segunda-feira, 17 de abril de 2017

BAILE DE MÁSCARAS NO INNER





Estivemos mais uma vez no INNER CLUB para curtir o Baile de Máscaras e viver mais uma noite de muito prazer.Repetimos nosso ritual preparatório; saímos da Baixada Santista no final da tarde e nos hospedamos no hotel Bourbon Ibirapuera. Fomos jantar, voltamos pro hotel; assistimos um pouco de TV e comecei a teclar pelo Skype pra ver se tinha alguém interessante querendo um encontro no Inner.
Dos amigos que estavam on line; o mais interessante era o André; um rapaz negro, ex-jogador de futebol; que há dias vinha dizendo que estava doido para comer minha esposa e que já tinha mandado algumas fotos por e-mail.

Deixei minha esposa teclando com ele e fui tomar uma ducha. Durante o banho, fiquei imaginando como estaria o papo entre os dois. Quando voltei; tive a surpresa: a safada estava terminando de vestir um conjunto de lingerie bem sexy e usava máscara.
Tudo isso porque ela queria iniciar uma conversa via webcam com amigo. Pena que a conexão de internet do hotel não estava lá grandes coisas e não possível ir muito adiante na conversa. De qualquer forma, ficamos bastante excitados e acabei comendo minha esposa putinha. Como sempre digo; o marido tem que ao menos ser o primeiro da noite a comer a própria mulher.

Durante nossa transa; falamos sobre várias coisas picantes (literalmente); principalmente que ela estava liberada para fazer o que quisesse no Inner e que se algum negro estivesse dando sopa; eu mesmo o chamaria para comê-la. Ela adorou a ideia; estava muito excitada, sabendo que a noite de tesão estava apenas começando. Pulou muito cavalgando sobre a minha pica; até que chegou ao gozo. Eu me guardei para o que ainda estava por vir no Inner.
Acabamos de nos arrumar e fomos pra casa de swing. Logo na chegada; vimos umas mulheres usando máscaras (embora o uso do acessório não fosse obrigatório) e deu para perceber que a casa estava mesmo lotada.

Nós nos acomodamos na mesa que havia sido reservada (cabine privativa, com cortininhas) e pedimos algumas bebidas. Sem dúvida; nunca havíamos visto o Inner tão cheio de gente.
Após um tempo; resolvemos dar a primeira volta pelas áreas restritas da casa e entramos no novo labirinto do Inner; cujo acesso é apenas para os casais. Realmente a reforma do labirinto ficou bacana. O trajeto antigo já estava manjado. Agora existe uma série de salinhas boas para brincadeiras entre os casais. Infelizmente, no labirinto mesmo, não vimos nada de interessante.
Seguimos os gemidos e chegamos à sala coletiva, onde alguns casais transavam e uma pequena plateia assistia. Ficamos um pouco ali; mas não nos empolgamos com nada e nem ninguém.

Tomamos o rumo da área dos singles, onde rola o ménage e a diversão é sempre garantida.
Tão grande era o público; que ainda não marcava nem meia-noite e todos os espaços já estavam liberados pela direção da casa. Os corredores lotados; as cabines idem; o som de sexo (gemidos, gritinhos, palavrões e estalos de tapas na bunda) era percebido em todos os cantos.
Circulamos um pouco e chegamos à porta do elevador erótico; ficamos por ali, próximo ao ônibus estudando as pessoas que passavam. Voltamos um pouco e fomos até a sala coletiva; onde a escuridão é um pouco maior (o que afasta a timidez) e as chances de se encontrar um parceiro pra um ménage são grandes. Atrás da cortina; um casal brincava com alguns rapazes. Eu e a Ninfogosa chegamos perto e ficamos assistindo. Minha esposa tava querendo outras rolas; senão não estaria ali. Ela se encostou em mim; de costa e eu protegi sua retaguarda.

Aos poucos fomos indo para o canto e nos sentamos num sofá; logo depois da cortina, no canto mais escuro da sala. Ficamos quase invisíveis. Começamos a nos beijar e tratei de acariciar sua bucetinha; que estava molhada de tesão. Abaixei a cabeça, puxei seu vestido e comecei a mamar nos peitos dela. Ela passava a linguinha na minha orelha, me abraçava e dizia que estava com muito tesão.
Pelo canto, percebi a aproximação de um rapaz de camisa branca; que veio chegando até que começou a passar as mãos no cabelo da Ninfogosa e, como não houve negativa; passou a pegar nos peitos dela e tocá-la. No meu ouvido, ela falava baixinho contando o que o rapaz lhe fazia. Não demorou e o safado colocou o pau pra fora e levou-o até a mãozinha dela. Minha esposa começou a bater uma punheta pro amigo; porém chegou no meu ouvido e disse que era uma pica muito muito grossa; e que ela não iria encarar.

Minha esposa é quem decide quem, como, quando, onde. Fizemos um gesto para o rapaz e ele na boa entendeu que iríamos parar por ali. Essa é a desvantagem de ser superdotado: não é toda mulher que encara. Como sempre fazemos (colocamos apelidos em determinados personagens); esse indivíduo ganhou o codinome “homem de Itú”.

Voltamos para o corredor das cabines; próximo ao ônibus e entramos na primeira que estava aberta. Apagamos as luzes e nos pegamos pra valer. Enfiei as mãos naquelas bundona suculenta e desejada por tantos. Mamei novamente em seus peitos e ela se abaixou pra meu chupar. A safada sabe mesmo fazer um bom boquete; não demorou nem um minuto e mãos bobas começaram a apalpá-la pelos buracos da parede (glory hole). Me afastei para deixá-la à vontade, brincando com seu amante desconhecido.

Só dava pra ver o vulto da minha esposa se contorcendo para atender os desejos dela própria e do sortudo que a pegava. Enquanto ela era tocada e rebolava nas mãos de um desconhecido, eu batia a melhor das punhetas. Não demorou muito para gozar.
Depois de alguns minutos; minha esposa voltou a dar atenção para o marido. Nos arrumamos e saímos da salinha. Voltamos para nossa mesa, onde pedimos mais uma rodada de bebidas e conversamos sobre as primeiras experiências da noite. A Ninfogosa disse que queria me ver pegando outra mulher, pra que eu não ficasse muito na desvantagem.

A casa estava muito cheia; casais passando pra cá e pra lá. Resolvemos dar mais uma volta. Dessa vez, fomos direto para ala dos solteiros. Estava lotado; os corredores entupidos de tanta gente. Os safados ficavam parados esperando as esposas passarem para atochar a mão na bunda das putinhas.
Vimos que no ônibus do Inner havia algum movimento e então subimos à bordo. Vários casais transavam com singles. Ficamos num cantinho e começamos nossos amassos. Não demorou e um single colou na Ninfogosa. No começo a brincadeira prometia, mas a gente percebeu que o cara fedia à cigarro... ai não rola.

Demos um corte educado nele e quando nos preparávamos para sair dali; chegou um casal, com um cara baixinho e uma loirinha. Eles colaram na gente e a coisa esquentou. A loirinha tinha uns 40 e poucos anos, mas a bundinha dura, redondinha, deliciosa.
Cravei minha mão na bunda da loira, A safada se esfregava em mim e demonstrou que adorava beijar outro macho. Ao mesmo tempo mantinha os olhos na minha esposa e vi que o marido da loira cuidava dela. Teve um momento em que vi a Ninfogosa, sentada no topo do banco do ônibus, brincar com três caras ao mesmo tempo.

