sexta-feira, 26 de junho de 2015

ESQUENTANDO O NOIVADO

Me chamo Hugo tenho 25 anos e namoro com Luísa há 5 anos. Luísa sempre teve problema com lubrificação vaginal e raramente chegava ao orgasmo. Ficávamos muito frustrados por isso, principalmente eu, pois me importo muito com o prazer dela, se for pra alguém não gozar prefiro que seja eu. 

Nas nossas trepadas eu sempre tentava alguma coisa diferente para ver se ela chegava no clímax. Caprichava nas preliminares, chupava seu grelinho, seus peitoes até que um dia resolvi dar uma lambida no seu rabinho. Na hora ela deu um gemido forte e seu cuzinho se contraiu todo. Senti que ela gostou daquilo. Continuei chupando ela todinha e sempre que chegava perto do cuzinho ela se contorcia toda. 

Deixei ela bem molhadinha e enfiei meu pau suavemente em sua buceta, começamos o vai e vem e de repente escorreguei meu dedo indicador para as pregas do seu rabinho e comecei a massagea-lo no ritmo das bombadas. Ela me disse sussurando que tava gostoso assim e continuei a bombar na buceta e massagear o cuzinho. Ela já estava enlouquecida e seu cuzinho já estava latejando até que enfie a ponta do meu dedo no seu rabinho, fiquei atento à reação dela que pra minha surpresa não falou nada e começou a rebolar mais. Fui enfiando meu dedo aos poucos, quando percebi já estava todo atolado no seu rabo. 

Ela continuava rebolando com minha pica na buceta e meu dedo no cú, até que ela anunciou que ia gozar e deu uma gemidinha baixa (pois seus pais estavam em casa) e senti meu dedo ser massageado pelo seu cuzinho que se contraía fortemente. Tirei meu dedo dei mais umas bombadas e gozei também. Ela me disse que adorou o que eu fiz, que foi muito gostoso sentir meu dedo e meu pau ao mesmo tempo e que foi muito fácil ela gozar assim. 

Desse dia em diante, na maioria das trepadas ela pede um “carinho lá” e é 99% de aproveitamento, é só botar o dedinho lá que ela se goza toda. Certa noite, numa trepada após uma bebedeira, na hora que ela pediu o “carinho”eu disse “tu é gulosa né, não se contenta só na frente, quer ganhar na frente e atrás ao mesmo tempo sua safada” ela nao disse nada, somente sorriu.

 Então comecei a enfiar bem devagar e alternadamente meu pau na buceta e o dedo no rabo e dizia “na frente” quando enfiava o pau e “atrás” quando enfiava o dedo. Senti que ela adorou e continuei: “Voce quer um vibrador” logo que falei isso ela teve um orgasmos mais forte que eu já vi. Depois disso não comentamos mais nada, é meio que um tabu, mas sempre que estamos meio bêbados eu falo isso e ela chega ao orgasmo facilmente. 


Certa vez estavamos indo jantar fora e parei em frente a uma sexshop e a chamei para entrar. Ela ficou muito encabulada e falou que nao tinha coragem, pedi para ela esperar um pouco e entrei. Fui super bem recebido por um atendente e o expliquei que estava a procura de consolo para a minha esposa. O rapaz atencioso me perguntou se eu queria um com vibrador ou apenas o consolo e me mostrou as diferenças. Por fim acabei comprando um chamado rabbit. Ele me disse que era o mais vendido e mais adorado pelas mulheres.

Voltei para o carro com o embrulho e seguimos para o jantar. Ela nao me perguntou nada na hora que entrei no carro e nem durante o jantar, mas percebi que estava inquieta. Terminamos o jantar rapidamente, nem sequer a sobremesa ela quis. Entao perguntei se ela queria ir para um motel? Ela disse que sim.

Chegamos no motel, estacionamos o carro e subimos para o quarto. Geralmente ela entra no banheiro e demora la, mas desta vez sentou-se na cama e me olhou com uma cara de curiosa. Eu peguei o embrulho coloquei ao seu lado, ela me perguntou o que era e eu tentei explicar da melhor maneira. Ela perguntou como usava. Falei que ela poderia brincar sozinha se ela quisesse ou, poderiamos aprender juntos.

