sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

CUBO LIBERTINO




O alarme toca 06 em ponto da manhã, tento acordar, mas já bate a preguiça de levantar cedo. Coloco o celular na função “soneca” e após alguns minutos volta a tocar. Meio que sem entender levanto, vou ao banheiro e tomo um banho frio para ver se ajusto os ponteiros. Com o chuveiro ligado e água fria na cabeça começo a pensar no que eu e minha esposa tínhamos combinado no dia anterior. Excitado começo a me masturbar pensando, não demoro muito e gozo forte...

No trabalho me pego inúmeras vezes imaginando a aventura do qual queríamos realizar. Confesso que ansiedade está a mil. Chego do trabalho e lá está minha esposa se arrumando, a excitação parece que está no ar. Ela me vê e dá um sorriso lindo, está vestida com uma blusa com meio decote e uma saia que valoriza a silhueta do seu bumbum. Penso um instante o tanto que estava sexy, e percebo que seu sex appeal estava explícito aquela noite.

No caminho tento quebrar o gelo, ela meio calada e eu inseguro com aquilo tudo, chegamos à conclusão que seria melhor tomarmos alguma coisa antes de entrarmos na brincadeira. Na entrada do Clube de Swing, decidimos conjuntamente que era melhor colocarmos uma máscara e mesmo por ser uma cidade grande sempre há o perigo de sermos reconhecidos e o que combinamos ser colocado por água a baixo.

Ela escolhe uma linda máscara que tampa a metade do rosto, deixando sua boca e o lindo sorriso à mostra, e eu, outra bem discreta. Depois de dois copos de uísque e ela de alguns drinques, fala em meu ouvido que sua boceta está molhada, pergunto o porquê, e ela diz da excitação do que está por vir. Convence a irmos a um dos sofás redondos do clube e me chupar. Concordo, e com o tesão aflorado nos posicionamos discretamente, eu em pé e ela sentada. Com bastante calma coloca meu membro para fora e começa me chupando. Noto que mesmo de saia, abre um pouco as pernas e começa a masturbar enquanto me chupa, aumentando ainda mais meu tesão. Algumas pessoas próximas percebiam e logo notei que outro casal repetia o que estávamos fazendo. Minha esposa olha para eles e depois para mim e sorri maliciosamente. E antes mesmo de gozar interrompe dizendo que tínhamos ido àquele lugar com outro objetivo. Pede-me para recompor, mas não deixa de provocar chupando devassamente os dedos melados pela boceta.

Ficamos rodeando no clube e criamos coragem para adentrarmos em um cubículo, denominado Cubo da Libertinagem. Entro e percebo que há um falso espelho atrás, um banco abaixo e dois buracos em cada lado da parede, do qual os homens poderiam colocar seus membros. Quando percebo que estávamos próximo de realizar nossa fantasia começo a ficar excitado Digo a ela que teria que sair dali, pois como combinado ficaria observando tudo do lado de fora através do falso espelho. Percebo que minha respiração vai aumentando e combinado com o comprometimento dela para realizar aquela fantasia acaba transformando ainda mais meu membro. Ela não teria noção de quantas pessoas a veria no cubículo, por isso seu tesão, também, a estava transformando. Percebo que ela fecha um dos buracos na parede e começa a tirar a calcinha, mesmo de saia e de blusa aquela cena me deixava cada vez mais sem sentidos. Ao meu lado, o mesmo casal que estava no sofá comenta com elogios o corpo de minha esposa, percebo que também estão ansiosos pelo que viria. Ele bem vestido, branco, e de cabelos grisalhos; ela com um vestido preto colado, de salto alto, loira e com um belo corpo. Noto, também, que tiveram a mesma preocupação nossa, usavam máscaras.

Minha observação é interrompida quando um membro é colocado no buraco do cubo da libertinagem. Algo em torno, de 23 centímetros, mais fino e um pouco maior que o meu. Minha esposa olha para o falso espelho e a seguir coloca a mão para senti-lo. De certa a distância nota-se que está duro e latejando, do jeito que ela adora. O casal ao meu lado pergunta se somos casados e confirmo que sim, então a esposa deste com a mão estendida começa a apertar o meu membro. Olho meio sem graça para o marido, ele, por outro lado, me dá um sorriso e um aceno autorizando-a. Ela se coloca atrás de mim, abraça-me e com habilidade abre minha calça. No mesmo instante, minha esposa começa a chupar aquele membro do qual nem eu, nem ela, saberíamos de quem é. Ela chupa com tanta desenvoltura, tanta vontade, que meu membro na mão da loira começa a pulsar. Enquanto minha esposa ia chupando o membro desconhecido, a loira ia me masturbando provocantemente devagar. Não escondendo o tesão o marido decide ir buscar alguns drinques.

Percebo que minha esposa tira a blusa ficando somente de saia. Os bicos de seus seios estavam tão duros, que a loira que estava me masturbando comenta. Ela volta a chupá-lo, e com a outra mão começa a se masturbar e eu do lado de fora, sendo masturbado cada vez mais forte por aquela loira desconhecida. No meu ouvido a loira diz do tesão daquela cena e que a noite iria transar com o marido pensando em tudo que estava vendo. Tento segurar ao máximo a ejaculação daquelas palavras e o que me ajuda são as doses de uísque de um pouco antes. Para meu deleite minha esposa que estava sentada no banco se ajoelha agora e começa a chupar o saco do outro. Aquilo ia me deixando louco de tesão, foi quando a loira percebendo passa a minha frente e começa a me chupar. Tento interrompê-la, mas logo diz que o marido havia a liberado. Ela desce um pouco minha calça e olha para mim e com habilidade nos lábios começa a enfiar meu membro todo na boca.

Depois de chupar todo o saco, minha esposa começa a bater o membro na cara, percebo que ela tinha gozado, pois com cara de tesão volta a chupá-lo com bastante vontade. Aquela cena estava me deixando extasiado, enquanto minha esposa ia aumentando o ritmo, eu estava sendo deliciando pela boca da loira. Quando minha esposa nota que o membro iria ejacular, se levanta um pouco e distribui toda goza no próprio peito. Era tanto gozo que não me aguento e gozo também. A loira, ainda com meu membro na boca, começa a gemer e na mesma hora noto que ela, também, tinha gozado. Não deixando cair nenhuma gota do gozo fecha meu zíper e com um sorriso me dá um beijo na boca.

Pouco depois, minha esposa ia me contando da tamanha excitação e do que sentia quando estava dentro do cubo da libertinagem. Contei a ela o que tinha acontecido do lado de fora, e com um lindo sorriso no rosto, dá-me um beijo apaixonado e relata que quer continuar em casa para retribuir toda aquela aventura... Eu, bastante feliz, não via a hora de ser retribuído.

Autor  - BBS
historia erotica

SOU UMA MULHER CASADA E HONESTA

MEU RESUMO

Meu nome é Beatriz, mas todos me chamam de Bia. Tenho 21 anos, casada com Eduardo há 2 anos. Meu querido é engenheiro civil, formado no ano passado. Até este momento nossa vida de casados vai às mil maravilhas, isto quanto ao nosso amor, pois no que toca a parte financeira... minha nossa! É um verdadeiro caos.
Com Eduardo terminando faculdade e eu, também, terminando meu secretariado, não tínhamos dinheiro para nada. Se não é a mesada que nossos pais nos davam, estávamos era bem fudidos. Nosso amor era tão grande, que não aguentamos terminar os estudos para nos unirmos, apesar dos conselhos das nossas famílias.

Agora, orgulhosos, ao termino de nossos estudos, ele conseguiu uma colocação numa empresa especializada em terraplanagem, de porte médio. O salário não é muito bom, mas sabem como é, nos dias de hoje, não temos muitas escolhas, é pegar ou largar. Ele se dedica com afinco em suas funções na empresa, mesmo sabendo que tem de passar a maior parte do tempo em viagens, por este Brasil afora, Mas quando ele chega é aquela farra... não saímos da cama, nos amando como dois doidos.
Como não podemos viver só de amor, decidimos que eu iria procurar uma colocação na minha área. Mas a coisa não é tão fácil assim.... em todo os lugares que visitava, os caras exigiam experiência, mas como eu poderia ter experiência, se era uma recém formada? Mas eu ficava fula da vida, pois em muitas entrevistas, se realizadas por homens, os filhos da puta, me comiam com os olhos. Se eu desse molhe tenho certeza, que já poderia ter uma colocação, mas este não é o meu estilo, pois sou uma mulher casada e honesta.

 MINHA HISTORIA


Bia é uma mocinha muito bonita, com seus 21 aninhos, com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos, apontando desafiadores sob suas blusas. Uma verdadeira beldade. Com uma carinha de anjo, transborda sensualidade por todos os poros. Apesar de tudo isso, ela é uma jovem extremamente reservada e tímida.

Talvez seja por isso que seja tão "cantada'' em suas entrevistas de emprego, mas quando notava que a "possível vaga" que poderia ocupar, se devia mais ao seu corpo do que de seu currículo, ela dava o fora. Mas de tanto insistir, finalmente conseguiu o seu tão procurado emprego, e não era por seu lindo corpinho.
A entrevista foi realizada por uma mulher, funcionária de uma empresa do ramo de eletrônicos, especializa na importação e distribuição, no Brasil, destes materiais. Bia seria a secretária particular do senhor Agenor, o dono da companhia.

