segunda-feira, 23 de maio de 2011

NOITADA NO CLUBE DE SWING

Pensaram que havíamos sumido, NE??

Nada...Estamos aqui, firmes e fortes...meio ainda quebrados de tanto sexo do final de semana. Mas vamos ao que interessa. Mais sexo!!!

Como puderam ler no outro post, fizemos uma visita a Atenas Club nesse último domingo, dia 16 de janeiro de 2011. Domingão, nós ainda em férias. Pensamos...quer saber, vamos pelo menos beber algo, nos divertir e sair de casa.
Apesar de termos passado a tarde toda transando, ainda tínhamos fôlego para pelo menos uma saidinha básica. Mas não foi tão básico assim.

Chegamos na Atenas e fomos conhecer as novas instalações. Sala-aquário, dark room, suites prive, enfim, tudo na companhia da Ale, proprietária da Atenas e pessoa que adoramos.
Haviamos convidado o casal Smurf, de Guarujá para ir conosco, mas eles não haviam chegado. Resolvemos bebericar algo, petiscar alguns amendoins até que fomos “namorar” um pouco no dark room, até então, vazio. Mas sabe como é né? Em rio que tem piranha jacaré nada de costas. Não deu 30 segundos e a sala já tinha uns 3 singles e um casal meio tímido na porta, olhando os acontecimentos. Eu em pé e a Dri me chupando sentada. Tudo muito escuro, somente iluminado por um fio de luz muito longe, da luz do banheiro do corredor da casa.

Estávamos tão alucinados de tesão que só fomos perceber a presença de um tarado de plantão quando o mesmo passou a mão nas coxas da Dri. Ela gentilmente tirou a mão do cabra. Mas sabe como é né? Água dura em pedra mole tanto fura até que bate...ou seja lá o que for.

O filho do pecado levantou e foi fechar a porta do banheiro, fonte de luz que ainda iluminava o local. Voltou e sentou perto de nós de novo, dessa vez sem ação, somente com a mão perto da perna da minha esposa. Eu ainda em pé, sendo chupado, acompanhava tudo, apreensivo sobre o que poderia acontecer.

E não é que aconteceu? A danada da minha esposa vendo se tratar de um negão (a vadia adora um negão – PQP) pegou a mão do caboclo e colocou na coxa dela, aproveitando para incentivá-lo a subir o vestido e pousando devarinho sobre a calcinha dela. (Na verdade, só soube disso tudo em casa, pois na hora, apenas via um vulto de movimentos mas sem identificar o que exatamente estava acontecendo. Ela me contou depois. Sim...safadinha...rsrsr).

Voltando...A coisa tava pegando fogo, eu cheio de tesão e ela a essa altura já pegava a rola do negão e batia uma punhetinha bem lentamente, sentindo toda a grossura da vara que estava desejando. O negão se levantou e se posicionou ao meu lado com a tora dura, pronta para a minha esposa chupar. Peguei a cabeça dela, tirei do meu pau e lentamente a dirigi até a bengala do Kid, digo, do negão.

Nesse momento percebi pela abertura oral que a rola do menino devia ser um cano, de tão grossa. Achei que minha esposa iria deslocar o maxilar, tamanha a abertura que fazia para tentar chupar aquela tora.

E eu ali, com meu humilde brinquedinho pensando...Tomara que o Bengala não estrague a minha principal fonte de sexo e amor, a tão amada e desejada bucetinha da minha esposa.
Pensava no estrago que ele poderia causar, mas entendi que se cabia na boca, a xaninha dela poderia perfeitamente agüentar aquilo.

Ela logo cansou de tanta rola na boca e levantou. Ficou ali, toda cheia de tesão desejando ser possuída, beijando e sendo beijada, não por mim, mas de namorico com o Kid. Que ciúme da porra, mas nessas horas, quem pensa mais é a cabeça de baixo e aquilo foi nos levando a quase um nirvana orgásmico de tanta excitação.
Mas, como um bom apreciador da boa sacanagem, a putaria tava tão boa que seria pecado (?!?!?!?!?! – hahahaha – Pecado??????)...enfim, seria pecado aquilo terminar com uma dedadinha na buceta e uma gozada despretensiosa. Eu queria mais e sabia que minha esposa também queria. Portanto, sugeri que saíssemos dali, da vista dos outros urubus para irmos para um quarto privê.

Na saída, pedi ao Bengala pegar a chave do quarto enquanto iríamos fumar um cigarro e tomar uma água.

Aí, fomos surpreendidos novamente. Quando passávamos pela pista de dança, vimos o casal Smurf, de Guarujá, sentados, nos esperando. Avisei o tarado para esperar um pouco e ficamos ali batendo papo com os simpáticos e agradáveis senhor e senhora smurf.
Entretanto, o tesão tava phoda, sem o trocadilho. Logo que o tarado me deu o sinal da chave, avisei minha esposa e fomos para o quarto. Fumamos um cigarro lá fora, enquanto o bengala preparava o ambiente.

Chegamos e fomos logo tirando a roupa, para continuarmos a brincadeira de onde havíamos parado, só que dessa vez, com muito mais ousadia, muito mais liberdade para deixar extravasar todo o tesão que havíamos cultivado no dark room.
Eu pela frente e o negão por trás. Fazíamos um sanduíche do melhor recheio. Minha esposa se esfregava em dois machos loucos para comê-la.

Ela ainda nos chupou mais um pouco até que o negão foi retribuir a gentileza. A deitou na cama e caiu de boca para sentir toda a gostosura que é aquela buceta.O negão a chupava enquanto ela me chupava. Em determinado momento, passei apenas a olhar o tesão dela, sendo devorada pelo caboclo.

Até que a virei de quatro e passei a fodê-la enquanto ela chupava aquela tora preta. Mas, vocês acham mesmo que ela só queria a minha rola??...Nada...!....Claro que não. Ela se virou, pediu ao cabra para colocar a camisinha, ficou de quatro, oferecendo toda aquela bunda deliciosa e aquela bucetinha linda para o negão começar o estrago, digo, a foda.
Me posicionei por baixo dela, para poder ver toda aquela tora invadir a minha deliciosa esposa. Era uma visão do paraíso. Ela estava em êxtase e quase não se agüentava louca para gozar.