Ela abriu, o pegou na mao, o examinou e devolveu a mim dizendo que nao queria nao. Disse que nao gostou daquilo e que nao gostaria que aquilo penetrasse nela. O achou muito grande e ....... Eu o peguei na mao, coloquei as pilhas e falei que ia tomar um banho e se ela quisesse poderia experimenta-lo sem eu estar por perto. Ela ficou resmungando e eu entrei no banho. Ja estava no banho ja meio desolado, pois havia gasto uma grana naquele vibrador, mais jantar, mais motel e tinha visto tudo indo por agua baixo quando ouço um grito, ou gemido alto no quarto, me assustei e sai todo molhado do banheiro e quando chego no quarto vejo uma cena espetacular. 


Minha noiva deitada na cama com a saia ate a barriga e aquele vibrador todo dentro da buceta dela, ela o empurrava para dentro com as duas maos. Naquele momento eu percebi que ela nao tinha me visto ali, entao fiquei parado, molhado e observando. Meu pau ficou duro de um segundo para o outro. 

Quando veio um outro gemido alto. Fui chegado mais perto, e toquei nos seus seios. Ela se assustou e tirou abruptamente o vibrador dela. Sentou-se na cama completamente desconfigurada, me olhou, e disse: - O que que vem a ser isso, meu amor. Eu lhe dei um beijo, tirei todo o seu vestido e nos abraçamos e nos beijamos ardentemente. Ela estava tao envolvida que nem percebeu que eu estava sem camisinha.

Meu pau escorregou sem problemas algum para dentro dela, pela primeira vez ela estava completamente lubrificada. Meti forte, muito forte, como nunca tinha metido nela antes. Quando mudamos de posiçao e ela estava me cavalgando, enfiei meu dedinho no seu cuzinho. Ela gemeu gostoso e começou a cavalgar mais forte. Seus seios enormes balançavam com as estocadas. Entao perguntei se ela queria que eu enfiasse o vibrador no seu cuzinho? Ela disse com uma carinha de safada e sapeca que queria meu pau no seu cuzinho. Fiquei chocado momentaneamente, ela nunca deixou meu pau nem chegar perto.

Foi quando ela disse que queria o vibrador na bucetinha e meu pau no seu cuzinho. Fiquei sem palavras e adorei a proposta. Ela entao ficou de quatro e eu cai de boca naquele cuzinho, abria sua bunda e enfiava minha lingua o mais fundo possivel, depois lambia sua bucetinha e seu cuzinho junto, e nem percebi quando vi o vibrador entrando na sua bucetinha. A safadinha foi o colocando e gemendo, como ele tem uma parte que penetra e a outra que vibra e chega no seu grelinho, foi sentindo ela se contorcer com a penetraçao. Quando vi aquele cuzinho ali so me esperando, fui enfiando meu pau devagar e percebia que ela estava adorando tal sensaçao. Logo ela estava sendo duplamente penetrada.

Seu orgasmo veio acompanhando de um gozo e gemido alto. Eu estava quase gozando quando ela tirou o vibrador de dentro dela e junto meu pau. Quando eu ja ia reclamar que nao havia gozado, vi ela se virar de frente para mim e veio com a boca aberta para me chupar. Minha namoradinha comportada estava uma safada de primeira, do jeito que eu sempre quis. Ela pegou meu pau nas maos e o engoliu numa chupada intensa. Quando avisei que ia gozar ela o tirou da boca e o ficou olhando, esperando a porra jorrar e foi isso que aconteceu. Meus jatos foram diretamente para o seus seios, ela esfregou meu pau nos seios e logo depois me chupou.


Caimos exaustos na cama, quando a respiraçao foi voltando ela me disse: - Eu sempre soube que voce queria isso. Eu perguntei se era que ela deixasse eu gozar na sua boca e falei que sempre quis e adorei. Ela disse que nao. Entao perguntei o que
? Ela disse:

- Me fazer uma putinha. Quando voltei meu olhar para ela, ela complementou: - E conseguiu.


segunda-feira, 22 de junho de 2015

BRINCANDO DE 50 TONS



Uma mulher casada, mãe de 3 filhos e boa esposa para o seu marido, que foi uma esposa fiel até o momento que me conheceu na internet.

Antes de começar meu relato, eu gostaria de dizer que sou um homem de excelente nível cultural e sócio-econômico. Sou um dos executivos de uma empresa multinacional e tenho uma família muito bem estruturada. Sempre fui também fiel a minha esposa,  e tenho uma imensa paixão pela minha vida.