Até que o casal (baixinho e loira) nos convidou para irmos para uma cabine. A Ninfogosa topou e saímos procurando uma cabine (estilo confessionário) que estivesse disponível. Não foi fácil, mas acabamos encontrando e nos trancamos numa. Transamos gostoso; os dois maridos trocando de esposas e as esposas se pegando entre si.
Foi o maior suador; o casal tinha um pique difícil de acompanhar. O baixinho metia muito na minha esposa e a loira também pedia pica e mais pica. Detalhe é que a loira gostava de falar besteiras durante a foda, hora narrando; hora estimulando. Duas figuras. Valeu muito a pena conhecê-los. Quando nos despedimos deles estávamos satisfeitos. Fazia tempo que não rolava um swing (troca de casais) tão intenso conosco.

Fizemos nova escala em nossa mesa e pedimos mais uma rodada de bebidas para nos hidratarmos. Aproveitei para ir ao banheiro e enquanto a Ninfogosa ficou sozinha na mesa; aconteceu o lance chato da noite. Duas meninas e um rapaz vieram pedir a nossa mesa emprestada. Num primeiro momento, a Ninfogosa pensou que eles queriam fechar a cortininha e terem privacidade para um ménage feminino. Porém; uma das meninas foi enfática: “- Vamos apenas dar um tiro rápido.” Ou seja; iriam usar nossa mesa para cheirar cocaína. Triste ver a moçada que poderia estar curtindo as boas coisas da vida se sujando com essa merda. Mas isso infelizmente é normal nas baladas.
Diante disso; não nos restou qualquer alternativa senão dar nova passeada pelas áreas restritas da casa. Passamos pela área dos casais e não vimos nada de interessante (de novo), daí; tomamos o caminho para a ala dos solteiros.

Chegamos ao cinema e ele estava cheio de gente assistindo um negão mandando rola numa loira. A cena era bonita de ver. O negão era forte e tinha um bom ritmo nas estocadas. A loira também era boazuda; usava uma saia de estampa de onça; e estava inclinada, mamando no marido corninho, que estava sentado numa das poltronas do cine.

Minha esposa ficou admirada com a pegada do negão e tenho certeza que gostaria de estar lá; no lugar da loira. A foda durou alguns minutos e quando acabou, a plateia se dispersou. Esperamos o negão sair e fomos atrás dele. O rapaz passou por nós, estava acompanhado de mais dois casais e seguiu em frente. Porém, a casa estava tão lotada que não conseguimos acompanhá-los.
Entramos na sala coletiva e chegamos perto da cortina; onde novamente um casal estava rodeado de machos azarando a esposa. Percebi que minha esposa também queria algo assim mais forte; porém, dentre os singles que estavam por ali; nenhum era muito interessante.

Fomos para a sala dos véus e sentamos num sofá, num dos cantinhos, atrás de uma cortina. Começamos a dar uns amassos; eu e ela. Daqui a pouco; se espreitando pelo canto, surge novamente o “homem de Itú”. Já veio com o pau pra fora; colou na Ninfogosa e puxou a mãozinha dela até a sua jeba. No início minha esposa até pegou na picona dele e bateu uma punhetinha, de leve, avaliando. Só que quando o bicho endureceu pra valer; ela disse em meu ouvido que infelizmente não dava pra encarar aquela rola. Diante disso, dei um toque no rapaz e ele educadamente se retirou.
Nos levantamos e saímos da sala. Caminhamos até o ônibus do Inner e a Ninfogosa já tomou a iniciativa de subir pela porta da frente. O ônibus estava cheio de gente. Tinham casais interagindo com singles no fundo do ônibus e também no meio. Logo que entramos, reencontramos o negão que estava no cinema. Dessa vez o safado estava comendo uma morena magrinha. Como trabalha esse rapaz...

Chegamos mais perto (já na expectativa de que pudêssemos participar e interagir com o comedor). Deu certo. Foi só paramos próximo dele e em segundos minha esposa veio me dizer no ouvido: “ - Ele está alisando o meu braço”.
Putz; a porta estava aberta; tive certeza de que em questão de minutos eu seria corno do negão e minha esposa estaria dando a bucetinha pra ele. Eu respondi pra ela: “- Fica ai que ele vai te pegar; eu sei que você está querendo.” E ela estava mesmo; doidinha pra ser a puta de um negro safado. Tanto que me respondeu: “- Ai, será Muzão? Será que eu aguento a rola dele?”
A pergunta da minha esposa, parecia mais um pedido.

Nem deu tempo de responder e ela já veio me dizer: “– Muzão; ele tá passando a mão na minha bunda.”
No mesmo instante em que o negão concluiu o serviço na morena e ele já avançou a puxou a Ninfogosa pra ele. Minha esposa estava louca pra levar a rola de um negão. O safado a pegou, puxando-a para si e levantou seu vestido, expondo sua bunda e ai, não teve jeito, quis comer minha mulher.

A Ninfogosa avaliou a rola e percebeu que valia a pena encarar; pediu apenas que ele fosse devagar, com carinho. O negão topou e começou a comê-la de pé; metendo por trás na bucetinha apertada dela. A posição não era das mais cômodas e o negão sugeriu, dando ordens: “- Se inclina aqui nesse banco; seu marido fica ali na frente.”
A putinha obediente atendeu a ordem de seu comedor e ficou de quatro na frente daquela máquina de foder. Ela só pediu pro amante: “- Mas vai devagar”.
Puta é puta e corno é corno. Não dá pra descrever o tesão que é ver a esposa levando rola desse jeito, na sua frente, sem reagir, e... gostando.

O negão começou devagar e quando viu que a recepção foi boa; então ele aumentou o ritmo e socou forte na minha esposa; que gemia e rebolava na pica do amante. Nesse momento, o marido corno precisa assumir uma posição. Me posicionei onde o negão mandou e segurei os braços da minha amada, apoiando-a, incentivando-a e defendendo-a contra singles que passavam pelo corredor do ônibus e queriam tirar uma casquinha da gata indefesa. Dois caras pararam ao nosso lado e começaram a acariciar minha esposa; enquanto ela era devorada pelo negão.

Era lindo de ver; o negão puxou a calcinha dela para o lado e socava que era uma beleza. Minha esposa gemia forte e as vezes eu a beijava de forma caliente e abafava sua voz. Cheguei a esticar as mãos algumas vezes e abrir a bunda da minha esposa para o negão poder meter melhor (não que isso fosse preciso).
O negão ficou abusado e chegou no ouvido da minha putinha e disse: “ – Sua safada; viu o negão meter na loira e ficou com vontade de dar pra mim também, né?”. A Ninfogosa gemendo, se limitou a responder: “ – É uhmmmff...”
E por acaso precisa dizer mais?

Depois de um tempinho (alguns minutos) a Ninfogosa me olhou com carinha de que estava saciada e exausta; eu entendi o sinal e avisei o negão para pararmos. O amigo entendeu e demonstrou que também já estava satisfeito. Nos despedimos do parceiro e voltamos pra nossa mesa. O clima de paixão e cumplicidade entre nós estava intenso. Eu estava com o pau duraço e tive que dizer pra minha mulher; que ela teria que me ajudar a dar uma “aliviada”.
Minha esposa é uma mulher muito atenciosa e solidária; bastou saber do meu desejo que imediatamente ficou de quatro no sofá da nossa cabine. Fechei a cortininha para termos mais privacidade; coloquei o pau pra fora e meti fundo nela. Bimbei por alguns minutos e gozei pra valer. Gozei gostoso; satisfeito, orgulhoso da esposa que tenho, que é tão gostosa e desejada por outros machos, mas que é minha. Assim fechamos a noite voltamos pro hotel.
Fui o primeiro e o último da noite a comer a Ninfogosa.

NA ADEGA

Sou loira, cabelos longos, 37 anos, 1,64m, 56kgs...muitas curvas, bumbum bem grande, super tarada e muito safadinha. Sempre sou olhada onde quer que eu passe, nas filas de bancos, nos barzinhos, nos restaurantes ecomo não poderia deixar de ser, sou sempre sutilmente cantada pelos empresários, coroas, garotoes, enfim...uma festa...rs..