Foi quando ela se virou e no tradicional papai e mamãe ficou ali, aberta e toda linda enquanto o negão a fodia de forma bem viril. Ela batia uma suave punheta no meu pau, mas claramente percebíasse que o foco dela, era gozar e fazer o negão gozar. Sendo assim, pedia a ela que beijasse, que fudesse bem gostoso com o Bengala.
Foi quando ela gozou alucinadamente e tivemos uma das cenas mais pitorescas da nossa vida sexual. O Kid avisou que também iria gozar e começamos a ouvir urros terríveis, gemidos altíssimos do cara gozando. Olhamos-nos assustados. Eu até pensei que ele havia se machucado, ao invés de ter gozado. Mas não, o tarado gozava feito gente grande.
Eu precisava gozar de qualquer forma. Meu pau estava queimando e pedi a minha saciada esposa que sentasse na cama, para limpar o cano do negão que havia acabado de tirar a camisinha e me chupar para que eu enchesse a boca dela de porra.
E não é que além de tudo, a safada ainda curtiu o restinho de porra do negão???....hehehe
Phoda...mas acabei gozando muito na boquinha dela. Vestimos-nos, fomos relaxar fumar um cigarro e tomar uma água, enquanto conversávamos com o simpático single, quer por sinal, é coisa rara de achar em uma casa de swing.

Fomos embora satisfeitíssimos com essa noite, onde pudemos perceber que basta um pouquinho de conforto e uma dose extra de tesão para a coisa fluir.

Chegamos em casa e é claro com muito tesão das lembranças daquela noite, ainda transamos mais e mais...Fomos dormir com muito, muito tesão...

Quem gostou poste comentário e identifique-se para que possamos manter contato.
Saudações para 2011!!


CREDITOS - http://casalnamoradoslitoralsp.blogspot.com

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Meu nome é Rodrigo e o da minha esposa Cláudia, somos de Belo Horizonte, ela é morena, bonita, cabelos longos, 1,62, 53 kg, seios pequenos durinhos e empinadinhos, cintura fina e bumbum grande, enfim, deliciosa. O que passo a narrar agora foi uma das nossas transas, gostamos de exibicionismo, já fantasiamos mais alguém em nossa cama, mas não tivemos coragem de realizar esta fantasia, pois ela é muito recatada e eu ainda inseguro, não gosto dos relatos que o cara fica xingando o outro de corno, e vejo que a maioria dos caras que fazem o ménage acham que nossas mulheres são piranhas, logo isto nos desanima bastante. Mas vamos ao conto. Quando éramos namorados e até como noivos, gostávamos de transar em locais públicos ou que corrêssemos o risco de sermos pegos. Quando namorávamos, estávamos na casa dos pais dela e dormimos na sala de televisão eu, ela e minha cunhadinha, lá pelas tantas as duas dormiam e comecei a fazer carícias na Cláudia, alisando seus seios e sua bucetinha carnuda, começamos a nos beijar e ela foi descendo a mão até meu pau que já estava duro como pedra, de tanto nos esfregar o tesão tornou-se incontrolável e ela de repente me virou chegou sua calcinha para o lado e subiu no meu pau encaixando-o em sua bucetinha já encharcada de tesão, minha cunhada a poucos centímetros de nós parecia em sono profundo, mas até hoje não sabemos se ela nos flagrou, pois permaneceu imóvel durante toda a transa, após uns dez minutos de vai e vem naquela bucetinha deliciosa enchi ela de porra quente e grossa e caímos ofegantes, ainda com medo de que ela acordasse ou que meu sogro aparecesse. Essa sem dúvida foi a transa mais arriscada de todas, mas tivemos outras tantas que também foram deliciosas e que passo a contar. Certo dia saímos para um boate e depois fomos a um drive-in, já na boate eu sentado e ela em pé com uma saia preta e uma meia calça ¾ que dava acesso a sua bucetinha que era acariciada sem rodeios para quem quisesse ver, quando entramos no drive-in já quase sem roupas desci do carro, chamei-a e ela meio sem entender mas com um baita tesão saiu do carro, acabamos de tirar toda a nossa roupa e aquela morena deliciosa e com tesão estava ali toda entregue a mim, virei-a de costas e enterrei meu pau em sua bucetinha, colocando-a bem rente à cortina do drive-in, e de repente ainda atolado em sua bucetinha abri a cortina com ela se apoiando com uma mão na parede e a outra na cortina aberta, a nossa frente, um pouco afastado o segurança do local fitava a cena que não devia estar acreditando, aquela mulher maravilhosa nuazinha em pêlo sendo deliciosamente metida por trás, ela ficou assustada pediu para entrarmos no carro, mas eu estava adorando exibi-la para o segurança que acariciava o cacete disfarçadamente, o cara por respeito ou receio não se aproximou(infelizmente, pois naquela noite eu estava muito chapado e com certeza deixaria pelo menos ele tocar uma punheta pertinho dela), após uns cinco minutos de exibição direta entramos no carro e gozamos bem gostoso comentando o fato que acabara de ocorrer, perguntando a ela se tinha gostado de se exibir, ela respondeu que sim gozamos como loucos, mas depois disse que ficou envegonhada e arrependida. O fato é que depois disso várias outras vezes já nos exibimos e a cada dia isto ia se tornado uma constante em nossas transas, até que depois do casamento ela só quer entre quatro paredes e eu fico insentivando-a a vestir roupas provocantes, sair sem calcinha, deixar uma parte dos seios à mostra, mas infelizmente tem sido cada vez menos frequente. Quando ela está com muito tesão ela me pergunta se eu gostaria de ver outro pau na bucetinha dela e respondo sempre que se era isso que ela queria ela poderia ter, mas ficamos só nisso, ainda procuro alguém ou alguma situação ideal ou algum casal para realizarmos a fantasia de transar no mesmo ambiente.


