sexta-feira, 8 de agosto de 2014

MINHA NAMORADINHA SAFADA


Esse fato ocorreu em 2006. Estávamos eu e minha ex-noiva indo para Florianópolis, quando ela começou a me relatar os fatos ocorridos nos últimos dois meses, tempo este em que não nos vimos, pois eu havia retornado para SC. Durante a conversa, ela falou de uma amiga cujo marido estava fora do país e por lá ficaria nos próximos três anos trabalhando.

Essa amiga havia comprado um vibrador para tentar suprir a falta que o marido fazia e minha ex noiva a acompanhara até o Sex Shop para comprar o tal brinquedinho. E toda aquela conversa começou a me excitar bastante. Ao perguntar se o instrumento era interessante,ela disse que apenas segurou e ligou, mas que não havia experimentado. Falou que a amiga adorou o brinquedinho e que dava muito tesão. Aquilo foi o suficiente para me deixar excitadíssimo!

Ao perguntar se ela gostaria de ter um foi categórica: “eu adoraria!” Paramos no primeiro Sex Shop que encontramos e logo fomos escolher o seu futuro brinquedinho. Escolhera um com 23 centímetros, bem maior do que o meu pau com seus singelos 17 centímetros. Porém, a largura era a mesma.

Compramos ainda um creme lubrificante, que segundo a vendedora, aquecia os órgãos genitais, provocando grande tesão. Saímos da loja de artigos eróticos e fomos em busca de um motel, pois sempre sonhei em ver uma mulher se masturbando com um vibrador.

No caminho ela ia me provocando, dizendo que iria dar para o vibrador na minha ausência e que eu seria o seu corninho. Meu pau a essas alturas já estava duro, ainda mais depois dela retirar o brinquedinho da embalagem e ficar mexendo nele.

Ao chegarmos ao motel fomos logo para dentro do quarto feito dois malucos. Tiramos a roupa e logo começamos a nos beijar e acariciar. As coisas estavam esquentando. Quando tirei a sua calcinha pude notar uma buceta bastante molhada e sedenta por sexo.

Comecei a chupá-la com gosto, preparando o caminho para a festinha, que estava apenas começando. Não demorou e ela deu a primeira gozada na minha língua. Logo em seguida, tirei o brinquedinho de dentro da sua bolsa e disse que queria vê-la usando aquilo.

Sugeri que eu deveria meter o vibrador nela. Ao introduzir aquele pau de brinquedo em sua buceta, ela chegou a suspirar, dizendo que jamais havia tido algo tão grande dentro de si. Liguei na velocidade máxima e a danada fez uma cara de vadia como nunca havia feito durante a época que estivemos juntos.

Ao perguntar se estava bom ela disse que estava uma delícia e pediu que eu também colocasse o meu pau na sua boca. Não demorou e ela gozou novamente, dessa vez soltando fortes gritos que ecoavam dentro daquele quarto.

Ela foi então virando de lado e pedindo que eu passasse o lubrificante que havíamos comprado. Lambuzei a entrada daquele cuzinho com o lubrificante e fui logo metendo um dedo naquele rabinho gostoso.

Ela se contorcia e gemia de prazer. Tinha um pau de borracha de 20 centímetros metido em sua buceta e um dedo no seu cuzinho. Pediu então que eu metesse meu pau. Tive que me segurar para não gozar e estragar a brincadeira.

Fui metendo meu pau devagar. Ao sentir meus bagos batendo em sua bunda, deliciei-me ao sentir meu pau inteirinho dentro do seu cu, e ao mesmo tempo sentia a vibração do seu brinquedinho que estava fazendo misérias em sua bucetinha.

Em seguida, ela anunciou que iria gozar novamente. Pediu para que eu gozasse no seu cuzinho, junto com ela. Ao pedir isso não consegui mais segurar e larguei jatos de porra quente dentro daquele rabinho

Paramos daquele jeito, extasiados, e curtindo o momento mágico que acabara de acontecer. Durante aquela noite, tivemos ainda vários momentos de loucura.

Infelizmente, o relacionamento acabou. Ela tocou a sua vida em Minas Gerais e eu a minha em Santa Catarina. Sempre lembro com saudades daquela que foi uma das maiores loucuras que fiz em minha vida. Espero que ela esteja feliz onde estiver e usando muito o seu brinquedinho...

NAMORADA QUE TEM LIBIDO

OLÁ, MEU NOME É PATRICIA, ME CHAMAM DE PATY.

BEM, PARA QUEM NAO ME CONHECE, SOU BRANCA, 25 ANOS, 1,55M , 55 KG, TIPO MIGNON.SOU NAMORADA DOS OSMAR JÁ HÁ ALGUM TEMPO. SEMPRE MORRI DE MEDO DE ENGRAVIDAR E POR ISSO COMEÇAMOS A FAZER POR TRÁS, MAS, VAMOS AO QUE INTERESSA:

DE UNS TEMPOS PARA CÁ EU E O OSMAR ESTAMOS A CADA DIA MAIS PRATICANDO O SEXO ANAL, NA CASA DELE, NA MINHA... QUANDO O PESSOAL DÁ AQUELA VACILADA E RECENTEMENTE ATÉ NO CARRO DELE. SEI QUE PARECE VULGAR DA MINHA PARTE, MAS SOU OBRIGADA A DIZER QUE POR TESAO E AMOR AO MEU NAMORADO, TENHO CONCORDADO COM VÁRIOS PEDIDOS DELE. FOI ASSIM QUE SE PASSOU O QUE VOU RELATAR: FOMOS RECENTEMENTE ASSISTIR A UM JOGO DE FUTEBOL NO ESTADIO DO SAO CAETANO, AQUI EM SAO PAULO.EU NAO ME LIGO EM FUTEBOL, MAS O OSMAR E NOSSOS AMIGOS IAM TORCER PARA O AZULAO NUM DOS JOGOS DA FINAL DE UM CAMPEONATO QUE NEM SEI O NOME! MEU NAMORADO ME LIGOU E PEDIU SE EU TERIA CORAGEM DE IR COM A TURMA VESTINDO UMA TAL DE CALÇA BRANCA QUE EU TENHO QUE É SUPER JUSTA E SEM CALCINHA!EU CONCORDEI, MAS DISSE QUE IRIA USAR UMA CAMISETA LONGA POR CIMA PARA NÃO DAR MUITA BANDEIRA…ELE DISSE QUE SE A CAMISETA FOSSE AZUL, MELHOR AINDA, POIS SERIA COMO SE EU FOSSE TORCEDORA DO AZULAO.BOM, CONCORDEI E ME VESTI ASSIM… QUANDO ELES ME PEGARAM EM CASA, NAO DAVA PARA NOTAR A INDECENCIA QUE ESTAVA A MINHA CALCA POIS DEIXEI A CAMISETA POR FORA.FOMOS PARA O JOGO E TUDO IA BEM, SÓ EU E O OSMAR SABÍAMOS QUE EU ESTAVA SEM CALCINHA… 

O JOGO FOI CORRENDO E O CALOR AUMENTANDO.O ESTADIO CHEIO.AQUELE MONTE DE HOMENS GRITANDO PALAVROES.EU SUAVA. A CADA LANCE O OSMAR ME PEGAVA E ME ABRAÇAVA, ME APERTAVA E DISCRETAMENTE SENTIA MINHAS CURVAS NUAS POR BAIXO DA CALÇA JUSTISSIMA.VEIO O PEDIDO FATAL: -PATY, AMARRA A CAMISETA NA BARRIGA.QUERO TE VER DAQUELE JEITO! ELE SABIA QUE COM AQUELA CALÇA A MINHA BOCETA FICAVA BEM SEPARADA PELO MEIO DEVIDO AO PANO QUE SE ENFIAVA NELA! OLHEI AO REDOR, NINGUEM IRIA DESCONFIAR POIS A EMOCAO DO JOGO TOMAVA CONTA DO PESSOAL. 

