quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

BALADA EM BH

Esse é nosso primeiro conto, somos um casal que adora um sacanagem, sempre juntos e tudo começou a partir deste lance que ocorreu e que narramos a seguir, se gostarem, deixem comentários que postamos outras aventuras...
Minha esposa é uma mulher muito gostosa, branquinha do tipo magra sarada, com corpo modelado por academia, onde treina uma modalidade de luta e apesar de seus 40 anos tem uma bunda redonda e peitinhos pequenos e durinhos, pernas compridas e bem torneadas, lisinhas com poucos pelinhos dourados nas coxas, corpinho lindo e que do alto de seus 1,76 metros deixa muita novinha olhando, ainda mais por termos duas filhas pequenas. Sempre que saímos ela gosta de se vestir de maneira a me provocar, sempre caprichando na calcinha fio dental que ela sabe que quanto mais minúscula ela for, maior minha fissura para voltar pra casa e fodê-la muito e ela sempre arranja um jeito de me fazer perceber o que ela está usando. Aliado ao ínfimo tamanho da lingerie, ela sempre acrescenta um sapato de salto alto que a deixa ainda mais gostosa e na maioria das vezes coloca um vestido curto.


Como moramos no interior de MG, sempre vamos a BH passear e aproveitamos para deixar as crianças com os avós e sairmos pra dançar. Nessas ocasiões ela sempre exagera na dose da safadeza, usando vestidinhos curtos, justos ou soltos, saltos altíssimos e calcinhas eróticas bem pequenininhas, sem sutiã. Sempre acabamos em um motel, trepando ate amanhecer. Numa dessas saídas fomos a uma balada em BH, ela usou vestidinho branco de alcinhas amarradas ao pescoço deixando suas costas nuas até a altura da cintura, quase aparecendo a calcinha pelo fim do decote e o tecido fino destacava seus peitinhos pequenos e firmes, com bicos grandes e rijos e colocou um sapato de salto alto preto e uma calcinha do tipo tanguinha branquinha bem pequena. Sempre fomos muito safados no sexo, e adoramos nos provocar mutuamente, sendo uma das sacanagens que ela adora é ser fodida por mim na balada, escondidos e correndo o risco de sermos vistos. 

Estávamos na pista dançando, beijando e nos pegando muito, quando saí para pegar cerveja e ela continuou dançando, de um jeito sexy e com sua pouca roupa, chamando atenção dos homens ao seu redor. Um cara não perdeu tempo, colando atrás dela, que para minha surpresa - e excitação - se esfregou nele enquanto dançava, roçando a bunda no seu pau que a essa altura já devia estar bem duro. Como sabia que ela não faria nenhuma loucura sem mim, deixei-a mais um pouco naquela safadeza, pois fiquei mesmo excitado, meu pau estava como pedra, já que ela estava provocando-o. Aproximei-me devagar até estar no campo de visão dela, que ao me ver fixou o olhar safado em mim enquanto dançava, rebolava e roçava a bunda no pau do cara e todou seu peito com as costas nuas, quando ele levou as mãos em sua cintura tentando tocá-la, aí ela deslizou de lá até mim e me tascou um beijo na boca, colando em mim enquanto esfregava a bucetinha em meu e pau sussurrou no meu ouvido: - Amor, eu estou com tanto tesão que fiquei esfregando a bundinha no pau duro de alguém que colou em mim enquanto você não vinha...aquilo me deixou muito excitado, disse que ela era uma safada e que corria o risco de alguém querer comê-la, ela então, com voz bem safada me disse no ouvido: - Sou sua mulher, alguém só vai me comer se você deixar. Fiquei surpreso, pois só em nossas tórridas trepadas falávamos em ter outra pessoa entre nós. 