Tenho uma empresa que fabrica lingerie, e portanto sempre me visto com
roupinhas bem chamativas, bem curtinhas e provocantes...mini saias, ou vestidinhos que sempre deixam a mostra propositalmente um pedacinho da minha calcinha, ou as vezes saio simplesmente sem calcinha, so com meia liga e nada por baixo...sou super exibicionista e amo me sentir bem putinha...e safada.

Nesse ano de 2012, precisamente no mês de Julho, eu tive que viajar a negócios ao Sul do Brasil, e visitar um show de lingerie que iria acontecer em uma cidade na Serra Gaucha, por isso eu ficaria fora por mais ou menos 03 dias e duas noites. Meu marido ficou na nossa cidade, porque eu não tinha com quem deixar meu filhinho, e ele não poderia viajar comigo devido ao seu trabalho na sua empresa.

Bem, eu viajei com uma amiga, também colega de trabalho, e quando chegamos na cidade de destino nos hospedamos em um Hotel local, perto de uma praça, cheia de arvores e vários barzinhos a volta.

Subi para o meu quarto e fui tomar um banho, no banho comecei a imaginar o que eu faria naquele dia pra me divertir nessa cidade, minha mente flutuava...rs, sai do banho, vesti minha roupinha bem sexy, uma mini saia jeans bem curtinha, uma calcinha branca minuscula, um top vermelhinho, uma sandália com 13 cm, que eu adoro..., e fui com minha amiga comer algo em um restaurante próximo. Mal sabia minha amiga que eu ja estava muito mal intencionada, minha vontade era de achar um pinto diferente, trepar muito e depois contar tudo ao meu corninho por telefone...Mas, pra evitar problemas, resolvi telefonar pro meu marido antes do fato e lhe contar das minhas intenções...Ele, ao ouvir minhas ideias, me incentivou mais ainda a lhe enfeitar a cabeça, o que não demorou muito a acontecer não...

Voltando aos fatos, fomos eu e minha amiga que vou chamar de Patricia, ao restaurante, era um daqueles restaurantes bem típicos de cidade pequena, na frente da praça da cidade e pertinho de uma igrejinha linda toda branquinha, haviam mesas na calçada e o clima era tipico de verão, apesar de estarmos no inverno. Sentei-me de frente pra a pracinha, e maliciosamente eu cruzava e descruzava minhas pernas, para que todos que passassem vissem minha calcinha...Nossa, adoro fazer isso..,o garçom que veio nos atender, depois descobri que na verdade era o Gerente da casa...rs, era um rapaz de uns 23 anos mais ou menos, loiro, 1,85m, e muito interessante..propositalmente eu demorava em escolher o prato, pois na verdade eu queria que ele visse minha calcinha...e minhas coxas...e ele, que de bobo não tinha nada chegava cada vez mais pertinho de mim...Olhando sutilmente... Pedi o prato, e me levantei pra ir ao banheiro, todos no restaurante olhavam quando eu passava, porque propositalmente eu fazia questão de me insinuar bastante... Quando sai do banheiro, o rapaz que estava nos servindo me perguntou se eu era nova na cidade, o que eu estava fazendo ali, e
me disse que eu era muito gostosa..eu ri, e disse que eu estava ali a
trabalho e que eu havia achado que ele era bem interessante também...ficou nisso e voltei pra minha mesa..

Minha amiga Patricia, me perguntou o porque da minha demora e eu lhe disse o que havia acontecido, ela me chamou de doida, mas que ela também achava tudo muito interessante e erotico. Nisso o rapaz havia trazido meu prato, e perguntou se eu gostava de vinho, eu lhe disse que amava vinho, dai ele se ofereceu pra me dar uma amostra do vinho local apos o almoço, pois no Sul do Brasil essa cidade era famosa pelas suas vinhedas. Aceitei prontamente, e ao terminar meu almoço fui ate o bar provar meu vinho...

Ele fez questão de me servir em uma taça linda com figuras decorativas da cidade, e propositalmente colocou sua mão em cima da minha...eu que não sou boba, passei meu dedinho na mao dele pra que ele entendesse o recadinho...me perguntou baixinho se eu queria conhecer a Adega da casa, claro que eu disse que sim, e fomos para o subsolo conhecer a tal Adega...rsrs..

Ao chegar la, ele me abraçou por traz, me deu uns beijinhos no pescoço que eu amo, e umas mordidinhas de leve nas minhas orelhinhas...me deixando toda arrepiada...foi me puxando junto ao seu corpo e seu pau.., que já estava super duro, nossa, eu podia sentir o pau contra o meu bumbum...Ele me virou então e me beijou calorosamente..., me segurava e passava a mão nos meus seios me chamando de gostosa, e de esposinha putinha...de safada, nossa, eu estava adorando tudo isso, me abaixei, abri sua calça e me deparei com um pau lindo, ja super duro, devia ter uns 20 cm...rs, coloquei minha língua naquele pauzão, deslizei demoradamente pra cima e pra baixo...molhando todinho,..e começei a chupar...nossa estava
muito gostoso...eu não queria mais parar de chupar, só que em um determinado momento ele pediu que eu parasse senão ele iria gozar, então me virou de costas com uma pegada bem forte, levantou minha mini saia, afastou minha calcinha pro lado, vestiu uma camisinha, e começou a pincelar minha bucetinha com seu pauzão...uuiii, eu estava ficando louca e pedia que ele me comesse logo..eu queria sentir aquele caralho todo dentro de mim e rebolar muitoooo...Ele meteu bem devagarinho, foi mexendo e eu rebolando...o pau foi entrando ate eu sentir seu saco contra meu bumbum...estava tudo dentro...então ele começou a bombar com mais força, metia
muito e eu não resistindo gozei como uma louca...rs...Pedi pra que
ele retirasse o pau porque eu estava muito sensível da gozada..mas ele ainda nao havia gozado ainda, e me perguntou sutilmente se eu curtia sexo anal...disse que minha bundinha era linda e foi passando o dedinho em meu cuzinho...ahhh quem resiste a isso né? Eu disse que curtia sim, mas que ele colocasse bem devagarinho e com carinho...porque eu odeio sentir dor...

Ele então, me colocou de quatro em um sofa que havia la em baixo, e primeiro passou a sua
língua em meu cuzinho me deixando louca...enfiou a língua todinha dentro do meu buraquinho, depois colocou um dedinho e depois mais outro...rs...acho que foi pra eu ir me acostumando com o tamanho...e finalmente encostou a cabeça daquele pauzão em meu cuzinho...Nossa, doeu um pouquinho no inicio, mas devido a eu estar super excitada, empurrei meu bumbum contra o pau dele e deixei entrar tudinho...uuii...aaii...enquanto ele me comia, eu passava os
meus dedinhos em minha bucetinha e rebolava feito uma louca e desvairada putinha...Não preciso dizer que ele só durou alguns minutinhos e gozou como louco na camisinha dentro de mim...eu sentia a porra jorrar e estava adorando...Com isso gozei uma segunda vez...foi maravilhoso...

Terminada a vistoria da Adega, me recompus, rsrs...e retornei para minha mesa onde minha amiga me esperava, e me perguntava por que eu havia demorado tanto, fazendo aquela cara de safada...rs, claro que ela sabia o que havia rolado, mas ficou na dela..rs
Sai dali e voltei ao meu Hotel, peguei o telefone, liguei pro meu maridinho que estava em casa, fiz questao de contar cada detalhe da ousadia na frente da minha amiga que me olhava incredula.


