segunda-feira, 2 de outubro de 2017

SOLTA EM FLORIPA

O conto de hoje aconteceu na minha viagem a Floripa, há pouco tempo, eu estava em praia brava, pegando um bronzeado no meu corpinho, nada mais sexy do que uma marquinha de biquíni tanto no rabinho quanto nos seios, coloquei um biquíni estilo cortininha branco um óculos escuro, cabelos ao vento, sentindo aquela brisa aquele calor, uma sensação maravilhosa.  Eu estava bem perto de uns surfistas maravilhosos, não eram sarados mas eram aqueles caras magros definidos que deixam qualquer mulher maluca e molhada, e não foi diferente comigo, procurei logo uma forma de chamar atenção daqueles gostosos ou pelo menos de um deles, deitei, para pegar aquele bronze , e observar os caras surfando, a maioria estava no mar mas havia um deles que não estava  um loirinho  gostoso, branquinho daqueles que quando  pegar sol fica parecendo um camarão, quando eu percebi que ele estava me olhando eu fiquei de 4, fingindo procurar algo no chão, para ele poder ver meu rabo, tratei de passar o dedo sobre o biquíni e dedar minha bucetinha, com certeza eu ia deixar aquele gato a ponto de bala, como não sou boba nem nada  me levantei e fui ate ele com a desculpa de que precisava de ajuda para passar o bronzeador, os outros colegas dele nem perceberam muito porque estavam surfando , então ele disse que poderia sim me ajudar, logo fiquei de bruços para que ele passasse o óleo no meu corpo, percebi que ele estava meio nervoso .
- Nossa sua mão e muito gostosa gatinho
Ele disse gostosa aqui e você , então eu falei humm como você sabe se nunca experimentou, ele respondeu, tudo que eu queria era experimentar você delicia, então eu falei , olha mas tem que ser escondidinho loirinho, se você me deixar excitada eu brinco com você gostoso, foi minha resposta .
Então ele começou a passar a mão nas minhas coxas subindo ate meu bumbum e descendo com o dedinho ate minha bucetinha, ele ficou massageando gostoso minha xota, e por um minuto colocou minha calcinha para o ladinho pra ver meu cuzinho também, dava pra perceber a boca do muleke salivando, eu me sentia uma simples refeição e via ele como um muleke faminto por buceta e cu, eu disse.
- Hummm será que você e tão bom assim surfista gostoso.
Ele me levou atrás de umas pedras abaixou a parte debaixo da minha calcinha e chupo minha buceta como ninguém , parecia que era a primeira bucetinha que aquele muleke chupava na vida ele tinha uma sede uma vontade que me fazia delirar, gozei muito na boca dele, como eu sempre levo camisinha na minha bolsa, e rolou penetração também , ele disse que nunca havia comido um cuzinho e que o meu parecia delicioso, eu disse que ele podia arrombar meu cuzinho todo que eu queria chegar toda arrombadinha em casa, queria sentir meu cu arrombado e lembrar da rola dele o dia inteiro, e ele não pensou duas vezes molhou o pau na minha buceta para lubrificar e desceu a rola no meu cuzinho, me fazendo gemer muito , ele tapava minha boca com a mão dizendo que ele não era muleke e sim um homem que ia me arrebentar todas as pregas do meu rabo, foi o que ele fez aquele pau de 23 cm me rasgou toda, não sei como não sangrei pelo cuzinho, mas que eu fiquei toda arrombada eu fiquei, ele então logo antes de gozar tirou a camisinha me pegou pelo cabelo e gozou na minha cara todinha e bateu a rola no meu rosto era isso que você  queria vadia agora vai pra casa e dorme de bruços sua puta porque seu cu vai arder a noite inteira.

Bom se você gosta dos contos eróticos em áudio se inscreva no meu canal, no meu blog e deixe seus comentários, eu leio todos os comentários obrigada pelo carinho, e ate a próxima beijuu bem gostoso, há e quando lembro daquele surfista loiro  minha buceta baba e meu cu arde só de pensar.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

CONVENCI III


OBS: Para entender este relato aconselho que leiam os dois anteriores.











Oi pessoal, meu nome é Paulo e, dando continuidade à série de contos que venho publicando, vou poupá-los das apresentações, pois já as fiz nos dois últimos episódios que publiquei assim com a descrição de minha mulher sobre quem posso garantir que é muito gostosa pra transar e melhor ainda de ver ser fodida por outro macho.

No domingo de manhã, o Ronaldo voltou pra a casa dele. Eu e a Claudia aproveitamos o resto do dia na chácara e só voltamos à noite para casa. O fim de semana foi ótimo.

Durante algum tempo o Ronaldo tentou sair com minha mulher algumas vezes, mas ela sempre o repeliu.

- Foi bom mas, foi só aquele momento,- dizia ela ao rapaz que se mostrou super apaixonado.

Nossa vida sexual continuou quente. Certa noite, eu entrei no quarto e flagrei a Claudia sentada na cabeceira da cama olhando uma foto do Jorge em seu tablete ( justamente a foto que bati quando ele a pegava vigorosamente de quatro na cama), tendo uma das mãos dentro da calcinha. Quando me viu ela nem se abalou, pois não temos segredos um para o outro e continuou calmamente sua contemplação. Sentei-me ao lado dela e olhei a foto maravilhosa, depois a encarei. Ela me fitou com seus olhinhos semicerrados e sua boquinha entreaberta silenciosamente implorando por um beijo. Não resisti e a beijei apaixonadamente. Lentamente, fomos nos deitando, meu pau estava trincando de tão duro. Coloquei minha mão em sua xoxota por dentro da calcinha e assumi o posto que até então era da mão dela e passei a buliná-la. Claudia estava encharcadíssima. Sua boceta praticamente implorava para ser penetrada. Não perdi tempo, tirei sua tanguinha e cai de boca em sua bocetinha loura, depilada e toda rosinha e suguei todo seu melzinho. Ela estava úmida como nunca e uivava de prazer sentindo minha língua explorar sua xoxota.

Quando percebi que ela já estava no ponto para ser penetrada, fui subindo devagar pelo seu corpinho cobrindo-a de beijos até chegar em sua boquinha e beijá-la lentamente.

- Vire-se de quatro. Quero comer você como o Jorge te comeu.

Ela, sem demora, me obedeceu e ficou de quatro arrebitando sua bundinha com marca de biquíni e meti com violência fazendo-a vibrar com os golpes de minhas estocadas, num misto de raiva e tesão por ela estar com saudade do Jorge.

Claudia gemia feito louca gozando num prazer sem fim. Ejaculei também dentro dela e dormimos abraçados de conchinha.

Em outra noite, eu, com muito tesão, resolvi acariciar minha mulher que dormia a meu lado. Massageei sua linda bunda e escorreguei o dedo entre suas pernas buscando a xoxota por cima da calcinha. Ela molhou-se na hora e arrebitou a bundinha.

- Aiiiiiií, Jorge, que saudade. Vem....me come toda, vem....- Disse ela dormindo.

Levei um choque. Estaria ela apaixonada pelo cara? Estaria ele em primeiro lugar em sua vida? Ou seria só vontade de meter com ele de novo? Se fosse só isso, tudo bem, mas e se fosse paixão....? Bem...se fosse paixão eu estaria fodido e isso me apavorava. Meu tesão esfriou na hora e não consegui dormir o resto da noite.

Na manhã seguinte, era sábado, como não tinha dormido mesmo à noite, levantei logo cedo. Minha cabeça rodava num turbilhão de pensamentos absurdos e desconexos.

“Estaria eu perdendo a mulher que amo?- Pensava eu intrigado. Eu tinha que tirar esta história a limpo. Quando ela acordou, eu a chamei para uma conversa depois do café da manhã.

- Claudia...-comecei meio titubeando nas palavras.- Nos últimos tempos eu tenho notado que você tem procurado com certa frequência aquelas fotos que tiramos aquela noite no motel com o Jorge. Noto, também que você excita com a lembrança dele. Por acaso você está com saudade do cara? – Interroguei.

- Sim! Estou.- Respondeu ela na lata. Como já disse, não temos segredos um para o outro.

Gelei na hora.

- Talvez você esteja...apaixonada por ele...?- Falei, pausadamente com medo da resposta.