Nesse momento fui com ela para um canto bem escuro no fundo da boate, tipo de um camarote, sentei-me num sofá e tirei o meu pau duro pra fora da calça e ela sentou-se no meu colo, de costas pra mim, puxou a pequena tanguinha de lado e pude sentir que sua buceta estava bem melada quando ela encostou na cabeçona, deslizando pra baixo ate enterrar tudo e começando a se mexer no ritmo frenético da musica para não sermos flagrados e estragar a transa. Durante a trepada, alisando suas costas nuas, enfiei as mãos pelas laterais de seu vestido e acariciei seus peitinhos, encostando-se e deitando a cabeça no meu pescoço ela sussurrava sacanagens no meu ouvido quando perguntou se meu pau estava duro daquele jeito por ter visto ela se esfregando em outro homem na pista. Antes de responder que sim vimos alguém se aproximar e para nossa surpresa era o mesmo cara da pista que chegou próximo ao seu ouvido e perguntou se podia entrar na brincadeira. Aquilo para nós foi uma surpresa, apesar de nas nossas conversas e safadezas já termos tocado no assunto, fantasiando transas com outro homem ou outra mulher.

 Com o tesão em alta aliado à adrenalina do risco de sermos pegos, eu disse a ela que a deixaria se deliciar aquela pica e ela pegou o pau dele que já estava para fora da calça, duro e grande e abocanhou com vontade, sugando, lambendo e mamando, enquanto alisava o saco dele. Ficamos ali por uns poucos minutos até gozarmos, eu e ela encaixados e ela com o pauzão dele na boca, tirando antes de gozar. Levantamos e pra minha surpresa ela o puxou e o encostou na parede, colando nele de costas e encaixando sua bucetinha encharcada de porra no pau dele, facilitado por sua estatura e o salto alto que usava e começou a dançar enquanto ele metia e sussurrava sacanagens em seu ouvido. Fiquei ao lado, só olhando sua safadeza enquanto ela se contorcia com o vestidinho soltinho e curto escondendo o que faziam e eu achando ela cada vez mais sexy naquela cena. Por fim percebi que os dois gozaram juntos, deixando-a com a buceta ensopada. 

Ela se desvencilhou dele e veio a mim, abraçou-me, quase subindo em meu pau ainda duro, enroscou uma perna em mim e passei a mão na bucetinha dela, percebendo que estava toda melada. Saímos às pressas da balada e quando me toquei já estávamos no motel, onde terminamos a noite em mais uma trepada completa até amanhecer...

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

UMA VIAGEM, UM LUAL

Uma semana antes do feriado da páscoa de 2000 (aproximadamente), eu e a turma, combinamos de ir viajar e acampar no litoral norte de são paulo (Ubatuba), marcamos de ir quarta, saímos eram umas 20:00 horas, 12 pessoas. Decidimos que íamos ficar em uma praia distante, fomos para a praia de Picinguaba (praia de pescadores, já próximo a divisa com o RJ), como estávamos levando mantimentos, água e tudo mais, não teria problema, poderíamos ficar ali quase por uma semana.
Chegamos por volta da 01:00 da manhã de quinta, ligamos os faróis para que iluminássemos o local aonde iríamos montar as barracas, levamos dois recipientes aonde já tínhamos deixado cerveja, whisk e refri no gelo, ou seja, começava ali realmente um final de semana gostoso.
Como tinha ganhado a barraca de meu tio, ela era velha, mas muito conservada, o pessoal tirou um sarro, pq levei quase 3 horas para montar enquanto o pessoal já estavam com suas armadas, só q como era antiga, ela era enorme, e eu sempre levava travesseiro e cobertor, não iria passar frio. Pegamos madeira para ascender a fogueira, o Zé e o Miguel levaram um violão, e começou a bebedeira, e a música em torno da fogueira já ascesa. As meninas decidiram dormir, e eu de olho em uma jovem branquinha, olhos castanhos, magrinha, linda seu nome era Rosemeire, ela só tinha 18 anos, e eu já de olho desde o carro, mas como havia conhecido ela agora tinha que esperar, falei com a Ale,e ela me falou q era a primeira vez q ela tinha viajado sozinha etc, pensei q era comigo mesmo. Amanheceu o dia e nós bebendo (já travados), fomos descansar, entrei na barraca, e deitei um pouco, acabei acordando por volta das 11:0 hrs, sai fui até a água, mergulhei e voltei, qdo olhei as meninas todas tomando sol, que visão, que maravilha, e a Rose lá, bundinha durinha...ui aquilo me excitou na hora, minha rola já deu sinal de vida, me aproximei e deixei cair alguns pingos de água, de propósito bem no meio das costas dela, e vi aquelas gotas escorrendo por ela até chegar no biquíni.....ela virou me olhou e deu um sorriso malicioso, e viu q eu estava excitado, a Ale viu e já me olhou com aquela carinha de q eu sou safado.
Começamos o churrasco e voltamos a beber novamente, e começamos a conversar todos, os casais saíram e ficou só os solteiros, os olhos vidrados na rose, qdo resolvi pegar uma garrafa de whisk q tinha levado, outra loucura, imagina gelo que nada só água gelada, peguei a garrafa e fui até o rio pq a água é geladinha, resolvi deixar um pouco a garrafa lá só para da ruma resfriada de leve, estava sentado em uma pedra, cigarro na boca, latinha na outra mão, qdo senti me chamarem tocando minhas costas, qdo virei q visão maravilhosa, Rose...meu coração acelerou, minha rola endureceu na hora, ela passou e foi no rio banhar-se....como sequei aquela ninfeta, ela viu, e tava gostando, peguei a garrafa abri ali mesmo e comecei a tomar, ela viu e vei na minha direção, me pediu um gole, claro pedido aceito, pensei comigo é hj ou nunca.

