quinta-feira, 19 de maio de 2016

MUDANÇA DE VIDA

5° DEGRAU
Minha vida sempre foi mecanizada, desde criança, todos os horários controlados, sem faltas ou atrasos... Isso pra mim era primordial, me deixando feliz, quando no fim de semana, olhava a agendinha, e via que cumpri com todos os compromissos, mesmo os de dar 5 voltinhas de bike na praça, ás 19:30...
Me formei, conforme programado, e fui em busca do meu grande amor, era a idade perfeita para casar, curtir o marido e conhecer o sexo, meu corpo estaria formado e pronto até para conceber, se quisesse, mas, claro, isso também estava programado para acontecer aos 29 anos e aos 30, com uma boa economia, ajuntada nesse tempo de exercício de profissão daria um certo conforto ao bebê que viesse... Isso se não fosse um pequeno inconveniente... Eu não sou um exemplo de beleza, sou magrinha, sardentinha, cabelos quase ruivos, só para me irritar, toda hora alguém perguntava se eu não pintei direito... e todos os meus pelos do corpo são assim, quase ruivos, numa pele clarinha que se vê as veias...
Se não fossem 3 atributos, eu acho que me mataria, e faço questão de salientá-los, para ver se atraio alguém...
Mesmo sendo magrelinha, 1,60 e 51 kg, minha bundinha é redondinha e empinadinha, mas, não é bem ela que eu acho desejável aos homens, mais sim a minha xaninha, acredito que tudo que tinha para crescer e engordar foram acumulados só nela... Os lábios são lindos, salientes, meu grelinho é um botãozinho que sempre que excito aparece brilhante, meus pelos são ralinhos, e bem lisinhos, nem me dou o trabalho de raspar, e tem umas sardinhas bem acima que são lindinhas... Só os seios que são pequeninos, mas, bem durinhos, exatamente como uma pêra... Quando quero atrair alguém, pronto, calça leg e blusinha solta sem sutiã... Xotinha marcada, peitinhos que ficam durinhos com o roçar da blusa e o biquinho fica moldado e a vista... Foi numa dessas saídas que conheci o Caíque, conversamos, beijamos, marcamos noutro fim de semana, e noutro, jantamos, começamos um namoro, até que ele me fez um convite para um motel, neguei, disse ser virgem, e queria me casar assim, se encontrasse a pessoa ideal, então rolaria, remarcamos outro encontro, e nesse ele me pediu em casamento... Aceitei, ele já tinha casa, era só me mudar, fizemos tudo, juntamos os amigos, e preparamos tudo para 6 meses, era tudo ou nada, conversamos sobre vários lugares, para passarmos a lua de mel, ele me disse ser louco por sítios, achamos e alugamos um em Minas Gerais, por duas semanas, com direito a tudo, todas as refeições, após a cerimônia, pegamos um vôo RJ/MG, ônibus, e chegamos ao sítio...
Tudo lindo, perfeito, nos agarramos antes de chegar no casarão, até que fomos interrompidos, pelo caseiro e zelador, era um brucutu de uns 1,90 de altura, parecia um armário, esquisito, maltrapilho e com olhar ameaçador, sem a menor cerimônia “comeu” minha xaninha com os olhos, de maneira que Caíque ficou aturdido, pois ele também é branquinho, 1,70 e tem uns 65 kg, magrelinho igual a mim, e esse caseiro quebraria nós dois juntos sem perceber... Foi visível o constrangimento, perguntamos pelo proprietário, ele deu uma desculpa de que voltaria mais tarde, eram aproximadamente 15:00, fomos pára o casarão, tudo lindo, bem aconchegante.
Conversamos rapidamente, mais o desejo era muito forte, fomos pra o quarto nos beijando como alucinados, eu queria sentir uma rola, uma pica, uma vara, eu queria que ele visse minha xota e desejasse como eu sempre sonhei que seria... Ao nos despirmos, até falamos em banho, mas, ele balbuciou algo como, “eu quero sentir você assim mesmo...” Arfava e me beijava, me acariciava cada centímetro do corpo, me despiu lenta e suavemente, me deixando só de calcinha e sutiã, apreciou meus seios, beijou bem molhado por cima do tecido, eu estava me realizando só de saber que enfim, alguém me desejava de verdade, e mais uma vez, eu tinha o controle da vida, estava saindo conforme programado, eu iria ser deflorada pelo amor da minha vida, meu marido, meu homem...
Enquanto me deliciava nesses pensamentos, senti sua língua úmida percorrer minhas costelas, me arrepiando todinha, mãos hábeis, soltaram meu sutiã, minhas peras saltaram a vista, era a primeira vez que seriam beijadas, não aguentei e tive um orgasmo, gemi, tremi me inclinei mais a frente e supliquei...”me chupa todinha.” Ele abocanhou meus seios, sempre babando, o bico parecia que iria explodir, nunca o vi tão ressaltado, pontudo, ele me inclinou para trás, deixou meu corpo cair na cama, desceu um pouco mais a boca, chegou no meu umbigo, afastou-se um pouco e contemplou minha vulva, era meu nirvana, meu êxtase, gemia só com o olhar dele, piscava minha xota incontrolavelmente, minha barriga fez uma curva para cima, afastando minhas costas da cama mais de um palmo, me contorcia, senti meu desejo se transformar em gozo mais uma vez e escorrer pelas minhas pernas, o cheiro do meu fluído inundou o quarto, e gritei descontrolada, quando ele passou a língua por cima da calcinha, no meio dos lábios, chegando e tocando o grelinho...
Aaahahahahahhhhhhh..... uhhhhhhhhhh....aahaahahahhh
Tremia como nunca tinha tremido na vida, ele percebendo que eu estava descontrolada, resolveu me torturar... Afastou-se, pôs o cacete pra fora e ficou me mostrando, quando fui me levantar, ele ordenou, “fica assim, deixa eu gravar essa imagem de você ainda virgem, desejosa”.
Eu cheguei a suplicar para que ele viesse, me deflorasse, me fizesse mulher, abri mais as pernas, cheguei a calcinha para o lado, bolinei meu grelinho, gemi alto, e senti um jato de porra pela primeira vez na vida, ele estava a um metro de mim, e o jato chegou nos meus seios, barriga e uma golfada repousou caprichosamente sobre minha xaninha... Melequei a mão e esfreguei meu grelo com mais força e gozei mais uma vez, arfando, gritando, gemendo, tremendo.... aaahahahahahahhahah.... uahauaaahaaa
Arranquei a calcinha, mas, ele me disse que precisava de um tempinho, pedi para chupar seu pau, seria a primeira vez na minha vida, ele insistiu que não, cheguei chorar...”por favor amorzinho, me dá piru, por favor...eu preciso agora, eu não agüento mais esperar.”
Mais uma vez ele me disse o contrário, “calma Nessinha, só acabamos de chegar, temos duas semanas pra fazer de tudo que a gente quiser.”
Minha cabeça foi a mil, me controlei para não voar em cima dele de raiva, não sabia se era tática para me deixar implorando, ou sei lá o que... Levantei do chão, já estava de joelhos, enxuguei as lágrimas, fui para o Box, e me masturbei mais duas vezes para me acalmar.
Vesti uma bermudinha curta básica, bem sensual que separei para ele, uma blusa de malha rosinha, sem nada por baixo, e fui dar uma volta, pensando no quanto cheguei a me humilhar implorando para ser deflorada, sorri comigo mesmo, e pensei estou a perigo... Foi quando ouvi uma voz grave acima de mim, era o caseiro em cima de uma árvore.
“Está sorrindo sozinha Madame, será que tem motivos pra isso?”
4° DEGRAU
Eu tentei ignorá-lo, mas ele persistiu no comentário. “Uma princesa como a Madame, merece um macho de verdade.”
Corei de raiva e vergonha, sai dali decidida a por um basta nisso, quando me dei conta que ele sabia de algo mais, voltei o olhar para ele, e vi que de onde ele estava, tinha ampla visão de nosso quarto, ele assistiu a tudo de uns quatro metros de distância, então viu e ouviu... Corei de novo, apressei o passo, e fui em direção a porta, iria exigir que Caíque tomasse providências, mas, antes que abrisse a boca, ele fez sinal com dedo em riste, era para eu esperar que Ele estava falando com a mãe... Com a mãe... Chorei e voltei para o quintal, minha cabeça deu um nó... aguardei vinte minutos voltei, fiz sinal e o mesmo dedo em riste, nem mesmo eu chorando ele se preocupou em saber o por que... Sai, mas, fiquei ouvindo, e meu mundo desabou de vez...” Não mãe, ela é só um passa tempo... Eu sei, eu sei que casamos, mais hoje em dia, é assim mesmo, não se esqueça que ela formada, vai ser meu cofrinho...”
Saí correndo, não sei se por instinto, fui justamente na direção da árvore, chorando de soluçar, chamei o caseiro, e não estava mais lá... Me deixei cair no chão, encostada na árvore, dava para ver ele na conversa de mais de uma hora com a mamãe, virei para o outro lado, e vi um casebre bem distante, era do caseiro, recobrei o ânimo, levantei e fui...
Chegando perto ouvi uns gemidos, alguém estava transando ali, cheguei na ponta do pé, e pensei vai ser minha vingança, ele me vigiou, agora vou fazer o mesmo... “ããiinnnn... mete devagar, tá me machucando...ããaãiiinn
Assim eu não volto mais... ããããããiiiiiiinnnnnnn, seu cavalo... devagar...” senti minha xaninha piscar de novo, eu não estava pronta para ouvir alguém transando, estava muito sensível, lânguida demais... Toquei minha xota por cima da bermuda, chegava estar marcada,  tamanha minha excitação só de ouvir...
Olhei pela fresta abaixo da janela, não era só o caseiro, tinha ele e mais um fazendo um sanduíche de uma senhora que devia ter bem os seus 60 anos... eles metiam sem pena, sem dó, forte, na xota e no cú, ela xoramingava, mas, percebi que era só charminho, rebolava igual puta no cio, e implorava para eles irem devagar... ããããiiiiinnnnn.... devagar, ta me rasgando todinha, meu marido vai desconfiar... ãinnn devagar...uuuiiii... tira um pouquinho, meu rabo ta ardendo.... ããããinnnn...
Fui contornando o barraco, e achei um buraco perfeito, eu via na reta da entrada, as toras eram avassaladoras, quando saiam mostravam duas crateras onde deviam ser xota e cu, e socavam de novo, sem misericórdia... anunciaram o gozo, eu já sentia escorrer pelas minhas pernas mesmo de bermudinha, estava toda molhadinha... tremendo, pernas bambas, vi a porra começar a escorrer primeiro do rabo da coroa, depois da xota, ela gritava, não agüentei e gemi de tesão, eles olharam, me encolhi, desequilibrei, rolei e cai numa mesa cheia de panelas velhas, o barulhão foi ensurdecedor, e o pior, embaixo tinha uma poça de lama onde fiquei estatelada...
Olhei para a janela e o trio sorria de mim, o caseiro veio me ajudar, dava para ver o monstro que ele tinha entre as pernas ainda meia bomba num short sem nada por baixo... Mesmo nessa situação, não resisti em olhar, analisar, então me dei conta: o desejo estava me fazendo descer cada degrau da vida, sem controle.
Estendi as mãos, o caseiro me ajudou, me levou para dentro, disse para tomar um banho, a senhora, dona Flávia, me deu um vestido de velha, largo, e sem nada por baixo, o outro homem era bem parecido com o caseiro, fiquei sabendo que eram irmãos com 3 anos de diferença, 47 e 50.
Saí do banheiro com pressa, dona Flávia me tranqüilizou, preparava um chá, o silêncio era surreal, que foi cortado pelo caseiro: ” bom pessoal, vamos as apresentações, essa é a Madame Joyce, esposa do Sr. Caique, esse meu irmão Jura, e a dona Flávia, eu sou o Juve, o caseiro daqui, a Madame, só estava dando uma olhadinha por que hoje cedo eu também espiei ela..., eu assenti com a cabeça, e logo percebi que o Jura estava armado, com algo anormal nas calças, dona Flávia, andava com dificuldade, olhou para mim, viu que eu não tirava os olhos daqueles volumes, e falou: “minha filha, se você quiser experimentar isso, não tem volta. Já tem mais de 40 anos que eu sou viciada neles e ainda não agüento direito.”
Eu olhei para ela, não sabia se era verdade ou mentira...”mas a senhora disse que é casada???”
Sim sou, meu marido é o dono disso aqui, você tratou com ele no telefone.
Olhei de novo pra ela, incrédula. “E a senhora dá pra eles, todos esses anos???”
Como te disse: isso vicia. Apontando para os cacetes.
Ela vendo meus olhos brilharem perguntou: Você quer vê?
Não disse nada... Ela acenou e eles obedeceram, colocaram para fora... Minha boca se abriu sozinha, meu queixo caiu, meu olhos brilharam, minhas pernas se apertaram, para tentar apertar minha xota, os bicos dos meus peitos saltaram que dava para ver... Fiquei corada, trêmula, e Jura veio em minha direção, pôs as mãos em meus ombros, me fazendo ajoelhar diante dele... Cai, sem forças, olhei, estava babado, com gosma da última foda... a babinha escorria ainda... ou de novo...era demais pra mim, na minha cabeça me disse: sai daqui agora, mas as minhas mãos subiam lentamente, Juve e dona Flávia só olhavam... Peguei com as duas mãos, só assim meus dedinhos se tocavam, era pulsante, cheio de veias, babado, sujo...nham, nham, nham... estava mamando pela primeira vez na vida, sugava a cabeça, a baba, a gosma... nhamam...chupp... glub... nhammm...
