Voce fica mais excita com um filme ou com um conto?

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

A vizinha


                               Meu nome é Luciana,tenho 24 anos sou prof de Ed. .Fisica e moro sozinha. Tenho uma rotina normal,de casa pro trabalho do trabalho pra casa e sou noiva a 3 anos. Há uns meses atras eu estava trocando de roupa no meu quarto quando eu percebi meu vizinho olhando ( meu vizinho,um senhor de 45 anos,casado,cabelos levemente grizalhos, um senhor normal). Sai disfarçadamente de frente da janela e troquei a roupa,depois fiquei pensando se aquilo seria a primeira vez que isso havia acontecido. Será?

                               No  outro dia com a minha rotina de normal,cheguei em casa e fiz as mesmas coisas,na hora de ir me trocar olhei disfarçadamente para janela e lá estava ele,sai de frente da janela e fiquei intrigada com aquilo. Será que ele ja tinha visto algo a mais? Fiquei um pouco envergonhada depois excitada e muito intrigada.
 
                               No outro dia fiquei pensando muito naquilo,e começo a me da um tesão sobre ele ficar me olhando. Cheguei em casa novamente e fui tomar banho, eu sempre levava a calcinha e o sutiã e só colocava a roupa no quarto mas nesse dia voltei sem nada, abri o armario e começei a tirar a toalha bem devagar e olhando para janela ví que ele estava olhando, sentei na cama, tirei a toalha e começei a passar um creme no corpo e alisava bem minhas coxas, minha barriga e ele me via de lado, como meus seios sao grandes devido ao silicone eu imaginei que ele devia ta se deliciando, entao passei o creme nos meus seios me levantei e rapidamente começei a por a roupa.
 
                              Quando olhei meio sem deixar ele perceber ele estava com a mão na rola desesperado, acho que ele percebeu que eu vi mas preferi deixar o tesao no ar.
 
                              Nos outros dias me mantive trocando a roupa na frente da janela e sempre passando a mão nos meus peitos, no meu corpo e ele louco algumas vezes  fingia que pegava alguma coisa no chao so para deixar meu bumbum pra ele ver eu dei uma olhade-la e percebi que ele estava com a mão na rola… Aquilo me excitava de maaaaais.

                               Em um domingo ví que ele estava no quintal sentado na cadeirinha dele e resolvi atiçar um pouco,coloquei uma saia sem calcinha e fui mexer na cortina, coloquei uma cadeira subi, coloquei um pé na janela pra ele poder ver. Quando eu olhei ele estava la sentado com a rola pra fora, tocando uma punheta pra mim, fiquei com mais tesão ainda e começei a deixar minha camista cada vez mais pra cima e acho que ele percebeu que eu estava sem calcinha, descia da escada pegava um pano, virava o bumbum pra ele, depois voltava subia a escada e continuava a fingir que estava limpando algo e ele ali batendo uma até que eu vi que ele estava gozando pra mim,desci da cadeira e fechei acortina.

                            Passando umas duas semanas eu me mantivi tirando a roupa me acariciando e ele sempre tocando uma punheta lá, eu ja estava morrendo de tesão louca pra poder ser comida por ele, sentir todo o seu tesao por mim, sabia que ele ia me fuder com vontade. Mas respirava e conseguia me controlar apesar que a vontade de me mostrar pra ele so aumentava.

                            Um dia de semana, meu noivo foi para minha casa, eu coloquei a cama em direção a janela e começei a beijar meu noivo, quando olhei, aconteceu o que eu queria, lá estava meu vizinho olhando agente, me empolguei toda, coloquei meu noivo em cima da cama e começei a chupa-lo,com muita vontade, e quando olhei estava ele com o pinto pra fora, meu noivo ficava virado contra a janela e eu podia ver meu vizinho sem meu noivo perceber, chupando o meu noivo, jogava meu cabelo e escondia pra onde eu olhava mas eu olhava para o meu vizinho nos vendo ali.
 
                           Eu ja muito empolgada, aticei mais um pouco,tirei minha roupa e sentei com minha bucetinha na cara do meu noivo, meu vizinho me via me contorcendo de prazer com meus seios balançando de frente pra ele, mau sabia meu vizinho que meu noivo chupava minha bucetinha e acariciava meu cuzinho, eu nao sou de ferro e me contorcia de prazer. Foi quando me virei e fui fazerum 69 com meu noivo, imagino que ele se deliciava vendo meu rabao sendo aberto e chupado pelo meu noivo.

                          Em um momento sentei novamente com meu bundao na cara do meu noivo e olhei para tras, meu vizinho tava lá olhando e nessa hora ele tirou todas as duvidas que tinha pois eu dei um sorrisinho pra ele me levantei nua ate a janela, eu o olhava babando por mim, dei um leve sorriso e fechei as cortinas.

                         Volto em breve para contar a continuaçao...


Luciana

terça-feira, 8 de maio de 2012

Cintia a Socialite safada





Cintia, uma loira à la Mari Alexandre, de 39 anos, casadinha tme um casal de gemeos, Talita e Junior, tinha como amante o sócio e melhor amigo de seu marido!! Ele a completava em todos os sentidos sexualmente, nunca deixando Cintia ficar sem sentir profundos prazeres.
Ela agora imaginava o quê Rafer, seu amante, poderia inventar para continuar com seu libido aceso. Só em pensar no que Rafer tinha proporcionado a ela naquela tarde, a fez estremecer de volúpia enquanto espalhava um cheiroso creme anti-rugas em volta de seu cuzinho, todo inchadinho devido a enrabação maravilhosa que ela teve há uma hora atraz!
Cintia se entregava a todo tipo de volúpia a que Rafer lhe sugeria. 






Nesta tarde, Cintia tinha se encontrado com um jovem executivo que representava uma firma que Rafer achava que não seria bom para o complexo de empresas da familia. Rafer tinha seu próprio candidato, mas não queria que Tadeu, seu marido e o resto da presidência soubessem. Assim uma semana atrás, na recepção após o lançamento dos editais, Rafer indicou a Cintia a quem ela tinha que seduzir!!
Essa coisas há muito já eram rotina entre Rafer e Cintia. E ela adorava isso, se realizava completamente. Se dava até desmaiar de tanto gozo! Cintia sabia que Rafer a protegeria de todas as maneiras, portanto o risco que havia era somente se o macho falhasse!!
Toda o glamour da traição ao maridinho, associado aos enredos maquiavélicos de Rafer para conseguir mais poder, sendo ela o instrumento desta maquinação, eram a gloria personificada do orgasmo!!
Assim, quando o jovem executivo estacionou no anexo da presidencia, encontrou a esposa do presidente da companhia tentando coletar o que tinha caído de sua bolsa. Ele a ajudou ao mesmo tempo que não tirava os olhos do generoso decote de Cintia e de suas coxas que se mostravam quase pela metade. Quando ele olhou mais atentamente no rosto dela, viu que havia algumas lágrimas.
Pergunta feita e Cintia lhe respondeu que descobriu que Tadeu, seu marido, tinha lhe traído e voltou a soluçar. Ele a consolou e sutilmente Cintia fez com que ele a levasse para dentro do carro dele.
O que eles não sabiam é que Junior, filho de Cintia e Tadeu, os tinha visto da ampla janela da sala de seu pai.
Seu pai estava lhe passando uma descompostura por ele não estar correspondendo na faculdade e ficar comprando qualquer novidade que aparecesse, como aquela moderníssima máquina fotográfica, já que ele tinha outras. Junior observou toda a cena e viu através do pára-brisa do carro daquele estranho, quando ele beijou sua mãe, que a principio parecia resistir, mas que logo em seguida passou a mão para nuca dele e colou seus lábios no dele.
O cara estava alucinado e passava as mãos por todo o esplendido corpo de sua mãezinha! Inclusive ela própria retirou um dos seios da blusa para ele beijá-lo!
Junior foi traído por seus hormônios e se viu com todo sua genitália em fogo...e por sua mãe! Sua querida mãezinha estava lá embaixo dentro do carro de um estranho sendo beijado nos seios! Não resisitindo, Cintia com destreza abriu o ziper do executivo e expondo a rola pra fora, foi descendo a cabeça até abocanhar metade da tora roliça e começar a chupar com avidez! Prontamente Junior focou a imagem com sua camera e disparou diversos cliques!! O belo e jovem executivo não soube esconder sua arrogância, embora de modo discreto, por ter conquistado a maravilhosa esposa de seu futuro sócio!!