- Tá louco, Paulo. Lógico que eu NÃO TÔ APAIXONADA POR ELE.- Frisou ela enfatizando as palavras.

- Como é que você tem certeza de que é só saudade e não paixão?

- Porque eu sei muito bem a diferença entre um sentimento e outro. Quase toda mulher sabe.

- E qual é a diferença? – Perguntei enfático.

Ela levantou-se da mesa do café e veio em minha direção, acariciou-me o rosto e disse sorrindo.

- Bobinho! Tá com medo de perder a esposinha é?

Permaneci em silêncio fitando-a.

- Quando uma mulher tá apaixonada por uma cara, ela não pensa em outra coisa a não ser nele. Ela quer estar todas as horas com ele quer ir ao Shopping com ele, quer ir ao cinema com ele, emfim, quer fazer tudo com ele.

- E pelo Jorge não é assim?- Perguntei interrompendo-a.

- Não. Na verdade o que eu sinto pelo Jorge é vontade de transar com ele, pois eu só penso nele quanto tô com tesão e mais nada. Eu só tenho vontade de trepar com ele de novo. Isto porque ele é muito bom de cama. O Jorge é um verdadeiro garanhão e mete muito gostoso e você sabe disso. Com ele eu transo e com você eu faço amor. Com ele é superficial e com você é profundo. Com ele é apenas sexo e com você é toda minha vida. – Terminou ela dando-me um beijo molhado.

- Eu te amo muito, querido.- Falou ela fitando-me com seus lindos olhos azuis e com os braços em torno do meu pescoço.

- Eu vivo muito bem sem o Jorge ou qualquer outro homem. Sem você minha vida não tem sentido.

Nos beijamos. Meu pau estava duro como pedra e transamos ali mesmo na cozinha. Ela se apoiou na pia, arrebitou ainda mais sua bundinha tesuda, abriu as pernas e dobrou levemente os joelhos para frente. Eu puxei sua calcinha de lado e meti gostoso em sua bocetinha quente e respirei aliviado por saber que ela ainda me amava de verdade.

Naquele dia me senti mais seguro ainda para viver com ela aventuras deixando-a livre para explorar sua sexualidade.

                      Aquela transa tinha começado na cozinha e acabou no quarto e, como era sábado passamos a manhã toda dormindo.

Eu acordei no final da tarde e fiquei observando-a dormir. Aquele corpo nu todo perfeito e torneado a deitado a meu lado com marca de biquíni trazendo a lembrança das mãos de Jorge vasculhando todos os seus recantos mais íntimos; os beijos molhados e aquele cacete enorme se afundando naquela bocetinha depilada e apertada fazendo-a revirar os olhos entre gemidos de tirar o folego totalmente submissa àquele macho. Todas estas lembranças me deixavam louco.

“- Ela é linda demais e merece todo prazer do mundo e com quem tiver vontade”

Eu a acordei sussurrando em seu ouvido e dando leves mordiscadas no lóbulo de sua orelha. Ela abriu os olhos e sorriu.

- Tá querendo me comer de novo é?- Sussurrou ela languidamente em um risinho safado.

- Não. Tô apenas querendo conversar um pouco, te perguntar algumas coisas.

-Perguntar o quê, por exemplo?- Falou ela me fitando com sua cara de sono.

- Se vice quer transar com o Jorge novamente.

- De repente...Você deixa...? Eu dar pra ele de novo?- Disse-me ela com seriedade.

-Depois do que você me disse hoje de manhã, eu deixo você trtansar a vontade com quem você quiser.- Falei na lata.

Ela sorriu e me beijou eufórica quando eu dei o número dele e, ansiosa, ela passou o resto da tarde teclando com ele.

À noite], ela veio toda dengosa.

- Você deixa mesmo eu transar com ele de novo, amor?

- Claro

- E não vai se importar se eu convidá-lo a passar o próximo final de semana com a gente no sítio?

- Claro que não me importo.

O sorriso de alegria se estampou no seu rosto. Combinamos então que passaríamos o próximo sábado e domingo juntos os três no sítio.

A partir desse dia fiquei mais seguro em relação aos verdadeiros sentimentos dela por mim e pelo Jorge.. Senti-me mais dono da situação, mais à vontade pra curtir minha tara e proporcionar mais prazer a minha esposa.

Propus então a ela de irmos no sábado logo pela manhã. Passei mensagem ao Jorge e combinamos o horário. Dei o endereço a ele que disse que chegaria um pouco mais tarde, ali pelas dez.

No sábado bem cedo partimos. Eu já tinha dispensado os funcionários para o fim de semana. Queríamos o sitio só para nós três.

A Claudia estava linda usando o biquíni amarelo que lhe dei de presente, contrastando com sua pele dourada. Não é fio dental, mas é bem pequeno e marca seu corpinho realçando sua linda bunda; sua boceta saliente e seus seios durinhos e empinados.

Ela não quis ficar a beira da piscina, pois o sol estava forte e, após um mergulho, estendemos uma toalha bem grande no gramado um pouco afastado da piscina mas embaixo de uma árvore e nos deitamos lado a lado. Claudia ficou de bruços e pus-me a acariciar suas costas e seus cabelos loiros. Ela dormiu e eu fiquei observando antegozando o momento de ver sua bocetinha linda sendo castigada pelo monstro de vinte e dois centímetros que estava a caminho. Meu pau estava super duro sob a sunga até que ví meu celular acendendo na grama a meu lado. Era o Jorge dizendo que já estava no portão de entrada. Levantei-me bem devagar para não acordar a Claudia e fui busca-lo.

Nos cumprimentamos e ele perguntou por ela. Eu disse que ela estava dormindo no gramado e combinamos de fazer-lhe uma surpresa.

Quando saímos para o gramado, o que vimos foi a coisa mais linda que a natureza podia nos proporcionar. A Claudia dormindo de bruços com sua bundinha arrebitada para o céu e marcada pelo biquíni. Jorge, imediatamente, tirou a roupa e ficou só de sunga, chegou perto dela e deitou-se a seu lado. Bem lentamente, desceu a mão pelas costas de minha esposa deslizando os dedos entre suas pernas onde se deteve massageando sua bocetinha por cima do biquíni enquanto lambia, de leve, sua nuca. Ela foi acordando bem devagar.

- Aiiii... Paulo.- Gemeu ela e se virou.

Seus olhos se acenderam quando viu que era o macho que ela adora.

- Jorge! Que saudade.- Falou ela se agarrando a ele e beijando-o com paixão.

Eu me sentei no chão e fiquei curtindo aquela cena linda do dois lado a lado deitados no chão se acariciando e beijando com paixão matando a saudade .

O Jorge, como eu já disse em outras oportunidades, não é um cara bonito. Cinquentão, careca, magro e com algumas rugas de expressão a vincar-lhe o rosto, mas minha mulher o deseja e o deseja muito. O tesão que ela sente por ele é enorme.

Se tem uma coisa que a Claudia sabe fazer bem é beijar, e quando está com tesão então é maravilhoso. Seus beijos molhados estalam na boca de seu amante enquanto este acaricia sua coxa e sua bunda com aquela mão enorme.

Então ele escorrega a mão pela parte de dentro da coxa de minha esposa fazendo-a abrir as pernas. Ele então enfia a mão por dentro do biquíni e vai acariciando a bocetinha saliente e depilada de minha mulher que solta um forte gemido de prazer. Ele a penetrara com o dedo. Claudia está super excitada, quase enlouquecida e seus seios parecem que vão furar o biquíni de tão durinhos que estão.

-Quero teu pau e quero agora. Mete em mim, mete, meu gato.- Ordenou ela.

Ele a obedece. Rapidamente, ele retira a sunga e aquele pau enorme e grosso pula para fora balançando. A Claudia está completamente entregue e o aguarde de pernas abertas sobre a toalha no chão.

Jorge não retira a tanga do biquíni, apenas a puxa de lado deixando a boceta molhada e cheirosa de minha esposa exposta. Ele se ajeita entre as pernas dela e, como na primeira vez, fica passando aquela cabeçona entre os grandes lábios daquela xoxotinha para, em seguida, encaixá-la na entradinha e vai forçando, abrindo caminho entre as carnes macias e rosadas daquela lourinha linda que se entrega a ele com desejo.