Creditos autor(a) desconhecido

Professor e alunas

Meu nome é Raul. Tenho 28 anos, e sendo casado há quatro anos levava uma vida sossegada e monogâmica até acontecer um incidente inusitado que fez o curso de minha vida caretinha dar um giro de 180º. Sou professor de 2º grau numa escola particular e sempre procurei zelar pela ética do meu ofício e nunca me envolvi com nenhuma de minhas alunas por mais tentadoras e ordinárias que fossem. Contudo, um belo dia a jovem Chris (nome fictício), uma morena linda e de corpo escultural, que vinha pegando notas baixas na minha disciplina (química), me abordou no corredor do colégio pra me perguntar se eu não estaria disposto a dar aulas particulares pra ela, juntamente com a Sônia, sua melhor amiga e também colega de classe. Pedi a ela uns dias para pensar até porque minha agenda estava lotada, naquele período. Confesso, que a Chris sempre me despertou muito tesão, durante as aulas, pois dentre seus atributos, possuia um belo par de pernas, um quadril bem delineado, um bumbum bem arrebitado e dois seios fogosos que pareciam caçoar da Lei da Gravidade, no alto de seus bem distribúidos 1,70m. Ela e a Sônia, que também era um pitelzinho, sempre sentavam nas primeiras fileiras da classe e ambas costumavam usar generosíssimas minissaias, que de tão curtas, muitas vezes me deixavam fora de órbita com sua mera contemplação. Duas semanas se passaram e Chris e Sônia, me procuraram novamente pra saber se seria possível realizar as tais aulas de reforço. Brincando, falei pra elas que tempo até que eu tinha, mas não sei se elas teriam como pagar por minhas horas-aulas, pois afinal não fazia isso com qualquer um. As duas deram um sorriso bem maroto e disseram que se o dinheiro não desse eu não aceitaria as duas como forma de pagamento. Na descontração comentei só se fosse a três e que elas teriam que fazer exatamente tudo o que eu quisesse. Elas apenas e sorriram e daí agendamos nossas aulas no fim de semana e trocamos telefones. No sábado seguinte, compareci na hora e local combinados, na casa da Chris, onde fui alegremente recebida pelas duas morenas em trajes sumaríssimos (minissaia e camiseta regata) que mais revelavam que escondiam. Durante três horas seguidas devoramos teoremas, demonstrações e exercícios, mas em momento algum conseguia disfarçar meu olhar pros provocentes seios das meninas, que pareciam querer pular fora da camiseta. Enquanto estava sentado à mesa, conseguia esconder o volume do meu pênis, mas distraído levantei pra fazer uma anotação no quadro branco que havia montado e as duas perceberam que estava excitado e começaram a dar risadinhas. Foi aí que percebi a gafe e procurei desfarçar pondo a mão no bolso, mas já era tarde. Pra minha surpresa a Chris maliciosamente comentou se todo o volume sob minha calça era por causa delas. A Sônia mais atrevida ainda perguntou se não podia dar mais uma olhadinha. Fazendo o jogo delas, tirei a mão do bolso e a Sônia, perguntou se eu não me importaria de ser mais explícito. Quando ela disse isso, meu cacete prontamente ficou mais rígido, e como sabia que estávamos a sós mesmo, pois seus pais tinham saído pra casa dos avós e prontamente obedeci e abri o zíper e puxei meu mastro pra fora.

Sem dizer uma palavra a Sônia se ajoelhou na minha frente e surpreendentemente começou a fazer um vigoroso boquete. Enquanto ela mandava brasa notei que Chris, apenas observar enquanto praticava uma deliciosa siririca. De repente, ela levantou e saiu me puxando pelo pinto até a sala, onde me jogou em cima do sofá e se ajoelhava e pagava um boquete. Sônia sem perder muito tempo, veio por trás da Chris, levantou sua minissaia até a cintura e afastou a calcinha com as mãos e passou a lamber a grutinha de sua amiga. Com o pau em brasa e latejando de tanto tesão, levantei e pus a Chris de quatro no sofá e a penetrei vigorosamente na boceta. Ela gozava como uma gata no cio e pedia pra meter mais fundo e mais rápido, o que prontamente obedecia. Sônia se posiciou por debaixo de nós dois de tal forma que podia sentir sua língua quente passando pelo meu saco e meu cacete enquanto fodia sua amiga. Chris implorava pra Sônia lamber mais "a porra do grelo". Depois trocamos de posição e deitei Sônia de bruços no sofá com uma almofada por baixo da barriga pra empinar bem a sua bundinha. Chris sacando minhas intenções foi até a cozinha e voltou com um pote de margarina que sem pensar duas vezes untei no meu cacete, enquanto Chris enfiava dois dedos no rabo de Sônia, preparando o caminho pro meu membro. E mesmo bem lubrificado tive dificuldade pra conseguir encaixar meu pau naquele cú apertado, o que fez Sônia gritar histericamente pra eu meter logo tudo duma vez. Porém uma vez arregaçado aquele delicioso cú, penetrava com sofreguidão como se fosse a última foda da minha vida, onde consegui arrancar lágrimas de sofrimento, dor e prazer de Sônia. Chris, ficava o tempo todo por trás de mim passando a língua no meu cú e descendo até saco e a base do meu pau, o que me deixava mais louco de tesão ainda. Vez por outra tirava meu pau do cú de Sônia e pedia pra Chris cheirar e engolir meu membro todo até a garganta, o que ela fazia com todo prazer. Depois foi a vez da Chris de levar o cacete no cú, onde novamente a posicionei de quatro no sofá e a penetrei sem muito esforço, pois aquele rabo já tava mais do que arregaçado de outros carnavais. Chris ao contrário de Sônia, aguentava meu pau sorrindo e pedia pra fodê-la com ódio e bater na sua bunda, enquanto lhe fodia o cú. Sônia se posicionou sobre o rosto de Chris que lhe aplicava deliciosas lambidas na boceta. Foi então que senti que ia gozar e tal qual havia visto em filmes de sacanagem chamei minha duas alunas pra receber um potente jato de porra na cara, que elas lambiam mutuamente como se fose doce de leite. Após essa maravilhosa foda, fomos tomar uma ducha a três no quarto dos pais de Chris, onde ainda rolou mais uma trepada e depois iria me arrumar pra ir embora, pois os pais dela já poderia estar a caminho. Enquanto me vestia, Chris e Sônia com aqueles sorrisos marotos me perguntavam: "E aí Prof. acho que não precisamos nem mais estudar, pois sei que certamente o Sr. vai querer aplicar mais provas como a de hoje...". Com certeza, e as duas safadinhas outra vez resolveram chamar outro professor pra mais uma deliciosa aula de reforço,porém isso já é motivo pra outra história...