Ao chegarem ao motel, eles se demoraram nas preliminares, pois Cintia parecia ter uma verdadeira adoração por fazer boquete e finalmente ele se julgou the king of the world quando Cintia concordou em se deixar enrabar!! Ela lhe disse que esta seria sua segunda vez, pois a primeira tinha sido um desastre e nunca mais ela deixou seu marido fazer de novo!!
Quando Cintia realmente gozou com aquela torona todinha dentro de seu tunelzinho anal, o jovem tinha certeza que nada neste mundo lhe seria impossível! Até aquela
fantástica mulher, famosíssima esposa do Tadeu, o presidente de um dos maiores conglomerados industriais do sul do país, estava alí se contorcendo com aquelas rechonchudas nádega sugando seu caralho com o cuzinho!!
O jovem executivo gozou tanto que não teve forças para mais nada! Mesmo quando Cintia retirou a camisinha com quase tres colheres de sopa de semem dentro e lhe fez um boquete, sem resposta!
Então, o jovem executivo perdeu sua hora da entrevista e o candidato de Rafer foi contratado em seu lugar. Era nisto que ela estava pensando, já de volta a sua mansão, enquanto
sentia a ardência de seu anelzinho na ponta dos dedos ao passar um creme rejuvenecedor!! No jantar, estava Cintia, o marido Tadeu e o filho Junior, que ela julgava como um zero a esquerda! Talita, a formosíssima filha estava ausente. Tadeu mencionou qualquer coisa de que fulano de tal chegou quase três horas depois da reunião marcada e que por isso a diretoria teve que assinar a parceria com outro representante... e coisa e tal!!
Cintia fingia não se interessar, mas por dentro se sentia em estado de pré-orgasmo, por saber exatamente o que tinha acontecido \"por detrás dos bastidores\"!!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Meu marido me entendeu










Ola, vou tentar escrever a situação que esta acontecendo na minha vida, me chamo Fernanda, sou casada a 8 anos com Marcelo, um homem verdadeiramente atencioso e apaixonado, ele tem 35 anos e eu 24, sou morena, cabelos longos, um corpo definido apesar de naõ praticar academia, sou muito cortejada pelos homens, me sinto ate envergonhada em algumas cituaçoes, pelo meu marido é claro, estes homens naõ se importam muito com a presença dele. Bom, vamos aos fatos, desde q casei nunca consegui esquecer um namorado da adolescencia de minha cidade natal, Claudio é o nome dele, a 4 anos meu casamento nao ia muito bem, resolvi procurar por Claudio, consegui o telefone dele atraves de uma amiga minha, conversamos alguns dias, ele estava morando em uma cidade grande proxima a minha, estava fasendo medicina, tivemos algumas conversas banais, mas ele sempre fazia questaõ de dar umas investidas, eu claro me fazia de dificil, mas por dentro aquela vontade de rever aquele homem maravilhoso, q nunca tinha saido de minha mente, bom passaram alguns meses só nisso, qdo tive q faser uma viagem a cidade dele, naõ avisei nada a ele, chegando la fiquei na duvida se procurava por ele, q duvida, bom mas a vontade falou mais alto, meu casamento naõ ia bem, eu tinha direito, liguei pro Claudio e ele ficou surpreso com minha estadia em sua cidade, perguntou onde eu estava, veio ao meu encontro e ficamos conversando em um barzinho por algumas hs, ai naõ tive como me segurar, Claudio sabia de minha necesidade por ele, sentiu isso, meu corpo tremia só em ouvir a voz dele, me fez um convite ao seu apartamento, naõ tive forças p negar, em 8 anos de casamento estava proxima de ser possuida por outro homem q naõ fosse o meu marido, mas eu precisava.  

               Meu marido e um homem bonito, mas muito pegajoso, nao tinha um penis grande, isso fazia muita diferença p mim, ao chegar no ap de claudio ele me ofereceu uma cerveja, aceitei na hr para relaxar, eu tinha ido c um vestidinho curto de alçinha, uma calcinha minuscula enterrada no meu bunbum, adoro, pois tenho uma bundinha muito empinada, os seios saõ bem grandes e durinhos, meus mamilos saõ dilatados, me entregam sempre qnd estou exitatda, claudio ja estava percebendo minha inquietaçaõ e se aproximou de mim, fasendo um carinho em minha face, e se aproximando de mim c um olhar inrestivel, nos beijamos por quase 10 min, q coisa exitante ser beijada c o tesaõ q estavamos sentindo ali, ele me tocava c maestria, seu cacete estava estorando dentro da calça jeans, naõ me contive e desabotuei aos beijos e comecei a alisar o cacete dele. 

                  Claudio me beijava e escorregave suas maõ em minha bundinha, falando coisas ao meu pé do ouvido, dizia naõ acreditar q eu estava sendo dele novamente, e melhor agora como mulher, e dos outros rssss, muito safado, mas aquilo me exitava muito, começamos a tirar nossas roupas sem sentir, eu estava só com minha tanguinha a merce daquele homem gostozo, jovem como eu, pele macia , nos jogamos na cama e fiquei por cima de claudio, beijando cada centimetro do corpo dele, adoro chupar um homem, mordiscava os peitos dele descendo pelo corpo chegando ate as coxas grossas do Claudio, o cacete dele ja estava saltando p fora da cueca, qdo comecei passar minha boquinha suavemente por tda extençaõ daquele pau lindo, era enorme grosso, o de meu marido, é taõ pequeninho q senti pena, eu fiquei por quase 20 minutos mamando aquele colosso, mordia devagar cospia, mamava, enterrava, sei como saciar um homem com uma chupada, Claudio urrava, dizia ser a melhor chupada q ja tinha levado, me chamava de putinha linda, dizia q eu ia ser comida como o corno de meu marido naõ tinha capacidade de comer, fiz ele gozar na minha boca, deixando sua porra escorrer pelos meus labios, fiquei acariciando aquele pau e em minutos ja estava duro e recomposto, com o pau babando de novo, fizemos um 69 ele me fez gozar umas 3 vezes, ai ele me deitou de bruços afastou minha bundinha e começou a pincelar a pica dele em minha bucetinha, me provocando, ate q enterrou com tudo em movimentos bruscos, puxando meus cabelos e batendo aquele corpo em meu bum bum, era demais, pedi p ele deitar e me sentei em cima daquela vara gigante, fui sentando aos poucos, ouvindo gemidos dele, pedia para chamar meu marido de corno, ele obedecia, transamos de tdas formas que se possa imaginar por quase 8 hs, nem eu me reconheci, pedimos uma pizza e voltamos p foda, nunca me senti daquele jeito e nem nunca imaginei q uma mulher pudesse ser possuida daquela forma, foram dois dias trancados naquele ap transando, mas tinha a hr de voltar a realidade, voltar para casa, nos despedimos.

                        Claudio deixou claro q queria me ver novamente, voltei p casa e fui recebida por marcelo q muito apaixonado me beijou e disse estar com muita saudade, fiquei decepcionada, e naõ resisti td aquilo e acabei confessando a ele q naõ o amava mais, ele me perguntou se tinha acontecido algo, eu acabei dizendo q sim e queria me separar, para minha surpreza marcelo começou a chorar disendo q naõ queria me perder, q suspeitava q um dia isso pudesse acontecer, pois ele admitia q naõ era homem suficiente para me saciar como femea, me espantei c aquilo, mas fiquei a pensar no q fazer, ele era um bom homem, cuidava de mim , por q naõ continuar com ele e ser saciada por Claudio quando estivesse carente, Ele aceitou, quem sou eu para rejeitar uma oferta dessas, ja fazem 2 anos q estou me encontrando com o Claudio e vivendo com meu mansinho submisso, muito bom,,rsssss

quarta-feira, 11 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

QUEM AMA TRAI?







Olá amigos leitores meu nome é Carlos. Os nomes foram trocados para proteger as identidades das pessoas envolvidas. Sei através da minha esposa que a protagonista desta estória, é leitora assídua de contos eróticos. Tenho certeza que a pessoa que viveu comigo essa aventura, ao ler este relato, vai se identificar com ele, e ficaria muito feliz em receber um comentário dela.