Nossa...Foi muito bom

quinta-feira, 6 de abril de 2017

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

CUBO LIBERTINO




O alarme toca 06 em ponto da manhã, tento acordar, mas já bate a preguiça de levantar cedo. Coloco o celular na função “soneca” e após alguns minutos volta a tocar. Meio que sem entender levanto, vou ao banheiro e tomo um banho frio para ver se ajusto os ponteiros. Com o chuveiro ligado e água fria na cabeça começo a pensar no que eu e minha esposa tínhamos combinado no dia anterior. Excitado começo a me masturbar pensando, não demoro muito e gozo forte...

No trabalho me pego inúmeras vezes imaginando a aventura do qual queríamos realizar. Confesso que ansiedade está a mil. Chego do trabalho e lá está minha esposa se arrumando, a excitação parece que está no ar. Ela me vê e dá um sorriso lindo, está vestida com uma blusa com meio decote e uma saia que valoriza a silhueta do seu bumbum. Penso um instante o tanto que estava sexy, e percebo que seu sex appeal estava explícito aquela noite.

No caminho tento quebrar o gelo, ela meio calada e eu inseguro com aquilo tudo, chegamos à conclusão que seria melhor tomarmos alguma coisa antes de entrarmos na brincadeira. Na entrada do Clube de Swing, decidimos conjuntamente que era melhor colocarmos uma máscara e mesmo por ser uma cidade grande sempre há o perigo de sermos reconhecidos e o que combinamos ser colocado por água a baixo.

Ela escolhe uma linda máscara que tampa a metade do rosto, deixando sua boca e o lindo sorriso à mostra, e eu, outra bem discreta. Depois de dois copos de uísque e ela de alguns drinques, fala em meu ouvido que sua boceta está molhada, pergunto o porquê, e ela diz da excitação do que está por vir. Convence a irmos a um dos sofás redondos do clube e me chupar. Concordo, e com o tesão aflorado nos posicionamos discretamente, eu em pé e ela sentada. Com bastante calma coloca meu membro para fora e começa me chupando. Noto que mesmo de saia, abre um pouco as pernas e começa a masturbar enquanto me chupa, aumentando ainda mais meu tesão. Algumas pessoas próximas percebiam e logo notei que outro casal repetia o que estávamos fazendo. Minha esposa olha para eles e depois para mim e sorri maliciosamente. E antes mesmo de gozar interrompe dizendo que tínhamos ido àquele lugar com outro objetivo. Pede-me para recompor, mas não deixa de provocar chupando devassamente os dedos melados pela boceta.

Ficamos rodeando no clube e criamos coragem para adentrarmos em um cubículo, denominado Cubo da Libertinagem. Entro e percebo que há um falso espelho atrás, um banco abaixo e dois buracos em cada lado da parede, do qual os homens poderiam colocar seus membros. Quando percebo que estávamos próximo de realizar nossa fantasia começo a ficar excitado Digo a ela que teria que sair dali, pois como combinado ficaria observando tudo do lado de fora através do falso espelho. Percebo que minha respiração vai aumentando e combinado com o comprometimento dela para realizar aquela fantasia acaba transformando ainda mais meu membro. Ela não teria noção de quantas pessoas a veria no cubículo, por isso seu tesão, também, a estava transformando. Percebo que ela fecha um dos buracos na parede e começa a tirar a calcinha, mesmo de saia e de blusa aquela cena me deixava cada vez mais sem sentidos. Ao meu lado, o mesmo casal que estava no sofá comenta com elogios o corpo de minha esposa, percebo que também estão ansiosos pelo que viria. Ele bem vestido, branco, e de cabelos grisalhos; ela com um vestido preto colado, de salto alto, loira e com um belo corpo. Noto, também, que tiveram a mesma preocupação nossa, usavam máscaras.

Minha observação é interrompida quando um membro é colocado no buraco do cubo da libertinagem. Algo em torno, de 23 centímetros, mais fino e um pouco maior que o meu. Minha esposa olha para o falso espelho e a seguir coloca a mão para senti-lo. De certa a distância nota-se que está duro e latejando, do jeito que ela adora. O casal ao meu lado pergunta se somos casados e confirmo que sim, então a esposa deste com a mão estendida começa a apertar o meu membro. Olho meio sem graça para o marido, ele, por outro lado, me dá um sorriso e um aceno autorizando-a. Ela se coloca atrás de mim, abraça-me e com habilidade abre minha calça. No mesmo instante, minha esposa começa a chupar aquele membro do qual nem eu, nem ela, saberíamos de quem é. Ela chupa com tanta desenvoltura, tanta vontade, que meu membro na mão da loira começa a pulsar. Enquanto minha esposa ia chupando o membro desconhecido, a loira ia me masturbando provocantemente devagar. Não escondendo o tesão o marido decide ir buscar alguns drinques.

Percebo que minha esposa tira a blusa ficando somente de saia. Os bicos de seus seios estavam tão duros, que a loira que estava me masturbando comenta. Ela volta a chupá-lo, e com a outra mão começa a se masturbar e eu do lado de fora, sendo masturbado cada vez mais forte por aquela loira desconhecida. No meu ouvido a loira diz do tesão daquela cena e que a noite iria transar com o marido pensando em tudo que estava vendo. Tento segurar ao máximo a ejaculação daquelas palavras e o que me ajuda são as doses de uísque de um pouco antes. Para meu deleite minha esposa que estava sentada no banco se ajoelha agora e começa a chupar o saco do outro. Aquilo ia me deixando louco de tesão, foi quando a loira percebendo passa a minha frente e começa a me chupar. Tento interrompê-la, mas logo diz que o marido havia a liberado. Ela desce um pouco minha calça e olha para mim e com habilidade nos lábios começa a enfiar meu membro todo na boca.

Depois de chupar todo o saco, minha esposa começa a bater o membro na cara, percebo que ela tinha gozado, pois com cara de tesão volta a chupá-lo com bastante vontade. Aquela cena estava me deixando extasiado, enquanto minha esposa ia aumentando o ritmo, eu estava sendo deliciando pela boca da loira. Quando minha esposa nota que o membro iria ejacular, se levanta um pouco e distribui toda goza no próprio peito. Era tanto gozo que não me aguento e gozo também. A loira, ainda com meu membro na boca, começa a gemer e na mesma hora noto que ela, também, tinha gozado. Não deixando cair nenhuma gota do gozo fecha meu zíper e com um sorriso me dá um beijo na boca.

Pouco depois, minha esposa ia me contando da tamanha excitação e do que sentia quando estava dentro do cubo da libertinagem. Contei a ela o que tinha acontecido do lado de fora, e com um lindo sorriso no rosto, dá-me um beijo apaixonado e relata que quer continuar em casa para retribuir toda aquela aventura... Eu, bastante feliz, não via a hora de ser retribuído.

Autor  - BBS
historia erotica

SOU UMA MULHER CASADA E HONESTA

MEU RESUMO

Meu nome é Beatriz, mas todos me chamam de Bia. Tenho 21 anos, casada com Eduardo há 2 anos. Meu querido é engenheiro civil, formado no ano passado. Até este momento nossa vida de casados vai às mil maravilhas, isto quanto ao nosso amor, pois no que toca a parte financeira... minha nossa! É um verdadeiro caos.
Com Eduardo terminando faculdade e eu, também, terminando meu secretariado, não tínhamos dinheiro para nada. Se não é a mesada que nossos pais nos davam, estávamos era bem fudidos. Nosso amor era tão grande, que não aguentamos terminar os estudos para nos unirmos, apesar dos conselhos das nossas famílias.