- Claudia não consegue articular palavras, apenas geme gostoso com sua vozinha rouca no mais puro tesão.

- Que bocetinha apertada...- Fala ele também embriagado de desejo. As pernas dela o envolvem cruzando os calcanhares em suas costas enquanto ele a penetra fundo com estocadas vigorosas que fazem o corpinho dela tremer em baixo dele.. Jorge a beija e Claudia geme dentro da boca dele ecoando um efeito enlouquecedor. Fico doido e gozo sem nem mesmo tocar em meu pau. Estas cenas me fascinam. Toda aquela transa é maravilhosa. Ela tem um orgasmo avassalador e grita se agarrando nele. Ele, por sua vez, acelera as estocadas e goza dentro dela se contorcendo todo.

Exaustos, deitam-se lado a lado. Então eu os deixo a sós e vou para a churrasqueira para preparar o almoço enquanto os amantes põem a conversa em dia.

À noite, servi o jantar. O Jorge estava alinhado com uma roupa social muito elegante e minha esposa, super produzida em um vestido branco de alcinha com meias 7/8 também brancas de ligas presas à cintura realçando suas coxas grossas e bronzeadas.

Jantamos e conversamos animadamente. Depois, me ofereci para tirar a mesa enquanto os dois foram para a sala namorar no sofá.

 Servi-lhes vinho e me sentei a alguma distancia para observá-los, mas não muito longe, pois queria ouvir o que diziam. A cena era linda. O casal sentado juntinho cada qual com uma taça de vinho e se olhando apaixonados.

Isso já não me incomodava, pois sabia que os sentimentos dela por mim eram superiores assim como os meus em relação a ela.

Minha esposa, sensualmente com suas pernas cruzadas exibia sua coxa fenomenal envolta por meia branca, cujas ligas apareciam levemente pelas barras do vestido que subira, enquanto, Jorge, com dois botões da camisa bege abertos exibia parcialmente seu peito com alguns pelos já brancos.

-Eu tava com muita saudade de você, Jorge.- Fala ela olhando-o nos olhos.

- Eu também tava morrendo de saudade de você.-  Diz ele após bebericar um gole do vinho.

Claudia sorri seus dentes brancos emoldurados pelo batom vermelho em seus lábios carnudos e lhe acaricia o rosto satisfeita por tê-lo ao alcance das mãos.

- Nunca mais esquecia aquela noite no motel com você. Vivi outras experiências de lá para cá, saí com outras garotas mas, nenhuma igual a você. Falava ele encarando minha esposa nos olhos que, aquela noite eram dele. Ela toda era dele até que o dia amanhecesse.

- Bobo!-  Falou ela sorrindo ainda acariciando seu rosto.- Eu não sou tão fantástica assim vai.

            - É sim! Você é a mulher mais linda e gostosa que já foi pra cama comigo. Alias, pra dizer a verdade, não sei o que você viu em mim.

            - Eu te adoro, meu preto. Você me dá muito tesão. Esse seu pintão grosso me deixa doida e o carinho com que você me trata misturado ao desejo que você demonstra por mim só aumenta minha vontade de dar pra você. – Falava ela ofegante, sua boceta já devia estar encharcada e seus  durinhos e pontudos pareciam querer saltar fora do vestido.

            - Eu dou pra você a hora que você quiser. – Continua ela – Você pode tocar meu corpo onde e como você quiser . eu sou tua.

            Nessa hora ,ele coloca a taça sobre a mesinha de centro, ela o imita e, logo em seguida os dois se abraçam e colam os lábios em beijos molhados e estalados..

            A mão dele pousa sobre o joelho de Claudia e faz com que ela descruze as pernas abrindo-as e deslizando pela parte de dentro da coxa até alcançar a boceta a qual foi acariciando por cima da calcinha branca. Neste momento eu me sentei um pouco mais de frente para eles para poder aprecias melhor aquela cena maravilhosa. Minha esposa com as pernas abertas tendo a mão de Jorge entre elas enquanto se beijavam e gemiam ao mesmo tempo.

           Sem poder conter mais o tesão, ela puxa o decote do vestido para o lado libertando seus seios que pulam para fora se oferecendo ao macho. Jorge os abocanha e os suga com desejo.

           - São perfeitos,- balbucia ele.

           - São seus,- geme ela.

          O pau dele está super dura o parece querer rasgar a calça e pular sobre a  fêmea gostosa que o excita.

            - Quero chupar teu pau.- Decreta ela.

          Jorge rapidamente solta o cinto e se livra da calça e da cueca libertando aquele mastro negro.

            Claudia ainda cobrindo seu amante de beijos, desliza a mão sobre aquele membro e o massageia retribuindo a caricia que ele lhe fizera, para, logo em seguida debruçar-se sobre ele e envolve-lo com os lábios.

              Meu pau estava rachando ao ver minha mulher se deliciando ao realizar todos os desejos daquele macho e os dela.

             Jorge geme e revira os olhos. Ela estava de joelhos no chão com a bundinha arrebitada para mim, sua calcinha enfiadinha me deixaram louco e não resisti. Fui até lá, puxei a calcinha de lado e me pus a chupar com gosto aquela bocetinha  cheirosa e depilada, preparando-a para o pau do Jorge. Ela gemia feito louca.

          - Não aguento mais, minha gata, vem e senta nele com essa bocetinha apertada. – Disse ele louco de tesão.

         - Tudo o que você quiser, meu homem. – Fala ela sorrindo languidamente e se encavala nele rebola sobre aquela vara esfregando a xoxota nele por cima da calcinha. Jorge já não aguenta mais de tesão e desliza as mãos sobre a bunda dela assumindo o comando da transa. Com uma das mãos ele puxa a calcinha de lado e com a outra encaminha a tora para a entradinha da boceta e a penetra com vigor fazendo com que deslize todo para dentro.

                Aiiii... que delicia...- Geme ela em êxtase sentindo-se preenchida.

               Claudia fica parada curtindo enquanto ele mete gostoso fazendo com que aqueles seios maravilhosos balancem sobre seu rosto. Ela arrebita a bunda e posso ver aquele pau enorme sendo engolido por sua xoxotinha enquanto seu cuzinho lindo parece clamar por mim. Ela adora fazer anal comigo, diz que tenho jeito e não resisti, corri para o quarto e peguei o KY e lambuzei meu pau todo. Eu então me ajeitei atrás dela. Jorge parou os movimentos percebendo minha intensão e abriu a bunda dela com as duas mãos para facilitar minha entrada. Claudia ficou quietinha me esperando. Eu então  a penetro bem devagar. Depois, eu e Jorge iniciamos os movimentos alternadamente fazendo com que Claudia experimentasse uma dp pela primeira vez na vida. Foi uma sensação única para nós três. Eu e o Jorge podíamos nos sentir roçando nossos membros um no outro dentro dela que delirava e gemia feito doida. Depois de alguns minutos eu senti que ia gozar e tirei o pau pra fora ejaculando sobre a calcinha dela enquanto Jorge ainda meteu com vigor por algum tempo mas ejaculou dentro dela que já estava quase desfalecida pelos orgasmos que teve.

         Exaustos, os dois se beijaram ofegantes. Em seguida, Claudia me olha e dá uma piscadela satisfeita. Depois, os dois, de mãos dadas subiram as escadas em direção ao quarto, ela ainda vestida e com as meias 7/8, embora desalinhada e o Jorge nú.

          Eu resolvo deixar que o casal desfrute do resto da noite sozinhos, com privacidade. Eles merecem... A Claudia merece.

          Tomo um banho frio e vou para o quarto de hospedes. Durante a noite escuto os dois transando até alta madrugada até que silenciam de vez.

           Ouço barulho de chuveiro . Mais tarde, a porta do quarto em que estou se abre e minha mulher aparece com os cabelos loiros molhados e vestindo apenas uma camisa branca minha.

             - Posso dormir aqui com você?- Pergunta ela fazendo dengo.

             - Ué! Pensei que você quisesse dormir com ele...

             - Não. Você sabe muito bem que não consigo ficar longe de você por muito tempo. – Falou ela com o dedinho na boca.

            - Eu ter amo, Paulo, muito viu. – Falou isso e se aninhou em meu peito

           - Gosto muito dessas aventuras com você. Talvez possamos tentar algo diferente. – Falou ela e, antes que eu percebesse, dormiu.