Dona Flávia, ajoelhou e começou a mamar o Juve, eu senti ciúmes e tomei dela, mamei o outro caralho enquanto segurava o outro com a mão esquerda, arregalava os olhos, eu queria aquilo dentro de minha boquinha, forcei, abri, e a glande pulou dentro, me fazendo entalar, e até doer o maxilar, lambia na fendinha onde sai a baba, sentia o sabor na pontinha da lingüinha, lágrimas saíram dos meus olhos, eu punhetava o outro... eu queria tudo pra mim, eu queria piru, eu queria homem, eu precisava, e ali de joelhos sugava o que dava, abri mais, mesmo doendo e tirei o Jura, fui pro Juve, forcei também e a cabeça espremeu pra dentro de minha boquinha... nhammmm, nhamamam... mamava, sugava, Juve disse que iria gozar, eu supliquei com os olhos que ele gozasse... shshshhhhh... veio uma golfada, duas, três... e a porra saltou na minha cara, olhos, nariz boca... descia pelos labios..
O outro enterrou na minha boca e punhetou, mesmo eu toda gozada na cara, sentia o vigor de sua punheta com a cabeça da tora na boca, e vieram os jatos de porra... deixei na boca,, ele segurou minha nuca e chamou mais para ele, eu arregalei os olhos, não dava... , ele forçou mais um pouco e a cabeça encheu minha boca, ele forçou de novo e ela desceu soltando o último jato, lá no fundo... . Foi quando olhei.... sai correndo, cambaleando, fui pra casa, meu marido assistia TV, passei por ele, que quis saber que roupa era aquela, que cara é essa, por que você está chorando??? Olhei com certo rancor, ainda tinha porra no meu rosto, cabelo, seios... Continuei andando, pensei comigo mesmo:
Eu sou uma puta virgem.
3° DEGRAU
Tomei meu banho, deitei nua, chorando, sentindo a brisa invadir a casa, pensei que seria a minha realização e esse primeiro dia foi o maior desastre, veio um sentimento de culpa, pensei que eu poderia ter me precipitado, meu marido poderia estar só assustado, ou preparando algo especial, eu é que estava ansiosa demais, respirei fundo, pensei, já estou na cama e nua, logo ele vem.
Não demorou muito ele chegou, tomou banhou, deitou-se em conchinha comigo, senti que estava vestido, acariciei seu piru, estava mole... Ele se virou, perguntei se estava tudo bem, ele só resmungou para conversarmos no dia seguinte... Quando as lágrimas ameaçaram rolar, eu disse a mim mesma, chega de lágrimas, eu quero é rola... Virei, e vi que ele iria fechar a janela, eu praticamente supliquei que deixasse aberta... Ele alegou que os galhos quase entravam no quarto... Eu balbuciei: “deixa os troncos entrarem.”
Quando o ouvi adormecido, levantei e fui a janela, lá estava meu caseiro, de pau nas mãos insaciável, fiz sinal e desci saindo pela porta da frente, me dei conta do vento, e que estava nuazinha em pelo... Ele me abraçou, pegou no colo e me levou para o barraco de novo...
Me jogou na cama, ao lado do irmão que me olhava como se fosse uma refeição, pela primeira vez senti uma língua invadir minha xaninha, sem cerimônia, só desejo, paixão, chupou, lambeu, mordeu, eu gritava, tremia,
E gozava... ahaahahhhhhhhhhhh
Cai de joelhos na frente de meu algoz, e supliqueipor mais...’ com prazer sua putinha, ele disse”  segurou minha nuca e me chamou para junto dele, a cabeça deslizou de novo, e foi, foi, não agüentei e chorei de novo... ele limpava minhas lágrimas e socava na garganta, só que agora, fazia um vai e vem, lá no fundo, alargava minha garganta, cutucava lá no fundo, doía, me fazia sofrer, e se deliciava com tudo, tirou, e deu a vez ao irmão, que fez o mesmo, não tinha alívio, as toras arrombavam e maltratavam... Fiquei aguardando beber mais porra, só que o Juve, puxou minha cintura, me colocou de quatro, eu ia dizer que não, mas não podia, Jura segurava minha nuca e socava minha garganta... ummppfff... umpffff... arrgghhhh
Ele posicionou o trabuco na minha xaninha, eu me desesperei, não queria assim, eu queria planejar, ele forçou a cabeça, tentei empurrar com as mãos o da boca não dava, o de trás não dava... Ele forçou a cabeça, bem no meio da racha... Ela se abriu, e engoliu...
Ummmpppffff... aragggghhhhh... umppffff....
Foi alargando, umpppffff.... tocou no meu hímem... eu arregalava os olhos tentando dizer alguma coisa.... ñññnññ~ .... ummppffff.... forçou o hímem...
Ploft... ummpphhhhffff.... uuurrghhhh.... arrrgghhhhh....
A cabeça achou o caminho, rasgou minha xaninha, e forçava as paredes da minha vulva, não senti prazer só dor... Mas, eles... eles estavam alucinados...ummpppffff.... urghhh...
A da xota, ia seguindo, senti forçar... Voltei a si, com uns tapinhas no rosto: “ acorda princesa. Acorda, já ta na metade...” umpf... ummpffhhfhh... urhhggghhh... ññññññññññ
Calma, só mais um pouquinho, “ñññññññññn”... calma princesa, já foi quase tudo... ññññññnñ... E senti os pentelhos dele encostar na minha bunda... “viu, foi tudo, você agüentou... Pode tirar o pau da boca dela...”
Quando me vi livre só consegui dizer: “ eu era virgem.”
Nossa, sério, é por isso que é apertada assim... então agora já era mesmo, então toma... tchump, tchump... aaiii... uuiii... tchumpp... tchumppp ããããiinnn.... uuuuiiiiiii....
Sabe, dava pra sentir as veias, o ressalto da glande, me fazia quase desfalecer, eu queria poder controlar aquela situação, mas, fui sendo humilhada, forçada a aceitar a submissão, a cabeça entrava, alargando tudinho lá dentro até o fundo, eu queria pelo menos suplicar, para ir devagar, mas, a cabeçona na garganta não me deixava falar, e não conseguia ter prazer... Só dor, e quase insuportável...
Ele segurava minhas ancas, e as suas mãozonas se tocavam atrás e na frente do meu corpo, me manipulava como bem entendia, e socava, fundo... ahhhhaaaa hhhahahahhhaaaaa... uhuhunnnna
Tchock, Tchock, Tchock, Tchock, Tchock, Tchock, Tchock, Tchock, Tchock,
Não parava, socava e eu grunia com a benga na boca, passaram intermináveis 30 minutos e enfim ele anunciou o gozo...
Eu vou gozar tudo dentro do teu útero, sua putinha vadia... Toma porra...
Arrrgghhhhh.... aaarrrrgggghhhhhhhh.... e os jatos me fizeram estremecer num gozo de dor, como nunca imaginei que pudesse existir....
Por fim, ele parou de socar, e foi puxando a tora, devagar... nossa que carência... que aflição, pensei que uma parte de mim estava saindo...
Senti os pentelhos melecados se afastando, as veias em volta do caralho dele, me causavam uma sensação indescritível, meu gozo veio se anunciando, estava muito lubrificada, escorria, e misturada com a porra dele, a dor sumia, e pela leve flacidez, minha xaninha se moldava com perfeição ao seu caralho... Não aguentei e explodi num gozo incontrolável, só dele ir tirando devagarzinho de dentro de mim... Apertei ainda mais com a xaninha, contraindo e sentindo ondas de xoque me fazendo até delirar de tesão... Minhas lágrimas rolavam, o cabeção ainda estava na minha boca... uhnnnpfh.... uhuhnphhhaaaarghh... nhamnhannn
E senti a porra da garganta jorrar... , suguei a última gotinha, e senti a glande forçando minha xaninha para liberar o cabeção de dentro de mim... Ploft... shshhhh
A porra escorreu, e um ventinho, invadiu meu corpo, senti ele lá dentro de mim... E uma sensação de vazio, de falta, de solidão me tomou.... Fui levantar e não consegui, cai no chão, próximo aos pés da cama, e adormeci...
Senti um cheirinho de café delicioso, aturdida abri os olhos, estava claro, doeram minhas vistas... Reconheci a Dona Flávia, ela me olhou com ternura, e disse: Você não resistiu né?
Eu tinha descido mais um degrau.
Mal conseguia andar, minhas pernas não fechavam, minha xota doía, meu corpo todo doía, tentei sentar, não tinha posição, ela me serviu uma xícara, o café era forte, mas, saboroso, comi um pedaço de broa de milho, percebi que estava faminta, eu na verdade devorei... Ela quis saber meu nome, eu só disse pode me chamar de Nessinha... Ela quis saber se eu já era de maior, por causa da minha aparência de menina... Afirmei, até meio chateada... E por fim, perguntou o que eu iria dizer ao meu marido.
Aí sim acordei, dei um pulo e soltei um gemido... ããiiinnn... Doeu lá no fundo. Mal conseguia andar, estava meio encurvada, disse que pra ele, não precisava dizer nada, bastava me recuperar das dores que ele aceitaria esperar...
Passei o dia deitada, tomando uns chás que Dona Flávia me serviu, e seu marido enfim chegou, eram quase 19:00 do meu 3° dia de lua de mel.
Percebi a grande judiação contra mim, era o terceiro irmão da família.
O mais baixo degrau que uma mulher pode chegar:
Ao vê-lo, não tinha como não entender a incrível semelhança entre eles, grandes, parrudos, jeitão de safado, e fitou minha xota, mesmo eu tentando esconder. Voltei pro quarto, só sai no dia seguinte, quando acordei, depois de 13 horas dormindo ininterruptamente.
Percebi que estava sozinha em casa, me despi, fui tomar um banho, e na frente do espelho me deliciei ao ver minha vulva inxada, linda, tesuda, toquei meu grelinho, que na hora saltou, que tesão, gosei arfando e gemendo, que minhas pernas bambearam, foi inevitável, pensar naquelas toras, no estrago que tinha me feito só uma delas, e agora tinham três lá fora... Corri, vesti um vestido leve amarelinho, soltinho, e sem nadinha por baixo, e sai para conhecer o sítio.
Ao chegar próximo ao casebre, vislumbrei uma outra casa mais distante, achei incrível não ter visto antes, fui pelo casebre estava vazio, cheguei na outra casa, e que cena linda, o Juve e o Jura, pelados passeavam pela casa, cheguei sorrateiramente, vi Dona Flávia vindo atrás, toda descabelada, pensei essa coroa é safada mesmo, puta... Nem com o marido aí ela sossega, então pensei, quem sou eu pra falar isso, se queria exatamente a mesma coisa.
Mas, ouvi uns gemidinhos, e fiquei mais curiosa, “ué, se eles saíram pra lá, quem está gemendo agora?”
Fui sorrateiramente até perto da janela do quarto e meu coração chegou na boca... Meu maridinho de quatro, todo amarrado, levando a vara no cu do marido de Dona Flávia, urrando e chorando de dor e tesão, dei a volta, e fui numa janela por trás deles, tive a visão privilegiada daquele monstro rasgando o cuzinho branquinho do meu maridinho... Senti uma mistura de sentimentos, que iam desde uma satisfação em vê-lo sofrendo ali amarrado até a decepção, justamente de saber que era meu maridinho. Comecei a umedecer a xoxotinha e lembrei que estava sem calcinha, era demais aquela visão, o cacete entrava até o talo e saia todinho... e cravava de novo, e de novo, e de novo... Até que ele anunciou o gozo, eu tremia, cheguei rasgar o vestido na frente para me tocar, me equilibrava segurando com uma mão, e com a outra me masturbava, quando vi o jato de porra grossa, no rabinho do meu maridinho, não aguentei, gemi e soltei a janela caindo na lama de novo... só que agora deitada e semi nua... Todos correram e lá estava eu...
Dona Flávia, deu a ordem, tragam a menina pra dentro...
Último degrau.
Ainda estava trêmula, e tentava raciocinar sobre tudo, ainda não tinha me decidido se matava ou deixava meu marido ali para sofrer mais... Só que pela cara dele, nem era tanto sofrimento assim... Não resisti e dei um murro em seu nariz... Uiiii... minha mão doeu horrores, mais a satisfação de ver um filete de sangue escorrer valia a pena... O riso foi geral, e para meu espanto, até ele sorriu e pediu, bate de novo...
Dona Flávia me tirou dali, me levou ao banheiro, tomei um breve banho, minha cabeça girava, estava confusa, e não sentia nada naquele momento, até que Dona Flávia, acariciando-me com a toalha que me enxugava, tocou minha xaninha, me elogiou dizendo que era linda, bem desenhada, lábios pequenininhos, porém carnudos, a fendinha era pequena, mas, gulosa, nisso ela já estava com 2 dedos dentro de mim...
Humpf... uhm.. humm.. Só gemia baixinho, aquele carinho era delicioso, ela dedilhava dentro e massageava meu grelinho ao mesmo tempo, fui ficando lânguida, mole, humedecida, desejosa... Foi quando me dei conta que uma coroa estava me levando a um orgasmo delicioso... Olhei pra ela ali nua... Os peitos caídos, mais fartos, as marcas da idade, contrastavam com um corpão de mulher madura... Uma bunda grande, os pneuzinhos na cintura não diminuíam em nada o fato de que aquela coroa deveria ter sido um mulherão a alguns anos... Ela se abaixou na minha frente, eu inclinei meu corpo para trás, apoiei minha perna esquerda no registro do chuveiro, com uma mão segurei na janelinha, arqueei meu corpo para frente, e ela abocanhou minha xoxota, toda sua boca engolia meus lábios, e sem que eu visse apenas sentisse, ele golpeava meu clitóris incessantemente... Comecei a hurrar, gemia descontroladamente, ela não parava, não diminuía o ritmo, eu já estava prestes a gozar, quando o J
Meu corpo estava distante do dele, para que a ponta pudesse entrar, então agarrada em seu pescoço, olhei para baixo, e pela primeira vez vi o quanto era desproporcional, a cabeça se assemelhava a uma maçã, vermelha, ameaçadora, e minha xota era pequena demais para caber, mas, se abria alucinadamente, eu tremia, a cabeça sumiu, eu voltei a sentir as paredes internas da xota sendo forçadas... oohohoho..ohhhh..
Ele forçou mais um pouco e o ressalto atrás da glande passou... ploft... Nessa posição minha dor logo aumentou, supliquei a ele, vamos pra cama, mas, eles não são muito de dar ouvidos a lamúrias... e forçou mais um pouco, e quase metade deslisou pra dentro de mim...


