segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

SWING ENTRE AMIGOS



Após completar 8 anos de casada, a nossa vida sexual começava a ficar muito morna. Meu marido, Carlos, já raramente me procurava e eu, confesso, já estava me sentido tentada a corresponder às investidas de um ou outro colega meu. Mas sempre resisti a fazê-lo por não querer ser infiel.

Então, subitamente num dia, o meu marido chegou do emprego e se aproximou de mim na cozinha. Chegando por trás, me abraçou a começou a enfiar as mãos dentro da minha blusa e sutiã, procurando meus seios, apalpando e apertando-os levemente. Raramente ele chegava em casa com este nível de tesão, o que me fez corresponder às suas investidas imediatamente. Empinei minha bunda e comecei a rebolar, roçando meu rabo contra a pélvis dele, percebendo o volume enorme dentro de suas calças.



Os meus movimentos estavam deixando-o completamente louco. Não demorou e senti suas mãos nas minhas coxas, levantando minha saia e abaixando minha calcinha. Comecei a sentir um calor muito gostoso e me apoiei na mesa da cozinha, afastando bem minhas pernas e soltando gemidos de prazer. Logo os dedos do meu marido estavam explorando os lábios da minha boceta e massageando meu clitóris.

-- Hummmmm! Você está muito molhada, amor! -- disse ele beijando minha costas.
E eu estava mesmo molhada. Minha xoxota pedia ansiosamente para ser penetrada, ali mesmo, na mesa da cozinha. Apenas fechei meus olhos para me deliciar ainda mais com a situação e percebi que ele estava abaixando suas calças e a cueca. Não deu tempo de pensar. Só senti uma cuspida gigantesca na minha boceta e então ele enfiou todo o seu pênis dentro de mim, sem dó nem piedade.



- Ohhhhhhhhhhhhh! Devagarrrrr! - gritei quando senti seu cacete grosso, enorme e quente me enchendo toda.


Fazia umas duas semanas que meu marido não me comia. Meu tesão estava lá em cima, mas o dele estava muito mais. Parecia um animal me fodendo. Ele beijava minha nuca, me segurava firme pela cintura e metia sem dó, tirando o pau quase todo e enfiando novamente, com força. Não demorou muito e percebi que ele não aguentaria muito mais tempo.

- Ahhhhhhh! Vou gozar!!!!!!!! - disse ele gemendo.

Jatos de esperma quentinho foram despejados no fundo da minha prexeca enquanto meu marido me apertava contra o corpo dele. Saiu tanto esperma da rôla dele que tive a impressão que não caberia mais na minha boceta. Fiquei um pouco chateada por ele não ter esperado que eu tivesse meu próprio orgasmo. Mas, não me importei muito. As vezes essas trepadas rápidas me fazem muito bem.

Mais tarde jantamos juntos, assistimos a um filme e nos preparamos para dormir. Como é de costume, durmo somente de calcinha. Meu marido foi ao banheiro e ao retornar saltou em cima de mim novamente. Parecia um tarado. Chupou meus seios demoradamente, beijou e lambeu minha boceta e brincou muito com sua lingua no meu grelhinho. Fizemos um sessenta e nove muito gostoso, no qual eu mamava seu pau cada vez mais duro e ele chupava minha xoxota e lambia meu cu. Finalmente me penetrou com aquela vara dura como rocha em várias posições. E desta vez eu atingi o orgasmo repetidas vezes.

Deitados e entrelaçados um no outro, cansados e esgotados, me atrevi a lhe perguntar:
- O que aconteceu com você hoje? Chegou em casa tão excitado.


Meu marido sorriu, me deu um beijo na boca, hesitou um pouco e resolveu explicar.
- O Thiago, aquele meu colega de trabalho, entao. Estavamos conversando e saiu um papo de praia de nudismo e ele me falou que tinha ido ha um tempinho atras, eu perguntei se foi antes dele se casar. Ele falou que nao...que ele ia com a esposa dele quase todas as ferias.
- E?
-Eu fiquei surpreso e perguntei sobre se ele nao tinha receio da mulher dele...Ele me interrompeu e disse que eles eram liberais. Nao entendi e ele me explicou...Eles sao liberais, se eles sentirem tesao eles fazem troca de casais.
- E?
- So isso...fiquei meio sem jeito mas me deu muito tesao essa historia e... so.

Percebi, enfim, o motivo da tanta excitação. Marina, a mulher do Thiago era um espetáculo de mulher. Com seus quase um metro e oitenta de altura, seios bem desenvolvidos e a não muito grande, mas bem redonda e empinada, ela chamava a atenção de todos os homens por onde passava. E meu marido Carlos não era exceção.



Fiquei muito excitada com a idéia. O Thiago era um homem muito bonito, forte e conversador. Eu já havia reparado por várias vezes um volume enorme nos meio das pernas dele, principalmente quando ele olhava para mim. Eu era muito mais baixa que a Marina, mas meus seios sao maiores e meu bumbum também  muito superior ao dela.
- E a idéia desta experiência lhe agrada? - perguntei sorrindo ao meu marido.
Ele não falou nada. 


