segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

SWING NO CASAMENTO

Existia uma barreira moral, ética ou psicológica a superar. O swing não fazia parte de minhas fantasias sexuais e as que eu possuía até então sempre envolvia exclusivamente meu marido e nossa relação enquanto casal.
Nossa experiência com Felipe e Jôse, nossos amigos assumidamente adeptos do swing alcançou nova roupagem numa boate trouxeram os dois para nossas “relações conjugais” e tanto eu como Mario acabávamos fantasiando a presença deles entre nós.

Longe de parecer natural, a ideia de participar de um swing de fato me perturbava severamente. Uma luta entre a possibilidade de um prazer sexual fora do casamento, mas enquanto casal, assumia proporções de tentação pecaminosa em minha mente. Com essa característica ficava, a cada dia, envolta em sensações de perigo (ao meu casamento), pecado (o proibido), novidade (o desconhecido), fantasia (fora da rotina), desejo (outro homem – uma mulher – nunca experimentados), medo (ânsia de fuga) e tesão (que se renovava e aumentava a cada transa na qual o casal participava apenas como fantasia mental).

Aquilo estava virando uma tortura até que numa sexta-feira o casal, sem aviso prévio, nos visitou. Chegaram ao anoitecer com a proposta de irmos conhecer um clube de swing. Eles esclareceram que ir ao clube não gerava um compromisso de participação em suas atividades. Eles só queriam nos dar a “oportunidade de conhecer um outro mundo”, uma nova forma de encarar o sexo conjugal (falando assim parece ainda mais tradicionalista).
Relutamos muito e Rôse pediu a Mário um copo de água. Quando ele levantou para busca-lo ela o acompanhou até a cozinha e, sem que eu entendesse o por quê Felipe também levantou-se pouco depois de sua esposa e ao passar por mim me estendeu a mão. Não entendi mas acatei seu apelo de irmos todos para a cozinha.

Engano meu! Ao me levantar recebi o delicioso abraço de Felipe que enquanto acariciava minhas costas e minha nuca envolvendo seus dedos em meus cabelos sussurrou sobre sua saudade ao meu ouvido arrancando imediatos arrepios e tesão de todo meu corpo. Depois, com o olhar fixo dentro dos meus olhos foi se aproximando e tocou meus lábios com os seus num leve roçar ininterrupto. Logo sua língua se insinuava em minha boca que de tão sedenta não ofereceu a mínima resistência e participei intensamente daquele beijo “proibido”.

- Será que seu marido vai gostar tanto do beijo de minha esposa como estou deliciando-me com o seu?
A pergunta acompanhada de mordidas em minha orelha não conseguiram afastar o alerta do ciúme. Mas ele só serviu para me entregar ainda mais ao prazer que experimentava. Entretanto, tudo aquilo, como não havia sido permitido por meu marido, me soava como traição.
Mario voltou da cozinha de mãos dadas com Jôse e já me convidando.

- Vamos ao clube?
Senti um desespero se apossar de minha mente. Fora flagrada beijando outro homem e ao invés de ver meu marido atordoado com a cena recebo um convite que minha mente não quer aceitar mas que as circunstancias me fizeram acatar.

Tentei ainda fugir:
- Mas demoro muito a me arrumar e isso vai atrapalhar o passeio deles. – Falei olhando para Mario com um sincero pedido de desculpas no olhar.
O olhar carinhoso de meu marido mostrou sua intensa vontade de conhecer o mal fadado clube e não tive como fugir.
Banho tomado, me vi escolhendo a vestimenta entre as minhas mais sensuais roupas. Optei por uma saia quadriculada, curta e rodada e uma camisa de seda branca semitransparente destacando a vermelhidão do meu mais ousado sutiã.
Seguimos no carro de Felipe para o tal clube que ficava num discreto prédio entre a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes.

Seguimos para um bar (realmente bem simples e sem garçons) com música ao vivo e pista de dança e meu corpo anunciou sua previsão de futuro. Fiquei acesa apenas pelo ambiente.

Para fazer os pedidos um de nós tinha que ir ao bar, pagar, e trazer para a mesa. Mas Felipe era sócio antigo e tinha um tipo de conta corrente, era só pedir em nome dele que pagaríamos no final do dia.

As mesas eram enormes e não oferecia privacidade. Os grupos sentavam-se juntos e aos poucos ia acontecendo uma grande integração, no nosso caso facilitada pela assiduidade de nossos “anfitriões”.

Entretanto havia um andar acima que não era possível descortinar de onde estávamos e Felipe informou que ali funcionava uma espécie de hotel com quartos diversificados em formatos e tamanhos.
Mario deu vasão a sua curiosidade e quis subir. O quarto disponível no momento era para 8 casais e Felipe aceitou. Pensei comigo, vamos desperdiçar uma grana para usar apenas a metade do espaço. Estava enganada. O novo espaço possuía serviço de quarto e uma espécie de varanda onde os casais tinham a visão da pista de dança. Logo, a convite de Jôse e Felipe, mais dois casais se juntaram a nós.

Todos estavam, digamos, comportados. Mas Mario começou a trocar beijos com Jôse e saíram da varanda. Felipe me convidou para conhecer o restante do quarto e – me fazendo de inocente e fingindo crer que nada aconteceria – o segui e encontrei Mario já sem roupas sendo “atacado por uma Jôse ainda totalmente vestida. Lá surgiu o alarme do ciúme como uma deliciosa desculpa para aceitar os beijos de Felipe.

Ali as coisas se inverteram e eu fiquei nua. Felipe era delicioso e atencioso. Depois de me arrancar dois orgasmos seguidos sem me permitir acaricia-lo foi buscar um refrigerante para matar minha sede. Mas isso teve a minha aprovação.

- Quer que eu mate a sua sede?
- Quero!
- Espere-me numa pose bem sensual que eu não demoro. Posso voltar nu?
- Pode! – Falei com firmeza. Eu queria e precisava ir além. Por isso não dei oportunidade dele me trazer um refrigerante.
- Traga-me um drink, por favor.
- Se é para o seu prazer vou trazer logo mais dois, aceita?
- Claro que aceito.

Nunca poderia esperar por aquela surpresa nem imaginar minha reação de euforia. Chegaram juntos Felipe e os outros dois rapazes, os três nus e cada um com um drink para me oferecer.

Nenhum deles me tocou. Sentaram ao meu redor na cama onde permaneci desleixada e sem qualquer iniciativa de ocultar minha nudez.

Felipe entregou-me a taça e tomou conta de meus pés massageando ora um ora outro e isso expunha meu corpo aos homens que conversavam comigo elogiando a mim, ao meu corpo e a tudo mais. A massagem ia, mais e mais, me expondo e me obrigando a mover minhas pernas até que outro rapaz tomou para si um dos pés. Agora, nas mãos de dois senhores, eu estava arreganhando sem qualquer pudor minhas pernas e expondo meu sexo umedecido.

O outro rapaz puxou minha cabeça para o seu colo, sem que eu sequer fingisse qualquer resistência e começou sua massagem pelos meus ombros.
As mãos começaram a aumentar a área massageada. Logo eram seis mãos passeando pelo meu corpo e quando um orgasmo safado se anunciou sem que nenhuma parte mais sensível de meu corpo tivesse sido tocada tomei na boca o membro do mais jovem dos homens. Afinal eu estava deitada em suas coxas e aquilo duro e ali tão perto era perturbador.

Meu impensado ato foi o sinal que esperavam e o gozo se anunciou e se intensificou com as ousadias das seis mãos, três bocas, três línguas e três picas comprometidas em me dar prazer.
Eu gemia, arfava, trepidava, gozava, perdia o fôlego, gritava, gozava, rodava o corpo, era apalpada, surrada por carícias indecentes, gozava, era sugada, lambida, mordida, gozava, arranhada, disputada e quando, finalmente, fui penetrada profundamente por Felipe gritei pelo socorro de Mario.

- Amor - gritei assim que o vi me socorrer solícito – eles vão me matar de tanto me fazerem gozar.
Entrei num orgasmo ainda mais intenso quando meu marido após murmurar em meu ouvido:
- Querida, seja forte!
Beijou minha boca com paixão.

Eu queria desmaiar de tanto prazer. Nunca gozara nem sonhara ser possível experimentar tantos orgasmos. Eu, que pensei que eles se rareavam próximo a exaustão, estava enganada. Eles vinham cada vez mais forte, mais duradouros e quando se iam outro já começava a se anunciar.

Eu estava no auge do orgasmo por sentir Felipe jorrar todo seu prazer na minha bucetinha e acreditei que era o fim. Mas o mais jovem fez meu corpo rolar sobre o seu e tomou para si minha buceta encharcada pelo Felipe. A facilidade da penetração e a velocidade que aquela lubrificação permitiu me deixaram tonta e o orgasmo, ainda mais intenso que se anunciava foi, de repente, contido.
 