Margarida, foi a encarregada pelo senhor Agenor, de lhe arrumar uma "secretária" e ele lhe deu o perfil da garota que queria. Margarida sabia muito bem, quais eram os verdadeiros interesses dele. Mas para ela isso pouco interessava, pois recebia muito bem, para arrumar "secretárias" para ele.
Quando ela viu Bia, ficou encantada com garota... jovem, lindíssima e lhe parecendo ser muito bobinha e que seria caça fácil, para o gavião do patrão e para ela própria, que apesar de ser amante ocasional de senhor Agenor, tinha uma queda por meninas bonitinhas, pois Margarida atirava dos dois lados. A pretendendo à vaga era Casadinha a pouco tempo, com o marido viajando bastante e acima de tudo, muito necessitada de emprego, de dinheiro, era tudo o que eles queriam. Quando ela apresentou o "currículo" de Bia ao Agenor, com foto e tudo. Ele ficou encantado com o que viu.

- Minha nossa Margarida, desta vez você se superou! Vou lhe dar uma boa gratificação por este "serviço extra", mas vou querer tua ajuda, para a gente "papar" esta coisinha deliciosa. - Pode contar com minha colaboração, Agenor, eu também fiquei babando por ela. Se trabalharmos bem, ela cairá em nossas mãos, muito em breve. A mocinha, apesar de ter estudo, me pareceu ser muito inocente e fácil de ser manipulada e acima de tudo, minha opinião, é que ela tem o jeitinho de ser muito fogosa. Podes ter a certeza. Agenor... ela será nossa, muito em breve.

Quando Bia, conheceu o seu patrão, ficou encantada por ele, senhor aparentando ter pouco mais de 50 anos, aparência distinta e bastante séria, mas amável e bastante educado. Casado e com 2 filhas, adolescentes, com fotografias da família em sua escrivaninha. Seu Agenor devia ter mais de 1,85 de altura e lhe pareceu ser bem robusto e Bia de saída, se simpatizou com ele, pois apesar de sua idade, ela o achou um "pão".

Margarida e Bia, seriam as suas secretárias exclusivas, e algumas vezes seriam obrigadas a viajarem com ele, para o exterior. Mas devido ao ótimo salario, Bia nem pestanejo e aceitou ser a nova empregada do escritório. Afinal de conta, Eduardo, seu marido, também estava sempre viajando. Na verdade Bia estava, de uma forma muito estranha, gostando do novo patrão, da figura dele, de seu modo de ser e agir. Ela nunca tinha sentindo nada igual ´nenhum outo homem, nem por Eduardo, marido.

Eufórica, empolgado com o emprego (e com o patrão), quando ela contou ao esposo, que tinha conseguido serviço, bem remunerado e as condições do cargo, ele concordou com ela, e felizes da vida, foram festejar numa boate e depois na cama, com ela, mas quente do que nunca, surpreendeu o maridão, com o seu fogo.

Nem 2 meses depois, Agenor viajou para a França, para fechar negócios e levou as suas duas secretárias, Margarida e Bia. Em Paris, ele fechou ótimos contratos e para festejar, Agenor as levou para uma noitada na cidade luz. Bia estava maravilhada com tudo aquilo e incentivada por Margarida e por Agenor, bebeu todas a que tinha direito. Nos cabarés Dançou bastante com muitos franceses. Eufórica, nem se importava, em sentir em suas coxas, os volumes dos caras, que encantados com sua beleza e sensualidade, não paravam de a tirar para dançar. Com tudo que estava acontecendo, se esqueceu do mundo e se deixou levar pelo momento. Bastante excitada, se deixava abraçar pelo parceiro do momento, sentindo os membros deles no meio de suas coxas, até que Margarida, que dançava quase todo o tempo com Agenor, a convidou pra irem embora para o hotel. Bia, empolgada, não queria ir, mas com a insistência deles, os seguiu.

No hotel, Agenor convidou as duas para" fecharem" a noite em sua suíte. Bastante "alegrinha" ela aceitou o convite e lá não recusou os drinques que lhe eram oferecidos pela dupla e continuou a dançar, tanto com Margarida, como com o Agenor. Nem se importou quando sentiu o enorme volume do patrão, no meio de suas coxas, pois a muito, inconscientemente, vinha desejando isso.
Ele a enlaçava bem apertada pela cintura, a trazendo bem colada ao seu corpo, com as pernas entre as suas. Os movimentos da dança quase não existiam. Com a boca dele, colada ao seu ouvido, sentido a sua respiração quente. Bia amoleceu toda ao sentir os lábios úmidos dele, percorrer cada pedacinho de seu rosto, passeando com a língua úmida o interior de suas orelhas, os olhos e, por incrível que pareça, até em suas narinas, Bia sentiu a ponta da língua dele.

 Quando ele iniciou a dar pequenas mordidas em seu lábio inferior e o chupando com força, Bia se desarmou por completo. Nunca pensou que um homem pudesse lhe proporcionar tanto prazer, usando só a boca e a língua em seu rosto e pescoço. Ela arriou os braços, que estavam no ombro dele e os deixou cair ao longo de seu corpo e ficou segura por ele, como uma boneca de pano, enquanto Agenor a segurando firme pela cintura e sua boca for descendo em direção aos seus ombros, beijando, chupando e mordendo cada pedacinho.

E Bia pensava com os seus botões: - Minha nossa! Que homem mais irresistível! Se ele quiser...acho que não terei forças para... nem pode terminar os seus pensamentos, pois agora Agenor abocanhava os seus mamilos, com chupadas fortes entremeadas com mordidas igualmente violentas. Bia nada mais pode fazer, a não ser inundar o ambiente, com os seus longos gemidos de prazer, no meio de gritinhos de dor.

Margarida, sentada à beira da cama, apenas observava o casal colado, com ele encurvado sobre a garota e Bia com os braços soltos toda mole nos braços de Agenor. Ela sabia que nesta noite, a gostosinha, estaria na cama com o Agenor.... E com ela também. Só em antever isso, Margarida já estava com a buceta em fogo, louca de tesão. 
Bia nem sabe como, mas logo se viu deitada na enorme cama, com Margarida e Agenor, a despindo por completo.

A jovem Bia, mulher casada e honesta, ficou alucinada de tesão, tendo orgasmos múltiplos, ao sentir em seu corpo, as bocas e línguas dos dois. Foi beijada, chupada e mordida em cada um dos seus buraquinhos e quando o enorme caralho de Agenor invadiu sua bucetinha, ela berrou como uma doida, quando o gozo a atingiu em cheio e cruzou suas coxas na cintura do patrão, uivando como uma loba no cio e mesmo depois dele ter gozado dentro dela, Bia não soltou o pescoço dele e nem o libertou da "chave de coxas" - Agenor, por favor... não saia de dentro de mim... eu quero mais.....






Na manhã seguinte, totalmente exausta e assustada com o que estava acontecendo, ela ainda tinha Margarida com a cabeça enterrada no meio de suas coxas, chupando sua buceta com ferocidade, enquanto Agenor, mamava seus mamilos, parecendo um bebezinho faminto. Bia voltou seus pensamentos para seu marido Eduardo. Pensou em sair dali correndo, horrorizada com sua atitude, mas o prazer que estava sentindo com os dois, era tão intenso, que não teve força para nada, a não ser voltar a gemer com a violência do gozo que percorria cada cantinho do seu corpo e com igual fervor, retribuí à eles, todo o prazer que estava sentindo, mamando o cacete de Agenor e a buceta de Margarida.

Bia, a jovenzinha, inocente e casta, nunca pensou que pudesse existir no mundo, prazer com tal magnitude, estava totalmente alucinada com a enormidade do gozo que Agenor e Margarida lhe proporcionaram.

Que Eduardo, lhe perdoasse, mas sabia que não poderia mais viver, sem Agenor e Margarida, louca de paixão pelos dois, sabia que estava, de certa forma, escravizada sexualmente pelos dois.
Durante todo o tempo que ficaram em Paris, "a serviço", Bia nunca mais dormiu em seu quarto, mas sim na suíte de Agenor, onde ela nada negava à ele, nem o seu cuzinho, coisa que nem o seu marido tinha provado. Margarida, também a levava à loucura, com sua boca e língua em todos os seus orifícios. Bia nunca teve queda por mulher, mas no caso de Margarida, quando Agenor não estava presente, ela ficava alucinada com a tesão que a mulher lhe proporcionava.

Desde então, Bia, continuou a trabalhar na empresa de seu Agenor, tendo seu salário triplicado. Ela acompanhava o patrão em suas inúmeras viagens pelo mundo, sempre com Margarida como companheira. Ela amava cada vez mais Eduardo, seu marido, pois afinal de contas, Bia era uma mulher casada e honesta, e muito feliz com o seu emprego, que a satisfazia plenamente. Mas se Agenor ou margarida, lhe pedissem, ela deixaria Eduardo, para viver somente com o amor, ou melhor dizendo, com a paixão dos dois.

FIM

autora: Marcela ~ Mulher ~ 34 anos

FOMOS JOGAR BURACO E VIROU STRIP POKER

Este conto aconteceu comigo quando fui estudar em Contagem, MG. Fiquei morando na casa de meus tios paternos. Sou carioca, mas a família de meu pai é toda de Minas Gerais. Tudo aconteceu quando eu tinha 19 anos, estava fazendo faculdade e morava na casa do meu tio Marcos (irmão do meu pai).




Naquele final de semana prolongado, meus tios iam viajar para um hotel fazenda localizado no interior do estado. Fiquei eu e meu primo Bento em casa. Estávamos sem nada pra fazer e Bento deu ideia de chamar duas meninas da escola para fazermos uma festa na piscina: Vanessa, nossa vizinha, 18 anos, loira de olhos azuis, um corpão, que era uma das meninas mais gatas da escola e Ana Carla, 19 anos, morena de olhos verdes e peitos enormes. Ligamos e elas toparam vir pra nossa casa e aproveitar a piscina.

