Há algum tempo venho tentando relatar um história que modificou toda a
minha vida. hoje tenho 34 anos, mas o que vou contar ocorreu quando eu
tinha 23 anos. casei nova, logo depois de formada, em janeiro de 1993,
após 8 anos de namoro. entretanto, devido ao novo trabalho do meu
marido, que sempre exigia constantes e longas viagens, tive pouco tempo
de lua de mel, ou seja, apenas 1 semana. logo depois disso, ele apenas
visitou nossa casa apenas em um final de semana, quando eu pude matar o
meu desejo sexual reprimido desde o casamento. achei que casando poderia
ter uma via sexual mais tranquila, sem precisar ficar fazendo sexo nos
motéis nos finais de semana e poderia me prevenir sem ter que ficar
preocupada com eventuais atrasos menstruais. ele na verdade havia sido
meu único homem, pois comecei a namorá-lo aos 14 anos. depois desse
final de semana, fiquei esperando meu marido para o carnaval, quando
então iríamos viajar. mas, na semana antes do carnaval ele me ligou
dizendo que teríamos que cancelar a nossa viagem, pois ele teria que
trabalhar durante todo o carnaval. aquilo me revoltou muito, pois ele
estava trabalhando em recife e eu sabia que ele queria ficar por lá mais
por causa do carnaval do que trabalho.
Desde os tempos de solteiro ele
demonstrava interesse em passar um carnaval no nordeste, mas como eu
nunca deixei, acredito que ele tenha aproveitado a viagem para isso.
aquilo me revoltou muito, pois além de ficar sem sexo e achar que eu
estava sendo corneada, nem viajar mais eu iria. no sábado a noite, meus
pais, percebendo que eu estava sozinha em casa, insistiram para que eu
fosse com eles em um baile de carnaval em um clube próximo de casa.
relutei, pois achei que não deveria ir sem meu marido. mas ao mesmo
tempo, lembrei que ele já havia ligado naquela noite e que com certeza
havia ligado cedo porque teria uma noite daquelas. esse pensamento me
fez com que eu aceitasse o convite de meus pais. rapidamente me troquei,
vestindo uma mini-saia e uma blusa top bem discreta e fui para o baile
com meus pais. lá chagando ficamos em uma mesa próxima a pista do salão. Com o calor insuportável ficava difícil não aceitar as cervejas que meu
pai e minha mãe pediam a mesa, afinal estava com eles e não havia mal
nenhum em beber com eles. Recebia muitos gracejos de outros rapazes na
mesa em que eu estava, pois apesar de não ser uma “top model”, todos me
acham muito bonita (1,67m, 55kg, cabelos pretos longos, olhos pretos,
seios médios e 11 anos mais nova do que hoje), mas mantinha a discrição
de uma mulher casada. após algum tempo na mesa, algumas amigas solteiras
me encontraram e começamos a conversar sobre amenidades, até que certo
ponto elas quiseram dar uma volta pelo salão.
Como vi que meus pais não
se opuseram, sai da mesa junto com elas. na volta que começamos a dar
pelo salão e eu minhas amigas, assim como todas as mulheres do baile,
começamos a ser bolinadas, apalpadas, encoxadas, agarradas e não sei
mais o que. não sei se por causa do efeito do álcool ou revoltada com
meu marido, ao invés de rejeitar aquela prática inofensiva, na verdade
passei a gostar e ficar excitada. assim, resolvi entrar para pular
carnaval de vez no salão. como havia muita gente no baile, achei que não
teria nenhum problema de ser reconhecida e nem tão pouco ser vista
pulando carnaval, principalmente, pelo meus pais. entre um trenzinho e
outro era agarrada na bunda, tinha os seios apalpados e era encoxada
pelos mais diferentes rapazes, só que em determinado momento percebi que
um par de mãos grandes se manteve mais tempo do que o normal na minha
cintura. quando olhei para trás me deparei com um senhor mulato, alto,
de uns 50 anos. Só para provocá-lo mais
ainda, tirei suas mãos de minha cintura e as entrelacei em minha
barriga junto as minhas mãos. com isso obriguei que ele ficasse mais
próximo ao meu corpo. não satisfeita, provocava-o mais ainda, brecando o
meu corpo repentinamente para que ele encostasse a sua ferramenta em
meu traseiro. em uma dessas brecadas senti ele encostar e pude perceber
que ele não era fraco não... mas a minha brincadeira acabou por
excitá-lo demais, ele não teve dúvidas grudou no meu corpo e começou
apertar meu seios e a beijar meu pescoço no meio do salão, tentei me
desvencilhar dele, pois seria perigoso alguém conhecido me ver ali com
um outro homem, ainda mais daquela forma. Como não consegui, procurei
arrastá-lo para um lugar mais vazio do salão onde não poderíamos ser
vistos.
Apesar de em alguns momentos repudiar a atitude daquele homem,
também estava ficando excitada com todo aquele contato, ainda mais sendo
de um homem daquele porte. ficamos em um lugar mais deserto do lado de
fora do salão, onde ele me agarrou e começou a me beijar de tal forma
que parecia que iria me engolir, retribui até perceber que estava
fazendo algo errado e pedir para ele parar, dizendo para ele que eu era
uma mulher casada. ele então me disse que também era casado e que estava
com sua esposa e sua família no salão, mas que nunca havia ficado tão
excitado com uma mulher como comigo naquele momento e tornou a me
agarrar e a me beijar como um maluco. nisso pedi para ele parar, dizendo
que poderia ser perigoso alguém nos pegar naquela situação, no que ele
me arrastou pelo braço até o estacionamento dizendo que lá não haveria
perigo de sermos vistos, pois era um local dentro do clube e pouco
iluminado. Não sei onde estava com a cabeça quando aceitei ir com ele.