Uma pica enorme explorava meu cuzinho e forçava dominá-lo numa penetração que prometia ser dolorida. Era a maior pica que eu até então conhecera. Mas logo ele venceu meus músculos e eu relaxei entregando-me as deliciosas estocadas que minha bucetinha recebia. O orgasmo renasceu desnorteando-me e quando dei por mim o saco da enorme pica estava colado no meu corpo e o grandalhão começava a bombear provocando outro tipo de prazer. Agora a mente também entrava em orgasmo, era uma dupla penetração, eram dois estranhos, dois homens deliciosos. Era Felipe sugando meus seios e beijando-me a boca. Era Mario mantendo minhas pernas arreganhadas para facilitar as penetrações e Jôse ora me dava palmadas, ora me forçava a beija-la (o que já fazia envolvida pelo prazer e me deliciava com aquilo) puxando-me os cabelos.

Até o início daquela noite eu jamais poderia supor que alguém poderia envolver ao seu redor 7 pessoas dedicadas exclusivamente a lhe proporcionar prazer e que se essa pessoa fosse eu estaria participando, colaborando, adorando e desmaiando, pela primeira vez na vida, de tanto gozar.
Também jamais imaginaria que após uma surra desta, voltando a mim e descansando por apenas meia hora. Eu teria ânimo e tesão para levantar, tomar um banho e voltar a fazer sexo com quaisquer dos 7, juntos ou separados, até o amanhecer.

Nunca me senti tão mulher, tão puta, tão saciada, tão desejada, tão amada, tão completa e tão comprometida com meu casamento, com meu marido e com a nossa felicidade.

Sexo, para nós dois, deixou de ser tabu e passou a ser assunto rotineiro para a nossa própria satisfação. Só então tivemos a oportunidade de diferenciar o sexo por amor do sexo pelo sexo e só então compreendemos que um casal que se ama pode praticar ambos os sexos.

Saibam, o prazer do sexo calmo e pacto que chamam de conjugal possui sabor próprio e insuperável, é como a água que precisamos beber rotineiramente. Sexo pelo sexo é o drink, o aperitivo ou o refrigerante. Ele pode ser uma brincadeira, uma busca intensa ao prazer, um lazer, ou até uma simples atividade social entre seres humanos onde nada (sexo, religião, raça etc.) importa.


Eu e Mario não somos apenas adeptos do swing, somos entusiastas em salvar casamentos e quase convertedores de novos casais levando-os de encontro a uma nova e suprema realidade que os mantém no auge do prazer sem uso de drogas, remédios e outras bobagens – apenas o sexo em suas mais diversas manifestações.

A AMIGA SAFADINHA

Apresentações primeiro , como sempre né , esse é o meu primeiro conto , sempre leio contos nesse site e resolvi colocar uma de minhas aventuras.......

Tenho 1,77 74 kilos , 21 anos , um moreno que realmente chama a atenção , sempre saio na balada , e quase sempre , uma boca nova eu conheço , e uma xaninha também....hehehehhhe sou de uma cidade do Paraná......

Minha historia começou assim....Eu faço faculdade mas meus familiares são de fora e durante a minha vida acadêmica , conheci Julia 172 , 57 olhos e cab casto, uma menina que adorava calcas jeans coladas , usava um percing e , adorava ver ela , com umas calcinhas enfiadinhas , não era sempre , mas quando colocava , hum,,, delicia..... e ela também era de fora....

Teve um feriado aqui (páscoa) , e eu não fui para minha casa.... porém , Julia tinha ido ver os pais numa cidade do interior de são Paulo.......

Como eu não tinha carro ainda nessa época , e no feriado fiquei sozinho , sem fazer nada..
Então , a melhor amiga de Julia , Renata , combinou da gente sair....ia um monte de gente , galera de 15 pessoas em um bar......

Costumávamos sair juntos , e o namorado de Renata tinha ido com os amigos pra praia , Camburiu , ela estava fudida....

Renata é uma menina não muito bonita de rosto, mas sempre me chamava atenção pela cinturinha dela , usava sempre na faculdade aquelas calcas de academia , e tinha um par de seios espetacular....todo mundo a desejava , tinha aquela carinha de safadinha , porem sempre respeitei muito , pois era amiga da minha namorada... Ela tinha 1,70 , um pouco menos que Julia , um corpo magrinho , mas tipo aquelas falsas magras...

Ela pegou mais uns amigos e passou em casa e fomos...Renata tava vestida com uma calca baixa , aparecendo o abdômen e uma blusinha branca... tinhas umas marquinhas de biquíni na cintura , mas não tão aparente.... tava muito delicia.....e eu tava de calca jeans e camisa pólo...

Então fomos para o bar...ficamos ate umas 2 horas foi quando eu pedi para Renata me deixar em casa....

Eu tava com fome , e meio assim de ter saído sem avisar Julia , e sem ter ido pra minha cidade....

Então ela foi me deixar em casa e disse pro pessoal do bar que já voltava...

No caminho ela me convenceu a ir na casa dela....pois tinha um monte de coisa pra comer láh...sobras de um aniversario do irmão dela... no inicio achei estranho , mas ela disse que os tios dela ainda estariam la jogando baralho....

Chegamos lá , e não havia ninguém em casa , mas mesmo assim fiquei de boa , pois já havia estado em sua casa em outras oportunidades..

Fui eu entao abrindo a geladeira e peguei uma cerveja e ela foi preparar uns sanduíches , ficou de costa pra pia e a imagem que eu via , era aquela cinturinha , aquela calca jeans que ressaltava uma calcinha não enfiada mas cavadinha , e isso me deixou excitado , e quando ela cortava os paes ela dava aquela reboladinha que , só de lembrar... E eu bem detrás dela , não encostando dela , via a marquinha de biquíni e a bundinha dela bem de pertinho...

Eu pensava , que gata gostosa , melhor amiga da minha namo...

Não agüentei, o desejo e o alccool falaram mais altos...

Enrrabei ela por trás.... Renata deu um susto e bem empurrou de uma forma brusca , fiquei sem graça , mas abaixei e soquei a boca por cima da calca dela , ela falava “ Para , não faz isso não e sussurava e já esboçava umas reboladinhas....

Eu vendo que o desejo dela falara mais auto levantei e virei ela contra a pia...

Passei a mão nos peitos dela e meu pau , ainda dentro da calca jeans esfregava a bunda dela....
Ela rebolava..... e agora a conversa era outra , ela falava “ quero que você come minha bucetinha bem gostosinha ela já ta molhadinha....

Nessa hora meu pau , aumentou ainda mais de tamanho....

E tirei a blusinha dela , ela tava com um sutiem de rendinha , , chupei os biquinhos do peitinho dela , pequenininhos e ela rebolava no meu pau, sobre a calca jeans dela....

Quando tirei minha calca ela já queria mamar , mas eu coloquei ela de novo na posição da pia , de costas , eu chupava os peitinhos dela ; e meu pau encostava na bundinha dela , por cima da calca jeans dela , era como se ela estivesse sentando no meu pau , e com minha mão apertava a xaninha dela , e ela só de calca jeans , ela gemia , sussurava , tava delirando.....

Tirei a calca jeans dela e vi quão enfiado estava a calcinha dela...

Com a pontinha da minha língua , comia o cuzin dela, e chupava a bocetinha dela... e como ela tinha tomado um sol , tava pra ver a marquinha.... a calcinha dela era branquinha também , não tirei , só coloquei para o lado...

Ela gemia e rebolava muito.... com a minha mão apertava o peitinho dela .....

Aquela xana tava uma delicia , enfiei 1 dendinho , 2 dendinhos , ela estava virando os olhos já...
Então ela se virou e abocanhou meu pau rapidamente, parecia um neném , ela cuspia e chupava , a boca dela tava toda lambusada.... Minha imagem via aquela boca e a calcinha dela , molhada enfiadinha...

Enfiei a pontinha do peitinho dela na cabecinha do meu pau.... ela nem lembrava mais que era amiga de Julia...

Coloquei ela em cima da pia... tive que colocar uma cadeira pra subir e ficar na mesma posição que a bunda dela , ela ficou de quatro , segurando na torneira , dei mais uma lanbidinha nela e nessa hora ela gozou, hum que delicia.. , ela empinava a bundinha e comecei a enfiar meu cacete na boceta dela por trás....

Eu enfiei bem devagarzinho , e ela tava ainda anestesiada do gozo dela , tive que me controlar pra não gozar.....

Comi a buceta dela , via aquela bunda no meu pau , e vagas imagens passavam na minha mente daquela putinha na faculdade de calca de academia... isso me excitava ainda mais , dei umas palmadinhas na bundinha dela...

Tentei comer o cuzinho dela , mas não consegui , muito apertadinho....... mas vi aquele cuzinho arrepiar inteirinho....

Não deu outro , gozei , num jato forte nas costas dela .....