Tem coisas que acontecem na vida da gente que contando ninguém acredita. O fato que vou narrar a seguir é a mais pura verdade. Claro que em algum momento a imaginação fala mais alto para dar mais eloqüência a narração e tentar transmitir aos leitores um clima de mais erotismo e tesão.
Para muitos casais com mentes e relacionamentos abertos, é apenas mais uma aventura envolvendo sexo e prazer com outros parceiros, mas pra quem foi criada num regime mais rígido onde desde criança as mulheres da família foram educadas para fazer sexo só com a pessoa amada, uma aventura fora deste relacionamento, na cabeça de muitas delas pode ser um pecado mortal.
Começo este conto fazendo uma pergunta aos leitores. Quem ama trai?
Posso garantir aos leitores que em certos momentos, os sentimentos de ódio e vingança falam mais alto que o amor. Por tanto caro leitores, posso afirmar com conhecimento de causa, que, não existe mulheres nem homens totalmente fiéis a seus parceiros. O amor e o ódio andam lado a lado. Mesmo dizendo ser completamente apaixonada ou apaixonado pela pessoa amada, basta apenas uma leve desconfiança para o ódio sobrepor ao amor. Leiam até o fim e deixe seus comentários.
Estava quase uma semana fora de casa. As viagens a São Paulo e Rio se tornaram uma constante na minha vida, pois tenho vários clientes nesta região, e por uma questão de economia com transporte, sempre viajo com meu carro.
Resolvi pegar estrada naquela noite para tentar reorganizar meus pensamentos e refletir sobre minha vida. Os últimos anos de certa forma não foram tão bons como eram no início do meu casamento com Júlia. Apesar de ainda amá-la, sentia que nosso relacionamento estava indo de mal a pior, portanto precisava fazer alguma coisa para novamente reascender a chama que existia dentro de nós.
Tinha que arranjar mais tempo pra nós, pois a vida não se resume só em trabalho, mas como minha empresa como muitas outras, também está atravessando uma fase não muito favorável devido à recessão econômica que assola o País, tenho que correr atrás do prejuízo para tentar transformá-la em uma empresa mais sólida, daí sim, dedicar mais tempo à família.
Insisti muito para que Júlia trabalhasse comigo. Tenho uma empresa prestadora de Consultoria, mas como ela mesma diz: - Minha Avó lecionava, minha mãe foi professora, então está no sangue, não consigo me imaginar fazendo outra coisa, e ela é mesmo muito dedicada a sua profissão.
Júlia também vive cheia de trabalhos para corrigir, fica até altas horas preparando aulas, pois sua primeira aula tem início às 08h00 e a última às 21h45min, por tanto, sai cedo de casa e só volta após as 22h30min.
O serviço dela também não deixa sobrar muito tempo pra nós, pois as poucas horas de descanso são na parte da tarde, horário que estou na empresa ou viajando a negócio.
Após oito anos de convivência com Júlia, ela continua linda e sensual. Morena clara, olhos cor de mel, cabelos castanhos claros na altura dos ombros, coxas grossas, 1,65m 58 kg bem distribuídos, seios médios e firmes. Hoje mesmo com seus 29 anos, ela conseguiu manter o corpo de quando a conheci.
Júlia sempre foi uma mulher de um caráter incrível. Talvez por vir de uma família religiosa e ter tido uma boa educação, ela modelou sua conduta dentro dos preceitos morais, legais e éticos.
Talvez por isso, na nossa roda de amigos poucos se atrevem a elogiar suas formas físicas, mas, mesmo assim, muitas vezes flagro alguns amigos discretamente lançando olhares famintos em seu corpo, principalmente quando Júlia desfila por entre eles, com uma roupa mais justa ou uma saia mais curta, e entre eles o Paulo, meu melhor amigo.
Mesmo atravessando uma fase ruim no nosso casamento, nunca tive motivo pra desconfiar da sua fidelidade, na verdade nunca imaginei Júlia se entregando a outro homem, muito menos para Paulo, embora sabendo que uma mulher linda e inteligente como ela, deve ser muito assediada por alunos e professores na faculdade.
Paulo é casado com Adriana, uma loira lindíssima de corpo escultural, mais ou menos 1,70m, olhos verdes e uma cabeleira loira muito bem cuidada quase na cintura. Adriana além de ser muito bonita e sexy, também é dona de uma simpatia fora do comum. Resumindo, é quase impossível olhar para ela e não pensar em sexo, Adriana realmente é muito gostosa. Já perdi as contas de quantas punhetas bati pensando nela, mas comê-la, só mesmo na imaginação, pois nunca vi um casal tão apaixonados como Adriana e Paulo, na verdade, os tínhamos como exemplo.
Adriana é dois anos mais nova que Júlia. As duas fazem aniversários no mesmo mês, apenas dois dias de diferença, e por isso, quase todos os anos comemoramos os aniversários delas no mesmo dia.
A estrada estava com pouco movimento, e se tudo transcorresse normalmente chegaria a Curitiba antes das 09:00hs, descansaria um pouco e iria pro escritório na parte da tarde.
As 8: e55min entrei na rua de casa. Quando faltavam duas quadras para chegar, estranhei o carro do Paulo estacionado em frente de casa. Eu parado no sinal vermelho, vi quando minha esposa saiu de casa com um casaco no ombro, trancou o portão, entrou no carro do Paulo e seguiram em frente.
Confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha, pois há esta hora era pra Julia estar na faculdade dando aula. Tinha alguma coisa errada ali, então resolvi investigar.
Mesmo confiando na minha esposa não tive dúvidas, resolvi segui-los para ver aonde iriam.
Não dava para ver o que se passava no interior do carro a minha frente, pois os vidros eram cobertos por uma película muito escura.
Eles nem desconfiavam que a poucos metros atrás eu os seguisse, pois pra minha esposa eu ainda estaria em São Paulo.
Na saída do nosso bairro, o carro do Paulo entrou numa rodovia e foi em frente. Minha desconfiança aumentou, pois o caminho que percorriam não tinha nada a ver com a faculdade onde Julia lecionava e nem onde ficava a imobiliária do Paulo, muito menos com a residência dele.
Um pouco mais adiante sinalizaram que iam virar a direita, então pra não me notarem diminuí a velocidade e meu coração quase veio parar na minha boca quando vi o carro a minha frente se dirigindo para a entrada de um motel.
Num impulso peguei meu celular e filmei a entrada deles.
Fiquei sem saber o que fazer. Não sabia se entrava e acabava com a farra deles, se ficava ali esperando para dar o flagrante quando saíssem, fiquei mais injuriado ainda, em pensar que há pouco tempo tinha levado Julia naquele mesmo motel onde passamos momentos maravilhosos juntos.
Como estava perto da casa do Paulo e eles com certeza iriam demorar ali, decidi ir a casa dele, pegar a Adriana pra juntos desmascararmos aqueles dois filhos das putas na saída do motel.
Chegando à casa do Paulo, como o portão da rua estava destrancado, entrei e comecei esmurrar a porta gritando por Adriana.
Adriana levantou as pressas assustada e veio me atender. Quando abriu a porta eu fui logo entrando e dizendo:
- Sabe onde seu marido e minha esposa estão neste exato momento?
Antes que ela respondesse Disse:
- Paulo e Júlia estão neste momento num motel fodendo e rindo de nós na maior cara de pau.
Contei a Adriana como descobri que eles estavam no motel, então ela me perguntou: - Você tem certeza do que está falando? - Não pode estar enganado?
Peguei meu celular e mostrei o filme deles entrando no motel.
Adriana passou várias vezes, e para confirmar pegou um documento para checar o número da placa do carro do Paulo, e devido às evidências não teve mais dúvidas.
Os olhos de Adriana se encheram d’água. Ela me abraçou e disse:
- Como eles podem fazer isso com a gente? - A Julia é, ou melhor, “era” minha melhor amiga, e o safado do Paulo também diz que tem você como seu melhor amigo. É muita safadeza e falta de consideração por parte daqueles dois canalhas.
Adriana agora chorava copiosamente sabendo que seu marido estava transando com sua melhor amiga.
Adriana ainda chorando largou se de mim e foi até a cozinha tomar um copo de água com açúcar para se acalmar, só então percebi que ela estava vestida apenas com uma camisola branca de seda transparente que não escondia nada do seu corpo, e como ela estava sem calcinha, podia dizer que estava completamente sem roupa.
Devido ao escândalo que fiz para chamá-la, ela se vestiu as pressas e nem notou que estava quase nua na minha frente.
Vendo aquela gata de parar o trânsito com seios grandes bem rígidos, com uma bundinha perfeita, com a bucetinha toda depilada do jeito que eu gosto, totalmente desprotegida, com a alta estima baixa, um pensamento invadiu minha cabeça. Já que Paulo naquela hora estava transando com minha esposa, porque pelo menos não tentar foder a dele também?
Meu pau logo reagiu e já estava me machucando por dentro da calça, Adriana se virou pra mim bem na hora que estava tentando ajeitá-lo, e não teve como disfarçar o volume que fazia na minha calça social. Só então ela percebeu que estava com o corpo completamente exposto ao meu olhar guloso.
Adriana na hora ficou com o rosto vermelho e me pediu desculpas dizendo que levantou apresada e nem percebeu seus trajes tão ousados.
Disse a ela para não se preocupar com isso, pois tínhamos coisas mais sérias para resolver.
Quando Adriana se virou para por o copo sobre a pia da cozinha me aproximei dela por trás, empalmei seus dois seios e encoxei-a esfregando meu pau naquela bundinha deliciosa.
Adriana disse: - Carlos, você está louco? Tentando se desvencilhar.
- Louco por quê? Não é isso que Paulo e Júlia estão fazendo neste momento? Nada mais justo pagar na mesma moeda.
Adriana disse: - Mas assim estamos nos rebaixando ao nível deles.
A voz dela saía meio embargada quase um choro.
Eu continuava prensando Adriana contra a pia, agora beijando seu pescocinho e sussurando em seu ouvido pedindo pra ela relaxar e deixar fluir, pois só estávamos devolvendo o que Paulo e Júlia estavam nos dando.
Tirei uma das mãos do seu seio e desci pelo seu corpo até chegar à sua bucetinha apetitosa que agora pedia para ser devorada.
Quando enfiei o dedo no interior da sua grutinha, percebi que estava completamente alagada, não só pelo tesão que teimava em esconder, mas também porque Paulo com certeza tinha comido aquela bucetinha antes de sair de casa.
Pensei comigo, que filho da puta, acabou de comer a mulher dele e vai pegar a minha? Confesso que invejei o fôlego do desgraçado do Paulo.
Conforme enfiava os dedos na bucetinha da Adriana e ia brincando com seu grelinho, a porra que estava dentro dela escorria por suas pernas longas e loiras inebriando a cozinha com um cheiro forte de sexo.
Abri o zíper da minha calça, botei meu pau pra fora e quando posicionei a cabeça na bucetinha da Adriana, ela percebeu que aquele caminho não tinha mais volta, então ela deu uma relaxada e se curvou sobre a pia deixando aquela delícia ao meu bel prazer.
Senti um suspiro profundo que saiu do fundo da sua alma quando meu pau penetrou sem muita resistência, mas preenchendo completamente até o fundo daquela gruta que segundo ela, só tinha sido explorada por seu marido até aquele momento.

