira devagar
                                            Mete a lingua
                                                Será que ta bom?
                                Foto de celular
                                            Quero uma marquinha menor
                                            Já to quase pronta

Bundas gostosas amadoras




                                            POSIÇÃO EXCELENTE

                                     ENTRANDO NO BANHEIRO SEM BATER
                                           TUDO PERFEITO E GOSTOSO
                                DEPOIS DO BANHO ELA PRECISA SE ENXUGAR
                                            LEVANTANDO A SAIA

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dna Antonia

                        A história que passarei a narrar, aconteceu comigo há exatamente 21 anos atrás, na época eu tinha 18/19 anos, eu moro em uma cidadezinha do interior da Bahia, nessa época eu trabalhava das 08:00 às 13:00, era um maníaco sexual, coisa normal na idade de um garotão saudável, o fato interessante para vocês, era que nos fundos da casa de meus pais Morava uma senhora, Dª Maria Antonia, era Uma Mulher Negra, bem robusta, os seios bem farto uma bunda enorme, não era muito barriguda, era somente um pouco gorda, devia ter uns 28/30 anos, o marido trabalhava na roça, só aparecia nos finais de semana, tinha duas filhas pequenas.

                        Na casa dela, não tinha televisão, sempre ela ia para a minha casa assistir as novelas, eu malandramente deitava no sofá e começava a passar o pé na Bunda dela, que ficava imóvel, nada fazia, logo que ela ia embora, a punheta era sagrada. Um certo dia a tardezinha, eu sorrateiramente, flagrei-a tomando banho nua no fundo do quintal da casa dela, quando vi aquelas tetas enormes, e aquela bucetona peluda, quase morri de tesão, eu fiquei escondido atrás da cerca, bati umas duas punhetas na hora e depois ela não me saia do pensamento, meu pai estava construindo outra casa um pouco distante da nossa.

                        Um mês após eu tê-la visto nua, nos mudamos, eu fiquei muito triste, pois sempre que podia eu ia vê-la tomar banho, imaginei que acabariam as minhas visões de Dª Mª Antonia. Nos mudamos, ela, como muito amiga de minha mãe, nos ajudou também na mudança. O tempo foi passando e aquela idéia de come-la, não saia de minha cabeça, agora para mim estava mais difícil, pois ficamos mais distante da casa dela. Como eu disse no inicío, eu trabalhava até as 13:00. Um belo dia, meu pai comprou um Fusca, na época quase do ano, só tinha um ano de uso, quando cheguei em casa, que abri a porta estava tudo vazio, e na porta da geladeira, tinha um bilhete que dizia: Fui até a Fazenda de seu Tio com sua mãe e suas irmãs.

                      Na hora fiquei muito puto, pois me tiraram o prazer de inaugurar também o fusquinha, quase choro de raiva e tristeza, perdi até a fome. Fiquei um pouco na varanda, remoendo a minha raiva, pensando o que iria dizer a meu pai por ele ter feito tal coisa comigo, eis que lá adiante vem vindo a Dª Mª Antonia, a nossa nova casa ficava um pouco recuada das outras casas da rua na nossa rua praticamente só tinha a nossa nova casa construída, era um pouco deserto o local, pois era um novo loteamento. Imaginei logo que ela estava vindo pra minha casa, pra conversar com minha mãe, coisa que ela sempre fazia, fiquei meio sem graça, pois só pensava em comer a coroa...quando ela chegou perto da varanda, foi dizendo, boa tarde Cláudio Dª Odete está? (nome de minha mãe) fiquei em dúvida se dizia que sim o se dizia não, nesse impasse ela tornou repeti a pergunta, eu disse de uma só vez:

                     Não Dª Mª Antonia, ela foi para a roça e me deixou até com fome, aqui não tem arroz, a senhora sabe fazer? (essa foi a mentira mais deslavada que eu tive coragem de dizer na hora do sufoco) ela prontamente, disse que sim e que iria fazer para mim, entrou em minha casa pelo lado, por uma porta que dava acesso para a cozinha, foi chegando na cozinha e começou a procurar panelas, e me perguntar onde ficava as coisas, eu ali abobalhado, ainda com a farda do meu trabalho (eu era  aprendiz do Banco do Brasil) usava uma blusa de manga comprida azul, e por baixo uma camiseta de malha branca, aquilo fazia um calor terrível, e ainda mais a presença dela ali na minha cozinha, eu querendo come-la, comecei a suar frio mesmo, de até pingar suor, ela então olhou para mim e tornou a formular a pergunta, onde está o arroz, eu tentei pronunciar algo, foi quando ela se abaixou na porta do forno do fogão e abriu uma panela e disse olhe aqui tem uma panela com arroz cozido, aquilo foi um martírio para mim, que já não com seguia raciocinar, foi quando tomei coragem e aproveitei que ela se abaixou. novamente para colocar a panela no forno, eu encostei nela e meti a mão debaixo do seu vestido, ela usava um daqueles vestidões bem folgados e somente uma calcinha de tecido por debaixo e nada de sutiãs, na hora ela deu um pulo e disse:

                   - O que é isso menino, você é maluco, eu vou dizer para a sua mãe. Na hora quase desmaio de medo de ouvir aquilo, mais a minha ousadia foi maior, continuei e fui novamente para cima dela e dessa vez passei a mão por sobre a calcinha dela e toquei em sua xoxota, ela continuo se esquivando, quando eu disse, Dª Mª Antonia, eu te via tomar banho todos os dias, eu tenho o maior tezão pela senhora, acho os seus peitões lindos, ela disse: Você não tem vergonha de dizer isso pra mim, não? Eu sou uma mulher casada, nisso continuei passar a mão na sua xoxotona, que já começou a facilitar as coisas, então ela disse: e se chegar alguém? Eu a tranqüilizei, mostrando o bilhete que tinham deixado dizendo que só voltavam no final da tarde. Ela então me disse, espere um pouco, e diigiu-se a o banheiro, eu não podia acreditar no que estava acontecendo, ia comer aquela coroa que eu sempre sonhara, direpente ela saiu do banheiro, toda tímida e disse pronto, eu não contei conversa, suspendi o vestido e tirei a calcinha até a metade das pernas, foi quando eu vi aquela buceta roxa na minha frente, eu quase gozo antes de penetra-la, tirei toda minha farda e joguei no chão, e dei algumas bombadas, gozei rapidamente, feito um galo, na hora eu a olhei com um certo nojo, foi quando ela disse: Ei, não é assim não eu também quero gozar, eu comecei as questionar que ela tinha de ir embora, pois podia chegar alguém, ela me disse nada disso, agora vai ser como eu quero senão eu digo para dona Odete que foi você quem passou a mão em minha bunda.

                      Eu pensei, se ela contar to fudido. Ela então tirou aquele vestidão, e tirou a calcinha também e se deitou no tapete da sala e me disse vem cá que agora que nós vamos começar, eu já estava nu, fui para perto dela, ela pegou a minha mão e começou a passar emcima de suas tetas, era uma sensação muito gostosa, pois seus peitões eram grandes, mais eram duros, depois ela mandou eu passar a mão eu sua xoxota, eu comecei a passar sem muito interesse, ela pedia que eu metesse os dedos lá, eu fui começando a me interessar de novo, o cacete começou a endurecer novamente, foi quando ela me pediu que ficasse como que sentado no rosto dela, ela começou chupando o meu saco, aquilo começou a ficar gostoso, depois ela meteu meu pau todo em sua garganta meu pau. Derrepente ela me empurrou para baixo, meu rosto ficou perto de sua xoxota, ela me disse chupa que é gostoso, eu fiquei com receio, ela então, levantou as ancas de vez e fez com que meu rosto tocasse sua buceta, ela insistiu chupa, vai sacana eu sou limpa, comecei a lamber de leve aquela bucetona, depois fui me empolgando e comecei a sugar a xoxota da negona, quando percebi ela tinha para de me chupar e estava se contorcendo toda e gemendo feito uma louca, aquilo me estimulou mais ainda, continuei chupando aquela xoxota quando ela suspirou bem forte e disse: vem mete logo essa pica que eu quero gozar nela também, eu virei de lado e acabei com toda aquela timidez pois ela éra cheirosa, meti minha pica com toda força naquela xoxota dos lábios roxo, ela gemeu novamente e gritou: vai sacaninha me fode bem gostoso, eu sabia que você queria me comer faz tempo, dei algumas bombadas naquela buceta melada até. que. ela começou a aumentar os gritos eu fiquei com medo de que alguém ouvisse meti mais acelerado e gozei novamente naquela xoxota, ela deu uma chave com as pernas e me prendeu dentro dela, e começou a morder meu pênis com sua buceta, como eu já tinha dado duas gozadas maravilhosas, o pau não quis reagir, ela feito uma cadela no cio ainda colocou meu pênis murcho na boca tentando faze-lo subir, e ele a obedeceu ficou duro de novo ela deu mais umas chupadas deitou-se meio de lado e pediu para eu comer seu cu. Nem pensei duas vezes me posicionei por tras e ela direcionou meu pau que entrou ate bem facil para dentro daquele rabão, eu ate olhei para ver mesmo se estava no cú ou na buceta, mas ele tava lá todinho no rabo.