Eu e minha mulher no club



Olá, me chamo Guilherme, tenho 32 anos, 1,82m moreno, 103 kg com um mastro médio; junto há 10 anos sendo 7 de casado com Fernanda 26 anos, cabelos bem lisos pretos 1,60m coxas grossinhas, bumbum empinadinho, seios médios e um lindo rostinho.
Bem, fui o primeiro homem de Nanda na cama e praticamente o que ela sabe de sexo foi o que aprendeu comigo. Claro que informações com amigas (que ela já me contou cada história), internet, filmes pornográficos, etc. também ajudaram no seu conhecimento a ponto dela ter inovado em vários momentos.
Sempre fomos um casal muito quente e como na maioria dos casos que tive oportunidade de ler, me despertou um desejo que chamamos de fantasia que era fazer sexo a três. No inicio fantasiávamos muito na hora do sexo e comecei a tocar no assunto dizendo que gostaria de ver a desempenho dela com dois ao mesmo tempo, ela me dizia altas sacanagens, tínhamos transas intensas mas sempre que terminava, não tocava mais no assunto e assim foi por um bom tempo.
Nossa relação ficou muito turbulenta e passamos um tempo sem tocar no assunto, mas apesar de brigarmos muito e ficarmos estremecidos por vários vezes, o desejo de vê-la com dois e ter a certeza de que ela alem de gostar iria dar show me fez voltar a comentar. Nanda ao perceber que minha vontade já era real, me disse que apesar de até amigas já terem dito que tinham feito dai pra mais, não achava isso normal por minha parte e que eu era o suficiente pra ela. Continuamos fantasiando por um bom tempo, só que se transformou em um desejo intenso e constante. Num determinado final de semana, saímos pra jantar sem nosso filho (de 7 anos)e falei pra ela de forma franca e aberta sobre o assunto a deixando um pouco surpresa. Nessa mesma noite transamos muito, daquelas que rola de tudo e mais um pouco e praticamente implorei pra Nanda aceitar. Ela me respondeu que se fizesse algum dia, seria pra me satisfazer, e como já tinha dito antes que participando de uma loucura dessa como ela sempre expressou, não teria limites nem pra ela e nem pra mim ou seja vale tudo; mas que eu já a satisfazia por completo. Fiquei com tanto tesão que gozei muito. Passado 3 semanas de muitas transas , Nanda foi entrando bastante no clima das fantasias e praticamente tinha me dado sinal verde. Claro que perguntei pra ela com quem seria e ela ironicamente me disse que poderia ser com alguém alto lindo e romântico porem cafajeste na hora, mas sabia que eu daria prioridade a alguém bem desmarcado independente de raça e cor. Engraçado que já li muitos relatos em sites aqui da net e na sua grande maioria quem tem essa fantasia sempre quer ver sua parceira montada em um desmarcado e isso não foi diferente comigo, até porque ela só sentiu a minha até hoje e como disse lá em cima sou de porte médio. Como eu já tinha em mente, procurei um garoto de programa. Depois de ligar para alguns anúncios e poder ver fotos na net, escolhi um com nome provavelmente artístico de Mario que apesar de só ter fotos de cueca, aparentava ser bem avantajado. Eu tinha a intenção de sair pra dançar e tomar umas, mas ao comentar com Nanda que já tinha marcado com a pessoa que era de programa e que iríamos sair primeiro ela me disse que sairia só pra tomar umas em algum lugar bem discreto, pois tinha receio de algum conhecido quem sabe até em comum dos três ver e sair contando. Ela tinha razão. Liguei pra Mario e Marquei com ele no dia seguinte que era uma sexta. Fomos nos arrumar e Nanda vestiu uma calcinha fio dental que ela tinha comprado desenhando seu corpo me dando vontade de começar logo ali. Nos encontramos em um barzinho + ou – simples e ali começamos a conversar até pra se conhecer um pouco e descontrair. Nanda conseguiu se soltar bem e em meio as conversas perguntei a Mario se ele já fazia isso a muito tempo, ele nos respondeu que tinha 2 meses que começou nesse mundo e que nós éramos o 2º casal que ele iria atender. Nanda bebeu um pouco mais do costume e ela me pediu pra fecharmos a conta. Mario que estava de carro seguiu agente até um supermercado 24 horas que ficava próximo ao motel e seguiu em nosso carro. Chegando Mario foi tomar banho e em seguida eu e Nanda, voltamos pra cama nós só de cueca e ela de calcinha e sutiã. Percebi como Mario olhou pra ela e sem se conter comentou – você é linda e tem um belíssimo corpo. Nanda respondeu – pois aproveite que hoje esse belíssimo corpo será de vocês dois.Logo em seguida deitou na cama começamos a beijá-la, eu no pescoço e Mario entre as coxas e a bunda fomos despindo ela e Mario caiu de língua em sua xoxotinha enquanto eu tirei minha cueca e ela começou a chupar com toda sua maestria que ela sabia fazer. Percebi que Nanda tava com tanto tesão que ela parava por vários momentos para respirar fundo enquanto Mario chupava ela deixando-a louca. Perguntei baixinho no ouvido dela se ela não iria experimentar ele, e ela fez sinal de positivo e logo em seguida parou de me chupar e pediu pra ele tirar a cueca. Puts quando o cara se despiu, Botou pra fora um cacete que deveria ser pelo menos uns 8 a 10 cm maior que o meu e muito mais grosso. Percebi que Nanda fez uma cara de espanto e em seguida perguntei se tava tudo bem e ela com um leve sorriso disse que sim. Nanda começou a chupar aquele imenso cacete todo, lambia pelos lados chupava o ovo, subia de língua e engolia tudo o que conseguia. Mario delirava de prazer e eu que assisti por um breve momento coloquei ela de quatro e em seguida comecei bem devagar a entrar em seu cuzinho. Eu pensei que ela fosse até falar alguma coisa pois as poucas vezes que comi seu cuzinho, era sempre no final, mas ela estava totalmente de boca em Mario chupando cada centímetro que conseguia. Eu tava com tanto tesão que já queria gozar. Depois que entrei todo em seu cuzinho aumentei o vai e vem e passei a meter com força, Nanda