Ela tomou uns goles e passou bem na minha frente, olhando para meu rosto, e saiu rebolando, aquilo me excitou mais e mais, por volta das 16 hrs, o pessoal se arrumou pq iam comprar gelo e eu mamado, não ia mesmo, fiquei tomando conta das barracas, imaginei q todo mundo tinha ido, qdo olhei a Rose (acredito q de propósito) havia ficado, começamos a conversar, e logo, já estava sentindo o gosto daquela boca maravilhosa, nossa q beijo gostoso, boca quente, úmida, afff...... eu já nada tarado, comecei a passar a mão em suas costas, subindo e descendo, ela se arrepiou, vi pelos pelinhos de seu braço, tentei avançar e fui barrado, ela me falou q já conhecia minha fama de putanheiro, fiquei meio sem jeito mas, voltei a beijá-la, a noite começava a cair, fomos no rio tomamos um banho e cada um na sua barraca, me sequei troquei de roupa e sai para a fogueira, logo depois ela chegou e ficamos ali olhando para o mar e as estrelas, qdo o pessoal chegou, e a Ale já foi gritando, eita esse não perde tempo, sentamos todos a beira da fogueira, e com violão começamos a beber, beber,beber, depois comer, beber de novo, qdo começamos uma roda da verdade, todo mundo travado, e não prestou, aí que soube q Rose era virgem, aquilo me excitou mais ainda, os casais foram dormir (meter é claro), e ficamos ali, conversando, as barracas começaram a balançar e os gemidos eram altos rsrsrsrsr. 

Virei a ela e disse: pessoal escandaloso esse; como já estava agarrado a ela, fui me aproximando cada vez mais, começamos a tomar whisk ela adorava, e comecei a roçar ela e tudo mais, até q ela me disse q tava com sono, claro convideia para ir na minha barraca, mas ela não aceitou e entrou na dela, junto com a irmã, decidi então ficar na minha, di boa, bebendo, imaginando, qdo escuto sua voz suave me chamar, ela falouq iria ficar comigo ali, mas não aconteceria nada (pensei comigo, agora é comigo), ela entrou e começamos a nos beijar, abraçar, sai e peguei a garrafa de whisk de novo, e voltei ela tava só de top e a parte de baixo era uma canga, cada vez esquentava mais e mais, cheguei com amão na sua buceta ela relutou mas deixou, ai não prestou ela tava toda molhadinha já, comecei a bolinar ela por ali mesmo, ela sentindo prazer já, não relutava mais, e abriu mais ainda as pernas, comecei a beijar sua orelha, seu pescoço, e desci, cheguei olhei para ela e recebi um sinal da cabeça de sim (como dizendo pode continuar), não hesitei tirei para fora os seios dela, nossa lindos, mamilos rosados, afff, me acabei, minha rola já dura, peguei a mão dela e coloquei por cima da bermuda mesmo, ela começou a esfregá-lo por cima da calça, e eu a bolinar elaela começou a ficar ofegante,estremecer o corpo , me apertou, arranhou, ela gozou......