Adriana aos poucos foi se soltando e gemia cada vez que sentia meu pau forçando seu útero.
Ela começou a rebolar no meu pau e eu fodia por trás sua bucetinha num ritmo alucinante, e quando senti seu corpo tremer anunciando que estava gozando, não agüentei e despejei uma quantidade enorme de porra na sua bucetinha. Era tanta porra junta que escorria abundantemente por suas pernas.
Após termos gozados, Adriana ainda com os olhos vermelhos e relutando em esconder um choro que teimava em sair da sua garganta, se desvencilhou de mim evitando olhar nos meus olhos e foi para o banheiro de cabeça baixa, não sei se arrependida por ter se entregado a mim ou pelo fato de estar sendo enganada por seu marido e sua melhor amiga.
Dei um tempo e fui até o banheiro, e pra minha surpresa a porta estava aberta. Entrei e Adriana ainda estava no banho.
Meu pau novamente deu sinal de vida vendo aquela gostosa se esfregando sob o chuveiro. Tirei minha roupa, e quando fui entrar no Box Adriana já estava de saída, e pela primeira vez ela me viu nu na sua frente.
Percebi um olhar de aprovação, pois seus olhos fixaram em meu pau por alguns segundos, talvez analisando o intruso que tinha invadido suas entranhas há poucos minutos.
- Me desculpe Adriana, mas também preciso de um banho disse.
Tentei abraçá-la e levá-la pro Box novamente ela se esquivou, mas percebi que estava bem mais calma.
Enquanto estava no chuveiro Adriana ficou se secando, e ainda com a voz meio embargada perguntou:
- E agora, o que vamos fazer?
- Minha primeira idéia foi de pegar você e juntos darmos o flagrante neles na saída do motel, mas agora não sei mais se vale apena.
- Vale apena sim, disse Adriana.
- Também gostaria de ver as caras de pau daqueles dois sendo desmascarados.
- É uma ótima idéia, mas antes de irmos quero fazer algumas coisas que está na minha cabeça disse Adriana.
Fiquei curioso pra saber o que se passava na cabeça da Adriana e meu pau nada de amolecer, pelo contrário, estava cada vez mais duro pensando no que ela acabava de me dizer.
Mais ou menos já imaginava o que era, pois agora bem mais calma, ainda continuava nua no banheiro passando creme pelo corpo na maior naturalidade.
Terminei meu banho e saí.
Adriana totalmente nua e cheirosíssima aguardava-me do lado de fora do Box.
Quando viu meu estado de excitação deixou escapar um – ‘Nossa como está grande’!
Confesso que minha alta estima ficou elevada com o comentário da Adriana.
No banho após o futebol já tinha visto o pau do Paulo. Era um pouco menor que o meu e bem mais fino, talvez por isso o espanto dela.
Sequei-me e perguntei a Adriana:
- Posso saber o que está se passando por essa cabecinha linda?
Sem me responder, Adriana pegou na minha mão e foi me levando por sua casa, abriu a porta do seu quarto e me puxou pra dentro.
A sua cama ainda estava toda desarrumada e por estar com as janelas fechadas, ainda exalava um cheiro forte de sexo naquele ambiente.
Confesso que fiquei ainda mais louco de tesão com aquela situação. Já não estava nem aí que Paulo e Júlia estavam trepando no motel, que fossem as favas aqueles dois.
Não sei, e também nem perguntei o porquê Adriana trancou a porta do quarto sendo que estávamos a sós na sua casa, vai saber o que se passa na cabeça de uma mulher traída.
Delicadamente Adriana me abraçou colando seus peitões no meu corpo e disse:
- Agora vamos dar o troco naqueles dois.
- Quero que você me possua na mesma cama que aquele filho da puta do meu marido me fodeu pouco antes de ir pro trabalho dizendo que eu era a única mulher da vida dele.
- Posso até me arrepender depois, mas, agora quero devolver um par de chifres bem grande na cabeça daquele canalha e na puta da sua mulher.
Adriana foi me forçando para que deitasse de costa em sua cama. Senti que em algum lugar a cama ainda estava molhada de porra que escorreu da sua bucetinha resultado da foda com Paulo ainda há pouco.
Adriana se agasalhou no meio das minhas pernas e quase fui às nuvens quando senti sua boquinha tentando engolir o meu cacete enquanto sua língua serpenteava na cabeça do meu pau.
Ela chupava maravilhosamente bem.
Como não conseguia engolir completamente meu pau, enfiava a cabeça na boca e com uma mão batia uma punheta enquanto que com a outra mão brincava com meus testículos.
Adoro quando uma mulher faz isso comigo.
Meu corpo retesava e eu gemia de tesão enquanto Adriana me levava ao paraíso com sua boca maravilhosa.
Disse a ela que estava quase gozando. Pensei que ela fosse parar, mas, pelo contrário aumentou a intensidade da chupada e em pouco tempo enchi sua boquinha de porra.
Mesmo ela tentando engolir tudo, a terceira golfada a surpreendeu e molhou seu rosto lindo e loiro. Adriana só parou de chupar quando percebeu que meu pau estava limpinho.
Para retribuir, enquanto me recuperava daquela gozada deliciosa na boca da Adriana, deitei-a de costa e comecei mordendo seu pescocinho.
Suavemente, enfiava minha língua na sua orelha, voltava pro seu pescocinho, chupava e voltava para sua orelhinha dando leves mordidinhas.
Adriana com seus braços me apertava forte contra seu corpo suspirando e gemendo baixinho em meus ouvidos.
Desci mais, abocanhei e mordia levemente os biquinhos dos seus seios que estavam rígidos demonstrando toda a excitação que estava sentindo com minhas carícias.
Dei mais um pouco de atenção àqueles seios maravilhosos motivo de tantas punhetas, e passeei com minha boca por sua barriguinha linda e sarada até chegar ao seu umbiguinho. Enfiei minha língua, e brinquei um pouco explorando aquela região.
Adriana gemia baixinho dizendo para não parar. Seu corpo trêmulo, errepiado e têso, serpenteavam naquela cama respondendo a cada toque, a cada carícia que recebia.
Quando cheguei à sua bucetinha, percebi que estava completamente alagada demonstrando toda a volúpia daquela foda que prometia ser indiscutivelmente a melhor da minha vida até o momento.
Quando mordi seu grelinho e enfiei minha língua naquela grutinha alagada, senti na minha boca o gosto e o cheiro de uma verdadeira fêmea no cio.
Adriana arfava, e a cada gozo, com sofreguidão esfregava sua buceta na minha cara que às vezes até tinha dificuldade em respirar, mas eu agüentava firme a investida daquela Deusa sugando e bebendo todo o néctar que saía daquela fonte de prazer tentando proporcionar o máximo de prazer àquela mulher deliciosa sedenta por sexo e vingança.
Adriana me implorava para foder sua buceta.
- Por favor, me fode, não agüento mais.
- Quero seu cacete na minha buceta.
Subi por cima dela e encaixei meu pau na entrada da sua bucetinha. Adriana abriu mais suas pernas levantando o joelho, abraçou-me e me puxou com tudo de encontro a seu corpo fazendo meu pau desaparecer de vez dentro da sua buceta.
Adriana mexia como uma alucinada enquanto metia com certa violência na sua bucetinha. Virei Adriana e fodia com vontade sua buceta de ladinho.