Apesar de um casamento vencedor,  eu sempre tive algumas “taras” na cama, porém nunca as coloquei em prática. Gosto de ser dominador e firme na cama, ao mesmo tempo que sou extremamente carinhoso e um homem naturalmente confiável e sedutor. Sempre quis conhecer uma mulher que gostasse e sentisse desejo de ser submissa, sempre com muito respeito e carinho, até que conheci pela internet a Claudia com quem me envolvi profundamente. Irei narrar a minha experiência verídica.

Conheci a Claudia naturalmente num chat famoso na internet, e sempre conversamos sobre tudo, mas nunca sobre sexo. Um dia ela me confessou que o que mais a encantou em mim foi que eu nunca mencionei nada sobre sexo e que isso era raro na net. Eu brinquei e disse que poderíamos falar naturalmente se ela quisesse, pois eu adoraria conhecê-la melhor, e rimos.

Passaram-se alguns dias e nos vimos outravez no msn, e sempre muito atenciosos um com o outro, ela me lembrou da conversa que tivemos sobre a possibilidade de falarmos sobre sexo. Ela era também casada, e disse que não tinha esse tipo de conversa com ninguém, nem com o próprio marido, mas que comigo gostaria. Eu fiquei imediatamente excitado, pois ela era uma mulher bonita, de 34 anos, corpo bonito, cabelos super bem cuidados e se expressava muito bem, o que completava todo o seu conjunto. Eu sou um homem bastante alto, sou braco e tenho olhos azuis. Sou 10 anos mais velho que Claudia, mas isso nunca foi problema para ela.

Após a sua declaração de vontade de falar mais intimamente, eu lhe disse que então eu gostaria de ser eu mesmo, e falar de tudo que eu gostava. Ela concordou e disse que faria o mesmo.

Claudia é uma mulher inteligente, culta, tem uma boa posição na empresa que tabalha e adora a sua familia assim como eu. Não irei abrir muito detalhes sobre o que fazemos nas nossas vidas profissionais. Começamos a falar muito comedidos no início, e eu lhe disse que gostava de mulheres submissas, e quanto mais submissas mais me deixavam louco. Ela riu e disse que às vezes imaginava sendo dominada por um homem, mas que seu marido era do tipo “muito educado” e muito cuidadoso, que apesar dela gostar também, ela gostaria de ser dominada por um homem como eu. Rimos e então eu comecei a perceber que Claudia era a mulher que eu poderia propor algo nesse sentido.

Depois de várias conversas mais íntimas pelo msn, sempre ambos cuidadosos para não ultrapassar os limites, num momento de excitação, eu lhe disse que queria muito penetrá-la com força, de uma vez só, e na bunda, pois para mim a mulher que se deixa penetrar na bunda é um pouco submissa. Quase gozei quando escrevi isso, e notei que Cláudia ficou em silêncio por alguns longos segundos. Pensei comigo, pronto estraguei tudo, mas para minha surpresa ela escreve de volta uma única frase “eu quero.” Logo depois envia outra mensagem dizendo que tinha gozado, e que iria desligar porque seu marido quase a pegou no momento que ela gozou com as minhas palavras. E desligou. Fiquei um pouco sem reação e muito feliz com a possibilidade.

No mesmo dia mais tarde, recebo um email de Claudia dizendo que ela queria ter sim um relacionamento assim comigo, porém não tinha muita experiência em sexo anal. Disse ter vergonha, e apesar do marido sempre pedir, ela ficava sem jeito e acabava conduzinho o marido sempre para a frente e não para trás. Isso meu deu um tesão enorme e fiquei feliz que teria de Cláudia algo que nem o marido tem, e da forma submissa que eu queria tanto.

Passaram-se alguns dias e Cláudia não aparecia. Cheguei a imaginar que ela tinha desistido e lhe enviei alguns emails lhe propondo sermos apenas amigos, como antes. Não precisávamos falar mais de sexo. A sua amizade me bastava.  Porém, para a minha felicidade, ela me envia um email com a palavra “urgente” no título. Disse que havia brigado com o marido pois ele havia chegado em casa com cheiro de bebida e desconfiava que ele havia saído com uma mulher. Disse que se eu quisesse o que eu tinha proposto, teria que ser naquele momento em que ela estava muito chateada com o marido.