Continua



Quem gostou comente e me mande email

Paulochf85@gmail.com.   

CONVENCI PARTE II


 Oi, pessoal, hoje estou aqui para dar continuidade ao relato que fiz há algum tempo com o titulo “convenci minha mulher a dar para outro” e acho melhor que quem não leu o primeiro o leia para ficar mais completo.

Meu nome é Paulo, tenho 30 anos, sou empresário bem sucedido em São Paulo onde moramos.

Sou casado há seis anos com uma lourinha gaúcha que hoje tem  25 anos. Seu nome é Claudia e, como já relatei anteriormente, tem 1,73 de altura, 63 quilos bem distribuídos em um corpo maravilhoso e malhado que frequenta academia três vezes por semana. Seus cabelos loiros são compridos até a altura dos ombros; tem as coxas deliciosamente grossas e roliças; bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos, ( sem exagero), redondos e empinadinhos e os biquinhos quando excitados ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa.
Ainda não temos filhos, por isso temos certa liberdade e saímos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama.
 Depois daquela noite de aventuras no motel com o Jorge, não tínhamos tido mais nenhuma relação com outro homem em nossa cama. O Jorge teve que voltar para o interior, mas manteve contato apenas comigo, pois a Claudia achou melhor cortar contato com ele para não estreitar as relações, afinal, tinha sido apenas uma transa. Mas, mesmo assim, eu e ele ficamos amigos, e conversávamos sempre por telefone ou Wats’up, sem que ela soubesse.

 Seis meses já haviam se passado e nós, eu e ele conversávamos quase toda semana. Ele perguntava sempre por minha mulher, queria saber como ela estava e se já tínhamos repetido a dose com outro cara e dizia que estava com muita saudade. Eu respondi que não. Ele disse que repetiu a dose com outro casal mas que igual à Claudinha ele nunca mais acharia e que comer minha mulher foi a melhor coisa que aconteceu na vida dele e, se quiséssemos fazer de novo era só chamar que ele viria correndo de onde estivesse, pois não tirava minha esposa da cabeça.

Tive esta conversa com o Jorge pelo Wat’s up sentado na mesa da cozinha e estava com o pau duro. A lembrança daquele dia no motel em que ele e a Claudia treparam a valer ainda mexia muito comigo e, as vezes me pegava olhando as fotos daquele dia  e me masturbava .

Nesse instante ouvi a porta da sala se abrindo. Era minha esposa chegando da academia. Ouvi sua bolsa sendo jogada no sofá e seus passos vindo em direção à cozinha. Ela entrou.

- Oi amor!- Falou ela dando-me um selinho.- Como foi seu dia.

- Bem!- Respondi ,enquanto ela caminhou até a geladeira e pegou sua garrafinha de agua gelada e a tomou entornando-a na boca.

Fiquei admirando seu corpo perfeito naquela calça legg preta super colada ao seu corpinho. Sua bundinha arrebitada exibia a calcinha marcando. Sua bocetinha saliente formava aquela testa desenhando o perfeito capo de fusca. Lembrei-me imediatamente do pau enorme do Jorge castigando aquela xoxota e meu pau quase explodiu. Na parte de cima ela usava apenas um topezinho que modelavam seus seios perfeitos e atraentes.

-Vou subir e tomar um banho tá, amor eu tô exausta. Nem vou jantar, vou direto pra cama.- Falou ela dando-me um beijo.

Depois daquela aventura, nossa vida sexual deu uma apimentada por um tempo. Nós transavamos todos os dias lembrando daqueles momentos, mas a coisa foi esfriando de uns tempos pra cá. A Claudia foi ficando fria comigo e demonstrava uma certa tristeza. Ela fazia de tudo para eu não perceber e às vezes que transavamos ela se esforçava para demonstrar entusiasmo, mas eu percebia que alguma coisa estava errada. Amo muito minha mulher e me doia vê-la assim.

Depois de algum tempo ali sentado na cozinha, resolvi subir e tomar um banho. Entrei no quarto e vi a Claudia deitada de bruços só de calcinha branca com sua linda bunda arrebitada para o teto enquanto teclava com alguém em seu IPhone. Olhei para aquela bundinha arrebitada e lembrei-me do Jorge comendo-a por trás  como um garanhão puro sangue metendo vigorosamente. O tesão me invadiu novamente. A Claudia nem notou minha presença. Fui ao closet, peguei minha cueca e entrei no banho. A lembrança daquela noite no motel com o Jorge metendo na bocetinha da Claudia me encheu de tesão e me masturbei.

Entrei no quarto e ela se encontrava na mesma posição teclando. Deitei-me a seu lado e comecei a acariciar sua bundinha com meus dedos procurando sua bocetinha.

- Desculpa, querido, hoje eu não tô com cabeça.- Falou ela em um sorriso sem graça.

Meu tesão logo esfriou. Ela apagou a luz e se virou de lado para dormir. Naquela hora percebi. Havia outro homem na jogada.

- Claudia! Vamos conversar?-  Falei decidido sentando-me na cabeceira da cama.

Ela se virou olhando para mim com seus lindos olhos azuis arregalados, mas continuou deitada.

- Conversar sobre o que.- Falou ela com sua vozinha rouca.

- Sobre nós.

Ela manteve o silêncio e continuou me olhando.

- Bom! É evidente que a nossa relação deu uma esfriada e eu percebo que você tá sofrendo e isso me machuca muito, pois eu te amo demais.

Nesse momento ela deu um meio sorriso mas continuou quieta olhando para mim.

- Claudia! Eu vou ser direto. Você tá afim de sair com outro cara? Tudo bem, eu já disse que você pode ter um amante se quiser...

Nesse momento ela se sentou ao meu lado e acariciou meu rosto.

- Tô.- Falou ela, quase sussurrando sua voz rouca e olhando fixo para mim.

Foi como se uma pedra enorme caísse sobre a minha cabeça.

- Me ama ainda.- Falei com os olhos marejados. Ela sorriu

- Você ainda duvída. Eu te amo muito, Paulo, você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e faço tudo pra te ver feliz. É com você que quero ter filhos e viver o resto da minha vida. Mas tem um cara aí que tá dando em cima de mim e tá mexendo comigo. –Suas mãos continuavam acariciando meu rosto enquanto falava.

- É algum carinha da academia?- Perguntei.

- Não. É um cara daquele site de encontros onde a gente conheceu o Jorge. Um dia, eu abri meu email e tinha uns 40 só dele. Resolvi abrir pra ver. No email ele dizia que queria me conhecer, mandou fotos e começamos a trocar mensagens. Dei meu wats’up e desde então nos falamos todos os dias. Ele diz que quer muito nos conhecer, é solteiro teve várias namoradas mas está sozinho agora e quer aventura e, sei lá, mas estou me sentindo cada vez mais atraída por ele.  –Disse ela -

- E você...quer transar com ele?- Perguntei hesitante com medo da resposta.

Ela sorriu e me deu um beijo molhado e disse sem exitar.

- Sei lá... Ele é um tesão, mas tudo depende da gente se conhecer. Se pintar uma química e você quiser, pode ser.

Ela me mostrou as mensagens que trocaram e as fotos. O cara tem bom papo e é marombado, muito musculoso. Seu nome é Ronaldo. É moreno claro, tem cabelos cortados tipo escovinha, pois é soldado do exército, tem dezenove anos e mora em São Paulo. Mandou também uma foto do seu pau duro, mostrando que é bem servido de piroca. Me assustei.

- Nossa! Você gostou mesmo de um cara pirocudo, né minha gatinha safada.

Ela apenas fez que sim com a cabeça sorrindo seus lindos dentes brancos perto dos meus lábios, quase me beijando.

- E você. Não quer ver este pintão comendo minha bocetinha? – Falou ela mordiscando meus lábios.

Meu pau estava trincando de tão duro. Coloquei a mão em sua boceta por cima da calcinha e vi que estava encharcada e os bicos dos seus seios durinhos. Não tive dúvidas. Pulei em cima dela, arranquei sua calcinha e metemos gostoso.

No dia seguinte, entramos em contato com Ronaldo e marcamos um churrasco em nossa chácara no sábado seguinte para nos conhecermos e, quem sabe, alguma coisa a mais.

