CASA DE SWING - 27 VIDEOS amadores


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Gordinha 7min

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8 comentários:

  1. Todos os casais deviam ir, pelo menos uma vez, a uma casa de swing. Tudo é facultativo, nada obrigatória. Não necessitam trocar de parceiro nem ceder a esposa ou marido a quem quer que seja, excepto se for da vontade de ambos. No nosso caso só depois de várias visitas houve troca de casais. Nenhum de nós estava preparado para tal, no entanto uma certa noite aconteceu. Não foi fácil para ambos, mas após a primeira experiencia na verdade gostamos da diversão e temos continuado. A primeira vez, como já afirmei, foi difícil. A minha esposa nunca tinha estado intimamente nos braços de outro homem, mas depois de descontrair gemia de prazer quando o cacete do seu parceiro a penetrava. Eu, ao ouvir os seus gemidos, enquanto gozava com a outra esposa, em vez sentir ciúmes o meu pénis endureceu ainda mais, o que provocava maior prazer á minha parceira. Evidentemente que não dispensamos o uso de preservativos. Depois desta primeira experiencia, nova troca de parceiros tem havido, mas sempre em conjunto.

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  2. Não foi necessário o meu marido insistir muito comigo para eu concordar em frequentarmos uma boate swing, pois á muito que era esse o meu desejo; só não o havia ainda proposto a ele, para que não imaginasse que tinha desejo de o trair! O que não era o caso, desejava apenas conhecer aquele meio. Somos um casal ambos com 33 anos e 8 de casados, pelo que o nosso relacionamento sexual estava a entrar numa rotina e necessitava ser apimentada. Nas primeiras vezes, transamos só um com o outro, embora tivesse havido casais que nos abordaram, nenhum deles nos despertou interesse. Evidentemente que na sala de toque fui apalpada por não sei quantas mãos, o que me provocava imenso tesão. Somente á nossa terceira ou quarta visita é que um casal de mulatos nos despertou interesse, porque tanto eu como o meu marido nunca tínhamos fudido com alguém semelhante. Apesar de excitada, por pensar que ia dar para outro homem depois de casada sentia uma certa vergonha e, mais ainda, por ir ser na presença do meu marido, pois embora tivesse dado para o meu primeiro namorado, o homem com quem posteriormente casei vez alguma havia sido traído. Não foi fácil aguentar a piroca do mulato, Quando a meti na boca durante o 69, controlei a entrada com a mão e mesmo assim atingia-me a garganta, mas ao entrar depois na cona sentia-me rasgar, aquilo além de ser muito grosso era também muito comprido. Ele ia metendo devagar, quando senti a cabeça bater no utero julguei que tinha entrado tudo, mas ao apalpar entre o meu ventre e o dele verifiquei que faltava ainda 4 dedos. Foi quando numa forte estucada meteu o que faltava, dei um grito, não sei se com dor ou prazer, só sei que era muito gostoso. Ele tirava quase tudo e estucava fortemente, sempre com aquele cabeçona a bater-me no utero e o os colhões no meu cuzinho. Eu estava louca de tanto gozar com os orgasmos múltiplos, os meus gemidos de prazer confundiam-se com os da mulata, que o meu marido fazia também gozar, Não tinha previsto trocar-mos beijos, mas naqueles momentos de excitação foram os meus lábios que procuraram os dele e as nossas línguas entrelaçaram-se, com ele dizendo que adorava fuder comigom porque não só era muito bonita e elegante como também muito apertadinha. Além das diversas posições em que fudemos, não faltou a DP em mim e depois na mulata. Nunca o tinha feito com meu marido e outro homem. Ambos se esporraram dentro de mim. Foi um prazer sem igual. Parecia que tinha 2 conas, não sei de onde vinham os orgasmos Todas as mulheres deviam experimentar. O mulato meteu-me no cuzinho, o que doeu a valer porque estava habituado apenas ao meu marido e este meteu na mulata. Depois desta primeira vez temos repetido, não só com este casal como já com outros e o nosso relacionamento sexual na cama conjugal passou a ser muito melhor.