Na sexta, elas chegaram juntas a nossa casa. Vanessa usava uma sainha do tipo colegial e uma camiseta baby look. Ana Carla estava de short jeans e uma camiseta que realçava o contorno de seus peitos. Fomos pra piscina onde eu e meu primo já havíamos preparado tudo: churrasco, cerveja, ice, funk tocando no som. Quando Vanessa tirou o biquíni eu e Bento ficamos babando no volume dos peitos dela. Bento olhava para a boca, para aquele cabelo lisinho loiro e aqueles olhos azuis que pareciam mais duas bolas de gude. Ela parecia a Barbie. Estávamos em transe, quando Ana Carla perguntou:
– Gente, onde estão as ices?

Nos viramos e vimos que ela já estava só de biquíni, mostrando sua bunda deliciosa e seus peitos que mal cabiam no sutiã. Meu pau, que já estava acordando ao ver a Vanessa, acordou de vez e ficou na posição de sentido ao ver a Ana Carla. Ela percebeu como eu fiquei e deu um sorrisinho malicioso. Pequei duas ices, uma para Ana e outra pra mim. Bento preferiu ficar na cerveja, junto com Vanessa.
Ficamos na piscina com as gatas, brincamos, bebemos, comemos churrasco e ficamos falando besteira. Durante todo o tempo, Ana Carla não parava de olhar pra mim e para o volume da minha sunga. Percebi que entre Bento e Vanessa também estava rolando alguma coisa. Nessa hota já tinhamos começado a beber também um pouco de cachaça do meu tio. Ficamos meio altos, pois não estávamos acostumados. Decidi pôr lenha na fogueira e dei a ideia de jogarmos buraco. Mas meu primo, já com péssimas intenções com Vanessa, disse:
– Buraco é chato, Marcelo. Por que não jogamos poker, ou melhor, strip poker?

– Strip poker? – dissemos eu e Ana Carla, quase que juntos.
– Isso mesmo. E vamos colocar pimenta no assunto, ou seja: perdeu, tem que tirar uma peça de roupa.
Olhei para Ana Carla e ela disse, me surpreendendo:
– Por mim tudo bem. E você Marcelo?
– Vamos lá então. – concordei.
A Vanessa riu e falou:
– Eu topo jogar, porque sou fera no poker.

Nós 3 ficamos olhando um pro outro, perguntando se ela tinha falado aquilo mesmo. Logo a Vanessa que mesmo sendo uma CDF na escola, se mostrava muito descontraída em nossa casa. Começamos logo a dar as cartas e a jogar, e todos aos poucos foram perdendo e tirando peças de roupas. Eu pirei quando a Ana Carla perdeu a mão e teve que tirar o sutiã, deixando aquelas 2 maravilhas a mostra. Achei que ela ia cobrir com as mãos, mas não. Deixou descoberto. Logo foi a vez da Vanessa perder e ter que ficar de topless também. Ela não se fez de rogada e mostrou os peitões, perguntando rindo pra nós, garotos:
– E aí? Nunca viram dois desses não?

A essa altura, Vanessa e a Ana Carla já estavam sem camisetas, sem sutiã, sem saia e shorts, só com a calcinha do biquíni e nós, sem camisa, sem shorts, só de sunga. Ana Carla pediu para eu pegar a Coca-Cola e quando levantei meu pau estava saindo da cueca de tão duro. Ela arregalou os olhos. Voltei da cozinha e na hora de entregar o copo para ela, dei uma encostada de leve, roçando meu pau no braço dela. Ana Carla não resistiu e falou para nós:
– Vamos apimentar mais o jogo. Quem perder a próxima mão tem que fazer um strip completo para todos, ou seja, tem que tirar tudo.
Vanessa olhou para ela e disse:
– Eu topo. Se eu perder eu faço o strip.

Bento e eu concordamos também. E jogamos a mão. Eu já estava torcendo para Ana perder a mão e meu primo Bento para a Vanessa perder. Por sorte, eu venci a última mão e fiz Ana Carla e Vanessa perderem ao mesmo tempo. Eu perguntei as duas:
– E ai? Vão fazer o strip, ou era fogo de palha.
Ana Carla olhou para Vanessa e rindo disse:
– Ok, vamos fazer o strip completo para vocês.

Elas foram até a beirada da piscina, botaram um funk praticamente pornográfico e começaram a dançar e a tirar a calcinha. Nós ficamos boquiabertos. Jamais pensaríamos que tudo aquilo fosse acontecer. Mas era só o começo… Elas vieram dançando e nos puxaram da mesa. Mandaram que nós tirássemos nossas sungas, pois estávamos de pé, elas se ajoelharam e começaram a bater punheta para nos dois com suas mãos. Fomos ao delírio!!!

Elas entraram na piscina e pediram para que nós nos sentássemos na beirada. Em seguida, elas começaram a fazer um boquete em nós. Meu primo, malandro, começou a pegar nos peitos de Vanessa. Eu só curtia a Ana Carla fazendo o vai e vem com a boa no meu pau. Interrompi a Ana Carla, entrei na água, peguei e a coloquei sentada na beirada com as pernas abertas. Então comecei a chupar sua bucetinha. Era linda, toda depilada, lábios rosados. Enquanto ia chupando Ana Carla, meu primo Bento, já dentro d’água, fez a Vanessa boiar de barriga pra cima e começou a chupa-la também. Ana Carla e Vanessa gemiam de prazer. Vanessa disse a Bento:
– Vamos pro sofá que eu quero que você me foda agora!

Eles saíram da piscina, foram até o sofá na varanda. Vanessa se deitou no sofá. Bento colocou uma camisinha e em seguida posicionou o cacete na entrada da buceta de Vanessa e mandou ver. A cada estocada de Bento, Vanessa gemia e gritava de prazer:
– Ai!!! Bento, como tá gostoso! Se eu soubesse que você era tão bom assim já tinha te dado antes. Vai mete!

Enquanto isso, Ana Carla, já em êxtase, se levantou, ficou de quatro e falou a palavra magica:
– Me fode, Marcelo! Me fode!
Peguei uma camisinha e comecei a penetra-la. Ela gemia muito e falava direto:
– Marcelo, como é bom, soca essa piroca na minha buceta, vai soca!

Nos tínhamos até medo dos vizinhos ouvirem, no caso os pais da Vanessa. Continuei sem parar e vimos que na varanda, Vanessa dava um boquete no meu primo. Fui metendo até gozarmos. Eu e Ana Carla entramos de novo na piscina e ficamos nos beijando. Quando olhamos para Bento e Vanessa, vimos que meu primo havia sentado no sofá e Vanessa começou a cavalga-lo. Ele estava em êxtase transando com a garota mais gata da escola. Nem piscava. Estava até meio engraçado. Ele gozou logo. Vanessa falou:
– Gente, eu quero mais.

Ela disse isso, olhando para mim e me chamando. Olhei para Ana Carla e ela disse:
– Eu quero muito ver você comendo a Vanessa, Marcelo.
Saímos juntos da piscina e eu atendi ao pedido de Vanessa. Ela sentada no sofá, arreganhou bem as pernas, coloquei outra camisinha e comecei com força. Disse a Vanessa:
– Agora você vai ver o que é bom!

Ana Carla sentou numa cadeira a nossa frente e começou a tocar uma siririca enquanto via a cena. Não aguentando, olhou pro Bento e disse:
– Vem cá, Bento! Mata meu tesão!
Bento veio, colocou uma camisinha, abriu as pernas de Ana Carla e meteu nela com vontade. Fomos transando, os quatro até gozarmos novamente. Voltamos pra piscina os quatro. E Vanessa falou:
– Eu me esqueci de contar a vocês que meus pais e os pais da Ana Carla viajaram neste feriadão. Então estamos livres, leves e soltas.
Foi a senha para continuarmos a brincadeira, mas isso é história para outro dia.

autor: Anubis

TRIANGULO NA PISCINA

Olá! Me chamo André, e tenho como vizinhos um casal amigo. Ela chama-se Carla e ele Diego. Já falei deles no conto “Strip Poker com o casal vizinho”. Bem, desde aquele dia ficamos muito amigos e íntimos. O que se passava entre nós era de total discrição. Para não deixarmos transparecer nossa relação, nós nos víamos com menos frequência. Mesmo porque eu estava na metade do meu curso de graduação e me faltava grana. Ainda que eu recebesse uma ajuda de meus pais e a universidade não fosse paga, vivia as mínguas com minhas despesas, mal me sobrava para cigarros. Então resolvi fazer uns bicos nas horas vagas.

Foi por intermédio de uns amigos de faculdade que comecei a trabalhar aos finais de semana, as sextas e sábados à noite, em um restaurante, o que me tomava grande parte do tempo de folga nos finais de semana. Somente não trabalhava aos domingos. Mais tarde passei a ocupar o tempo vago durante a semana, cobrindo a folga dos outros garçons.




Diego, meu vizinho, era bem sucedido e mantinha toda a despesa da casa. Carro, casa na praia e os luxos de Carla. Esta não trabalhava e tinha tempo de folga para desfilar pelas ruas exibindo sua bela bunda e par de peitos, e também para cuidar de seus caprichos. E era o bem que ela prestava aos olhos alheios. Diego mal parava em casa, pois era corretor de imóveis e às vezes também atendia a critério dos clientes nos finais de semana. Bom, nos intervalos de tempo nós cruzávamos no bar da vizinhança para tomarmos umas cervejas e falarmos das vizinhas do prédio. Numa dessas Diego propôs a ideia de irmos pra sua casa de praia em Cabo Frio, para tomarmos umas cervejas e fazer um churrasco, isto no domingo, pois seria o meu dia de folga, e passaríamos o dia na piscina, pois estávamos em plena temporada de verão.

