quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

DE ENVANGELICA A PUTA EM SETE DIAS

Me chamo Roberta, tenho 22 anos, estudo em uma faculdade. nossa família é evangélica, não desses radicais,que distorcem as coisas. meu pai é gerente de banco, minha mãe tem uma loja num shopping, as mulheres usam calça, usam maquiagem, etc. na ocasião do acontecido eu ainda era noiva, faltando 30 a 40 dias para o casamento. Marcelinho meu noivo (agora marido), também vem de uma familia evangelica. meus pais viajaram para passar 15 dias, e ficaria em casa apenas eu e minhas duas irmãs (24 e 18 anos).

 Marcelinho meu noivo vinha sempre em casa. uma tarde ficamos namorando na piscina enquanto minha irmã caçula foi locar um filme. Marcelinho e eu ficamos deitados numa espreguiçadeira de piscina e começamos a nos beijar. era um beijo gostoso excitante nossas línguas se tocavam. senti a mão de Marcelinho tocando o meu seio, fiz de conta que nada havia de errado. Marcelinho foi mais além e tirou a parte de cima do meu biquíni. sua mão apertava o meu peito e me excitava. foram 10 segundos de prazer, empurrei meu noivo e disse-lhe que não podíamos fazer aquilo pois não eramos casados. faltando poucos dias para o casamento era melhor nos controlarmos. além do mais minha irmã poderia voltar e se ela contasse para meu pai seria um escândalo. despedi meu noivo para a sua casa. depois conversamos por telefone e ele também se desculpou. dormi pensando naquela mão em meu peito. no dia seguinte quando cheguei da faculdade após o almoço havia uma correspondência para mim. ao abrir o envelope gelei… eram duas fotos em claramente dava para ver Marcelinho acariciando o meu seio. fiquei desnorteada. como poderia ter acontecido? após alguns minutos o telefone tocou a empregada veio me avisar que era para mim: 


– alô. é Priscila, quem fala? – Priscila, gostou das fotos que recebeu? – o que vc quer? – fiquei maravilhado com o seu seio. – quem é vc? – fiquei invejando o seu namorado, também. – diga quem é ou desligo. -desliga nada, se fizer isso mando umas fotos dessas para seu pai no trabalho dele. vc quer isso? – tá bom mas me diga o que vc quer. – quero encontrar vc. -onde? quando? – que tal vc vir aqui a minha casa. sou seu vizinho. neste instante reconheci a voz do meu vizinho da casa ao lado, ricardo, 22 anos, sempre me paquerou, de fato ele é um gato mas por causa dos meus pais e por causa da religião nunca rolou nada. – ricardo é vc? e que vc quer? – quero conversar com vc, venha e eu lhe mostrarei. imediatamente fui a casa de ricardo. ele veio abrir a porta de short e camiseta. pediu para entrar e disse: -fique tranquila, meus viajaram na mesma excursão que seus pais. estamos sozinhos. – como tirou aquelas fotos?


 – subi no terraço para verificar a antena da tv a cabo e vi vcs namorando. vi que o amasso estava esquentando. peguei minha câmera. quase perco o principal. vc tem o peito mais lindo que eu já vi na vida. quero vc. ruborizei. – mas eu não posso. – vamos conversar isso lá em cima. se lembre do trabalho do seu pai. ricardo me conduziu até o seu quarto. lá tinha uma cama de casal, uma poltrona e um computador. sentei na cama e ricardo quis me beijar eu recusei. ele disse que não iria usar de violência comigo, mas que se eu não o beijasse ele mandaria as fotos para o trabalho do meu pai, seria um escândalo. permiti que seus lábios tocassem os meus. começou me beijando suave, aos pouco foi aumentando a intensidade. sua língua foi tocando os meus lábios, ele começou a morder de leve minha boca, e penetrar a sua língua na minha boca. de repente estávamos deitados na sua cama. sua linguá tocava a minha que começava a corresponder . 


Ele me chupava comecei a chupar também. que beijos gostosos. senti a sua mão entrar sob a minha blusa, disse-lhe: não, ricardo. mas a minha voz ofegante e tremula não mereceu credito. rapidamente ricardo abriu o meu soutien e apertou e meu peito. eu repetia: pára ricardo, pára ricardo. mas eu não esboça qualquer reação. suas mãos deliciosamente brincavam com os meus mamilos. era delicioso. ricardo ainda me beijando me sentou e tirou a minha blusa deixando os meus peitinhos a mostra. fiquei envergonhada, mas ricardo começou a beija-los e fiquei mais excitada. comecei a ficar com medo de onde iriamos parar. ricardo beijava os meus seios quando tentou introduzir a mão na minha bermuda. desta vez empurrei-o para o lado e disse: não!!!! levantei da cama e comecei a me vestir. ricardo com um sorrisinho malicioso disse:



 – quero que vc volte amanhã. vá namorar com seu noivo e pratique o que vc aprendeu hoje aqui. amanhã será melhor ainda. de fato saí com meu noivo e sugeri irmos a um drive-in. lá começamos a nos beijar, deitei o banco do carro e permiti que ele tocasse os meus seios sem que ele pedisse tirei a blusa disse que não conseguia esquecer das suas mãos em meu peito (na verdade não esquecia era as mãos de ricardo). Marcelinho timidamente beijou meu peito e depois pediu para irmos embora. começou o meu segundo dia com ricardo. na faculdade não conseguia tirar da cabeça ricardo beijando e chupando o meu peito. ao chegar em casa da faculdade, fiquei esperando ricardo ligar. após 30 minutos de espera, eu liguei. ricardo maldosamente perguntou se eu estava querendo mais. desconversei e disse que precisava falar sobre as fotos. ricardo disse: – venha, estou te esperando.