Aquilo foi a deixa, desci dos peitos dela...e fui descendo passando a pontinha da língua no umbigo e comecei a descer, ela já nem oferecia mais resistência alguma.....fui me aproximando, soltei a canga e passei a língua por cima do biquíni....desci e subi...e fui para a lateral passando a língua na virilha, de cima abaixo, devagarinho comecei a afastar a parte do biquíni dela para o lado, ela e comecei a passar a lingua na bucetinha dela, q visão maravilhosa, bucetinha rosadinha, pequenininha, afff..... comecei a xupar, lambeer, sugar o líquido q escorria dela, coisa deliciosa, fiquei quase meia hora só chupando.....qdo senti de novo sua respiração ofegante de novo, de novo ela tinha gozado, decidi começar a subir, passando a língua de novo no umbiguinho e subindo, seus seios e comecei a beijá-la, agora com mais voracidade, o negócio tinha esquentado realmente, ela pegando na minha rola dura,enfiou a mão por dentro da bermuda e pegou ele, começando a punhetá-lo, q delicia, não me contive e tirei-o para fora, sentei ao lado dela, e ela começou a chupa-lo, como não tinha feito no começo arranhou, mordeu, mas foi se acostumando, e eu com o dedinho no seu grelhinho.

 Ela já encharcada, comecei a deslizar o dedinho até a entrada da buceta dela, sem forçar a entrada mas louco para isso, mas não o fiz, tirei minha rola da boca dela, e deitei do lado, começie a beija-la, abri suas pernas e entrei no meio, levantei e coloquei a cabeça na bucetinha dela, passando de cima abaixo, roçando o grelhinho, e descendo até a entrada da buceta, como ela tava toda meladinha, encharcada, abaixei, beijei-a na boca, e comecei a forçar a entrada, ela entendeu q naum tinha mais jeito, abri mais as pernas dela, e fui colocando devagarinho, ela começou a fazer cara de dor, ai eu parava, dava um tempo, e voltava a forçar, devagarinho, senti q rompi o hímen dela, ai fui empurrando ele até o fim, e tirava, ela reclamou um pouco, mas já estava entregue, comecei a bombar devagar, para não machucá-la, ela se abriu e achou um jeito de ficar na barraca, ai comecei a bombar mais rápido.......e rápido.....a respiração dela ofegante de novo, estremeceu e dessa vez gozou mais ainda, afff isso me dá prazer, vendo q a mulher q está comigo goza gostoso, me excita mais e mais.......já não agüentava mais, tirei a rola de dentro e gozei em sua barriga.....affff.....q gozada, espirrou até na cara dela, cai de lado, abracei-a, a beijei de novo. 

A convidei para tomar um banho no rio, ela aceitou de pronto, saímos e fomos para o rio, passamos ao lado da fogueira e o pessoal que estava acordado só nos olhando, suados.....e correndo para a água, entramos e nos beijamos de novo, minha rola endureceu de novo, háááá não perdi a oportunidade, peguei ela, encaixei ela na minha cintura, tirei seu biquíni de lado, e encaixei ele de novo, ela sentia um desconforto pq era apenas a segunda vez dela, saímos da água, sentei no chão e fiz ela sentar em cima, no começo meio desajeitada, mas se acostumou, e começou a cavalgar de leve, não demorou muito para ela gozar de novo, e eu na hora de gozar, pedi para ela sair de cima, mas ela não saiu, ai fui obrigado a encher a buceta dela de porra...que gozada gostosa, nem pensei na hora, gozei gostoso, voltamos ao rio, e retornamos a barraca, nos trocamos, e voltamos a fogueira agora mias juntos, abraçados, desde esse dia ela passou a dormir comigo na barraca,...foram dias maravilhosoDesculpe-me se foi longo, mas meus contos são assim pq gosto de detalhes mesmo.. abraços

domingo, 14 de janeiro de 2018

SWING SEM COMPROMISSO...com video

Lendo os contos de vocês, resolvi contar um fato que aconteceu comigo (Paulo) e com minha esposa Anita.