Nessa noite, meu marido estava muito assanhado. Lambeu e chupou minha boceta mais uma vez e depois me penetrou na posição "cachorrinho", uma das formas que ele mais gostava. . Não demoraram muito dias para que nos reuníssemos: eu, o meu marido, o Thiago e a Marina.

Combinamos de nos encontrar em uma sexta à noite para um jantar em nossa casa e agimos com a maior naturalidade possível, sem tabus. Quando o Thiago e Marina chegaram, abrimos a porta e os cumprimentamos normalmente. Após as conversas iniciais, eu e a Marina fomos para a cozinha preparar o jantar enquanto os homens ficaram encarregados de preparar a mesa.

- Posso lhe dar um beijo? - a Marina perguntou enquanto estávamos na cozinha. Meu "sim" saiu tão baixinho que fiquei com receio de ela não ter ouvido. Fiquei trêmula e sem saber o que fazer. Ela foi chegando, me abraçou calmamente e começou a roçar os lábios dela nos meus, bem lentamente, dando selinhos. Finalmente sua lingua forçou meus lábios e eu os abri. Era meu primeiro beijo com uma mulher. Quando sua lingua invadiu a minha boca eu me derreti toda e em pouco tempo comecei a corresponder, colocando as mãos na cintura dela e colando o corpo dela ao meu.

- Você é muito bonita, sabia? - disse Marina ao concluirmos nosso longo e apaixonado beijo.
Mas a minha primeira experiência com outra mulher estava apenas começando. Em seguida ela colocou uma das mãos em meus seios e começou a me acariciar. Depois, sem nenhum aviso, levantou minha saia e procurou minha xoxota. Afastei as pernas um pouco para facilitar seu trabalho. Eu já estava tão excitada que acho que minha calcinha já estava toda molhadinha.
- Acho que meu marido vai gostar muito de você - disse ela enquanto seus dedos massageavam meu grelho por cima da minha calcinha.
- Você também vai deixar o Thiago delirando de tesão. Sinto que está muito excitada - respondi, tentando retribuir o elogio.
- Estou mesmo - disse ela - abrindo sua calça e descendo-a até a altura das coxas, junto com sua calcinha - passe sua mão na minha xoxota e verá que estou pegando fogo - finalizou com um sorriso cheio de vontade.

Quando nossos maridos entraram na cozinha nós estávamos nos braços uma da outra, nos beijando e nos acariciando mutuamente entre as pernas.
- Uau! - disse o Thiago - já começaram!
Assustadas com a chegada deles, nos separamos imediatamente.
- Hummmm! Que delícia - disse meu marido, cheio de tesão - por que pararam? Nunca tinha visto minha mulher se pegando com outra.
- Você terá tempo de ver novamente - respondeu Marina dirigindo-se ao meu marido e dando-lhe um beijo nos lábios - sua tarefa agora é apagar o fogo que a sua mulher acendeu em mim.
- E eu quero colocar logo as mãos nestes seios enormes! - disse Thiago se aproximando de mim e já começando a acariciar e mordiscar os bicos dos meus seios.

Fomos todos para a sala em seguida. A Marina tirou sua calça e calcinha e se sentou de pernas abertas no sofá. Depois, pediu ao meu marido que se ajoelhasse e chupasse sua boceta até ela gozar.
O Thiago, por sua vez, pegou minha mão e levou até o seu membro, por cima da calça. "Olha como estou excitado!", disse ele. Apertei sua rôla e percebi que era realmente muito grande e estava bastante dura.
- Tire sua roupa - disse eu - quero sentir seu pau na minha mão.
- Vai sentir na sua mão e em todo o seu corpo - respondeu o Thiago sorrindo e tirando toda a roupa.

Ouvi um gemido atrás de mim. Era a Marina que continuava a se deliciar com a boca do meu marido. Ela já tinha tirado o resto de sua roupa e estava acariciando seus seios enquanto meu marido continuava a lamber e chupar sua xoxota linda e depiladinha. Comecei a tirar minha roupa também. Quando olhei para o Thiago, ele já estava completamente nú, observando meu corpo à medida que minhas últimas peças de roupa iam parar no chão.
- Uau! Seu corpo é delicioso! - disse Thiago quando fiquei completamente nua. Olhei para o pau dele e parecia dobrar de tamanho a cada segundo. Caí de joelhos e me preparei para mamá-lo. Comecei pela cabeça daquele pênis gigante, massageei as bolas e finalmente comecei a chupá-lo.

- Ohhhh! Ahhhhh! Eu sempre imaginei que você era realmente boa para chupar um cacete, sua safadinha - ouvi o Thiago sussurar entre gemidos.
Comecei a punhetar seu pau enquanto o chupava, o que o fez se afastar de mim.
- Ohhh! Caramba! Quase gozei - disse ele rindo e se deitando no chão. Em seguida me deitei ao seu lado. Ele então começou a acariciar e lamber os biquinhos dos meus seios. Logo se sentou em cima de mim e posicionou seu pênis entre meus seios avantajados.
- Fode meu pau com essas têtas gostosas! Fode! - pediu ele.
Coloquei as mãos em meus seios, os apertei contra seu cacete e ele imediamente começou um vai-e-vem bem gostoso. Que "espanhola" gostosa nós dois estávamos fazendo.