 Fui imediatamente. vestia um vestido de algodão de alças sem soutien. ricardo me recebeu com um beijo na boca. me pegou pela mão e imediatamente me levou ao seu quarto. não resisti. deitamos na cama e começamos a nos beijar. correspondi plenamente os seus beijos. nossas linguas se misturavam enquanto nos chupávamos. suas mão procuraram os meus seios e ricardo os apalpou por sobre o vestido. senti os biquinhos se endurecerem. ricardo passou a mão por baixo do meu vestido e o suspendeu e o tirou. fiquei de calcinha. pela primeira vez estava de calcinha na cama com um homem. pedi a ricardo que nos cobríssemos com um lençol. ricardo permitiu e puxei um lençol ficando apenas os meus seios a mostra. ricardo entrou em baixo do lençol. e continuou e beijar meus seios. de repente senti algo quente e duro tocando minhas coxas. – ricardo, vc está nu? exclamei. ele me respondeu com um chupão de lingua e levando a minha mão ao seu pinto duro. senti uma coisa grossa, dura e pulsante em minha mão. nesse instante ricardo beijava meu peito e começou a introduzir a sua mão dentro da minha calcinha. senti tocar os meus pelos pubianos segurei a sua mão. 


– relaxa, gata. sussurrou ao meu ouvido. abri lentamente as pernas e deixei que a sua mão chegasse a minha vulva. senti seus dedos explorando os meus grandes lábios e meu clitóris. sentia-me encharcada. ricardo começou a me masturbar em movimentos rítmicos. nada dizia, mas a minha respiração denunciava o meu êxtase. gozei pela primeira vez na vida. ricardo disse ao meu ouvido: – quero te comer. – hoje não. estava consciente que mais cedo ou mais tarde ricardo iria me comer mas queria tentar fazer com meu noivo me tirasse a virgindade. ricardo me colocou a masturbá-lo. peguei o seu cacete e comecei com movimentos de vai e vem, seguindo as ordens de ricardo fui aumentando o ritmo. ricardo gozou jorrando esperma sobre mim toda, até no meu cabelo. a noite voltei ao drive-in com o corno do meu noivo decidida a fazer ele me comer.


 Fui com o vestido mais curto que eu tinha e mais fácil de tirar. nos beijávamos e nada. até que tomei a iniciativa e tirei o vestido e fiquei de calcinha meti e mão dentro da calça de Marcelinho, mas alem de nervoso e inexperiente que era gozou na minha mão antes mesmo de tirar o seu pinto fora da calça. no terceiro dia logo cedo encontrei ricardo na academia. quase que não consigo completar os meus exercícios. após a malhação, ricardo sugeriu: – mata essa faculdade hoje e vamos lá para casa. concordei e fui direto para a sua casa. ricardo me beijou longamente e me ofereceu o banheiro do seu quarto para tomar banho. aceitei. achei estranho que o banheiro não tinha chave. tirei a roupa, permaneci com a parte debaixo de um biquini que eu vestia e entrei embaixo do chuveiro. cerca de um minuto depois a porta se abre. é ricardo. 

Ee tirou a sua toalha e completamente nu entrou embaixo do chuveiro. sentia o seu pau tocando minhas coxas enquanto ele me beijava. começou a me ensaboar os peitos, as coxas, minha bunda e colocou a mão dentro do meu biquni. com as suas mãos ele tirou a ultima peça de roupa que me restava. ricardo em levou molhada ainda para a sua cama e tirou toda a agua do meu corpo com a sua língua. deteve-se e, especial com o meu sexo. me chupou, enfiou a sua lingua, me lambeu me fez gozar. foi subindo, me beijando as virilhas, as coxas, o umbigo, os peitos e me beijou a boca. sussuro ao meu ouvido: – vou te foder. – me fode ricardão. me fode. dizia algo inimaginável para mim. senti que o seu cacete, resvalou e escorregou, então levei a minha mão até o seu cacete e coloquei na entrada da minha bucetinha virgem e disse: -mete, meu macho. mete devagar, mas mete. ricardo obedeceu e foi me rasgando. senti um filete de sangue escorrendo. depois de todo dentro ricardo começou a bombar. 


O


movimento de vai vem me fez gozar gostoso e gemer baixinho. ricardo gozou dizendo no meu ouvido: – minha putinha, to gozando, te enchendo de porra, minha bucetinha. tomamos banho ricardo me ensinou a chupar o seu pau dentro do banheiro. fodemos o dia inteiro. foram mais 5 vezes, em várias posições. a noite transei com meu noivo no carro e simulei que estava doendo e ele nem desconfiou. continuo trepando com o meu ricardão apesar de estar casada ha 1 ano e meio.