por proposta dele acabamos entrando em seu carro (um santana), onde
fomos diretos para para o banco traseiro, ele começou a me agarrar de
tal forma, que quando percebi já estava sem a blusa top, com o seios a
mostra, e minha saia estava na barriga. nisso ele desabotoa sua calça e
tira para fora um pênis enorme, grande e duro de tal forma que parecia
dar uns 3 ou mais do tamanho do meu marido. Percebi que ele estava transtornado e fora de controle, então
para remediar a situação resolvi chupá-lo, coisa que fazia muito bem em
meu

marido, desde dos tempos de namoro. achei que uma boa chupada e
fazendo gozá-lo eu resolveria o problema que eu havia criado, comecei a
chupá-lo, mas de tão grande, só o beijava, pois não consegui colocar
aquele mastro na minha boca. nisso ele segurou minha cabeça e forçou seu
pênis com tudo em minha boca, dizendo que “eu era uma branca safada”, e
um monte de bobagens que não lembro. a dor no meu maxilar foi horrível,
pois tive que arregaçar minha boca para fazer aquilo entrar, nisso uma
avalanche de esperma como nunca tinha visto invadiu minha boca, tentei
sair, mas ele segurou mais ainda minha cabeça, me obrigando a engolir
tudo. Cheguei a engasgar, pois era uma quantidade absurda, que não
parava de sair a base de jatos daquele pênis. o homem gozava aos urros
como um bicho dentro do carro. Até que eu engasgada, com a boca, rosto
doloridos e totalmente sujos e melados de esperma consegui sair debaixo
dele. eu jamais tinha sentido o gosto de esperma, pois nunca permiti que
marido gozasse em minha boca. recostei no banco do carro para me
recuperar e pensar no que havia acontecido. quando então ele com pênis
ainda em riste me puxou para o seu colo e disse que não havia acabado.
comecei a me debater e a gritar dizendo que não. ele era muito forte,
arrancou minha calcinha e abriu minhas pernas. me levantou e direcionou
aquele mastro para a minha buceta com tudo, sem dó. Como tinha ficado
muito excitada, aquele monstro conseguiu entrar de uma só vez. a dor foi
enorme que acredito que cheguei desfalecer por alguns segundos. os
músculos da minha vagina pareciam empurrar os ossos para aquela coisa
entrar em mim. nunca havia sentido aquilo antes. a dor era imensa pois
ele chegava cutucar meu útero, mas a sensação de estar sendo preenchida
por aquilo era indescritível. parei de me debater e gritar e deixei ele
lamber meus seios e me subir e descer em seu mastro. deixei que ele
fizesse o que quisesse comigo. ele me xingava, me chamava de vadia, de
puta, boqueteira e tudo mais, fiquei completamente passiva e comecei a
gozar. como ele havia gozado poucos minutos antes, demorou a conseguir
novamente, fazendo com que eu gozasse inúmeras vezes, até ele me virar de quatro e começar a bombar muito forte, abria meu bumbum e dava palmadas com uma mao e a outra sempre segurava meu seio, ou puxava meu cabelo ate que tirou aquele pauzao e o colocou de novo de uma vez só e deu mais umas bombadas até conseguir
me inundar incrivelmente com jatos e jatos de esperma novamente. não
acreditava no que havia acontecido, ainda mais com um homem de cerca de 50 anos que conseguiu gozar 2 vezes em poucos minutos e com uma farta
quantidade nas duas vezes. cai completamente acabada do lado dele.

Ele
me mandou que eu saísse imediatamente dali que ele iria limpar o carro
dele e que ninguém poderia nos ver. me recompus como pude e fui sem
calcinha, toda melada e escorrida pelas pernas para o banheiro do clube.
não conseguia nem andar direito, tamanha a dor na região do meu ventre.
a sorte é que ninguém percebeu. me limpei como pude no banheiro, mas
tive que esperar alguns minutos para me recuperar. quando fui para a
mesa dos meus pais eles estavam preocupados com minha demora em voltar,
mas como haviam bebido além da conta, não perceberam nada de errado em
mim. eles me deixaram em casa, fui para o chuveiro com um misto de
prazer e medo do que havia acontecido, pois nem sabia quem era aquele
homem que havia feito aquilo comigo. naquela noite, tomei um banho por
mais de 3 horas preocupada que tivesse ficado algum vestígio daquela
relação em mim, achando que aquilo resolveria todos os meus problemas.
fiquei por dias tomando analgésicos para dores na região da vagina. meu
marido ainda demorou alguns dias para voltar para casa, o que ajudou a
me recuperar antes de sua chegada. mas depois daquele dia, nossas
transas nunca mais foram iguais. eu sabia que meu marido jamais
conseguiria chegar ao ponto que aquele homem havia conseguido. as
ausências do meu marido e ocorrido naquele carnaval de 93, me levaram
algum tempo depois a fazer um curso de especialização à noite, com o
único objetivo de poder justificar minhas escapadas noturnas para
procurar outros homens que pudessem me satisfazer. nunca consegui achar
alguém como aquele, cheguei até a loucura de procurá-lo naquele clube,
mas em vão. até que algum tempo decidi me separar do meu marido. você
deve estar perguntando: por que eu escrevi essa minha história?
simplesmente, porque escutei meu ex-marido outro dia contando em uma
festa, sem que ele percebesse que eu o escutava, as suas peripécias
sexuais em um carnaval que ele certa vez passou em recife. como eu sei
que ele é fanático leitor dos
contos eroticos
deste site, ele irá ler o meu relato e saber o que realmente ocorreu do
lado de cá, enquanto ele estava lá. vocês podem até não acreditar no
que estou contando, mas ele, com certeza, não nenhuma terá dúvida de que
essa minha história é verídica .