Nessa época ainda não possuía celular, e no sábado trabalhei até tarde. Saí ás 5 e meia da manhã de casa no domingo, e perto das 9 horas cheguei, sem avisar a praia, que ficava a alguns quilômetros da cidade. Cabo Frio se localiza no litoral fluminense, na região conhecida como “Região dos Lagos”. A casa ficava a beira da praia do Peró. Era ampla e toda murada. Ao chegar na casa, quem me recepcionou é Carla, já bem bronzeada do sol e com cheiro de praia e piscina. Sua pele clara estava dourada do sol. Carla estava com uma minúscula saída de banho e um top nos seios. Entrei e ela me levou para a parte dos fundos onde estavam ela e uma amiga. Passamos pela piscina, já convidativa para um banho, mesmo porque eu queria ver seu corpo molhado e brilhante pelo sol. A amiga de Carla estava sentada na sombra, escutando musica e bebericando algo que identifiquei como um Martini com gelo. Sentei junto delas e só então percebi a ausência de Diego. Perguntei:
– Carla onde está o Diego?

– Ele teve um chamado da agencia em que presta serviço para acompanhar um casal de clientes que quer alugar uma casa de praia.
Esta casa que o Diego foi mostrar fica na Região Oceânica de Niterói, que fica a uns cento e trinta e cinco quilômetros de onde estávamos. Carla disse:
– O Diego saiu daqui às pressas e disse que não contava com o imprevisto. Ele me disse poderíamos começar o churrasco sem ele, mas que provavelmente estaria de volta logo mais à tarde a tempo de tomarmos umas cervejas. Ele disse para você aguardar ele chegar e pra você não se importar com a ausência.
É claro que não me importei e me senti bem à vontade. Curioso ainda mais pela presença da amiga de Carla, que me apresentou:
– Desculpe minha falta de educação. André esta é a Ana, minha amiga.

Ana era uma moça de pele morena jambo, cabelos preto liso escorrido até a altura do quadril, de formas estonteantes, bem delineadas e esculpidas a muita ginástica, malhação e explosão de hormônios. Lábios carnosos, peitos duros que quase não cabiam na parte de cima do biquíni, este, mínimo nas partes, deixando sua linda bunda saltar aos olhos. Aparentava uma ninfeta de uns dezoito anos, já bem desenvolvidos e aproveitados pela sua libido. Ana olhava-me atenta e me apreciava com atenção e a cumplicidade de Carla, como se já soubesse das nossas façanhas. Carla me chamou para dentro da casa me disse:
– André, se você não trouxe uma sunga, vai ao banheiro e coloca algo que te agrada. O Diego comprou várias sungas e ainda não usou nenhuma.

Algumas sungas ainda estavam com as etiquetas. Não sou muito acostumado a isto, mas estava à vontade. Coloquei uma branca da Adidas, com listas laterais preta, pois eu estava mal intencionado, mas meio sem jeito. Encarava a Ana que não era de muita conversa. Ana estava na sua, só se bronzeando, em uma espreguiçadeira em volta da piscina. A Carla não demorou muito pra me botar no serviço de churrasqueiro. Tratei de espetar uma picanha e uma ripa de costela. Botei fogo na churrasqueira. Fiz uma caipira de vodka e fui me sentar em uma mesa na piscina junto às meninas. Eu já estava tostando de sol. Carla se aproxima da piscina onde esta a morena, se abaixa e passa bronzeador nas costas de Ana. Nisso me sobe um calor pela cena, me fazendo ficar de pau duro de imediato.

 A morena fica quietinha enquanto Carla esfrega toda a extensão de suas costas, passando pela sua bunda empinada com seu fio dental socado no cú e fica esfregando bem devagar por dentro do minúsculo biquíni, enquanto a morena dá uma gemida e aconchega suas caricias arrebitando a bunda. Carla dá uma olhada sacana para mim e sobe até suas costas e desata o biquíni. Ana dá uma sacada para Carla e, bem devagar, vira-se e tasca um longo beijo de língua em Carla. Meu pau, nesse momento, já quer sair. Mas me contive e fiquei só vendo a cena, as duas lindas, brilhantes ao sol. Logo elas começaram a se chupar. E Carla cai de boca nos peitos de Ana. Nesse momento Ana agarra a cabeça de Carla e esfrega de encontro aos seus peitos fartos. Nisso Carla já esta enlouquecendo Ana, que arreganha suas pernas para receber as carícias dos dedos de Carla.  Carla mete seus dedos dentro da buceta de Ana e a faz delirar de tesão. Carla pediu:
– Deita na espreguiçadeira, Ana.
 
Ana obedece e Carla tira a parte de baixo do biquíni dela, deixando a mostra uma bucetinha bem depilada e toda molhadinha. Ana já enlouquecida de tesão, olha para mim com ar convidativo, nisso me aproximo. Carla não perde tempo e cai de boca na buceta de Ana. Eu me aproximei do rosto moreno e da boca entreaberta de Ana e como se ela soubesse o que eu queria, tratou de abocanhar meu caralho que estava explodindo de tesão, nestas alturas, para fora da sunga. Ana massageava minhas coxas e puxava minha cintura de encontro a sua boca e línguas sedentas, onde sugou meu pau por inteiro, passando sua língua em volta da glande e descendo até as bolas. Nisso Ana estava gemendo de tesão pela chupada de Carla, que explorava toda sua xana úmida, seu clitóris e metia os dedos em sua buceta, fazendo com que Ana tivesse um orgasmo, delirando de tesão. Carla ainda não tinha se despido por completo.

Carla levantou-se e, vindo em minha direção, me prendeu num delicioso e longo beijo. Ana aproveitou e tratou de despi-la por trás, retirando seu biquíni e devagar acariciando sua bunda em chamas. Carla posiciona uma das pernas em cima da espreguiçadeira e permite com que Ana meta sua língua na sua buceta encharcada. Enquanto isso, Carla gruda suas mãos em meu pau. Embriagada de tesão, ela empina sua bunda para receber as caricias de Ana, que freneticamente bolinava com a língua a buceta e o cuzinho de Carla. Carla aproveita e rebola na cara de Ana, que segura com firmeza sua bunda. Carla me pediu:
– André, assume o controle…

Ela me colocou deitado de frente na espreguiçadeira. Nisso ajustou a mesma para que eu ficasse completamente deitado. O mulherão da Ana veio, posicionou meu caralho em sua buceta e começou a cavalgar. Ela, já completamente molhada pela chupada que deu em Carla, sentou completamente em meu pau. Carla boleou a perna sobre meu rosto e ficou com sua buceta em minha cara, pingando, toda molhadinha. Eu a segurei com minhas mãos e meti minha língua em seu clitóris, chupando toda sua bucetinha, dentro e fora, metendo linguadas, enquanto a enlouquecida da Ana rebolava em meu caralho, mexendo sem parar. Gemendo, as duas se abocanhavam em beijos e se esfregavam ao mesmo tempo em meu caralho e língua. Gozamos os três quase ao mesmo tempo.

E demos um intervalo, para dar uma assistência ao churrasco, aos nossos corpos e calibrarmos os drink’s. Repomos as energias, ainda pelados e cheios do tesão, sem falarmos quase para não quebrarmos o clima. Então voltamos a ativa. Começamos a nos acariciar. Primeiro beijos em Ana. Nós dois, eu e Carla, um de cada lado de suas cadeiras, pois Ana estava no meio, beijávamos e bolinávamos sua bucetinha. Carla se levantou e disse:
– Agora eu quero levar pau na buceta.

E foi para a espreguiçadeira onde ficou de quatro. Ana foi e ficou deitada por debaixo dela, onde as safadas começaram a brincar e se esfregar. Ana uma ninfeta louca já arreganhou a buceta para Carla chupar e esta arrebitou a bunda, pedindo:
– Vem André! Mete em minha buceta, come toda ela que eu estou louca de tesão. Depois quero ser enrabada, você vai comer o meu cú.

Sedenta e completamente molhada, soquei meu pau em sua buceta. Agarrando em sua bunda, dando estocadas, enquanto Carla chupava a buceta de Ana. Fodi a buceta de Carla até esta gemer de tesão e gozar. Não perdemos muito tempo no intervalo. Ana deitou ao contrario e se virou em direção a um 69 com Carla que posicionou sua buceta na boca de Ana, e esta massageando seu cuzinho. Carla olhou para mim e eu já sabia. Fui sem ressabiar, pois queria gozar em seu cuzinho apertado, seu belo rabo gostoso. Assim Carla caiu de boca em Ana, que lubrificava sua buceta e seu cu. Eu devagar fui socando no rabinho empinado e molhadinho. Ana uma safada, massageava minhas bolas e chupava-as, passando a língua em tudo que encontrava, até mesmo na minha penetração do cu de Carla.

 O que a deixava mais enlouquecida, fazendo com que empurrasse seu rabo para receber mais pau. Nós três, dessa vez, estávamos nos mexendo em sincronia, o que fez com que gozássemos e nos acabássemos num belo banho de piscina, para recompormos as energias. Por fim fomos almoçar e terminar de nos embriagar. E ficamos aguardando a chegada de Diego. Então fiquei sabendo que Ana já era da família, pois era uma priminha que Carla ajudou a criar, com muito carinho e caricias. Sendo que Diego participava de suas brincadeiras. Mais uma armação desse casal enlouquecidos de tesão. Diego só chegou no final da tarde, mas esta é outra historia.

autor: Anubis

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

ARRISCANDO TUDO NO FERIADO

Costuma-se dizer que a vida nos reserva grandes surpresas quando menos esperamos. Eu complementaria essa frase dizendo que, na maioria das vezes, se soubéssemos as surpresas que estavam por acontecer, em geral não teríamos ação para fazê-las acontecer. Assim, o melhor da vida mesmo é ir tocando sem preocupação, e aproveitando as oportunidades. Aquele final de semana na praia, foi um exemplo disso.


