terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Brinquedos de mulher - ATUALIZADO

Vejam 11 novos tipos de brincadeiras de mulher

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TRANSA NA ACADEMIA



Lívia era linda, tinha cabelos e olhos castanhos, bela boca, seios médios, pernas bem torneadas e uma bundinha bem apetitosa. Ela malhava no mesmo horário que eu, quando começou tinha alguma gordurinha pelo corpo o que lhe garantia um charme essencial. Mas como falei, sempre ia com seu namorado, um amarelo feio e desengonçado.


Eu ficava observando ela malhar pelos espelhos da academia. Olhava bem as suas curvas que iam ficando cada vez mais bem definidas. Observava a desenvoltura dos seus braços levantando cada vez mais pesos e das suas pernas cada vez mais fortes. Os seus seios eram firmes. Morria de raiva quando o seu namorado se aproximava e lhe dava um beijo.

Porém comecei a reparar que ela também me olhava malhando e mais, quando eu estava numa máquina que ela queria, ela pedia pra gente revezar, algo que ela só fazia comigo e com o seu namorado. Com os outros caras ela esperava que eles terminassem. Eu adorava quando ela se levantava da máquina e ficava aqueles pinguinhos de suor, pra retribuir deixava um pouco do meu lá também.

Um dia reparei que ela estava sozinha e perguntei pelo seu namorado, ela disse que ele se machucou jogando bola com os amigos e ia ficar um tempo sem malhar, sorri e disse que qualquer problema podia contar comigo. Como ele lhe ajudava a retirar os pesos das máquinas que ela não conseguia passei a ser o seu ajudante oficial enquanto ele esteve machucado.

Outro dia quando terminei os exercícios me encontrei com ela na recepção da academia ela estava lá esperando a chuva passar, então lhe ofereci uma carona e ela aceitou. Fomos conversando amenidades, me falou que estava fazendo faculdade de turismo e trabalhava durante o dia, parei em frente a sua casa, mas, como ela estava terminando de me contar como conseguiu uma cicatriz na perna que foi um acidente com a pranchinha do cabelo, não desceu imediatamente do carro.

Vimos-nos no outro dia, era o dia dela malhar o abdômen e eu tinha um plano para aquele dia. Quando ela foi começar os abdominais eu me aproximei.

-- Ei Livia, não pega esses colchonetes ai não. Eu sei aonde tem uns limpos pra gente usar.

Ela me olhou e perguntou aonde era. Eu falei que era na sala de spinner que ficava por trás da academia.

Ela me acompanhou por entre os corredores escuros, pois as aulas de spinner terminavam as 19 horas e ninguém mais ficava lá atrás, depois atravessamos as salas de artes marciais e finalmente chegamos a sala do spinner, estava escuro e havia alguns cochonetes usados no chão. Quando fui passar entre uma bicicleta e outra me encostei bem no corpo de Livia que não se afastou.

Insisti com meu corpo e o silêncio somado ao escuro deixou aquilo tudo num clima bem promissor, virei aquela delícia de mulher pra mim e lhe beijei na boca, ela retribuiu o beijo e me abraçou, estávamos suados e aquela sala estava muito quente porque os ar-condicionados estavam desligados. Fiquei com ela entre meus braços sentindo aquela pele macia e aquele corpo quente e afável.

Ela me soltou por um instante e pela pouca luz que entrava por uma pequena janela muito alta, pude ver que seus olhos não piscavam e a pupila dilatada aumentava o meu tesão. Tirei o seu top e ela me ajudou com a minha camisa, nos beijamos mais uma vez, pude sentir sua língua macia percorrer a minha boca e os seus lábios chupar a minha língua logo em seguida. Dei um beijo em seu pescoço e senti seu cheiro, ainda cheirava ao perfume que passara antes de ir pra academia.

Seu corpo ainda estava suado, seus seios pareciam médios mas desnnudos eram grandes, os mamilos eram rosados e os biquinhos bem pequenos, passei a língua neles e pude sentir seu gosto, depois chupei cada um com mais intensidade, ela gemeu baixinho. Quando tentei tirar sua calça, ela segurou a minha mao como que reprovando aquela atitude. Mas depois soltou e eu baixei a sua calça completamente até os tornozelos e fui beijando a sua barriga até chegar ao ventre nu.