Após certo tempo metendo nela nesta posição, ela levantou-se, me deitou de costa e se ajeitou em cima de mim, direcionou meu pau na entrada da sua buceta, se agachou fazendo-o sumir dentro daquela xana gulosa.
Era delicioso ver meu pau entrando e saindo de dentro daquela loira deliciosa. Perdi as contas de quantas vezes Adriana já tinha gozado com meu pau atolado na sua buceta.
Agradeci a Deus por ter gozado antes na boquinha dela, pois demoro pra gozar novamente, ainda bem, pois assim poderia dar mais prazer a ela.
Senti que Adriana estava gozando novamente, pois gritava como louca. Seu corpo começou a tremer e ela arriou de vez sobre mim dizendo:
- Ai que tesão - Que loucura, estou exausta.
Para dar um tempo pra ela se recuperar, empurrei carinhosamente sua cabeça de encontro ao meu pau e ela entendeu perfeitamente o que queria, então abocanhou com gosto meu cacete me brindando com mais uma chupada maravilhosa.
Quando estava em ponto de bala novamente, botei Adriana de quatro na cama, dei uma lambida na sua buceta totalmente alagada e meti forte meu pau naquela bucetinha que agora o recebia com certa facilidade.
Nesta posição eu entrava fundo em Adriana, pois sentia meu pau empurrando seu útero quando forçava.
Adriana rebolava e jogava seu corpo de encontro ao meu como uma puta desvairada.
Quando salivei a entrada do seu cuzinho e enfiei um dedo dentro, achei que ela ia recuar, mas parece que estava gostando, então, logo estava com dois dedos atolados naquele cuzinho alargando-o para poder receber meu cacete.
Quando tirei meu pau da bucetinha da Adriana e coloquei na entrada do seu cuzinho, ela olhou pra mim e disse:
- Por favor, vá com calma, eu tenho dificuldades para agüentar o pau do Paulo que é bem menor e mais fino que o seu.
Falei para ela não se preocupar que pararia se sentisse dor.
Forcei a entrada e Adriana reclamou que estava doendo. Perguntei se queria que parasse, ela respondeu que não, só para ter um pouco de paciência.
Quando senti que Adriana estava um pouco mais relaxada forcei a entrada e quando passou a cabeça, ela deu um grito e pediu para parar um pouco.
Senti que Adriana estava sofrendo para receber meu pau no seu cuzinho. Pensei que ela fosse desistir mais pra minha surpresa ela foi rebolando lentamente sua bundinha e aos poucos meu pau foi se agasalhando naquele canal apertadinho até sentir que meus bagos encostaram-se na sua bunda.
Comecei um vai e vem meio tímido, mas Adriana pediu para esperar um pouco mais para se acostumar com o novo invasor.
Aos poucos ela foi se soltando e começava um rebolado cadenciado delicioso, pois sentia meu pau alargando aquele cuzinho apertadinho pouco explorado. Adriana me confidenciou que poucas vezes tinha dado o cu pro seu marido.
Após ter acostumado com meu pau no seu cuzinho, Adriana já recebia sem reclamar as estocadas fortes e profundas no seu rabinho.
Aos poucos fui aumentando o ritmo e Adriana gritava:
- Fode meu cu, fode!!
- A cadela da sua mulher não tá dando o cú pro meu marido?
- Pois come o meu também!
- Puta por puta eu sou mais eu.
O barulho de nossos corpos se encontrando devido à fúria que devorávamos um ao outro, podia se ouvir de longe, mas não estávamos nem aí, naquele momento só estava querendo satisfazer a mim e aquela fêmea maravilhosa que estava dando e recebendo prazer de forma selvagem, mas, ao mesmo tempo com carinho e respeito mútuo.
Falei pra Adriana que ia gozar então ela me disse:
- Goza no meu cu, goza filho da puta!
- Fode o cu da sua puta, fode!
- Quero sentir sua porra dentro do meu cuzinho, - Enche meu cu de porra, enche! - Aaiiii!! Que delícia!!!
Vendo aquela loira maravilhosa com meu pau atolado na sua bundinha rebolando e gritando para
Encher seu cu de porra grudei na sua cintura e atolei meu pau com toda força inundando seu intestino de porra.
Pra falar a verdade, não sei se Adriana conseguiu gozar com meu pau no seu cuzinho, mas pra me satisfazer ela agüentou firme até o final tentando retribuir o prazer que conforme ela tinha lhe proporcionado.
Após termos gozados, estávamos exaustos. Fiquei por cima da Adriana com meu pau ainda atolado no seu cuzinho por um tempo, só tirei quando amoleceu completamente.
Após termos tomado um banho, por insistência da Adriana, iríamos até o motel.
Pra falar a verdade quando estava fodendo Adriana eu nem estava pensando em Julia e Paulo, mas vai entender as mulheres.
Na realidade eu já estava satisfeito em ter dado o troco na minha mulher. Não pensava em terminar com meu casamento, pois apesar de tudo eu a amava. Se ela estava procurando prazer com outro homem, eu também tinha uma grande parcela de culpa.
Falei isso pra Adriana e ela prontamente me respondeu:
- Quem ama não trai, Paulo tem tudo o que precisa em casa, se para ele não está bom, ele que vá pro inferno. - Pra mim está tudo acabado.
Tentei tirar da cabeça dela, mas Adriana estava irredutível.
Atrasei Adriana o máximo que pude. Estava torcendo para que não encontrássemos Júlia e Paulo no motel.
Quando chegamos até o carro, dei a partida para sair, Adriana pediu para esperar, pois tinha esquecido o celular em casa.
Enquanto Adriana trancava a porta da sua casa, pelo retrovisor vi o carro do Paulo dobrando a esquina e estacionando atrás do meu carro. Confesso que fiquei sem ação.
Adriana quando viu o carro do seu marido parando na frente da sua casa, correu para o portão com olhar fumegante.
Pensei comigo, agora o bicho vai pegar, um escândalo será inevitável e com certeza será o fim de dois casamentos.
Mas o destino nos prega cada peça que às vezes contando não dá para acreditar.
Derrepente a porta do carro se abre e do lado do motorista sai todo sorridente Bruno, irmão do Paulo.
Pensei comigo, filho da puta, então é você que tá pegando minha mulher? E antes de qualquer reação minha, sai do carro também Lia irmã mais nova da Júlia dizendo:
- Você não estava viajando cunhadinho?
- O que está fazendo aqui com a Adriana? Minha irmã vai ficar sabendo hein!
Hei! Meu irmão também, disse Bruno em tom de brincadeira e os dois caíram na gargalhada.
Disse a eles que estava passando na rua vi Adriana, e parei para cumprimentá-la. (Pensei comigo e que Cumprimento)
Adriana olhou pra mim com um olhar de interrogação e eu a olhei com uma expressão de quem não estava entendendo nada.
Não sei se Bruno e Lia perceberam alguma coisa estranha entre Eu e Adriana, se perceberam fizeram que não notaram.
Bruno me abraçou e perguntou se tinha feito boa viagem. Lia me deu um abraço efusivo, me beijou no rosto dizendo que estava com saudades.
Adriana e Eu continuamos calados sem entendermos nada.
Após Lia cumprimentar Adriana, nos disse que estava de férias e como eu estava viajando, veio passar uns dias com Júlia e matar a saudade do seu namorado o Bruno.
Só aí que as coisas começaram a ficarem claras, pois Lia namorava Bruno a mais de dois anos, e Bruno era sócio do Paulo na imobiliária.
Lia é dois anos mais nova que Júlia e as duas são parecidíssimas, além do mais, usam o mesmo corte e cor de cabelo. De longe não tinha como perceber que quem entrava no carro do Paulo era Lia e não Júlia.
Lia nos disse que Júlia tinha ligado pra levar um agasalho de frio pra ela na faculdade, pois na pressa tinha esquecido em casa.
Realmente o dia estava bem frio em Curitiba, coisa normal aqui no sul. Então Lia ligou pro Bruno e como ele tinha que ver alguns imóveis na região e seu carro estava na revisão, pegou o carro do Paulo, passou em casa e pegou Lia. “Foi a cena que tinha visto quando chegava em casa”. Só que antes de entregar a blusa pra Júlia, Lia e Bruno resolveram dar uma escapadinha no caminho. Perguntei o porquê não ficaram em casa e Lia respondeu sorrindo:
- Por respeito a minha irmã e meu cunhadinho do coração. Não é amor? Disse Lia com um sorriso malicioso olhando pra Bruno que confirmou com um sorrisinho de cumplicidade e disse:
- Adriana, o Paulo pediu pra você pegar uns documentos que estão na estante da sala, pois vai precisar deles hoje.
Tanto Adriana com eu, estávamos completamente aturdidos com o desenrolar da estória.
Adriana pegou os documentos e entregou a Bruno.
Eles se despediram sempre sorridentes, entraram no carro e saíram.
Adriana com os olhos vermelhos começando a chorar novamente olhou pra mim e disse:
- Meu Deus, o que foi que nós fizemos?
Disse a Adriana que não tínhamos culpas, que tínhamos sido traídos pelo destino.
E disse também que se dependesse de mim, o que aconteceu ia ficar só entre nós, pois não queria acabar com meu casamento, ainda agora sabendo que Júlia e Paulo estavam inocentemente nesta estória.
Adriana estava inconformada. Tentei abraçá-la para confortá-la, mas ela carinhosamente me empurrou e disse que queria ficar sozinha para tentar reorganizar suas idéias.
Tentei argumentar, mais não tinha muito que falar naquele momento.
Confesso que adorei a peça que o destino nos pregou, pois sexo com Adriana não passava de uma mera fantasia na minha cabeça.
Sei que será muito difícil pra Adriana aceitar o que aconteceu entre nós. Tomara que ela saiba lidar com isso. Espero que tenha sido tão bom pra ela, tanto quanto foi bom pra mim.
As coisas entre Júlia e Eu melhoraram muito depois do acontecido.
Adriana também não contou ao Paulo sobre nossa aventura. Numa conversa com Júlia certo dia, ela disse estranhar o fato do desaparecimento de Adriana e Paulo de nossa casa.
Tenho certeza que Adriana só esta dando um tempo pra si mesmo para acostumar com a idéia de que um dia em sua própria casa, ela foi uma puta devassa realizando os seus desejos mais obscuros se entregando de todas as formas a outro homem na sua cama logo após ter feito amor com seu marido.
Amigos leitores se gostaram do conto, deixe seus comentários e responda com sinceridade.
 