Juve entrou já de pica dura, segurou nas ancas delas, e suavemente foi enterrando no cuzinho dela, que suspirava em xota, a visão foi demais pra mim... aaaahhhhhhhhh... gozei fartamente, nada se perdeu, ela sorvia cada gotinha do meu melzinho... Minha xota piscava alucinadamente... Juve tirou a vara dela, dura, imponente, ameaçadora... eu a lavei ali mesmo no chuveiro, pulei em seu pescoço, Dona Flávia direcionou a tora na minha xaninha molhadinha e a cabeça forçou mais uma vez...
Ai, ai, ui... devagar, por favor, tá me rasgando, é muito grande pra mim... Por favor vaaaaiiiii, devagaaarrrr.... aaaaiiiiiii...uiiiiiiiiii....... a metade estava dentro, e para me torturar, ele foi tirando devagarzinho a té eu ver a pele interna sendo trazida pra fora junto com o ressalto da glande de novo... aaaaiaiaiaiiiiiiiii.... e com as duas mãos em minha bunda, ele me puxou de volta, de maneira que meu corpo é que foi engolindo a verga... aaaaiiiiiiiiii... a cabeça sumiu de novo, e dessa vez foi até a metade de uma vez.... uuuiiiiiiiii... você tá me alargando todinha... por favor vamos pra cama... ele olhou nos meus olhos e começou a pulsar o bicho dentro de mim, não metia nem tirava, mas, a cada pulsada ele inchava e me dilatava, instintivamente minha xaninha disparou a piscar, contra minha vontade, não tinha controle, e ele voltou a interrar... aaaiiiiii.... olhei pra baixo e vi que eu pingava, e mesmo doendo, o prazer era indescritível em ver o que eu estava engolindo com a xota... tomei coragem, ergui mais as pernas, rodeei sua cintura, inclinei mais as costas, e ofereci meu íntimo mais profundo num sacrifício indescritível de dor e prazer... aaaiaiaiaiiiiiiiiii.... aaarrrgggghhhhh.... ele cravou o restante nessa posição até o talo, e ficou imóvel... eu suspirava, senti ele voltando a pulsar dentro de mim, era como um sinal com a minha xota que voltou a piscar alucinadamente... e meus próprios músculos puxaram meu corpo fazendo com que o tronco saísse até a metade e voltei a cravar tudinho, puxei de novo e vi como ele estava lubrificado, babado do meu gozo, do meu prazer, ele começou enfim a fazer um vai e vem vagaroso, quase em câmera lenta, a entrada e a saída me fazia se contorcer e isso pra ele era um prazer que me alucinava ainda mais... Ele gostava de me ver sofrer e sentir prazer... não aguentei tudo ao mesmo tempo e gozei fartamente... aaarrrgggggggggggg
Mais lubrificação, o bichão deslizava mais fácil, e começou a socar, segurava minha bunda e me chamava de encontro a ele que estalavam nossos corpos, e socava, socava... arrggg, arggg, uuuiiiii,,,, vai, soca, me rasga toda, eu quero mais, vai....aaarrgggggg, me faz sua puta, me arromba... isso, isso, aaaiiiii...tá doendo, tá me rasgando, aiiiii, eu vou gozar de novo, vai, mais forte, mais foortteee, maaiiisssssaaaaaarrrggggg
O meu algoz não dizia nada, só me olhava, e socava duro, firme, forte...
Tchumf, tchumf, tchumf... me restava gemer e gozar... S´po que de tanto gozar nesta posição, minhas forças foram se esvaindo, minhas pernas caíram de sua cintura, ficaram penduradas, mas, ele não se importava de ter uma boneca nas mãos, e dessa forma, o peso do meu corpo forçava o cacete dele na parte de cima da minha xota, me abrindo ainda mais... aaaii, uuii... e tchumf, tchumf... eu já estava tão anestesiada que já não gozava nem sentia nada... já começava a me desesperar pelo seu gozo, pois sabia que minha xota estaria destruída... Só que ele já havia gozado na Dona Flávia, então ainda tinha muita varada pra tomar... Supliquei mais uma vez para irmos para a cama... Enfim ele me ouviu, mas, não tirou o trabuco de mim, e assim, comigo pendurada e cravada nele, fui sendo levada pelos cômodos da casa, e na sala estavam Dona Flávia sentada conversando com o Jura, que me olharam com um sorriso de canto de boca, ouvi os gemidos do meu maridinho, recobrei o ânimo e xinguei o mais alto que pude, chamando ele de viadinho, e ouvi um “vai sua puta”...
Juve me virou, me deitou com cuidado ainda cravado dentro de mim, e socou sem dó nem piedade na posição de papai e mamãe foi numa profundidade que eu não esperava e hurrei de dor num grito só... aaaaaaiiiiiiiii... As bombadas vieram uma atrás da outra... ploft, ploft, ploft, ploft, ploft.. ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai... Ele gritou urrggghhhhhhh e gozou um rio de porra dentro de mim... senti um alívio em saber q        eu iria poder me livrar daquele sofrimento, ele tombou o corpão ao meu lado, e eu apaguei, ali, daquele jeito, deitada com a xota pra cima, nua, sem forças... simplesmente apaguei...
Despertando de um sonho bom, ao meu virar, senti todos os músculos do meu corpo doer, gemi baixinho... aaaiiiii... abri os olhos, estava tudo quieto, escuro, senti um lençol me cobrindo o corpo, recobrei os sentidos, olhei a volta, e me apercebi de onde estava, e percebi também que estava com um vestido de Dona Flávia, levantei e mais uma vez gemi... uuuiiiii... que dor aguda, lá no fundo da xota, não conseguia fechar as pernas, que doía, mal conseguia andar, fui cambaleando e não tinha ninguém em casa, saí e de longe vi eles numa fogueira, conversando até que animadamente.
Fui chegando e pra minha surpresa até meu maridinho estava lá, me senti frágil, desprotegida, precisava de amparo, de carinho, meus olhos lacrimejaram, e mais uma vez Dona Flávia veio, recostou minha cabeça no ombro me conduziu até a roda, me assentei com dificuldade num tronco de árvore, houve um período de silêncio me constrangendo ainda mais, até que o Esposo dela me sugeriu provar umas batatas doce que estavam ali assando na fogueira, me abaixei para pegar e ele sacou meu corpinho machucado, sofrido, tive medo, e na volta para me assentar ele se aproximou de onde eu estava, me abraçou, perguntou como eu estava, e se queria ir deitar, eu disse que iria comer aquelas batatas e deitar, me serviram um chá de hortelã, uma delícia, recobrei as forças e fui deitar, quando me joguei na cama de bruços, ele deitou-se em cima de mim beijando minha nuca e pescoço, eu supliquei a ele dizendo que não tinha condições de ter relação alguma, estava muito doida... Mas, ele se aproveitou da minha fraqueza par levantar meu vestido, expondo minha bundinha e sentou-se em cima de minhas coxas me impedindo de me virar ou defender-se, eu me desesperei e falei que se na xota estava daquele jeito, não tinha condições de fazer atrás, e veio o primeiro beijo acima do meu pulmão esquerdo, depois do direito, choraminguei suplicando mais uma vez, por favor, vamos deixar pra amanhã... mais um beijo nas costelas, e língua passeando pelas minhas costas, acima da minha espinha me causou um arrepio involuntário, mas, era apenas reação natural não tinha tesão, tentei me virar para ficar de lado, e ele se aproveitou abocanhou meu seio inteiro e começou brincar com a língua na pontinha do bico, que logo me traiu endurecendo e ficando pontiagudo, senti minha xota piscar, umedecer, e não acreditava que meu corpo reagisse a mais uma investida, ele deu uma palmada na minha bunda, me fazendo voltar a posição inicial com ela pra cima, me sentia indefesa e fragilizada debaixo daqueles brutamontes... Percebi que ele abaixava o short, e bateu com a verga já dura em minha bundinha, olhei por cima do ombro e vi o instrumento em suas vigorosas mãos, gelei na alma... Por favor, não faz isso comigo, eu não tenho como aguentar isso, por favor... Ele abriu minha bundinha, deliciou-se com a visão do meu cuzinho, com pouquinhos pelos ruivos, minha fendinha abaixo completava o cenário de prazer daquele brutamontes em cima de mim, que continuava punhetando a vara e vez ou outra batia com ela em minha bundinha, podia sentir o peso daquele trabuco... Até que ele repousou sobre a fenda da minha bundinha me assustando ainda mais, os bagos ficavam na minha coxa, abaixo da xota, a base do cacete pegava no início da minha bunda, e a cabeçona repousou na acima dela, nas minhas costas, era de uma grossura aterradora, a cabeçona de maçã vermelhona... Estava toda arrepiada quando ele abriu as polpas da minha bundinha e ficou roçando aquilo nela, que começou a babar e ele pincelava meu cuzinho, apertava a base do cacete e fazia fluir a ponta para que a babinha caísse bem em cima do olhinho, que não demorou a piscar com o toque da babinha, eu tentava me controlar para não deixar acontecer, mas, era tão