Tudo começou com o convite para curtir um feriado no Rio de Janeiro, na casa do pai de duas amigas da faculdade. A Fernanda, ou Nanda como a chamávamos fazia parte da turma e conhecíamos a sua irmã Renata de algumas baladas. A chegada de um feriado de quatro dias trouxe junto o convite para irmos visitar a casa de seu pai, no Rio. Os pais delas eram separados, e o pai havia se casado novamete e vivia na Cidade Maravilhosa.


Assim, saímos de São Paulo em dois carros, num total de 6 pessoas. A Nanda viajava com seu namorado, Rodrigo, um cara meio metidão e de quem ninguém na turma gostava muito. No nosso carro íamos eu, Paulo e o casal Ana e Ronaldo.
Nas paradas que fizemos que na estrada para comermos e irmos ao banheiro passei a reparar em como a Nanda estava gostosa. Usando roupas leves e bem mais descontraídas do que normalmente eu a via usando, ela estava um tesãosinho. Nanda é uma loira com cerca de 1,65m, cabelos lisos um pouco abaixo dos ombros, lindos olhos azuis, e ostenta um par de seios pequenos mas que, talvez devido a blusa levinha que usava, pareciam olhar-nos diretamente de frente de tão empinados que estavam.


Suas coxas, expostas pelo shorts curtinho que usava, eram roliças e firmes, e o tecido parecia abraçar gentilmente uma perfeita e redonda bunda, no tamanho e forma que marcam a mente da gente, e não deixam os olhos se desviarem. Comecei a me policiar para não dar bandeira na frente do Rodrigo.


A viagem seguiu sem maiores novidades, e enfim chegamos na casa do pai dela, já no início da madrugada. Rápidas apresentações, devido ao horário e ao cansaço, e fomos todos acomodados. A casa era muito confortável, e como a Renata não havia viajado conosco, o quarto que ela normalmente ocupava foi dado para eu e o Paulo. Os quartos das meninas tinha uma peculiaridade... Como elas não os usavam sempre, eles haviam sido decorados para visitas mesmo, com duas camas de solteiro em cada, e haviam sido construídos compartilhando o mesmo banheiro, que ficava entre os dois quartos e tinha uma porta de cada lado, respectivamente.


Qual não foi a minha surpresa quando, após me preparar para dormir, entrei no banheiro para escovar os dentes e dei de cara com a Nanda lá dentro. Quando vi a roupa dela, fiquei estático, sem conseguir desgrudar os olhos do seu corpo. Ela vestia uma mini blusa, uma espécie de top sobre seus seios que, claramente, estavam soltos por baixo do tecido leve. Embaixo, apenas uma calcinha branca de renda, minúscula. Fiquei olhando para o triângulo de tecido sobre sua bunda redondinha, e simplesmente não conseguia parar de olhar.
Ela parou de escovar os cabelos, e pelo espelho me encarou, divertida:

- “Ei, Marcos, tudo bem ai?”
- “Hããã... Sim, claro. Desculpe, não sabia que tinha gente. Ainda não acostumei com o banheiro-múltiplo!”, enrolei, tentando ganhar tempo para olhar mais um pouco para ela.
- “É mesmo... É que normalmente fico aqui com a Rê, então nem ligo. São sempre meninas que dividem esses quartos. Preciso lembrar de me cuidar, com vocês dois ai do lado.”
Eu estava tão concentrado em olhar o corpo dela ali na minha frente, como eu jamais havia visto antes, que a boca foi mais rápida que o cérebro:
- “Imagine... Se precisar, é só gritar!”, falei, emendando uma risada em seguida para tentar diminuir o impacto da ousadia. Na hora nem pensei no Rodrigo, deitado a poucos metros de nós.


Ela parou de escovar os cabelos, e virou para me olhar, mas nem fiquei ali para ver se o olhar era de bronca ou não. Virei as costas e voltei para o meu quarto, antes que meu pau que começava a querer acordar, me colocasse em maus lençóis.

- “Cara,” – falei para o Paulo, -“Você não acredita... A Nanda estava no banheiro, só de calcinha. Puta-que-pariu, mais dois minutos e eu pulava em cima dela. Cacete. como ela está gostosa!”
- “Isso... e o Rodrigão lá do lado, só aplaudindo vocês...”
- “Ele ficava com você, e boa...”, brinquei.


Rimos e fomos dormir. Deitei na cama, mas a imagem da Nanda só de calcinha não saia da minha cabeça. Fiquei rolando na cama, e fantasiando uma mega-trepada com ela, sem conseguir pegar no sono. Comecei a pensar como ela podia ficar com um cara tão sem jeito como o tal do Rodrigo, e tremia só de pensar nela trepando com aquele boçal. O tempo foi passando, e nada de eu dormir, só ficava remoendo a imagem dela nua. Logo eu comecei a delirar e a ouvir ela gemendo, trepando.

- “Droga, preciso dormir e tirar isso da cabeça, senão ainda dou uma bola fora na frente dos outros.”, pensei comigo mesmo.


Virei para o lado, tirando ela da mente tentando dormir. Entretanto, a coisa era mais forte e eu continuava a ouvi-la gemendo. Podia jurar que era real... De repente, me deu um estalo e, sem pensar, sentei na cama. Eu ESTAVA realmente ouvindo ela gemer. Com certeza ela estava trepando com o Mané do Rodrigo.


Minha respiração acelerou, e sem pensar fui em direção do banheiro. No escuro, me esforçando para não fazer nenhum barulho, abri a porta do nosso lado e entrei no banheiro. Eu mal me movia para não fazer barulho, mas podia jurar que, do jeito que meu coração martelava, qualquer um seria capaz de ouvir mesmo a um quarteirão de distância. O Paulo parecia desmaiado na cama, logo minha preocupação era só com os dois, mesmo. E eles pareciam decididamente terem coisa mais importante para se preocuparem.


Encostei o ouvido na porta do quarto deles, pelo lado de dentro do banheiro, mas nem era preciso. Os sons da trepada chegavam nítidos e inconfundíveis para mim, no silêncio da casa. Era um som típico de sexo, as batidas ritimadas dos corpos, junto com uns beijos estalados e sussuros. Não dava para entender o que falavam, claro, mas dava para entender o que faziam. Pus a mão na maçaneta da porta, mas imediatamente a tirei. Eu não sabia onde eles estavam, nem para onde olhavam. Imaginei a cena de eu abrir a porta e dar de cara com os dois olhando para mim. Por outro lado, a curiosidade era mais forte, muito mais forte.


Resolvi ousar... Os quartos, além do banheiro em comum dividiam também um terraço. Abrindo tão silenciosamente a porta de vidro quanto minha excitação deixava, passei para o lado de fora do quarto. Me arrastei até o quarto deles, torcendo para a cortina não estar fechada. Por sorte, não estava. Esticando o pescoço, olhei para dentro do quarto. Por sorte um abajur aceso iluminava um pouco o ambiente, e assim pude enfim ter uma visão do que acontecia no quarto.


O Rodrigo estava deitado de costas, e a Nanda sobre ele o cavalgava. Completamente nua, seus seios balançavam no ritmo do seus movimentos, e pela porta de vidro eu podia ver seu corpo nu sobre ele. A curva da sua bunda era um espetáculo, e ela se mexia com rapidez sobre o rapaz. Meu pau já estalava de tão duro. Tive vontade de sacá-lo e bater uma punheta ali mesmo, mas uma luz acesa em outra janela, mais adiante, me inibiu. Olhei de novo para dentro do quarto, e quase tive um treco. Vi a Nanda sair de cima do rapaz, e segurando o pau dele, chamá-lo para trás dela. Ela se apoiou na cama, ajoelhada, e ele se preparou para comê-la. Por um breve momento achei que ele fosse comer o rabo dela, mas da forma como ele entrou e recomeçou a se mexer, conclui que não.


Eu segurava meu pau duríssimo por cima da cueca, meio sem saber o que fazer. De repente, tive uma idéia maluca. Voltei para dentro do quarto, e fiquei esperando. Os minutos pareciam se arrastar, pareciam horas, mas enfim ouvi barulho na porta do lado deles. Alguém entrou, e ligou o chuveiro. Pensei que eu poderia me dar mal, e ser o Rodrigo, mas todo mundo sabe que após uma trepada a garota sempre vai para a ducha primeiro. Torci para que ela tivesse fechado a porta do lado dela, caso contrário eu estava prestes a provocar um incidente diplomático. Contei até dez, saquei minha cueca, e na maior cara de pau abri a porta e entrei no banheiro. Por (muita) sorte, era a Nanda que estava lá. Dentro do Box, a água escorria pelo seu corpo clarinho, marcando suas curvas deliciosas. Ela olhou para mim, claramente assustada pela invasão, e pareceu pensar sobre o que falar. Resolvi essa questão para ela:

- “Puxa, precisamos parar de nos encontrar assim...”, falei, rindo da minha cara-de-pau.
- “Tem razão... tem certeza de que isso foi só coincidência?”, perguntou ela, prosseguindo no seu banho.
- “Bem, eu demoro para dormir, mesmo... Pensei que só eu tivesse esse hábito.”, provoquei, para ver se ela entrava no jogo e dava uma entrada sobre o que estava fazendo.


Ela apenas olhou para mim...

- “Você também estava sem sono?”, insisti.
- “Eu e o Rodrigo.”, respondeu, meio que me desafiando. – “Aliás, acho que se ele entrar aqui, não vai gostar de nos ver assim.”


Claro que isso era verdade. Claro também, que se fosse um risco real, ela não estaria prosseguindo no banho, como se nada estivesse acontecendo. Conclui, e nem precisava ser um gênio para isso, que aquela menina gostava de jogar. Quem sabe isso não renderia alguma coisa...