autor: contoseroticos.inf

NO BANHEIRO

O fim desse semestre na universidade trouxe muita tensão. E como quando se tem tensão, se quer descarregar, né?! Tentei jogar, assistir série, e um bocado de baboseira. Tudo falível. O que me ajudou mesmo foi o que rolou na quarta-feira, justamente antes da prova mais foda (estatística). Uma novinha me deu um gostoso motivo pra inaugurar essa categoria de conto.
Assim como o povo da facul, o povo de ensino médio tá se fudendo, e pela minha universidade ser pública e próxima de escolas, muitos secundaristas acessam o lugar. Nessa conheci Kelly, que faz o 2° ano do ensino médio, uma baixinha (bem baixinha mesmo), parda, muito safada. Romântica, carente e muito defensiva, me chamou a atenção.
Eu tinha acabado de almoçar e tava sentado num banco quando a magrinha sentou no ao lado, fardada, e começou a mexer no celular. “Gosta daqui? Pode vir da escola pra cá né?!” Acho que ela quis estranhar, mas pelo meu tom extremamente doce não respondeu com rudeza, confirmou com um sorriso e balançando a cabeça. Chamei pra sentar do lado e ela veio.
50 minutos de papo depois disso, já tínhamos tomado algumas caixas de suco e beijado bastante ali sentados, nos demos bem de cara. Dizia muitas vezes que era novinha mas sabia beijar. E sabia mesmo. Perguntei se não queria ficar num canto mais reservado e subimos em um dos prédios para um andar mais vazio pra ficarmos a vontade. O clima pintou muito forte!
Ela me intercalava durante os beijos se, mesmo também sendo novo, sei dar prazer a uma mulher e se podia confiar em mim, porque na nossa idade se é irresponsável e eu podia ter doença. Meu cu pra isso. Sou responsável pra caralho, e inclusive tava me sentindo responsável pela novinha. Ela deixava eu conduzir a valsa e perguntava sobre minha prova.
“Nem me lembra que já tô tenso demais, gatinha”. Ela disse que daria um jeito naquilo e me beijou bem mais, que língua fininha na minha boca e no meu pescoço! Percebendo meu pau duro na bermuda, ela pegou por cima da bermuda. Depois, quis enfiar a mão por debaixo dela, e depois dentro da cueca, até me pedir pra abrir o flash e bater pra mim.
Adorei sua mãozinha me bronhando e ela super nervosa. “Relaxa, aqui não tá quase ninguém”. Ela mandou eu relaxar e que queria me sentir jorrando leitinho na mão dela. Que novinha danada! Olhava pra minha pica visivelmente satisfeita e disse que aguentava ela, queria cavalgar nela, mas antes mamar. “Mas será que poderia confiar em você?”.
Levantei-me e a puxei pra mim, saindo e deixando as nossas bolsas amarradas lá. Pelo visto estávamos só no andar. Mapeei os banheiros e entramos no masculino. Fechei a porta e pus as mãos pra inibir qualquer empurrão. Ela estava entre meus braços, então a beijei mais e disse pra ela “você pode chupar, me prova novinha, né o que você quer?”
Receosa, baixou e desceu minha bermuda e cueca até o joelho. Agarrou minha pica já bem dura e começou a chupar meu pau bem devagar. Delícia, beija bem, logo também chupa. Viraram a maçaneta da porta e ela se assustou querendo sair. Controlei a situação. Já tava com a porra na cabeça, tava só aproveitando mais aquela boquinha bem pequena no piru.
Ela pegava com jeito na base e me engolia me olhando. Não havia nada de profissionalismo, mas havia vontade nítida em me pagar ali, que gostoso cara!!! Sua parte de trás da cabeça encostava na porta e eu na ponta do pé socava ora devagar ora rápido no fundo da boca, mas não pra engasgar claro. Batia na sua cara com a vara dura também.
Já era a 3a virada na maçaneta e a 5a em que a porra vinha à cabeça, gozei gostoso na boca dela e ela não deixou escapar uma gota. Com a porra na boca me obedeceu e foi cuspir. Na volta me beijou com um pouco de nojinho mas conseguimos sair na boa dali e eu fui fazer minha prova relaxado. Tirei 5, mas tava feliz. Então foda-se!
Louco pra encontrar a novinha de novo. Não só pra isso, claro. Mas adoro ousadia e atitude, quem não quer intensidade nas aventuras?