involuntário que sentia me umedecendo por dentro, meu cuzinho estava absorvendo o que iria lubrifica-lo por dentro... e ele continuava assim, repousava o cacetão, batia na minha bundinha, punhetava, babava, fazia escorrer bem em cima do meu cuzinho... Esse piscava e sorvia o lubrificante natural... até que senti a ponta do dedo que era do tamanho e grossura do piru do meu marido tentando abrir o caminho, me tranquei, tentei não deixar, mas, ele tirou o dedo, chegou o corpo mais para baixo das minhas pernas, pôs as mãos nas minhas costas para que não fugisse, se curvou e passou a linguinha bem em cima do furinho, só em cima das pregas, na entradinha, senti ele babando, e novamente pisquei o cu, a pontinha da língua forçou e entrou um mm, soltei um gemido de puro prazer...aaarrrggggggg... relaxei, e a língua brincou nas minhas preguinhas de novo... relaxei mais ainda, o dedo voltou, não tive forças para trancar desta vez, me mantive relaxada, a pontinha entrou, senti abrir, e instintivamente pus as mãos para trás, abri as polpas eu mesmo, empinei mais um pouquinho e metade do dedo entrou e saiu, entrou e saiu, e mais saliva, mais linguadinha, mais uma dedada, dessa vez doeu, foi todo, até o talo, gemi... uuuiiiiiii, devagar, o dedo saiu, meu cuzinho piscou de novo, a senti forçar mais uma vez, eram dois dedos, relaxei mais, empinei mais um pouquinho, ele erguei a mão, e passou a língua por baixo dos dedos, bem na base das preguinhas, depositou mais saliva, que já escorria junto com meu melzinho da xota pelas pernas, afundou os dois dedos até sumirem as unhas, nossa, estava sendo alargada, forçou mais um pouco, metade dos dedos entraram, vi estrela, choraminguei... tira, doeu, tira só um pouquinho... ele não tirou nem meteu mais, levantou a mão e meteu a língua por baixo de novo, e eu mesmo ajeitei e empinei para entrar mais um pouquinho... uuuiiiiii, foi tudo.... nossa, meu cuzinho parece que ta todo aberto, mas, é por que você tem um dedão gigante, imagina dois ai dentro, levantei a cabeça e olhei minha bundinha empinada e aqueles dedões enterrados nela, insinuei uma reboladinha, ele delirou, deu uma socadinha de leve, uuuiiiii... aiiiii... E ele fez a pergunta que não deveria ter feito: Quer que eu pare??? Abaixei a cabeça, e suspirei um não com a cara atolada no travesseiro, ele perguntou de novo, disse que não ouviu, eu respondi da mesma forma, já empinando a bundinha, ele deu um tapinha, e falou para olhar pra ele e responder.... Eu olhei e disse que estava com medo, então ele falou, que iria embora... Nossa, minha cabeça girou, senti os dedos saindo, eu tive que suplicar: Fica. Continua, mas, não me machuca, assim está muito gostoso, você sabe como fazer...
Ele voltou a cabeçona do cacete, despejou mais babinha, deu uns tapinhas deixando minhas polpas vermelhas, e pôs a cabeça em cima do olhinho, eu mesma abri as polpinhas de novo, não tive coragem de olhar, mordi o travesseiro, cerrei os olhos, dei uma leve empinadinha, e senti a cabeçorra forçando impiedosamente, era uma briga na lei da física, e a cabeçona forçou, babou, e minhas preguinhas foram dilatando, me fazendo sofrer, suava frio, mordia mais ainda o travesseiro, senti a dor das dores, a cabeça conseguiu abrir espaço e entrou...uhuhmmmpppfff, uhmmmpppfff
Minha agonia se derretia em lágrimas no travesseiro já molhado a minha frente... Hummmm... hummmm. Hummmmpppfff... entrou a base da cabeça, e em seguida sem descanso mais uns três cm e parou ali, pulsando, vivo, eu reuni forças e olhei por cima do ombro.... Meu sangue ferveu nas veias, que tesão que me deu, era uma tora de cor forte, amorenada, grossa, desproporcional, cravado num cuzinho indefeso, branquinho de pelinhos ralinhos ruivinhos, gozei só de olhar... e empinei mais um pouquinho, era meu tesão inibindo a dor, ele entendeu e manteve firme, eu mesmo engoli mais uns três cm, e mais três, e mais três, a cada empinada, entrava um pedacinho, e chegamos a metade, ele liberou um cuspe certeiro bem em cima do ponto entre o cu e o cacete dele, passou o dedo em volta espalhando, e forçou, mordi de novo o travesseiro, hummmmmm... huuuummmmm... passou da metade, já estava ensopada de suor, ele forçou mais um pouco e ficou perto de completar a tarefa, faltavam uns 4 dedos, só que a base era mais grossa ainda, mesmo ele forçando não entrou e meu sofrimento só aumentou... ele meio que entendeu e deixou parado assim, entalado no meu cuzinho que começou a piscar, só que não dava muito efeito pois estava bem acima do que suportava... Nessa hora Dona Flávia entrou, deu-lhe um beijo apaixonado de língua me causando um ciúme inesperado, era como se ela estivesse me tirando a atenção do meu macho, do meu algoz, dei uma reboladinha e fiz um pequeno vai e vem, tirando uns 5 cm e enterrando de novo.... nossa, que loucura, ela abriu a mão e deu a ele um lubrificante, ele derramou em cima do cacete que foi escorrendo e untando a beiradinha do meu sofrido... e ele mesmo retirou uns 10cm, pos mais lubrificante e enterrou de novo, e foi deslizando, tirou agora uns 15cm, pôs mais lubrificante e enterrou de novo, eu estava indo nas estrelas, ele sabia como fazer, até que tirou tudo, senti o lubrificante lá dentro pingando, e cabeçona ocupou seu lugar de novo e foi entrando como se já fosse dona do pedaço e sumiu tudinho lá dentro de novo... aaaaiiiiiiiiiiii, tira e põe de novo, vai, ele fez, tirou tudinho e pôs de novo com calma, com carinho, eu mesmo empinei mais uma vez, e ele ficou assim uns 20 minutos, tirava e enterrava devagarzinho, sempre lubrificando mais e mais... já estava deslizando fácil... Então ele se estirou em cima de mim, eu fiquei reta com os pés juntos, empinando só a bundinha, as mãozinhas juntas abaixo segurando meus seios, com o rosto de ladinho, olhando para o dele, que estava com os pés em volta dos meus, na posição de quem vai fazer flexão de braços e apenas o varão enterrado em meu cuzinho nos unia, assim ele deixava o corpo descer e eu gemia, aaaaiiiiiii... ele subia eu gemia de novo... uuuiiiiiii.... fazia carinha de súplica e ele me comia com os olhos e com o cacetão... aaaaiiiiii.... uuuiiiiiiii.... ele aumentou um pouquinho, eu deixei meu cuzinho relaxado, sentia tudo se movendo dentro, que tesão, tremia dos pés a cabeça, gemia sem parar, e empinava para sofrer de tesão mais e mais.... Ele não socou tão forte quanto os irmãos então pude me saciar curtindo cada mm daquilo dentro de mim, era algo fora da compreensão humana, a mulher que foi iniciada por alguém assim experiente e bem dotado, sabe o que eu senti naquele momento...
Tchuc, tchuc, tchuc, tchuc, tchuc, as socadas eram cadenciadas e firmes, mas, com uma suavidade e uma ternura de quem queria a súplica da vítima, e não resisti, e comecei a suplicar mesmo:
Vai soca bem gosto, me arromba de vez, me fode gostoso, me faz gozar pelo cu, mete mais, vai tudinho, isso, mete, me arromba toda, me faz de puta, eu quero ser sua putinha, me fode mais, eu quero leite, eu quero meu macho gozando, isso, olha pra mim, ve como eu estou sofrendo aqui embaixo de você... eu não tenho como fugir, você me maltratou e eu não quero sair, viu me fode mais, judia de mim assim, assim, assimmmm, aaaiiiiiiiiiii, isso gooooozzaaaaaaa, isso, me inunda assimmmmmm, deixa essse leite dentro de mim, olha nos meus olhos, ve minhas lágrimas aqui óóóó... eu quero você todinho, isso, gozzaaaa tuuuddiiinhooo, eu quero você só pra mim... e recebi cada gotinha no meu cuzinho ardido, arrombadinho, mas, nunca fui tão feliz em toda minha vida... gozei de parecer que tinha mijado na cama abaixo de mim... senti até um esguicho forte e mais uma vez desfaleci com um macho me maltratando...
Acordei já tinha um sol quente, não tive como andar, de lado mesmo chamei e Dona Flávia apareceu, ordenei que me servisse um chá de hortelã, perguntei o que tinha feito pro almoço, e ela me disse, pra nós um leitão, pra você tem mais dois paus pra tomar no cu...
Era o quinto dia de uma lua de mel de quatorze dias naquele sítio, não poderia esconder de vocês, que abandonei a cidade grande, arrumei um excelente emprego na prefeitura daquela cidade, com um ótimo salário, chutei o viadinho, hoje Dona Flávia já partiu, e divido as atenções dos meus três senhores, e claro alugamos o sítio para jovens casais. Vai que eu encontro a futura substituta.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