Marcamos em um motel distante de nossas empresas. Encontrei com a Cláudia em um shopping e dali fomos no meu carro. Claudia vestia um vestido justo que realçava suas curvas. Eu fiquei louco com sua beleza natural, muito mais bonita que nas fotos. Um olhar lindo e sedutor, boca perfeita e um corpo delicioso. Seios medios, e um corpinho tipo violão, com uma bundinha super gostosa. Não parecia que tinha saído da empresa, mas sim de casa. Estava com um cheirinho de banho tomado, e passava a sensação que tinha se preparado para esse encontro.

Ela gostou de mim logo de cara, dizendo que eu era muito alto e ao mesmo tempo esbelto, o que chamava muita atenção. Gostou dos meus olhos azuis e da forma com que eu a olhava. Estava nervosa, falando rápido e ofegante. Notava-se claramente que ela não tinha o hábito de estar dentro de um carro com outro homem. Foi uma troca de elogios que nos deixaram mais tranquilos, e enquanto eu dirigia, ela me dizia que estava nervosa mas que vinha determinada a ser o que eu quisesse que ela fosse. Me pareceia que queria se vingar do que seu marido fez na noite anterior. Eu dirigi o tempo todo com meu membro duro de tesão e expectativa.

Quando chegamos no motel, subimos a escada, ela na frente e eu atrás, olhando para aquela bunda por baixo do vestido, uma bunda maravilhosa. Estava totalmente hipnotizado e lembrando que eu teria algo que o próprio marido sempre quis e nunca teve me deixava mais louco ainda.

Quando entramos na suite, nos beijamos loucamente. Aquela boca linda, carnuda, com um brilho super sedutor, e suas mãos super carinhosas me abraçando e passando no meu cabelo. Eu desci as mãos para a sua bunda e quando a toquei, senti algo que nunca senti por mulher alguma. Meu pau estava tão duro que eu mesmo não acreditava no tamanho que se transformou. Eu pude sentir a calcinha que usava, pequenina e super gostosa, estava parcialmente enfiada na bundinha e eu ajeitei para que ficasse certinha. Ela sorriu e me perguntou  o que queria fazer com ela e disse logo em seguida  -  faça o que você quiser. Hoje não irei censurar nada e estou aqui para servir você e riu.

Ela estava incrivelmente cheirosa, de um perfume suave. Elogiou também o meu perfume e segurou nos meus braços apertando meus músculos. Eu desci a minha mão vagarosamente até encontrar os seus seios, e os apertei gentilmente. Ela não tirava os seus olhinhos lindos dos meus, e a cada apertadinha nos seios, eu sentia sua respiração mais forte. Passei uma das mãos atrás na sua cintura e com a outra desci vagarosamente na direção de sua bucetinha. Cláudia começou a respirar mais ofegante. Eu tenho mãos grandes e ao mesmo tempo sei  usá-las muito bem em minhas carícias. Quando cheguei exatamente onde eu queria, Claudia pareceu ter um momento de lucidez, e disse “ai meu Deus”, e sorriu. Eu a toquei levemente na sua bucetinha, e depois levantei seu vestido, tocando na bucetinha diretamente por cima da calcinha. Minha outra mão já estava apertando a sua bundinha, e ela estava totalmente entregue sem oferecer menor resistência.

Eu peguei a sua mão e levei ao meu pau duríssimo, e ela deu um suspirinho de quem queria demais aquilo que segurava. Apertou levemente o meu pau ainda por cima da calça de tecido fino do terno. Sua mão apertando o meu pau me dava a sensação que eu havia retirado enfim a fidelidade que ela sempre teve com seu marido.  Ainda muito excitado, falei junto ao seu ouvido, baixinho, para que apertasse e sentisse o meu membro duro e grosso. Ela não pensou duas vezes e apertou com força, me deixando ouvir um gemido muito baixinho, como se ela não tivesse conseguido controlá-lo.

Eu a pedi  com voz firme  que  se ajoelhasse, e ela parecia não ter entendido, continuando a segurar forte o meu membro duro.  Eu lhe disse outra vez para ajoelhar-se, e ela perguntou com a voz muito baixinha, quase sem folego, “como?”. Eu senti que ela não estava mais dona de si, e não pensei duas vezes dando-lhe um tapa firme no rosto. Disse para se ajoelhar, falei com o tom de voz baixo e ao mesmo tempo firme. Ela ficou super sentida, muito sem jeito, desviou o olhar assustada, e se ajoelhou.