Como ela estava segurando a torneira , ela abriu e molho os peitinhos dela, não deu outra fiquei chupando aqueles peitos por uns 10 minutos...

Com fôlego,, fiz um 69 no chão , um pouco frio , e ela rebolava e empurrava sempre aquela bunda deliciosa.....

Nesse exato momento minha namorada

ligou no meu celular...fiquei desesperado , e Renata , não parou de me chupar um segundo sequer , como ela era uma putinha gostosa....

Falei rapidamente e disse pra minha namorada que meu irmão , que mora comigo havia acabado de chegar e tava machucado , fiz uma voz de espanto e disse que ia ligar depois....hehehehehheh

Desliguei e falei pra Renata , agora vc vai sentir um cacete forte , sua putinha , e comi ela com força de quatro , e dava umas palmadinhas de leve e puxava um pouqinho o cabelo dela......Comi ela mais um pouco , e gozei na bunda dela.....

Ela ficou toda arrepiada.... e acabou que não lanchamos e tive que ir correndo pra casa , que dizer renata me levou , enquanto ela dirigia eu tocava no grelinho dela....
E foi isso....

Pra quem quiser mandar noticias , mandar fotos e contos também , manter um certo contato. , respondo a todas......
Bjao

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A NINFOMANIACA ARREPENDIDA. SERÁ?

Nao achei que fosse contar esta parte.E muito duro ver como isso pode acontecer, e as vezes me bate um arrependimento. Inicialmente os relatos seriam uma trilogia , mas  decidi ser sincero e contar sobre nossa relacao. A verdade é que descobri fotos da minha mulher, que foram tiradas antes mesmo de nos conhecermos. Fui diretamente conversar com ela, se ela era garota de programa, ou coisa assim. Ela me disse que nao. que era dançarina de show de strip tease, e que aquelas fotos dela, nua, molhada, num palco, com um homem a secando... Fazia parte de seu show e que ela, era connhecida nesse ramo...Perdi meu chao... e nao sabia o que pensar

Depois da noite em que confrontei a verdade,me senti muito dividido.
Sabia que Natalia estava dizendo a verdade. Ela necessitou viver aquela experiencia de se sentir ovacionada, desejada, ser o centro das atencoes. Percebi como ela tinha baixa sua autoestima sob o ponto de vista de mulher fatal e que naquele momento, ela realmente fez o que tinha que fazer e viveu algo que talvez eu nunca fosse capaz de lhe dar.
Por outro lado ela havia mentido e se eu não houvesse buscado a verdade, ela teria me enganado e não sei se ela conseguiria conviver bem com a mentira( eu não conseguiria). Eu me senti enganado.Perdi a confianca
As vezes procurava ser compreensivo e fazer o que ela havia me pedido, compreender para tentar perdoar, mas as vezes me brotava uma decepcao .Eu a olhava e me perguntava o que ainda estava fazendo ao lado dela.

O pior e que não dependia de mim e nem dela .Infelizmente tudo estava exposto para alguns bilhoes de seres humanos que tem acesso a internet. Não era facil para mim encarar aquilo. Vi varias vezes as fotos e a do rapaz secando sua buceta me doia muito. Era demais para mim.
Natalia tentava me agradar, era uma mulher dedicada, me completava como ninguem nunca havia me completado , mas tinha esta macula que eu não conseguia apagar.
Ela percebia meu conflito. Nao era grosso com ela mas naturalmente me afastei. Me afastei dela, de meus amigos ( por vergonha e por nao querer escutar brincadeiras).
No sexo ainda eramos imbativeis. Ao ve-la como exibicionista, meus limites e minhas fronteiras foram muito flexibilizados e vivemos coisas que jamais vou conseguir fazer com outra mulher. Nossas imaginacoes não tinham fim. Eram fantasias, lugares ,situacoes. Ela sugeria, inventava. Pra ser sincero creio que ela achou que me seguraria com a buceta e ate aquele momento era isso que me segurava .

Natalia nunca veio falar comigo das coisas que a molestavam. Eu nao sabia o que ela pensava e nem o que ela sentia. Nao sabia se ela queria repetir a experiencia exibicionista, se ela necessitava se exibir ou nao.Se ela necessitrava fuder com outro, ou se ja o tinha feito. Ela sempre guardou as coisas e depois de repente estourava , como aconteceu causando estragos grandes .Eu pelo contrario tinha que falar quando sentia que ia estourar. Quando depois de meses percebi que a coisa não estava indo bem, lhe propus mudar de ares, de cidade . Tentar apagar todo aquele passado sujo que a maculava ,para tentar viver um futuro juntos.

Ela aceitou mesmo tendo que renunciar ao excelente trabalho que tinha. Natalia era professora de matematica e ocupava um cargo de coordenadora na melhor escola da cidade.
Nos mudamos para o Rio de Janeiro. Achei que numa cidade com milhoes de pessoas,festa, lazer, talvez pudessemos progredir.
Ela conseguiu emprego numa escola e eu tinha pedido transferencia na minha empresa, entao continuava bem empregado.
Nos divertiamos. No Rio de Janeiro, nossa diversao foi ainda maior. Pra ser sincero não comentava com Natalia minhas angustias. Sempre pensei que se eu havia decidido continuar com ela, não deveria jogar na cara o que ela havia feito. Continuava porque queria, ciente de todo o ocorrido. Se decidisse pular fora sairia, mas nunca ficaria jogando na cara.
Nossa vida comecou a melhorar. Posso dizer que comecei a passar periodos de 48 horas sem pensar no ocorrido, o que para mim era uma eternidade. Estavamos progredindo e ela na escola era super querida pelos alunos e colegas de trabalho.

Um dia chego em casa do trabalho e vejo Natalia chorando.
Perguntei o que havia ocorrido e ela não quis me contar. Fiquei preocupado com saude, assalto, sei la. Ela entao me disse que quando entrou na sala de aula estavam todos calados o que nao era normal para alunos daquela idade ( 15 anos) e ao olhar os murais da sala havia varias fotos dela nua, que descobriram na internet inclusive aquela do cara com o paninho na sua buceta. Ela comecou a chorar e a galera pedia para ela fazer um strip!

Não havia mais clima para seguir no emprego e ela havia sido demitida.
Novamente nosso ceu estava desabando. Chegava em casa todos os dias e ela estava deitada, deprimida,chorando ate que depois um tempo , fui ter uma conversa com ela:
“ Natalia, voce sabe que eu sempre te amei e sempre te amarei de alguma forma, mas nossa situacao esta insustentavel. Tentei aguentar ao maximo a pressao, mas não posso continuar me enganando e te enganando. Voce viveu o que teve que viver, mas isso comprometeu nossa convivenvia . Não e culpa sua nem minha, são somente opcoes que cada um faz na vida e não cabe a mim julgar suas necessidades, nem a voce julgar as minhas. Quero dizer que estou pulando fora. Faco isso cortando minha propria carne, voce não imagina como estou quebrado por dentro. Nem sei como sera viver sem voce,, mas a verdade e que nem eu nem voce estamos felizes. Isso não e o que quero para mim, nem e o que quero para voce. Sempre quis te dar tudo do bom e do melhor, mas não consigo achar o melhor para te dar ao pensar sempre no que aconteceu e no que podera acontecer. Perdi a confianca em voce. Voce nao se abre comigo, nao me diz se ainda sente falta de ser a atracao,se quer viver de novo aquela experiencia,se eu te satisfaco , ou mesmo se voce esta confusa.As vezes acho que voce me trai, que alem de se exibir, voce necessita de sexo com outros"
Natalia escutava estatica, pois já esperava por minha decisao.

Ela me perguntou se havia outra mulher e eu ri! Como haveria outra mulher? Eu era louco por ela. Pela sua docura, pelo seu jeito, pela sua voz, pelo seu cheiro, pelo seu caminhar, pelo seu sorriso, mas ela tinha passado por limites pelo quais eu não conseguia passar. Eu estava me agredindo a cada dia que seguia com ela.
Obvio que não sairia de casa naquela noite. Isto seria um processo que levaria semanas ,mas já naquela noite ela ficou ciente de minha decisao.
Estavamos muito tristes e ela tentou no meio do seu choro transar comigo mas eu não tinha vontade , animo nem forcas. Fui dormir no sofa.
Um pouco depois de eu já estar deitado, Natalia veio a mim, se agachou e me disse

“ Meu amor, estou quebrada! Não tenho forcas para seguir lutando. Reconheco meu erro e sei o quanto voce lutou para tentar aceita-lo.So que tenho que te dizer que nunca te trai! Por mais que eu goste de me exibir , nao tenho vontade de dormir com nenhum outro homem.Sei que e dificil de acreditar ate porque nao tenho mais muito credito contigo, mas e verdade. Nao pedirei para que voce desista de sua decisao já que imagino que ela não tenha sido tomada hoje. Ela foi pensada e voce somente a verbalizou quando estava certo de que era isso que queria, mas acho que por havermos vivido tudo que vivemos juntos, nada nem ninguem rompera nossos lacos. Entao peco que voce realize um pedido meu por favor
Eu disse “ Claro, o que voce quer?”
Ela disse “ Não pergunte! Venha comigo!”
Saimos de carro ela dirigiu ate Copacabana e entramos em uma boite com shows para turistas.
Eu olhei para ela e disse “ Não me diga que...” Ela me interrompeu dizendo “ Não fale nada!”
Pegamos uma mesa e pedimos umas bebidas. O show começou. Havia lindas mulheres fazendo strip-tease. Dancavam muito bem e eram profissionais. Havia na casa turistas estrangeiros e alguns grupos de garotos .
Natalia as observava calmamente. Percebi que ela nao as conhecia e tampouco conhecia aquele lugar. O show era bom, mas sinceramente nao era nada alem de um strip tease muito sem graca, sem nenhuma ousadia.