Olhei para o meu marido e a Marina. Ele estava metendo nela de "cachorrinho", justamente do jeito que ele mais gosta. Pelas expressões no rosto dela, pude ver que não demoraria muito até ela gozar como uma louca. Meu marido devia tê-la excitado bem mesmo antes de penetrá-la. Eu sabia como ele era bom com a lingua e com os dedos. Se eu já estava excitada, vê-los fodendo daquela forma me deixou ainda mais. Minha vagina ainda não tinha sido tocada pelo Thiago, mas eu a sentia completamente molhada. Eu não iria aguentar muito mais sem enchê-la totalmente. E o que eu precisava dentro dela, grande e grosso, estava justamente entre meus seios, espirrando esperma na direção do meu rosto.

- Ahhhh! Caceteeee! - gritou o Thiago gozando e disparando seu líquido quente no meu pescoço. Os jatos foram tão fortes que algumas gotas foram parar na minha boca, olhos e cabelos. A Marina e meu marido também começaram a gemer desesperadamente, com ela sentada em cima dele, subindo e descendo naquela vara gostosa. Eu era a única que não tinha gozado ainda. E eu precisava muito de um orgasmo. Já estava ficando tonta de tanto tesão. No entanto, eu sabia que algo bom estava reservado para mim.

- Chupa meu pau novamente! Até ele ficar duro outra vez - disse o Thiago levando seu pênis semi-ereto até a minha boca, após eu limpar, com minha blusa, seu esperma do meu pescoço e rosto - agora você vai receber o que você merece.
Comecei a chupar o cacete dele, com algumas gotas de sêmen ainda saindo daquele membro enorme. Aos poucos foi ficando duro e delicioso. De joelhos na sua frente e as pernas um pouco afastadas, mal percebi quando um rosto foi surgindo por baixo de mim e uma lingua atrevida começou a invadir minha boceta. Era a Marina, me lambendo e beijando toda a região da minha vagina. Parecia uma gatinha bebendo leite. E o leite era minha bocetinha rosada e molhadinha. Abri mais as pernas e praticamente me sentei no rosto dela. Me abandonei ao prazer. Quando combinei com meu marido de fazer esta festa à quatro, nunca imaginei mamar um cacete e ao mesmo tempo me deliciar com uma outra mulher chupando minha boceta. Mas as minhas surpresas ainda não acabariam ali. Quando Thiago sentiu que estava pronto, deitou-se no chão e pediu para eu cavalgá-lo.

- Ohhhhh! - gemi ao sentir o pênis dele se encaixando na minha boceta à medida que eu descia meu corpo.
Cavalguei deliciosamente o pau do Thiago enquanto ele apertava e beijava meus seios, que balançavam na sua frente. Uma mão pressionou as minhas costas fazendo com que eu me deitasse em cima do Thiago. Nessa hora percebi que a Marina havia se deitado ao nosso lado e começou a nos beijar, alternando entre a minha boca e a do seu marido. Deitada em cima do Thiago e beijando a Marina, senti agora duas mãos na minha bunda, abrindo e massageando minhas nádegas. Era meu marido. Suavemente ele começou a passar a lingua no meu cú, deixando um rastro de cuspe por onde sua boca passava.

Facilmente adivinhei que iria ser enrabada. Outra novidade para mim. Ser fodida na boceta e no cú ao mesmo tempo ia ser demais para a minha pessoa. Minha primeira DP (dupla penetração). "Que delicia", pensei me arrepiando toda.
- Ahhhhhh! Meu deussssss! Vão devagarrrrrr! - gemi e senti meus olhos se encherem de lágrimas quando o pênis do meu marido deslizou fundo no meu rabo, encontrando e roçando o cacete do Thiago pelo caminho.

Sentir dois pênis dentro de mim foi algo completamente novo e uma mistura de dor e prazer nunca antes experimentada. Eu era agora um sanduíche entre dois homens que me deixavam completamente fora de mim de tanto prazer. Eu estava sempre pronta para trepar e delirar de prazer apenas com a minha vagina, mas, com o tempo aprendi a gostar quando meu marido me penetrava no rabo. Mas agora era diferente, duas picas duras e grossas me invadiam, bem fundo. O prazer era tanto que eu estava quase desmaiando.

Era um prazer indescritível. E aumentava a cada movimento que eu fazia. Se eu movia a pélvis para baixo, sentia o pênis do Thiago me penetrar bem fundo na vagina. Se eu elevava a pélvis, sentia o pênis do meu marido se afundar no meu cuzinho. De repente senti que não aguentava mais.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Estou gozandoooooooo! - uma onda de calor invadiu meu corpo e me concentrei na boca do Thiago. Beijei-o loucamente enquanto meu marido castigava meu rabinho sem dó. Gritei e gritei. Parecia uma sirene. E só não gritei mais porque as bocas do Thiago e da Marina não me davam tempo. Eles queriam me beijar, queriam sentir meu prazer na boca deles.