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  3. ola tudo bem amigos gostaria de conhecer casais bem liberal meu zap 27 996144732

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  4. Não foi nada fácil convencer a minha esposa a ir a uma boate swing. Ela tem 33 anos e pode considerar-se uma estampa de mulher. As primeiras vezes manteve-se muito retraída mas atualmente já está mais desinibida, embora não tenhamos ido além SOFT com outros casais. Diz que não está preparada para ser penetrada por um estranho e eu talvez não esteja também preparado para ver outro homem meter nela, embora haja momentos em que desejava mesmo ver como se comportava, se gozava, se tinha orgasmos e se gemia com um pau diferente na cona, Os elementos masculinos dos casais com quem temos convivido bem a têm cobiçado, querendo ir mais além do SOFT, ir mesmo para cima dela, não se importando em me cederem as esposas, inclusivamente para um HARD, o que me deixa cheio de tesão, mas ela sempre se tem negado e eu não irei insistir com ela. Deixarei rolar os acontecimentos não sei até quando.

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    1. Com as nossas contínuas idas a casas swing a minha esposa foi ficando cada vez mais desinibida não indo por enquanto, além do SOFT. As primeiras vezes nem sequer despia qualquer peça de vestuário, limitava-se apenas a uma troca de beijos e apalpadelas. Aos poucos foi indo mais longe, despindo alguma coisas, deixando acariciar as coxas até ao meio das suas pernas e trocar beijos de língua, nos mais recentes encontros já tem havido, além dos beijos de língua, massagens e beijo também em todo o corpo, mas não tirando as cuequinhas e sutiã- Porém a minha maior surpresa foi quando à dias me confessou estar disposta a experimentar o HARD, mas com parceiro que ela tem em mente, caso eu estivesse de pleno acordo. Intrigado perguntei-lhe! É algum parceiro especial? Maior foi a minha surpresa quando ma disse ser o elemento masculino do casal do nosso ultimo encontro. Um casal ambos com cerca de 30 anos ele negro retinto de nome Alberto e a esposa uma loiraça espectacular de nome Marta. ( Está comprovado que os negros preferem as loiras) Então tu queres mesmo ser fudida por um um negro? SIM QUERO EXPERIMENTAR OUTRO CARALHO. ALGO DIFERENTE DENTRO DE MIM E ADOREI DA MASSAGEM QUE ELE ME FEZ! E sabes se eles aceitam? Sim, porque falei com a Marta, mas querem que seja num motel para estarmos mais à vontade. Falta apenas confirmar, que eles tratam do motel. Tenho o contacto deles, Não esperava mesmo que a minha esposa se dispose-se a abrir as pernas para outro homem meter nela, onde apenas eu havia metido Sempre pensei que nunca iria ir além do excitante SOFT. Embora já pensando na Marta disse-lhe para me dar uns dia para pensar e não deixava de imaginar o contraste dum negro em cima da minha esposa de corpinho tão branco, seria talvez excitante. Embora tivesse dito que ia pensar, estou decidido a seguir em frente. Falta confirmar com o Alberto e ele marcar o motel.

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  5. Passei estes dias a imaginar a reacção que iria ter ao ver a minha esposa com a epiderme tão branca, nos braços do Alberto e ele em cima dela metendo-lhe aquele tição preto na cona, na qual apenas eu ainda tinha metido. Estive tentado a desistir da troca de parceiros, mas pensando que iria ter também a Marta nos meus braços e para que a minha esposa tivesse a experiência que desejava, decidi comunicar-lhe que concordava com o HARD; no entanto, ao contrário do que esperava, ficasse radiante, demonstrou uma certa apreensão, alegando ser-lhe difícil ficar completamente nua na presença do Alberto. o que certamente teria de acontecer e dado não ter tido ainda filhos, estar muito apertadinha e não aguentar o pau dele, pois durante a massagem havia-lhe pegado e até punhetado e constatara ser muito mais grosso e comprido que meu que tem 17 cm. Vendo que a possibilidade que eu possuir a Marta estava a ser uma miragem, repliquei: tu é que tiveste a ideia, mas não quero obrigar-te a algo que agora tanto receias, mas assistis-te a várias cenas de sexo no swing, algumas com paus semelhantes ao do Alberto e todas as senhoras aguentaram! Sim mas também notei que algumas quando aquilo começava a entrar nelas tentavam escapar e só não o conseguiam porque os parceiros as mantinham bem seguras, embora na verdade depois movimentassem bastante as ancas, recuando-as, na posição de quatro e elevando-as quando eles em cima delas. Depreendi que além do receio em aguentar o pau do Alberto, estava difícil também para ela despir-se totalmente, pois no SOFT sempre havia ficado sempre minimamente com as cuequinhas e o sutiã: como se houvesse razão de tanta vergonha em expor um corpinho tão elegante como seu, que provoca inveja a muitas mulheres, 1,70 de altura, 62 k de peso, com uns seios, coxas e um bum bum, capaz de criar tesão até a um EUNUCO. Voltei a perguntar-lhe se queria desistir. Ficou calada durante alguns minutos! Por fim respondeu que aceitava, pois a Marta havia lhe dito que a primeira vez, ao entrar, é que custou mais, depois passou a ser maravilhoso sentir-se totalmente preenchida com aquilo dentro ela, por isso estava disposta a experimentar outro pau na sua intimidade. Mas se eu não teria ciumes de ver outro homem meter nela? Disse-lhe que por mim estava tudo bem, pois ela também iria ver eu meter na Marta. Perguntou-me ainda se o Alberto quisesse beija-la na boca e pedisse para lhe retribui o sexo oral que certamente ele iria fazer-lhe, ela aceitaria e, na penetração se poderia ser sem preservativo, para sentir carne com carne, pois tanto o Alberto como a Marta mereciam-lhe inteira confiança, pelo que eu com a Marta, poderiam proceder de igual forma. Foi a minha vez de lhe dizer que concordava, que fizesse e deixa-se fazer tudo o que lhe desse prazer. Dito isto, no próprio dia telefonou a Marta a confirmar, ao que esta no dia seguinte telefonou também para dizer que o Motel estava marcado para a noite do próximo dia 16 de Março e que nos viriam buscar na hora a combinar, evitando assim levar dois carros.