- “É mesmo... Melhor eu sair, então.”, disse, fingindo constrangimento.
- “Não, espera... Pode ficar aqui, eu já acabei.”, disse. – “Quer que deixe o chuveiro ligado?”
- “Sim, por favor... Estou precisando de um banho gelado!”, respondi. Eu procurava não mexer diretamente no meu pau, mas a situação estava produzindo resultados. Se por um lado ele não estava exatamente duro, claramente ele se mostrava disposto a alguma ação.


Isso não passou despercebido por ela, claro. Durante toda nossa conversa ela olhava para mim, mas de tempos em tempos abaixava os olhos para ele. Fingi não perceber.

- “Você sempre dorme assim, nu?”, perguntou ela, se preparando para voltar para o quarto, e fingindo naturalidade. Era agora ou nunca...
- “Sempre... não gosto de nada me apertando.”, menti. – “Fora isso, sabe como é... nunca se sabe o que pode acontecer durante a noite.”
- “Claro... vou comentar isso com o Paulo, amanhã cedo!”, provocou ela, piscando o olho de um jeito maroto.


Ai, aconteceu... O banheiro não era grande, e a pia ficava no meio do caminho para o Box. Sem precisar calcular muito, fui em direção ao Box mais ou menos junto com o movimento dela em direção a porta. Nos encontramos justamente em frente a pia. Eu fingi encostar na parede para dar passagem a ela, mas claro que nossos corpos se roçaram. Foi inevitável. Quando a bunda dela passou em frente a mim, se esfregando em meu pau, um choque pareceu percorrer meu corpo. Cheguei a tremer de tesão, e meu pau reagiu na hora.


“Agora, fudeu!”, pensei. – “Caralho, que idiota que eu sou, aqui encoxando a dona da casa, pelado no banheiro, e ainda com o porra do namorado dormindo a três metros de nós. Estúpido, estúpido, estúpido...”


Estava certo que ela iria armar o barraco mas... para quem já tinha ido até ali. E, como disse no início do relato, nunca devemos subestimar o que a vida nos reserva. Ela não gritou, não correu, não me bateu. Na verdade, nem pareceu assim tão indignada. Ao invés disso, parada ali na minha frente, apenas emendou:

- “Marcos, você realmente precisa de um banho gelado.”

Meu pau agora subia descaradamente.

- “Quer me ajudar com isso?”
- “Não, acho que não... Você é meio louco, né?”


Ela falou isso e, finalmente, saiu da minha frente. Só que ao fazer isso, pos a mão para trás e segurou meu pau duro, desencaixando-o da sua bunda. Parou na minha frente, divertida:

- “Parabéns, Marcos... Você tem um belo brinquedo aqui.”, disse, segurando meu pau.
Aproximou-se de mim e me deu um selinho, no canto da boca.
- “Boa noite... Pense em mim!”

Antes que eu pudesse responder ela se enrolou na toalha e foi para o quarto. Da porta, depois de olhar para dentro e se certificar, creio, que o Rodrigo dormia, ainda soltou:

- “Juizo com isso ai... Coitado do Paulo se você resolver se aliviar.”


Eu mal acreditava no que acabara de ocorrer. Entrei rapidamente embaixo do chuveiro, ainda meio atônito com tudo aquilo, e sai dali antes que o namorado dela viesse para o banheiro e pegasse tocando uma punheta monumental em homenagem a namorada dele.


Deitei na cama e, obviamente, não consegui chegar nem perto de dormir. Só pensava naquela loira, me imaginava no lugar do namorado, embaixo dela, depois atrás, de lado, em cima, enfim... Foi uma madrugada torturante. Ainda sai para outro passeio na varanda, na esperança de uma nova seção voyeur, mas vi apenas os dois dormindo lado a lado. Quando voltava para o quarto ainda fiquei com a nítida sensação de que alguém me olhava de outra janela, e pensei comigo mesmo que só faltava essa para completar a noite das besteiras... Alguém me ver espiando o quarto da filha do dono da casa onde estava hospedado.


Finalmente e felizmente, o dia nasceu. Nasceu e trouxe com ele um calor digno da fama carioca. Não eram oito da manhã ainda, e já havia um sol para cada um. Aos poucos o povo foi acordando e se dirigindo para a cozinha para o café, começando os planos para o dia. A minha expectativa era para ver a Nanda, e ficava imaginando como ela agiria comigo. Para me fazer sofre mais um pouco, o casal trepador foi o último a descer, me deixando com desesperadora impressão de que havia rolado outra trepada pela manhã. Eu devia ter ficado lá no quarto, conclui rapidamente.


A casa era maravilhosa, e além de ficar muito próxima da praia da Barra, ainda tinha uma piscina deliciosa. O pessoal decidiu ir primeiro a praia, e deixar parar aproveitar a piscina na parte da tarde. Logo, o pessoal se preparou para ir para a praia e apareceram as meninas vestidas com seus biquínis. A Ana era muito bonita também, uma morena com um corpo esguio e muito bem torneado, mas meu nível de amizade tanto com ela como com o Ronaldo me impediam de pensar em qualquer coisa com ela. Apesar disso, não dava para não notar seu belo corpo. A Nanda dispensa comentários... Apareceu com um biquíni laranja minúsculo, marcando seu corpo que a cada minuto me despertava mais tesão. Seus peitos empinados e sua bunda redondinha estavam me deixando louco. Era difícil tirar os olhos de cima daquele pedaço de mau caminho. Entretanto, a grande surpresa ficou por conta da madrasta da Nanda, Bete.


Quando se separou da mãe da Nanda, o pai dela foi para o Rio e, provavelmente, deve ter caído da putaria. Nessas aventuras, imagino eu, deve ter conhecido a Bete. Digo isso porque, além do fato dela exibir uma belíssimo corpo para os seus 38 anos, deixando muitas meninas no chinelo, ela tinha um jeito instigante, um olhar de felina que parecia te despir, e um sorriso de quem sabia muito bem o que os homens deviam pensar dela.


Aquilo estava ficando complicado. Eu já me esforçava para não olhar tanto para a filha do homem, agora tinha também a nova mulher dele povoando meus pensamentos. E não era para menos. Bete era loira, extremamente bronzeada, tinha um par de seios grandes, que pareciam apertados demais no biquíni que ela usava, formando assim um cenário absolutamente tentador para uma espanhola, imaginava eu. Ela tinha uma cintura fininha, e coxas grossas e roliças, cobertas por uma discreta camada de pelinhos loirinhos. Já me imaginava alisando aquelas pernas gostosas... Não dava para ver direito suabunda, já que ela cobria a parte de baixo do biquíni com uma canga curtíssima e apertada. O resultado era tentador.


Passamos a manha na praia, e foi um suplício esconder uma ereção que teimava em se fazer presente. Voltamos para casa, e passamos a tarde brincando na piscina e bebendo. Em determinado momento, mais uma vez o imponderável se fez presente. Brincando de briga de galo na água, escorreguei num dado momento e torci o tornozelo, jogando uma meio ducha de água-fria em todo mundo. Sai mancando da piscina, meio puto com o azar, mas não querendo criar um clima chato. A questão é que havíamos combinado de jantar fora, e meu tornozelo inchado me manteria de fora do programa.

Ao contrário do que chegaram a cogitar, insisti para que não se mudasse os planos, e para que o povo fosse jantar fora. Meio reticentes eles acabaram concordando, ainda mais quando a Bete se propos a ficar e me fazer companhia.
Por volta das oito e meia todos saíram, me deixando em casa com minha anfitriã, uma coroa de fazer virar o pescoço de qualquer moleque. Ela disse-me que iria tomar um banho, e que em seguida prepararia algo para comermos. Tudo ia bem, quando ela soltou o comentário:

- “Descanse um pouco, Marcos, que eu já volto. Nada de ficar passeando pelas varandas, hein...”
Ela disse isso e soltou mais daqueles sorrisos enigmáticos dela, como se dissesse que sabia de algo. Respondi quase sem pensar...
- “Por quê a senhora diz isso?”
Ela se aproximou de mim, e passou os dedos de leve sobre meu peito...
- “Olhe... Se você vai me chamar de senhora, vou repensar minha decisão de te fazer companhia. Vou jantar com eles e você vai ficar sozinho aqui.”
- “Desculpe... É que a senhora, digo, você, é madrasta da Nanda... Sei lá, é automático, não é por querer.”
- “Você me acha velha, Marcos?”
- “Pelo contrário... Para quem não as conhece, você e a Nanda passariam por irmãs.”, exagerei... Bem, só um pouco.


Ela passou atrás de mim, falando devagar e deslizando as unhas agora pelas minhas costas, me arrepiando de imediato.

- “Você parece gostar da Nanda, né?”
- “Imagine... somos apenas amigos. Além disso ela...”, ia explicando eu, mas ela me cortou.
- “Além disso ela demonstrou um péssimo gosto, e escolheu namorar aquele caipira do namorado dela, né? Se você quer saber, acho que ela errou de rapaz no grupo.”
- “Bem... sei lá, Bete. Não fico pensando nisso.”, menti.
- “Eu acho que pensa sim... Tanto nos seus passeios noturno espiando ela, como no jeito que você olhava para ela na praia e na piscina.”


Gelei! Eu sabia que deveria ter dado menos bandeira. Mas, fosse qual fosse a intenção da Bete em dizer aquilo, ela continuou.

- “Você precisa ser mais discreto, Marcos. O Rodrigo pode ser sem sal e desajeitado, mas não é bobo.”
- “É impressão sua...”, falei, desconfortável com a conversa.
- “É mesmo... bem, olhando o seu calção na praia, eu poderia jurar que não era só impressão, não...”


Disse isso, e se retirou para a sua suíte, me deixando pasmo no meio da sala... e agora? O quê eu deveria fazer? Será que ela, safada como estava se mostrando, me ajudaria com a Nanda? Duvidei disso.