CONTO EROTICO DE SWING

Meu marido, João, já raramente me procurava e eu, confesso, já estava me sentido tentada a corresponder às investidas de um ou outro colega meu. Mas sempre resisti a fazê-lo por não querer ser infiel.
Então, subitamente num dia, o meu marido chegou do emprego e se aproximou de mim na cozinha. Chegando por trás, me abraçou a começou a enfiar as mãos dentro da minha blusa e sutiã, procurando meus seios, apalpando e apertando-os levemente.
Raramente ele chegava em casa com este nível de tesão, o que me fez corresponder às suas investidas imediatamente. Empinei minha bunda e comecei a rebolar, roçando meu rabo contra a pélvis dele, percebendo o volume enorme dentro de suas calças.
Os meus movimentos estavam deixando-o completamente louco. Não demorou e senti suas mãos nas minhas coxas, levantando minha saia e abaixando minha calcinha. Comecei a sentir um calor muito gostoso e me apoiei na mesa da cozinha, afastando bem minhas pernas e soltando gemidos de prazer.
Logo os dedos do meu marido estavam explorando os lábios da minha buceta e massageando meu clitóris.
Hummmmm! Você está muito molhada, amor! — disse ele beijando minha costas.
E eu estava mesmo molhada.
Minha xoxota pedia ansiosamente para ser penetrada
Ali mesmo, na mesa da cozinha. Apenas fechei meus olhos para me deliciar ainda mais com a situação e percebi que ele estava abaixando suas calças e a cueca. Não deu tempo de pensar, ele me colocou em cima da mesa.
pegada na mesa da cozinha
E logo começou a estimular minha buceta e então ele enfiou todo o seu pênis dentro de mim, sem dó nem piedade. Ohhhhhhhhhhhhh! Devagarrrrr! – gritei quando senti seu cacete grosso, enorme e quente me enchendo toda.
Fazia umas duas semanas que meu marido não me comia. Meu tesão estava lá em cima, mas o dele estava muito mais. Parecia um animal me fodendo. Ele beijava minha nuca, me segurava firme pela cintura e metia sem dó, tirando o pau quase todo e enfiando novamente, com força.
Não demorou muito e percebi que ele não aguentaria muito mais tempo.
– Ahhhhhhh! Vou gozar!!!!!!!! – disse ele gemendo.
Jatos de esperma quentinho foram despejados no fundo da minha buceta enquanto meu marido me apertava contra o corpo dele. Saiu tanto esperma da rôla dele que tive a impressão que não caberia mais na minha buceta. Fiquei um pouco chateada por ele não ter esperado que eu tivesse meu próprio orgasmo.
Mas, não me importei muito. As vezes essas trepadas rápidas me fazem muito bem. Mais tarde jantamos juntos, assistimos a um filme e nos preparamos para dormir. Como é de costume, durmo somente de calcinha. Meu marido foi ao banheiro e ao retornar saltou em cima de mim novamente.
Meu marido parecia um tarado.
Chupou meus seios demoradamente, beijou e lambeu minha buceta e brincou muito com sua linguá no meu grelhinho. Fizemos um meia nove muito gostoso, no qual eu mamava seu pau cada vez mais duro e ele chupava minha xoxota e lambia meu cu.
Finalmente me penetrou com aquela vara dura como rocha em várias posições muito excitantes. E desta vez eu atingi o orgasmo repetidas vezes.
Deitados e entrelaçados um no outro, cansados e esgotados, me atrevi a lhe perguntar:
– O que aconteceu com você hoje? Chegou em casa tão excitado. Meu marido sorriu, me deu um beijo na boca, hesitou um pouco e resolveu explicar.
– O Thiago, aquele meu colega de trabalho, me convidou para ir até a casa dele depois que almoçamos.
– E?
– Ele me mostrou e assistimos um filme pornô muito interessante. Era a história de homens que trocavam de mulheres.
Enquanto me explicava, reparei que meu marido ia ficando cada vez mais excitado.
– No fim – continuou meu marido – o Thiago me disse que ele e sua mulher estão procurando um casal para fazer o mesmo.
Percebi, enfim, o motivo da tanta excitação. Marina, a mulher do Thiago era um espetáculo de mulher. Com seus quase um metro e oitenta de altura, seios bem desenvolvidos e a não muito grande, mas bem redonda e empinada, ela chamava a atenção de todos os homens por onde passava. E meu marido Carlos não era exceção.
Fiquei muito excitada com a ideia. O Thiago era um homem muito bonito, forte e conversador. Eu já havia reparado por várias vezes um volume enorme nos meio das pernas dele, principalmente quando ele olhava para mim.
Eu era muito mais baixa que a Marina, mas minhas tetas eram maiores e meu rabo também era muito superior ao dela.
– E a ideia desta experiência lhe agrada? – perguntei sorrindo ao meu marido.
Ele não falou nada. Apenas sorriu e acenou a cabeça afirmativamente.
Nessa noite, meu marido estava muito assanhado. Lambeu e chupou minha buceta mais uma vez e depois fez penetração profunda, uma das formas que ele mais gostava.
Quando adormecemos, tínhamos combinado fazermos uma festa à quatro. Não demoraram muito dias para que nos reuníssemos: eu, o meu marido, o Thiago e a Marina. Combinamos de nos encontrar em uma sexta à noite para um jantar em nossa casa e agimos com a maior naturalidade possível, sem tabus.
O dia da festa chegou
Quando o Thiago e Marina chegaram, abrimos a porta e os cumprimentamos normalmente. Após as conversas iniciais, eu e a Marina fomos para a cozinha preparar o jantar enquanto os homens ficaram encarregados de preparar a mesa.
– Posso lhe dar um beijo? – a Marina perguntou enquanto estávamos na cozinha. Meu “sim” saiu tão baixinho que fiquei com receio de ela não ter ouvido. Fiquei trêmula e sem saber o que fazer. Ela foi chegando, me abraçou calmamente e começou a roçar os lábios dela nos meus, bem lentamente, dando selinhos.
Finalmente sua linguá forçou meus lábios e eu os abri. Era meu primeiro beijo com uma mulher. Quando sua linguá invadiu a minha boca eu me derreti toda e em pouco tempo comecei a corresponder, colocando as mãos na cintura dela e colando o corpo dela ao meu.
– Você é muito bonita, sabia? – disse Marina ao concluirmos nosso longo e apaixonado beijo.
Mas a minha primeira experiência com outra mulher estava apenas começando. Em seguida ela colocou uma das mãos em meus seios e começou a me acariciar.
Depois, sem nenhum aviso, levantou minha saia e procurou minha xoxota. Afastei as pernas um pouco para facilitar seu trabalho. Eu já estava tão excitada que acho que minha calcinha já estava toda molhadinha.
– Acho que meu marido vai gostar muito de você – disse ela enquanto seus dedos massageavam meu grelho por cima da minha calcinha.
– Você também vai deixar o Thiago delirando de tesão. Sinto que está muito excitada – respondi, tentando retribuir o elogio.
– Estou mesmo – disse ela – abrindo sua calça e descendo-a até a altura das coxas, junto com sua calcinha – passe sua mão na minha xoxota e verá que estou pegando fogo – finalizou com um sorriso cheio de vontade.
Eles pegaram nós já nos beijos
Quando nossos maridos entraram na cozinha nós estávamos nos braços uma da outra, nos beijando e nos acariciando mutuamente entre as pernas.
– Uau! – disse o Thiago – já começaram!
Assustadas com a chegada deles, nos separamos imediatamente.
– Hummmm! Que delícia – disse meu marido, cheio de tesão – por que pararam? Nunca tinha visto minha mulher se pegando com outra.
– Você terá tempo de ver novamente – respondeu Marina dirigindo-se ao meu marido e dando-lhe um beijo nos lábios – sua tarefa agora é apagar o fogo que a sua mulher acendeu em mim.
– E eu quero colocar logo as mãos nestes seios enormes! – disse Thiago se aproximando de mim e já começando a acariciar e mordiscar os bicos dos meus seios.
Fomos todos para a sala em seguida. A Marina tirou sua calça e calcinha e se sentou de pernas abertas no sofá. Depois, pediu ao meu marido que se ajoelhasse e chupasse sua buceta até ela gozar.
O Thiago, por sua vez, pegou minha mão e levou até o seu membro, por cima da calça. “Olha como estou excitado!“, disse ele.