chupava com vontade e jogava seu corpo de contra o meu. Passei meu dedo bem de leve em sua xoxotinha e como já esperado, estava toda molhadinha doida pra receber. Parei e disse a ela – Amor, você não vai esquentar sua xoxotinha não? Ela tirou o pau de Mario da boca e disse – Não, vou preenche-la mesmo. E sem perder tempo pediu pra Mario deitar de barriga pra cima, colocou a camisinha nele que por sinal nem cobriu o cacete todo, posicionou-se em cima dele e foi deslizando centímetro por centímetro naquele cacete. Ela com movimentos constantes mas devagar cravou um pouco mais da metade e assim começou aos poucos a aumentar a velocidade. Eu fiquei apenas observando e vendo a reação dela que era de puro prazer, com constantes gemidos e acariciando os ovos dele enquanto recebia. Mario segura Nanda pela cintura mantendo o ritmo e chupava seus peitos. Após poucos minutos percebi que ela não entrou mais e eu que naquela altura queria ver a coisa pegar fogo disse pra ela – pelo visto você não agüenta um desmarcado como esse todo! Mario antes que ela respondesse falou – se ela deixar enterro tudo nessa bucetinha quentinha e apertadinha. Nanda em meios a gemidos disse – já disse que sou de vocês, façam o que quiser. Mario sem perder tempo segurou ela forte pela cintura e com poucas estocadas enterrou tudo nela que começou a dar altos gemidos e logo em seguida gozou em serie. Eu que estava como mero espectador, me posicionei novamente por trás dela e cravei tudo passando a fazer uma deliciosa dupla penetração em Nanda, que gemia e dava leves gritinhos. Metemos bem fundo e constante deixando ela louca de prazer. Após alguns minutos Mario sai da xoxotinha de Nanda e manda eu meter pra ver como ela estava e realmente era uma diferença considerável, pois Nanda tava com sua xoxotinha um pouco arrombada. Eu que estava com o prazer a 1000% pedi pra Mario entrar novamente e logo em seguida me posicionei também em sua xoxotinha para fazer uma dupla penetração vaginal e disse pra ela – Amor você vai delirar agora. Nanda só pediu cuidado e sem perder tempo comecei a forçar de maneira cuidadosa mas fazendo entrar parte da cabeça. Senti que Nanda ficou um pouco tensa e com cuidado fui forçando entrando a cabeça. Nossa que tesão que me dominava eu fiquei tão entusiasmado que aumentei o ritmo fazendo Nanda dar leves gritos e gemidos até que com uma estocada bem forte enterrei quase tudo. Nanda me disse – Você ta me lascando e eu sem responder comecei um frenético vai e vem junto com Mario em sua bucetinha e comecei a xingá-la de puta e cachorra metendo tudo que podia, ela me respondeu – vai meu corninho safado mete tudo em sua putinha. Eu quase enlouqueço de tanto tesão e com mais algumas metidas, tirei rapidamente puxei ela e dei uma das minhas maiores gozadas em sua boca. Nanda não desperdiçou nem uma gota e logo em seguida ficou de quatro de forma muda dizendo que queria mais. Mario que logo percebeu se posicionou e disse pra ela – Você é linda cheirosa e gostosa e vou comer seu cuzinho. Ela respondeu – vai sim, mas meu corninho tem que abrir minha bunda pra você meter. Percebi que Nanda me testou naquele momento, afinal ela é quem estava fazendo a maior parte do trabalho. Eu sem relutar abri sua bunda dei uma leve passada de língua em seu cuzinho pra lubrificar e disse pra Mario – é todo seu. Eu só não sabia se ela iria agüentar tamanha vara no rabo. Mario logo tomou conta da situação e começou bem devagar a entrar no rabinho de Nanda que já estava um pouco dilatado por mim, Porém longe do que ele iria fazer. Com movimentos lentos Mario foi cuidadosamente entrando em seu cuzinho, mas não passou um pouco mais do que a cabeça. Ele continuou e começou a forçar mais fazendo ela se tremer e com estocadas mais fortes foi enterrando até que cravou tudo no rabinho dela e começou a aumentar o ritmo. Nanda dava alguns gritinhos, ai, ui, e gemia alem de xingar sozinha um pouco. Mario aumentou muito o ritmo e passou a meter nela com muita força e logo disse pra ela – que cuzinho apertadinho e delicioso sua cachorra. Ela respondeu – pois arrombe bem ele pra meu corninho ver . e assim Mario continuo com fortes estocadas e após um forte ritmo avisou que a camisinha tinha estourado. Nanda pra minha surpresa olha pra ele e fala – me come de quatro pra eu sentir quente. Mario prontamente atendeu e colocou novamente em sua bucetinha e segurando ela firme pela cintura meteu bem fundo fazendo ela gritar e gemer. Eu já estava me empolgando pra entrar na transa de novo quando Mario começa a gemer e avisa vou gozar. Ele logo pergunta pra ela – posso gozar em sua boquinha? Nanda se virou de frente pra ele segurou seu cacete e começou a punheta-lo com a boca aberta. Mario logo deu uns quatro jatos bem fortes em sua boca e encosta adentro despejando o restante. Foi tanto esperma que Nanda saiu rapidamente pro banheiro e percebi que ela tinha cuspido um pouco fora. Nossa toda minha fantasia tinha se realizado ali. Esperei um pouco e depois fui ao banheiro. Nanda já estava no banho e quando eu entrei ela logo me deu um beijo de língua e foi ai que me toquei que ela tava com os resíduos de esperma na boca. Sem duvidas ela me testava novamente. Eu logo perguntei pra ela se tinha gostado e ela com um belo sorriso disse que sim. Perguntei se ela agüentava mais e ela me respondeu que queria dar mais uma no mesmo ritmo. Por fim após uns 20 a 30 minutos repetimos a dose e fomos embora. No outro dia passamos como se nada tivesse acontecido e não falamos no assunto. Dois dias depois fomos transar e obvio que o assunto de quase toda transa foi não mais a fantasia e sim a grande apimentada que demos em nosso relacionamento. Soubemos lidar bem que apenas fazíamos isso pra acrescentar algo mais e ampliar nosso lado intimo. Repetimos a dose mais duas vezes e estamos muito bem depois dessa apimentada.