Quem ama Trai?
Aventura.ctba@ig.com.br

sexta-feira, 30 de março de 2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

Comendo a cunhada no sitio





                     

 Ultimo fim-de-semana de Agosto de 2005, fui convidado pelo meu cunhado (irmão da minha mulher) para ir passar o domingo a sua casa com a minha esposa e a minha filha.
 

                             Chegados lá por volta das 10h, e como estava muito calor, ele já estava na piscina que se situa na parte de tras casa. Entrei em casa com a minha mulher e a minha filha de 8 anos, fomos recebidos por a minha cunhada Paula, que estava como sempre muito gostosa e linda (cerca de 1,65Cm, loira, corpinho de boneca e tinha vestido a parte de cima do biquíni e por baixo uma saída de praia)
 

                               Ela disse-nos para entrar-mos e ficarmos à vontade, pois o seu marido estava na piscina e já nos esperava. Fui até à piscina e o meu cunhado logo me disse para eu vestir uns calções de banho dele e entrar na água, assim o fiz, fui ao quarto deles onde já estavam em cima da cama os referidos calções e entrei na piscina.
Estivemos cerca de 1hora só nos dois bebendo uns martinis e conversando sobre vários assuntos.
 

                               As mulheres estavam na cozinha cuidando do almoço, saímos da água e fomos em direção à churrasqueira para preparar o fogo para o churrasco. De repente a minha cunhada, chamou o meu cunhado e disse-lhe que ele tinha que ir ao super mercado comprar carne de frango, pois ela tinha esquecido que a minha mulher não comia carnes vermelhas.
 

                               Ele então foi às compras e com ele a sua irmã (minha mulher) e a minha filha, pois ela é muito agarrada à mãe, ficando só eu e a minha cunhada. Mal eles saíram e eu fui à cozinha perguntar à Paula se queria ajuda com alguma coisa, pois o fogo do churrasco já estava praticamente pronto. Quando entrei na cozinha, já a Paula estava sem a saída de praia que tapava aquele rabinho gostoso, estando só de biquíni.
 

                               Olhei e disse-lhe se queria ajuda, ela logo respondeu que estava tudo pronto e que ia dar um mergulho e perguntou-me se eu queria acompanha-la. Claro que sim respondi eu, já a pensar que a comia toda na hora se ela deixasse, pois já estava com uma tesão …Entramos na piscina e começamos a brincar, eu pegava nela e mandava-a pró lado, dando ela grandes chapas na água e ela fugindo….Ela reparou que eu estava de pau duro e derrepente perguntou-me com ar malicioso se a minha mulher não comia todos os tipos de carne….
 

                                Eu vi logo a sua intenção e disse-lhe que dava de comer à minha mulher várias vezes ao dia ao que ela respondeu que já tinha reparado no volume que estava por debaixo do calção.Eu agarrei-a e beijei-a na boca, ela correspondeu-me e disse-me: “cunhadinho há muito tempo que te desejo, mas ainda não tinha tido coragem para isto”
 

                               Fomos para uma espreguiçadeira que estava junto da piscina, e continuámos nos tocando e beijando loucamente, eu devagar deslizo a minha mão pela perna dela e apalpo-lhe a bucetinha, vendo que ela respirava ofegantemente, tirei meu pau para fora e ela começou de imediato a massajea-lo; abaixou-se e passou a sua língua pela cabeça, eu fui às estrelas e depois começou um boquete muito gostoso.
 

                             Perguntei-lhe se não ia haver problema, pois eles podiam chegar a qualquer momento, ao que ela respondeu que o meu cunhado  não tinha levado a chaves de casa e por isso teria que tocar à campainha. Pensei comigo que safada.
 

                            Virei e mandei-a abrir as pernas, baixei-me e chupei aquele grelo, passados poucos minutos tive resposta ao meu ato, pois ela estava gozando. Nao resistiu minha lingua e meus dedos.
 
                            Sentei-me na espreguiçadeira e ela encaixou em cima de mim, senti o meu caralho  entrar devagar, depois, subitamente meti por completo, ela deu um gemido e disse não pare, continuei a dar varias estocadas, que parecia que  ia fura-la, tamanho o meu tesão. Ela entao começa a rebolar e eu nao aguento tiro meu pau dela e começo a gozar e a porra vai escorrendo pelas suas pernas.

                           Ficamos parados trocando carícias, até que tocou a campainha.
 

                          Eram eles que tinham chegado, fui correndo para dentro da piscina para que eles não se percebessem e ela vestiu a parte de baixo do biquíni e foi abrir a porta.
 

                         O meu cunhado perguntou-lhe o porquê dela estar com o rosto tão vermelha e ela respondeu que era do calor que estava dentro da cozinha.
 

                        Espero que tenham gostado deste conto e asseguro que foi bem real, apenas o nome da minha cunhada que é fictício.
 

                        Podem deixar comentários…… e bons CONTOS………

Viajem a trabalho com a secretaria do chefe







Em Dezembro de 2009 fui contratado por uma empresa para palestrar sobre alguns temas como Segurança do trabalho, meio ambiente entre outros, mas nesta empresa já haviam outros palestrantes renomados e eu soube que um deles faria uma viagem a Natal para um congresso de três dias, fiquei pensando que um dia pudesse fazer uma dessas também. E foi aí que o destino sorriu pra mim, pois este palestrante ficou doente e não poderia viajar, como os outros palestrantes estavam compromissados só restou eu. Não tendo outra alternativa meu chefe me fez várias recomendações, e para que eu não me perdesse na burocracia, ele mandaria sua secretária comigo.