Eu tirei o meu pau para fora, grosso, loiro, cabeça grande e bem feitinha,  e apontei para o seu rosto. Ela olhava para o meu membro duro sem desviar o olhar, como se não acreditasse no que tinha acontecido, e nem no que estava fazendo. Ela de joelhos na frente de um homem que nunca esteve antes, completamente indefesa e visivelmente excitada com tudo. Eu era um homem muito diferente de seu marido, tanto fisicamente como de atitude. O meu pau ereto na sua frente a fez pensar e fazer comparações com o membro do seu marido. Me passou a sensação de que o meu era maior e mais grosso.

Eu lhe pedi para que colocasse na boca. A minha voz firme e a lembrança do tapa que havia acabado de levar a fez me obedecer no mesmo momento, e começou a me chupar num vai e vem ainda muito tímido, mas visivelmente excitada. Falei para que me chupasse como uma puta, e não como uma esposa recatada. Que esquecesse que era casada, mãe, e esposa fiel. Segurei nos seus cabelos sedosos e empurrei sua cabeça e sua boca contra meu pau excitado, e ela engasgou, segurando imediatamente com uma de suas  mãos delicadas. Me pediu desculpas, como se o fato de ter engasgado fosse algo que eu não gostasse.  Estava nervosa e sua mão tremia segurando o meu pau.

Pedi para que levantasse e tirasse o vestido. Ela levantou imediatamente e começou a tirar o vestido. Mais uma vez me veio a sensação de que eu havia tirado toda a sua inocência, e mudado a sua forma de pensar com relação a fidelidade. Claudia estava na minha frente, tirando o seu vestido pela primeira vez para um homem que não era o seu marido. Devia estar pensando sobre isso, pois seus olhos estavam pensativos, afinal eram 8 anos de casamento fiel.

Claudia tirou o vestido e já estava tirando a calcinha quando eu  eu lhe perguntei se eu havia mandado tirar a calcinha. Ela estava confusa, e parou imediatamente, e me pediu desculpas com a voz de quem estava totalmente dominada. Pedi para se virar para que eu visse a sua bunda virgem, e ela se virou. Eu não acreditei no que via. Uma bunda maravilhosa. Pedi para que baixasse a calcinha lentamente para que eu visse a marquinha de biquini. Ela disse que não tinha marquinha de biquini, porque…  e já ía me explicar… quando eu interrompi e disse que não era importante. Ela  me pediu desculpas de novo. E abaixou a calcinha. Pedi para que se virasse para que eu visse a bucetinha, e quando ela se virou , pude ver o quanto ela era bonita. Sua bucetinha estava totalmente depilada. Me fez lembrar nossas conversas no msn, quando lhe pedi para que se depilasse todinha antes de nosso encontro. Na altura ela disse que não iria fazer isso, pois seu marido poderia questioná-la já que não tinha o hábito.

Estava a Cláudia ali na minha frente, uma mulher educada, mãe, esposa, linda, totalmente exposta ao homem que a fez ter desejos diferentes dos que tinha com seu marido. Eu já estava nú e com meu membro grosso e duro apontado para cima. Ela olhava sempre um pouco tímida pra ele, e no fundo eu sabia que ela queria muito tudo aquilo dentro dela. Como eu fiquei parado ali admirando o seu corpo lindo, ela me perguntou o que eu queria que ela fizesse agora. Eu lhe perguntei em seguida o que ela achava que eu queria. Ela ficou por alguns segundos sem falar nada, desviando o olhar dos meus olhos como se procurasse alguma força interna  para fazer o que tinha que fazer. Só havia uma coisa a fazer e ela sabia o que era, pois falei claramente no msn o que queria.

Claudia se virou foi até a beirada da cama, e ficou na posição de 4. Era uma posição que revelava duas coisas lindas, a sua bunda que de repente pareceu ter o dobro do tamanho, e sua bucetinha fechadinha no meio. Aquela visão me deixou sem fôlego e meu membro estava grosso e duro como nunca esteve.