Ela retirou o resto da calça, ficando apenas de calcinha, que calcinha linda, pequenininnha branca escondia aquela vulva linda, depois beijei e lambi as curvas da sua cintura, costas e bunda, quando fui descendo a sua calcinha e avistando a sua bundinha por completo.

Virei-a de frente e pude ver a sua vagina, havia alguns poucos pelos que já se insinuaram depois da última depilação. Deitei-a sobre os colchonetes limpos que havíamos ido buscar e comecei a lamber a sua xoxota que num instante ficou inundada, sentia seu gosto mais intenso e adorava. Passava a língua de cima a baixo arrancando-lhe pequenos e leves suspiros e gemidos, lambia o clitóris e os lábios internos, atolava a língua naquela grutinha. Ela delirava empurrava minha cabeça contra a sua buceta e me fazia chupar cada vez mais forte. Depois empurrava de volta dizendo que estava prestes a gozar.

Ouvimos um barulho na sala ao lado, parecia ser voz de mulher, ficamos em silêncio e as vozes continuaram, mas Lívia falou baixinho:

-- Elas não virão até aqui. Continua que tá gostoso,-- e continuei com aquela chupada que foi a mais ousada da minha vida.

Com ela controlando os movimentos e me deixando com um tesão inexplicavelmente forte.

As vozes continuaram, mas não interrompemos o nosso romance, ela se ajoelhou abaixou minha bermuda, meu pau saltou duro para fora, ela o pegou com força e me retribuiu chupando o meu pau com maestria. Primeiro colocou a cabeça inteira na boca, depois lambeu toda a sua extensão e desceu para o saco. Costumo sempre deixar meu saco sem pelos para ser mais bem apreciado pelas bocas gulosas.

Quando ela terminou pediu pra eu penetrá-la com força porque ela queria sentir um pau lhe rasgando nesse dia. Coloquei-a de frente pra mim e comecei a fudê-la com muita rapidez e de modo bastante profundo ela gemia baixinho e pedia mais, sempre mais. Abria bem as pernas deixando a buceta vulnerável para as minhas investidas, que eram fortes. Meu pau estava duro como uma barra de ferro, e eu o enfiava sem dó.

A gostosa gemia, paramos de ouvir as vozes na outra sala, mas não pensei que as pessoas foram embora e sim que notaram a nossa presença. Naquela sala onde estávamos era escuro, mas dava pra ver alguma coisa e tive a nítida sensação de que estávamos sendo observados naquela noite. E isso me deixou ainda mais excitado. Coloquei Lívia de quatro e comecei a fudê-la por trás, avistava a bunda dela batendo nas minhas cochas e sentia meu pau completamente agasalhado por um manto quente e úmido. Ela estava delirando de prazer e quando comecei a lhe massagear o clitóris por baixo do seu corpo, ela me confessou que não estava mais agüentando e queria gozar.

Coloquei um dedo no seu cuzinho e ela não agüentou, disse que assim era impossível segurar e gozou, eu aproveitei pra colocar outro dedo enquanto ela gozava. Perguntei se ela tomava algum remedio e ela disse que eu podia gozar dentro dela, foi o que fiz. Meus jatos eram fortes, percebi que ela gostava a cada um que se perdia por dentro dela.
Terminamos nos vestimos e fomos embora, mais uma vez lhe dei carona. Ela se despidiu de mim com um beijo na boca e me disse que ninguém podia ficar sabendo. Disse que se desse certo poderíamos repetir a aventura daquela noite.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

VIDEOS SWING - DP NAS ESPOSAS - 10 videos

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E VEJAM 08 VIDEOS DE ESPOSAS BRASILEIRAS CURTINDO UMA DP  e 02 GRINGAS

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NO CINEMA DO SHOPPING




Consegui ser fiel durante 15 anos. Casei nova e meu marido é 18 anos mais velho que eu. A diferença de idade até que não foi problema. Mais do que suas viagens frequentes a trabalho, o que me causa insatisfação são as suas rapidinhas. Ele sofre de ejaculação precoce e não quer admitir.