gui31ap

quinta-feira, 24 de março de 2011

Na fazenda com o peão forte

Final de férias, uma semana para começar as aulas da faculdade, aceitei o convite de Ricardo, um amigo de meu pai que veio jantar conosco, para passar a semana em sua fazenda no Paraná. Aceitei, lógico, nem namorado tinha na época e estava cheia de shopping, barzinhos, boates, esses programas que uma garota de 20 anos costuma fazer. O motorista viria me pegar às oito da manhã e ele estaria no aeroporto a minha espera.
Acordei cedo, estava excitada com a idéia de passar uns dias longe na cidade, já tinha até arrumado a mala na noite anterior. Ricardo me esperava na área de aviões particulares, me deu um beijo no rosto e embarcamos num bimotor de sua propriedade. Ele mesmo pilotava e pouco antes do almoço estávamos em sua fazenda. Almoçamos, ele fez várias recomendações à governanta, Ana, e embarcou para Florianópolis, onde tinha negócios a resolver.
Fui acomodada em uma suíte decorada com muito bom gosto, aliás, a casa era linda, estilo rústico, mas muito bonita e grande. Segundo Ana eram oito suítes, salão de jogos e tudo o mais. Também pudera, Ricardo tem quatro filhos, as duas mulheres e o mais velho já casados. Botei uma calça jeans, camiseta, calcei as botas de montaria e sai atrás de Ana para me arrumar um cavalo e conhecer a propriedade.
Quem trouxe a montaria foi Mauro, capataz da fazenda. Um gato selvagem. Alto, forte, barba por fazer, uns olhos verdes lindos, cabelos aloirados e revoltos.
Por via das dúvidas, trouxe uma égua bem mansa.
A voz era grossa, forte, entonação de quem está acostumado a mandar.
- Melhor mesmo, faz tempo que não monto.
Segurei na cela e ele fez “pezinho” para me ajudar a montar. Quando ia passar a perna sobre a montaria, notei que Mauro ficou com o olhar parado em minha bunda.
Não dei muita bola e acabei de montar. Dei uma encarada no gato e senti que ele estava doidinho. Com toda calma tomei o caminho das casas dos colonos. A égua era ótima, muito dócil obedecia todos os comandos. Andei por boa parte da fazenda sem interesse especial no que via, até chegar a uma trilha larga e bem marcada. Enveredei pelo caminho aberto na mata nativa e fui dar num lugar sensacional.
Um laguinho formado por uma cachoeira, todo gramado em volta, algumas pedras e muita sombra. Desmontei e fui para a beira do lago, estava doida para dar um mergulho, mas o sol já estava baixo, a água fria e um ventinho me desestimularam, mas, com certeza amanhã de manhã estaria lá.
Quando cheguei de volta à sede da fazenda Mauro me esperava na varanda da casa.
- Demorou, menina, estava escurecendo e eu fiquei preocupado. Gostou do passeio?
- Demais, achei um laguinho com uma cachoeira sensacional.
- Foi o patrão que mandou fazer o lago. Os filhos dele adoram o lugar, quando vêm para cá passam dias inteiros lá. Tem até churrasqueira...
- Amanhã vou lá.
Ele levou a égua e eu fui tomar banho e jantar. Deitei para ver televisão, mas dormi com ela ligada. Não achava que estivesse tão cansada, mas acordei pouco antes das oito com ela ligada.
Escovei os dentes, coloquei um penhoar por cima do babydoll e fui tomar café. Ana tinha preparado uma mesa completa: frutas, ovos, bacon, pão caseiro e tudo o mais. Estava conversando com ela, perto do fogão de lenha, quando entrou Mauro perguntando se eu queria a mesma égua de ontem.
Os olhos do carinha vidraram. Estava de frente para mim, na porta da cozinha e o penhoar aberto deixava ver minhas parte de minhas coxas e a ponta da calcinha.
- Pode ser sim, gostei muito dela.
Ele demorou ainda um pouco apreciando o panorama que eu proporcionava e foi encilhar a égua.
- Não da muita trela pro Mauro, ele é muito metido e folgado, mas pro trabalho seu Ricardo gosta muito dele - Alertou Ana.
- Não dou muita bola pra ele, pode deixar comigo.
- É melhor mesmo...
Botei o mesmo jeans do dia anterior com uma camiseta limpa e cheguei a pegar o biquíni, mas deixei na gaveta. O lugar era afastado de tudo. As casas de colonos, galpões e máquinas agrícolas ficavam para o outro lado, não tinha qualquer atividade próxima, podia satisfazer uma de minhas verdadeiras taras: nadar pelada. A água envolvendo todo o corpo, ativando meu tesão.
Como na tarde anterior, Mauro juntou as mãos para me ajudar a montar e eu, de sacanagem, demorei a passar a perna sobre a égua, deixando a bunda bem na altura de seus olhos.
- Obrigado, Mauro.
Dei um sorrisinho bem sacana pra provocar a fera e tomei rumo da minha cachoeira - já tinha até adotado, linda, linda.
Chegando ao paraíso, desmontei, amarrei a égua na sombra, deixei a roupa em cima de uma pedra baixa e cai na água. Meio fria, mas o sol estava forte. Nadei até a cachoeira e subi pela pedra. Tinham colocado umas alças de ferro pra não ter o perigo de escorregar. A água caía em um buraco largo cavado na pedra, o que permitia ficar em baixo da água com toda segurança. Cheguei embaixo da queda e senti a água escorrer pelo corpo, caindo com força sobre os ombros. Parecia criança que ganha em brinquedo muito desejado. Brincava com a água, curvava o corpo e ela escorria entre as nádegas ativando meu tesão.
Não sei por que, de repente olhei para onde estava a égua amarrada e vi alguém sentado na pedra sobre minhas roupas. Era Mauro, acenando para que fosse até lá. Indignada com a atitude dele, mergulhei no lago e fui até a borda onde ele estava. Apoiada em uma pedra, com água pelo pescoço, pedi:
- Joga minha toalha.
- Negativo, vem buscar...
- Não brinca Mauro, joga a toalha pra eu poder sair daqui.
- Vem buscar, já disse.
Fiquei em uma verdadeira armadilha, estava começando a sentir frio e ele sentado na pedra tranquilamente esperando eu sair da água - teria que sair mesmo -, mascando um talinho de grama, olhando para um lado, para o outro. E o frio aumentando... Já estava toda arrepiada quando resolvi ceder. Apoiada com as mãos na borda, subi em outra pedra mais alta e saí do lago toda arrepiada de frio, tentando cobrir os seios com um braço e o púbis com a outra mão.