Quando o Thiago e meu marido gozaram dentro de mim eu já tinha perdido a conta dos orgamos seguidos que os dois tinham me proporcionado. Momentos depois estávamos todos deitados no chão, cansados e suados. Eu me sentia completamente saciada, como nunca havia sentido antes. Nós, as mulheres, estávamos no meio com os homens nas extremidades, cada um ao lado da mulher do outro. Não demorou muito para que a sessão de beijos, abraços e carinho reiniciasse. E novamente fui alvo das atenções da Marina, que não só me beijava como também acariciava meus seios e brincava com seus dedos na minha bocetinha toda inchada de tanto sexo.

Meu marido foi o primeiro a interromper aquele momento, dizendo que tinha fome e que seria melhor irmos jantar. Todos concordamos. Mas, antes do jantar precisávamos tomar banho. Havia esperma em todo o meu corpo e o cheiro de sexo estava em todas as partes.

Após o jantar fomos ver televisão. Os homens só de cuecas e as mulheres só de calcinha. Enquanto assistíamos a um filme, íamos falando e nos tocando uns aos outros. Em um determinado momento, meu marido meteu a mão entre as pernas da Marina, puxou sua calcinha para o lado e procurou seu grelhinho, começando a esfregá-lo lentamente. Ela de imediato abriu suas pernas, facilitando a tarefa.

A Marina me puxou para perto dela, procurou meus lábios e me beijou. Na verdade ela não me beijou, nós nos beijamos, porque eu correspondia feito uma louca aos beijos e mordidinhas que ela dava nos meus lábios. Em seguida ela me perguntou:
- Querida, por que você não chupa minha boceta? Eu iria adorar.
Isso era algo que eu nunca tinha feito ainda. Mas a experiência me agradou muito. Foi o reinício de toda uma série de prazeres que tinham sido interrompidos para jantarmos.

Depois daquele fim de semana, eu e o meu marido tivemos outras experiências: nós e outros casais ou apenas uma amiga ou um amigo nosso. Mas isso são outras histórias que talvez um dia eu conte.

Beijinhos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

MEU MARIDO MERECEU E GOSTA DE SER CORNO

Na ultima festinha da empresa que trabalho reparei uma insistente troca de olhares entre minha esposa e o Alberto, um dos diretores da empresa.
Fiquei puto da vida, mas agüentei firme até a hora de irmos embora e não dei nenhum vexame.Não trocamos muitas palavras até chegarmos em casa e eu rapidamente me deitei, como de costume de cueca e camiseta.