Desde a adolescência, sempre fui hiperativa sexualmente, com muitas fantasias eróticas e masturbações. Brinquei bastante com os namoradinhos, pegando aqui e ali, deixando eles copularem na coxa, chuparem meus seios, fiz boquetes e alguns até conseguiram ir longe demais em brincadeiras no meu cuzinho.

Quem me desvirginou de verdade foi Giba, meu marido. Eu conseguia alguns orgasmos e durante muito tempo, convivi achando que sexo real era assim mesmo. Só quando fantasiava e ajudada por consolos ocultos, conseguia orgasmos mais intensos.

Com passar do tempo, mais madura e decidida, a vontade de se aventurar só aumentou. Por outro lado, como mulher ¨direita¨ e casada, vivia reprimindo meus anseios e ideias mais ousadas.
Esse autocontrole só exacerbava a aflição e a libido. Vivia com a calcinha umedecida, reparava no volume sob as calças dos homens, qualquer coisa, um homem bonito na TV, tudo fazia pensar em sexo, a ponto de siriricar várias vezes no dia.

A necessidade de transar era tanta que cheguei a ter noites de insônia e até dores musculares. Procurei conversar com meu marido sobre isso, porém, sua reação foi brusca e cortante:

- Que que é isso, Dé! Isso é coisa de puta! Você não tem vergonha? Com essa idade? Para com isso!  Você quer isso toda hora?

Não me acho tão velha assim. Com 33 anos, acho que estou no auge como mulher. Muitos podem me achar presunçosa, mas, comparando as fotos de quando casei, me acho mais bonita agora. Estou com os mesmos 1,64m, só cinco quilos a mais, acumulados no quadril que ficou mais largo, a mesma cinturinha fina e o rosto, agora com traços bem definidos. Nunca precisei usar maquiagem para ser notada.
Desculpe este longo desabafo. Em parte porque talvez eu queira justificar as coisas que faço. A razão de me livrar do moralismo e todas as amarras que a sociedade impõe. De me assumir como uma sem vergonha declarada sob a ótica de muita gente. Eu tentei, juro que tentei.

Sábado passado, fui fazer hora num shopping. Aliás, viver momentos excitantes. Tanto que saí sem calcinha e sutiã, vestida apenas com uma saia cinza meio curta e blusinha branca colada. Usei sandália baixa para dirigir até o estacionamento. E lá troquei por outra branca, de saltos altíssimos.

Fiquei olhando vitrines e andar com saltos finos no piso liso, faz com que eu rebole naturalmente. Três homens passaram por mim, com um deles dizendo ¨-Aí, gostosa!¨. E outro cantarolando ¨- Ela não anda...ela desfila¨... Abordagem grosseira e deselegante que não agrada nenhuma mulher. Segui em frente, sem dar bola.

Na praça de alimentação, comprei um sorvete de baunilha. Passeando o olhar pelo ambiente, notei um par de olhos fixos em mim. Era um homem próximo dos quarenta, de aparência distinta apesar da roupa casual. Nem alto e muito menos lindo. Sentando numa mesinha próxima, tomando cerveja.

Passei a encará-lo também, trabalhando a língua e lábios de forma acintosa no sorvete, simulando nao muito explicitamente uma felação. Ele observava de forma investigativa, com um leve sorriso no semblante. Deu impressão que todo o resto desapareceu. Uma atmosfera mágica nos envolveu, onde estávamos só nós dois, eu chupando o sorvete e ele talvez imaginando ser seu falo na minha boca.

Nesse jogo, eu balançava os cabelos longos e lisos, prendia com as mãos, fazia um rabo de cavalo com os dedos e os soltava, sem desviar os olhos nos olhos. Pegava nas pontas, entreabria a boca e passava a mecha nos lábios. A expressão fascinada dele confirmava o quanto estava seduzido. Palavras seriam dispensáveis nessa hora. Os olhares diziam tudo.

Me levantei e fui para a área dos cinemas. Nem precisei me virar. Sabia que estava sendo seguida. Na sala 2 estava passando uma comédia nacional ¨Meu passado me condena¨. Pensei em entrar. Depois refutei, percebi-o proximo, criei coragem e comprei o ingresso. E no vidro da entrada, vi refletida a imagem dele, se apressando em me acompanhar. Por ser a primeira sessão, a sala estava com lotação mínima. Havia no ar um leve cheiro de mofo e bolor.