- Vem até aqui...
Cabeça baixa, toda encolhida, caminhei até onde ele estava. Mauro segurou meus pulsos e abriu meus braços com força.
- Deixa ver essa franguinha pelada... Toda arrepiadinha. - Apalpava meu púbis - Bocetinha gordinha, toda molhadinha, por fora e por dentro.
Seus dedos tocavam a entrada da grutinha...
- Isso deve ser gostoso que só... Vamos ver o gosto aqui.
Ele chupava meus mamilos, ora um, ora outro, passava a língua bem devagar, aumentando meu tesão.
A situação estava me deixando alucinada. Sempre gostei de homens que dão ordens, não ficam pedindo feito babacas.
- Gostosa, muito gostosa... Ajoelha aí e dá um chupadinha.
- Não chupo.
Saiu sem querer, não sei por que, mas, já que tinha dito, iria manter.
- Ah, não vai chupar não é. Fica tesando a gente, mostrando a bundinha e com sorriso oferecido, depois quer tirar o cu da seringa, é?
Fiquei apreensiva. Ele desafivelou o cinto largo, tirou das passadeiras, dobrou em dois e, sem que eu esperasse, virou meu braço atrás das costas como uma chave de jiu jitsu e me empurrou em direção a pedra onde estavam minhas roupas. Forçou meu tronco para baixo e eu deitei na pedra com a bundinha totalmente desprotegida.
- Agora você vai ver o que custa tesar um homem e depois cair fora.
Lapt.
- Aaaaaaaaiiiiiiiiiiii.
As nádegas ainda estavam úmidas e a cintada ardeu pra burro. Lapt.
- Aaaaaiiii. Pára, Mauro pára. Aaaaaaaiiiiiii - outra lambada estalou seca.
As nádegas tremiam a cada cintada e ardiam muito e ele implacável. Lapt.
- Aaaaaaiiiiii - Comecei a chorar.
Lapt.
- Uuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiii.
Tentava contrair os glúteos para absorver os golpes, mas ele batia de qualquer maneira, descompassado.
- Vai dar uma chupadinha?
- NÃÃÃOOOOOO - também escapou sem querer.
Lapt, lapt...
- Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiii - Agora veio uma em seguida da outra.
As lágrimas encharcavam minhas roupas...
- Eu chupo, eu chupo... Chega, pelo amor de Deus.
Ele soltou meu pulso, aliviou a pressão que me imobilizava na pedra e se afastou um pouco. Fiquei deitada como estava, chorando de bundinha ardendo.
- Como é, vem ou não vem?
Ele ainda estava com o cinto enrolado na mão, as pernas meio abertas.
Comecei a me levantar da pedra com as pernas trêmulas.
- Não, vem de joelhos.
Obedeci. Cheguei perto dele e arriei sobre os calcanhares. Com os braços cruzados, em atitude autoritária.
- E aí, vai ficar olhando?
Reuni forças, ergui o corpo e abri as calças. Puxei para baixo, junto com a cueca, mas esta enganchou no pau que estava estourando de duro. Desenrolei, baixei tudo e o cacete bateu em meu rosto. Segurei para arregaçar a cabecinha e fui enfiando devagar tudo que podia. Passei bem a lingüinha por baixo e voltei a quase tirar todo da boca. Mauro soltou um urro e agarrou minha cabeça. Enfiou o pau quase todo, garganta abaixo. Quase sufoquei, mas aguentei firme. Segurando minha cabeça ele metia como se estivesse numa xana, até que parou no fundo de minha garganta e começou a latejar, enchendo minha boca de porra. Ficou com o pau parado como para me impedir de cuspir o gozo.
- Continua chupando pra ele ficar duro.
Continuei chupando devagar até sentir que tinha endurecido e crescido de novo.
- Agora deita ali na pedra, bundinha pra cima que você vai levar a melhor enrabada de sua vida.
Já doida de tesão deitei de bruços com a bunda bem empinada. Esse é o tipo de macho que eu gosto, não pede, manda. Mauro encheu o dedo médio de saliva, separou minhas nádegas com a outra mão e foi enfiando o dedo em meu cuzinho bem devagar. As mãos eram grandes o dedo grosso.
- Ai
- Tá doendo benzinho?
- Tá, seu dedo é muito grosso.
- Você já viu o que te espera, né? Mas não quero machucar esse cuzinho lindo...
Tirou o dedo, colocou mais saliva e enfiou novamente. Desta vez deslizou macio.
Ele ainda repetiu o dedo mais uma vez e ficou movimentando pra alargar mais, enfiou outro dedo...
- Agora tá legal.
- Bota logo esse pau aí, porra, tou doida pra ser enrabada.
Ele ficou atrás de mim, prendeu meus tornozelos com os seus e separou minhas nádegas. Passou mais saliva no pau e foi entrando em mim devagar. Quando o pau já estava quase todo dentro ele arriou o peso em minhas costas e segurou meus ombros. Eu estava doida, a bunda ardia um pouco da surra, ativada pelo contato dos pentelhos. Aquele gato selvagem todinho dentro da bunda e sua respiração ofegante em meu pescoço. Ele deu uma última estocada e senti entrar o restinho que faltava.
Imobilizada entre suas pernas e com seu peso, esperei ele tomar a iniciativa.
- Vai gatinha vai, aperta ele gostoso.
Eu contraía e relaxava a musculatura em torno no pau e ele parecia maior ainda dentro de mim.
- Isso, assim, aperta ele gostoso, aperta... Isso!!!
Já estava fora de mim quando comecei a gozar. Tranquei o pau com força e gozei como uma louca...
- Ai, amor, fode gostoso, enraba sua fêmea sem dó. Mete gostoso, vai, me enraba, vai.
- Fica bem quietinha agora. O titio vai mostrar o que é levar vara no cuzinho.
E me puxou mais pelos ombros, fazendo a bundinha ficar bem empinadinha e começou um rebolado alucinante, saindo e entrando em mim, o saco batendo forte na portinha da xana. Doidinha gozei novamente sentindo o pau inchar na minha bundinha. Eu gritava, tentava me mexer, mas ele continuava metendo sem parar me mantendo toda presa.
- Ai pombinha eu vou gozar, ai, quietinha, bem quietinha, ai, agooooooorrrraaaaaaaaa...
E deu uma estocada bem funda e eu senti os jatos de porra dentro de mim. O pau de Mauro parou de latejar e ele arriou o peso em minhas costas. Eu comecei a apertar o pau de novo e gozei outra vez.
Tomamos um banho de cachoeira e eu corri para a sede da fazendo. Tava doida pra entrar num chuveiro quentinho, almoçar e descansar das duas surras que levei, de cinto e de pica.
O sacana ainda bateu na minha janela de noite. Pulou para meu quarto, mas aí é outra história.