Passei o creme que havia levado no cabeça do meu pau, e depois cuidadosamente cheguei perto de Cláudia e passei no seu cuzinho. Fiz uma pequena massagem em volta do seu anus rosadinho, com o dedinho, e ela estava aparentemente mais calma, e muito excitada. Enfiei o dedinho de leve no cuzinho e ela escapou um “aii meu Deus” baixinho, que me parecia uma mistura de desejo e de medo. Coloquei a cabecinha na portinha do seu cuzinho, e fui empurrando devagarinho. Ela dava suspirinhos, e suas pernas tremiam ao ponto dela ter que se posicionar várias vezes ao longo da penetração. Seu fôlego aumentava a medida que meu membro duro e grosso ia entrando no seu cuzinho. Quando já estava na metade, eu tirei de uma vez só.. e apertei de leve a sua bundinha com minhas mãos grandes. Cláudia não esperava o que vinha a seguir, ou me pareceu que ela tinha esquecido do que eu havia proposto. Coloquei então  o meu pau outra vez na portinha do cuzinho, só que dessa vez empurrei com força e de uma vez só, de forma que entrasse até o fim, e minhas bolas chocassem com sua bundinha empinada. Cláudia deu um grito sufocado de dor e de prazer, e ameaçou um choro que estava preso desde que ela levou o primeiro tapa.

Comecei a mexer vagarosamente em movimentos de vai e vem, com cuidado, para que ela não soluçasse de dor.  Perguntei se ela estava bem, e ela me respondeu um “sim” com a voz de menina, baixinho, como se estivesse se concentrando em algo. Comecei lentamente o vai-e-vem gostoso, e a medida que eu acelerava, ela começava a gemer. O vai-e-vem passou a ser tão intenso e tão forte, que o meu membro grosso chegava a sair do cuzinho e entrava de novo indo até o fim, com aquela visão de sua bunda maravilhosa e a sensação de que estava tirando sua virgindade, me deixou sem controle.

Quando senti que ia gozar, tirei meu pau para fora e me afastei de pé, e pedi para que se virasse de frente pra mim. Ela se virou com os olhos cheios de lagrimas, e com a maquiagem toda  borrada. Pedi para abrir a boca, enquanto  me masturbava. Ela parecia não entender o que eu queria, mas no fundo sabia que ela iria engolir tudo aquilo que ela produziu até o momento. Estava ali

parada olhando para o meu pau sendo masturbado e sem reação, foi quando eu dei outro tapa firme no rosto que a fez abrir a boca imediatamente. Coloquei meu membro quente e grosso na sua boca, e despejei todo o meu gozo retido ao longo de semanas desde que tinhamos começado a teclar. Ela começou a engolir sem parar, ao mesmo tempo que sugava e gemia baixinho como se fosse uma puta. Cláudia estava sendo uma puta pela primeira vez, e isso era o que ela sempre quis. Era uma mulher com desejos reprimidos e com uma vontade enorme de ter um homem de verdade na cama.

Ficamos por algum tempo abraçadinhos, e entre carinhos e beijinhos, fomos tomar  um banho ainda em silêncio. Quando saímos do banho, Cláudia começara a por seu vestindo. Eu a abracei por trás e disse que ela era uma mulher maravilhosa e apaixonante, e que na próxima vez eu iria querer a sua bucetinha, e ela nem imaginava como! E rimos.

Ela se virou e me abraçou forte, e disse que eu também era um homem maravilhoso, e que ela queria na frente também, mas respeitou minha vontade e que gostou muito da experiência. Disse que iria para casa refletir sobre tudo, e que me retornaria no msn.

Alguns dias se passaram e recebo um email de Cláudia onde dizia que ela estava todo esse tempo sem ter relações com o seu marido. Disse que iria tentar ficar sem ter relações com ele esperando que eu a convidasse de novo, pois queria causar um boa impressão pra mim. Queria que eu sentisse a sua bucetinha apertadinha também. Deu a entender que para ela isso era importante me agradar, e eu me apaixonei.

Esse relato é verídico e os nomes fictícios. Hoje tenho um relacionamento maravilhoso com a Cáudia, e gostaria de ter novas experiências com outras mulheres, de preferência também casadas

autor - Gentil Dominador

TIRANDO A CALCINHA

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

AMIGA DA MULHER

Meu nome é Fred, tenho 38 anos, 1.81m, 72 kg, moreno claro, Karla, minha esposa, tem 28 anos, 1.68m, 52 kg, morena clara, sua amiga Cris, tem 29 anos, 1.60m, 48 kg, morena clara, somos de Juiz de Fora / MG. Quase todos os anos passamos o Natal e Réveillon em Cabo Frio, este ano não foi diferente (1999/2000) pois temos casa lá.