UM BANHO, DUAS GOSTOSAS


Decidimos aceitar o convite de um casal amigo para curtir um fim de semana no litoral norte de São Paulo. É raro acontecer, mas às vezes conseguimos um final de semana inteiro sem os filhos e sem compromissos, daí podemos aproveitar melhor essa vida de swinger. É completamente diferente de ir numa casa ou balada, só quem já provou vai entender o que estou dizendo. (E quem não provou, fica a dica!). Eles tinham um pequeno apartamento, muito aconchegante, a uma quadra da praia. Nós chegamos perto do meio dia e fomos encontrá-los direto na praia, onde já tinham cadeiras esperando por nós, bem como uma taça de espumante refrescante.
Eu tirei minha saída de praia e fiquei de biquíni, e como eu não nasci ontem, tratei de usar o mais provocante que eu tinha na época – um todo branco, fio dental, socadinho no rego. A amiga, uma morena de parar o trânsito, cabelos lisos e longos até a cintura, usava um biquíni preto, também fio dental, socadinho no rego. E ali a gente ficou curtindo a praia, bebendo, rindo, conversando, exibindo as bundinhas pra quem quisesse ver. Quando a fome bateu resolvemos voltar pra casa, tomar um banho pra ir comer alguma coisa.
Acontece que a nossa fome não era só de comida, ainda mais depois de ficar de provocação na praia! Foi só entrar no apê pra começar uma pegação gostosa entre a gente. O Marcio com a morena, eu com o marido dela, os dois casais no sofá da sala porque nem deu tempo de chegar no quarto. Primeiro eu chupei o pau do amigo, e ela, fez o mesmo com o Marcio. Depois ele quis me chupar, enfiou a cabeça dele entre as minhas pernas e começou a lamber a minha bucetinha; o Marcio fez o mesmo com a amiga. Parecia um espelho, sabe? Tudo que um casal fazia o outro fazia igual. Foi assim até que eu tirei o pau dele de dentro da minha xota e coloquei ele no meu cuzinho. Isso a amiga não quis fazer, disse que sentia muita dor e que não dava o lado B pra ninguém, mal e mal dava pro marido. Imaginem então o quanto ele ficou feliz comendo o meu rabinho, né?
conto erótico duas gostosas, uma ducha do casal liberal Marina e Marcio
Enquanto a gente terminava a foda, a amiga foi tomar uma ducha; eu ouvia o som da água vindo do banheiro. Quando eu terminei, ela ainda não tinha entrado no banho – acho que foi proposital – e me chamou pra entrar junto com ela. A gente ficou ali tomando banho juntas, uma loira e uma morena, uma passando sabonete no corpo da outra, uma lavando a outra, e aí fica aquele passa mão o tempo todo irresistível que começamos a transar ali mesmo, eu e ela. Ela me deu um beijo na boca, de língua, enquanto apertava os meus mamilos, duros de tesão. A gente se abraçava, tentando entrar uma no corpo da outra com as pernas, com as coxas, com os dedos… O Marcio, do lado de fora, registrava o momento com uma câmera. “Essa eu não quero guardar só na memória!”, dizia cheio de tesão só em olhar as duas gostosas debaixo da ducha.
Acervo Marina e Marcio
Nem sei quanto tempo demorou esse banho, só sei que foi uma delícia! Ela saiu primeiro, depois eu; e enquanto me enxugava percebi que alguma coisa acontecia lá na sala. Pra minha surpresa, quando cheguei lá, a amiga e o marido dela estavam transando, ele sentado no sofá, ela por cima dele e adivinha? Estavam fazendo sexo anal! Não quis interromper, afinal eu sabia que ela quase não liberava o cuzinho, nem mesmo pro marido. Mas que eu me senti ótima sabendo que o tesão geral era tanto a ponto dela conseguir transar por trás, ah… isso foi muito legal! E a fome? Ninguém nem lembrava, o importante era comer outras coisas primeiro!

autor - www.marinaemarcio.com.br

quarta-feira, 27 de abril de 2016

QUERIAMOS MAIS


Oi!!! Vou contar algo que aconteceu comigo, gosto muito de transar, sempre gostei de inovar e fazer de tudo um pouco, mas nada muito ousado, sou casado a cinco anos com uma bela morena fogosa e linda, Ela e magra de seios pequenos uma bunda maravilhosa no tamanho certo, ela tem 1,75 de altura cabelos enrolados e grandes, ideal para puxar.

Tudo começou a alguns meses atrás, estávamos em uma rotina, que já estava atrapalhando no nosso relacionamento, estávamos já no abismo do nosso relacionamento nem transar estávamos mais, ela sempre foi muito ciumenta. Eu queria experimentar outras coisas para apimentar nosso relacionamento depois de muito tempo e de insistir muito topamos ir em uma casa de swing para conhecer, mas não deu certo chegamos ir até em frente do local e ela desistiu. Resolvemos ir ao motel para mudar alguma coisa mas continua a mesma coisa.

Eu era doido pra que ela liberasse atras para mim mas ela falava que doía muito mais ia pensar e algum dia me deixaria provar o seu cuzinho, mas em seu olhar já me negava dizendo que nem fudendo vou dar o meu cu pra você fuder.

Certo dia que fomos ao motel insisti muito para sairmos para mudar a rotina e queria experimentar algo diferente e queria sentir ela por completa insisti muito até ela deixar eu colocar só a cabecinha, mas fui muito afobado queria enfiar tudo e ela gritou não deixando eu mais chegar perto do seu cuzinho e ai fudeu tudo não queria mias transar comigo. Ficamos Vendo o filme que passava na tv do motel ela ficou excitada ao ver dois homens transando com uma mulher, isto eu notei no seu olhar e na sua pele, comecei a perguntar a ele se ela toparia transar a três, no começo ela falou que não queria, um só já bastava e que não aguentaria dois e se fosse com dois homens um iria em insistir em comer o seu cuzinho e ela não queria, mas se fosse pra chupar um enquanto o outro enfiasse a pica em sua buceta ela poderia até pensar em transar a três.

Ela ficou pensativa nem parecia que ela era, deste jeito nunca tinha visto minha mulher sonhar acordada, daquele jeito depois disto ela começou ver alguns filmes comigo e sozinha em casa pela internet, algumas vezes quando eu chegava em casa, ela lá estava só de roupão deitada na cama com o notebook, algumas vezes ela vinha louca pra me beijar e me sugar de um jeito que parecia que ela queria algo mas não tinha coragem para me contar ela começou a se soltar mais, tinha dia que seu olhar parecia que ia me devorar inteirinho sem pudor, já não era a mesma, começou a falar alguns palavrões quando estávamos transando, pedia para eu apertar com força até deixar marcada sua bunda maravilhosa, ela estava mudando aos poucos mas mesmo assim nunca deixava eu encostar em seu cuzinho.

Um dia quando estávamos transando na sala e ela toda fogosa, cheia de vontade nem parecia que era ela, pegou em meu pau com uma voracidade que me fez gozar em instantes na sua boca e depois veio me beijar com minha porra em sua boca dizendo, que hoje acordou com um fogo, e que hoje ela transaria com dois homens fácil, fácil e daria conta dos dois de olhos fechados, fiquei estonteado com a situação e muito excitado.

Fiquei com aquilo na cabeça quando eu pensava já ficava excitado e meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão, comecei a imaginar minha esposa transando com outro em minha frente de todos os jeitos imagináveis, mais o que eu mais queria era de ver outro homem enfiando em sua boceta toda depilada e molhadinha e eu comendo seu cuzinho, só de pensar eu tinha que me masturbar para aliviar.

Passou alguns dias, depois de transar algumas vezes, ela e sempre ela comentava em transar a três resolvemos enfim encontrar alguém que poderia transar com a gente queríamos alguém discreto um desconhecido talvez mas não sabíamos como e onde encontrar alguém para esta façanha, minha esposa já estava explodindo só de pensar em fazer isto dava para ver no rosto dela o tesão enorme de ser fudida por dois homens ao mesmo tempo, só que tinha uma prerrogativa no cuzinho não, ele não poderia ser tocado de jeito nenhum, ela não queria perder suas pregas e nem sentir dor, concordei com a situação mas também gostaria de que da próxima seria com uma mulher e ela topou dizendo se eu posso você também pode e ai se ela deixar você comer o cu dela pra mim está ótimo mas o meu nem pensar, e fomos a busca do candidato e da candidata.

Neste dia fomos em uma balada para realizar seu desejo neste dia ela parecia uma adolescente que ia transar pela primeira vez, colocou uma calcinha preta pequenina que parecia sumir em sua bunda de tão pequena que era, se alguém pegasse ela nem precisaria de tirar era só puxar de lado que já estava tudo amostra, uma saia curta de um tecido fino e mole que deixava suas curvas bem amostra uma blusinha tipo tomara que caia que elevava seus seios pequenos e lindos ela estava uma morena estonteante de para todo o transito.

Chegando na balada, estava um pouco vazia mas tinha um público bem maneiro homes que deixava minha esposa a suspirar e mulheres que me deixavam loucos também só de pensar na minha vez de fazer com uma mulher e minha esposa.

Já estava excitado que meu pau parecia que não ficaria dentro da calça de tão grande e dura que estava e para ajudar minha esposa ficava alisando só para provocar, mas ninguém chegava perto porque ela estava comigo e eu sou bem apresentável atraente também, resolvi deixar ela de bandeira e fui pegar uma bebida no bar para animar e flertar com alguma mulher, quem sabe poderia render alguma coisa pra mim também, fiquei uns quarenta minutos longe da minha esposa eu mesmo não consegui ninguém, agora ela estava de conversa com um rapaz de uns quarenta anos bem vistoso e com sua mão em uma das coxas da minha esposa deixei eles mais um poucos sós para ver até onde ele iria com a conversa e o que minha esposa teria falado a ele.