Apertei sua rôla e percebi que era realmente muito grande e estava bastante dura.
– Tire sua roupa – disse eu – quero sentir seu pau na minha mão.
– Vai sentir na sua mão e em todo o seu corpo – respondeu o Thiago sorrindo e tirando toda a roupa.
Ouvi um gemido atrás de mim. Era a Marina que continuava a se deliciar com a boca do meu marido. Ela já tinha tirado o resto de sua roupa e estava acariciando seus seios enquanto meu marido continuava a lamber e chupar sua xoxota linda e depiladinha.
Comecei a tirar minha roupa também. Quando olhei para o Thiago, ele já estava completamente nú, observando meu corpo à medida que minhas últimas peças de roupa iam parar no chão.
– Uau! Seu corpo é delicioso! – disse Thiago quando fiquei completamente nua. Olhei para o pau dele e parecia dobrar de tamanho a cada segundo. Caí de joelhos e me preparei para mamá-lo.
Comecei pela cabeça daquele pênis gigante, massageei as bolas e finalmente comecei a chupá-lo.
– Ohhhh! Ahhhhh! Eu sempre imaginei que você era realmente boa para chupar um cacete, sua safadinha – ouvi o Thiago sussurrar entre gemidos.
Comecei a punhetar seu pau enquanto o chupava, o que o fez se afastar de mim.
– Ohhh! Caramba! Quase gozei – disse ele rindo e se deitando no chão. Em seguida me deitei ao seu lado.
Ele então começou a acariciar e lamber os biquinhos dos meus seios. Logo se sentou em cima de mim e posicionou seu pênis entre meus seios avantajados.
– Fode meu pau com essas tetas gostosas! Fode! – pediu ele.
posição sexual espanhola
Coloquei as mãos em meus seios, os apertei contra seu cacete e ele imediatamente começou um vai-e-vem bem gostoso. Que “espanhola” gostosa nós dois estávamos fazendo.
Olhei para o meu marido e a Marina. Ele estava metendo nela de “cachorrinho”, justamente do jeito que ele mais gosta. Pelas expressões no rosto dela, pude ver que não demoraria muito até ela gozar como uma louca.
Meu marido devia tê-la excitado bem mesmo antes de penetrá-la. Eu sabia como ele era bom com a linguá e com os dedos. Se eu já estava excitada, vê-los fodendo daquela forma me deixou ainda mais. Minha vagina ainda não tinha sido tocada pelo Thiago, mas eu a sentia completamente molhada.
Eu não iria aguentar muito mais sem enchê-la totalmente. E o que eu precisava dentro dela, grande e grosso, estava justamente entre meus seios, espirrando esperma na direção do meu rosto.
– Ahhhh! Caceteeee! – gritou o Thiago gozando e disparando seu líquido quente no meu pescoço. Os jatos foram tão fortes que algumas gotas foram parar na minha boca, olhos e cabelos.
A Marina e meu marido também começaram a gemer desesperadamente, com ela sentada em cima dele, subindo e descendo naquela vara gostosa. Eu era a única que não tinha gozado ainda. E eu precisava muito de um orgasmo. Já estava ficando tonta de tanto tesão.
No entanto, eu sabia que algo bom estava reservado para mim.
– Chupa meu pau novamente! Até ele ficar duro outra vez – disse o Thiago levando seu pênis semi-ereto até a minha boca, após eu limpar, com minha blusa, seu esperma do meu pescoço e rosto – agora você vai receber o que você merece.
sexo oral masculino
Comecei a chupar o cacete dele, com algumas gotas de sêmen ainda saindo daquele membro enorme. Aos poucos foi ficando duro e delicioso. De joelhos na sua frente e as pernas um pouco afastadas, mal percebi quando um rosto foi surgindo por baixo de mim e uma linguá atrevida começou a invadir minha buceta.
Era a Marina, me lambendo e beijando toda a região da minha vagina. Parecia uma gatinha bebendo leite. E o leite era minha bucetinha rosada e molhadinha. Abri mais as pernas e praticamente me sentei no rosto dela. Me abandonei ao prazer.
Quando combinei com meu marido de fazer esta festa à quatro, nunca imaginei mamar um cacete e ao mesmo tempo me deliciar com uma outra mulher chupando minha buceta. Mas as minhas surpresas ainda não acabariam ali.
Quando Thiago sentiu que estava pronto, deitou-se no chão e pediu para eu cavalgá-lo.
– Ohhhhh! – gemi ao sentir o pênis dele se encaixando na minha buceta à medida que eu descia meu corpo.
Cavalguei deliciosamente o pau do Thiago enquanto ele apertava e beijava meus seios, que balançavam na sua frente. Uma mão pressionou as minhas costas fazendo com que eu me deitasse em cima do Thiago. Nessa hora percebi que a Marina havia se deitado ao nosso lado e começou a nos beijar, alternando entre a minha boca e a do seu marido.
Deitada em cima do Thiago e beijando a Marina, senti agora duas mãos na minha bunda, abrindo e massageando minhas nádegas. Era meu marido. Suavemente ele começou a passar a lingua no meu cú, deixando um rastro de cuspe por onde sua boca passava.
Facilmente adivinhei que iria ser enrabada. Outra novidade para mim. Ser fodida na buceta e no cú ao mesmo tempo ia ser demais para a minha pessoa. Minha primeira DP (dupla penetração). “Que delicia”, pensei me arrepiando toda.
– Ahhhhhh! Meu deussssss! Vão devagarrrrrr! – gemi e senti meus olhos se encherem de lágrimas quando o pênis do meu marido deslizou fundo no meu rabo, encontrando e roçando o cacete do Thiago pelo caminho.
Sentir dois pênis dentro de mim foi algo completamente novo e uma mistura de dor e prazer nunca antes experimentada. Eu era agora um sanduíche entre dois homens que me deixavam completamente fora de mim de tanto prazer.
Eu estava sempre pronta para trepar e delirar de prazer apenas com a minha vagina, mas, com o tempo aprendi a gostar quando meu marido me penetrava no rabo. Mas agora era diferente, duas picas duras e grossas me invadiam, bem fundo. O prazer era tanto que eu estava quase desmaiando.
Era um prazer indescritível.
Aumentava a cada movimento que eu fazia. Se eu movia a pélvis para baixo, sentia o pênis do Thiago me penetrar bem fundo na vagina. Se eu elevava a pélvis, sentia o pênis do meu marido se afundar no meu cuzinho. De repente senti que não aguentava mais.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Estou gozandoooooooo! – uma onda de calor invadiu meu corpo e me concentrei na boca do Thiago.
Beijei-o loucamente enquanto meu marido castigava meu rabinho sem dó. Gritei e gritei. Parecia uma sirene. E só não gritei mais porque as bocas do Thiago e da Marina não me davam tempo. Eles queriam me beijar, queriam sentir meu prazer na boca deles.
Quando o Thiago e meu marido gozaram dentro de mim eu já tinha perdido a conta dos orgasmos seguidos que os dois tinham me proporcionado. Momentos depois estávamos todos deitados no chão, cansados e suados. Eu me sentia completamente saciada, como nunca havia sentido antes.
Nós, as mulheres, estávamos no meio com os homens nas extremidades, cada um ao lado da mulher do outro. Não demorou muito para que a sessão de beijos, abraços e carinho reiniciasse. E novamente fui alvo das atenções da Marina, que não só me beijava como também acariciava meus seios e brincava com seus dedos na minha bucetinha toda inchada de tanto sexo.
Meu marido foi o primeiro a interromper aquele momento, dizendo que tinha fome e que seria melhor irmos jantar. Todos concordamos. Mas, antes do jantar precisávamos tomar banho. Havia esperma em todo o meu corpo e o cheiro de sexo estava em todas as partes.
Após o jantar fomos ver televisão. Os homens só de cuecas e as mulheres só de calcinha. Enquanto assistíamos a um filme, íamos falando e nos tocando uns aos outros. Em um determinado momento, meu marido meteu a mão entre as pernas da Marina, puxou sua calcinha para o lado e procurou seu grelhinho, começando a esfregá-lo lentamente.
Não demorou muito pra brincadeira começar novamente!
Ela de imediato abriu suas pernas, facilitando a tarefa.A Marina me puxou para perto dela, procurou meus lábios e me beijou. Na verdade ela não me beijou, nós nos beijamos, porque eu correspondia feito uma louca aos beijos e mordidinhas que ela dava nos meus lábios.