Eu e Claudia fomos para lá na sexta à noite, o Ronaldo ficou de nos encontrar lá no sábado de manhã.

Naquela manhã, eu já estava acendendo a churrasqueira e a Claudia tomava sol à beira da piscina super gostosa metida em seu biquininho preto apertadinho que deixava qualquer um de pau duro, quando Ronaldo chegou em seu carro. Fomos recebe-lo e, depois de devidamente apresentados, lhe mostramos a casa e o deixamos à vontade para trocar de roupa .

Depois que ele colocou sua bermuda, Ronaldo veio até a churrasqueira onde eu preparava a carne.

- Bonito lugar- Disse ele puxando assunto comigo.

- É!- Respondi- Dá pra passar algumas horas.

Enquanto conversávamos no Quiosque da churrasqueira, Claudia, de bruços, tomava sol na beira da piscina tendo sua bunda perfeita emoldurada pelo biquíni preto cavado.

- Ela é linda, não é?- Disse eu ao rapaz que mal conseguiu disfarçar seu desejo.

- Sim! É muito linda.- Disse ele quase babando.

- Então, Ronaldo, o fato de você estar aqui hoje é porque ela te escolheu, ela gostou de você e ir ou não pra cama com ela só depende de você.- Falei enfático.

- Eu sei, Paulo, eu e ela temos que nos conhecer melhor, não é?-

- Então o que você está esperando? Vá até lá e conquiste-a. Agrade-a. Faça pintar um clima entre vocês. Afinal, você é ou não é um conquistador?- Finalizei.

Ele me agradeceu, tirou a camiseta e a bermuda ficando só de sunga e correu até ela. O cara era forte mesmo; peito musculoso; barriga definida e braços grossos.

Ronaldo sentou-se ao lado de minha mulher e começaram a conversar. De longe eu os observava enquanto punha a carne para assar. Não conseguia ouvir o que diziam, mas percebi que estavam se entendendo bem, pelas risadas gostosas de Claudia que ecoavam pelo ar. Ronaldo estava conseguindo conquista-la.

A certa altura, Claudia levantou-se e pulou na piscina e foi logo seguida por ele. Brincaram feito duas crianças e pelas suas risadas percebi que minha esposa estava gostando dele.

Depois de algum tempo debruçados na beira da piscina, os dois saíram. Ele, gentil, entregou-lhe a toalha para que se enxugasse e tentou um beijo. Claudia se esquivou. Ela ainda não estava pronta.

Conversaram um pouco e, de mãos dadas, caminharam até a varanda da casa onde se sentaram no banco juntinhos um do outro como dois namorados.

Claudia estava linda com as pernas cruzadas realçando sua coxa maravilhosamente grossa e roliça. Seus cabelos molhados escorriam até aos seios enquanto seus olhos fitavam com interesse o macho que tentava seduzi-la.

A tudo eu observava da churrasqueira onde eu estava. Ele, sorrateiramente pousou a mão sobre o joelho dela. Claudia deixou que ele fizesse esse movimento. Percebi que ela estava cedendo. O rapaz estava conseguindo conquistar aquela femea.   

Distrai-me por alguns instantes olhando a carne e quando voltei a observá-los os dois já se beijavam apaixonadamente como dois namorados sentados naquele banco da varanda. Claudia correspondia a seus beijos e acariciava seu rosto enquanto a enorme mão dele percorria toda a extensão da coxa de minha esposa. Meu pau já estava duro, imagine o dele.

Quando a carne ficou pronta, toquei o sino e os dois vieram abraçados como namorados. Ronaldo mal escondia o enorme volume que se formara sob sua sunga que parecia que ia arrebentar com a pressão daquela piroca.

Ao chegarem, Claudia me abraçou e beijou enquanto seu macho foi ao banheiro lavar as mãos.

- E aí, está gostando dele?- Perguntei.

-Há, bem, ele é um tesão né. Tem dezenove anos é todo fortão...Mas é meio crianção ainda, mas tá pintando uma química legal entre a gente e acho que vai rolar alguma coisa sim.

Percebi que os seios dela estavam pontudinho mas mesmo assim perguntei

- Você quer dar pra ele?

- Se você não fizer objeção...- Falou ela mordiscando meus lábios.

Depois do almoço, eu disse que iria até a casa tirar um cochilo e os deixaria à vontade.

O quarto para onde fui, tem uma enorme e antiga janela de madeira  que da para a varanda e, apesar de fechada , possui frestas por onde pode-se enxergar lá fora. De dentro do quarto eu podia ouvir os dois se beijando e cochichando na varanda. Não resisti e fui espiá-los pela fresta da janela. Alias, quem resistiria? Vi , bem na frente da janela em que eu estava, Claudia em pé, tinha Ronaldo, abraçando-a por traz beijando sua nuca enquanto sua mão enorme acariciava a bocetinha de minha esposa por ciama do biquíni. De repente, ela se vira de frente para ele e pos-se a beija-lo na boca e se esfregar com desejo nele que estava com o pau quase estourando a sunga de tão duro.

As mãos dele amassavam com volúpia a bunda de Claudia. Sem poder aguentar mais, ele abaixou a sunga e encaixou aquele pau enorme e grosso entre as pernas de minha mulher e e tentou puxar o biquini de lado para penetrá-la, ela o impediu, então ficou fazendo movimentos de vai e vem, esfregando aquele pintão na bocetinha por cima do biquíni até que, sem poder mais segurar, Ronaldo ejaculou um rio de porra lambuzando entre as pernas de minha esposa com seu esperma. Percebi que ela também tinha gozado e, depois de um longo beijo, ela foi para o banho enquanto ele foi dar mais um mergulho na piscina.

À noite chegou. Depois do jantar, fomos para a sala. Eu coloquei uma música romântica no som e Claudia e eu começamos a dançar enquanto, Ronaldo nos observava do sofá.Foi pintando um clima e nos beijamos. Escorreguei a mão até a bunda de minha mulher e levantei seu vestidinho vermelho revelando sua bunda gostosa recortada pela minúscula calcinha branca. Ronaldo mordeu os lábios com desejo e acariciou o pau por cima da calça. Com um gesto de mão, chamei-o para que se juntasse a nós e ele veio sem demora e pôs-se a encoxar Claudia ao ritmo da música. Nessa hora o meu celular tocou e tive que atender, pois eram negócios urgentes. Claudia passou a dançar com o rapaz que a beijava sem parar.

Eu ainda estava ao telefone quando a música acabou. Minha mulher e seu macho foram para o quarto. Acenei dizendo que iria logo. Quando consegui me livrar do incomodo telefone e fui para o quarto, os dois já estavam ajoelhados no centro da cama king size, um de frente pro outro ( Ronaldo nú e Claudia só de calcinha) se beijando e se acariciando. Despi-me e sentei-me na poltrona aos pés da cama para apreciar a cena.

Seus beijos eram estalados e as mãos de Ronaldo não desgrudavam da bunda perfeita de minha esposa. Claudia, por sua vez, acariciava aquele membro enorme enquanto se beijavam. Sua mão delicada envolvia aquela tora toda cheia de veias punhetando-o bem lentamente.

Da poltrona, eu com o pau duro a tudo observava.

Lentamente, Claudia se abaixou sobre ele. Sua bundinha ficou exposta, provocantemente arrebitada. Não resisti. Fui até lá e puxei sua calcinha de lado e comecei a lamber sua xoxota cheirosa e seu cuzinho lindo enquanto ela mamava na vara do bombadão que logo a penetraria. Sua bocetinha estava super molhada e percebi que ela já estava no ponto de ser comida.

Voltei para a poltrona, pois estava louco para ver aquele rapaz meter gostoso naquela xoxotinha apertada.

Claudia se livrou da calcinha e deitou-se de pernas abertas e joelhos dobrados oferecendo sua fendinha para aquele pau enorme. Ronaldo colocou a camisinha e se ajeitou entre aquelas pernas gostosas. Acariciou com a cabeça do pau a bocetinha e foi atolando bem devagar. De onde eu estava sentado, dava pra ver perfeitamente aquele cacetão entrando na bocetinha loira de Claudia que gemia como louca tendo aquele hercules entre as pernas lhe comendo num gostoso papai e mamãe.