Sair da luz artificial para o escuro do corredor, foi um choque de lucidez. Deixava um mundo virtuoso e me encaminhava para um antro pecaminoso. A descida de nível de esfera, ocorria paralela às minhas atitudes. De uma mulher casada para uma devassa despudorada.
Hesitei, tomada pela vergonha. Não valeria o risco para uma senhora, ainda mais "como eu". 

Entrei na ultima fileira, segui até o meio e ao empinar a bunda para abaixar o banco da poltrona, esbarrei nele. Ele estava atrás, grudado em mim! Demorei de propósito, como se estivesse atrapalhada pela escuridão, dando uma leve manobrada no quadril, roçando o traseiro em sua zona pudica.
Acomodados, continuei com o olhar fixo na telona. Ele se achegou mais e perguntou:
- Posso saber seu nome?
- É Carla. E o seu? Respondi, dando o primeiro nome que veio à cabeça, o da minha melhor amiga.
- Gilberto, mas me chamam de Gil.

O perfume do creme de barbear sempre me agradou. Não sei porque, o aroma de masculinidade me faz associar pele na pele, a introdução de carne na carne, volúpia sexual. Fiquei ainda mais excitada, com a vagina tão molhada que o melzinho estava prestes a escorrer. Trocamos um beijo ardente, sôfrego e molhado.

Sua mão direita chegou nas minhas coxas e foi subindo, levando junto a barra da saia, causando ondas de prazer. O contato dos dedos tocando de leve a virilha me fez remexer a anca e quando chegou lá, tive uma reação abrupta, contraindo os músculos do ventre, tamanho o choque.
Ele por sua vez, deve ter tido a mais agradável das surpresas, ao constatar que eu estava sem calcinha, com a xaninha depilada e toda úmida. Ficou bolinando e depois, tentou enfiar o dedo. Estava difícil conter os gemidos, que acabavam em sons abafados.

Preocupada e com as pupilas mais dilatadas, habituadas à escuridão, olhei em volta. Me tranquilizei ao notar que os poucos expectadores estavam concentrados na película. Retribuí apalpando a braguilha dele. Gil facilitou, abrindo o fecho da calça, libertando o mastro. Era de tamanho médio e duro como pedra. Dei mais uma olhada em volta, me abaixei em frente a poltrona dele, acomodando como deu no espaço exíguo.

E comecei a lamber, igual fizera com o sorvete. Apesar da claridade exígua, conseguíamos manter o clima, olhos nos olhos. Depois de beijar a glande, brincar com a língua, abocanhei a cabeçorra, iniciando o vai e vem, prendendo aquela rola com a língua e o céu da boca. Se fosse meu marido, já teria gozado. Gil demorou bem mais e a certa altura estocando rápido, até ejacular.

Quase engasguei de tanta porra. Mal engolia o leitinho espesso, outra vez ele soltava em nova contração. Bebi e suguei até a ultima gota, esfregando a língua na pontinha sensível que causava novos tremores nele, ficando assim, até que perdesse a rigidez.
Voltei na minha poltrona. Foi só dar um leve puxão em seu braço para ele entender o recado. Se abaixou na minha frente. Para facilitar, ergui a saia até a cintura e abri as pernas. E Gil começou a me chupar. Depois de passear pelo grelhinho, mal a língua quente e áspera penetrou na xoxotinha, tive um orgasmo intenso.

O filme já estava pela metade. Uma das minhas fantasias sempre foi a de transar dentro de um cinema. O medo era de ser surpreendida pelo lanterninha, que desde o começo do filme, não tinha mais dado o ar da graça. Resolvi arriscar. Já tinha visto duplas se agarrando e indo para o toalete.

Fiquei sentada e puxei Gil para cima de mim. Ela abaixou a calça, a cueca e já veio pronto para meter. Com as palmas das mãos estendidas, evitei que ele enfiasse a tora, perguntando:
- Você tem camisinha?
A resposta foi negativa. Ele nem imaginava uma chance como aquela. Eu é que deveria ter me preparado. Afinal, desde que sai de casa, buscava algo vago, porém libertino. Que poderia terminar naquilo. Sexo não tem hora e nem lugar. Basta haver encontro de parceiros dispostos. A insanidade prevaleceu.