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  6. O casal Alfredo/Marta reservaram a suit dum motel na area de Sintra, onde chegamos cerca das 20h00. Feito o check in entramos numa garagem e subimos a escada com acesso a suit. Esperava-nos uma garrafa de espumante e 4 taças.A suit era espectacular, com uma cama redonda vermelha lençóis de cetim, espelho à cabeceira, no tecto e jacuzzi. Brindamos com o espumante, tocando nas taças e beijando os futuros parceiros sexuais. A minha esposa continuava tensa. Comecei a despi-la entre beijos e abraços, mas não deixou tirar a lingerie. O casal Alfredo/Marta já nus, beijavam-se. Chamei o Alfredo para uma massagem na minha esposa, este conduziu-a até à cama, deitou-a de costas para cima, iniciando a massagem, beijando e lambendo todo o corpo. A Marta fazia-me um delicioso boquete, Descurei da minha esposa e só reparei quando a ouvi gemer de prazer. Vejo então que já está de frente, com o rosto do Alberto no meio das suas pernas, levantadas, com uma das mãos puxava-lhe a cabeça contra si própria e a outra mão pegava-lhe no pau, rijo como pedra. Não tardou a darem inicio a um 69. A minha esposa dificilmente conseguia meter a tora na boca. Era muito grossa. Ao ver aquilo a Marta tb quiz o mesmo, iniciando igulmente um 69. A cona depilada, dava gosto beijar e o que dela escorria era uma delicia. Os gemidos de ambas confundiam-se, gritando de prazer. A minha esposa olhando para mim balbuciou. Querido estou gozando muito, já tive um orgasmo. O Alfredo e a minha e minha esposa mudaram de posição e falaram algo um com o outro, mas ouvi ela dizer: isso não vai caber! Depreendi que ia meter nela. A Marta segredou-me deixa ver se ela aguenta. Interrompemos o nosso prazer e a Marta disse para ela: de 4, abrindo bem as coxas entra melhor. Seguindo o parecer da Marta colocou-se nessa posição e o Alfredo posicionou-se para enfiar aquele enorme cacete na minha esposa. Ela pediu-lhe: experimenta meter só a cabeça: porém ele meteu foi a língua nos lábios vaginais, para de seguida roçar com a cabeça da verga os referidos lábios até ela começar a movimentar as ancas, mas quando a tora começou a entrar logo gritou! Ai, ai mete de vagar: A medida que a verga ia entrando os ais eram continuados, serrando os dentes. Pronto já está todo dentro de ti, disse o Alberto. Parecia-me impossível aquela anaconda estar toda dentro da minha esposa.Perguntei à Marta se sabia quanto aquilo media. Sim,23 cm x 14 de circunferência. Passados momentos começou a movimentar as ancas e o Alberto no vai/vem. Mais uma vez a minha esposa olhou para mim! Querido doeu ao entrar mas agora está muito gostoso. Quando ele se retirou dela ouvi-a dizer: vamos mergulhar no jacuzzi para ver se amaina o ardor que sinto. (CONTINUAREI AMANHA A DESCREVER COMO TERMINOU A NOSSA NOITE DE SEXO)