Em seguida ela me perguntou: Querida, por que você não chupa minha buceta? Eu iria adorar.
Isso era algo que eu nunca tinha feito ainda. Mas a experiência me agradou muito. Foi o reinício de toda uma série de prazeres que tinham sido interrompidos para jantarmos.
Depois daquele fim de semana, eu e o meu marido tivemos outras experiências: nós e outros casais ou apenas uma amiga ou um amigo nosso. Mas isso são outras histórias que talvez um dia eu conte.
autor: c.e.info

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

RAPIDINHA NO SITIO DO SOGRO

Este conto aconteceu em uma festa no sitio de meu sogro, muitas pessoas e muitos amigos da familia, era epoca de festa junina e sempre fazemos festa no sitio dele com quadrilha, fogueira, e muitos comes e bebes. Vou começar este conto falando de mim Renato na epoca com 33 anos e hoje com 35 anos casado e gordinho, este dia tinha muita gente no sitio que não conhecia e sou bem reservado na minha, estava arrumando a fogueira para a noite .

Ate que chegou um casal com filhos, uma loira deliciosa e meu sogro apresentou o casal e ficamos conversando e muita bebida. Com o cair da noite todos as mulheres preparando as comidas e muitas risadas e comecei a observar a loira no caso Joana , 1,70 olhos verdes, peitos grandes de silicone, um bundão gostoso que todos olhavam e com uns 40 anos. 

Comecei a conversar com seu marido e percebi ela olhando e abaixava para brincar com as crianças , ficava sorrindo e eu ali conversando com o marido dela, quando ela veio e se sentou a nosso lado e disse: 

 - Nossa já te vi em algum lugar não me é estranho e sorriu - Nossa assim me compromete , se minha esposa escuta até eu explicar rsrs ( respondi) O marido dela respondeu logico que ja viu ele, sempre vamos nas festas e ele e a esposa sempre estão. Fiquei quieto e meio sem graça. Ela se levantou e foi embora , falando que seu marido era um grosso. 

Continuei a tomar e fui ascnder a fogueira, foi quando Joana veio rindo e disse será que todo este fogo é seu. Eu sem pensar disse para ser o meu precisa ascender mais ainda. Ela disse: - de um fogo deste que estou precisando 

Respondi - de uma loira desta que preciso - Disse sua esposa está so de olho em vc - sorri, e falei é pq ela sabe que o fogo aqui não se apaga Ela sorriu e disse - esta me deixando curiosa , e molhada , pena que tem muita gente aqui para provar de seu fogo.

 Com o cair da noite o marido dela já estava alto e o pessoal todos felizes com a bebida , foi onde vi o fogo apagando e falei a minha esposa que ia pegar mais lenha proxima a casa do caseiro que deixamos cortada. E sai de fininho e fui buscar a lenha e para minha surpresa ao chegar proximo a casa do caseiro.

Vi Joana saindo pelo outro lado e me chamou e sem pensar fui ate ela que disse: - escutei vc falando onde tinha lenha e vim ver onde era sua fabrica de fogo e sorriu Sem pensar agarrei ela e começamos a nos beijar e roçar meu pau em sua bunda e via ela gemer e delirar , pedindo para botar o pau em sua fogueira pois estava em brasas. 

Joana começou a pegar em meu pau e não demorou ja estava com ele na boca com um delicioso boquete que ate babava, levantei ela e comecei a mamar em seus peitos e sem perder tempo pois não podiamos demorar , coloquei ela de 4 e levantei seu vestido e para minha surpresa ja estava preparada sem nada , e coloquei meu pau com vontade e escutei ela gemer e soltar um gritinho e pedindo mete sem dó pois é isso que preciso que me foda sem dó pois quero ser sua vadia. 

E cada vez que falava isso me dava mais tesão e socava com mais vontade e não demorou e ela começou a rebolar e gemer nos gritos e pedir para socar com força que ia gozar e gozou rapido. Eu ainda não satisfeito disse: ja que é minha safada agora vou comer este cuzinho e para minha surpresa disse não via a hora de socar nele .

Aproveitando o mel que saiu de sua buceta melei meu pau e soquei devagar em seu rabo delicioso que engolia cada centimetro dele e comecei a socar gostoso e vendo ela gemer e pedir leite nele e com a mão ela se masturbava e começamos uma foda intensa e não estava mais aguentando e avisei que ia gozar e ela me pediu para segurar que estava gozando com o pau no rabo e queria leite na boca. 

Não estava mais aguentando então tirei e soquei em sua boca onde enchi de leite quente, vendo ela engolir tudinho , voltamos a festa e ela beijava o marido e sorria pra mim e minha esposa brava perguntando pq ela ficava me olhando e eu respondia, está bebeda nem liga.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