Assistimos a alguns shows e veio a hora do intervalo. Fui ao banheiro e quando voltei Natalia ainda estava sentada na mesa, olhando para o horizonte, muito triste e com um outro copo de caipirinha vazio. Perguntei se ela já não havia visto muitos shows e se podiamos ir embora mas ela disse para vermos só mais uma sessao para ver se algum show de la prestava
Sentei-me e na hora da apresentacao o mestre de cerimônias anunciou uma atracao especial. Disse que a casa tinha o prazer de receber ao inves de uma modelo dancarina profissional, uma mulher de verdade que faria o strip por prazer, para se sentir desejada e dedicaria isso ao seu homem, que nunca a tinha visto numa situacao igual. Falou que nao a conhecia e nem sabia se sua performance valeria a pena, mas pela forma como ela lhe pediu, achava que seria ao menos interessante.Ele pediu para que tal mulher viesse ao palco.
Olhei para Natalia na mesma hora. Sabia que se tratava dela e nao acreditava que ela teria coragem de passar por tudo de novo.Ela me encarou e disse " Voce nao queria saber como foi? O que quero? O que sinto?O que preciso? Tai o que eu preciso! Este show e para voce!"
Natalia mais uma vez queria viver esta fantasia, mas agora ela queria que eu a visse fazendo. Acho que lhe faltava a minha presenca na plateia para que ela pudesse realmente se sentir a musa.Achei que deveria realizar seu desejo mesmo que achasse isso já doentio.
Natalia subiu ao palco e a musica comecou. Pra ser sincero não a reconhecia. Havia um brilho em seu rosto e sua performance parecia profissional. Mas não era convencional. Nao havia pudor nenhum.

Ela comecou devagar e de acordo com a excitacao da galera ela ia se excitando. Nao demorou muito e ela já estava de calcinha e sutien, rocando a bunda no poste que havia no palco. Abrindo as pernas. Fazendo caras e poses e satisfeita com a reacao da plateia. Ai ela ficou de costas desabotoou o sutien e o segurou com as maos. Mesmo de costas ela jogou o sutien para um garoto que babava. Cobrindo os seios com as maos ela se virou e de repente aos gritos da galera,ela mostrou os peitos. Sua cara era de satisfacao e eu não sabia onde ela queria chegar com aquilo. Ai ela parou de dancar e fez como que ia terminar o show ainda de calcinha ,mas a galera gritava, exigindo a continuidade.
Todos estavam excitados. Todos queriam que a ultima peca de roupa fosse expurgada de seu corpo para revelar seu maior e mais casto tesouro- sua buceta. O grito da galera a comandava. Ela voltou a realizar a performance, se deitou, esticou as pernas, em seguida dobrou-as . A galera comecou a gritar " Tira, tira tira!!!" Ela atendendo as suplicas da galera tirou a ultima peca de roupa. Pronto, já estava peladinha, completamente nua,mostrando tudo. O publico delirava, a desejava, a queria. Ela esfregou a calcinha em sua boceta e a presenteou a um oriental que estava louco com ela.

O cara tirou um bolo de dolares para dar-lhe mas ela nem se importou, nao era isso o que ela buscava.Pra ser sincero era o melhor show da noite. Natalia era diferente das outras dancarinas..Sua bunda e seus seios tinham marcas brancas de seus biquinis que eram relativamente comportados. Ela tinha algumas celulites. Sua boceta, nao era totalmente depilada, tinha mais pelos que o normal. Ela era uma mulher de casa comum realizando uma excelente performance. Nao era malhada nem atleta. Era uma mulher naturalmente linda que mostrava tudo o que tinha para mostrar.Nao tinha o menor constrangimento. Abria a perna, mostrava tudo! O que a galera pedia, ela fazia!Estava la para agradar seu publico! Ai o funcionario da casa se aproximou carregando um balde e despejou agua sobre ela. Ela estava la nua e molhadinha. O cara tambem lhe deu um paninho. Ela desceu do palco e veio em minha direcao. Chegou ate minha mesa, cercada por muitos admiradores e me deu o paninho dizendo que naquela noite eu teria o privilegio de seca-la.

Eu não acreditava no que estava vendo. Estava com pena. Como ela se agredia! Ela disse " Agora voce me entende? Voce e um deles! Eu nao estou fatal? Sou desejada por todos mas so voce me importa. Mesmo que precise do desejo de muitos, so voce me teve e se quiser, so voce me tera!Vem me secar todinha!!!

Eu lhe disse que não tomaria parte no show porque isso não me excitava.
Ela disse que eu não podia negar. Que ela precisava gozar e que se eu não a secasse outro o faria. Que ela me estava concedendo algo que qualquer um naquele lugar daria quase tudo para conseguir. Falei que era melhor ela encerrar o show e se recompor. Ela com raiva se virou, olhou para o publico, caminhou para o palco rebolando aquela linda bunda e escolheu outro garoto babao do grupo para seca-la. O menino estava em extase. Comecou a seca-la sob aplausos e gritos da galera. Ele estava timido ai ela pegou sua mao e comecou a conduzi-la pelo seu corpo. Primeiro nos seios que logo se endureceram (neste momento ela ofereceu o biquinho para que ele chupasse). Depois apoiou as maos nos joelhos empinando e oferecendo a sua linda e enorme bunda, permitindo que o garoto a secasse e alem disso desse uns tapinhas e uns beijinhos nela. Finalmente conduziu para sua buceta onde ele acariciou seu clitoris. Eu estava puto! sabia que a partir daquele momento nossa relacao realmente havia terminado , mas a verdade e que tambem estava cheio de tesao. Alem disso me doia ver aquele moleque passando a mao na buceta de minha mulher. Ele passava a mao na sua buceta e ela nao parava de me olhar.Gemia alto para me provocar. Comecei a pensar que deveria dar-lhe este presente de despedida, pois nao teriamos nada a perder. Afinal ja estava tudo perdido e sabia que se nao o fizesse me arrependeria disto para o resto de minha vida.Fui em direcao ao palco e dei um empurrao no moleque. Ele me olhou e quando cogitou a hipotese de me encarar viu meu olhar de ira e decidiu se contentar com o que ja havia recebido.Natalia me olhou com olhar de safada e diante de todos deu um tapa em minha cara.

Eu estava com raiva e com tesao ao mesmo tempo.Devolvi o tapa que ela me deu. So que foi tao forte que ela caiu no chao.Peguei o balde de agua e despejei sobre ela deixando-a novamente molhadinha.Nao sabia onde queria chegar, nem o que faria, so sabia que depois daquele momento minha vida com ela se resumiria a recordacoes. Levantei-a ,peguei o paninho e comecei a seca-la. Ela se contorcia, e se expunha. Esticava a perna para que a secasse, empinava o rabo, me oferecia os seios mas quando cheguei na sua xereca, joguei fora o pano e cai de boca.Acho que nem ela nem ninguem esperava por isso, mas ela adorou. A galera gritava e eu estava excitadissimo. Chupei aquela buceta, passava a lingua e ela agarrava meus cabelos.Ela se apoiava no poste do pole dancing e eu chupava aquela buceta sem piedade. Ela gozou muito!.

De repente ela se virou agarrando o pole dancing e empinou a bunda para mim deixando as pernas bem abertas. Continuei a chupar aquela buceta ate ela me dizer " Que bom que voce decidiu participar do show! Mas agora quero saber se voce tem coragem de comer esta puta diante de todos. A voce eu concedo este premio!