Agora, orgulhosos, ao termino de nossos estudos, ele conseguiu uma colocação numa empresa especializada em terraplanagem, de porte médio. O salário não é muito bom, mas sabem como é, nos dias de hoje, não temos muitas escolhas, é pegar ou largar. Ele se dedica com afinco em suas funções na empresa, mesmo sabendo que tem de passar a maior parte do tempo em viagens, por este Brasil afora, Mas quando ele chega é aquela farra... não saímos da cama, nos amando como dois doidos.
Como não podemos viver só de amor, decidimos que eu iria procurar uma colocação na minha área. Mas a coisa não é tão fácil assim.... em todo os lugares que visitava, os caras exigiam experiência, mas como eu poderia ter experiência, se era uma recém formada? Mas eu ficava fula da vida, pois em muitas entrevistas, se realizadas por homens, os filhos da puta, me comiam com os olhos. Se eu desse molhe tenho certeza, que já poderia ter uma colocação, mas este não é o meu estilo, pois sou uma mulher casada e honesta.

 MINHA HISTORIA


Bia é uma mocinha muito bonita, com seus 21 aninhos, com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos, apontando desafiadores sob suas blusas. Uma verdadeira beldade. Com uma carinha de anjo, transborda sensualidade por todos os poros. Apesar de tudo isso, ela é uma jovem extremamente reservada e tímida.

Talvez seja por isso que seja tão "cantada'' em suas entrevistas de emprego, mas quando notava que a "possível vaga" que poderia ocupar, se devia mais ao seu corpo do que de seu currículo, ela dava o fora. Mas de tanto insistir, finalmente conseguiu o seu tão procurado emprego, e não era por seu lindo corpinho.
A entrevista foi realizada por uma mulher, funcionária de uma empresa do ramo de eletrônicos, especializa na importação e distribuição, no Brasil, destes materiais. Bia seria a secretária particular do senhor Agenor, o dono da companhia.

Margarida, foi a encarregada pelo senhor Agenor, de lhe arrumar uma "secretária" e ele lhe deu o perfil da garota que queria. Margarida sabia muito bem, quais eram os verdadeiros interesses dele. Mas para ela isso pouco interessava, pois recebia muito bem, para arrumar "secretárias" para ele.
Quando ela viu Bia, ficou encantada com garota... jovem, lindíssima e lhe parecendo ser muito bobinha e que seria caça fácil, para o gavião do patrão e para ela própria, que apesar de ser amante ocasional de senhor Agenor, tinha uma queda por meninas bonitinhas, pois Margarida atirava dos dois lados. A pretendendo à vaga era Casadinha a pouco tempo, com o marido viajando bastante e acima de tudo, muito necessitada de emprego, de dinheiro, era tudo o que eles queriam. Quando ela apresentou o "currículo" de Bia ao Agenor, com foto e tudo. Ele ficou encantado com o que viu.

- Minha nossa Margarida, desta vez você se superou! Vou lhe dar uma boa gratificação por este "serviço extra", mas vou querer tua ajuda, para a gente "papar" esta coisinha deliciosa. - Pode contar com minha colaboração, Agenor, eu também fiquei babando por ela. Se trabalharmos bem, ela cairá em nossas mãos, muito em breve. A mocinha, apesar de ter estudo, me pareceu ser muito inocente e fácil de ser manipulada e acima de tudo, minha opinião, é que ela tem o jeitinho de ser muito fogosa. Podes ter a certeza. Agenor... ela será nossa, muito em breve.

Quando Bia, conheceu o seu patrão, ficou encantada por ele, senhor aparentando ter pouco mais de 50 anos, aparência distinta e bastante séria, mas amável e bastante educado. Casado e com 2 filhas, adolescentes, com fotografias da família em sua escrivaninha. Seu Agenor devia ter mais de 1,85 de altura e lhe pareceu ser bem robusto e Bia de saída, se simpatizou com ele, pois apesar de sua idade, ela o achou um "pão".

Margarida e Bia, seriam as suas secretárias exclusivas, e algumas vezes seriam obrigadas a viajarem com ele, para o exterior. Mas devido ao ótimo salario, Bia nem pestanejo e aceitou ser a nova empregada do escritório. Afinal de conta, Eduardo, seu marido, também estava sempre viajando. Na verdade Bia estava, de uma forma muito estranha, gostando do novo patrão, da figura dele, de seu modo de ser e agir. Ela nunca tinha sentindo nada igual ´nenhum outo homem, nem por Eduardo, marido.

Eufórica, empolgado com o emprego (e com o patrão), quando ela contou ao esposo, que tinha conseguido serviço, bem remunerado e as condições do cargo, ele concordou com ela, e felizes da vida, foram festejar numa boate e depois na cama, com ela, mas quente do que nunca, surpreendeu o maridão, com o seu fogo.

Nem 2 meses depois, Agenor viajou para a França, para fechar negócios e levou as suas duas secretárias, Margarida e Bia. Em Paris, ele fechou ótimos contratos e para festejar, Agenor as levou para uma noitada na cidade luz. Bia estava maravilhada com tudo aquilo e incentivada por Margarida e por Agenor, bebeu todas a que tinha direito. Nos cabarés Dançou bastante com muitos franceses. Eufórica, nem se importava, em sentir em suas coxas, os volumes dos caras, que encantados com sua beleza e sensualidade, não paravam de a tirar para dançar. Com tudo que estava acontecendo, se esqueceu do mundo e se deixou levar pelo momento. Bastante excitada, se deixava abraçar pelo parceiro do momento, sentindo os membros deles no meio de suas coxas, até que Margarida, que dançava quase todo o tempo com Agenor, a convidou pra irem embora para o hotel. Bia, empolgada, não queria ir, mas com a insistência deles, os seguiu.

No hotel, Agenor convidou as duas para" fecharem" a noite em sua suíte. Bastante "alegrinha" ela aceitou o convite e lá não recusou os drinques que lhe eram oferecidos pela dupla e continuou a dançar, tanto com Margarida, como com o Agenor. Nem se importou quando sentiu o enorme volume do patrão, no meio de suas coxas, pois a muito, inconscientemente, vinha desejando isso.
Ele a enlaçava bem apertada pela cintura, a trazendo bem colada ao seu corpo, com as pernas entre as suas. Os movimentos da dança quase não existiam. Com a boca dele, colada ao seu ouvido, sentido a sua respiração quente. Bia amoleceu toda ao sentir os lábios úmidos dele, percorrer cada pedacinho de seu rosto, passeando com a língua úmida o interior de suas orelhas, os olhos e, por incrível que pareça, até em suas narinas, Bia sentiu a ponta da língua dele.

 Quando ele iniciou a dar pequenas mordidas em seu lábio inferior e o chupando com força, Bia se desarmou por completo. Nunca pensou que um homem pudesse lhe proporcionar tanto prazer, usando só a boca e a língua em seu rosto e pescoço. Ela arriou os braços, que estavam no ombro dele e os deixou cair ao longo de seu corpo e ficou segura por ele, como uma boneca de pano, enquanto Agenor a segurando firme pela cintura e sua boca for descendo em direção aos seus ombros, beijando, chupando e mordendo cada pedacinho.

E Bia pensava com os seus botões: - Minha nossa! Que homem mais irresistível! Se ele quiser...acho que não terei forças para... nem pode terminar os seus pensamentos, pois agora Agenor abocanhava os seus mamilos, com chupadas fortes entremeadas com mordidas igualmente violentas. Bia nada mais pode fazer, a não ser inundar o ambiente, com os seus longos gemidos de prazer, no meio de gritinhos de dor.

Margarida, sentada à beira da cama, apenas observava o casal colado, com ele encurvado sobre a garota e Bia com os braços soltos toda mole nos braços de Agenor. Ela sabia que nesta noite, a gostosinha, estaria na cama com o Agenor.... E com ela também. Só em antever isso, Margarida já estava com a buceta em fogo, louca de tesão. 
Bia nem sabe como, mas logo se viu deitada na enorme cama, com Margarida e Agenor, a despindo por completo.