FIZ O QUE ELE ME PEDIU.AMARREI COM UM NÓ A CAMISETA NA ALTURA DA BARRIGA E DEIXEI A MOSTRA MEU SEXO REPARTIDO PELA CALÇA NA FRENTE E ATRÁS.DAÍ EM DIANTE, FOI UMA LOUCURA SÓ. MEU NAMORADO E OS AMIGOS DELE ME COMIAM COM OS OLHOS SEM QUASE NEM DISFARÇAR! BASTAVA VER MEU ESTADO QUE ELES LOGO DESVIAVAM A ATENÇAO DO JOGO E SEMPRE QUE PODIAM DAVAM UM JEITO DE ME ESPIAR PELA FRENTE OU POR TRÁS! 

AQUILO FOI ME EXCITANDO…NAO SEI PORQUE, MAS FUI CADA VEZ MAIS DISFARÇANDO E SEMPRE QUE NINGUEM OLHAVA EU PUXAVA MINHA CALÇA MAIS PARA CIMA E A FAZIA ENTRAR AINDA MAIS!PULAVA AOS LANCES MAIS EMOCIONANTES E EMPINAVA O QUANTO PODIA MEU BUMBUM FAZENDO CARAS E BOCAS DE PUTINHA…COMECEI A IMAGINAR MIL LOUCURAS AO SENTIR OS OLHARES DELES CONVERGINDO PARA O MEIO DE MINHAS PERNAS. 


FOI QUANDO COMEÇOU UMA CHUVA DAQUELAS!NINGUEM HAVIA TRAZIDO CAPAS OU QUALQUER OUTRA PROTEÇAO.FIQUEI TODA TRANSPARENTE!OLHEI PARA A FRENTE DA MINHA CALÇA E VIA A MANCHA ESCURA DOS PELOS DE MINHA BOCETA APARECENDO CLARAMENTE PARA QUEM QUISESSE VER!JÁ IA DESAMARRAR O NÓ DA CAMISETA QUANDO UM DOS AMIGOS DE MEU NAMORADO SEGUROU MINHA MÃO E SEM NINGUÉM PERCEBER FALOU EM MINHA ORELHA: 

-DEIXA ASSIM, VOCE ESTÁ MARAVILHOSA! 

AQUILO FOI DEMAIS PARA MIM. ESTAVA CONFUSA…MEU NAMORADO ME OLHAVA E LAMBIA OS LÁBIOS COMO A ME DIZER: -HOJE EU TE FODO COMO UM ANIMAL! VI QUE DAQUELE JEITO, APESAR DE MINHA INDECENCIA, EU ESTAVA \”APAVORANDO\”! FOI ASSIM ATÉ O JOGO TERMINAR.NO FINAL FOMO S EMBORA E NO CARRO FOI AQUELA ESFREGAÇAO COM MEU NAMORADO NA FRENTE DE TODO MUNDO. AO ME DEIXAREM EM CASA, MEU NAMORADO FICOU COMIGO E TODOS SE FORAM COM SAUDADES DO VISUAL, IMAGINO! 



ANTES DE ENTRAR EM CASA, MEU NAMORADO ME \”PEGOU\” NA GARAGEM ANTES DE SUBIRMOS E ABAIXOU MINHA CALÇA.FOI DIFICIL POIS ALÉM DE JUSTA, ESTAVA MOLHADA AINDA.A CALÇA ACABOU FICANDO NA ALTURA DOS MEUS JOELHOS. FIQUEI CONTRA A PAREDE DA GARAGEM, DE COSTAS PARA ELE E ELE VEIO.DAQUELE JEITO QUE EU MAIS GOSTO, EM PÉ, POR TRÁS, ENCAIXANDO SEU MEMBRO GROSSO E DURO EM MEU BURAQUINHO…AFASTEI O QUANTO PUDE AS COXAS, ARREBITEI MEU BUMBUM, LEVEI AS MAOS PARA TRÁS COMO NUM RITUAL, ABRI AS NÁDEGAS. 

DEIXEI-O ENTRAR VAGAROSAMENTE.CENTIMETRO POR CENTIMETRO ATÉ O FINAL.SUA BOCA COLOU EM MEU OUVIDO E REPETIA AQUILO QUE ELE VIRA NO JOGO E NAO PUDERA ME DIZER.SUAS PALAVRAS ERAM DE TESAO E LUXURIA.ME SENTI PODEROSA EM PODER DOMINAR OS OLHARES DOS HOMENS APENAS COM A ROUPA QUE VESTIRA. ELE FEZ OS MOVIMENTOS.ENTRAVA E SAIA.VARIAS VEZES.EU GEMIA BAIXINHO, EM PÉ…PENSAVA NAQUELE ABSURDO QUE FIZERA… E SE EU FOSSE ATACADA?E SE UM DE NOSSOS COLEGAS DESSE EM CIMA DE MIM? SEI LÁ O QUE FARIA!SÓ SEI QUE SENTI TUDO DENTRO DE MEU CUZINHO COMO TEMOS FEITO ATÉ HOJE!

ELE DESPEJOU AQUELE LIQUIDO QUENTE E PEGAJOSO DENTRO DE MIM E DEIXOU SEU MEMBRO LÁ ATÉ DIMINUIR DE TAMANHO. QUANDO TIROU, DESCEU UM POUCO DO ESPERMA JUNTO.LIMPEI DO JEITO QUE DEU.SUBI A CALÇA E SENTIA QUE DESCIA MAIS.VESTI-A MESMO ASSIM.A MANCHA DA PORRA SE CONFUNDIU COM A UMIDADE DA CALÇA. ENTREI EM CASA SATISFEITA, ELE FOI EMBORA SACIADO. QUANDO TOMEI MEU BANHO E ME DEITEI FOI QUE NOTEI QUE NEM SEQUER LEMBRAVA O RESULTADO DO JOGO!

A CULPA É MINHA, SÓ MINHA, NAO ACHAM?


Olá! Somos um casal do interior de São Paulo, a Vera, hoje com 29 anos, 1,58m de altura e 52 kg, é uma deliciosa gatinha carnuda, quase gordinha, mas de cinturinha fina e proporcionada. Ela tem uma bunda fornida e empinadinha, coxas grossas e macias, seios grandes, mas durinhos, sempre vestida de maneira sexy sem ser vulgar, e eu, Marcelo, 32 anos, engenheiro civil, 1,70m de altura, moreno claro, olhos verdes, de peito e pernas bastante peludos.

Somos casados há 8 anos. Como ela sempre tinha sido muito dedicada aos estudos e nunca tinha namorado a sério, só umas paquerinhas que conseguiram no máximo dar umas chupadinhas nos seios deliciosos dela e apenas um namoradinho conseguiu das uma apalpadinhas na xana por cima da calcinha. Então, aos 20 anos quando iniciamos nosso relacionamento, ela ainda era virgem, enquanto que eu, até começar a relação com ela, já tinha comido diversas namoradinhas.

Apesar de ser experiente levei meses até conseguir levar Vera a perder a sua virgindade, pois ela foi criada com uma educação muito conservadora e religiosa. Mas na verdade ela só desabrochou como mulher após nosso casamento que ocorreu um ano depois de começarmos a namorar.Mesmo assim, para conseguir que ela chupasse meu pau, demorou mais de um ano após o casamento. Ela dizia que não tinha coragem de por a boca num pinto, que tinha nojo. Mas nada como a persistência de argumentação, uns dvds pornôs para assistirmos juntos e uns drinks a mais e certa noite, após uma festa, ela estava bebinha e toda acesa e me disse que quando chegássemos em casa, ela ia me fazer uma surpresa. Quando chegamos em casa, já na cama, sem que eu pedisse, ela tirou minha cueca e começou beijando, depois passando a língua até que engoliu meu pau inteiro. Eu estava nas nuvens, vendo minha linda esposinha chupando meu pau pela primeira vez em mais de um ano de casamento. A inexperiência, ela superou com o entusiasmo e realmente, ela me fez uma surpresa maravilhosa, chupando meu pau até me fazer gozar e olhando em meus olhos, engoliu tudinho.