Vencida, afrouxei a força dos braços, numa permissão tácita. A penetração daquele jeito estava difícil. Ele parecia um cachorro, doido para meter na cadela. Se contorcia todo, conseguia colocar a cabecinha, começava a estocar e logo saia. Procurando colaborar, eu empurrava o ventre para frente. Um esforço em vão.

Já enlouquecida de tesão, ergui o banco da poltrona, sentei na ponta ficando quase de pé. Em toda transa, só a penetração, arde um pouco. Talvez porque sempre fico tensa. Mas dura pouco, até a rola ficar lubrificada com meus sumos.
O mastro do meu amante entrou fundo. Apesar do desconforto, o perigo de ser vista e o inusitado da transa, tudo fazia ficar excitante, mais delicioso. E sem querer, acabo comparando com meu marido. Mal põe, tira e põe, já goza e a vara meio mole, escorre para fora.
Gil bombava, bombava, tirava tudo e colocava de novo. Eu queria que ele se acabasse dentro de mim. Depositasse fundo no meu ventre o seu esperma quente. Em minhas fantasias sempre imagino a pica se inchando de gala e explodindo num jato forte. Impressão ou não, eu sinto eles batendo nas paredes das minhas entranhas.

Me sentia furada, empalada. Dar é bom demais. É sentir como se o outro estivesse todinho dentro do meu túnel do prazer. Entrando justo, raspando, fazendo pressão no útero. É quando chego ao ápice. A outro orgasmo arrebatador. E que gostoso ser possuída de forma robusta e demorada.

E ele gozou, tremendo todo. Mal acabou, deu conta de onde nós estávamos. Ergueu a calça rapidamente se recompondo. Eu só abaixei a saia, ajeitei o banco da poltrona e me deixei cair nela, exausta e ainda com a sensação de quero mais. Queria ter feito anal, o que não foi possível.

Gil pediu meu telefone e prometi que daria depois. Falei que iria ao banheiro e já voltava. Saí apressada do cinema, corri até o estacionamento do shopping. A porra tinha escorrido até a altura do joelho e incomodava. Peguei o carro e fui embora.
Se até então estava eufórica, agora me sentia suja, uma verdadeira vadia. Torturada pelo sentimento de culpa e arrependida em ser levada por desejos obscenos. Sem conseguir controlar impulsos obcecados pelo sexo. Um apetite voraz, que me fez entregar-se a um total desconhecido.


Tenho uma vida estável e normal com meu marido. O único senão é na cama. Posso dizer que sou uma boa mãe e dona de casa.



TROCA DE CASAIS

E comum na vida sexual os casais terem fantasias, eu sou casado tenho uma esposa maravilhosa gostosa eu diria, e na cama uma verdadeira puta pra mim, satisfaz todos os meus desejos e quando fantasiamos ela entra comigo nas fantasias, somos um casal na faixa dos 40 anos eu tenho 40 ela é 5 anos mais nova que eu e temos dois filhos,  não temos um casamento aberto, mas temos nossas fantasias, entre elas é fazer sexo num mesmo ambiente em dois ou mais casais, e sempre que a gente transava eu e Marta tínhamos essa fantasia, apesar de estarmos casados já a 15 anos nunca tivemos a coragem, mas a ideia foi amadurecendo na nossa cabeça por anos, mas nunca surgiu uma chance.
Então foi então que numa viagem a passeio que fizemos sozinhos para a cidade de gramados na serra gaucha,  deixamos nossos filhos que já eram adolescentes  com os avós, eles não quiseram ir disseram que não gostavam do frio, então nós  hospedamos num desses hotéis fazendas, alugamos um chalé pra nós eram vários um do lado do outro quando entramos vimos que era  um chalé bem simpático, tipo kitinet, não era muito grande mas era bem dividido  tinha televisão, uma cama de casal e um beliche cada um na parte dos fundos, do lado banheiro e tinha uma especie de  mureta com cerca de 1 metro de altura separando as camas da parte que chamaríamos de cozinha onde se encontrava a mesa e 4 cadeiras, no canto a geladeira e o fogão, e por causa do frio tinha ar condicionado e aquecedor.