Minha esposa logo também se deitou e logo começou a alisar meu pau. Era estranho porque ela dificilmente me procura, mas eu deixei e logo meu pau foi ficando duro quando resolvi perguntar:
– Vc esta alisando meu pau ou esta pensando no pau do Alberto?
Ela não se abalou e continuou alisando meu cacete e respondeu :
– Vc ta delirando Julio ? Bebeu demais??
– Eu vi vcs dois se olharem a festa inteira, não sou cego. – disse demonstrando uma certa raiva.
– E se eu estiver alisando seu pau pensando no dele, algum problema?
– Vc queria? – perguntei, mas fiquei com medo da resposta dela.
– Se disser que quero vc vai deixar? – ela perguntou com carinha de safada e nessa hora meu ciúme bateu forte mas continuei naquele jogo.
– Depende. – respondi secamente.
– Do que?
– Se eu puder ver vcs transando eu topo.
– Ta louco, vai ficar sentado na cama nos vendo transar?
– Não preciso estar no quarto, basta que eu possa ver – respondi com a garganta seca esperando que ela parasse com aquilo e fosse apenas uma provocação por parte dela.
– Vc iria espiar de onde?
– Da janela do quarto por exemplo. Fico La fora.
– Quando? – ela perguntou com carinha de muito safada, e eu gelei. Não sabia se continuava ou se acabava com aquela brincadeira ali. Mas resolvi continuar pra ver aonde chegava. Até onde ela seria capaz de me trair.
– Pode ser no sábado? – perguntei ironicamente como se eu fosse topar.
– Tá ótimo pra mim. Vc convida ele ou eu convido?
Não acreditei que ela queria ir adiante mas pelo jeito a coisa era séria. Estava num ponto onde acabava com aquilo ou então aceitava essa experiência de ser corno que muitos dizem que é deliciosa.
– Pode deixar que eu convido.
Nessa altura ela já tinha tirado meu pau pra fora da cueca e começou a lamber e perguntou:
– Será que o pau dele é gostoso como o seu , amor?
– Vc vai saber logo.- respondi.
Ela aumentou o ritmo das chupadas e novamente perguntou:
– Vc vai ficar com ciúmes de ver sua esposinha chupando o pau de outro homem?
– Acho que vou. Vc esta pensando no pau dele agora?
– Sim….. ta gostoso…..
– Então chupa gostoso…..
– Chupo….. goza na minha boca….. quero seu leite…..
Nossa, eu estava tão excitado que gozei rapidinho.
Naquela noite quase não dormi. Meu ciúme me corroia mas por outro lado a excitação era enorme. No dia seguinte pela manhã tornei a perguntar pra ela se era pra seguir adiante com aquilo e ela respondeu desinteressadamente dizendo que ia até no cabeleireiro se aprontar para a festinha.
Fiquei meio puto da vida mas me conformei. Afinal eu havia começado a brincadeira e agora tinha que ir até o fim.
Na sexta levamos as crianças para a casa de meus pais e no sábado o Alberto chegou na hora combinada para tomar uns drinks.
Tinha acertado com minha esposa que ficaria alguns minutos bebendo com eles e depois, de meu próprio celular ligaria para casa e atenderia como se alguém estivesse me chamando da empresa , para que eu pudesse me ausentar. Foi o que fiz.
Depois de 3 ou 4 doses, quando todo mundo já estava a vontade eu fui ao banheiro, liguei para minha casa e eu mesmo atendi na frente dos dois. Me desculpei com eles dizendo que tinha que sair e pelo jeito a coisa iria demorar, mas recomendei que o Alberto ficasse etc.
Fui correndo para a janela do quarto que eu já havia preparado uma bela fresta para assistir minha estréia como corno.
A espera foi cruel. Passaram se quase meia hora e nada deles entrarem no quarto. Estava morrendo de ciúmes só de imaginar o que eles estavam fazendo na sala.
Eis que finalmente entram os dois. Minha esposa nuazinha e ele só de cuecas. Para meu espanto notei que ela tinha depilado totalmente sua xaninha para a ocasião. Estava lisinha e linda. Alias minha esposa é um mulher muito atraente.
Minha esposa sentou-se na beirada da cama e ele pediu :
– Sua vez de me agradar agora minha putinha.
Não acreditei quendo ele chamou minha esposa de putinha.
– Vai… chupa gostoso…
Quando minha esposa abaixou a cueca dele, saiu um cacetão de dentro dela maior que o meu. Minha esposa abocanhou aquela tora e começou a mamar feito uma putinha mesmo. Nunca vi nada igual.
– Isso vadia… chupa gostoso… assim…
Ela chupou por uns 5 minutos e eu me masturbando lá fora.
De repente ele manda:
– Agora fica de quatro minha vadia… vou experimentar essa bucetinha….
Minha esposa então ficou de quatro na beirada da cama e ele começou a introduzir seu cacete na buceta dela que devia estar encharcada.
Ela gemia e dizia:
– Que delicia de cacete… mete tudo…. aaaaiiiiiiii… assim… gostoso…
– Você gosta né putinha?! rebola no meu pau vamos…
– Assim, assim que você gosta? uuuuuuuuiiiiiiii… que deliciaaaaaaa
– Isso vadia….assim mesmo…. agora vai apanhar na bunda minha putinha….
– Bate, bate na sua vadia… aaaaiiiiiiii… isso, mais… me fode…
– Toma cadelinha, vou encher essa buceta de porra…
– Vem, me enche de porra… vou gozar amor… mete…
– Toma, sente meu cacete todinho…
– Aaaaiiiiiiiiiiiiii… estou, gozaaando… uuuuuiiiiiiiiiii
– Goza putinha, goza gostoso…
Nessa altura eu já tinha gozado na parede mas meu pau continuava duro.
O Alberto então pediu para ela se deitar de costas, se ajoelhou em cima dela e começou a bater punheta até gozar nos peitos e no rosto da minha esposa. Foi muita porra. Deixou ela toda lambuzada.
Depois ficaram deitados alguns minutos e minha esposa foi ao banheiro. Logo ele foi atrás dela e daí eu não conseguia ver nada e mal podia ouvir o que eles diziam porque o barulho da água do chuveiro encobria tudo.
Só dava para ouvir algumas coisas como ela falando alto:
– Não, aí dói muito, pára.
Logo imaginei que ele queria comer o cuzinho dela.
Depois de uns 10 minutos os dois voltaram e minha esposa foi direto na direção do meu criado mudo e pegou o tubinho de KY que eu uso quando como o rabinho dela e deu pra ele.
– Põe devagar que se pau é muito grande.
Ela disse isso e ficou de quatro na cama abrindo as nádegas com as duas mão escancarando seu cuzinho pra ele.
Nessa altura eu já estava batendo mais uma punheta.
O Alberto lambuzou bastante o rabinho da minha esposa, depois lambuzou seu próprio cacete e enterrou tudo nela. Vi seu pauzão desaparecer dentro do cuzinho da minha esposa que gemia :
– Devagar seu tarado, ta me rasgando toda seu cavalo, devagar.
– Nossa, que cu delicioso e apertado, seu corninho não te come não?
– Come, mas o pau dele é pequeno… vai devagar, assim….
– Toma vadiazinha, geme gostoso no meu cacete….
– Vaaaiiii, mete, me rasga toda… assim, mete tudo….
– Uuuiiiiiiii… que cuzinho delicioso, vou te encher de porra….
– Vem meu macho…. me da sua porra, fode sua puta….
– Toma cadelinha, assim… aaaaiiiiiiiiiiiiiiii
– Goza gostosão, isso… quero sua porra….
Claro que nessa altura eu gozei de novo vendo minha esposa gemendo no cacete do Alberto.
Nunca pensei que ela se tornasse a puta que eu estava vendo.
Esperei os dois descansarem e voltar pra sala e então resolvi voltar pra casa.
Nunca imaginei que eles ainda não tinham acabado.
Quando abri a porta e entrei na sala minha esposa estava ajoelhada no chão mamando de novo no cacete do cara.
Claro que foi uma cena muito desagradavel e tenho que conviver com isso todo dia. Sempre que encontro o Alberto fico imaginando o que ele pensa de mim.
Claro que sou um corno, mas ele não precisava saber não é mesmo??’