Se foi difícil fazê-la chupar, imagine liberar o cuzinho, então? Foi uma luta intensa para convencê-la que sexo anal não era sujo e nem pecaminoso como sua mãe lhe ensinara. A primeira vez aconteceu no 2° aniversário de nosso casamento, quando festejamos muito, novamente ela estava bebinha e disse que tinha um presente para me dar. Quando chegamos em casa, ela me chupou maravilhosamente, depois me passou um pacotinho pequeno, embrulhado para presente e dentro dele uma tubinho de vaselina. Enquanto eu o abria, ela se pôs de quatro e me disse.
- Você quer mais um presente, amor?
Entendendo que ela me oferecia a bundinha de presente, louco de tesão, respondi:
- Quero amor... muito...
- Então me come como sempre quis fazer, amor... Mas toma cuidado... tenho medo.
Então lambuzei o cuzinho dela, enfiei um dedinho para ela ir se acostumando e fiz com tanto cuidado e carinho que ela adorou, me dar a bundinha.

Chupar meu pau, hoje ela adora, mas não é sempre que ela topa me dar o cuzinho. Só vez ou outra ela topa me dar, porque ela diz que meu pau é grosso e depois, fica várias dias toda dolorida. É que o cuzinho dela é bastante apertadinho, mas sempre que ela libera, com a ajudinha de algumas carícias em sua bucetinha, ela geme muito e goza com o pau no rabo, deliciosamente

Mesmo assim, vez ou outra, quando ela toma um pilequinho, ela mesma toma a iniciativa de me franquear seu delicioso buraquinho traseiro, mas sempre em ocasiões especiais, natal, final de ano, aniversário, noite de carnaval, feriado prolongado, quando vamos à praia, hotel fazenda ou coisas assim.

Bom, a verdade é que a ensinei, pouco a pouco, a se liberar sexualmente e sentir prazer por todos os seus deliciosos buracos, até a desinibir ao ponto de me pedir que me masturbasse de pé diante dos seus olhos e ela se acariciando na bucetinha, deleitando-se quando eu me esporrava na sua cara, passando os dedos e levando o meu leite à boca e me fazendo beija-la logo em seguida, pra me fazer sentir o gosto dos seus lábios melados com minha porra.

No início do casamento, transávamos quase todos os dias, mas após alguns anos, com o fogo mais amainado, fomos espaçando e passamos a transar uma ou duas vezes por semana.

Como disse, sou engenheiro civil e trabalho numa construtora, enquanto ela, passou por diversos empregos em escritórios e ultimamente trabalha na contabilidade de numa empresa têxtil da nossa cidade.Os anos foram passando depressa e apesar de já não transarmos com tanta frequência, nosso fogo não se apagava e como não queríamos filhos, desfrutávamos de uma situação financeira excelente. Desfrutávamos de bares, festas, rodeios, baladas, viagens de férias, finais de semana prolongados em hotel fazenda, ou passeios na praia… Tínhamos e temos, qualidade de vida.

Certa ocasião, de férias numa praia do nordeste, ao visitarmos uma praia frequentada por nudistas, sugeri a ela fazer topless mas ela recusou alegando que não tinha coragem pois morria de vergonha dos seus seios grandes, no que disse a ela que era bobagem porque eles eram espetaculares, como de fato são.
Mas embora não tenhamos entrado na praia de nudismo, pude perceber que Verinha ficou muito excitada com a visão de homens nus, com os pintos balançando livres na praia.

À noite, enquanto transávamos ela me segredou que ficou muito excitada vendo o pau daqueles homens, pois em razão de seu puritanismo com os poucos namoradinhos que teve, nunca tinha visto o pau deles, sendo o meu o primeiro e único que ela conhecia.Perguntei a ela se ela tinha curiosidade de conhecer outros paus e ela se mostrou muito escandalizada, mas desde então começamos a conversar e falar mais sobre nossas intimidades e ela aos poucos foi ganhando confiança e se abrindo sobre sua vida para mim.

Foi aí que ela me contou sobre dois paquerinhas, um deles, que no escurinho do cinema, conseguiu abrir sua blusa e apalpar-lhe os seios, o outro que no carro, lhe chupou os seios e sobre o namoradinho que um dia a levou pro quarto dele e a custo, conseguiu arredar seu vestidinho e dar uma apalpadinhas na bucetinha dela por cima da calcinha.Claro que ele queria mais, queria tirar seu vestido, deixar ela peladinha, mas ela não deixou, queria enfiar a mão por dentro da calcinha, mas ela segurou a mão dele, afastando-o. Depois se recompôs ela fugiu do quarto. No dia seguinte, quando o encontrou, terminou tudo com ele.

Sobre outros homens, depois do casamento, ela confessou que já foi assediada nos diversos empregos que teve, um dos patrões dela chegou a lhe cantar e tentou beijá-la enquanto passava-lhe a mão em sua bunda e dizia que queria comê-la, mas ela saiu do emprego para não se submeter a ele.
Só não me contou na época porque tinha vergonha e temia que largasse dela caso soubesse do ocorrido.
Sempre que passava por algum homem mais charmoso na rua, ela olhava pra ver se conseguia ver o tamanho do pau deles.Mas sempre que conversávamos, ela queria saber também das minhas aventuras e eu lhe contava, até que certa noite, quando estávamos na cama, brincando eu disse a ela que não era justo…

Eu já tinha experimentado muitas coisas na vida e via como ela olhava com apetite para outras picas e com vontade de prová-las… Ela ficava muito envergonhava quando eu falava nisso mas eu notava o tesão com que ficava, e vez ou outra, quando voltávamos para o assunto, eu sugeria que se ela se interessasse por alguém, eu deixaria ela experimentar outra rola.Nessas ocasiões, ela até corava de vergonha, mas dizia que nunca teria coragem de me trair, mesmo eu argumentando que, se era com a minha anuência, não seria traição.

Quando íamos à praia, deitávamo-nos na toalha, espalhava creme na sua pele branquinha e suave como seda dando atenção especial às suas lindas tetas e rabo.Reparei que ela adorava que os homens em redor observassem como eu espalhava o creme solar e alguns tinham que se deitar de barriga para baixo para esconder o seu tesão.
Deitado a seu lado dizia-lhe:
- Tá vendo, minha gatinha linda. o tesão que você provoca em outros homens? – ela corava e fechava as pernas de forma instintiva demonstrando que nesse momento era invadida pelo tesão.

Cheguei a ir com ela para um lugar mais afastado e discreto na praia para nos aliviarmos mutuamente, mas nunca nos escondendo tão perfeitamente bem para que alguém mais atento não pudesse nos observar.
Chegámos a ver um ou outro espertinho nos espreitando, o que aumentava o nosso tesão e prazer.
Mas as coisas ferveram mesmo foi há poucos meses quando foi nomeado um novo diretor na escola onde ela trabalhava. Ele era um professor ainda jovem (tinha menos de 40 anos) que segundo ela, tinha um aspecto atraente.