Me levantei , tirei do bolso meu celular e sem que ela esperasse comecei a fotografa-la. Ela deu um sorriso e disse " Quer direitos iguais?"se referindo ao amigo de faculdade. Dei-lhe um cigarro e acendi em sua boca. A galera gritava, fotografava e eu da mesma forma que Natalia , inexplicavelmente nao me importava. Queria dar ao meu amor sua ultima aventura comigo. Baixei a calca , agarrei sua bunda , fiz ela agarrar o poste do pole dancing, inclinei suas costas e posicionei meu pau em sua boceta. A galera em coro dizia para que eu metesse . Gritavam que nunca haviam visto uma femea como aquela. Meti tudo pois ela estava toda lubrificada. Natalia perdeu a voz! gemia, adorava! rebolava! Eu estava excitado e nao queria gozar para nao acabar com aquele momento. Quando senti que estava perto, tirei meu pau de dentro e esperei 5 segundos. A galera me xingava e Natalia me disse " Ta gostando meu amor? Voce nao imaginava que era tao gostosa a sensacao, nao e? Agora voce me entende? ta com medinho de gozar?" Virei ela de frente apoiei-a no poste e meti nela de frente.

 Ela saltou e trançou as pernas em mim. Eu a comia com raiva. Ela queria me beijar mas eu virava o rosto. Ela me olhava e vi algumas lagrimas em seus olhos.Nao tinha mais como controlar a gozada, suas pernas estavam trancadissimas e fui comendo-a, metendo sob aplausos da galera ate gozar naquela buceta.Ela sentiu meu gozo dentro dela e me disse um triste " Obrigado, meu amor" Percebi as lagrimas transbordarem de seus olhos. Comecei a pensar no que havia acontecido e confesso que nao entendia como havia conseguido tomar parte daquele show. Veio um funcionario da casa com um roupao e entregou a Natalia que se tapou. Eu me vesti e desci do palco. A galera veio me cumprimentar. O dono da casa me disse que nunca havia visto algo parecido. Natalia recebeu aplausos e gritos de todos como nunca havia acontecido na estoria daquela casa. Ai todos pediram para que ela uma vez mais retirasse o roupao.Queriam ve-la nua outra vez. Ela com cara de cansada virou de costas e deixou o roupao cair e mostrou aquela bunda para todos, depois se virou e ficou nua agradecendo os aplausos de todos. O menino que havia passado o paninho nela veio com a galera e gritou "Professora Natalia, voce pode bater uma foto coma gente?". A filha da puta tinha convidado seus alunos.Ela queria se mostrar para a turma. Ela disse " Tiago meu aluninho querido,que presentao que eu te dei, passou a mao na professora todinha !Disse pra voces que na escola nao poderia fazer o show ,mas que quando fosse fazer de novo ligaria e avisaria!Viu como sou boazinha?"E continuou " Uma foto? Voces ja nao bateram muitas? Voces devem ter uma colecao de fotos da professora peladinha!!!! Vao tocar punheta me homenageando durante anos!!!!!!Humm o que voces acham de uma em que todos me carregam no colo!

Entao todos a carregaram e ela sorrindo posou para a tao desejada foto. Obvio que aproveitaram para passar-lhe a mao e ela permitiu, dizendo para que cuidassem das maos bobas.Perguntaram se ela dava aulas particulares de matematica e ela rindo disse para que eles nao confundissem as coisas. Esperei-a na mesa e ela colocou o roupao e veio ate a mim. Perguntei-lhe " Estes sao seus alunos?" Ela disse " Nao! Estes eram meus alunos!" Sentou na mesa normalmente e disse que agora eu sabia o que ela sentia, agradecendo minha contribuicao ao espetaculo. O dono da boite achando que eramos profissionais quis nos contratar mas se espantou quando viu que havia sido tudo improvisado e que eramos casados.
Ela disse: " Voce me leva pra casa?" Eu assenti com a cabeca. Ela se vestiu e saimos.
Na volta conversamos sobre a experiencia. Ela me perguntou se eu havia curtido e a verdade e que tinha sido excepcional. Acho que ela tinha esperanca de que esta experiencia fizesse com que ficassemos cumplices e permanecessemos juntos. Eu adoraria poder pensar como ela, mas esta nao era a vida que eu queria para mim.

Ela continuou dizendo que havia muito mais a ser feito.Eu perguntei como ela havia convidado os alunos para o show e ainda pego um para passar a mao nela? Ela disse que quando eles descobriram as fotos na internet, apos a confusao na sala de aula, alguns vieram se desculpar com ela e conversaram sobre as fotos. Ela havia contado o ocorrido e eles perguntaram se ela nao poderia fazer uma exibicao para eles. Ela disse que quando e se fosse fazer em algum lugar, os avisaria para que a vissem. Como eu nao quis seca-la no primeiro momento, ela decidiu presentear seu aluno.
Ela tambem disse que nao imaginou que rolaria sexo, mas quando comecei a chupa-la a coisa ficou melhor ainda.Eu ainda nao acreditava no que havia ocorrido.A putaria havia passado dos niveis aceitaveis para mim.

A partir deste momento nosso relacionamento acabou-se em minha cabeca. Fiquei com ela mais alguns meses tentando aceitar.Fizemos muitas outras coisas loucas, mas eu ja havia pedido tranferencia e desta vez me mudaria sozinho. Casei-me 3 anos depois e posso dizer que hoje sou feliz. Não me arrependo do que vivi com ela , mas acho que o ser humano tem que colocar alguns limites para viver em seguranca porque se ele flexibiliza-los pode não conseguir controlar seus impulsos e sera impossivel voltar atras..

Natalia a meu ver era mais um exemplo de quem avancou demais e nao podia mais retroceder. Eu sempre soube que ela desejava o palco, desejava a excitacao, desejava se mostrar e ser reconhecida como uma bela femea , mas infelizmente eu nao consegui aceitar tal comportamento.Nao estava disposto a dividi-la com os palcos e nem com a necessidade de apresentacoes. No fundo creio que a exposicao na Internet lhe excitava. Claro que depreciava sua imagem, mas imaginar ser cobicada por pessoas de todo mundo lhe excitava.

Confesso que nao faco com minha esposa nem 1% do que fazia com Natalia e isso me faz falta. Nao a desejo como desejo Natalia. Tambem me excita lembrar do show na boite. Guardei as fotos do celular e as olho diariamente. A verdade e que sinto uma saudade enorme de Natalia ja que ela realmente me completava.

Anos mais tarde reencontrei Natalia. Ela estava mais velha, nao possuia a juventude em seus tracos .Mas para mim, continuava sendo a mulher mais linda da historia da humanidade. Eu a via e tremia. Eu escutava seu nome e um frio surgia em minha espinha. Natalia nao estava feliz e ela sabia que eu tampouco estava radiante. Eu a conhecia como ninguem e ela a mim. Vi suas lagrimas correrem quando ela me viu na rua com minha filha no colo. Deveria ser dela tambem. Ela sempre havia sonhado em ter uma filha comigo, que se chamaria Esperança. Combinamos um café.

Fomos tomar um cafe e conversamos sobre a vida, sobre nossas estorias e tive que lhe perguntar se ela continuava com aquela tara exibicionista. Ela me disse que desde que nos separamos, ela havia perdido a vontade. Era como se tudo aquilo so valesse a pena quado ela estava comigo.

Contou-me que a unica vez que tentou fazer apos nossa separacao ,foi quando seus ex alunos a convidaram para fazer uma performance e ela quis ver se resgatava esta tara, mas na hora nao curtiu nada, ficou ate com vergonha!Ficou nua e nao sentiu aquela emocao. Entao eles quiseram come-la e ela relutou, mas no final ela topou fazer uma suruba com eles para ver se sentiria algo. Disse que se sentiu mal. Nao curtiu.Nao deveria ter misturado as coisas, pois eles comecaram a trata-la como puta, mas ao menos tinha valido pela experiencia. O incrivel e que me senti mal imaginando aqueles garotos metendo nela, gozando na boca dela, fazendo fila para come-la.

Me contou tambem que depois que me perdeu e perdeu esta tara exibicionista, estava como que perdida no ,mundo. Seus relacionamentos nao lhe preenchiam, conheceu homens legais mas nao a completavam, entao tentou obter esta emocao em diversas coisas como swing, sexo casual mas sempre sem exito.

Eu nao podia crer! Minha paixao fazendo sexo casual! Ela que sempre tinha sido recatada!Nao conseguia imagina-la conhecendo uma pessoa so para foder e depois se despedir.
Ela me contou que nao curtiu, mas tirando cocaina, havia feito de tudo sem sucesso!
Disse que a formula da vida era simples! Nao deveria ter buscado emocoes e experiencias quando ja tinha o que queria.Deveria ter valorizado a vida comigo e qualquer coisa que lhe faltasse deveria ter conversado comigo, ao inves de optar pela adrenalinda e pela endorfina a qualquer preco.
Tambem me disse que a vida nao havia sido justa conosco! , o que realmente tive que concordar.
Foi muito triste a peca que a vida nos pregou.