                      Eu institivamente dei um tapa naquele bundao e a reação foi instatanea ela adorou, a botei de quatro e enfiei de novo naquele cuzao. Segura suas polpas dava uns tapas e metia forte ate que gozamos juntos.Depois dessa vez tivemos outras escapadas umas vezes na minha casa outras na dela, depois conto outras.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Minha mulher queria um vibrador

                    Sou loiro , 38 anos, 1,87m, olhos verdes, 90 kg, cabelos, curtos, não sou bem dotado ( apenas 13 cm ), sou casado ( 8 anos ) com uma mestiça oriental, da minha experiência sexual vi poucas mulheres como a minha, vou descreve-la, ela 32 anos, 1,70m, olhos castanhos, cabelos negros, bundinha arrebitadinha, e uma bucetinha linda ( pelos pubianos negros, os grandes lábios são escuros e a entrada de sua bucetinha é rosadinha ), de vez em quando para variarmos um pouco vamos a motéis, certo dia fomos a um motel que dentro do quarto tinha alguns objetos eróticos para serem vendidos, entre estes objetos havia um vibrador ( 16x6 cm ), nem eu e minha esposa tínhamos tido contato com tal objeto, perguntei para minha esposa se ela gostaria de experimentar, disse que gostaria, peguei o vibrador ( já vinha com pilha ), no começo demos risadas vendo ele funcionar, minha mulher pegou o vibrador e começou a beija-lo, a passar a lingua nele, senti um tesão incrível vendo minha mulher fazer aquilo com o vibrador, meu pau já estava quase explodindo.

                    Deitei minha mulher de bruços na espaçosa cama, comecei a passar o vibrador de lado na sua buceta, sentia que estava excitadíssima, passava o vibro pelo cúzinho dela enquanto passava minha língua em sua bucetinha, pedi que deitasse de barriga para cima, comecei a introduzir o vibrador em sua bucetinha enquanto chupava seu clitóris, fazia o movimento de vai e vem com o vibro, senti o corpo de minha mulher estremecer, ela começou a gritar, dizendo que era uma sensação maravilhosa, sendo fodida e sendo chupada ao mesmo tempo, ela gozou demoradamente. Tomamos banho e voltamos para a cama e começamos a nos beijar, a nos acariciarmos, comecei a fazer o mesmo com o vibrador, enfiava e tirava o vibrador de sua buceta, perguntei se ela gostaria de ser fodida por dois ao mesmo tempo ( eu e o vibrador ) ela disse que tinha medo de doer, pedi que deitasse na beirada da cama de barriga para cima e com as pernas abertas, enfiei meu pau em sua bucetinha quentinha e umida e comecei a forçar o vibrador pra dentro de sua bucetinha, entrou que entrou gostoso, senti minha esposa gemer de tesão, comecei um vai e vem com meu pau e o vibro juntos, ela gritava, urrava de tesão, gritava me fode, me coma, me arrombe, meu tesão, que sensação maravilhosa, ela gozou de novo se contorcendo todinha, tirei os dois e deitei-me com a cabeça entre suas pernas e comecei a sugar aquele mel maravilhoso que escorria de dentro de sua buceta.

                  Deitei de barriga para cima e ela começou a chupar meu pau, ela chupa como ninguém, dava umas chupadas no meu pau e outras no vibro, eu estava amando ver aquilo, de repente ela pulou em cima de mim, engoliu meu pau todinho com sua bucetinha e começou a me cavalgar, rebolava que nem uma louca, desta vêz gozamos juntos abraçados, após um pequeno intervalo, começamos novas caricias, pedi que ela ficasse de quatro, comecei a comer minha esposa por trás, estocava forte nela, enfiava meu pau com gosto naquela bucetinha gordinha e linda, comecei a passar o vibro em seu cuzinho enquanto fodia ela, ela disse que era gostoso mas não queria dar o rabinho ainda ( tinha medo ), respeitei mas estava com um puta tesão de enraba-la, disse que somente enfiaria a pontinha do vibrador em seu cuzinho enquanto ia fodendo sua bucetinha, foi o que fiz, ela gozou novamente, ela se deitou de barriga para cima e pediu que a comesse na posição papai e mamãe, comecei a fode-la, ela pegou o vibro e começou a chupa-lo, disse-me que estava adorando aquilo, gozamos juntos, nos beijando. Após este dia sempre que vamos ao motel levamos o vibrador junto e nos deliciamos. Outro dia ela me telefonou no trabalho e disse que estava preparando minha comida para o jantar, eu perguntei qual era o prato principal ela me disse que era bucetinha ao mel e que estava com o vibrador todinho dentro de si se masturbando. Adorei.

Gostosas na praia



                                                                           DELICIA NA PRAIA


                                                                                 PENSATIVA


                                                                      Agua gelada que vai ferver


                                                                             Bunda  que te quero


                                                                                Ajeitadinha


                                                                              Sereia ruma ao mar