Pensei comigo, “acertei na mega”, mesmo sabendo que nada aconteceria entre nós via que minha moral estaria em alta por lá e que isto poderia resultar em algo de muito bom pra mim, pois Lú ( como aqui vou chamá-la ) é simplesmente estonteante, morena clara, 29anos cabelos negros pouco abaixo dos ombros, 1,79 de altura, em seus aproximadamente 65kg, seios firmes cinturinha fina, e um bumbum médio para nosso padrão nacional, um espetáculo!

Tomamos o avião no aeroporto e fomos ao nosso primeiro dia de congresso, Lú sempre muito séria, mas sempre simpática. Todos reparavam na morenaça que me acompanhava, eu era o rei da cocada preta. No final do primeiro dia, fomos para o hotel e cada um em seu quarto (infelizmente) eu estava exausto, tomei uma ducha e quando pensava em descansar um pouco para tentar a sorte na noite, toca o interfone, era Lú me chamando em seu quarto, fui até lá e ela foi me dando dicas e recomendações para o dia seguinte, terminadas as recomendações disse a ela que iria tomar alguma coisa lá no bar do hotel e a convidei por educação, para minha surpresa ela aceitou e foi tomar um banho e se trocar fiquei aguardando em seu quarto mesmo vendo as instruções para o próximo dia de palestras, mas aí comecei a fuçar em outras pastas de seu note book e achei uma em que ela guardava fotos de biquíni, seu corpo era realmente de tirar o fôlego, imediatamente enviei as fotos para meu e-mail. Quando ela saiu do banho estava trajando uma blusinha tomara que caia, com uma saia pouco acima do joelho, porém bem justa, que marcava tudo aquilo que eu acabara de ver em fotos.

Saímos e começamos a beber, a mulher parecia uma esponja de tanto que bebia, quando começamos a entrar em assuntos mais calientes, onde ela me confessou nunca ter tido um orgasmo. Então eu disse a ela que provavelmente era por causa da sua beleza que não permitia que os homens contivessem por muito tempo, e o assunto foi por aí a fora. Até que ela me convidou para irmos a uma boate ali perto para dançarmos, aceitei de pronto e mal entramos ela já colou em mim e começamos a dançar. Sempre que saio assim com uma mulher me contenho na bebida para estar o mais sóbrio possível para não perder oportunidades, neste dia não foi diferente. Ao dançarmos fiz com que meu corpo colasse ao máximo no seu e dançamos muito gostoso até que ela me deu uma mordiscada no pescoço, aí já era, retribuí o carinho até chegar em sua boca e nos beijamos ardentemente e começou aquela esfregação até ela chegar em meu ouvido e balbuciar: QUERO IR EMBORA! . Peguei em sua mão e a conduzi ao hotel que ficava ao lado da boate. Quando chegamos no corredor dos quartos eu disse: NO SEU QUARTO OU NO MEU? Ao que ela respondeu:
NO MEU! QUERO TUDO NO MEU! TUDO! Nunca imaginei aquela secretária séria dizendo aquilo e daquela forma com a maior cara de puta que eu já havia visto. 

                     Entramos em seu quarto já nos agarrando e amassando eu rasguei sua saia que estava me dificultando as coisas, joguei longe sua blusinha, rasguei também sua calcinha, arranquei minha roupa com fúria e fui pra cima dela, beijei-a mais uma vez ardentemente e com muito desejo, fui descendo pelo pescoço, ombros, seios, mamei como um bezerrinho faminto que estava, com uma das mãos continuei a apalpar seus seios e continuei minha viajem até seu ventre onde ela tinha espasmos de prazer, aí me lembrei que ela havia dito que nunca tinha gozado, resolvi caprichar mais ainda, fui sondando sua vulva com minha língua deixando que o calor da minha respiração esquentasse ainda mais seu sexo, quando ela começou a pedir: ME CHUPA SEU PUTO, ME CHUPA, NÃO ESTOU AGUENTANDO DE TESÃO, ME CHUPAAA! 

                   Deixei ela de castigo ainda mais alguns instantes e quando minha língua tocou em sua bucetinha linda, ela se contorceu toda, tive que segurá-la com muita força para ela não escapar, parecia que estávamos brigando, quando senti que sua bucetinha estava piscando, pulei pra cima dela e enfiei tudo de uma vez, ela quase teve um troço (adoro surpreender as mulheres nestas horas) cravou as unhas em minhas costas e eu já fui direto com movimentos acelerados, sem dó, eis que tive a visão mais linda do mundo, aquela musa embaixo de mim me segurando pela cintura virando os olhinhos  entao fico com meu dedo esfregando seu clitoris enquanto nao paro com o vai e vem cada vez mais rapido e sento seus espasmos e sua pele ficou toda arrepiada e ela foi desfalecendo até desmaiar com um tenso sorriso nos lábios, sim ela desmaiou. 

                      Fui cadenciando meus movimentos e fiquei abraçado a ela por um tempo, eu ainda não tinha gozado, mas aquele era o seu primeiro orgasmo, então deixei ela curtir seu sonho acordada em sono. Tirei meu pau e bati uma punheta olhando para aquele bucetao e aqueles seios lindos  e gozei na sua barriga. Abracei-a e adormeci (depois de algum tempo). Acordei ouvindo o som de uma linda mulher tomando banho fui até a porta do banheiro: BOM DIA! Ela me olhou deu um sorriso lindo: BOM DIA! QUER TOMAR BANHO? Lembrei dos compromissos: SE EU ENTRAR AÍ AGENTE PERDE O DIA DE TRABALHO! Ela disse: É VERDADE, É MELHOR AGENTE DEIXAR PRA CONTINUAR A “CONVERSA” DE ONTEM DEPOIS DO EXPEDIENTE!

Voltei para meu quarto tomei um banho de água fria, e fomos ao segundo dia de palestras, mas na parava de pensar em como seria nossa segunda noite, agora sem frescuras, direto aos nossos quartos.

quarta-feira, 21 de março de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

sábado, 17 de março de 2012

Marido ausente no carnaval


                                              Há algum tempo venho tentando relatar um história que modificou toda a minha vida. hoje tenho 34 anos, mas o que vou contar ocorreu quando eu tinha 23 anos. casei nova, logo depois de formada, em janeiro de 1993, após 8 anos de namoro. entretanto, devido ao novo trabalho do meu marido, que sempre exigia constantes e longas viagens, tive pouco tempo de lua de mel, ou seja, apenas 1 semana. logo depois disso, ele apenas visitou nossa casa apenas em um final de semana, quando eu pude matar o meu desejo sexual reprimido desde o casamento. achei que casando poderia ter uma via sexual mais tranquila, sem precisar ficar fazendo sexo nos motéis nos finais de semana e poderia me prevenir sem ter que ficar preocupada com eventuais atrasos menstruais. ele na verdade havia sido meu único homem, pois comecei a namorá-lo aos 14 anos. depois desse final de semana, fiquei esperando meu marido para o carnaval, quando então iríamos viajar. mas, na semana antes do carnaval ele me ligou dizendo que teríamos que cancelar a nossa viagem, pois ele teria que trabalhar durante todo o carnaval. aquilo me revoltou muito, pois ele estava trabalhando em recife e eu sabia que ele queria ficar por lá mais por causa do carnaval do que trabalho.

                                   Desde os tempos de solteiro ele demonstrava interesse em passar um carnaval no nordeste, mas como eu nunca deixei, acredito que ele tenha aproveitado a viagem para isso. aquilo me revoltou muito, pois além de ficar sem sexo e achar que eu estava sendo corneada, nem viajar mais eu iria. no sábado a noite, meus pais, percebendo que eu estava sozinha em casa, insistiram para que eu fosse com eles em um baile de carnaval em um clube próximo de casa. relutei, pois achei que não deveria ir sem meu marido. mas ao mesmo tempo, lembrei que ele já havia ligado naquela noite e que com certeza havia ligado cedo porque teria uma noite daquelas. esse pensamento me fez com que eu aceitasse o convite de meus pais. rapidamente me troquei, vestindo uma mini-saia e uma blusa top bem discreta e fui para o baile com meus pais. lá chagando ficamos em uma mesa próxima a pista do salão. Com o calor insuportável ficava difícil não aceitar as cervejas que meu pai e minha mãe pediam a mesa, afinal estava com eles e não havia mal nenhum em beber com eles. Recebia muitos gracejos de outros rapazes na mesa em que eu estava, pois apesar de não ser uma “top model”, todos me acham muito bonita (1,67m, 55kg, cabelos pretos longos, olhos pretos, seios médios e 11 anos mais nova do que hoje), mas mantinha a discrição de uma mulher casada. após algum tempo na mesa, algumas amigas solteiras me encontraram e começamos a conversar sobre amenidades, até que certo ponto elas quiseram dar uma volta pelo salão.