A jovem Bia, mulher casada e honesta, ficou alucinada de tesão, tendo orgasmos múltiplos, ao sentir em seu corpo, as bocas e línguas dos dois. Foi beijada, chupada e mordida em cada um dos seus buraquinhos e quando o enorme caralho de Agenor invadiu sua bucetinha, ela berrou como uma doida, quando o gozo a atingiu em cheio e cruzou suas coxas na cintura do patrão, uivando como uma loba no cio e mesmo depois dele ter gozado dentro dela, Bia não soltou o pescoço dele e nem o libertou da "chave de coxas" - Agenor, por favor... não saia de dentro de mim... eu quero mais.....






Na manhã seguinte, totalmente exausta e assustada com o que estava acontecendo, ela ainda tinha Margarida com a cabeça enterrada no meio de suas coxas, chupando sua buceta com ferocidade, enquanto Agenor, mamava seus mamilos, parecendo um bebezinho faminto. Bia voltou seus pensamentos para seu marido Eduardo. Pensou em sair dali correndo, horrorizada com sua atitude, mas o prazer que estava sentindo com os dois, era tão intenso, que não teve força para nada, a não ser voltar a gemer com a violência do gozo que percorria cada cantinho do seu corpo e com igual fervor, retribuí à eles, todo o prazer que estava sentindo, mamando o cacete de Agenor e a buceta de Margarida.

Bia, a jovenzinha, inocente e casta, nunca pensou que pudesse existir no mundo, prazer com tal magnitude, estava totalmente alucinada com a enormidade do gozo que Agenor e Margarida lhe proporcionaram.

Que Eduardo, lhe perdoasse, mas sabia que não poderia mais viver, sem Agenor e Margarida, louca de paixão pelos dois, sabia que estava, de certa forma, escravizada sexualmente pelos dois.
Durante todo o tempo que ficaram em Paris, "a serviço", Bia nunca mais dormiu em seu quarto, mas sim na suíte de Agenor, onde ela nada negava à ele, nem o seu cuzinho, coisa que nem o seu marido tinha provado. Margarida, também a levava à loucura, com sua boca e língua em todos os seus orifícios. Bia nunca teve queda por mulher, mas no caso de Margarida, quando Agenor não estava presente, ela ficava alucinada com a tesão que a mulher lhe proporcionava.

Desde então, Bia, continuou a trabalhar na empresa de seu Agenor, tendo seu salário triplicado. Ela acompanhava o patrão em suas inúmeras viagens pelo mundo, sempre com Margarida como companheira. Ela amava cada vez mais Eduardo, seu marido, pois afinal de contas, Bia era uma mulher casada e honesta, e muito feliz com o seu emprego, que a satisfazia plenamente. Mas se Agenor ou margarida, lhe pedissem, ela deixaria Eduardo, para viver somente com o amor, ou melhor dizendo, com a paixão dos dois.

FIM

autora: Marcela ~ Mulher ~ 34 anos

FOMOS JOGAR BURACO E VIROU STRIP POKER

Este conto aconteceu comigo quando fui estudar em Contagem, MG. Fiquei morando na casa de meus tios paternos. Sou carioca, mas a família de meu pai é toda de Minas Gerais. Tudo aconteceu quando eu tinha 19 anos, estava fazendo faculdade e morava na casa do meu tio Marcos (irmão do meu pai).




Naquele final de semana prolongado, meus tios iam viajar para um hotel fazenda localizado no interior do estado. Fiquei eu e meu primo Bento em casa. Estávamos sem nada pra fazer e Bento deu ideia de chamar duas meninas da escola para fazermos uma festa na piscina: Vanessa, nossa vizinha, 18 anos, loira de olhos azuis, um corpão, que era uma das meninas mais gatas da escola e Ana Carla, 19 anos, morena de olhos verdes e peitos enormes. Ligamos e elas toparam vir pra nossa casa e aproveitar a piscina.

Na sexta, elas chegaram juntas a nossa casa. Vanessa usava uma sainha do tipo colegial e uma camiseta baby look. Ana Carla estava de short jeans e uma camiseta que realçava o contorno de seus peitos. Fomos pra piscina onde eu e meu primo já havíamos preparado tudo: churrasco, cerveja, ice, funk tocando no som. Quando Vanessa tirou o biquíni eu e Bento ficamos babando no volume dos peitos dela. Bento olhava para a boca, para aquele cabelo lisinho loiro e aqueles olhos azuis que pareciam mais duas bolas de gude. Ela parecia a Barbie. Estávamos em transe, quando Ana Carla perguntou:
– Gente, onde estão as ices?

Nos viramos e vimos que ela já estava só de biquíni, mostrando sua bunda deliciosa e seus peitos que mal cabiam no sutiã. Meu pau, que já estava acordando ao ver a Vanessa, acordou de vez e ficou na posição de sentido ao ver a Ana Carla. Ela percebeu como eu fiquei e deu um sorrisinho malicioso. Pequei duas ices, uma para Ana e outra pra mim. Bento preferiu ficar na cerveja, junto com Vanessa.
Ficamos na piscina com as gatas, brincamos, bebemos, comemos churrasco e ficamos falando besteira. Durante todo o tempo, Ana Carla não parava de olhar pra mim e para o volume da minha sunga. Percebi que entre Bento e Vanessa também estava rolando alguma coisa. Nessa hota já tinhamos começado a beber também um pouco de cachaça do meu tio. Ficamos meio altos, pois não estávamos acostumados. Decidi pôr lenha na fogueira e dei a ideia de jogarmos buraco. Mas meu primo, já com péssimas intenções com Vanessa, disse:
– Buraco é chato, Marcelo. Por que não jogamos poker, ou melhor, strip poker?

– Strip poker? – dissemos eu e Ana Carla, quase que juntos.
– Isso mesmo. E vamos colocar pimenta no assunto, ou seja: perdeu, tem que tirar uma peça de roupa.
Olhei para Ana Carla e ela disse, me surpreendendo:
– Por mim tudo bem. E você Marcelo?
– Vamos lá então. – concordei.
A Vanessa riu e falou:
– Eu topo jogar, porque sou fera no poker.

Nós 3 ficamos olhando um pro outro, perguntando se ela tinha falado aquilo mesmo. Logo a Vanessa que mesmo sendo uma CDF na escola, se mostrava muito descontraída em nossa casa. Começamos logo a dar as cartas e a jogar, e todos aos poucos foram perdendo e tirando peças de roupas. Eu pirei quando a Ana Carla perdeu a mão e teve que tirar o sutiã, deixando aquelas 2 maravilhas a mostra. Achei que ela ia cobrir com as mãos, mas não. Deixou descoberto. Logo foi a vez da Vanessa perder e ter que ficar de topless também. Ela não se fez de rogada e mostrou os peitões, perguntando rindo pra nós, garotos:
– E aí? Nunca viram dois desses não?

A essa altura, Vanessa e a Ana Carla já estavam sem camisetas, sem sutiã, sem saia e shorts, só com a calcinha do biquíni e nós, sem camisa, sem shorts, só de sunga. Ana Carla pediu para eu pegar a Coca-Cola e quando levantei meu pau estava saindo da cueca de tão duro. Ela arregalou os olhos. Voltei da cozinha e na hora de entregar o copo para ela, dei uma encostada de leve, roçando meu pau no braço dela. Ana Carla não resistiu e falou para nós:
– Vamos apimentar mais o jogo. Quem perder a próxima mão tem que fazer um strip completo para todos, ou seja, tem que tirar tudo.
Vanessa olhou para ela e disse:
– Eu topo. Se eu perder eu faço o strip.