Temos vinte anos de casados e nos amamos muito. Anita vem de uma família religiosa e conservadora, não admitindo exageros no relacionamento sexual. O fato é que eu tenho fantasias promíscuas (o que me excita muito) e me sentia limitado devido o seu comportamento reprimido.

Em algumas ocasiões eu já havia notado quando ela saia sem usar soutien que sentia alguma espécie de prazer quando notava que seus seios estavam sendo observados por algum homem, isso segundo os especialistas é natural.

Temos uma casa na praia aonde sempre vamos durante a semana devido nesse período ficar bastante deserta.

Em maio de 2001 fomos para nossa casa na praia onde com muita insistência e apás comprovar que não havia ninguém num raio de 1000 metros, eu a convenci a retirar a parte superior do biquíni, isso me provocou um tesão danado, já que Anita aos 42 anos, é magra com um corpinho conservado e que chama atenção dos homens e mulheres também. Seus seios são médios e lindos, parece que o tempo não passou para ela. Quando estávamos tomando banho ela me chamou e quando olhei fiquei doido, pois ela havia retirado o biquíni e mais ainda, saiu da água e foi colocá-lo junto à nossa roupa, não me controlando mais, fizemos amor ali mesmo dentro da água.

Aproximadamente às 19 horas vimos um carro (BMW) chegar e parar. Fiquei surpreso e um tanto apavorado, pois era quase impossível naquele dia e temporada aparecer gente naquele local. Sai para pegar minha roupa e a de Anita para ela não se expor, quando cheguei no local, um casal já havia saído do carro e se dirigia ao meu encontro dizendo que estavam justamente procurando uma praia de nudismo, procurando me cobrir, respondi que naquela região não havia praia de nudismo. Quando vesti minha roupa, a mulher acabava de retirar a parte superior do biquíni revelando uns seios um pouco grande e maravilhosos. Perguntei se eram de fora e responderam serem de Recife e que estavam gozando férias. Surpreendi-me quando escutei a voz da minha mulher ao meu lado pedindo o seu biquíni que estava na minha mão, isso me deu um pouco de ciúmes acompanhado de muito prazer. Naturalmente e sem pressa ela começou a se vestir e falando para o casal que ali naquela época era muito bom, falou que estávamos numa casa ali perto e perguntou se eles gostariam de ir para lá, o que foi aceito prontamente. Quando chegamos em casa Anita foi logo retirando a parte superior do biquíni, me deixou bastante intrigado, me aproximei dela e discretamente perguntei o que estava havendo e ela respondeu: estou fazendo o que você quer e se prepare, pois você ainda não viu nada. Quando me virei, vi que a mulher também havia retirado o soutien do biquíni e observei que o cara estava de pau duro, pois mal dava para a sunga cobrir aquele pau descomunal.

Anita disse que não tinha cerveja, saí para comprar, mas bastante preocupado, mesmo assim, com muito tesão. Quando voltei encontrei o casal totalmente nus tomando banho num chuveiro que fica próximo à churrasqueira, quando ele me viu falou que Anita havia autorizado e que ela já tinha tomado banho, entrei perguntando a ela se havia tomado banho, nua, com eles, ela respondeu que não ficou nua, mas não por falta de vontade, pois estava com muito tesão e que eu não me surpreendesse com o que poderia acontecer. Na hora desconheci Anita, pois nunca a tinha visto com aquele procedimento, mas levando em consideração que ela já havia tomado algumas caipiroscas, a bebida tinha feito com que ela perdesse um pouco a inibição. O casal terminou o banho e entrou para almoçarmos, foi quando não acreditei no que via, o cara com o pau meio duro com o tamanho e diâmetro que eu jamais havia visto, que dirá minha mulher que casou virgem e nunca passou por outro homem. Sentamos na sala e quando a bela mulher (ela também é médica) perguntou porque eu não tirava a sunga e disse: não se preocupe pelo fato de estar de pau duro, isso é normal. Eu com o tesão que estava, prontamente retirei a sunga e ela falou: não é grande como a do Beto, mas é muito grosso e bonito, nisso Anita entra na sala trazendo cervejas, isca de peixe frita e diz: puxa como o ambiente está cheirando a promiscuidade! Foi quando a Susana perguntou: Anita por que você não tira o biquíni? Ela olhou para mim e perguntou, posso? Eu meio sem graça disse para ela decidir.