Foi lá que conhecemos um casal mais ou menos a mesma idade que nós, que se chamavam Roberto e Carmem, ele tinha cerca de 1.70 mais ou menos era meio calvo,  um pouco acima do peso, imagino uns 90 kilos, e ela uma gordinha daquelas gordinhas gostosas, pernas grossas observei logo porque sempre andava de shorts, seios médios, e uma bunda tipo mulher melancia.

Fizemos amizade logo no primeiro dia, como íamos ficar 4 dias lá a gente se enturmou, passeamos juntos almoçamos e jantávamos juntos no primeiro dia, depois do jantar eles nos convidaram para tomarmos uma cerveja no chalé deles, como passamos o dia juntos aceitamos, chegando lá começamos a jogar conversa fora, falar sobre as nossas cidades, morávamos em Curitiba e eles eram de São Paulo, então eles diziam que nossa cidade era uma das melhores pra se viver coisa e tal, realmente nossa cidade é muito boa se for comparada a cidade de São Paulo, ficamos até uma meia noite bebericando e conversando, e naturalmente nessas conversas o tema sexo veio a tona, estávamos meio altos por causa da cerveja, falávamos de fantasias de casais, ménage a três, Swing...até que o Roberto perguntou vocês já fizeram algo assim?? respondemos prontamente claro que não ele sorriu de uma forma sacana e complementou a pergunta, teriam coragem de fazer.. respondemos não sei nunca pensamos nessa hipótese como realidade, eles falaram que já tinham feito e que foi ótimo, perguntaram se a gente toparia, naquele momento demos um jeito de encerrar a conversa falando que tava na hora de nos recolher pro nosso chalé que era ao lado então a conversa ficou no ar, o Roberto ainda falou pense no assunto amanhã a noite a gente termina essa conversa

Quando nos recolhemos ao nosso chalé, estávamos acesos por causa da conversa, comecei a bolinar a Marta fiquei de pau duro então falei pra ela sobre nossas fantasias e que parecia que a oportunidade que queríamos estava ali  Marta concordou, eu ainda perguntei que você achou do Roberto e da Carmem, ela disse que parecia um casal legal, saudável, higiênico, claro já estava dando a resposta para a pergunta que eu iria fazer em seguida que era, você acha que pode rolar então? Ela me respondeu que tudo bem se eu quisesse ela toparia... mesmo porque depois cada um iria pra sua cidade e ninguém ficaria sabendo,  isso me excitou de uma maneira que naquela noite transamos como dois adolescentes.

No dia seguinte, pela manhã tomamos café no salão de café da pousada, eles estavam lá, tomamos o café juntos, fomos passear conhecer a cidade, depois do almoço fomos fazer trilhas, enquanto caminhávamos comecei a observar melhor a Carmem, ela era cheinha mas era gostosinha fiquei só imaginando eu comendo ela a noite no chalé, provavelmente o Roberto também estava de olho na Marta minha mulher, mas isso nem me veio a cabeça eu já imaginava comendo aquela bundinha arrebitada da Carmem, quando ao fim do dia voltamos para a pousada, jantamos normalmente, durante o dia ninguém tocou no assunto, após a janta eles novamente convidaram-nos pra ir ao chalé deles como na noite anterior.

Chegando lá eles pegaram no frigobar uma latinha de cerveja pra cada um, notei que ele não tirava os olhos da minha mulher, e eu por minha vez também não tirava os olhos da mulher dele, naquela noite eu sabia que iria rolar só não sabia como ia começar afinal nunca tínhamos feito algo semelhante, mas psicologicamente estávamos aguardando a iniciativa deles, ele então perguntou e dai pensaram? Acenamos que sim com a cabeça, então topam? Perguntamos e como seria? Eles disseram então que poderia ser os 4 ali mesmo ou então as mulheres ficariam no chalé enquanto os maridos trocariam de chalé, olhei pra Marta minha mulher perguntei o que ela preferia ela falou acho que prefiro com você junto, todos aqui ou lá no nosso chalé, o Roberto então ouvindo isso colocou uma musica pra tocar pegou na mão da minha esposa e a puxou pra dançar, enquanto dançavam ele puxou minha esposa pra si, com as mãos apertavam a bunda dela começou a beijar-lhe os cabelos depois o pescoço, dai   olhei pra Carmem  que estava ao meu lado, falei vem pra cá baixinha, ela não se fez de rogada começamos a dançar, percebi que essa estrategia era pra deixar-nos relaxado e pra dar mais tesão também.