Estávamos na cama no rala e rola, quando começamos a conversar:
- Sabe amor, quando você me disse que se tivesse alguém interessante, você me deixava sair com ele?
- Lembro amor... Tem alguém?
- Tem amor... agora tem...
- E quem seria o felizardo, amor?
- O Marcelo… meu novo diretor é tão lindo…
- Tão lindo, quanto?
- Muito... muito... muito..
- Com ele você teria coragem de sair?
- Teria amor... não me importava de me entregar a ele… ele é tão atraente…
- E você já olhou pro principal, se faz muito volume nas calças dele?
- Já amor… Parece ser tão grande…
- E ele se mostrou interessado em você?
- Mostrou amor.. Ele sempre olha pras minhas pernas e seios, a calça estufa, creio que de tesão…
- E ele já te cantou alguma vez? (perguntei enquanto a fodia lentamente )
- Cantar mesmo não. Mas ele é muito simpático e atencioso… Disse-me que sou uma mulher linda, que tenho uma forma de vestir muito feminina e elegante… Que quando sai de férias por duas semanas, que ele sentiu muita falta da minha presença…
- Quer dizer que ele está pelo caidinho…
- Sim… acho que sim… Olha amor... Acho que se eu der abertura, ele vai querer me comer..
- E você gostaria de dar pra ele, amor?
- Oh! querido… sim… Mas tenho tanta vergonha… Tenho medo que depois você me ache uma depravada e deixe de gostar de mim…
- Olha minha gatinha linda… Eu te adoro... Se você quiser sair com ele, eu te libero e juro que te darei a maior prova de amor que um maridinho pode dar à sua esposa… juro que se você der pra ele, eu chupo sua bucetinha inteira quando você chegar em casa…
- Nossa amor, você teria coragem?
- Teria amor...
- E se tivesse lambuzadinha das “coisas” dele, você chuparia?
- Mesmo assim chuparia...
- Ai amor... Eu ia adorar... Você falando assim.. To todinha molhada de tesão... (e teve um orgasmo com fortes espasmos devido ao tesão da nossa conversa).
Mas depois daquele dia ela não me dizia nenhuma palavra sobre o seu chefe e eu também não perguntava. Só notava que ela estava todos os dias com tesão, comprava lingerie mais ousada, o comprimento das saias diminuiu, a abertura do decote aumentou…
Após uma duas semanas ela chegou em casa todinha acesa e nos pegamos na sala mesmo, onde a despi e cai de boca na sua bucetinha. Notei um sabor diferente na sua bucetinha… sabor de porra (que eu conhecia da minha juventude depravada) mas não lhe disse uma palavra.
Com ela deitada no sofá mamava em sua bucetinha com imenso prazer e ela fazia-me festas na cabeça e me chamava de maridinho lindo, que me adorava, que não havia melhor maridinho no mundo. E durante a transa ela se pôs de quatro sobre o sofá, e mais uma vez ela me deixou comer seu cuzinho.
Depois desse dia, fodíamos como loucos. Ela estava sempre pronta… batíamos todos os recordes de sexo. Num fim de semana eu me acabava de gozar, gozadas na boca, na bucetinha e em seu cuzinho delicioso que ela agora não me negava, embora eu não metesse sempre para não estraga-lo.
Concluí que estava rolando algo entre ela e o chefe, mas ela continuava sem me contar uma palavra, até que uma noite, morto de curiosidade e metendo nela por trás, de cachorrinho, bem devagar, lhe sussurrei ao ouvido :
- Olha amor... Sabe que a tua bucetinha ultimamente tem sabor de porra?
- Ai amor... que vergonha!!!
- Vergonha de dar pro seu chefe?
- Não amor.. de falar sobre isso!
- Então ele está mesmo te comendo?
- Oh meu querido… Eu não tinha coragem de te contar, mas ele está..
- Está o que, amor?
- Está me comendo! Mas você deixou, lembra?
- Lembro, amor, Há quanto tempo ele vem te comendo amor?
- Acho que mais de um mês… Você não notou que eu estou mais acesa ultimamente?
- Notei.. mas você não dizia nada...
- Porque eu tinha vergonha amor...
- E porque você fica tão acesa, amor?
- Porque depois que ele me come, não vejo a hora de chegar em casa pras você me chupar e me comer inteira.
- E você gosta de dar pra ele, amor?
- Adoro... é tão bom… que pica deliciosa que ele tem…
- Ela é grande amor?
- É amor...
- Maior que a minha, amor?
- É amor... é mais comprida e mais grossa que a sua, com uma cabeça grande e rosadinha… Ele judia muito da minha bucetinha...
- E o cuzinho, amor? Você já deu pra ele?
- Dei amor... Mas foi só uma vez... Doeu demais... O pau dele é muito grosso e ele é muito afobado... Ele não é como você... Ele quase me rachou ao meio quando comeu minha bundinha... Agora eu não tenho deixado mais ele por atrás...
Acelerei as metidas para deixa-la mais excitada, enquanto a interrogava:
- E você chupa o pau dele, amor?
- Quer saber mesmo amor?
- Quero... você chupa?
- Chupo, amor... Bastante..
- E ele gosta?
- Demais... Mais ainda quando eu deixo ele gozar na minha boca...
Fiquei espantado:
- Você deixa ele gozar na sua boca?
- Deixo...
- E você engole a porra dele?
- Engulo amor... Tudo não dá pra engolir, é muita... mas engulo o que eu posso. Sabe amor? A porra dele tem um sabor delicioso. Já dei muitos beijos em você ao chegar a casa depois de ter mamado no pau dele no carro, e engolido porra a caminho de casa… Você nunca sentiu?
- Não amor, nos beijos não! Mas conta amor, ele te come muito,?
- Come, amor... Ele é muito tarado... É raro o dia em que não arranjamos um cantinho escondido para ele me comer… Até menstruada ele já me comeu...
- E você gosta de dar pra ele, amor?
- Adoro... Estou apaixonada pela pica dele…
Aquela confissão me fez acelerar a foda tal foi o ataque de tesão que me deu e urrando de gozo esporrei-me como nunca continuando a meter forte e rápido para que ela gozasse também comigo.
- Putinha… Estou adorando ser o seu corninho - disse-lhe e ela respondeu:
- E você é corninho mais amado do mundo…
E gozou-se toda no meu pau.
Agora ele me pediu para deixa-la fazer uma viagem de 10 dias com ele, pras Serras Gaúchas e estou pensando se concordar, não estarei abrindo uma brecha pra ela me largar e ficar com ele.
Ela disse que não, que me ama muito e quer apenas se divertir com ele.
Oh dúvida cruel, deixou ou não deixo?
(se quiser dar sua opinião, ou falar sobre.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

SEXO NA PRAIA - ELE QUERIA MEU BUMBUM



Me chamo Sara, tenho 1,67m. Peso 66 Kg, sou morena clara. E esses fatos aconteceram quando eu tinha 20 anos. Moro numa região costeira, logo, frequentei muitas praias, e festas em piscinas. Olhava isso de forma normal, mas nunca imaginei que nessas circunstâncias conheceria o homem que mudou minha vida.

Certo dia, fui à praia. O sol se escondia por trás de algumas nuvens, mas sabíamos que ele estava lá. Eu usava um bikini azul royal. A parte de cima era bem comum, mas confesso que a parte de baixo chamava mais atenção do que eu imaginava. Isso não me aborrecia. O bikini era de lacinho nos lados, e um fio -literalmente- na parte de trás. Eu evitava abaixar-me em público. Nunca é bom ser processada por atentado ao pudor, não, é ?

O dia passou rápido, no final da tarde, hora em que costumo deixar a praia. Haviam poucas pessoas e eu resolvi ir na beirinha do mar, dar uma última lavada nos pés, quando me deparei com uma conchinha linda. Entusiasmada, abaixei-me para apanhá-la, e fiquei agachada observando. Mal me lembrei que o fio que cobria o meu ânus, só era eficaz quando eu estava em pé. Quando percebi uma brisa batendo na “portinha” me lembrei. Levantei num segundo, e de supetão olhei para trás. Havia uns 5 metros, estava um homem alto, moreno, com uma toalha nos ombros e uma mochila nas costas a observar aquilo que a maioria das pessoas não mostra à estranhos:  Disfarcei, e ele também. Entrei no mar, e esperei que ele fossem embora. Ele veio à beira da praia, e fez uma lenta caminhada até sumir da minha vista.

Pensando nisso depois, fiquei muito excitada, mas na hora foi muito vergonhoso. No dia seguinte, fui à festa na piscina da minha prima. Como o bikini azul tinha enxugado, fui com ele mesmo. Dei uns mergulhos pela manhã, e quando eu sai da piscina, pela escada, numa clara exibiçao da minha parte. Olhei de volta para a piscina, e todos estavam distraídos conversando, exceto o homem da praia no dia anterior. Gelei. “Como pode ele estar aqui?” Pensei. Arrumei minhas coisas, e fui embora pra casa. (Depois de uns dias descobri que ele é amigo comum da minha prima, e uma turma da faculdade dela)

Alguns dias se passaram. À princípio, fiquei preocupada com o que havia acontecido naqueles dias, mas o tempo passou e o caso sumiu da minha mente.
Certo dia, fui pegar um cineminha, e vocês já devem imaginar quem apareceu, né ? Ele. Fiquei um pouco assutada, mas ele passou direto da minha fila. Porém, instintivamente olhou para trás , me viu, e veio sentar exatamente na poltrona ao lado da minha.
- Quem é você, cara ? Está me seguindo ?
– Oh, não, desculpa ! Sério. Não tô te seguindo, não. Foi só coincidência.
– Ah, sim… Mas eu fiquei mesmo assustada. Se ponha no meu lugar, você também ficaria assutado se encontrasse um estranho três vezes seguidas.