Bento e eu concordamos também. E jogamos a mão. Eu já estava torcendo para Ana perder a mão e meu primo Bento para a Vanessa perder. Por sorte, eu venci a última mão e fiz Ana Carla e Vanessa perderem ao mesmo tempo. Eu perguntei as duas:
– E ai? Vão fazer o strip, ou era fogo de palha.
Ana Carla olhou para Vanessa e rindo disse:
– Ok, vamos fazer o strip completo para vocês.

Elas foram até a beirada da piscina, botaram um funk praticamente pornográfico e começaram a dançar e a tirar a calcinha. Nós ficamos boquiabertos. Jamais pensaríamos que tudo aquilo fosse acontecer. Mas era só o começo… Elas vieram dançando e nos puxaram da mesa. Mandaram que nós tirássemos nossas sungas, pois estávamos de pé, elas se ajoelharam e começaram a bater punheta para nos dois com suas mãos. Fomos ao delírio!!!

Elas entraram na piscina e pediram para que nós nos sentássemos na beirada. Em seguida, elas começaram a fazer um boquete em nós. Meu primo, malandro, começou a pegar nos peitos de Vanessa. Eu só curtia a Ana Carla fazendo o vai e vem com a boa no meu pau. Interrompi a Ana Carla, entrei na água, peguei e a coloquei sentada na beirada com as pernas abertas. Então comecei a chupar sua bucetinha. Era linda, toda depilada, lábios rosados. Enquanto ia chupando Ana Carla, meu primo Bento, já dentro d’água, fez a Vanessa boiar de barriga pra cima e começou a chupa-la também. Ana Carla e Vanessa gemiam de prazer. Vanessa disse a Bento:
– Vamos pro sofá que eu quero que você me foda agora!

Eles saíram da piscina, foram até o sofá na varanda. Vanessa se deitou no sofá. Bento colocou uma camisinha e em seguida posicionou o cacete na entrada da buceta de Vanessa e mandou ver. A cada estocada de Bento, Vanessa gemia e gritava de prazer:
– Ai!!! Bento, como tá gostoso! Se eu soubesse que você era tão bom assim já tinha te dado antes. Vai mete!

Enquanto isso, Ana Carla, já em êxtase, se levantou, ficou de quatro e falou a palavra magica:
– Me fode, Marcelo! Me fode!
Peguei uma camisinha e comecei a penetra-la. Ela gemia muito e falava direto:
– Marcelo, como é bom, soca essa piroca na minha buceta, vai soca!

Nos tínhamos até medo dos vizinhos ouvirem, no caso os pais da Vanessa. Continuei sem parar e vimos que na varanda, Vanessa dava um boquete no meu primo. Fui metendo até gozarmos. Eu e Ana Carla entramos de novo na piscina e ficamos nos beijando. Quando olhamos para Bento e Vanessa, vimos que meu primo havia sentado no sofá e Vanessa começou a cavalga-lo. Ele estava em êxtase transando com a garota mais gata da escola. Nem piscava. Estava até meio engraçado. Ele gozou logo. Vanessa falou:
– Gente, eu quero mais.

Ela disse isso, olhando para mim e me chamando. Olhei para Ana Carla e ela disse:
– Eu quero muito ver você comendo a Vanessa, Marcelo.
Saímos juntos da piscina e eu atendi ao pedido de Vanessa. Ela sentada no sofá, arreganhou bem as pernas, coloquei outra camisinha e comecei com força. Disse a Vanessa:
– Agora você vai ver o que é bom!

Ana Carla sentou numa cadeira a nossa frente e começou a tocar uma siririca enquanto via a cena. Não aguentando, olhou pro Bento e disse:
– Vem cá, Bento! Mata meu tesão!
Bento veio, colocou uma camisinha, abriu as pernas de Ana Carla e meteu nela com vontade. Fomos transando, os quatro até gozarmos novamente. Voltamos pra piscina os quatro. E Vanessa falou:
– Eu me esqueci de contar a vocês que meus pais e os pais da Ana Carla viajaram neste feriadão. Então estamos livres, leves e soltas.
Foi a senha para continuarmos a brincadeira, mas isso é história para outro dia.

autor: Anubis

TRIANGULO NA PISCINA

Olá! Me chamo André, e tenho como vizinhos um casal amigo. Ela chama-se Carla e ele Diego. Já falei deles no conto “Strip Poker com o casal vizinho”. Bem, desde aquele dia ficamos muito amigos e íntimos. O que se passava entre nós era de total discrição. Para não deixarmos transparecer nossa relação, nós nos víamos com menos frequência. Mesmo porque eu estava na metade do meu curso de graduação e me faltava grana. Ainda que eu recebesse uma ajuda de meus pais e a universidade não fosse paga, vivia as mínguas com minhas despesas, mal me sobrava para cigarros. Então resolvi fazer uns bicos nas horas vagas.

Foi por intermédio de uns amigos de faculdade que comecei a trabalhar aos finais de semana, as sextas e sábados à noite, em um restaurante, o que me tomava grande parte do tempo de folga nos finais de semana. Somente não trabalhava aos domingos. Mais tarde passei a ocupar o tempo vago durante a semana, cobrindo a folga dos outros garçons.




Diego, meu vizinho, era bem sucedido e mantinha toda a despesa da casa. Carro, casa na praia e os luxos de Carla. Esta não trabalhava e tinha tempo de folga para desfilar pelas ruas exibindo sua bela bunda e par de peitos, e também para cuidar de seus caprichos. E era o bem que ela prestava aos olhos alheios. Diego mal parava em casa, pois era corretor de imóveis e às vezes também atendia a critério dos clientes nos finais de semana. Bom, nos intervalos de tempo nós cruzávamos no bar da vizinhança para tomarmos umas cervejas e falarmos das vizinhas do prédio. Numa dessas Diego propôs a ideia de irmos pra sua casa de praia em Cabo Frio, para tomarmos umas cervejas e fazer um churrasco, isto no domingo, pois seria o meu dia de folga, e passaríamos o dia na piscina, pois estávamos em plena temporada de verão.

Nessa época ainda não possuía celular, e no sábado trabalhei até tarde. Saí ás 5 e meia da manhã de casa no domingo, e perto das 9 horas cheguei, sem avisar a praia, que ficava a alguns quilômetros da cidade. Cabo Frio se localiza no litoral fluminense, na região conhecida como “Região dos Lagos”. A casa ficava a beira da praia do Peró. Era ampla e toda murada. Ao chegar na casa, quem me recepcionou é Carla, já bem bronzeada do sol e com cheiro de praia e piscina. Sua pele clara estava dourada do sol. Carla estava com uma minúscula saída de banho e um top nos seios. Entrei e ela me levou para a parte dos fundos onde estavam ela e uma amiga. Passamos pela piscina, já convidativa para um banho, mesmo porque eu queria ver seu corpo molhado e brilhante pelo sol. A amiga de Carla estava sentada na sombra, escutando musica e bebericando algo que identifiquei como um Martini com gelo. Sentei junto delas e só então percebi a ausência de Diego. Perguntei:
– Carla onde está o Diego?

– Ele teve um chamado da agencia em que presta serviço para acompanhar um casal de clientes que quer alugar uma casa de praia.
Esta casa que o Diego foi mostrar fica na Região Oceânica de Niterói, que fica a uns cento e trinta e cinco quilômetros de onde estávamos. Carla disse:
– O Diego saiu daqui às pressas e disse que não contava com o imprevisto. Ele me disse poderíamos começar o churrasco sem ele, mas que provavelmente estaria de volta logo mais à tarde a tempo de tomarmos umas cervejas. Ele disse para você aguardar ele chegar e pra você não se importar com a ausência.
É claro que não me importei e me senti bem à vontade. Curioso ainda mais pela presença da amiga de Carla, que me apresentou:
– Desculpe minha falta de educação. André esta é a Ana, minha amiga.