Nos conhecemos, nos amamos , nos divertimos, mas nao conseguimos permanecer juntos. Ela tinha tentado alguns relacionamentos, mas eu a conhecia o suficiente para perceber que nosso elo ainda nao havia se desfeito. Muitas vezes me perguntei se eu havia tomado a atitude correta ao deixa-la por nao conseguir conviver com seu lado exibicionista. Talvez para alguns de voces fosse muito facil aceitar esta faceta. Quem sabe ate gostoso, mas para mim, confesso que tentei ao maximo mas nao tive sucesso. Lembro com ar nostalgico dos anos em que fui seu marido, idealizando cada momento e me arrependendo de cada erro que cometi. Mas ao fazer um balanco sincero, reconheco , seja por resignacao ou por objetividade, que aquilo que tinhamos no final nao poderia ser chamado de vida.

Enfim...retornei para a minha vida, quando me despedi nao olhei para tras...segui...pensando na minha esposa e na minha filha. Ela? Nunca mais vi e sinceramente nao quero mais encontra-la. O passado existiu, mas se foi.

O CASTIGO NA FAZENDA

Aviso que será um relato longo e provavelmente será o único que eu irei descrever neste site, pois nada parecido voltou a acontecer comigo nem acredito que possa acontecer de novo.Voltemos entao aos anos sessenta, trata-se de algo que se passou comigo  quando eu tinha acabado de completar 18 anos. mas primeiro vou relatar os fatos que me levaram até o ocorrido.

Tudo começou quando eu decidi ir a uma festa, mas meu pai não autorizou-me a ir, mesmo assim eu fui.ah!se eu pudesse voltar no tempo! é impressionante como quando a gente faz algo que não deve fazer no final todos descobrem o que foi feito! pois foi o que aconteceu. eu acabei me metendo em várias confusões, tanto que um cara apareceu para me roubar e eu não ia permitir que isso acontecesse comigo, afinal como eu ia voltar pra casa.

Pulei em cima do carinha, isso porque ele era magrinho e não estava armado. consegui pegar minha bolsa e aí apareceu um carro da polícia e acabou com a briga. ah! e também levou-nos para a delegacia. foi aí que tudo piorou. eles ligaram para o meu pai, o qual em poucos minutos estava lá pra me levar pra casa.
Sabe o que ele fez? nada. ele estava decepcionado comigo. achei que essa foi a pior coisa que pudesse ocorrer, mas não. o pior viria no outro dia quando ele descobriu a melhor forma de me castigar: me mandar para uma fazenda no interior do MS!!!!!!! não é que eu não goste de fazendas, eu simplesmente detesto, abomino, odeio a vida no campo! e ele sabia exatamente disso por isso me mandou para lá.

Por isso é que eu digo que devemos sempre ouvir o que os nossos pais dizem. eu não deveria ter ido aquela festa, e na verdade eu não fui porque eu nem cheguei a entrar na festa, quer dizer, eu estava sendo castigada supostamente por uma coisa que eu fiz , mas que na realidade eu não fiz. complicado isso não?
O fato é que eu fui pra lá e cheguei por volta das sete e meia da noite, mas para não quebrar o ciclo vicioso de coisas ruins que estavam acontecendo comigo naquele período, houve um desentendimento em relação ao horário da minha chegada: eu cheguei as 7:30 da noite e o peão que ficou de me buscar realmente foi, mas as 7:30 da manhã do outro dia. sabe como é a vida no interior não é? dormem cedo e nesse horário estava tudo fechado e eu não tinha nenhum meio de ligar pra fazenda, pois meu castigo era literalmente o exílio, sem telefone, sem dinheiro, sem nada. tive de esperar até o peão aparecer. procurei um lugar pra me sentar e aí para completar o meu dia de ''bons acontecimentos'' começou a chover bem fininho, mas que perdurou por toda a noite e parou já umas 5:00 da manhã.

Quando amanheceu eu me encontrava molhada, com frio e com muita raiva. Aí um bar/café abriu e eu corri pra lá pra tomar um chá bem quente. foi a primeira coisa boa que me aconteceu desde que eu cheguei lá. o dono do bar era um senhor de meia idade, bastante amável, assim como a esposa dele, me cobriram de carinho e atenção, me deram uma roupa seca, já que as minhas coisas estavam todas molhadas. aí eu pedi para usar o telefone e como havia apenas um que ficava no bar, fui até lá, mas antes de abrir a porta ouvi uma voz masculina dizendo assim:
- Era só o que faltava! uma mulherzinha pra atrapalhar a rotina nossa lá na fazenda!
ouvir isso me deu uma raiva. o balconista não tinha me visto e por isso não sabia que era eu a ''mulherzinha'' de quem o peão falava e então aproveitei pra fazer umas perguntas. primeiro disse bom dia e eles tiraram os chapéus e me responderam com um belo sorriso, aí perguntei:

- Então tem gente nova na cidade?
- Ah é. o dono da fazenda mandou a filha dele pra ficar um mês aqui . - disse o peão.
na hora eu fiquei mais brava ainda porque meu pai me disse que seriam 15 dias, não um mês. foi aí que o dono do bar entrou e viu o peão ali e logo disse:
- Você não morre mais hein! a moça já ia ligar pra você.
então o peão me olhou com uma cara de terror e não conseguia nem falar, aí eu pedi para irmos de uma vez. agradeci aos senhores que me foram gentis e me despedi deles. fomos pra fazenda. no caminho sequer uma palavra.

Quando chegamos na fazenda só queria saber de ir pro quarto, tomar um banho e dormir pois não havia feito isso na noite passada. mal cumprimentei os funcionários que estavam na entrada da casa para me receber e subi para o quarto. apesar do banho e do chá quente que tomei acabei ficando doente e com muita febre afinal tinha passado a noite na chuva.
Fiquei cinco dias de cama. era um domingo quando eu havia me recuperado de todo. acordei com o telefone da fazenda tocando. era meu pai. mesmo de camisola, desci correndo porque queria contar sobre os meu dias pra ele, mas nem pude falar direito porque ele começou a me dizer umas coisas que não gostei, disse que todos os meus movimentos seriam monitorados pelo peão, se eu quisesse sair era para ele que eu deveria pedir permissão e etc. uuurrrrfffff!!!!!!!!!!que ódio! E ele estava parado ali me olhando enquanto eu escutava as ordens do meu pai pelo telefone. em um momento vi que ele passava a mão na barba meio incomodado com algo. não liguei muito porque o que meu pai havia dito era mais importante. enfim desligou. não dei oi nem nada para ele porque eu estava com muita raiva. ele estava escorado no corrimão da escada e aí parei bem próxima a ele, olhei nos olhos dele, aí eu disse:
 
- Jamais volte a se referir a mim por ''mulherzinha''!
ele engoliu seco e eu subi. era demais pra mim. além de estar naquele lugar bucólico eu seria vigiada por alguém. decidi que não deixaria que aquele peão me controlasse, prometi que o infernizaria!
tomei um banho, me vesti como de costume, não sou nenhuma garota vulgar que usa mini saia e top etc., coloquei um vestido comportado e desci para o café da manhã, mas a cozinheira não estava, a maioria dos funcionários tinham ido para a missa na cidade. encontrei o peão no escritório e disse:
- Vai preparar o meu café.
ele fez uma cara de desentendido e saiu de lá atrás de mim e falou:
- A Joana já deve tá voltando da missa e aí ela prepara pra senhora dona.
era o que eu queria ouvir!
- eu não perguntei se ela está voltando, eu mandei você preparar!
PEÃO: - dona eu acho que a senhora não me entendeu, essa não é a minha função aqui na fazenda.
EU: - a tua função aqui é obedecer e eu mandei você preparar o meu café. já não basta você quase ter me matado de frio me deixando esperar por você 12 horas embaixo de chuva, agora você quer que eu morra de fome também?!
PEÃO: - tudo bem a senhora manda dona.
Eu: - olha pra mim, por acaso eu sou alguma velha de meia idade?
Peão: - não.
Eu: - então não me chame de senhora nem de dona!
Peão: - como quiser senhorita Lavvínia.
E então ele preparou um café da manhã até razoável, mas para irritá-lo eu não quis comer.
- você demorou tanto que eu perdi a fome.
ele me olhou com raiva e eu saí para conhecer a fazenda, mesmo com muita fome, mas não podia ceder.
depois eu voltei e falei pra ele que precisava comprar roupas adequadas para passear pela fazenda a cavalo ou a pé. ele disse que só estaria livre a tarde, eu reclamei e ele:
- teu pai me disse que eu decido quando te dar dinheiro e quando deixar a senhorita sair, então eu to dizendo que vou estar livre somente a tarde. entendeu?
fiquei com tanta raiva dele, mas fazer o que? esperei a tarde chegar e fomos. não comprei muitas calças e blusas já que meu pai impôs limite para os meus gastos. vesti uma calça para me acostumar porque prefiro usar vestido sempre.
no momento achei que o peão tinha achado algo de errado na calça que eu vestia porque ele olhava com uma cara estranha pra mim, mas depois descobri porque ele me olhava assim. voltamos e já estava tarde pra sair a cavalo, então marcamos para o outro dia. só que ele não me avisou que ia sair para o campo para encontrar um dos cavalos que se perdeu e eu fiquei esperando ele no celeiro e nada. quando eu estava voltando pro quarto e ouvi uma conversa entre a cozinheira e um outro peão eles diziam:
Joana: - ai como a patroinha é metida!
Sérgio: - ah é! demais até! mas que é bonita isso é!
Joana: - eu não falei que num era! é linda!
Sérgio: - parece uma boneca! se eu fosse um fazendeiro dava em cima dela.
Joana: - ah sérgio! num sonha homem! já não basta o Vicente que fica bobo por ela! agora você também?
Sérgio: - o Vicente?
Joana: - ahan. ele olha pra ela que até eu fico com vergonha! também, faz cinco anos que ele veio pra cá e a vida dele é só serviço. nunca que eu vi ele namorar.
Sérgio: - namorar? não é só isso não Joana. ele não trepa com ninguém já tem quatro anos. foi ele que me disse.
Joana: ah então é isso. ele deve tá sonhando com a patroinha. coitado dele! ela é uma menina ainda, é a patroa e sem falar que ela não suporta ele.
Sérgio: - pois é. coitado dele. e ...
não pude ouvir mais porque eles se aproximaram e então fui para o meu quarto. fiquei pensando no que ouvi e me senti estranha, um calor. pra começar eu era totalmente virgem, nunca tinha beijado ninguém nem nada,me masturbar nunca. sem contar que eu não fiz nada pra causar isso no peão, não me vestia vulgarmente nem dizia nada relacionado e também eu tinha 15 anos.
como uma menina poderia despertar esses desejos em um homem 15 anos mais velho que eu?
fui para o chuveiro e tomei um banho frio.
no outro dia eu estava na varanda e o Vicente apareceu dizendo que não teve tempo de me avisar que ia pro campo mas que naquele momento ele poderia me levar para passear a cavalo. eu disse que não. ele insistiu e eu alterei a voz:

- já disse que não!

Ele foi embora. eu fiquei com remorso, pois tudo o que eu ouvi eram suposições e não significava que eram verdadeiras. fiquei com fome e fui para a cozinha, lá tinha biscoitos numa parte mais alta e subi numa cadeira, me desequilibrei e caí, mas o Vicente apareceu por lá e me segurou naquele momento, ficamos com os rostos bem próximos e eu fiquei perturbada, dei um beijo tipo selinho nele, afinal eu nunca tinha beijado ninguém e não sabia beijar de outra forma. de repente saí correndo.
fui para o meu quarto e fiquei me corroendo de arrependimento, eu não deveria ter feito aquilo, olha só, a tarada agora parecia ser eu! precisava fazer alguma coisa pra mudar o rumo dos fatos. fui até o celeiro onde estava o peão, queria resolver tudo.

Encontrei ele consertando uma das portas de madeira, ele estava todo suado com a camisa um pouco aberta. foi a primeira vez que fiquei excitada assim por um homem!
a conversa foi assim:
peão: - a senhorita quer alguma coisa?
eu: - sim, eu quero me desculpar por ter gritado com você hoje e também por... por...
peão: - por me beijar?
eu: - olha eu não sei porque eu fiz aquilo, porque na verdade eu nunca tinha feito aquilo e não esperava fazer nem...
eu já não estava dizendo coisas com sentido então parei de falar e ele se aproximou de mim e :
peão: - é verdade. a senhorita não deveria ter feito aquilo mesmo! não daquele jeito, tinha que ser assim.
e então ele me beijou. um beijo de língua. eu tentei afastá-lo mas ele me encostou numa porta e começou a chupar meu pescoço e a me apalpar. como sempre eu estava de vestido e ele logo colocou a mão por baixo dele e eu já não queria que ele continuasse. ah por favor! eu era uma menina! como ía deixar que ele me tratasse como mulher?

Eu parei de beijá-lo e fechei as pernas ao máximo, mas ele era forte demais e conseguiu encontrar a minha calcinha. puxou-a bruscamente para o lado e penetrou um dedo em mim. eu nunca tinha me masturbado e naquele momento eu não estava mais excitada como antes, então a minha vagina estava seca e por isso doeu quando ele enfiou o dedo em mim. e quando abri a boca para soltar um ai de dor, ele aproveitou para me beijar de língua de novo, abriu dois botões do meu vestido e viu meus seios e beijou-os, sugou-os e mordeu-os. tudo isso com o dedo na minha vagina, que a essa altura já tinha ficado úmida, acho que a vagina se lubrifica automaticamente quando um corpo estranho entra nela.
eu já estava meio vencida e ele achou que eu tinha aceitado e abriu rasgando o meu vestido me deixando só de calcinha. foi aí que ele me jogou no chão e disse:

- Desculpa mas eu vou ter que foder a senhorita porque eu não aguento mais. eu até não pensava muito em foder porque as mulheres daqui são meio sem graça, mas aí a senhorita apareceu toda gostosa e eu fiquei louco. eu não dou uma já faz quatro anos e agora eu preciso recompensar esse tempo perdido!
eu tentei argumentar:
- você não pode fazer isso comigo! eu sou a tua patroa e a primeira coisa que você tinha de demonstrar por mim é respeito!
peão: - eu tentei, mas o meu desejo de sentir a tua buceta é maior.
eu: - eu sou uma menina! você não tem dó de mim? você é forte e eu sou magrinha, você pode me machucar. por favor não faz isso!
peão: - a senhorita é magrinha mas tem carne bem onde eu gosto. tem uma bunda redondinha e esses peitinhos que cabem nas minhas mãos.
eu comecei a chorar pois estava com medo e acho que isso tocou ele:
peão: - tudo bem eu não vou meter na tua buceta, mas eu quero pelo menos chupar ela bem gostoso pra passar meu tesão.
ainda chorando eu fiz um gesto afirmativo com a cabeça e então ele tirou minha calcinha e colocou no bolso, disse que ia guardar pra bater várias punhetas depois. ele ficou admirado com a minha vagina. olhou pra ela alguns segundos e dizia:
peão: - que linda! abre mais as pernas pra eu ver direito. hum que cheirosa!
e começou a lamber e chupar com uma voracidade. eu nunca tinha sentido nada parecido, senti um formigamento nas minhas coxas e algo escorreu da minha vagina. ele disse:
peão: - sabe o que aconteceu?
eu fiz não com a cabeça.
peão: - eu te dei prazer! tanto que a senhorita gozou. olha!
ele lambeu minha vagina e me mostrou um líquido meio branco na língua dele, logo ele engoliu e fechou os olhos do mesmo modo que eu faço quando como bombom de avelã.
eu fiquei olhando na calça dele meio assustada e curiosa porque eu nunca tinha visto um pênis na minha vida, só em livros de anatomia, então ele me disse:
peão: - a senhorita quer ver o meu pau? não precisa fazer nada nem eu vou fazer, só pra senhorita ter uma recordação.
abriu o zíper e tirou pra fora. eu não tinha noção do que era considerado grande ou pequeno, mas achei o pênis dele muito grande e grosso, e estava muito duro. ele disse:
peão: - eu quero te beijar mais uma vez, assim com o pau pra fora, pra senhorita sentir como ele tá duro por sua causa!
eu senti um nojo porque ele tinha chupado a minha vagina e ia me beijar, mas aceitei achando que acabaria ali. ele deitou em cima de mim, e eu ainda estava com as pernas abertas depois do sexo oral e senti que realmente estava duro o pênis dele, aquilo me incomodava. aí ele me beijou, mas de uma forma mais gostosa que eu abracei o pescoço dele, foi então que senti ele pressionando a minha vagina para penetrá-la e eu tentei empurrar ele mas já era tarde. ele enfiou de uma só vez, mas devagar, o pênis dele em mim. doeu muito, muito!
ele começou a mexer dentro de mim e dizia:
peão: - é a buceta mais gostosa que eu já comi. hum. apertadíssima
começou a entrar e sair e logo eu já estava me acostumando e comecei a gemer, ele achou que era de dor, mas era porque eu estava gostando já. então ele parou e disse:
peão: - quer que eu pare?

Eu não queria fazer o jogo dele e então eu fiz que sim com a cabeça e ele foi tirando lentamente o pênis dele de dentro da minha vagina e quando já ía sair por completo ele deu uma estocada violenta e eu gemi de dor e prazer, ele disse:
peão : - tá vendo que a senhorita quer mais! então vou te dar o que tá precisando porque uma gostosinha que fica tirando a gente do sério merece ser bem fodida pra aprender a tratar os outros melhor!