– Primeiramente meu nome é Léo, não sou mais um estranho. Segundamente, ficaria muito feliz por encontrar alguém tão lindo quanto eu três vezes seguidas.
Tive que rir. E a tensão sumiu. Já me sentia íntima dele. Falei meu nome, conversamos, mas as duas cenas vergonhosas da praia e da piscina estavam lá, martelando na minha cabeça.
Me apresentei, e no final do filme trocamos os números.
Dois dias depois ele me ligou, e marcamos um passeio na praia. Porém, ele quis que o lugar que eu sabia que era praticamente deserto. Topei. Fiquei com receio, mas ele me dava uma segurança que me tranquilizou em parte. Às 17:30 cheguei na praia, e ele já estava lá. Haviam algumas pessoas na praia, mas estavam muito longe. Sentei ao lado dele.

- Não tiro você da cabeça.
– Nem eu, mas imagino que você tenha uma perspectiva diferente da minha.
– Como assim ? Não entendi – Ele favou com voz quase inaudível
– Ah, você sabe. Mulheres são melosas, E tem outra coisa, né…
– Que Coisa?
– Para, você sabe...
Ele se aproximou de mim, e falou mais baixo ainda.
- Não, não sei. Me fale
Continuei no mesmo tom em que vinha conversando o tempo todo, porém… comecei a me sentir excitada com o cheiro dele, e a vontade de sentir os pelos da barba dele no meu ombro, já que estavam tão próximos.

- Pra mim, você é o cara misterioso que eu encontrei coincidentemente. Pra você, eu devo ser a vadia que mostrou o cu em público. – Nesse momento, me senti molhada.
Ele me olhou de forma irônica. e se aproximou mais.
- Claro que não, você tem um belo corpo, diga-se de passagem. . Isso realmente aumenta os seus pontos comigo. Mas eu também te achei muito linda. E pelo filme que você escolheu assistir, minha querida, seu cérebro deve ser tão bom quanto eu imagino. Não vou negar que sinto uma tração física por você, mas não é só isso. E eu quero te sentir  envolvendo meus dedos e língua. Eu quero você por completo.

A noite já havia caído. Não deu tempo de pensar, ou de responder. Quando senti a barba por fazer dele tocar o meu ombro, me entreguei. E ele percebeu. Me deu um beijo intenso. Mas não demorado demais. Logo mudou o foco de suas carícias. Com habilidade tirou o meu vestido, e passou as duas mãos, lentamente, dos meus ombros até o início das minhas coxas. Passou os braços por trás de mim, mas não me abraçou. Desfez os dois nós do meu biquíni, e admirou meus seios.
- Como eu esperava.

 Ele logo abocanhou o meu mamilo, como que por carinho. Em compensação ao beliscão. Depois me deu outro beijo, enquanto massageava meu outro seio. Eu não consegui pensar em nada, muito menos não queria que ele parasse. Eu só queria aproveitar o momento. Ele se afastou, e me observou. Então, me virou de bruços, e eu amei a sensação da areia nos meus seios sensíveis. Ele tirou a parte de baixo do meu biquíni, e deu um beijo no meio das minhas costas. .
.
Eu não sabia o que dizer,  estava em chamas, e eu me senti virada ao avesso. Então ele deu um beijo na minha nuca, roçando seu corpo no meu. Eu achei estranho, mas tão íntimo. Então relaxei. E ele deu outro, e mais outro, e começou e esfregava seu pau no meu bumbum, e de repente, foi descendo o beijo pelo meu corpo, chegou no meu bumbum afastou o bikini de lado e colocou a língua na portinha. 

Era uma língua quente e firme. Eu relaxei ainda mais, queria que ele conseguisse fazer o que ele quisesse comigo. E deu certo, ele enfiou a língua dentro, e eu me senti dele. Estávamos ligados da forma mais incomum e gostosa que poderia existir. Ele abria as minhas nádegas, enfiando  na cara dele, e eu percebi que se levantasse o quadril estaria facilitando as coisas pra ele.

  Ele então dava mais beijinhos de consolação, e eu já estava derretida por dentro. Ele  deu  uns tapinhas, abriu mais ainda a minha bunda, enfiou a língua o mais fundo que pode, e então parou. Virou minha barriga pra cima novamente, me pegou no colo e e me levou para dentro d’agua. Quando a água estava no quadril dele, ele parou, e me colocou em pé. Me estudou, e chupou meus mamilos agora temperados pelo mar. Ele enroscou minhas pernas na cintura dele, e eu tomei sua cabeça em minhas mão, olhei em seus olhos e lhe dei um beijo com tanta força que minha lingua doeu. 

Ele desceu as mão para minha bunda, e enfiou um dedo no meu buraquinho e penetrou na minha xaninha. Não senti dor alguma. Me deu umas estocadas fortes e apertava meu bumbum. Mas ele nao queria isso, entao desencachou me pos em pé de costas para ele e foi procurando meu cuzinho, peguei pela primeira vez em seu pau, senti aquela tora dura e o conduzi a entradinha do meu bumbum, devido a excitaçao e toda a chupada que ele deu antes, entrou macio e gostoso. Com a outra mão ele começou a estimular meu clitóris. E eu gozei na mão dele em menos de 1 minuto. Ele começou a bombar mais forte, mais rapido e água fria começou a entrar, uma delícia. Ele então colocou um dedo na minha bucetinha,  doeu um pouco, mas ele estava muito cuidadoso, e perguntou se eu queria que ele parasse, eu disse que não.  Eu gemi.

 Deu estocadas com muita força. Eu tive uns 4 orgasmos seguidos, e ele está lá firme, me dando prazer sem pausa. Quando ele segurou meu cabelo, eu soube que viria, ele então parrou os movimentos e colocou o seu líquido no meu ponto mais profundo, e eu gozei junto.

Para um primeiro encontro, eu decidi que já estava bom até demais. Saímos da água, eu completamente sem jeito, e ele normal, sem expressar vergonha ou arrependimento. Eu coloquei a parte de cima do biquini, e o vestidinho, quando eu ia colocar a parte de baixo, ele me impediu, pegou o biquini de mim, guardou dentro da bermuda dele.



Levantamos. Ele me deixou em casa, sem a parte de baixo do bikini, mas com um beijo tão quente que me enfeitiçou completamente.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

TRAIÇAO NO SITIO



Olá caros leitores, meu nome é Carlos. Tenho 42 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. Não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos. Meu pau tem 16 cm, me orgulho muito dele por até agora nunca ter me deixado na mão. O que vou narrar aqui é a pura verdade, não teria motivo para inventar. 

Bem vamos ao conto:

Faz alguns anos que não vejo minha irmã Claudia que mora em Brasília. Quando soube que ela estava de passagem por Curitiba e ia nos fazer uma visita, quase não acreditei. Fiquei muito feliz, pois, apesar de morarmos longe e dificilmente estarmos juntos, nos falamos quase todas as semanas por telefone. Liguei para ela e ela me disse que estava com um casal de amigos, e, aproveitando o feriado da semana da Pátria, resolveram dar uma esticada até aqui para matar a saudade e aproveitar para espantar o estress da vida agitada que levam. Combinamos de reunir a família numa chácara que temos na Região Metropolitana de Curitiba, lugar ideal para um final de semana junto da natureza e longe do agito da Cidade. 
 