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  7. (CONTINUAÇÃO DO COMENTÁRIO SOBRE A NOITE PASSADA NO MOTEL)
    A minha esposa estava completamente desinibida, ela tão relutante em mostrar a sua nudez, agora deambulava pela suit totalmente nua com o Alberto tb nu. Enquanto eles se mantinham do jacuzzi, eu e a Marta fazia-mos uma pausa para recuperar, mas quando regressaram penetrava eu Marta na posição de missionário. A minha esposa deitou-se costas ao lado da Marta, para o Alfredo a penetrar tb nessa posição. Com o Alfredo ao meu lado, em cima da minha esposa, em vez de sentir ciumes, o meu tesão aumentou, talvez por ver o contrasta do corpo negro sobre a brancura da epiderme dela. A Marta rebolava e gemia de prazer debaixo de mim, mas a minha esposa pedia ao Alfredo para meter devagar. Ai, ai, mete devagar. Olhei para a cona dela no momento em que aquele estaca preta ia entrando lentamente por entre os seus lábios vaginais, vermelhos, inchados e esticados ao máximo, mas entrou tudo. Quando ele puxava saia quase totalmente para de seguida estucar até ao fundo, a cada estucada havia um gritinho da minha esposa. Não sei como ela conseguia alojar tudo aquilo na sua intimidade, tão apertadinha que era, a partir de hoje nunca mais seria a mesma, no entanto ambos estavam a gozar. Ela movimentava bastante as ancas debaixo dele, gemendo e gritando de prazer. Para demonstrar quanto ao prazer que sentia, entre gemidos perguntou-me? Querido, não falamos em gozar dentro, mas posso deixar ele gozar dentro de mim? Não há o perigo de engravidar. Como eu já o tinha feito com a Marta apenas lhe disse: faz como tiveres mais prazer. Ai que bom, sinto toda a minha intimidade inundada com algo tão quentinho. Quando o Alfredo retirou o pau, uma cascata de gozo gozo escorreu da cona. O odor a sexo era intenso em toda a suit. Depois de mais uma pausa voltamos ainda a foder em várias posições até ás 01h00, em que decidimos dormir. As senhoras dormiram no meio de nós. A Marta junto de mim e a minha esposa junto do Alfredo. Não sei como o Alfredo actuou durante a noite pom a minha esposa, mas eu passei a noite com uma das mão no meio das pernas da Marta, com ela pegando tb. no meu pau, Despertamos cerca das 08h00, cheios de fome, telefonamos a pedir o pq. almoço que nos foi deixado numa caixa no exterior da porta e cujo pagamento foi também deixado na mesma caixa. Após o pq. almoço foi a Marta a dizer: agora até ao meio-dis podia-mos aproveitar para gozar algo de novo. Dirigindo~se à minha esposa: já praticas-te DP? Já mas com um vibrador! Assim também eu, mas quero experimentar com 2 homens A minha esposa olhando para mim exclamou! Mas eu não vou aguentar o Alfredo no cusinho! Ali só o meu marido! Pois eu quero que o teu marido meta no meu. Estava visto que ambas desejavam a experiência. A Marta quiz ser a primeira, com Alfredo deitado de costas na cama e ela sobre ele umbigo com umbigo, meteu na cona deixado o cusinho para mim, fazendo ela gemer de prazer. A minha esposa que havia observado a Marta tb. se decidiu. Tal como tinha feito com a Marta, o Alfredo deitado de costas e a minha esposa sobre ele também de umbigo com umbigo meteu nela, com ela a pedir para meter devagar porque estava ainda bastante dorida, mas lá alojou novamente aquela anaconda dentro dela, enquanto eu metia no cusinho. Não tardou que começasse a gemer, afirmando que sentir 2 paus pulsando dentro dela era muito mais gostoso do que com o vibrador. Terminamos assim a manhã com um reconfortante duche antes de sair do motel e, sem que tenhamos visto qualquer empregado ou empregada, com ambos os casais satisfeitos pela a experiência. A minha esposa é que mal se podia sentar, pois ficou com a cona bastante esfolada.

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