Enquanto ele dançava ele começou a tirar a roupa dela ainda dançando, primeiro a blusa, depois o sutiã, vi minha mulher nua da cintura pra cima dançando com o amigo nosso, logo eles pararam de dançar e vi as roupas deles arriadas mas a dança não demorou muito ele puxou a Marta pra cama, tirou seu jeans, abriu-lhe as pernas e começou a chupar a sua buceta, por sua vez a Carmem já estava ajoelhada na minha frente eu abri a cinta e baixei a calça até os pés ela começou a fazer-me um boquete muito gostoso, começou a punhetar-me com a mão e com a boca, enquanto o Roberto chupava minha mulher a mulher dele chupava minha pica, aquela cena me excitou de tal maneira que gozei logo na boca da Carmem, meu esperma escorreu pelo canto da sua boca, enquanto eu me refazia do gozo, olhei pro lado e vi o Roberto já estava comendo a minha esposa, ela estava por baixo com as pernas cruzadas em volta da sua cintura e ele bombando furiosamente, apesar de eu já ter gozado ao ver aquela cena me deu um tesão enorme.... peguei a Carmem deitei-a ali ao lado da cama no chão mesmo, ela ainda tava de calcinha, retirei a sua calcinha com força.... deitei-me em cima dela e enfiei minha vara até o talo naquela buceta que até então eu não conhecia,  Carmem tinha uma buceta muito gostosa, e ela rebolava, mexia gostoso enquanto eu metia, ela parecia uma puta e dizia mete gostoso, mete enquanto meu marido mete na sua mulherzinha, não vai dizer que não tá com tesão... vem então e enfia essa tora em mim sem dó, vai seu cachorro... eu olhava pro lado, menos de um metro e via o rosto da minha esposa olhando pra mim e gemendo com as estocadas, estiguei meu braço e enfiei dois dedos na boca da minha esposa que os chupou de um modo bem safado a outra mao eu segurav a o seio da Carmem, intensifiquei as estocadas e não aguentei as provocações e gozei gostoso naquela buceta... enquanto eu via minha mulher sendo possuída pelo Roberto que parecia nao gozar nunca. Até que ele tirou o pau pra fora, arrancou a camisinha  e gozou na barriga da minha esposa.

Depois dessa primeira sessão, todos nós meio exaustos, abrimos o frigobar e tomamos uma cerveja cada um, foi quando o Roberto nos perguntou o que tínhamos achado da experiencia, se eu tinha gostado de ter transado coma mulher dele tanto quanto ele tinha gostado de transar com a minha, ele elogiou pra caramba a Marta em todos os sentidos, com o mulher e como amante... enfim  quando voltamos ao nosso chalé, tomamos um banho e fomos deitar e claro falamos sobre aquela noite aquela experiencia, perguntei a Marta se ela tinha gostado se estava dentro das expectativas dela ela falou que sim, que se eu tivesse gostado ela também gostou de ter participado do swing comigo perguntei ainda se ela repetiria? No que ela me respondeu que sim se eu também concordasse, enfim adormecemos.

No dia seguinte como de costume fomos fazer os passeios juntos, almoçar juntos jantar juntos e quando estávamos sozinhos a conversa girou em torno da noite passada, sempre em tom de brincadeira o Roberto dizia cara sua mulher é muito gostosa, eu não deixava por menos e dizia a sua também faz um boquete como ninguém... e demos boas risadas, ao cair da noite convidaram-nos novamente a ir ao chalé deles, quando nos convidaram já sabíamos o que ia rolar, só que dessa vez eles sugeriram que para ficar mais excitante que fosse diferente, perguntei diferente como, eles então falaram, cada casal em seu chalé, só que com os parceiros trocados, perguntou se topávamos, olhei pra minha mulher num olhar de cumplicidade ela acenou com  a cabeça que sim, então eu fiquei no chalé coma Carmem e o Roberto foi até o meu chalé coma minha mulher,  quando eles saíram fiquei imaginando na minha mente o que eles fariam sem eu e a Carmem perto, mas logo me acalmei e pensei comigo mesmo eles não farão nada alem do que já fizemos ontem.