As duas, Karla e Cris, são muito amigas e sempre viajam juntas, numa dessas viagens a Cabo Frio, sugeri a ida à praia de nudismo em Búzios, a Olho de Boi, as duas me olharam meio desconfiadas e deram um sorriso. Chegando lá fomos à nossa casa e descarregamos as “tralhas” do carro, a tarde fomos à rua dos biquínis, para “elas” verem alguns modelos, depois de algum tempo, já na saída da rua dos biquínis, sugeri uma chegada a um barzinho no canal. Depois de algum tempo e algumas caipirinhas, o clima já estava meio alegre, fomos para casa tomar banho pois estava um dia quente e a noite prometia. Dei uma saida para comprar algumas coisas e quando volto entro no quarto, e vejo as duas semi nuas conversando na cama, fiquei estatico por segundos mas depois, dei meia volta sem ser notado, sai para fora da casa e fiz alguns barulhos para perceberem que eu havia chegado. Já na
 
casa, notei que a Cris me olhava de um modo meio sacana e isso me deixou com alguma esperança de transa... é claro que a Karla não podia nem sonhar. 

Fomos tomar banho, eu e Karla, quando derepente, Cris aparece só de toalha perguntando se ela não podia tomar banho também.... fiquei sem jeito, mas Karla disse: só se for nós duas. Eu achei aquilo excitante, e lá foram, fiquei na sala vendo TV e ouvindo risadas, depois de “algumas horas”, as duas aparecem de camiseta e calcinha e disseram para mim: agora é a sua vez. Fui tomar banho crente que as duas estariam comigo, mas que nada, foram para o quarto deitar. 

Depois do banho fui para o quarto e encontrei Karla nua, aquilo me deixou num tesão que cheguei tirando o short e deitando sobre ela, ela deu um gemido mas concordou com a minha atitude, fui beijando devagar seu pescoço, descendo pelas suas costas, indo pelo rego, até chegar naquele cuzinho cheiroso, dei uma lambida que ela se contorceu toda, abri as suas pernas e lambi aquela xoxota rosada, até sair aquele mel gostoso, virei-a de frente e lambi seus seios, ela segurou minha cabeça e colocou-a entre suas pernas.

Cada vez que lambia ela gemia, depois de deixá-la toda molhada ela virou-se e chupou meu pau, colocou todo em sua boca e puxava com uma força que parecia que ele ia arrancar, fizemos um 69... depois coloquei meu pau na sua xoxota e empurrei devagarinho... fui fazendo um vai-e-vem devagar, mas ela pedia mais rápido e atendi, quase na hora de gozar ela tirou meu pau e colocou-o na sua boca e pude ver aquela porra toda jorrando no rosto dela, e cada vez mais que eu gozava ela delirava chupando. Ficamos deitado por um tempo e ela perguntou se aquela proposta de Búzios estava de pé, eu disse que sim.

 Na manhã seguinte, no café o papo de Búzios rolou, Karla estava excitada com a proposta, Cris estava meio desconfiada, depois do café fomos escolher a praia. Cris vestia um biquíni minúsculo e Karla não deixava por menos, também estava maravilhosa com outro minúsculo biquíni, e eu já estava ficando de pau duro. Já no carro fomos até a praia das Conchas, estava um pouco cheia e Karla sugeriu irmos até o Peró, mas para nossa surpresa Cris disse: Que tal Búzios ?? Era isso que faltava.... fomos até Búzios, ficamos em Geribá, depois fomos almoçar na Rua das Pedras, a tarde fomos visitar outras praias. A noite fomos comer uns crepes e jogar conversa fora, nessa conversa Cris disse que ouviu os gemidos de Karla e ficou com “inveja”, eu, como não poderia deixar passar essa, disse: Porque você não foi lá para participar ?? Ela sorriu e disse: Da próxima vez eu vou. Karla deu uma risada gostosa e apertou a minha perna, pensei: falei merda.

 Lá pelas altas horas, fomos dançar num lugar chamado COCO DOIDO, na praia, estava lotado, mas valeu pela música e pela companhia. Na manhã seguinte no café, veio aquela pergunta de Karla: Em que praia que nós vamos ?? Cris sugeriu: Olho de Boi !!!! Eu achei ótimo, indo para lá Cris nos contou que tinha curiosidade de ir numa praia dessas, pois sempre Karla falava de nossas aventuras por essa praia. Depois de subir e descer aquele morro, chegamos ao “paraíso”, todo mundo nu, Cris ficou meio sem jeito, mas Karla tentou de ambienta-la tirando logo a parte de cima do biquíni, eu tirei a sunga e fomos arrumar um local para “armar” a barraca.