Fui o primeiro a chegar para adiantar as coisas. Enquanto o caseiro lidava com os animais e cuidava da limpeza eu e minha esposa, fomos às compras para prepararmos um bom churrasco para o pessoal.
Quando voltamos da cidade, meu irmão com a família já tinha chegado, e em pouco tempo o local já estava agitado. Veio primos, tios, sobrinhos, amigos da família, etc... Pouco antes do meio dia chega minha irmã Claudia, e seus amigos, que eram esperados por todos. A alegria era geral, Claudia é dois anos mais velha que eu, sempre nos demos muito bem quando éramos crianças, e como disse antes, mesmo a distância sempre nos falávamos por telefone. 

Claudia já tinha me falado da Samantha sua melhor amiga. Claudia nos apresentou Renato marido de Samantha, devia ter uns 35 anos, alto, moreno, muito gente boa, logo fez amizade com a turma e após umas cervejas, animado contava piadas para o pessoal, e pelo jeito estava agradando pois as gargalhadas eram ouvido a distância.Logo que vi Samantha algo me tocou forte por dentro, ela é simplesmente linda, mais ou menos 1,70m, uns 60kg, morena clara, olhos amendoados cor de mel, cabelos castanhos longos e lisos quase na cintura, seios de médio para grande mas firmes, os biquinhos do seios quase furava uma camisetinha branca que usava e o decote era de deixar qualquer um de queixo caído.

Com suas pernas bem torneadas, coxas grossas, uma bundinha grande bem feita e durinha, Samantha era realmente uma delícia de mulher. Depois fiquei sabendo que tinha 28 aninhos, mas que ninguém dava mais de 22 para aquela gostosura. Procurei fazer amizade com ela rapidamente e, sempre que dava, arranjava um jeito de me esfregar naquela bundinha, tinha que comer aquela gata de qualquer jeito, mas não sabia como, pois, além da quantidade de gente que estava na chácara, minha esposa não largava do meu pé, e Samantha fazia questão de demonstrar que adorava seu marido. Procurei minha irmã e perguntei sobre Samantha ,ela sacou logo minha intenção, e disse:

- Você não tem jeito mesmo não é seu safado? - Mas quem sabe você não tenha alguma chance!
- Ela me confidenciou que apesar de gostar muito do Renato, ele não a satisfaz na cama, chegou a me confessar que nunca teve um orgasmo com ele.
Não acreditei no que ouvi e já arquitetava um plano para foder aquela Deusa.

A casa principal da chácara fica no lugar mais alto do terreno. A casa do caseiro fica um pouco ao lado. A uns 50m da casa principal, mais abaixo, ficam 3 tanques de peixes, e uma piscina de água natural, uma delícia no verão. Logo acima dos tanques uns 90 a 100m da casa, fica um pomar com bastantes variedades de frutas, que por ser uma exigência nossa, o caseiro mantém sempre limpo, e logo depois do pomar, o terreno é composto por matas nativa.Dentre as árvores frutíferas a que mais se destaca é uma mangueira alta e frondosa com galhos chegando quase ao chão, um ótimo lugar para dar uma trepada bem gostosa, já tinha fodido minha esposa algumas vezes debaixo daquela mangueira. 

O lugar era idealpara uma foda casual, pois quando escurece, da casa não da para ver nada no pomar, mas de lá da para ver todo o movimento da casa. O pessoal continuava animado, uns jogando truco, a criançada se divertindo no Videokê, minha irmã tinha colocado no som um vanerão, ritmo gaúcho muito apreciado aqui no sul, alguns começaram a dançar, aproveitei que minha esposa estava na cozinha ajudando a preparar o almoço, e Renato estava nos tanques de peixe distraído com a pescaria, tirei Samantha para dançar, ela disse que não sabia dançar esse tipo de música, mas com muita insistência prometendo ensiná-la, ela topou.

Agarrei aquela potranca e apertei forte contra meu corpo, com o contato dos seus peitões e o bate coxa, meu pau não demorou a dar sinal de vida, em pouco tempo estava duro que nem uma pedra. Fiquei com receio dela se esquivar, mas ela continuou como se nada tivesse acontecendo, então olhei para os lados e vi que ninguém reparava em nós a puxei pela cintura e esfreguei com gosto meu pau naquela gostosa, ela sentindo meu pau roçando nas suas pernas, ajudava também no embalo da dança.A música acabou, e como um adolescente corri para o banheiro e me acabei numa punheta, acho que ela percebeu, pois quando saí do banheiro ela estava no corredor e me olhou com um sorrisinho cínico no rosto. A noite prometia, eu tinha certeza que aquela gata ia gemer no meu pau.

O almoço foi servido, e logo após, o pessoal se espalhou pela chácara. Minha irmã, Samantha e Renato foram se deitar para se recuperar da viagem.A tarde, alguns parentes foram embora pois tinham compromissos no outro dia. Mas mesmo assim ficou bastante gente na chácara.Lá pelas 18:00hs, minha irmã se levantou tomou um banho, Samantha e Renato fizeram o mesmo. Samantha colocou uma sainha de um tecido bem leve que balançava com os movimentos do seu andar, não sei dizer com exatidão qual era o tecido mais era branquinha, não chegava a ser mini, mas era curta, dava um pouco acima do joelho, uma camisetinha azul daquelas que deixa o umbiguinho de fora. Samantha estava maravilhosa, um verdadeiro tesão, não tinha um macho ali que não babava pela gata, até meus tios já de idade dava um jeito de secar aquela bunda quando ela passava. 

O pessoal começou novamente no jogo de baralhos, uns jogava truco outros buraco, a criançada como sempre no Videokê. Um tio já se encarregou de cuidar da churrasqueira. Minha esposa jogava buraco com minha irmã algumas primas e tias. Renato se atracava no truco com os homens.
Como nunca gostei muito de baralho e o pessoal sabia disso, fiquei livre para ficar cuidando da Samantha, só esperando uma oportunidade para arrastar aquela gata até o pomar, pois ali na casa, minha chance de traçar aquela Deusa era zero. Sem ninguém perceber, peguei uma toalha de banho enorme que estava na janela nem sei de quem era, desci até os tanques ninguém me viu, subi até o pomar e deixei a toalha sob o pé de manga. Quando voltei vi Samantha próxima a casa pensativa encostada em uma árvore, me aproximei e percebendo que o pessoal não tinha visão de onde nós estávamos, abracei ela por trás encostando meu pau naquela bundinha com as mãos apertei seus peitos. 

Ela se assustou e tentou se esquivar mas eu a segurei forte e disse nos seus ouvidos:
- Samantha, estou louco de tesão por você, e não agüento mais de vontade de chupar esses peitinhos e meter meu pau na sua bucetinha, você esta me deixando maluco.
Ela disse: - Você está louco! - Me solta! - O pessoal pode ver a gente! - E tem mais! - Nunca sequer passou por minha cabeça trair meu marido!
- Pôxa Carlos, a tua mulher e o meu marido estão aqui, imagina se eles nos pegam! Antes de soltá-la desci minha mão pelas suas coxas e empalmei com vontade sua bucetinha, então percebi que estava sem calcinha, e sua bucetinha estufadinha encheu a palma da minha mão.
Falei novamente nos seu ouvido: - Samantha você sabe que estou louco por você e sinto que você também esta a fim, vou ficar um pouco com o pessoal, e daqui uns 10 minutos vou esperar você na piscina atrás do vestiário, e apontei o local. 

Ela retrucou que não ia, que isso era loucura. Virei a costa e saí em direção à casa.Passado um tempo, renovei o estoque de cervejas nas mesas, brinquei um pouco com as crianças, percebi que Samantha estava acabando de secar um copo de vinho ao lado do marido. Quando ela foi encher o copo novamente, discretamente disse baixinho sem que ninguém percebesse, estou descendo vou te aguardar no local que te indiquei não me faça esperar muito.Saí e me encaminhei para a piscina pensando se ela viria mesmo, cheguei a duvidar que ela viria.Pagaria qualquer preço para saber o que passava pela cabeça de Samantha. Fiquei uns 20 minutos esperando e quando já estava desistindo, vi Samantha disfarçadamente caminhando em minha direção, quase não acreditei, assim que ela chegou, sem dizer nada peguei em sua mão e a levei para o pomar. 