Ana era uma moça de pele morena jambo, cabelos preto liso escorrido até a altura do quadril, de formas estonteantes, bem delineadas e esculpidas a muita ginástica, malhação e explosão de hormônios. Lábios carnosos, peitos duros que quase não cabiam na parte de cima do biquíni, este, mínimo nas partes, deixando sua linda bunda saltar aos olhos. Aparentava uma ninfeta de uns dezoito anos, já bem desenvolvidos e aproveitados pela sua libido. Ana olhava-me atenta e me apreciava com atenção e a cumplicidade de Carla, como se já soubesse das nossas façanhas. Carla me chamou para dentro da casa me disse:
– André, se você não trouxe uma sunga, vai ao banheiro e coloca algo que te agrada. O Diego comprou várias sungas e ainda não usou nenhuma.

Algumas sungas ainda estavam com as etiquetas. Não sou muito acostumado a isto, mas estava à vontade. Coloquei uma branca da Adidas, com listas laterais preta, pois eu estava mal intencionado, mas meio sem jeito. Encarava a Ana que não era de muita conversa. Ana estava na sua, só se bronzeando, em uma espreguiçadeira em volta da piscina. A Carla não demorou muito pra me botar no serviço de churrasqueiro. Tratei de espetar uma picanha e uma ripa de costela. Botei fogo na churrasqueira. Fiz uma caipira de vodka e fui me sentar em uma mesa na piscina junto às meninas. Eu já estava tostando de sol. Carla se aproxima da piscina onde esta a morena, se abaixa e passa bronzeador nas costas de Ana. Nisso me sobe um calor pela cena, me fazendo ficar de pau duro de imediato.

 A morena fica quietinha enquanto Carla esfrega toda a extensão de suas costas, passando pela sua bunda empinada com seu fio dental socado no cú e fica esfregando bem devagar por dentro do minúsculo biquíni, enquanto a morena dá uma gemida e aconchega suas caricias arrebitando a bunda. Carla dá uma olhada sacana para mim e sobe até suas costas e desata o biquíni. Ana dá uma sacada para Carla e, bem devagar, vira-se e tasca um longo beijo de língua em Carla. Meu pau, nesse momento, já quer sair. Mas me contive e fiquei só vendo a cena, as duas lindas, brilhantes ao sol. Logo elas começaram a se chupar. E Carla cai de boca nos peitos de Ana. Nesse momento Ana agarra a cabeça de Carla e esfrega de encontro aos seus peitos fartos. Nisso Carla já esta enlouquecendo Ana, que arreganha suas pernas para receber as carícias dos dedos de Carla.  Carla mete seus dedos dentro da buceta de Ana e a faz delirar de tesão. Carla pediu:
– Deita na espreguiçadeira, Ana.
 
Ana obedece e Carla tira a parte de baixo do biquíni dela, deixando a mostra uma bucetinha bem depilada e toda molhadinha. Ana já enlouquecida de tesão, olha para mim com ar convidativo, nisso me aproximo. Carla não perde tempo e cai de boca na buceta de Ana. Eu me aproximei do rosto moreno e da boca entreaberta de Ana e como se ela soubesse o que eu queria, tratou de abocanhar meu caralho que estava explodindo de tesão, nestas alturas, para fora da sunga. Ana massageava minhas coxas e puxava minha cintura de encontro a sua boca e línguas sedentas, onde sugou meu pau por inteiro, passando sua língua em volta da glande e descendo até as bolas. Nisso Ana estava gemendo de tesão pela chupada de Carla, que explorava toda sua xana úmida, seu clitóris e metia os dedos em sua buceta, fazendo com que Ana tivesse um orgasmo, delirando de tesão. Carla ainda não tinha se despido por completo.

Carla levantou-se e, vindo em minha direção, me prendeu num delicioso e longo beijo. Ana aproveitou e tratou de despi-la por trás, retirando seu biquíni e devagar acariciando sua bunda em chamas. Carla posiciona uma das pernas em cima da espreguiçadeira e permite com que Ana meta sua língua na sua buceta encharcada. Enquanto isso, Carla gruda suas mãos em meu pau. Embriagada de tesão, ela empina sua bunda para receber as caricias de Ana, que freneticamente bolinava com a língua a buceta e o cuzinho de Carla. Carla aproveita e rebola na cara de Ana, que segura com firmeza sua bunda. Carla me pediu:
– André, assume o controle…

Ela me colocou deitado de frente na espreguiçadeira. Nisso ajustou a mesma para que eu ficasse completamente deitado. O mulherão da Ana veio, posicionou meu caralho em sua buceta e começou a cavalgar. Ela, já completamente molhada pela chupada que deu em Carla, sentou completamente em meu pau. Carla boleou a perna sobre meu rosto e ficou com sua buceta em minha cara, pingando, toda molhadinha. Eu a segurei com minhas mãos e meti minha língua em seu clitóris, chupando toda sua bucetinha, dentro e fora, metendo linguadas, enquanto a enlouquecida da Ana rebolava em meu caralho, mexendo sem parar. Gemendo, as duas se abocanhavam em beijos e se esfregavam ao mesmo tempo em meu caralho e língua. Gozamos os três quase ao mesmo tempo.

E demos um intervalo, para dar uma assistência ao churrasco, aos nossos corpos e calibrarmos os drink’s. Repomos as energias, ainda pelados e cheios do tesão, sem falarmos quase para não quebrarmos o clima. Então voltamos a ativa. Começamos a nos acariciar. Primeiro beijos em Ana. Nós dois, eu e Carla, um de cada lado de suas cadeiras, pois Ana estava no meio, beijávamos e bolinávamos sua bucetinha. Carla se levantou e disse:
– Agora eu quero levar pau na buceta.

E foi para a espreguiçadeira onde ficou de quatro. Ana foi e ficou deitada por debaixo dela, onde as safadas começaram a brincar e se esfregar. Ana uma ninfeta louca já arreganhou a buceta para Carla chupar e esta arrebitou a bunda, pedindo:
– Vem André! Mete em minha buceta, come toda ela que eu estou louca de tesão. Depois quero ser enrabada, você vai comer o meu cú.

Sedenta e completamente molhada, soquei meu pau em sua buceta. Agarrando em sua bunda, dando estocadas, enquanto Carla chupava a buceta de Ana. Fodi a buceta de Carla até esta gemer de tesão e gozar. Não perdemos muito tempo no intervalo. Ana deitou ao contrario e se virou em direção a um 69 com Carla que posicionou sua buceta na boca de Ana, e esta massageando seu cuzinho. Carla olhou para mim e eu já sabia. Fui sem ressabiar, pois queria gozar em seu cuzinho apertado, seu belo rabo gostoso. Assim Carla caiu de boca em Ana, que lubrificava sua buceta e seu cu. Eu devagar fui socando no rabinho empinado e molhadinho. Ana uma safada, massageava minhas bolas e chupava-as, passando a língua em tudo que encontrava, até mesmo na minha penetração do cu de Carla.

 O que a deixava mais enlouquecida, fazendo com que empurrasse seu rabo para receber mais pau. Nós três, dessa vez, estávamos nos mexendo em sincronia, o que fez com que gozássemos e nos acabássemos num belo banho de piscina, para recompormos as energias. Por fim fomos almoçar e terminar de nos embriagar. E ficamos aguardando a chegada de Diego. Então fiquei sabendo que Ana já era da família, pois era uma priminha que Carla ajudou a criar, com muito carinho e caricias. Sendo que Diego participava de suas brincadeiras. Mais uma armação desse casal enlouquecidos de tesão. Diego só chegou no final da tarde, mas esta é outra historia.

autor: Anubis