Creditos a MARIANA FREJAT

quinta-feira, 17 de março de 2011

Minha secretaria abusou

Há muito tempo olho para a minha secretaria com outros olhos, mas o trabalho e o respeito sempre foram mais fortes, mas a Patricia começou a abusar da minha educaçao e do meu respeito. A empresa onde eu trabalho cresceu inesperadamente em um ano foi quando o sócio diretor veio me avisar que eu teria direito a uma secretaria e que eu deveria pedir ao RH, consultei o RH e deixei a escolha deles a nova secretaria, numa segunda feira quando chego na empresa sou recepcionado na minha sala pela Patricia, de cara percebi que ela era muito bonita mas devidos as suas roupas nao deixava eu perceber suas curvas mas seu rosto e seu sorriso sempre foram maravilhosos mas como o trabalho era muito nao tinhamos tempo para nada. Eu tenho 37 anos sou casado e tenho dois filhos, meu casamento nao tem muito sexo e isso sempre me incomodou mas o trabalho me consumia entao sempre botei a familia em primeiro lugar a Patricia tem 24 anos e é noiva, portanto na empresa sempre mantinhamos um respeito um para com o outro.

Mas depois de 4 meses trabalhando juntos começamos a ter mais intimidades um com o outro eu falava das dificuldades do casamento ela falava das dificuldades de casar e fomos cada vez ficando mais intimos ate que de um dia para o outro ela começou a vir com roupas mais sexy, decotadas, mini saias.As roupas encurtaram tambem por causa da proximidade do verao e do calor absurdo que começou a fazer. Ai sim eu pude ver que se tratava de uma deusa, seus seios eram grandes redondos quando ela usava blusas decotas ficavam com a metade a mostra, suas pernas eram fortes bem torneadas e lisinhas com uma leve penugem alourada, sua bunda é redondinha e a safadinha aparecia com a calcinha bem enfiadinha, tudo bem discreto mas se olhar bem voce vê. Como estavamos cada vez mais intimos perguntava para ela como tinha sido seu final de semana e ela dava sorrisinhos e perguntava o meu e eu falava que tinha sido iguais. Certo dia a convidei para irmos almoçar ela ficou toda entusiasmada e perguntou onde? eu brinquei com ela e falei que ia ser num lugar bem gostoso, mas falei apenas brincando a safada me olhou e falou na lata: - Nós vamos para um Motel? Sinceramente eu fiquei surpreso mas como homem que sou nao podia voltar a tras e vi uma chance ali e respondi - Voce iria num motel comigo? ela me respondeu que iria a qualquer lugar comigo.

Nesse dia ela estava incrivelmente gostosa com um vestido que tinha botoes decima a baixo portanto o decote do seios eram seguros por um botao deixando seus contornos bem expostos, o vestido deixava seu corpo bem marcado mostrando todas as lindas curvas que ela tinha, me aproximei dela com ela sentada em sua mesa e com a caneta na boca e falei pra ela - Voce iria mesmo? Ela nao tirou a caneta da boca deu um meio sorriso e so balançou o pescoço sinalizando um sim. Me aproximei mais de seu rosto fiquei de joelhos para ficarmos quase na mesma altura e fui para da-la um beijo ela nao resistiu nada e se aproximou para este beijo. O beijo parecia ter sido o primeiro beijo da minha vida, um beijo molhado, lento e com um tesao incontrolavel, me levantei nao nos olhamos e eu avisei a ela vamos logo senao nos atrasaremos para o almoço e ela me seguiu pelos corredores e entramos no meu carro. Fui em desparada e fomos conversando como se nada disso estivesse acontecendo estavamos falando de trabalho. Quando entramos dentro do motel e fechamos a porta da garagem do quarto nos olhamos e demos mais um daqueles beijos, forte, intenso, molhado, so que agora minhas maos começaram a passear por seu corpo, descemos do carro e quando iamos subindo as escadas eu a puxei colando seu corpo no meu e nos beijamos mais uma vez entramos no quarto agarrados foi quando fechamos a porta.

Quando fechamos a porta nos separamos eu a olhei de encima a baixo fui ate o primeiro botao de seu vestido e suavemente o abri consegui ver metade de seus seios ela fechou os olhos eu abri o segundo botao, ela estava sem sutien portanto aqueles peitos maravilhosos saltaram para fora na minha frente, desabutuei o outro botao, depois mais um e para a minha surpresa no quinto botao apareceu uma bucetinha com os pelos bem aparadinhos e uma marca de bikini bem forte que contrastava com sua cor, ela tambem estava sem calcinha, engoli em seco, desabutuei o ultimo botao e deixei ela completamente nua eu nunca tinha visto uma mulher tao gostosa na minha frente ela era uma deusa. Ela olhou pra mim completamente nua e teve a petulancia de perguntar - Voce me acha gostosa? Eu nao respondi, nao consegui e me sentei na cama a safada virou de costas e eu pude ver aquela bunda linda, redonda e com uma marquinha maravilhosa, colocou as duas maos na mesa empinou a bunda e falou e ai ? me acha gostosa? Eu me levantei da cama fui ate seu encontro e a abracei por tras ela se virou de frente e nos beijamos ela toda nua e eu ainda de roupa, abaixei meu rosto e comecei a chupar seus peitos maravilhoso ela jogou sua cabeça para tras e suspirou eu fui abaixando mais e cheguei na sua bucetinha o gosto éra maravilhoso suguei aquela xaninha e enfiei minha lingua dentro daquela vulva, ela se posicionou na mesa e eu pude ficar chupando aquela bucetinha gostosa e suculenta, minha lingua alcançava seu cuzinho e era suspirava comecei a colocar um dedo na sua bucetinha depois dois enquanto a chupava ela começou a rebolar na minha boca e nos meus dedos puxei ela pra cama e deitei na cama ela veio e sentou com seu bucetao no meu rosto e começou a cavalgar na minha cara se esfregava toda. Meu pau ia rasgar minha calça quando ela se virou e ficamos na posiçao de meia nove ela nua e eu de roupa.

Ela tirou meu pau pra fora antes de chupa-lo o esfregou pelo rosto todo, bateu com ele no rosto e abocanhou de uma vez só vez abaixou tirando minha calça e ficamos naquele 69 gostoso, eu nao tava mais aguentando posicionei ela de 4 e fui colocando bem devagar mas a bucetinha dela engoliu meu pau bem gostoso e comecei a bombar naquela buceta gostosa com aquele bundao virado pra mim, bombei forte e dei uns tapinhas ela gostava de tudo, coloquei ela de frente pra mim e abri suas pernas colocando meu pau e vendo ele sumir dentro daquela gostosa metemos um pouco em papai e mamae mas logo levantei suas pernas botei em posiçao de frango assado e bombeii forte do jeito que ela gostava, ela nao suportando mais me jogou na cama e veio por cima para cavalgar essa cena era linda pois aqueles peitos na minha frente e a rebolada que ela dava enquanto metia me levava as nuvens peguei naqueles peitos e comecei a beija-lo ela se esfregou tanto que começou a gozar eu tambem estava a ponto de gozar ela saie e a porra começou a jorrar entre nós.

Fomos ate o banheiro e tomamos um banho juntos, no banho nos animamos novamente ela abaixou e começou a me chupar novamente eu a levantei virei ela de costas ela se empinou inteira e fui colocando meu pau naquela bucetinha linda dessa vez fui mais violento e meti bem forte nela e ela gostava e gemia alto fomos molhados mesmo para a cama eu a coloquei na posiçao de frango assado e meti forte xingando ela de vagabunda gostosa, foi tao intenso que quando fui gozar tirei meu pau pra fora e gozei na sua barriga e seios, nos beijamos nos recompomos nao almoçamos e voltamos para o trabalho.