Entramos de baixo do pé de manga, pois ali estávamos seguros, as folhas nos protegia. Tasquei um beijo em sua boca e com as mãos apertava sua bundinha, ela retribuía alisando meu pau sobre a bermuda. Minhas mãos passeavam pelo seu corpo sem ter endereço certo, encostei Samantha no tronco da mangueira, levantei sua camiseta e caí de boca naqueles seios lindos enquanto meus dedos explorava sua bucetinha já encharcada de tesão. 

Forrei o galho com a toalha que tinha deixado lá e a coloquei sentada de frente para casa. O galho da mangueira ficava mais ou menos 1m do chão, ajoelhei abri suas pernas e caí de boca naquela bucetinha cherosinha, lisinha, todinha depilada, sou tarado por uma bocetinha raspadinha.
Da posição que ela estava dava para ver tudo que se passava na casa. Minha língua brincava no grelinho dela, ela se contorcia apoiando no galho de cima, Samantha gemia baixinho enquanto sugava com vontade aquela bucetinha. Após uns 15 minutos, senti seu corpo tremer anunciando seu primeiro orgasmo, senti seu mel na minha boca, ela me puxou pelos cabelos e me abraçou forte e disse vou tentar retribuir, mas você sabe que não podemos demorar aqui, para não levantar suspeitas. 

Ela se abaixou enquanto me encostava na mangueira tirou meu pau para fora beijou a cabeça e abocanhou com vontade. Fazia movimento circulares com a língua na cabeça e em seguida engolia tudo fazendo movimentos de vai e vem bem gostoso, uma verdadeira puta nunca imaginei que uma criatura daquela pudesse fazer um Homem ir à loucura daquele jeito. Ora levantava meu pau com a mão e lambia meu saco e chupava uma bola ora outra e de vez em quando ficava passando a lígua entre meu saco e meu cuzinho tirando arrepio do meu corpo. 

Quando vi seu marido na varanda, olhando em nossa direção sem poder imaginar que naquela hora sua esposinha se afogava em meu cacete como uma louca, não agüentei, e nem deu tempo de avisar e enchi a boca da Samantha de porra. Ela engoliu o que pode e deixou escapar um pouco no canto dos lábios. Antes de ela falar alguma coisa, beijei sua boca ajudando a limpar o restinho de porra que escorria da sua boquinha linda.

Samantha se levantou, encostei a no tronco da mangueira e comecei a chupar seus peitinhos novamente. Ela segurava minha cabeça e com força ia me dirigindo ora num seio ora no outro, me abaixei e novamente meti a língua na sua bucetinha, Samantha se contorcia toda, e
u me lambuzava todo esfregando minha cara naquela gruta, eu chupava com tanto tesão que parecia que ia virar Samantha pelo avesso através da boceta. Samantha gemia alto dizendo: - Não para... não para que eu vou gozar...
Samantha pegou minha cabeça apertou contra sua boceta e novamente senti seu corpo tremendo em um gozo alucinante enquanto dizia: - Aaaaaiiii, como é bom, você sabe fazer uma mulher gozar. Meu pau a essa altura já estava a ponto de bala novamente.

Samantha sentou no galho de frente para mim, abriu suas pernas me oferecendo aquela bucetinha já vermelha de tanto ser chupada. Encostei meu pau na entradinha e empurrei tudo de uma vez, ela suspirou fundo e pedia para ir mais rápido, ela me abraçou forte enquanto num vai e vem alucinado tentava dar o máximo de prazer para aquela Deusa. Já fazia uns 40 minutos que estávamos naquela fudeção. Ainda com meu pau atolado na sua boceta peguei a no colo pus a no chão novamente, estendi a toalha e pedi que ficasse de quatro no que ela atendeu prontamente, fiz questão de deixá-la numa posição que pudesse ver o que se passava na casa, salivei meu pau coloquei na entrada da sua bucetinha e enterrei tudo de uma vez, ela suspirou novamente e com movimentos ritmados castigava sua bucetinha sem dó. 

Samantha rebolava lentamente curtindo cada centímetro do meu cacete invadindo sua boceta, seus gemidos suáveis me deixava com mais tesão. Enquanto fodia sua boceta em movimento cadenciado, salivava seu cuzinho e introduzia a ponta de um dedo no seu buraquinho, logo estava com dois dedos atolados naquele cuzinho, ela percebendo minha intenção, me disse: 

- Antes de comer meu cuzinho me faça gozar no seu pau novament! - Por favor. 

Ouvindo isso quase gozei nesse momento. Tirei meu pau para fora, apertei a cabeça por um instante tentando retardar meu gozo, e novamente atolei tudo naquela boceta. Na varanda da casa, novamente Renato conversava animadamente com meu irmão enquanto eu castigava a boceta da sua mulherzinha, não agüentei puxei Samantha pelos cabelos e disse: - Olha quem esta na varanda apontando para seu marido. Enquanto socava na sua boceta falava para ela:

- Está gostando de levar vara na frente do seu maridinho? Heim sua putinha? - Será que o corninho sabe que sua esposinha está rebolando na vara de outro macho na sua cara? 

Samantha dizia: - Mete com força, judia da minha bucetinha, estou adorando ser arrombada na frente do meu corninho. Eu bombava cada vez mais forte, tentando fazer aquela gata gozar. Num certo momento Samantha jogou suas mãos para trás me puxou com força e quase gritando me dizia: - Eu vou gozar!!! - Eu vou gozarrrrrrrrrr!!!! - Uuuiiiiii!!!!!, - Que tesão!!!! E desabou sobre a toalha, com espasmos pelo corpo todo, eu com o pau ainda cravado na sua boceta.

Dei um tempo pra ela se recuperar e disse: 

- Agora é minha vez, tirei meu pau da sua bucetinha, salivei novamente seu cuzinho, e encostei a cabeça naquele buraquinho, ela olhou para trás e disse: - Carlos, vai com calma que não estou acostumada dar meu cuzinho, pouquíssimas vezes Renato me comeu aí, e senti muita dor, prometi a mim mesmo que nunca mais ia dar meu cuzinho, mais como você me deu tanto prazer hoje, não tenho como te negar.
Coloquei a cabeça do meu pau e fui roçando lentamente, conforme forçava ela ia para frente impedindo a entrada. Com muita paciência consegui colocar a cabeça, ela deu um gemido alto dizendo que estava sentindo muita dor, novamente pedi calma e para ela relaxar, fiquei alguns segundo sem me mexer para que ela se acostumasse com o invasor e, novamente fui forçando aos poucos até que meu pau sumiu dentro daquele cuzinho, (não que o meu pau seja enorme pelo contrário, tenho 16x4,5cm, é que Samantha é realmente apertadinha no cuzinho).

Quando Samantha estava mais relaxada, fui iniciando um movimento bem devagar, ela ajudava empurrando a bundinha de encontro ao meu pau, agora um pouco mais relaxada, Samantha já não sentia tanta dor e colaborava rebolando lentamente sua bunda, tirava meu pau um pouco e atolava novamente, quando entrava tudo forçava sua bunda de encontro ao meu corpo e ela rebolava gostoso com o pau todo atolado no rabo.
Aos poucos Samantha foi se soltando, num vai e vem mais rápido tirava gemido da Samantha, a essa altura castigava sem dó aquele cuzinho, Na varanda da casa, estava minha esposa , minhas tias, minha irmã, uns amigos da família, meu irmão e Renato que animadamente contava suas piadas, e o pessoal se desmanchavam em gargalhadas enquanto sua mulherzinha gemia no meu cacete com o cu todo arregaçado.
Disse a ela: 

- Esta gostando de levar vara no cuzinho vendo seu maridinho? - Estou disse Samantha. Vendo minha esposa, e todo o pessoal, principalmente Renato, disse a Samantha estou quase gozando, não vou agüentar mais, ela disse: - Goza logo, está doendo mas mesmo assim estou adorando levar sua vara no meu cuzinho!!! - Goza logo filho da puta!!!, - Goza bem no fundo do meu cuzinho!!! – Enche meu cuzinho de porra enche!!!! Aumentei o ritmo socando com toda minha força naquele cuzinho. A batida dos nossos corpos dava para escutar de longe, seus cabelos se espalhavam pela sua costa a cada estocada. Quando não deu mais para segurar, apertei sua cintura e puxei com força de encontro a meu corpo fazendo meu cacete sumir dentro daquele cuzinho inundando-o.