Eu gemia muito e ele cada vez mais rápido e forte, até que eu senti algo quente dentro de mim. ele tinha gozado. me pediu desculpas disse que não deu tempo de tirar o pênis e que estava cansado. então ele tirou bem devagar o pênis dele e eu vi que estava com sangue. eu me levantei e escorreu o esperma dele  pela minha perna. Ele me limpou com um lenço e eu coloquei o vestido sem os botões que ele havia rasgado e fui para o meu quarto. quase não conseguia caminhar e era pior porque a casa ficava longe do celeiro. Ninguém me viu entrar. que bom! onde eu enfiaria a cara? tomei um banho e dormi muito.

Quando  acordei nao tinha acreditado no que tinha acontecido, me levantei, olhei pela janela e o vi sem camisa escovando um cavalo. Ele olhou paraminha janela e tirou o chapeu como um cumprimento, nao retribui. Tomei um banho, coloquei um vestido solto e desci para o café. Logo que terminei fui para a varanda da casa de onde podia avistar meu peao. Ele veio em minha direçao, sem camisa, com aquele olhar safado e perguntou se eu queria ir andar a cavalo, pois ele havia preparado tudo para o passeio. Perguntei se ele iria comigo? Ele disse que so se a madame quisesse. Falei que nao. Entao ele falou que so selaria um cavalo. Subi coloquei minhas botas e peguei meu chapeu. Quando desci, sem olha-lo e falei que ele poderia vir, mas com a condiçao de que ficasse distante, ja que eu queria ir até o lago, que fica uma meia hora a cavalo da sede.

Quando cheguei ao lago, amarrei meu cavalo, tirei as botas e fui molhar meus pés, me virei para ver onde ele estava. Ele estava um pouco distante, uns cem metros e dali me observava.eu fiz um sinal para ele se aproximar. Quando ele estava proximo eu gritei para ele:

- Volte ate seu cavalo, tire toda a sua roupa e venha nu. Meu tom era dando uma ordem nele, ele me deu um breve sorriso e voltou para o seu cavalo. Enquanto  ele estava de costas para mim, aproveitei tirei meu vestido, entrei na lagoa e fiquei apenas com a cabeça para fora da agua. Quando ele virou-se completamente nu e veio vindo na minha direçao eu pude olha-lo de verdade. Aquele homem nu, com um pau enorme, vindo pra mim. Aquela imagem eu tenho ate hoje nna minha memoria.

Quando ele estava relamente proximo me levantei da agua e ele me viu completamente nua tambem. Ele me abraçou e eu podi sentir aquela pica dura na minha barriga. O abracei e lhe dei um longo beijo. Ele beijou meu pescoço e depois meus seios. eu cruzei minhas pernas em seu tronco e senti aquele pau me invadindo. Hoje tava bem melhor que ontem, pensei. Os movimentos brutos e com estocadas fortes me fez jogar a cabeça para tras, seu pau me preenchia de uma maneira completa, me rasgava de uma maneira deliciosa, ele ferozmente me possuiu na agua. Ele desencaixou de mim, me virou de costas, eu empinei meu bumbum e ele penetrou minha bocetinha por tras. Que delicia...

Voltamos perto do almoço para a sede, se for contar a voces tudo que aconteceu naquele mes, daria um livro. Trepamos de duas a tres vezes por dia, todos os dias.

Quando voltei para a cidade meu pai perguntou se eu havia aprendido a liçao? Eu disse:

- Nem imagina como

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

SEXY






RAPIDINHA COM A AMIGA DA MINHA MULHER




Quando fui convidado para aquela festa de aniversário de crianças, eu não imaginava que teria uma grande surpresa e receberia um ótimo presente. Eu sou o tipo de pessoa que não perde uma oportunidade e naquele final de semana de dezembro/2012 eu não deixei passar a chance que tive.

Quando chegamos, minha esposa, meu bebê e eu fomos recebidos pelo pai do aniversariante no salão de festas do prédio. Eu já estava torcendo para aquilo passar logo, pois, não gosto destas festinhas.
Minha opinião só veio a mudar quando finalmente vi Cristiane naquele vestido preto tão curto que quase mostrava sua bunda. Uma tentação, afinal ela já tinha “dado em cima de mim” dois anos antes, meses antes do meu casamento e era a amiga de infância da minha esposa, motivo pelo qual, eu nunca havia saído com ela.

Cristiane é uma mulher muito bonita, loira de cabelos lisos, corpo bem feito, não uma modelo, mas uma mulher que chama a atenção dos homens, casada com um executivo bem sucedido, então, deveria ser comportada e feliz na cama, mas descobri que não.

Enfim, quando me viu, Cristiane veio “correndo” me recepcionar e percebi algo diferente, só não pensei que seria tão sério, pois desde a minha chegada à festa e até mais ou menos hora e meia em que eu estava lá, essa mulher se insinuou para mim.
Primeiro, quando eu estava sentado sozinho com meu filho, senti algo roçar em mim e, quando olhei para trás, quase enfiei a cara na bunda de Cristiane que se desculpou com uma carinha de safada e um sorriso sacana no rosto.

Em outro momento, eu estava em pé e fumava um cigarro na área externa do salão de festas, próximo à porta quando Cristiane veio recepcionar umas amigas que haviam chegado, entretanto, ao cumprimentar uma das crianças que estavam com elas, Cris se arqueou e roçou a bunda no meu pau me deixando daquele jeito. Por sorte, minha mulher estava tão entretida com a festa que não viu nada.
As insinuações não pararam por aí, até que minha mulher me pediu para que eu ajudasse sua amiga com algumas “coisas” que precisava pegar em seu apartamento, pois, o marido estava saindo para pegar o bolo.

Em resumo, Cristiane e eu estávamos na porta do elevador e conversávamos assuntos sem importância. Dentro do seu apartamento, eu já nervoso com tudo aquilo e excitado, encostei Cristiane na parede do hall e perguntei-lhe em tom de indignação o que estava havendo ali. Eis que ela me responde que ainda queria transar comigo.

Eu estava com minha família, a melhor amiga de Cris, como eu poderia?
Então ela encerra: “Isso mesmo, quero dar para você... aqui... agora!”
Pára com isso! Você é casada!
Dane-se! Vem... me come logo!
Não!
Viado! Vc é uma viado!
Foi a gota d’água para mim. Abri o zíper da calça e coloquei o pau para fora. “Vem sua puta... chupa logo essa rola”.

Cristiane se abaixou e engoliu meu pau de uma vez. Colocou tudo na boca e passou a mamar como uma puta. Claro que eu não queria gozar naquele momento, apesar de gostar da forma como eu fodia a boquinha daquela vadia gostosa e como ela chupava até o meu saco.
Fiz Cristiane parar de me chupar e a levei até a sala fazendo-a ficar debruçada na mesa de jantar com a bunda empinada para mim e arriei sua calcinha até os joelhos, abrindo suas pernas. “Isso vai logo... me come...”

Ela me pedia para comer sua boceta molhada, ficava me chamando de puto e provocando. Pensei em não continuar e ela me diz: “pq não me fode? Não gosta de boceta seu viado?”
Então lhe respondi: “gosto sim sua piranha!” E sem piedade enterrei meu pau de uma vez dentro daquela xoxota. Cristiane soltou um gritinho “Ai seu cavalo... isso dói!”

Não dei ouvidos a ela e continuei o vaivém com força e o mais rápido que eu podia. Minha vadia gemia me pedindo mais e mais implorando-me para não gozar em sua boceta.

“Então eu vou encher teu cu de porra!” dizia-lhe – e, apesar de seus protestos, a segurei firme e encaixei meu pau molhado com o mel de sua boceta na entrada do cuzinho apertado e forcei a passagem. “Ai seu fdp, tá doendo... pára... pára!”

Sem dar atenção a Cristiane, forcei até entrar todo dentro de seu cuzinho. “Isso... rebola piranha...!”
Comecei a meter forte naquele cuzinho da Cristiane, que rebolava e se masturbava gemendo, antes pela dor, depois pelo prazer. Eu podia sentir que estava inteiro em suas entranhas e ela gozou.

Cris “caiu” sobre a mesa com os braços abertos me pedindo para não gozar em seu cu. Ouvi o interfone tocar, mas continuei metendo forte até sentir meu pau inchar.. “Ah... isso... to gozando no teu cuzinho... toma minha porra sua puta!”

Mal acabei de gozar e Cris vestiu a calcinha, foi atender o interfone. Havia passado quase meia-hora, descemos e o marido não havia chegado, minha esposa desconfiou, mas ela acredita muito na amiga.
Dia seguinte recebo fotos no meu e-mail. “Olha o que você fez comigo seu puto!” Era a calcinha de Cris manchada de porra e sangue. Afinal, levou um pau grosso no cu que ela nunca tinha dado antes..rs

Telefonei para ela e ela me convida: “Então vem hoje... vem  meu garanhão!” Claro eu adorei ouvir aquilo e finalmente tivemos uma tarde completa, mas isso fica para outra oportunidade.

Aquele abraço, Eduardo