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AMIGOS DE FODA






Bem, pra começar, meu nome é Carolina e tenho 28 anos. Sou morena clara, baixinha, um pouco magra, cabelos longos. Eu espero que vocês gostem deste conto,

  da mesma forma que eu gostei quando este fato aconteceu comigo. O cara com quem tive esta experiência se chama Rogério, é branco, alto, muito bonito e muito carinhoso.

Eu e o Rogério fomos companheiros de trabalho por mais de 6 anos e nossa relação era "diferente", ou seja, uma mistura de olhares, piscadas, mãos e tapinhas na minha bunda, encoxadas e coisas assim, sempre às escondidas é claro. Ninguém na empresa sabia dessas nossas safadezas, o que tornava tudo isso ainda mais excitante. Tivemos a oportunidade de trepar umas quatro ou cinco vezes, mas era sempre umas rapidinhas no almoxarifado ou no estacionamento.


Um dia nosso fogo aumentou tanto que decidimos sair mais tarde que os demais e combinamos de ele me pegar em um local e irmos a um hotel. Dessa vez eu pretendia saciar toda a vontade que eu tinha de ficar com ele. Fiquei no local combinado e logo ele passou em seu carro e me pegou. No caminho para o motel eu já comecei a deixá-lo muito excitado, apertando e massageando seu pau por cima de sua calça. Pelo volume de sua rôla eu já sabia que nossa transa ia ser muito gostosa.

Quando chegamos ao hotel eu disse ao Rogério que aquele dia ia ser muito excitante, já que eu tinha levado algumas surpresinhas e queria sentir com ele algumas sensações novas que eu ainda não tinha compartilhado com ninguém. Eu sou uma mulher muito eufórica e atirada e gosto muito de provocar e sentir prazer ao máximo. E pelo que eu sabia, o Rogério era assim também.


Assim que entramos no quarto eu comecei a tirar a roupa dele, enquanto meus lábios percorriam seu pescoço. Depois pude saborear seus lábios, dando mordidinhas de vez em quando. Ele gemia de tesão quando terminei de tirar sua roupa e coloquei uma venda em seus olhos, para que ele pudesse somente sentir meu corpo roçando o dele, e não soubesse onde eu iria atacar em seguida. Finalmente amarrei as mãos dele à cama para evitar que ele me tocasse e eu pudesse fazer com ele tudo que eu quisesse.


Comecei saboreado seus lábios, beijando sua boca carinhosamente. Depois fui descendo até o seu peito, beijando e lambendo seus mamilos. A forma como seu corpo respondia ao que eu estava fazendo me deixava muito excitada. Tirei minha calça e minha blusa, ficando apenas de calcinha e sutiã vermelhos. Coloquei esta cor justamente para que seu desejo aumentasse ainda mais quando eu tirasse a venda de seus olhos.

Peguei na minha bolsa um melzinho aromatizado e passei na cabeça do pênis dele.
- Ahhhhhhhhhh!!! Que é isso, meu amor? - disse ele dando um gemido de prazer quando o liquido tocou a cabeça e começou a escorrer para toda a extensão de sua rôla. Eu não quis perder tempo e caí de boca em seu pau gostoso, saboreando-o lentamente.
- Isso, Carolina!!! Chupa bem gostosoooo!!! - ele gemia entre os dentes quando peguei mais melzinho e passei no seu pau, lambendo e chupando bem gostoso.

Seu pau estava cada vez mais duro e eu não via a hora de sentí-lo bem fundo, dentro do meu corpo. Peguei minha bolsa novamente e retoquei meu batom, de vermelho, como ele sempre gostava e finalmente tirei a venda de seus olhos, pra que ele pudesse ver como meus lábios vermelhos deslizavam por toda a extensão de sua vara. Ele me olhava cheio de desejo, me vendo de calcinha e sutiã vermelhos, e ficando mais e mais excitado, que era justamente o que eu queria.



Com as mãos dele ainda atadas à cama, tirei meu sutiã e comecei a esfregar meus seios por todo o seu corpo, tocando os mamilos dele com os biquinhos durinhos dos meus seios. Eu estava em um grau de excitação muito alto e ele sabia disso.
- Vem, amor!!! Faz o que você quiser comigo!!! Hoje sou todinha sua!! - eu disse a ele quando desamarrei suas mãos e o libertei.

Ele saiu de debaixo de mim, me deixando deitada de barriga pra baixo e a bunda bem empinada e veio por trás, passando suas mãos pelas minhas costas, já que ele sabia que este é o meu ponto fraco. Em seguida ele beijou minhas costas vagarosamente e percorreu meus ombros com sua lingua atrevida.


- Hoje eu vou te comer bem gostoso, minha safadinha! - ele disse no meu ouvido e senti sua mão apertar bem firme minha nádegas, antes de me dar uns três tapas bem fortes que deixaram meu bumbum todo vermelho.