 Cris tirou a parte de cima e ficou sentada na kanga, já Karla estava nua, linda, gostosa, eu estava começando a ficar de pau duro e fui até a água, para aliviar o MICO, quando voltei Cris estava nua e de costas, nossa que visão, aquela xoxota rosinha fechadinha, aquela bunda maravilhosa... Karla sacou o meu interesse e me chamou para passar bronzeador nela, ela também estava de costas e comecei a passar nas costas e fui descendo até a sua linda bunda... passei o bronzeador entre as pernas e de quebra massageei discretamente sua xoxota, ela ficou um pouco excitada, quando acabei, Cris pediu para Karla passar bronzeador em suas costas, Karla disse que podia pedir para eu passar, Cris me olhou e disse: Você quer ?? 

Na mesma hora comecei a passar, devagarinho, descendo até chegar em seu rego, e que rego, com aquela penugem loura, sua bunda dava vontade de morder... sua xoxota...que xoxota.... passei devagar quase encostando em sua xoxota, cada vez que passava seu cuzinho se retraia e meu pau já começava a dar sinal de ereção, quando acabei de passar bronzeador nela, eu estava de pau duro, fiquei sentado até acalmar a situação, ela deu uma olhada e sorriu, levantei depois e fui a água, quando estou saindo da água a Cris vem ao meu encontro e pede para voltar, aí pude ver seus lindos seios, pareciam dois pêssegos, lindos durinhos....não havia uma pessoa que não olhasse.... ficamos um pouco na água, foi quando Karla veio e sugeriu darmos uma volta pelo morro, topei na hora, Cris também.

 Pegamos nossas coisas e fomos subir o morro em direção ao outro lado, as duas foram na frente e a minha visão era de cinema, duas xoxotas andando na minha frente.... que imagem.... chegamos no alto e vimos aquele mar lindo, quase parado, contracenando com o sol maravilhoso e o céu azul...Karla pegou a kanga e colocou-a no chão para sentarmos e ficamos ali por algum tempo vendo as pessoas lá em baixo e aquele visual, quando olhei para o lado Karla estava deitada e me pediu um beijo, deitei-me sobre ela e dei um longo beijo, foi quando senti uma mão que não era de Karla em minhas costas, era Cris dizendo: posso participar ???? Dei-lhe um beijo nos lábios e ela deitou-se ao lado de Karla, ora beijava Cris, ora Karla, fui lambendo a Cris devagar, seus seios eram tão deliciosos que não dava vontade de parar, Karla massageava meu pau e eu massageava sua xoxota.... isso durou alguns minutos.... resolvemos ir para casa. 

Chegando em casa, fomos tomar banho os três.... que banho, as línguas rolavam de cima para baixo de baixo para cima, ninguém tinha dono.... fomos para cama, lambi Cris todinha, Karla pagava um boquete muito gostoso para mim, depois de lamber a Cris, fui lamber a Karla, para não ter briga, foi quando a Cris deu-lhe um beijo e começou a chupar seus seios, deixei as duas a sós, fiquei observando aquela cena de duas mulheres se amando, depois de um tempo elas me chamaram e disseram: agora é a sua vez, nunca fui tão chupado e beijado como aquele dia....Cris queria que eu comesse seu cuzinho..... Cris ficou de quatro, enquanto Karla estava debaixo dela chupando seus seios, fui enfiando um dedo...depois o outro... e ela pediu para enfiar o pau, enfiei devagar e comecei um vai-e-vem gotsoso e lento.



 Quanto mais eu fazia o movimento devagar, ela gemia. Karla lambia sua xoxota e meu saco, eu estava com tanto tesão que parecia que ia explodir.... comecei a ir mais rápido e ela a gritar mais.....ela pediu para não gozar dentro pois queria minha porra no seu corpo todo, quando eu estava quase para gozar, tirei o meu pau e segurei-o para não gozar, Cris e Karla ficaram deitadas uma ao lado da outra e gozei sobre as duas, foi porra para tudo que é lado.... as duas riam, lambiam meu pau, passavam porra em seus rostos, entre as pernas, nos braços....depois fomos para outro banho e outra sessão de lambidas.... Nunca vou esquecer este verão de 2000, devemos ir no carnaval a Cabo Frio, afinal, dormir entre duas belas mulheres, nao tem preço.