DriveThru do Mc Donald’s

Olá, meu nome é Thiago. Este é meu primeiro conto aqui, estou escrevendo-o a pedido de uma amiga e espero que gostem.
Tenho 26 anos, 1m75, 75 kg e um dote de 24cm (sim, é verdade). A história que irei contar aconteceu há 2 anos atrás, quando na época eu tinha uma namorada chamada Camila (fictício).
Camila era loira, 19 anos, 1m65, magrinha, seios médios, coxas grossas e uma bunda magistral, linda, grande, durinha e que chamava a atenção de todos os homens na rua.
O mais admirável em Camila era o quanto era inteligente e safada, incrivelmente safada. Adorava transar e curtia de tudo, tudo mesmo, inclusive ménage com outras mulheres. Não podíamos nos ver que transávamos sem pudor, onde estivéssemos.
Certo dia resolvemos fazer uma coisa diferente e saímos de carro para dar umas voltas e pensar em algo. Era por volta das 23h quando tivemos a ideia de ir até o Drive Thru do McDonald?s na 24 de Outubro em Porto Alegre.
Mas não fomos no Mc para simplesmente comer, queríamos ver a reação da atendente do Drive Thru quando visse meus 24cm.
Quando estávamos chegando no Mc a Camila tirou meu pau para fora e começou a me masturbar para ele endurecer, quando ficou duro ela começou a chupá-lo ? e ela chupava muito bem, sempre lambia todo ele e punhetava enquanto estava com ele na boca, babava e sempre me olhava nos olhos, era uma verdadeira expert no assunto ? quando chegamos perto do guichê meu pau já estava totalmente duro e ela não parava de chupar.
Chegou a nossa vez e eu como tinha vidro com película escura não dava para ver nada no interior do carro, parei do lado do guichê e abri o vidro totalmente.
(A atendente era uma morena jambo, bonita, de aproximadamente uns 23 anos)
Quando abri o vidro e a atendente olhou para dentro do carro viu a Camila me chupando e arregalou os olhos em direção dela, mas não tinha visto nada além da nuca, foi neste momento que pedi um BigTasty completo e perguntei pra Camila o que ela queria, ela tirou o pau da boca e segurando ele, mostrando pra atendente falou:
– Eu quero um BigMc, porque adooooro um Big!
Quando a atendente viu os 24cm ela fez uma cara de apavorada e falou:
– Puuxa vida! Te digo de big né, rs.
Neste momento ela me olhou e meu deu os parabéns, na hora achei engraçado e a Camila perguntou:
– O que foi? Nunca viu um assim?
– Deste tamanho não, quantos centímetros? (atendente)
– 24, disse a Camila.
– Meu Deus, gigante!
Nos despedimos depois disto e fomos buscar nosso lanche no outro guichê.
Na outra semana resolvemos ir lá denovo. Fomos no mesmo horário para encontrarmos a mesma atendente e a encontramos. Chegamos e foi a mesma coisa, abri o vidro e Camila já estava me chupando. Só que desta vez ela não ficou apavorada, ficou curiosa.
Quando chegamos ela nos deu oi e disse que ainda não acreditava no que estava vendo e perguntou pra Camila:
– Você aguenta todo ele?
– Com certeza, disse a Camila, e você não?
– Não sei, o maior até hoje tinha uns 20cm e aguentei, mas 24 não sei não.
– Bom, só tem um jeito de descobrir né?
– Ah é, e como? Perguntou a atendente.
Camila me olhou nos olhos nesta hora, como quem me pergunta se eu queria fazer um ménage com a atendente, e eu como não sou de ferro só balancei a cabeça aprovando a situação. Então Camila falou:
– Ué, experimentando um de 24cm.
– E você acha que é fácil de encontrar um assim? Perguntou ela.
– Sei que não é fácil, por isto não largo deste. E você daria conta deste aqui?
Nesta hora a menina me olhou e eu só sorri pra ela e ela ficou quieta e Camila perguntou:
– E então, quer ou não quer experimentar este daqui? E punhetava o meu pau.
– Querer eu quero, mas você deixa?
– Claro que deixo, se sou eu que estou oferecendo.
Trocamos os telefones e perguntamos quando poderíamos nos encontrar, ficou marcado para o outro dia, no final do expediente dela, as 24h. Pedimos um BigTasty e BigMc.
No outro dia ligamos para ela e a pegamos no Parcão. O nome dela era Fabiana (fictício), ela ficou meio encabulada quando entrou no carro e a Camila tratou de acalmá-la, conversando e conversando sobre o trabalho dela. Neste momento eu já estava indo em direção ao meu apto. Chegamos lá e subimos direto, quando entramos no apartamento e Camila já se ajoelhou e tirou meu pau pra fora na frente dela e começou a chupá-lo. Neste momento vi que Fabiana tinha uns 1m70, morena jambo, seios pequenos e bunda grande. Fabiana começou a olhar o boquete e não falou nada, nesta hora eu beijei-a e ela começou a se soltar, amoleceu. De repente, quando eu a beijava, a Camila pegou a mão dela e colocou a mão no meu pau, ela segurou firme e começou a punhetá-lo. Camila se levantou e começou a nos beijar no rosto, perto da boca e a Fabiana se ajoelhou, segurou meu pau com as duas mãos e falou:
– Meu Deus, é muito maior assim de pertinho.
E colocou ele na boca, abriu bem a boca e tentou colocar o máximo que podia, mas entrava no máximo uns 10cm. Camila se ajoelhou do lado dela e começou a chupá-lo também. Esta cena vista de cima era simplesmente inesquecível.
Depois de uns 10 minutos de boquete, ela se levantou e comecei a beijá-la novamente. Fomos em direção ao quarto e voltamos a ativa, desta vez eu deitei-a na cama e comecei a chupar o seu grelo, e Camila beijava Fabiana na boca. Depois de molhadinha e me levantei e coloquei a camisinha, coloquei o pau na entrada e comecei a meter devagar, ela começou a gemer alto e pedia pra meter mais, meter todo ele.
A Camila só assistia a cena e disse pra eu meter todo ele para ela ver só.
Quando coloquei uns 21cm ela gritava loucamente, dizia que eu estava rasgando ela e nesta hora não me aguentei e meti todo ele de uma vez só, ela gritou e me chamou de puto, que eu tava rasgando ela. Assim ficamos durante uns 10 minutos e Fabiana dizia que queria somente assistir desta vez, que mais tarde seria a vez dela.
Coloquei a Fabiana de 4 e meti sem dó cada centímetro do meu pau e avisei que iria comer o cuzinho dela. Quando falei isto ela parou na hora, disse que não, quer jamais tinha dado o cú e não seria para 24cm que daria, que ninguém dá o cú pra 24cm.
Nesta hora a Camila se pronunciou, disse que ela dá, aguenta tudo e adora. A Fabiana disse que era mentira e então a Camila falou:
– Aguento todinho quer apostar?
– Quero sim.
– Então se eu aguentar todo ele você vai dar também.
– Não, outra coisa.
– Então nada feito, disse a Camila.
– Ta bom, mas não hoje, tenho que me preparar.
– Feito.
Camila ficou de 4 na cama e disse:
– Vem amor, vamos mostrar pra ela.
Enfiei cada centímetro devagarinho, até entrar todo e as bolas encostarem na bunda dela. E Camila olhou pra Fabiana e disse:
– Viu só, da próxima vez será o seu.
Comi o cuzinho da Camila durante uns 15 minutos enquanto Fabiana olhava de perto e me beijava.
Depois que tirei do cuzinho, as duas começaram a me chupar novamente até eu gozar.
Quando gozei as duas estavam de boca aberta, esperando pra engolir tudinho e as duas se lambuzaram todas. Foi a vez que a atendente do McDonald?s provou o BigMc.
Depois deste dia, marcamos outros encontros e tive a oportunidade de comer o cuzinho da Fabiana, mas isto contarei em outro conto.
autor - escravo

NA PASSAGEM DE ANO

Ainda no ritmo do ano novo, resolvi postar um conto erótico com uma aventura de Réveillon. Espero que gostem.