Nos agarramos novamente, ele completamente sem roupa e eu apenas com a minha calcinha vermelha, que ele ainda não tinha deixado eu tirar. Enquanto a boca dele procurava a minha, seus dedos brincavam com minha buceta e meu cuzinho, mas sempre por cima da minha calcinha. Eu já estava louca pra ficar nua e sentir sua pica dentro de mim, mas ele queria prolongar nosso prazer um pouco mais.
- Pede pra eu te comer!!! Pede!! - ele disse cheio de tesão, não aguentando mais a excitação que tomava conta de nós dois.





- Vem, meu amorrrr!!! Me dá essa pica logo!!! Não aguento mais!! - disse eu forçando ele a se deitar de barriga pra cima, com seu pênis duro e grosso, apontando para o teto. Eu sentia tanto tesão que nem dei tempo pra ele respirar. Me sentei na pica dele e rebolei meu corpo um pouco.
- Ahhhhhhhhhh!!! Que gostosoooooo!! - soltei um gemido quando o pau dele foi entrando na minha boceta bem lentamente, até sumir por completo. Em seguida me deitei no ombro dele e foi a vez dele mexer o corpo debaixo de mim, empurrando sua pélvis de encontro à minha, me arrancando gritos e gemidos de prazer.

- Você gosta de dar essa buceta pra mim, não gosta, minha putinha? - disse ele no meu ouvido, colocando as mãos na minha bunda e metendo em um rítmo mais acelerado. Seu pau deslizava na minha bocetinha molhadinha e minha respiração foi ficando cada vez mais ofegante, indicando que eu ia gozar dentro de poucos segundos. Ele também já não estava aguentando mais e logo ia jorrar esperma dentro de mim. Mas eu queria mais.

Saí de cima dele rapidamente e caí de boca em sua pica, completamente lambuzada do líquido da minha xoxota. Chupei tudo, sentindo o meu gostinho no pau dele, até deixar completamente limpo. Em seguida fiquei de quatro, com a bunda bem empinada pra ele. Ele veio por trás e enfiou tudo, de uma só vez.
- Aiiiiiiiii!!! Mete mais!!! Mete!!! - eu não pensava em mais nada, só queria aquela pica gostosa dentro de mim, bem fundo. As mãos dele seguravam firme minha cintura e ele metia sem dó, olhando pra minha bundinha linda, com marquinha de biquini.

De repente senti o polegar dele fazendo círculos ao redor do meu ânus. Tranquei meu cú rapidamente, apavorada. Eu nunca tinha feito sexo anal antes, mas já tinha enfiado meus dedos e até um vibrador no meu rabo. Mas eu estava com medo por causa do tamanho da pica dele.
- Uhhhhhhhhh!!! Está doendo, amorrr!! - soltei um grito quando o polegar dele entrou todinho no meu cú e ele começou a movimentá-lo dentro de mim, tirando e enfiando bem fundo. Eu estava me sentindo em uma dupla penetração, na buceta uma pica dura e grossa, e no meu cuzinho o polegar dele tentando me invadir mais e mais.

- Deixa eu comer seu cuzinho hoje, Carolina!!! Deixa!!! - disse ele metendo seu pau sem dó na minha boceta e com seu polegar no meu rabinho, que agora deslizava suave, entrando e saindo sem qualquer dificuldade.
- Eu nunca fiz!!! Tenho medo de doer!! - eu disse. Nas vezes que eu tinha enfiado um vibrador no meu rabo eu quase desmaiei de tanta dor e desconforto. Mas agora eu estava entregue a um prazer tão delicioso que eu faria qualquer coisa que ele pedisse.

- Se doer você me fala e eu paro, está bem? - ele perguntou e eu não falei nada, apenas balancei minha cabeça concordando. Eu estava nervosa e morrendo de medo, mas ele continuou a massagear meu cú com seu polegar enquanto metia na minha boceta. Aos poucos fui me relaxando e já estava gostando muito do que ele estava fazendo.
- Enfia no meu cuzinho agora!!!! Acho que já aguento!! - falei pra ele louca pra saber o que eu sentiria nessa experiência que eu estava prestes a encarar.

Continuei de quatro enquanto ele tirava o pau da minha buceta e aproveitava meu liquido para lubrificar ainda mais o meu ânus. Em seguida encostou a cabeça da rôla na minha entradinha já um pouco dilatada e fez um pouco de pressão. Eu fiz o mesmo, empurrando minha bunda contra o pau dele.
- Aiiiiiiiiii!!! Está doendo muitooooo!!!! - gritei quando a cabeça do pau dele entrou e o anelzinho do meu cú se fechou como um instinto, tentando me proteger daquele corpo estranho. Senti um dor que subiu pelas minhas pernas e foi parar no meu cérebro, me deixando tonta e sem reação.

Para minha sorte o Rogério ficou parado, sem fazer qualquer movimento. Mas eu sabia que ele estava olhando pra minha bunda, curtindo aquela cena deliciosa, vendo a cabeça do seu pau dentro do meu cuzinho e os pêlinhos das minhas costas, pernas e braços todos arrepiados. Depois de alguns segundos eu comecei a me mexer, empurrando a bunda em direção ao pau dele, tentando enfiar mais um pouco. Ainda doía um pouco mas meu rabinho foi se alargando aos poucos, até engolir o pau dele por completo. Que sufoco!! Mas o pior já tinha passado.