Em seguida pensei na situação de nós dois sozinhos na casa. Será que eu deveria aproveitar a porta que ela abrira, e tentar algo com ela? Isso acabaria com minhas chances com a Nanda, e cheirava a dinamite. Fiquei parado ali na sala, sem saber o que fazer, mas achando que se não tomasse uma atitude, passaria o final de semana em branco, e simplesmente não dava para não tentar algo. Refletindo sobre a aventura da noite anterior, achei que valia a pena arriscar. Fui até o quarto dela, e notei a porta aberta. Minhas mãos suavam, e meu coração batia tão forte como na noite anterior. Respirei fundo, e entrei no quarto. A Bete estava em frente a um espelho, tentando prender uma gargantilha no pescoço. Mal acreditei na cena.


Ela vestia apenas uma calcinha e sutiã, brancos, de renda. A exemplo da enteada, a peça também era minúscula. O contraste do branco com a sua pele bronzeada formava um quadro de rara beleza, embora o corpo não fosse perfeito como o da Nanda. Ainda assim, ela era gostosa, muito gostosa, malhada, firme. Seus seios estavam indecentemente apertados e apontados para frente. Me aproximei por trás dela.

- “Deixe que eu te ajude...”, disse, pegando a corrente nas mãos e começando a brigar com o fecho.
- “Você não devia estar aqui, garoto...”
- “Você não devia provocar o garoto.”, ousei. Encostei o corpo de leve nela, sentindo a firmeza da sua bunda contra meu pau.
- “Meu marido não iria gostar disso. Primeiro você dá em cima da filha dele na frente do namorado. Agora, assedia a esposa.”
- “Eu acho que a esposa quer isso...”, disse, e aproveitando que ela segurava o cabelo para cima, para me ajudar com o fecho, aproximei minha boca da sua nuca e mordisquei-a de leve.


Face ao arrepio que percorreu o corpo dela, o joguinho de palavras não era mais necessário. De qualquer jeito, eu sabia que ela não era uma menina, e com certeza ansiava por se sentir desejada. Comecei a elogiá-la:

- “Seu corpo é perfeito, uma delícia. Seus seios são fantásticos...”, disse, apalpando-os por cima do sutiã.
- “Seu safado... você quer me seduzir? Tenho idade para ser sua mãe.”, reclamou ela, de um modo meio falso.
- “Idade, talvez... mas não tem corpo para isso.”, disse, passando a alisar suas coxas.


A cada besteira que eu dizia, ela se arrepiava mais e se entregava mais um pouco. Virei-a de frente para mim, e comecei a beijá-la. Ela me atacou de um modo selvagem, lascivo. Mordia minha boca, até machucar. Sua mão começou a alisar meu pau por sobre a bermuda, já duríssimo.

- “Nossa, que coisa dura é essa aqui...”, falava ela, sem soltar o meu pau.


Eu alisava seu corpo, admirado com a firmeza das suas coxas, e dos seus seios. Comecei a beijar seu pescoço e alisar sua bunda. Deslizei minha mão por dentro da sua calcinha, ao longo do seu rego. Ela rebolava na minha mão, e logo deslizou sua mão para dentro da bermuda. Senti sua mão começar a alisar meu pau. Era curioso, mas ela estava fascinada pelo meu pau duro.

- “Olha só esse cacete... Caramba, como é grande, grosso... Hummmm, duro. Mostra isso para mim, mostra...”
Eu fiquei meio surpreso com a conversa dela. Meu pau era normal, ou pelo menos era para mim. Mas para ela, que com

certeza há muito tempo só via (e mais, só levava) o cacete do maridão já meio acabado, um pau jovem devia parecer um milagre. Se era assim para ela, para mim estava ótimo. Comecei a chupar os seios dela, mas ela soltou minha bermuda e resolveu conferir de perto meu pau.
Ela ajoelhou na minha frente, e ficou mexendo um pouco no meu pau. Alisava e olhava, e parecia fascinada. Ai abriu a boca e colocou-o para dentro. Engoliu a cabeça, e começou a chupá-lo. Eu segurava meu pau pela base, dei umas batidinhas com ele no rosto dela. Ela ficou louca. Passou a chupá-lo mais rápido. Eu coloquei uma perna sobre a cama, segurei a cabeça da loira e meti minha rola para dentro e para fora da boca dele. Meu pau logo parecia um pistão, duro e brilhante com a saliva dela. Eu precisava parar com aquela chupeta antes que enchesse a boca dela com minha porra.


Levantei-a e abaixando na frente dela puxei a sua calcinha para o lado, revelando sua xoxota. Passei o dedo por ela, sentindo como ela já estava molhada. Ela puxou minha cabeça em sua direção, e eu cai de boca nela. Chupei sua boceta, e deslizei um dedo para dentro dela. Ela tremia de tesão. Eu também já não via a hora de botar o pau nela, e assim arranquei sua calcinha. Levantei do chão, e soltei seu sutiã, libertando seus seios.

- “Você tem camisinha?”, ela perguntou.
- “Tenho... na minha carteira.”, respondi, meio afoito.


Ela me puxou pela mão para o meu quarto, e enquanto ia na minha frente eu ia admirando o corpo firme daquela mulher. Passei a mão na sua bunda ao chegarmos ao meu quarto.

- “Que bunda gostosa você tem...”, falei cheio de esperança. Ela olhou para trás, divertida, mas cortou meu barato.
- “Pode tirar esse olho comprido do meu rabo... com esse tamanho de cacete, nem pense nisso.”
- “Pois então eu vou foder essa boceta gostosa.”
- “Deita ai... Mostra esse pauzão para mim, mostra...”

Coloquei uma camisinha no pau, deitei e apontei ele para cima. Ela veio por cima de mim, raspou seus seios gostosos no meu pau, e veio até minha boca. Me beijou, e em seguida se ajeitou sobre meu pau. Esfregou a xoxota sobre ele, e sentou. Imediatamente soltou um gemido, e começou a se mexer sobre mim.


Eu lembrei da sua enteada sobre o namorado, na noite anterior. Era curioso, mas elas se pareciam. Trepavam de um jeito parecido. E a boceta dela era uma delícia. Meu pau parecia que ia explodir, e ela se mexia deliciosamente sobre mim. Ficou uns minutos assim, com o seu tesão crescendo rapidamente. Logo ela se jogou sobre meu peito, e gozou gostoso.


Ficou ali, ofegante, enquanto eu alisava seu corpo e passava a mão na sua bunda. Se ela não ia me dar o rabo, pelo menos eu queria encoxar aquela gostosa. Levantei, e coloquei-a de frente para a parede, de costas para mim. Afastei as pernas dela e ela, safada, empinou a bunda. Penetrei a boceta dela, e segurando-a pela cintura recomecei a fodê-la. Meu pau sumia dentro da bunda dela, e eu a puxava pelos peitos gostosos. Senti que ia gozar...

- “Vem aqui... vou gozar nesses peitos gostosos!”


Ela se ajoelhou na minha frente, e eu arranquei a camisinha. Ela pegou meu pau e começou a bater uma punheta. Apontava ele para seus peitos, e em seguida dava uma chupada nele. Apontava para os peitos de novo, e dava outra chupada. Numa dessas chupadas meu gozo veio forte. Ela sacou meu pau da boca, mas antes de apontá-lo para os peitos voou porra em seu rosto, sua boca, pescoço. E ela não se fez de rogada. Esfregou meu pau pelos seus peitos deixando-os lambuzados e eu de pernas bambas.
Ficamos uns minutos descansando, e eu já estava pensando em dar a segunda, quando ela lembrou que logo o pessoal estaria de volta. Tomamos um novo banho rápido, e descemos a tempo dela preparar algo de jantar, para disfarçar.

Logo todos voltaram, e eu fui dormir mais cedo. Estava me sentindo meio estranho olhando para a Bete, para o marido dela, para a Nanda e para o Rodrigo. De qualquer jeito, meu pau estava feliz.
O dia seguinte amanheceu com o mesmo sol, e fomos para a praia novamente. Meu pé doía mais do que no dia anterior, e andar na areia era um suplício. Decidi voltar para a casa, enquanto o pessoal se divertia jogando vôlei.


Fiquei meio frustrado, porque ao menos na praia eu podia curtir o desfile das duas gostosas, madrasta e enteada. A Nanda havia escolhido um biquíni vermelho ainda menor do que o do dia anterior, se é que isso era possível.
Cheguei em casa pensando em descansar, mas as surpresas do final de semana não haviam acabado. Ouvi barulho na casa, e levantando do sofá vi meu sonho de consumo entrando em casa.

- “Olá... vim buscar meu protetor solar, que esqueci aqui. Tudo bem com você? Como está o pé?”
- “Melhor agora, com essa bela visão.”, brinquei. Eu já havia deixado os bons modos de lado, definitivamente.
- “Ah, para com isso...”, respondeu ela, dando de ombros. De repente ela parou no caminho, e olhando para trás soltou:
- “Além do mais, você já viu mais do que isso, esqueceu?”
- “Se esqueci? Não penso em outra coisa.”, respondi olhando para aquela bunda maravilhosa, muito mal coberta por um minúsculo triângulo vermelho que era seu biquíni.
- “É mesmo? Você gostou do que viu?”, provocou ela, fazendo tipo, brincando deslizando suas mãos pelo corpo.
- “Puxa... adorei. De verdade.”
- “Então prove!”, disse ela, se aproximando do sofá onde eu estava.
Bem... depois de todas as loucuras que eu já havia feito, não podia ter outra ação que não a que tive. Eu estava deitado no sofá, e sem cerimônia tirei meu pau que já estava duro para fora. Mostrei o pau para ela, na esperança que ela gostasse dele tanto quanto a sua madrasta.
- “Sabia que você é muito abusado?”
- “E?”


Ela se aproximou de mim, com o olhar fixo no meu pau,que eu masturbava lentamente.