                                        Como vi que meus pais não se opuseram, sai da mesa junto com elas. na volta que começamos a dar pelo salão e eu minhas amigas, assim como todas as mulheres do baile, começamos a ser bolinadas, apalpadas, encoxadas, agarradas e não sei mais o que. não sei se por causa do efeito do álcool ou revoltada com meu marido, ao invés de rejeitar aquela prática inofensiva, na verdade passei a gostar e ficar excitada. assim, resolvi entrar para pular carnaval de vez no salão. como havia muita gente no baile, achei que não teria nenhum problema de ser reconhecida e nem tão pouco ser vista pulando carnaval, principalmente, pelo meus pais. entre um trenzinho e outro era agarrada na bunda, tinha os seios apalpados e era encoxada pelos mais diferentes rapazes, só que em determinado momento percebi que um par de mãos grandes se manteve mais tempo do que o normal na minha cintura. quando olhei para trás me deparei com um senhor mulato, alto, de uns 50 anos. Só para provocá-lo mais ainda, tirei suas mãos de minha cintura e as entrelacei em minha barriga junto as minhas mãos. com isso obriguei que ele ficasse mais próximo ao meu corpo. não satisfeita, provocava-o mais ainda, brecando o meu corpo repentinamente para que ele encostasse a sua ferramenta em meu traseiro. em uma dessas brecadas senti ele encostar e pude perceber que ele não era fraco não... mas a minha brincadeira acabou por excitá-lo demais, ele não teve dúvidas grudou no meu corpo e começou apertar meu seios e a beijar meu pescoço no meio do salão, tentei me desvencilhar dele, pois seria perigoso alguém conhecido me ver ali com um outro homem, ainda mais daquela forma. Como não consegui, procurei arrastá-lo para um lugar mais vazio do salão onde não poderíamos ser vistos.



                                   Apesar de em alguns momentos repudiar a atitude daquele homem, também estava ficando excitada com todo aquele contato, ainda mais sendo de um homem daquele porte. ficamos em um lugar mais deserto do lado de fora do salão, onde ele me agarrou e começou a me beijar de tal forma que parecia que iria me engolir, retribui até perceber que estava fazendo algo errado e pedir para ele parar, dizendo para ele que eu era uma mulher casada. ele então me disse que também era casado e que estava com sua esposa e sua família no salão, mas que nunca havia ficado tão excitado com uma mulher como comigo naquele momento e tornou a me agarrar e a me beijar como um maluco. nisso pedi para ele parar, dizendo que poderia ser perigoso alguém nos pegar naquela situação, no que ele me arrastou pelo braço até o estacionamento dizendo que lá não haveria perigo de sermos vistos, pois era um local dentro do clube e pouco iluminado. Não sei onde estava com a cabeça quando aceitei ir com ele. por proposta dele acabamos entrando em seu carro (um santana), onde fomos diretos para para o banco traseiro, ele começou a me agarrar de tal forma, que quando percebi já estava sem a blusa top, com o seios a mostra, e minha saia estava na barriga. nisso ele desabotoa sua calça e tira para fora um pênis enorme, grande e duro de tal forma que parecia dar uns 3 ou mais do tamanho do meu marido. Percebi que ele estava transtornado e fora de controle, então para remediar a situação resolvi chupá-lo, coisa que fazia muito bem em meu marido, desde dos tempos de namoro. achei que uma boa chupada e fazendo gozá-lo eu resolveria o problema que eu havia criado, comecei a chupá-lo, mas de tão grande, só o beijava, pois não consegui colocar aquele mastro na minha boca. nisso ele segurou minha cabeça e forçou seu pênis com tudo em minha boca, dizendo que “eu era uma branca safada”, e um monte de bobagens que não lembro. a dor no meu maxilar foi horrível, pois tive que arregaçar minha boca para fazer aquilo entrar, nisso uma avalanche de esperma como nunca tinha visto invadiu minha boca, tentei sair, mas ele segurou mais ainda minha cabeça, me obrigando a engolir tudo. Cheguei a engasgar, pois era uma quantidade absurda, que não parava de sair a base de jatos daquele pênis. o homem gozava aos urros como um bicho dentro do carro. Até que eu engasgada, com a boca, rosto doloridos e totalmente sujos e melados de esperma consegui sair debaixo dele. eu jamais tinha sentido o gosto de esperma, pois nunca permiti que marido gozasse em minha boca. recostei no banco do carro para me recuperar e pensar no que havia acontecido. quando então ele com pênis ainda em riste me puxou para o seu colo e disse que não havia acabado. comecei a me debater e a gritar dizendo que não. ele era muito forte, arrancou minha calcinha e abriu minhas pernas. me levantou e direcionou aquele mastro para a minha buceta com tudo, sem dó. Como tinha ficado muito excitada, aquele monstro conseguiu entrar de uma só vez. a dor foi enorme que acredito que cheguei desfalecer por alguns segundos. os músculos da minha vagina pareciam empurrar os ossos para aquela coisa entrar em mim. nunca havia sentido aquilo antes. a dor era imensa pois ele chegava cutucar meu útero, mas a sensação de estar sendo preenchida por aquilo era indescritível. parei de me debater e gritar e deixei ele lamber meus seios e me subir e descer em seu mastro. deixei que ele fizesse o que quisesse comigo. ele me xingava, me chamava de vadia, de puta, boqueteira e tudo mais, fiquei completamente passiva e comecei a gozar. como ele havia gozado poucos minutos antes, demorou a conseguir novamente, fazendo com que eu gozasse inúmeras vezes, até ele me virar de quatro e começar a bombar muito forte, abria meu bumbum e dava palmadas com uma mao e a outra sempre segurava meu seio, ou puxava meu cabelo ate que tirou aquele pauzao e o colocou de novo de uma vez só e deu mais umas bombadas até conseguir me inundar incrivelmente com jatos e jatos de esperma novamente. não acreditava no que havia acontecido, ainda mais com um homem de cerca de 50 anos que conseguiu gozar 2 vezes em poucos minutos e com uma farta quantidade nas duas vezes. cai completamente acabada do lado dele.

                               Ele me mandou que eu saísse imediatamente dali que ele iria limpar o carro dele e que ninguém poderia nos ver. me recompus como pude e fui sem calcinha, toda melada e escorrida pelas pernas para o banheiro do clube. não conseguia nem andar direito, tamanha a dor na região do meu ventre. a sorte é que ninguém percebeu. me limpei como pude no banheiro, mas tive que esperar alguns minutos para me recuperar. quando fui para a mesa dos meus pais eles estavam preocupados com minha demora em voltar, mas como haviam bebido além da conta, não perceberam nada de errado em mim. eles me deixaram em casa, fui para o chuveiro com um misto de prazer e medo do que havia acontecido, pois nem sabia quem era aquele homem que havia feito aquilo comigo. naquela noite, tomei um banho por mais de 3 horas preocupada que tivesse ficado algum vestígio daquela relação em mim, achando que aquilo resolveria todos os meus problemas. fiquei por dias tomando analgésicos para dores na região da vagina. meu marido ainda demorou alguns dias para voltar para casa, o que ajudou a me recuperar antes de sua chegada. mas depois daquele dia, nossas transas nunca mais foram iguais. eu sabia que meu marido jamais conseguiria chegar ao ponto que aquele homem havia conseguido. as ausências do meu marido e ocorrido naquele carnaval de 93, me levaram algum tempo depois a fazer um curso de especialização à noite, com o único objetivo de poder justificar minhas escapadas noturnas para procurar outros homens que pudessem me satisfazer. nunca consegui achar alguém como aquele, cheguei até a loucura de procurá-lo naquele clube, mas em vão. até que algum tempo decidi me separar do meu marido. você deve estar perguntando: por que eu escrevi essa minha história? simplesmente, porque escutei meu ex-marido outro dia contando em uma festa, sem que ele percebesse que eu o escutava, as suas peripécias sexuais em um carnaval que ele certa vez passou em recife. como eu sei que ele é fanático leitor dos contos eroticos deste site, ele irá ler o meu relato e saber o que realmente ocorreu do lado de cá, enquanto ele estava lá. vocês podem até não acreditar no que estou contando, mas ele, com certeza, não nenhuma terá dúvida de que essa minha história é verídica .