Todas as pessoas acabam ficando bastante ansiosas pelo ano novo que chega. Promessas e esperanças de que as coisas irão melhorar sempre vagam pelas nossas mentes a espera de um futuro melhor.
Para muitos, o réveillon é um momento animado, para se festejar com amigos e familiares. Um momento onde desejamos felicidades para o próximo ano, um momentos de fazer pedidos na esperança de que irá ser atendidos.
Mas para alguns, a virada de ano pode ser algo bem mais excitante. Afinal, tudo pode acontecer. Independente da época…
Beatriz é uma moça, do interior que viajou com sua família para passar o réveillon na praia. Todos foram vestidos de branco para desejar paz. Montaram um acampamento na praia, com muita comida e espumantes.
Era em torno de 22h00min horas, e a bela moça de cabelos cacheados resolveu dar uma volta pela praia, um momento só dela para pensar na vida e refletir. Caminhando pela orla da praia, vestindo um longo vestido branco e chinelas havaianas, Beatriz sentou-se num banco para descansar e observar o mar.
Logo em seguida um belo rapaz, aparentando ter em torno de 20 anos sentou-se ao seu lado. Mas não conversaram nada. Ele apenas sentou-se, olhou rapidamente para a moça e direcionou seu olhar para o mar. Ela tentando disfarçar, olhava-o sorrateiramente para que ele não desconfiasse, e percebeu que se tratava de um rapaz muito bonito. Barba por fazer, pele clara, um visual meio nerd. Ele, reparando que ela o observava, disse um singelo “oi”.
Ela retribuiu vergonhosa, mas logo ele começou a puxar assunto. Perguntou de onde ela é, se estava acompanhada de família ou amigos e etc. Ela respondia a todas as perguntas, perguntando sempre as mesmas coisas à ele. Logo a timidez do casal foi desaparecendo e eles começaram a conversar como se já fossem amigos.
Resolveram caminhar pela orla da praia juntos, as trocas de olhares acabaram ficando mais intensas… O nome dele era Fábio. Os dois estavam tão entretidos um com o outro que acabaram esquecendo-se de tudo. Caminharam até o final da praia, onde já não havia mais ninguém, apenas uns poucos casais que aproveitavam o isolamento para namorar às vésperas de ano novo. Então, o casal parou um pouco e resolveram sentar-se na praia, a beira mar.
Beatriz não parava de falar sobre seus estudos, sendo observada atentamente pelo rapaz, até que ele, agindo como por impulso tascou um beijo na bela moça.
Ela ficou um pouco assustada, mas resolveu retribuir o beijo, e o casal começou a se beijar cada vez mais intensamente.
Ele então, já mais à-vontade perguntou a ela se gostaria de passar a virada do ano transando com ele. Assim, na cara dura, como se esse tipo de pergunta fosse algo normal e aceito em nossa sociedade.
Para as pessoas, tal pergunta seria um imenso atrevimento da parte dele, mas para Beatriz, a autenticidade do rapaz acabou a conquistando.
Afinal o que havia de mal nisso?
Nem lá ela morava, ninguém a conhecia, e os rapazes de sua cidade são bem menos atraentes que ele. Então, ela o olhou diretamente em seus olhos, abriu um sorriso malicioso, e disse que adoraria tal experiência.
Ele, assustado com a resposta da moça, ele a chamou para perto de uma rocha, onde não havia ninguém. Lá, o casal começou a se beijar, muito intenso, enquanto ele deslizava suas mãos pelo corpo da moça, que aproveitava para sentir o corpo sarado do rapaz com as pontas de seus delicados dedos.
Eles logo começaram a se despir, beijando-se cada vez mais violentamente. Tudo muito romântico, o barulho das ondas do mar chocando-se nas rochas, misturando com a luz da lua que brilhava por toda a praia, e sussurros e gemidos de prazer pairavam no ar.
Então, ele se abaixou e começou a fazer sexo oral na moça, introduzindo seus dedos na vagina dela, enquanto lambia vagarosamente, e ela gemia segurando na cabeça dele e o puxando pelos cabelos para que ele fizesse mais rápido e mais violento. Assim ele respondia, a deixando louca.
Logo ele retirou seu pênis para fora e começou a esfregar na vagina dela, perguntando se ela estava gostando. Ela apenas sorriu e respondeu com a cabeça que sim. Ela então se abaixou segurou fortemente seu pênis e começou a lambê-lo, engolindo todo o membro do rapaz, enquanto acariciava seus testículos com a ponta dos dedos. Por vezes ela engolia cada testículo do rapaz, e batia seu pênis contra o rosto dela.
Logo ela se debruçou contra a rocha e mandou que ele a penetrasse forte e a deixasse louca. Ele a obedeceu, introduzindo seu pênis de uma vez na vagina da moça, e logo começou a bombar.
Ela gritava ignorando completamente que estavam nus em pleno local publico. Já era 23h55min, quase a hora exata da virada do ano, mas os dois estavam concentrados apenas no sexo, esquecendo e ignorando tudo que estava ao redor.
Ele a abraçava pela cintura enquanto estocava forte na moça. Dado meia noite em ponto os dois começaram a ouvir barulho de fogos de artifício, mas nada poderia atrapalhar o casal, cada vez mais chegando ao orgasmo.
E foi assim, sob a luz da lua, dos fogos de artifício, que os dois chegaram ao orgasmo, comemorando o ano novo em grande estilo. Afinal, nada melhor do que entrar no ano novo gozando o que a de melhor na vida: o sexo!
autor:Babe Gorgeous