 Passou umas duas horas os dois já estavam se beijando como se ela não fosse casada e sem pudor nenhum ele passava sua mão pelo corpo dela ela se contorcia todinha ela já estava inquieta e ficava me procurando, com seu olhar pelos arredores do bar, resolvi chegar perto dos dois pra ver o que estava acontecendo e, se ela já tinha falado alguma coisa para ele e qual era sua intensão, ele ficou todo sem jeito ao saber, e não estava acreditando em minha esposa que contou que eu estava ali perto, e eu e ela estávamos em busca de uma aventura e que qualquer hora estaria de volta mais insistiu ficar com minha esposa já que não tinha nada a perder e só iria ficar nos beijos mesmo, ao chegar perto deles ele se assustou mas não perdeu a pose se apresentou, pediu desculpa por esta ali com minha esposa parecia que nada ia rolar mesmo, ficamos sem jeito eu e ele depois de alguns minutos e de algumas conversas sobre sexo já estávamos mais soltos.

 Ele falou que estava em crise no casamento que sua esposa queria ficar um pouco sozinha dar um tempo, ela iria ficar na casa dos pais umas duas semanas, como ele estava sozinho resolvera sair um pouco para afogar as magoas é que gostava muito da sua mulher eles eram casados a oito anos, transava muito com ela no começo do casamento, mais com o tempo o relacionamento foi desgastando ele já tinha feito tudo com sua esposa adorava comer seu cuzinho e ela pedia sempre que transava com ela ele dizia, quê o que ela mais gostava era quando ela gozava com o seu pau no cu dela ela delirava e pedia que não tirasse de jeito nenhum até o seu pau ficar duro de novo pra ela gozar outra vez.

E já não acontecia mais, ele já estava com a ideia que tinha outro comendo sua esposa, só que ela não queria se separar, queria um tempo para colocar as coisas em dia, mas ele não estava acreditando nisto.
Conversamos até tarde, minha esposa toda irritada querendo ser fudida de qualquer jeito decidimos ir para um motel, ele comentou que seu apartamento estava a disposição como sua esposa não estava lá e estava na casa dos pais dela, poderíamos ir para lá e ficaríamos mais à-vontade como já era quatro horas da manhã seria melhor.

Chegando em seu apartamento bem aconchegante um pequeno apartamento mais todo arrumado bem decorado já que sua esposa era decoradora de ambientes e ela gostava de espelhos em todos ambiente eu adorei me ver e ver minha esposa toda ansiosa pelos espelhos,
Minha esposa não se fez a esperar já partiu pra cima dele começou a beijá-lo de uma forma que eu não aguentei fui tirando a roupa e esfregando meu pau em sua bunda nem deu tempo ela tirou falando não, e colocou na sua buceta.

Há esqueci de dizer que nome dele era Carlos e da minha esposa é Ângela e me chamo Renato.
Ela estava louca para colocar o pica dele em sua boca, que nem deu chance pra ele tirar para fora direito, ela estava já mordendo sua calça de uma forma incontrolável quando ela colocou na boca parecia que ia engolir todo aquele pau que não era pequeno fiquei até com vergonha do meu e eu metia em sua buceta com uma vontade tão grande que eu parecia um adolescente na fúria, ela adorava e gritava mais e mais queria ver minha esposa cavalgar na pica dele de frete pra mim tirei minha pica da sua buceta e pedi para ela sentar na dele na mesma hora ela já sentou até sumir todinha em sua buceta lisa e todo inchada de tanto tesão.

 Ela gemia de prazer querendo mais e mais neste momento tive uma ideia como ela não deixava colocar no cuzinho vou meter junto com o dele na sua buceta quero ver ela gritar mais ainda fui chegando perto e dando um jeito de colocar ela não sabia que ia fazer pensando que iria só esfregar do jeito que faça com ela quando transamos comecei a tentar colocar junto com o dele ela relutou falando não mais deixou seu tesão era tanto que nem ligou quando entrou as duas pica em sua buceta ela delirava e gritava muito querendo mais gozou algumas vezes seguidas estava tão molhada que entrava e saia fácil.

 Sua buceta parecia aguentar muito mais ela já estava arrombada, mas não queria para de jeito nenhum nem acreditava que era minha esposa estava mudada nunca tinha visto ela chupar um pau daquele jeito como fosse engolir todo, eu mesmo nem aguentava quando ela vinha para meu lado me chupar eu sentia sua garganta com o meu pau estava dura e todo dormente gozei em sua boca tão gostoso e ela engoliu toda minha porra, e dizia que hoje o Carlos iria gozar na sua buceta e não eu, eu fiquei super excitado com vontade de pegar ela de novo e foi o que fiz ela veio cavalgar em mim deixando seu cuzinho amostra para o Carlos.

O tesão dele parecia não acabar ele não tinha gozado ainda, então veio ele minha esposa pensando que ele iria colocar em sua buceta de novo junto com minha pica mas não ele queria um lugar mais apertado, como ele estava em cima de mim de frete pra mim ele segurou seu quadril com seu pau duro que nem uma pedra colocou em seu cuzinho ela gritava não, não quero sai, mas não teve jeito, aproveitei e segurei ela pra ela fica livre para poder colocar todinho seu pau no seu cu, ela gritava mas estava gostando depois de alguns minutos nem parecia que seu cu estava com uma vara enorme nele começou rebolar dizendo como estava gostoso que era uma delícia que ia gozar de novo, e queria mais Ele gozou em seu cu que quando ele tirou a pica parecia uma cachoeira de tanta porra que saia do seu cu, gozei em sua boceta toda inchada a sua buceta que estava arrobada por dois cacetes e seu cu já não era mais o mesmo pulsava de tanto tesão.
Caímos de cansaço os três no tapete da sala por alguns minutos depois fomos tomar um banho e dormir no quarto os três na mesma cama foi uma delícia.

Mas minha esposa ao me beijar dando boa noite de sono me disse da próxima será sua vez, não entendi mas nem liguei não aguentava mais e precisava dormir.

No dia seguinte uma surpresa Cris a esposa de Carlos veio ver seu marido ao entrar no quarto deu com nos três em sua cama todos nus e de conchinha e claro minha esposa no meia de nos dois ela ficou surpresa com que estava vendo e muito brava com o que tinha acontecido. Depois de um tempo Carlos ao explicar para ela que fora só uma aventura que não era nada sério e que nós éramos casado, ela ficou mais calma e com uma curiosidade enorme com o que tinha acontecido em seu apartamento, ele nos apresentou a sua esposa a Ângela minha esposa como ela e bem desinibida foi logo chamando ela para participar também na próxima vez mas só ela sem o seu marido na hora ela não falou nada deu só um sorriso nem parecia que tinha ficado brava antes, começou a conversar com minha esposa falando várias coisas sobre sexo e como tinha sido ótimo transar com dois homens e que gostaria de transar da próxima com ela e eu.

Eu adorei já estava imaginando eu comendo o cuzinho da Cris minha esposa já com aquela carinha de quem iria aprontar marcara um encontro com a Cris para podemos sair outra vês a três meu coração já palpitava só de pensar eu com duas mulheres lindas, a esposa do Carlos Era uma bela mulher, também, uma branquinha de cabelos pretos de seios fartos com 1,70 de altura e uma bunda que era uma delícia só de ver eu imaginava eu no meia dela.

Minha Esposa vendo meu jeito e vendo eu sonhar sozinha veio sussurrar em meu ouvido “ você pensa que esqueci eu não esqueci o que você fez gostei muito mas não gostei agora vai ser sua vez fiquei meio tenso e com um pouco de medo nem queria imaginar e saber em que a Ângela estava pensando já que eu não mais conhecia minha mulher ela estava transformada de uma tal maneira que só de pensar me dava um tesão enorme.



Depois de alguns telefonemas para conhecemos melhor e saber do gosto de todos resolvemos marcar em nosso apartamento tinha alguns semanas que eu não via a Cris quando ela chegou em meu apartamento e minha esposa a recebeu em casa aquela mulher linda toda produzida com apenas um sobretudo por cima das roupas intima me deixou louco so de pensar o que estava pra acontecer, seria uma noite de muito prazer…

segunda-feira, 18 de abril de 2016

O CHEIRO

A minha esposa nunca gostou de beber. Sempre me acompanhava nas festas e bares com os amigos mas sempre ficava no suco de laranja. Quando nos separamos, ela começou a sair com algumas amigas e descobriu nas festas, as maravilhas que o álcool pode fazer, desde que seja com moderação. Até aprender que bebida requer cuidado, Lúcia tomou alguns porres, mas para a sua sorte, estava sempre do lado de pessoas de confiança. Depois dessa epoca de excessos das duas partes, resolvemos voltar.

Um dia, no meio da nossa transa ela me disse que tinha feito sexo a três com uma amiga do trabalho dela. Esta amiga era casada e completamente viciada em sexo. Pra ela não tinha tempo ruim e na hora do almoço ela sempre ia para um hotel barato ali do centro trepar com alguém. Um dia, as duas saíram do trabalho e foram para um bar ali perto e a amiga dela que aqui vou chamar de Karla confessou que tinha um amante dela, que queria transar com ela e com mais uma mulher. Inicialmente minha esposa declinou, disse que não porque ela não curte mulher.

Os dias foram se passando e Karla continuava insistindo na possível festinha. Com a chegada da sexta-feira, Lúcia e Karla foram para o bar de sempre e ficaram lá bebendo, jogando conversa fora até que o tal amante da Karla chegou. Sentou e ficou ali com cara de quem não quer nada, jogando conversa fora e pedindo bebidas para as meninas. Como Lúcia sempre foi fraca para bebidas, basta duas garrafinhas de Ice para que ela já se solte.

O amante de Karla se chamava Alex. Alto, pele branca, corpo normal, olhos e cabelos castanhos. Inicialmente um cara sem grandes atrativos mas com uma lábia mortal. Não precisou de muito esforço para levarem a Lúcia para seu apartamento. Chegando lá, Karla e Alexandre começaram a se beijar na frente da minha esposa. Karla sugeriu que ela tomasse um banho enquanto os dois ficavam ali, namorando. Quando Lúcia saiu do banheiro enrolada numa toalha, viu Karla completamente nua chupando o pau do amante.

Minha esposa disse que o pau dele era bonito, depilado, com uma cabeça grande. O tamanho e a espessura eram dentro da normalidade. Karla se levantou e foi pro banho, ai entra em cena o tal do Alex. Ele foi até a minha esposa e se ofereceu para enxugar as suas costas. Tímida, ela se virou e com um leve puxão ele retirou a sua toalha deixando seu corpo nú. Começou a passar o pano ainda húmido nas suas costas, desceu pelas pernas até os pés. Voltou com pelo mesmo caminho mas desta vez por dentro das suas pernas, subindo pelas coxas até tocar levemente seu sexo. Alex se levantou e começou a beijar a nuca da minha esposa enquanto suas mãos acariciavam habilmente seu corpo. Deslizou as mãos pelos seios, passou pela barriga, tocou sua virilha e chegou ao seu clitóris lhe arrancando um leve gemido. Lúcia não se aguentou e virou de frente lhe dando um longo e caloroso beijo. Alex a deitou na cama, abriu suas pernas e caiu de boca no seu sexo.