 Enquanto nós nos recuperávamos daquela foda e o pessoal se dispersasse da varanda, ela me confidenciou que minha irmã tinha convencido ela a transar comigo, para tirar a dúvida se era ela ou Renato que tinha problema, pois Renato até esse momento tinha sido o único homem na vida dela.
Disse que não tinha nada de errado com ela, o problema era com ele.
Ela olhou nos meus olhos e disse que amava seu marido, e mesmo ele sendo limitado em relação ao sexo, era com ele que queria passar o resto da sua vida, disse também que não precisava me preocupar com ela, porque sempre que tivesse a fim de matar seu tesão já sabia o local e a quem procurar para apagar seu fogo, me abraçou forte e me beijou com ternura. 

Na varanda não tinha mais ninguém, o pessoal tinha voltado para o jogo, as crianças ainda se divertiam no Videokê. Recompomos-nos tomando todo o cuidado para não deixar nenhum vestígio. Samantha vestiu sua camiseta, e eu já recomposto observava aquela gata de saia sem calcinha tentando com a toalha tirar qualquer vestígios de porra do seu cuzinho e da bucetinha, quando ela virou aquela bundinha para o meu lado novamente não agüentei e abocanhei aquela boceta toda gozada sugando todo e qualquer vestígio de porra que ainda tinha ficado naquela gruta, depois disso ela me disse que eu era louco e que ela adorou minhas loucuras. 

Fui com ela até a piscina, nos beijamos e ela subiu sozinha para a casa. Esperei um pouco e também subi meio receoso se alguém tinha notado nossa ausência. O pessoal ainda se tramava no jogo. Meu irmão assim que me viu falou:
- Pô cara, já que não joga pelo menos trás cerveja para nós!
Respirei aliviado quando minha esposa me disse: - Amor! Aproveita trás carne e refrigerante para as mulheres também!
- Você não quer que eu abandone o jogo para servir o pessoal não é mesmo? E todas sorriram.

Samantha estava ao lado da minha irmã com a maior cara de inocente, ninguém dizia que há poucos minutos ela gemia no meu cacete. A única que notou nossa ausência foi minha irmã que assim que me viu me deu um uma piscadinha e um sorriso cínico querendo dizer: E daí, gostou da minha amiguinha? No dia seguinte, fiquei com o coração partido vendo minha gata se despedindo para ir embora. Antes de sair minha irmã me disse: 

- Acho que agora você tem um bom motivo para me fazer uma visita, olhou para a Samantha e as duas sorriram.

Renato me disse: - Vamos esperar você para uma visita em nossa casa em Brasília, não vai faltar! Olhando para a Samantha e Renato disse sorrindo: Com certeza vocês vão me ver muitas vezes por lá!
Logo após, saíram acenando para o pessoal. Ainda não liguei para minha irmã, mas estou louco para saber da Samantha. Estou pensando seriamente em fazer uma visita para minha irmanzinha.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

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AJUDANDO UMA AMIGA

Desde quando comecei a transar eu sempre quis saber mais e mais sobre o sexo, fosse em conversas com amigos, pesquisas na internet, filmes e revistas pornô, praticando… Gosto de me satisfazer e satisfazer também meu parceiro, aprendi que sexo não combina nem um pouco com rotina e tudo pode ser novidade até as coisas mais simples.

Camila é uma querida amiga minha de muitos anos, ela é evangélica desde sempre e se existe alguém que segue na linha da virtude esse alguém é ela. Camila até soube de algumas peripécias minhas achou tudo uma loucura mas nunca me julgou, sempre fomos muito confidentes uma da outra. Lembro-me do dia de seu casamento, foi muito lindo e emocionante ela e o marido se amavam demais, Camila casou-se virgem como deve ser segundo os ensinamentos de sua igreja. Ela permaneceu muito feliz durante um ano até ter um choque com a realidade e descobrir que nenhum relacionamento é sustentado apenas pelo amor, infelizmente.

Recebi uma ligação dela perguntando se poderia vir me visitar para conversarmos, achei sua voz triste e disse lhe que poderia vir na hora que quisesse. Camila chegou e realmente estava triste e aflita, seu casamento não ia bem apesar de fazer só um ano não ia bem, ela demorou um pouco para me contar o real motivo da crise, mas num dado momento ela tomou coragem e falou que o marido não tinha mais tanto interesse em transar com ela, pouco a procurava para fazerem amor, a principio ela achou que ele estava com outra, só que numa investigação no histórico do computador ela descobriu que o marido via muitos vídeos eróticos, entrava em sites de sexo online, em bate papos e muitas outras coisas; surpresa e preocupada ela não sabia o que fazer então resolveu falar comigo.

Fui muito clara com a Camila, disse-lhe que o problema era o sexo que eles faziam que caiu na rotina para o marido dela, provavelmente ele tinha perdido o interesse por fazerem sempre na mesma posição, expliquei-lhe que no fundo todos somos assim com relação ao sexo, todos queremos coisas surpreendentes e cada vez mais prazerosas. No inicio ela ficou confusa, mais depois compreendeu o que eu estava tentando lhe dizer e chegou a conclusão que precisaria mudar nesse sentido, e que para isso precisaria de minha ajuda.

Resolvi ensina-la muitas coisas que eu sabia, mas decidi que isso seria por etapas afinal tudo seria novo para ela. Comecei levando-a numa loja que costumo comprar lingerie e mostrando-lhe uma calcinha fio dental, disse a ela que os homens adoram certamente o marido ia gostar de vê-la usando um, meio receosa ela comprou uma minúscula calcinha preta, também a fiz levar uma camisola preta de renda transparente a ideia era que quando seu marido chegasse em casa a encontrasse deitada de bruços na cama assistindo tv como se nada tivesse mudado, caso ele perguntasse alguma coisa ela poderia dizer que gostou das lingerie e resolveu compra-la, mas Camila queria mais, queria que eu lhe ensinasse algumas posições e não ficamos só na teoria não ela quis que eu mostrasse exatamente como fazia.

Voltamos para minha casa e entramos no meu quarto Camila estava ansiosa pelas novidades, disse que ela faria o papel do marido e eu o dela, deitei ela na cama, sentei em cima dela alisei seu tórax como se fosse de um homem a olhei nos olhos e rebolei em cima dela disse que era assim que devia fazer rebolar em cima dele, também mostrei como ela devia ficar de quatro pra ele bem empinada e com a cabeça na cama e que também devia rebolar, disse também que quando sentisse vontade de fazer provocasse ele deixa bem claro que queria transar e fizesse sexo pela casa toda não se apegasse a um local só.


No outro dia me liga Camila feliz da vida contando que tudo saiu como combinado e que teve umas das melhores noites com o marido, noites que se repetiram muitas vezes e por todos os cômodos. O tempo foi passando e cada dia que se passava ela queria mais e mais safadezas, chegamos ao sexo oral ela me contou que o marido a implorava por um boquete mas ela tinha medo de machuca-lo, demonstrei para ela chupando uma cenoura, dei beijinhos, lambidas no comprimento da cenoura e em sua base, depois chupei como se fosse a cabeça de um pau gostoso, então fui enfiando a cenoura toda na boca como se fosse engoli-la fazendo movimentos de sucção e vai e vem, Camila me olhava atentamente, também disse a ela que enquanto chupava o marido ela devia acariciar suas bolas com as mãos e depois chupa-las também, comentei que se ele quisesse chupa-la deixasse é muito gostoso ser chupada, poderiam fazer um 69 enfim… Faça o que der vontade e prazer a vocês dois.

Foi assim que Camila entrou no mundo novo de prazer e putaria, ela descobriu que poderia ser uma puta para o marido dela. Eu fiquei feliz por ter feito isso por ela afinal safadeza é bom e todo mundo gosta!

Por: Srt. Carter