- “Sabe... se não existisse o Rodrigo, nós poderíamos fazer umas loucuras juntos.”
- “Bem, ele não está aqui agora...”, falei, sorrindo para ela.
- “É... não está, não é mesmo?”

Ela saiu andando em direção ao seu quarto, olhando por cima do ombro. Sai mancando atrás dela. Entrei no seu quarto já abraçando-a e beijando-a. Ela correspondia, e nossas línguas se enrolavam e pareciam duelar, enquanto nossas mãos exploravam nossos corpos.


Soltei seus seios por cima do biquíni, e deslizei minha língua por eles. Seus biquinhos se arrepiaram, e eu prendi um deles com meus dentes, brincando com a língua. Minha mão enfim tocava aquela bunda que tanto mexera com minha imaginação nos últimos dias. Deslizei-a por dentro do seu biquíni, sentindo sua maciez.

- “Não dá tempo agora, Marcos. Preciso voltar para a praia. Vamos combinar e nos encontramos depois que todo mundo dormir.”
Não dava para trocar o certo pelo incerto. Não dava para ter certeza que tudo daria certo a noite, assim continuei beijando o corpo dela. Ela ficava dividida entre o desejo e a razão, e resolvi aproveitar a dúvida dela.
- “Vem cá só mais um pouquinho... Dá uma chupadinha no meu pau, dá... Depois a gente continua a noite.”
- “Você é um sacana... Fica me tentando...”, ela falou mais para ela do que para mim.


Deitamos na cama dela, e ela caiu de boca no meu pau. Como ela chupava gostoso, delicada, safada. Sem medo de errar, dava para dizer que ela chupava muito mais gostoso do que a Bete, que era mais afoita. Puxei o corpo dela para mim, e abaixando seu biquíni revelei sua bocetinha gostosa.
Ela tinha poucos pelos, muito bem aparados, apenas um fino bigodinho acima dos lábios. Separei-os com os dedos, e beijei molhadamente sua xoxota. Ela se arrepiou toda, tirando o meu pau da boca.

- “Ahhhhhh, seu puto... que gostoso... chupa mais, chupa...”


Entrei entre suas pernas, e puxando-a sobre mim começamos um sessenta-e-nove. Ela rebolava sobre minha cara, e eu olhando aquela boceta gostosa, comecei a alisar sua bunda. Ela seguia gingando sobre mim, e engolindo o quanto conseguia do meu cacete. Deslizei um dedo sobre seu cuzinho, e ela piscou ele.

- “Aiii, safado... não faz isso... hmmmmmm, assim... vai... para... não, mexe só um pouquinho... assim, põe o dedinho põe. Põe o dedinho no meu buraquinho... ahhhhh, vai... tesão.”


Incentivado por ela, comecei a fodê-la com um dedo, e logo com dois. Com os dedos no seu rabo, minha boca na xana e meu pau na boca, ela gozou forte, estremecendo sobre mim.

- “Puta-que-pariu... preciso ir embora. Eu já estou aqui faz um tempão.”
Enquanto ela falava, eu a puxei para o meu lado, e arrancando de vez seu biquíni levantei sua perna e pincelei meu pau na entrada da sua boceta.
- “Vem... só um pouquinho...”


Antes de acabar de falar, ela própria empurrou sua cintura em minha direção. Meu pau deslizou para dentro daquela xaninha apetitosa. Começamos a trepar, enquanto eu a beijava e a puxava pela bunda. Estava uma delícia, mas ela tinha razão. O tempo estava voando, e eu não queria deixar para depois o que podia fazer naquela hora. Deslizando o dedo pelo seu reguinho, cutuquei seu cuzinho e pedi:

- “Deixa eu comer esse rabinho gostoso, deixa...”
- “Não dá tempo! Eu até deixo, mas de noite...”.


Aquilo quase me fez gozar na hora. Mas se ela queria dar a bundinha para mim a noite, isso não deveria impedi-la de fazer uma avant-premiere naquela hora.

- “Tá bom, mas deixa eu por só um pouquinho agora... Vem, rapidinho...”


Ela devia estar muito excitada, porque não reclamou... Ao contrário, se colocou de quatro na cama, com a bunda empinada, mexendo no seu cuzinho com um dedinho. Molhei meu pau com saliva, e encostei em seu cuzinho. Ela afastou um pouco suas nádegas, e eu empurrei meu cacete para dentro dela.

- “AI, CACETE... Putz, é muito grande... devagar... calma...”


Ela ficava fazendo charminho, mas gingava a cintura e jogava a bunda para trás. Aquela menina safada estava acostumada a fazer sexo anal, isso era claro. E gostava, como eu estava vendo. Segurando-a pela cintura empurrei meu pau para dentro dela, e rapidamente comecei a penetrá-la, logo colocando todo meu pau no seu rabinho gostoso.

Sua bunda macia estava divivida pelo meu pau, e ela mexia na sua bocetinha, se masturbando. Os dois dias de tesão acumulado enfim extravasaram.


Gozei abundantemente em sua bunda, enfiando meu pau até o fundo dela. Ela gemia, e dedilhando seu grelinho gozou novamente, se jogando na cama. Nossa vontade era de ficar ali, jogado na cama, mas tínhamos aparências a tentar salvar. Ela se arrumou rapidamente, do jeito que dava, e entrou no banheiro no momento em que o rodrigo entrava na casa chamando por ela. Eu sai pela varanda, mancando, e fui para a frente do meu quarto.

- “Oi Marcos.”, disse ele, entrando pelo quarto onde acabáramos de transar. – “Você viu a Nanda?”
- “Ela passou aqui, disse que ia pegar algum treco, e voltou para a praia.”
- “Ué... estou vindo de lá e não a vi.”
- “Ela disse que iria andar na praia.”
- “Mas que tapada! Debaixo desse sol? Não posso acreditar... Caramba, viu. Agora toca procurar ela nesse puta calor.”, e dizendo isso saiu batendo o pé.


A Nanda saiu em seguida do banheiro, onde ficou escondida. Olhou para mim, me chamando de sacana. Eu a beijei novamente, alisando mais uma vez aquela bunda gostosa.

- “Nos vemos a noite...”


Eu sabia que, depois daquele feriado, não poderia mais voltar para aquela casa, por conta do lance com a Bete. Mas São Paulo prometia muito, por conta da enteada!
E assim foi.


Autor: Cialis









EXIBINDO NO SWING

Bom, somos um casal casados a 10anos, ja realizamos muitas fantasias, somos um pouco tímidos, mas quando trata-se de sexo ficamos enlouquecidos e a timidez vai pro espaço. 

Cerca de 1 ano a traz fomos a uma casa de swing, ficamos em um camarote onde havia mais um casal e uma mulher, e nós ficamos ali, pedimos uns drinks e noite começou a esquentar, alguns casais dançavam freneticamente, algumas mulheres já dançavam só de calcinha e sutiã, e o nosso desejo ia aumentando vendo aquilo tudo, porém seguíamos tomando nossos drinks e apreciando a festas, até que lá tantas da madrugada o casal e a mulher que estava no nosso camarote começaram a se beijar, por vezes o cara só olhava elas se beijando e as vezes participava, até que elas juntas começaram a abrir a calça do cara e tiraram o pau dele pra fora e começaram a chupar e punhetar ele, isso tudo ali do nosso lado, que nunca tínhamos visto esses lances juntos, eu e minha esposa não aguentamos e começamos a nos beijar e nos acariciar tbm.

 Ela ainda estava meio tímida com aquilo tudo, porém quando botei a mão na bucetinha dela fiquei mais enlouquecido ainda, a buceta dela estava muito molhadinha, estava escorrendo o tesão, ela tbm começou a me acariciar tirando meu pau pra fora e acariciando, o tesao começou a ficar incontrolável e eu já via pessoas olhando pra nós, o que na verdade foi mais um ingrediente pro nosso tesao aumentar cada vez mais. 

Minha esposa estava com um vestidinho preto bem soltinho, sem sutiã e com uma calcinha minúscula, eu a beijava e acariciava muito, até que baixei a alça do vestido e comecei a chupar os peitos dela que são bem grandes, eu a chupava e ela me punhetava, era um tesao aquilo pra nós, não pretendíamos passar muito daquilo, pois tínhamos combinado que íamos ficar olhando o que acontecia lá dentro e depois íamos para um motel, mas não aguentamos. 

Foi quando minha esposa mandou eu ficar sentado e levantando o vestido sentou no meu colo, rebolava e se esfregava no meu pau que estava duro como uma rocha, até que ela com o vestido levantado botou a calcinha de lado e enfiou bem devagar na buceta dela que estava muito quente e molhada, as pessoas começaram a chegar mais perto e olhar aquilo, ela rebolava e socava meu pau cada vez mais naquela bucetinha, o cara que estava ao nosso lado ficou bem perto e se punhetava olhando aquilo, eu gostava de ver as pessoas nos olhando e sentido tesao, botei ela de quatro no sofá do camarote e comecei a socar muito forte, ela gemia e urrava muito alto, ela pedia pra socar mais e mais, pedia pra bater na sua bunda e eu a obedecia como sempre. 

Eu adorava ver aqueles casais e especialmente ver os caras olhando e se masturbando com aquilo tudo, adoro exibir ela, nós não aguentávamos mais de tesao, ela começou a tremer e gozou como uma louca, se virou e pediu pra gozar nos peitos dela, e assim foi, ela pegou no me pau deu uma chupada bem gostosa e punhetou até a porra jorrar naquele peitos maravilhosos, ainda levantou e me deu um beijo maravilhoso, depois ainda saímos dali e fomos para um motel e transamos o resto da noite relembrando tudo o que havia acontecido na casa de swing. Acho que vamos voltar lá e quem sabe fazer outras coisas ainda!

autor - prazer rs