- Assim, Ronaldo, me come...me come...Atola esse pau todo em mim...- Dizia ela entre gemidos e o macho obedecia metendo com vigor. Seu pau grosso e comprido a preenchia toda e o barulhinho molhado dos sexos em fricção enchia o quarto.

- Nossa, com é apertada.- Dizia ele quase gritando de tesão .- você é a mulher mais gostosa que eu já comi.

- Deixa eu ir por cima um pouco, deixa, gato!- Pediu ela, pois era sua posição favorita.

Ronaldo se deitou e Claudia veio por cima dele enquanto eu assistia a tudo da poltrona aos pés da cama.

Ela se ajeitou em cima daquela tora e foi sentando bem devagar. Fiquei com muito tesão ao ver a bocetinha loira e cheirosa de minha mulher ir engolindo aquele mastro enorme.

- Que delicia...Como tá duro..- Dizia ela gemendo freneticamente.

Com movimentos compassados, Claudia o cavalgava fazendo com que o pau entrasse e saísse gostosamente arrancando gemidos de Ronaldo que, em delírio apertava aquela deliciosa bunda com suas enormes mãos.

Seus movimentos aceleraram e agora o cacete entrava e saia freneticamente da bocetinha.

-Eu vou gozar...- Gritou o rapaz enquanto Claudia rebolava em cima dele que gozou gostoso em minha mulher. Ela também gozou e os dois se largaram exaustos na cama.

Eu que assisti a tudo, estava morrendo de tesão e com o pau super duro. Não aguentei e fui para a cama com eles onde a gata estava deitada de bruços. Comecei a beijar sua nuca enquanto acariciava sua bunda deliciosa. Ronaldo levantou-se e foi ao banheiro se livrar da camisa e tomar um banho.

-Curtiu, amor, ver sua mulherzinha ser comida por um bombadão.- Disse ela entre risinhos enquanto eu chupava sua nuca.

- Adorei e estou morrendo de tesão. Olha como meu pau está duro.

-Quer me comer também meu gato?-

-Quero comer seu cuzinho lindo. Você dá ele pra mim?

-Claro, querido. Ele é todo seu, só seu.

Ela puxou o travesseiro para debaixo de sua barriguinha fazendo com que sua bunda arrebitasse ainda mais enquanto eu lambuzava o caralho com lubrificante KY. Ela abriu as pernase eu fui por cima e atolei bem devagar em seu cuzinho gostoso.

-Aiiii...Hummmm....- Gemia ela enquanto eu metia com vontade.

Nesse momento, o Ronaldo já tinha saído do banho e estava em pé ao lado da cama nos observando e tocando uma punheta.

Quando eu já estava pra gozar , tirei o pau pra fora e ejaculei em sua bunda .

Depois fomos para o banho os três onde brincamos mais um pouco.

- E aí?- Perguntei assim que o Ronaldo foi embora no dia seguinte.- O cara correspondeu às suas expectativas?

- Sinceramente, não. O Jorge ainda é melhor. E por falar no Jorge, Você tem notícias dele?

- Por que? Cê tá com saudade?

- Acho que tô- Disse ela sorrindo e me olhando seu olhar mais sacana.

Continua...

Paulochf85@gmail.com


CONVENCI


Olá, meu nome é Paulo e a história que vou contar é incrível e aconteceu comigo há um mês.

Considero-me um cara de muita sorte, tenho trinta anos e sou empresário em São Paulo onde moramos.

Sou casado há seis anos com a Cláudia, uma lourinha gaúcha de vinte e cinco anos. Eu, até então, era o único homem com quem ela tinha transado, pois começamos a namorar quando ela tinha quinze anos e eu tirei seu cabacinho.

Por ser mais experiente que ela ensinei-lhe tudo o que ela precisaria saber na cama.
A Cláudia tem 1m73 de altura, 65 kg muito bem distribuídos em um corpo maravilhoso e malhado de quem frequenta academia três vezes por semana. Seus cabelos loiros são compridos até à altura dos ombros, tem as coxas deliciosamente grossas, a bundinha durinha, redondinha e absurdamente arrebitada. Seus seios são cheinhos, (sem exagero), redondos e empinadinhos e os biquinhos, quando excitados, ficam tão durinhos que parecem querer furar a blusa.

Ainda não temos filhos, por isso temos certa liberdade e saímos sempre. Gostamos muito de sexo e abusamos de nossa criatividade na cama.
Certa vez fui buscá-la na academia. Ela estava usando uma calça legging bem colada, definindo cada curva de seu lindo corpo e mostrando sua bocetinha saliente formando aquela testa que nós homens adoramos ver e notei que aqueles caras fortões a devoravam com os olhos e inexplicavelmente, não senti ciúmes e, muito ao contrário, fiquei com o pau super duro.

Naquela noite transamos como doidos. Eu imaginava um daqueles caras metendo na Claudinha e era invadido por um tesão maluco e meti como nunca naquela bocetinha gostosa.

“– Nossa! Mas o que foi que aconteceu com você?”

Ela perguntou quando já íamos para a terceira.

-Que tesão doido é esse?...

Daquele dia em diante, eu passei a alimentar o desejo de ver minha mulher dando para outro homem. Pesquisei tudo sobre o assunto e li muitos relatos.

Entrei em contato com vários homens, autores dos relatos e trocamos muitas ideias. Um dia, olhando a Claudinha dormindo só de calcinha, decidi, ela é muito gostosa para pertencer a um homem só. Criei coragem e falei pra Cláudia do meu desejo e perguntei se ela algum dia, toparia uma aventura dessas.

– Você ficou maluco? Você está querendo ser corno?… Eu não sou do tipo de garota que sai dando para qualquer um e..., blá, blá, blá…

Ela ficou muito zangada e, por alguns dias não falou comigo. Deixei quieto por uns dois meses, até que, numa noite, enquanto estávamos nas preliminares, eu pedi para que ela fechasse os olhos e comecei a fantasiar no ouvidinho dela que era outro homem que estava ali com ela, percebi que sua bocetinha molhou na hora, pois eu estava com a mão sobre ela, ainda por cima da calcinha.

 Transamos como loucos.

-Tá vendo? Reparou como você tem vontade de dar pra outro?…

Falei.

– Aahhh, tudo bem, reconheço que, como toda mulher, eu tenho sim tesão e uma certa curiosidade, afinal, eu só dei para você até hoje, mas daí a matar essa curiosidade de verdade é um passo muito grande e é uma coisa que, me parece, não tem volta... A gente nunca poderá apagar um acontecimento dessa natureza, concorda?

A partir daquele dia senti uma pequena chance de meu desejo vir a se realizar e fiz de tudo, mandava e-mails com matérias sobre o assunto, mandava links de contos eróticos do gênero e ela passou a se interessar sobre o assunto.

Certa noite, quando cheguei do trabalho, ela já me esperava no quarto e me atacou com um tesão tremendo. Depois de transarmos, ela me perguntou com sua vozinha bem rouca, olhando-me diretamente nos olhos.

– Você tem certeza de que quer ver mesmo outro homem me comendo?

– Tenho! Isto me excita muito. Por que a pergunta? Você tá afim?!- Perguntei a ela, cheio de desejos.

–Digamos que eu andei pensando sobre o assunto e isso me despertou certa curiosidade e, talvez eu tope, mas tem uma condição:

– Qual condição?- Perguntei.

– Não pode ser com ninguém do nosso relacionamento, para não criarmos vínculos e eu vou escolher o cara, afinal vai ser a minha boceta que ele vai comer, certo?

Concordei na hora e nos inscrevemos num site de casais e ficamos conhecendo várias pessoas e vários caras que nos mandavam e-mails com fotos, mas a Cláudia parecia não se interessar por nenhum deles, até que um dia ela demonstrou interesse por um deles e respondeu ao e-mail.

Passamos a nos comunicar por whatsapp. O nome dele era Jorge, tinha 49 anos, era separado, mulato, calvo e não era bonito, mas a Cláudia se interessou por ele.

Posso dizer que ele a conquistou com o papo, até que um dia resolvemos nos encontrar.

 Marcamos então, numa quinta-feira num barzinho em Moema, bem longe de onde morávamos, para evitar encontrar com conhecidos.

– Paulo, querido, você tem certeza de que quer isto?… Se você quiser, a gente pode parar agora.