Virei pra Carmem então e falei agora somos só nós dois,  o que vamos fazer? Ela sacana me respondeu, se vc não sabe eu que não vou falar, e dizendo isso veio até mim, pegou no meu pau que já estava duro, nos abraçamos e beijamos, engalfinhamos numa luta corporal extasiados, um tirando a roupa do outro já estávamos deitado na cama quando ela tirou minha calça e caiu de boca no meu pau chupando gostoso, em movimentos de vai e vem com as mãos e com a boca, depois foi a minha vez de chupar aquela buceta.. dei um trato legal, fiz ela gemer de prazer como eu fazia com a minha mulher sempre a Carmem se contorcia de prazer eu já não aguentava mais de vontade de enfiar meu pau naquela buceta... pra apimentar o clima eu falei o que vc acha que eles estão fazendo no outro chalé, a Carmem me respondeu.. tenho  certeza que estão se divertindo como nós, e ainda falou acho que o Roberto tá enrabando a sua mulher nesse momento ele é tarado e riu... eu falei ah!! é.. então vou enrabar a mulher dele também...

E falando isso a virei de bruços, peguei-a pela cintura, em vez de comer a buceta procurei direto o seu cuzinho, lubrifiquei com minha saliva e enfiei tudinho sem muitas dificuldades, percebi então que a Carmem adorava dar o cuzinho porque ela rebolava de uma maneira que me deixava ainda mais excitado, enquanto ela rebolava ainda se masturbava.. isso me deixou louco de tesão não demorei muito pra gozar, como eu tinha dado a primeira gozada no cu dela dei uma descansada enquanto isso fui até o banheiro, depois de dar uma mijada limpei o dito cujo que tava todo melecado e voltei pra cama, a Carmem ainda estava toda estendida com as pernas abertas e aquela buceta piscando pra mim... fiquei de pau duro de novo e cai em cima dela matando, sem muita cerimonia eu me posicionei no meio das pernas dela e enfiei meu pau até  o talo de novo, comecei a bombar furiosamente, eu arfava e ela gemia por causa dos movimentos fortes que eu fazia, até que gozei, quando eu ia tirar meu pau ela falou, nada disso seu Filha da Puta, se gozou rápido agora continua com ele aí dentro até eu gozar, então eu deitei de costas e ela veio por cima cavalgando, pulava feito uma cabrita, e soltava seu corpo em cima do meu pau até entrar tudo ... até que ela gozou...

Depois que gozamos, ficamos ali deitados por um tempo até que a porta se abriu era o Roberto, entrou com uma cara de safado satisfeito e disse pode ir pro seu chalé, sua mulher tá esperando, garanto que satisfeitíssima  disse isso em tom de gozação eu não deixei por menos e disse a sua mulher também . eu garanto, e fui até o meu chalé, novamente naquela noite conversamos sobre o acontecido, perguntei pra ela o que eles tinham feito, ela disse a mesma coisa que na noite anterior.. eu disse na noite anterior não fizemos anal, vc fez com ele??? Ela acenou com a cabeça que sim que tinha feito, e ainda pergunto e vc não fez com a mulher dele? Com essa pergunta me colocou em xeque eu nem podia falar nada... e adormecemos.

No dia seguinte era o ultimo dia, não pernoitaríamos novamente então nossa aventura tinha chegado ao fim, retornamos as nossas casas, e a nossa vida voltou a rotina normal, mas nunca esquecemos esse swing e muitas vezes que transamos usamos essa fantasia pra dar mais tesão..

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                                                        Incluido 3 GIFS da Série GAME OF THRONES
                                                                         khaleesi
http://bomdiasenhoritas.blogspot.com.br/p/gifs-1.html