- Puxa meus cabelos e pode meter agora!!! - falei pra ele e já comecei a soltar uns gritinhos de dor e prazer. Ele enrolou uma mão em meus cabelos e me puxou, sem dó, enquanto começava um vai-e-vem lento no meu rabo. Menos de dez segundos e ele já estava bombando bem forte e fundo. Eu gemia como uma louca e rebolava minha bundinha na pica dele, querendo que ele esfolasse meu cú com sua pica gostosa. Rapidamente esfreguei minha boceta com uma de minhas mãos e meu corpo começou a tremer, me lançando em um dos orgasmos mais gostosos que já tive em toda a minha vida.

Enquanto eu gozava desesperada eu percebi que ele me agarrou com mais força e deu umas três ou quatro estocadas bem mais fundas. Ele soltou um gemido, como se fosse um animal, e senti sua pôrra bem quente no fundo do meu cuzinho, me queimando por dentro, e fazendo com que eu tivesse outro orgasmo instantaneo. Procurei a boca dele e nos beijamos apaixonadamente. Ficamos um tempo deitados, exaustos, e depois tomamos um banho, descansamos mais um pouco e então partimos para o segundo tempo. Depois disso eu dei meu cú tantas vezes que perdi a conta, mas, a primeira vez a gente nunca esquece.

Autora - Ninfetinha Tarada

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

NOIVOS EXIBICIONISTAS

Meu nome é Rodrigo e o da minha esposa Cláudia, somos de Belo Horizonte, ela é morena, bonita, cabelos longos, 1,62, 53 kg, seios pequenos durinhos e empinadinhos, cintura fina e bumbum grande, enfim, deliciosa. O que passo a narrar agora foi uma das nossas transas, gostamos de exibicionismo, já fantasiamos mais alguém em nossa cama, mas não tivemos coragem de realizar esta fantasia, pois ela é muito recatada e eu ainda inseguro, não gosto dos relatos que o cara fica xingando o outro de corno, e vejo que a maioria dos caras que fazem o ménage acham que nossas mulheres são piranhas, logo isto nos desanima bastante. Mas vamos ao conto. Quando éramos namorados e até como noivos, gostávamos de transar em locais públicos ou que corrêssemos o risco de sermos pegos.

 Quando namorávamos, estávamos na casa dos pais dela e dormimos na sala de televisão eu, ela e minha cunhadinha, lá pelas tantas as duas dormiam e comecei a fazer carícias na Cláudia, alisando seus seios e sua bucetinha carnuda, começamos a nos beijar e ela foi descendo a mão até meu pau que já estava duro como pedra, de tanto nos esfregar o tesão tornou-se incontrolável e ela de repente me virou chegou sua calcinha para o lado e subiu no meu pau encaixando-o em sua bucetinha já encharcada de tesão, minha cunhada a poucos centímetros de nás parecia em sono profundo, mas até hoje não sabemos se ela nos flagrou, pois permaneceu imável durante toda a transa, apás uns dez minutos de vai e vem naquela bucetinha deliciosa enchi ela de porra quente e grossa e caímos ofegantes, ainda com medo de que ela acordasse ou que meu sogro aparecesse. Essa sem dúvida foi a transa mais arriscada de todas, mas tivemos outras tantas que também foram deliciosas e que passo a contar.

Certo dia saímos para um boate e depois fomos a um drive-in, já na boate eu sentado e ela em pé com uma saia preta e uma meia calça 3 que dava acesso a sua bucetinha que era acariciada sem rodeios para quem quisesse ver, quando entramos no drive-in já quase sem roupas desci do carro, chamei-a e ela meio sem entender mas com um baita tesão saiu do carro, acabamos de tirar toda a nossa roupa e aquela morena deliciosa e com tesão estava ali toda entregue a mim, virei-a de costas e enterrei meu pau em sua bucetinha, colocando-a bem rente a cortina do drive-in, e de repente ainda atolado em sua bucetinha abri a cortina com ela se apoiando com uma mão na parede e a outra na cortina aberta, a nossa frente.

 Um pouco afastado o segurança do local fitava a cena que não devia estar acreditando, aquela mulher maravilhosa nuazinha em pêlo sendo deliciosamente metida por trás, ela ficou assustada pediu para entrarmos no carro, mas eu estava adorando exibi-la para o segurança que acariciava o cacete disfarçadamente, o cara por respeito ou receio não se aproximou(infelizmente, pois naquela noite eu estava muito chapado e com certeza deixaria pelo menos ele tocar uma punheta pertinho dela), apos uns cinco minutos de exibição direta sentei no carro e ela do lado de fora, agachada, me chupou ate eu gozar na sua boca. Depois que saimos do drive-in comentando o fato que acabara de ocorrer, perguntei a ela se tinha gostado de se exibir, ela respondeu que sim, mas depois disse que ficou envegonhada e arrependida.

Nao sei porque mas sinto um tesao enorme nessas situaçoes e o interessante vem ser a perceber que ela fica completamente molhadinha e tesuda nessa situaçao. E voces gostam?



Autor - NOIVOS

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