Minha esposa disse que o cara sabia chupar e que em pouco tempo ela chegou ao seu primeiro orgasmo. Ao abrir os olhos, Lúcia viu Karla chupando com vigor aquela rola branca e lisa. A visão, os gemidos e o cheiro de sexo no ar fizeram com a minha esposa gozasse pela segunda vez. Lúcia pedia mais, queria continuar gozando na boca do seu novo amigo. Alex entendeu e começou a penetrar Lúcia com um dedo, depois dois enquanto sua língua sugava cada canto do seu sexo.

O cara não se aguentou e encheu a boca de Karla de porra com jatos fortes. Urrou, chamou as duas de vagabunda e dizia que ia comer as duas sem dó nem piedade.
Karla se deitou do lado de Lúcia e abriu suas pernas se oferecendo pro amante. Alex não perdeu tempo, caiu de boca naquela buceta melada. A língua explorava todos os cantos enquanto os dedos invadiam seu cuzinho. Do lado, minha esposa assistia a tudo enquanto retomava o folego. O pau de Alex deu sinal de vida e Lúcia não perdeu tempo. Abocanhou aquele pau, lambeu seu saco, mordeu levemente enquanto Alex fazia Karla gozar mais e mais vezes na sua boca.

Karla entao se ajoelhou na cama e pediu para se sentar no rosto de Alex, que se deitou na cama, ja com o pau bem duro e entao Karla foi se ajustando e sentou no rosto para que Alex a pudesse chupar por inteira. Minha mulher ficou assistindo a cena e via que na verdade era Karla quem esfregava seu sexo no rosto do companheiro sem piedade. Ela disse que Karla esfregava sua bucetinha e tambem seu cuzinho. Foi nesse momento que ela percebeu como o corpo de Karla era belo. Suas costas malhadas mostravam a contraçao de seus musculos, sua bunda era perfeita, seus cabelos longos e sedosos jogados de lado, seu suor e o que ela disse que mais a fez perder o controle. O cheiro.

Ela ficou na cama meio de lado admirando a cena, via o pau de Alex duro e nao sabia se tocava ou se continuava assistindo, quando sem perceber ela mesmo ja se tocava. Começou a sentir uma vontade imensa de pegar naquele pau, de sentar nele, mas tambem, de tocar na pele de Karla. Nesta indecisao, chegou ate se assustar quando Karla tirou seu corpo de cima do rosto de Alex e se virou para fazer um 69 com ele. Karla novamente deixou seu sexo na boca de Alex mas desta vez segurou seu pau e começou a punheta-lo lentamente ate que deixou seu corpo cair pelo dele e começou a chupa-lo olhando para Lucia. Ela disse que ficou travada, seus olhos nao conseguiam se desviar dos olhos da Karla chupando o pau do cara.

Foi quando Karla olhou para ela e pediu para ela ajudar a chupar. Ela disse que foi lentamente se aproximando e começou a dar beijinhos onde sobrava espaço. Falou que começou a sentir algo estranho, interno, tipo uma tremedeira ou coceira e quando Karla lhe ofereceu a cabeça do pau de Alex ela o engoliu de uma vez. Me disse que claro que tinha tesao pelo pau do cara mas o que a incomodava foi a presença perto demais de Karla, seu cheiro, seu suor e o nao resistido beijo que deram com o pau do cara como escpectador principal.

Elas misturavam o beijo, com chupadas no pau do cara, a lingua e a boca de sua amiga eram macia e doce. Ambas perceberam que o cara ia gozar, entao intensificaram a punheta, nao pararam de se beijar. O cara gozou elas sentiram algumas gotas no rosto mas nao pararam de se beijar. Parecia o primeiro beijo que deram na vida. O cara levantou e deixou as duas se tocando na cama e foi tomar um banho.

Sos, elas nao perderam o ritmo. Lucia disse que por um instante parou e sentou-se na cama de costas para a amiga, e que quando ia começar a sentir vergonha da amiga, sentiu seu toque suave nos seus ombros, fechou os olhos e foi sentindo o toque de sua amiga pelas costas e uma de suas maos tocou nos seu seio. Aquela mao macia foi a estimulando e a outra mao tocou no outro seio. Ela virou seu rosto e se beijaram novamente. Karla entao deitou Lucia na cama e começou a lamber suas pernas, virilhas, barriga, seios, barriga e vulva.

Sua lingua dançava, suas maos procurava qualquer lugar do seu corpo. Foi quando a lingua da sua amiga encontrou seu cuzinho e ali ficou. Minha esposa falou que nao sabia mais o que sentir e que nao queria mais sair dali. Nao percebeu que o amigo estava ao lado com o pau duro assistindo. Logo o cara chegou proximo e deu o pau para Lucia chupar. Minha esposa era chupada pela amiga e chupava o amigo. Ela disse que nao aguentava mais de tanto tesao, ela nao precisava so ser penetrada, ela precisava ser fodida, com força.

Ela tirou o pau do cara da boca e beijou sua amiga novamente, logo sua amiga se deitou na cama e dessa vez minha mulher foi quem foi chupa-la. Meia perdida ficou de quatro e sentiu o pau do Alex tentando invadi-la se abriu mais e na mesma hora que sentiu o gosto da buceta da amiga sentiu a tora entrar nela. Tentou retribuir da mesma maneira da amiga mas nao tinha força entao so se empinou e deixou o cara meter nela so fez um pedido: Mete com força!




Lúcia sentou deixando aquela vara deslizar para dentro da sua buceta melada. Rebolou, quicou, pediu para ele socar com força enquanto ele se acabava na buceta da amante. Lúcia gozou mais uma vez. Karla, pediu que a amiga ficasse de quatro. Alex posicionou a pica na entradinha e sem avisar empurrou tudo de uma vez só. Lúcia gritou de tesão. As estocadas eram fortes enquanto Alex puxava pelos cabelos cacheados. Ela pedia mais, ela gosta de sexo violento e o cara não fez por menos. Karla por baixo chupava o saco dele e as vezes sua língua encostava na bucetinha da minha esposa. As estocadas eram cada vez mais fortes anunciando o gozo. Alex gozou junto com a minha esposa, deixando sua buceta completamente suja de porra. Karla, não perdeu tempo, caiu de boca e limpou o pau do amante.

Neste dia a nossa transa foi sensacional. Lúcia ia me contando detalhes e pedia para eu meter com força. Os relatos das suas transas me deixam loucos de tesão e a nossa vida sexual melhora a cada dia.

GOSTEI DE VER

OLA! ME CHAMO FABIO,SOU CASADO A 19 ANOS,TENHO 38 ANOS E MINHA ESPOSA E UMA BELA MULHER.CASTANHA CLARA,1,60 DE ALT,53 KG .... UMA DELICIA!!!!SEU NOME E CARLA.BEM!!!VOU LHES CONTAR A ESTORIA MAIS LOUCA E GOSTOSA QUE JA TIVE EM MINHA VIDA.A ALGUNS DIAS ATRAS COMECEI A DESCONFIAR DA MINHA LINDA ESPOSA.PEGUEI SEM SER QUERER ALGUMAS MENSAGENS EM SEU CELULAR QUE ME DEIXOU INTRIGADO. RESOLVI IR MAIS A FUNDO E INVESTIGAR O QUE ESTAVA ACONTECENDO.

COMO TENHO UMA CONTA POS PAGA E SOU O TITULAR, FIZ ALGUMAS BUSCAS NA NET E DESCOBRI QUE O NEGOCIO ERA MAIS SERIO DO QUE IMAGINAVA.HAVIA MUITAS LIGAÇOES PRA UM DETERMINADO NUMERO. MANTIVE TODA CALMA DO MUNDO DIANTE DA SITUAÇAO, POIS APESAR DE TUDO ELA ME EXCITAVA MUITO, SEMPRE TIVE O DESEJO DE VER MINHA ESPOSA COM OUTRO, MAS JAMAIS DISSE ISSO A ELA.

CLONEI SEU CELULAR E CONSEGUI FAZER COM QUE SUAS MENSAGENS RECEBIDAS FOSSEM ENVIADAS PRA ESSE CELULAR CLONADO. NAO ACRETIDEI NO QUE ESTAVA ACONTECENDO...ERAM VARIAS MENSAGENS QUE REALMENTE PROVAVAM QUE ELA ESTAVA TREPANDO COM OUTRO. ENTAO RESOLVI LIGAR PRO NUMERO QUE HAVIA IDENTIFICADO, UM HOMEN ATENDEU, ENTAO PERGUNTEI QUEM ESTAVA FALANDO,E ELE ME DISSE SEU NOME...ERA MARCOS.

BEM!!!JA SABIA O NOME DO CARA QUE ESTAVA METENDO COM MINHA ESPOSA, MAS QUERIA MAIS...ENTAO PENSEI NUM FLAGRANTE....BAIXEI UM APLICATIVO NO MEU E NO CELULAR DE MINHA ESPOSA PARA LOCALIZA-LA, TUDO SEM QUE ELA DESCONFIASSE DE NADA. FOI NUMA TARDE DE SEXTA FEIRA....RECEBI UMA MENSAGEM DE ENCONTRO ENTRES OS DOIS, PENSEI COMIGO, HOJE E O DIA.

CONFESSO QUE ESTAVA EXTREMAMENTE EXCITADO COM ISSO, MAS NAO PODIA IMAGINAR QUAL SERIA MINHA REAÇAO AO VER A CENA....BEM!!!ESPEREI UNS 40MIM DEPOIS DA MENSAGEM, E LOCALIZEI ONDE OS DOIS ESTAVAM, ME SURPREENDI COM O LOCAL,POIS ERA UM POUCO AFASTADO DA CIDADE...PENSEI COMIGO DEVE SER UM MOTEL!!!MAS AS COORDENADAS NAO BATIAM COM OS PONTOS ONDE HAVIA MOTEIS NA CIDADE,PELO MENOS OS QUE EU CONHECIA,MAS ALGO ME DIZIA QUE NAO ESTAVAM NO MOTEL.BINGO.......CHEGEI NO LOCAL, ERA UM BOSQUE ONDE ELA E EU COSTUMAVAMOS IR QUANDO AINDA NAMORAVAMOS....UM LUGAR TOALMENTE DESERTO CHEIO DE ARVORES E SOMBRAS, UM LUGAR DELICIOSO PRA FAZER O QUE QUIZER DENTRO DE UM CARRO.

BEM!!! DEIXEI MEU CARRO UNS 50M DE ONDE ELES ESTAVAM,ME APROXIMEI A PE BEM SUTIU. O CARRO DA VADIA ESTAVA LA,JUNTO COM UM OUTRO CARRO.PROVAVELMENTE O DE MARCOS......QUANTO MAIS ME APROXIMAVA DELES MAIS EXCITADO FICAVA....MEU CORAÇAO DISPAROU, MINHA RESPIRAÇAO ERA OFEGANTE, UM TESAO COMO JAMAIS HAVIA SENTIDO TOMOU CONTA DE MIM, MEU PAU PARECIA ESTOURAR DE TAO DURO.CHEGUEI O MAIS PROXIMO QUE PUDE PRA NAO SER PERCEBIDO, OS DOIS ESTAVAM A UNS 10M DE MIM, ME ESCONDI ATRAZ DE UMA DAS MUITAS ARVORES E FIQUEI ALI PARADO.