Fiquei gelado na hora e com um pouco de ciúmes, pois dali algumas horas, outro poderia estar metendo na bocetinha linda de minha esposa, mas o desejo de vê-la gozar no pau de outro macho foi mais forte.

–Sim! Eu tenho certeza!

Ela, então tomou um banho eu fiz questão de assistir ela se aprontar para o Jorge. Como estava uma noite quente, ela escolheu um vestido azul até a altura dos joelhos soltinho e folgado com um generoso decote tendo as alças amarradas à nuca (cujo laço eu mesmo fiz naquela noite) e que a deixava com as costas nuas.

Vestiu também uma calcinha branca apertadinha modelando toda sua bunda perfeita.

-O Jorge vai ficar louco quando te vir com essa calcinha. - Falei já com o pau duro. Ela sorriu um sorriso sacana.

Chegamos ao barzinho. Ele já nos esperava em uma mesa. Cumprimentamo-nos e sentamos. Pedimos cerveja.

Jorge era um cara supersimpático, bem vestido e educado e conversamos bastante para nos conhecermos melhor. No início, a Cláudia estava meio tímida, mas lá pela terceira cerveja ela ficou mais soltinha. Eu pedi licença e fui ao banheiro. Quando voltei vi de longe, que ela havia se sentado ao lado dele e que ele estava com o braço apoiado sobre o encosto da cadeira dela enquanto falava coisas à minha esposa, e ela ria.

Senti um ciúme danado na hora, mas não sei explicar como, o tesão que me dominava era mais forte. Voltei para a mesa e me sentei. Percebi que a Cláudia estava excitadíssima, pois os biquinhos de seus seios pareciam que iam furar o vestido. Jorge foi ao banheiro.

– Você ainda quer continuar com isto? - Pergunta ela com seriedade!

– Você não está gostando?- Perguntei.

–Estou adorando, mas se você disser que quer parar, nós vamos embora agora. - Disse ela, seus seios parecendo querer pular fora do decote.

– Você não quer dar pra ele?

– Pelo contrário, eu quero muito dar pra ele. - Disse sorrindo...

- Tá rolando uma química muito gostosa entre a gente. O que eu não quero, é que você diga depois que eu te traí.

Fiquei em silencio alguns instantes.

– Você vai, ou não me deixar dar pra ele?… -Falou ela séria!

– Lógico que vou deixar você dar para ele...

Falei saindo do torpor.

-Iremos até ao fim!...

Um sorriso enorme se abriu em seu rostinho lindo.

– Te amo muito, Paulo e nada do que acontecer hoje, irá mudar isto.

Ela me beijou e foi ao banheiro. O Jorge voltou e combinei com ele que iríamos para um motel. Eu disse para ele não se incomodar comigo e fingir que eu não estava ali. A Cláudia voltou, pagamos a conta e fomos para o meu carro.

Eu disse para a minha esposa que fosse no banco de trás com o Jorge e eu fui de motorista. Ajeitei o retrovisor central para poder observá-los. Os dois iam cochichando e vi que minha mulher soltava risadinhas. O clima entre eles foi aumentando até que começaram a trocar carícias e a coisa foi esquentando até que se beijaram como dois namorados.

Uma coisa estranha invadiu-me ao ver aquele mulatão beijando a boquinha linda de minha mulher. Era um misto de ciúme e de um tesão maluco, como eu nunca havia sentido.

Ela o beijava acariciando seu rosto como uma namorada apaixonada, enquanto ele pousou sua mão enorme no joelho dela que estava com as pernas cruzadas e foi escorregando para dentro do vestido, por toda a extensão de sua coxa até chegar à bundinha e repetiu o movimento várias vezes.

Seus beijos molhados e estalados enchiam-me os ouvidos e eu quase não conseguia me concentrar no transito. Não tinha mais volta! Ele ia meter na Cláudia.

Chegamos ao motel e já na garagem, entreguei as chaves do quarto ao Jorge e deixei que eles entrassem primeiro e fui acompanhando a cena. Pareciam dois namorados. Olharam em volta, curtiram bastante o quarto, com cama redonda, espelhos no teto e uma enorme Jacuzzi. Olharam-se nos olhos sorrindo satisfeitos e começaram a se beijar lenta e apaixonadamente e eu curtia a cena de longe, pois ali eu era apenas um observador.

Seus beijos molhados agora estalavam mais altos dando eco no quarto. As mãos de Jorge escorregaram pelas costas nuas de Cláudia e pousaram sobre sua bunda arrebitada. Aos poucos, foi levantando seu vestido parecendo curtir cada momento, até que o lindo traseiro de minha esposa ficou exposto emoldurado e marcado pela calcinha branca apertadinha.

Aquelas mãos enormes massageavam a bundinha de Cláudia com desejo enquanto suas línguas se tocavam em beijos que não paravam de estalar gostoso, me deixando louco e com o pau duro como pedra. Eu nunca tinha sentido tanto tesão em minha vida.

Enquanto o casal se descobria, fui até à jacuzzi e a coloquei para encher, pois os dois, depois de terem relações sexuais, iriam querer relaxar e eu queria deixar tudo preparado para eles.

Quando voltei a dar atenção a eles, Jorge já tinha soltado o laço da alça do vestido que se prendia à nuca de Cláudia,  laço este que, como eu já disse, eu mesmo havia dado horas antes.

Seus lindos seios ficaram expostos. Jorge os massageou com desejo e beliscou de leve os biquinhos durinhos de tesão, até que os abocanhou faminto. Peguei a câmera fotográfica e passei a registrar cada momento do casal.

Enquanto a boca de Jorge se divertia nos seios de minha mulher, suas mãos atrevidas desceram até ao zíper que ficava logo acima daquela bundinha gostosa. O vestido caiu e minha esposa ficou só de calcinha e sandálias nos braços daquele mulato que parecia curtir cada milímetro daquele corpinho perfeito!

– Nossa! Como você é gostosa, Claudinha!…

Falou ele olhando-a de alto a baixo fazendo-a se virar para ele olhar para aquela bunda perfeita, durinha e arrebitada, envolta em mínima calcinha apertada.

– Sua bunda é fenomenal, muito gostosa!

Falou ele, amassando-a com suas mãos gulosas.

-Hoje, ela é toda sua, meu macho, faça o que bem quiser com ela.

Falou minha esposa com sua vozinha rouca e que nos momentos de máximo tesão, fica roufenha...

Neste momento, ele fez com que ela se debruçasse sobre a mesa; afastou suas pernas; puxou a calcinha de lado e enfiou a cara entre as nádegas de Cláudia. Ele parecia estar confortável com o rosto atolado naquela bundinha linda vasculhando tudo com sua língua ávida.

Ela me olhou sorrindo o seu sorriso mais sacana e, em seguida, começou a soltar gritinhos e a revirar os olhos do mais puro desejo. Ela estava se entregando a outro homem e estava adorando a experiência.

– Aaahhhiiííí… Que delícia!

Ela gemia com sua voz roufenha, extremamente sensual e me olhava.

- Ele tá enfiando a língua inteirinha na minha bocetinha, amor, isso tá bom demais...

O cara era profissional, sabia mesmo o que tava fazendo. A Claudinha delirava e gemia cada vez mais alto e revirava os olhos até que quase gozou na cara dele em espasmos loucos.

Ele se levantou e ela se virou para ele e beijaram-se novamente. Minha mulher é assim, adora beijar, ainda mais quando está com tesão.

– Agora é a minha vez de curtir o teu corpo.

Falou ela e já foi desabotoando a camisa dele bem lentamente até em baixo, depois desafivelou o cinto e tirou-lhe a calça deixando-o só com a cueca Box preta, que parecia não conseguir conter aquele enorme membro duro que mostrava seus contornos sob a cueca apertada. Minha mulher ficou longo tempo acariciando aquele enorme volume até que puxou a peça para baixo liberando aquele pau duro que, como um boneco de molas, pulou para fora quase acetando o rosto de minha esposinha.

–Noossaa!… Como é enorme!…

Falou ela espantada e realmente era mesmo monstruoso; absurdamente grande e grosso, uns 22 centímetros mais ou menos; com uma cabeça enorme parecendo um cogumelo e todo rodeado de veias salientes.