FAZIA POUCO TEMPO QUE OS DOIS ESTAVAM ALI...POIS CONSEGUI VER QUE ESTAVAM VESTIDOS AINDA.....ELES CONVERSAVAM MUITO, MAS NAO CONSEGUIA ENTENDER O QUE ESTAVAM DIZENDO  .ENTAO ELES COMEÇARAM A SE BEIJAR,COMECEI A OUVIR UNS GEMIDOS E ALGUMAS PEÇAS DE ROUPA SENDO ARRANCADAS COM UMA CERTA VIOLENCIA...ELES ESTAVAM AFOITOS PARA TREPAR...ENTAO PERCEBI QUE A VAGABUNDA SE ABAIXOU E COMEÇOU A CHUPAR O CASSETE DO CARA,ELE DELIRAVA DE TESAO...E EU ESTAVA A PONTO DE TIRAR O PAU PRA FORA E BATER UMA.....

.DIANTE DA SITUAÇAO.PENSEI POR VARIOS MOMENTOS EM DAR O FLAGRANTE,MAS ME CONTIVE,POIS IRIA MELHORAR MUITO AIDA....ELES TREPARAM FEITO DOIS ANIMAIS ,GRITAVAM E GEMIAM FEITO LOUCOS...E COM CERTEZA JA NAO VIAM NADA AO SEU REDOR.ENTAO ME APROXIMEI ATE O CARRO E FIQUEI AGAXADO BEM DO LADO.ELES ESTAVAM NO BANCO DE TRAZ DO CARRO DA MINHA ESPOSA,PUDE SENTIR O CHEIRO DE SEXO QUE EXALAVA DE DENTRO DO CARRO,QUASE FUI A LOUCURA,MAS PERMANECI ALI.....AGORA JA PUDIA OUVIR NITIDAMENTE TUDO QUE ELES DIZIAM.....E ENTAO PERCEBI QUE MINHA LINDA MULHERZINHA ERA UMA VERDADEIRA PUTA.....O CARA METIA E GRITAVA DIZENDO.....VADIA SAFADA!!!!VC NAO VALE NADA SUA CADELA VAGABUNDA!!!!!! E ELA ADORAVA OS ADJETIVOS POIS GEMIA MAIS AINDA E DIZIA.....ME FODE FILHO DA PUTA!!!!METE GOSTOSO NA SUA CADELINHA....METE MAIS DESGRAÇADO!!!!!FODE MINHA BUCETA!!!!!SO VC ME FAZ GOZAR GOSTOSO!!!!!METE MAIS.....

MEU PAU JA ESTAVA TAO MELADO QUE SENTIA ESCORRER.....MAS CONTINUEI ALI PRA VER ATE ONDE IRIAM....ENTAO HOUVE MARCOS DIZER....QUERO SEU CU... VAGABUNDA!!!!!ELA DISSE.... ME FODE O CU...ELE E SEU!!!!!!ENTAO PUDE PERCEBER QUE ELE A POIS DE QUATRO...E HOUVE UM SILENCIO POR ALGUNS SEGUNDOS...ENTAO ELA COMEÇOU A DIZER.....ISSO AMOR!!!!CHUPA MEU CU!!!!!!!ENFIA ESSA LINGUA DENTRO DELE....ME FAZ GOZAR DANDO O MEU CUZINHO VAI!!!!!MEU CU E SO SEU...NEM O CORNO DO MEU MARIDO FAZ ISSO COMIGO....SO VC AMOR!!!!!!

E ELA TINHA RAZAO,DIFICILMENTE EU COMIA O CU DELA...POIS ELA SEMPRE RECLAMAVA QUE DOIA...E COISA E TAL.....MAS COM MARCOS...PARECIA TUDO NATURAL.ENTAO ELA DISSE.....ME FODE.....TRITURA MEU CUZINHO!!!!!!MARCOS ENTAO DISSE....QUER LEVAR NO CU SUA BISCATE VAGABUNDA!!!!!!!ENTAO TOMA VADIA!!!!!!PRONTO ESTAVA FEITO...O CATZO DO CARA ESTAVA SURRANDO O CU DA MINHA MULHER...E A VADIA DELIRAVA E DIZIA.....QUE PAU GOSTOZO!!!!FODE MEU CU FILHO DA PUTA......QUE PINTO GOSTOSO VC TEM.....ELE METEU POR MAIS ALGUNS MINUTOS E ANUNCIOU QUE IRIA GOZAR......POIS NAO AGUENTAVA DE TESAO.....ENTAO ELA DISSE.....QUERO QUE GOZE NA MINHA BOCA!!!!!!ELE TIROU O CASSETE DO CU E DISSE.....SEU CU ESTA ARROMBADO!!!!!QUE COISA LINDA!!!!!TOMA MEU GOZO SUA CADELA!!!!!!ENTAO HOUVE OS DOIS GEMENDO....ELE ESTAVA GOZANDO, ELA SE DELICIAVA COM O GOZO NA SUA BOCA E DIZIA....QUE DELICIA AMOR!!!!!E ELE DIZIA .....TOMA MEU GOZO.....ENGOLE TUDO SUA SAFADA!!!!!

ESTAVA COMPLETO,MINHA MULHER TINHA SIDO TRITURADA POR MARCOS,E EU ALI OUVINDO TUDO.ENTAO RESOLVI FAZER O QUE JA HAVIA ANUNCIADO, ME LEVANTEI LOUCO DE TESAO E COMECEI A APLAUDIR IRONICAMENTE E A DIZER....PARABENS...FOI A TREPADA MAIS GOSTOSA QUE JA PRESENCIEI......OS DOIS FICARAM ATONITOS

OS SEM FALAR UMA PALAVRA....MINHA ESPOSA ENXUGOU SUA BOCA AINDA COM PORRA E DISSE ...FABIO!!!!!O QUE FAZ AQUI!!!!!BEM!!!!O QUE ACONTECEU DEPOIS E UMA OUTRA ESTORIA....CONTO OUTRO DIA,SO POSSO DIZER QUE E IMPERDIVEL....FIZ COISAS QUE NUNCA IMAGINEI....SE QUIZEREM ME ESCREVER...MEU E-MAIL E f.tal@ig.com.br .ATE A PROXIMA.

quinta-feira, 17 de março de 2016

TROCA DE BARRACA

Estava casada há onze anos com um próspero comerciante. Tínhamos uma vida bem confortável e parecia que nada nos faltava. Apesar de tudo estar caminhando bem, precisávamos tirar umas férias e decidimos fazer isto em julho, passaríamos quatro dias em Teresópolis-RJ.
Meu marido, então me perguntou se não gostaria de fazer algo diferente, acampar. Achei bem interessante, visto que jamais tínhamos feito isto junto antes. Tudo combinado, partimos.

Ao chegar no camping, avistamos outro casal que também havia acabado de chegar, nos apresentamos e senti uma energia muito intensa no ar. Troquei olhares com o homem e pude notar que meu marido também caiu de amores pela mulher, uma morena realmente linda. Barraca montada, fomos até o restaurante, onde convidados por eles, tomamos um vinho. Não conseguia tirar os olhos dele e cada vez mais ficava nervosa. Sorria de forma descontrolada, desejava aquele homem dentro de mim.

Após algumas garrafas esvaziadas, mais soltos, começamos a falar de casamento, fantasias sexuais, e troca de casais, entrou em pauta.
Disseram que nunca haviam feito, assim como nós, mas que tinham enorme vontade de experimentar. Um silêncio tomou conta do ambiente como se estivéssemos imaginando como seria. Meu marido, então quebrando o gelo, perguntou se estávamos combinando algo para a noite, se estávamos querendo a troca. Eles se olharam como que pedindo um ao outro e ela fez um sinal de positivo com um leve sorriso.
Meu coração disparou e senti que minha maior fantasia estava prestes a se realizar. Um medo de não corresponder tomou conta de mim e por pouco não desisti, mesmo querendo muito.

A noite chegou e ficamos conversando entre as barracas. Eu, ao lado do Carlos e meu marido, junto da Ana Clara. Papo vai e vem, ele me olhou nos olhos, disse que eu era muito bonita e me beijou. Fiquei meio sem graça, mas no mesmo momento, meu marido também beijou a Ana e a noite de fato, começou.
Carlos me deu as mãos e me levou para a sua barraca. Ana e meu marido, devem ter ido para a outra, em seguida.

Carlos fechou o zíper e veio em minha direção, eu tremia descontroladamente, chegava a sentir meu rosto em brasa. Calmamente me deitou e foi abrindo minha blusa, bem devagar. Deixei que retirasse tudo e me entreguei por completo. Ele se deitou ao meu lado, já nu e pude sentir seu pênis duro e latejante pedindo os carinhos das minhas mãos. Beijávamos e esfregávamos nossos corpos aumentando o estado de excitação. Carlos, lentamente foi se abaixando, chupando meus seios e aos poucos foi se dirigindo a minha xoxota, completamente molhada de tesão. Fui sugada, mordiscada no clitóris, seus dedos me invadiam sem que sua boca desencostasse de mim e atingi o primeiro orgasmo.

Sem saber como meu marido estava, continuei a fazer amor, retribui a preliminar, deitando Carlos e abocanhando o falo rijo. Mamei com gosto de primeira vez, com gosto de pulada de cerca, uma delícia. Montei naquele pau e cavalguei, aquele quase desconhecido por meia hora. Tive mais dois orgasmos e ele se segurou pra valer, foi um herói. Carlos então me pôs de quatro e passou a lamber meu cu e minha xota, lubrificando ainda mais o local. Depois, pincelou o pau na entrada do meu cuzinho e foi forçando, sem pedir licença. Como estava acostumada a fazer anal com meu marido, não ofereci nenhuma dificuldade e ele foi entrando, bem devagar, até alojar todo cacete em minha bunda.

 Estocadas foram se repetindo e quando estava para gozar outra vez, fui levada a um estágio indescritível, quando ele, dentro de mim, gozou. Quase desmaiei com o seu gozo e o meu ao mesmo tempo. Deitamos e descansamos.
De madrugada, acordei e constatei que tudo era realidade e não um sonho. Abri a barraca e não achei nem meu marido, nem a Ana Clara. Deduzi o óbvio, tinham feito o mesmo que eu e Carlos.
Olhando novamente para ele, para seu corpo, palmeei seu pênis que logo se inchou. Levemente para não acordá-lo, chupei-o, não queria mais largá-lo. Senti que estava completamente entregue aquele homem, que uma paixão havia começado e que não suportaria ficar sem ele. Carlos, ainda sonolento, gozou em minha boca e bebi tudo, sem desperdiçar nem um pouco o gozo que me dera.

Por todos os outros dias, ficamos trocados, almoçávamos, saíamos e dormíamos, como se eu fosse casada com o Carlos e meu marido com a Ana. Era diferente, mas foi isto que nos aproximou ainda mais. Porém, o dia da separação chegou, trocamos endereços e telefones, nos despedimos. A vida precisava voltar ao normal.