–Chupa, vai, chupa que depois eu vou meter ele nessa sua bocetinha loira. -Falou ele!

– Nossa!… Ele é tão grande e minha xoxotinha é tão pequenina… Será que vai caber?

-Cabe sim, confia em mim.

Minha mulher já o punhetava de leve e, bem timidamente, foi lambendo-lhe a cabeçona exatamente como eu lhe ensinei, com a diferença de que agora ela tinha um cacete, tamanho família, em sua boquinha linda.

Eu já não aguentava mais de tesão vendo a Claudinha só de calcinha ajoelhada de frente para aquele mulatão bem dotado pagando-lhe o maior boquete de sua vida. Enquanto ela chupava aquele pintão, eu tirei a minha roupa e fiquei curtindo a cena e fotografando.

Em certa altura, Jorge fez com que ela se levantasse e a beijou; levantou-a em seus braços musculosos e caminhou em direção à cama enquanto a Cláudia, com os braços em torno do pescoço dele, o fitava com olhar apaixonado. Que cena linda, aquele mulato com aquela lourinha de 25 anos completamente submissa em seus braços. Ele a colocou delicadamente sobre a cama e tirou suas sandálias sem pressa, depois foi tirando sua calcinha bem lentamente revelando a bocetinha depilada e com marquinha de biquíni de minha mulher.

O seu pauzão pulsava como o de um cavalo. Lentamente, ele foi beijando-a desde a xoxotinha; barriguinha, peitinhos e boca. Depois, ajeitou-se entre as pernas dela e foi pincelando aquela cabeçona na entradinha estreita de minha esposa.

Percebi que os pelos dos braços dela estavam todos arrepiados. Seria medo ou ansiedade? Ou seria tudo isso misturado com  muito tesão? Não sei, o que sei é que ele começou a forçar a entrada na bocetinha que, mesmo molhada, oferecia resistência àquele mastro que queria invadi-la.

Era como se ela estivesse perdendo o cabacinho novamente e ela gemia alto enquanto ele forçava, até que a cabeça entrou e ele ficou parado só com a cabeça dentro dela, depois foi empurrando devagar enquanto ela gemia como louca.

-Aaaiii, como é grandeêê…, nosssa!-Falava ela entre gemidos.

Depois de tudo dentro, Jorge começou a se movimentar entre as pernas de Cláudia e eu gozei ali, muito extasiado, assistindo minha mulher sendo fodida por aquele senhor de 49 anos, que parecia não acreditar que estava metendo em uma lourinha de 25.

– Nossa… Como você é apertadinha… Você é a mulher mais gostosa que eu já comi…- Falava ele.

– Não pare, Jorge, por favor, não pare, pois isto está uma delícia. - Falou ela com a voz entrecortada pelos seus próprios gemidos.

– Quero pegar você de quatro, vem gatinha gostosa...

Falou ele, saindo de cima dela que, rapidamente se posicionou de quatro sobre a cama. Jorge veio por trás, e fez com que ela arrebitasse ainda mais a sua bundinha, e cravou-lhe aquela tora bem devagar na bocetinha cheirosa de Cláudia, que soltava gritinhos e gemidinhos de prazer, como nunca.
Aquele pintão se atolava por inteiro na bocetinha da minha esposa. A bundinha marcada pelo biquininho balançava com o impacto do macho que lhe possuía. Jorge foi acelerando seus movimentos até que gozou em meio a espasmos loucos inundando-a com a sua porra e ela gozou junto com ele.

Depois, quedaram-se os dois exaustos na cama. Ela aconchegou-se ao peito dele e ficaram imóveis como um casal de apaixonados. E eu assistia a tudo aquilo com um enorme desejo.

Depois de algum tempo, ele a acordou com um beijo em sua boca, e disse:

– Vamos pra jacuzzi, relaxar!

– Vamos!

Disse ela sorrindo languidamente, olhando para mim como quem diz: Obrigada!

Os dois se sentaram lado a lado na banheira sob as espumas e ficaram conversando. E enquanto isso, eu liguei para a recepção e pedi uma porção de morangos, creme de chantilly e uma garrafa de um bom vinho. Quando voltei a olhar, os dois já trocavam caricias novamente. Pelos movimentos do ombro de Cláudia, percebi que ela o punhetava de leve, enquanto o beijava, vasculhando toda a boca de seu amante com a língua.

Aquele mastro estava novamente, duro como pedra. Então, a Claudinha ajeitou-se em cima dele e começou a cavalgá-lo lentamente enquanto ele chupava seus seios. As mãos dele abriam a bunda dela fazendo com que se arrebitasse ainda mais deixando que eu visse o pau entrando e saindo daquela bocetinha linda, que parecia que ia virar ao avesso, cada vez que a tora saia. Fotografei esta cena.

– Noossaaa… Que pintão gostosoôô!… Que delícia...- Falou ela.

Claudia o cavalgou por um bom tempo e gozou feito uma louca, mas ele demorou. Quando ela percebeu que o Jorge ia gozar, acelerou a cavalgada espirrando água para todos os lados cada vez que sua bundinha se chocava com a água.

Ele gozou novamente inundando-a com sua porra quente. Jorge ficou largado dentro da banheira e Cláudia veio tomar uma ducha. Ao passar por mim, abraçou-me e beijou-me.

– Tá gostando de ver sua mulherzinha sendo fodida, e bem fodida, por outro macho?

–Sim, muito... Estou adorando..., e você?

–Eu também. Ele é muito bom!... E eu te amo muito, Paulo, muito mesmo! - Finalizou ela, e foi para o chuveiro.

Logo depois, o Jorge também foi para o chuveiro com ela e logo depois, eu pude ouvir os gritinhos e risinhos dela junto com ele no banho. Fui até lá e pude ver através do Box o vulto dos dois abraçados se beijando. E as mãos dele sobre a bunda dela massageando-a.

Quando saíram do chuveiro, a mesa estava posta com a garrafa de vinho, duas taças, uma bandeja de morangos e o chantilly em uma taça. Cláudia estava linda enrolada na toalha.

Mais uma vez me distanciei um pouco para deixa-los à vontade. Os dois sentaram-se e serviram-se de vinho... Cláudia adora morangos com chantilly. Ela começou a pegá-los, molhá-los no creme e comia-os sensualmente como se os estivesse chupando.

– Quer experimentar? - Falou ela ao sou amante.

– Quero! - Disse ele.

Ela então colocou chantilly em um morango e o colocou entre os lábios e foi em direção à boca dele que abocanhou o morango emendando com um beijo molhado e estalado. Ela fez isso mais uma vez.

O pau dele já estava pulsando como um cavalo novamente.

– Agora é a minha vez!  - Falou ele e pegando um morango lambuzou-o com o creme e passou nos seios dela e depois os chupou. Os biquinhos ficaram durinhos. Depois colocou o morango na boca e fez o mesmo com ela, beijando-a. A mão dela segurou seu pau novamente.

Cláudia se levantou.

– Me come… Me come!…

Ele rapidamente a pegou nos braços e a levou para a cama. Virou-a de ladinho e atolou seu pau enorme na bocetinha de minha mulher novamente. Enquanto atolava, beijava-lhe a nuca e com uma das mãos abria a bundinha dela para eu ver o pau entrando. E depois de muito meter naquela posição, ele tirou o pau para fora e gozou nas coxas grossas dela. Gozei muito aquele dia!

-E aí, querida, gostou da experiência?

Eu perguntei-lhe, quando já estávamos em nossa casa na nossa cama.

– Gostei, apesar de estar agora com a xoxotinha toda ardida e esfolada, e, provavelmente, você não vai poder mexer nela por uma semana... Mas foi sim, muito bom!

– E o que você achou do pau dele.

– Enorme. No começo fiquei com medo, mas depois foi uma delícia. Mas foi bom para matar a curiosidade, porém, eu jamais trocaria seu pau tipo Standard, pelo dele tamanho família. Gostei do Jorge, mas eu te amo, Paulo e agora te amo mais ainda. Beijamo-nos e dormimos.



Nota:

Ela dormiu sem calcinha, pois estava toda esfolada e inchada, eu tive até que passar uma pomadinha.

Abraços a todos. A história terá continuação.
Quem gostar me mande um E-mail. Paulochf85@gmail.com