 Quando Anita tirou o biquíni, Beto descaradamente disse que minha mulher tinha a boceta muito bonita, ela ficou meio sem jeito e saiu, foi quando ele acrescentou que a bunda também era muito bonita. Eu disse para ele que a Susana não deixava a desejar. Eu acompanhei Anita e quando entramos no quarto ela falou que estava na hora de pararmos com tudo aquilo, pois estava com muito tesão e não sabia até onde podia se controlar. Voltamos para a sala e quando chegamos encontramos a Susana chupando o pau do marido, Anita fez menção de voltar, foi quando eu a peguei pelos ombros e comecei a mamar seus seios, foi quando Susana falou: Anita venha aqui provar desse pau grande e gostoso, pois sei que você nunca viu um desse. Anita olhou para mim e acenei com a cabeça que ela podia ir em frente. Susana abaixou a cabeça de Anita e aproximou o pau do Beto à boca da minha mulher, o pau era tão grande e grosso que mal entrou na boca da minha adorada mulher, Anita tremia muito e logo começou a gozar. 

Eu já não aguentava mais quando Susana começou a chupar o meu pau dizendo que queria senti-lo dentro do seu cuzinho. Eu logo gozei na boca dela e ela com a boca cheia de gala, foi beijar a boca do marido que olhou para mim e disse que a porra era muito saborosa e que eu ia provar da dele logo que ele gozasse na boca da minha mulher que eu tanto adoro. Quando Beto gozou, Susana correu e começou também a tomar a gala do marido na boca de Anita. Beto começou a chupar a boceta de Anita que a essa altura estava gemendo e gritando palavras desconexas, ele aproveitou e começou a introduzir o pau na boceta da minha mulher. Eu não acreditava no que via, aquela tora entrando na boceta de Anita me deu tanto tesão que agarrei Susana e quando tentei penetrá-la, ela falou que queria sentir primeiro o meu pau dentro do seu cuzinho, foi o que fiz. Anita gemia alto gozando descontroladamente, Beto gozou e ainda com o pau duro tentou enfiar no cuzinho da minha mulher. Ela se recusou e disse que ainda não tinha dado o cu para o Paulo (eu) e que não aguentaria aquela tora dentro do seu cuzinho. Anita ficou deitada desfalecida de tanto gozar. Beto decepcionado por não conseguir comer o cu da minha mulher, começou a chupar a boceta de Susana enquanto eu comia o cu.

Olhei de lado e vi a Susana chupando a boceta de Anita que a essa altura já estava toda se torcendo com o prazer que estava sentindo. Fomos todos tomar banho no chuveiro ao lado da churrasqueira, o Beto fazia questão de passar o sabonete nas costas da minha mulher que se recusava a deixá-lo se aproximar da sua bunda sabendo quais eram as intenções dele. Almoçamos e fomos dormir, estávamos exaustos e com sono devido à bebida. Quando o dia amanheceu, o Beto ainda comeu a boceta da minha mulher e eu comi a mulher dele. O casal nos convidou dizendo que estavam nos esperando no próximo final de semana em sua casa. Apás alguns meses fomos, mas isso eu contarei no próximo conto. Quando eles saíram, minha amada mulher me abraçou beijando e em seguida falou que foram os melhores momentos de sua vida e que isso seria um segredo que deveríamos guardar para sempre. Espero que vocês mandem mais contos para desfrutarmos e quem sabe, um dia nos encontraremos.

sábado, 6 de janeiro de 2018

TRABALHA EM CASA

Acordei naquele nível, louco para fazer um sexo gostoso, ali na cama comecei a mexer no meu pau, me punhetava devagar, afinal nada melhor que aquela bronha da manhã, foi que duma hora para a outra nossa empregada me surpreende, Janete estava com a gente a pouco tempo, mas era muito competente, ahh e dona de uma raba rsrsrs ela deve ter seus 40 anos, alta, bem conservada para sua idade.
Sou Andrew, tenho 20 anos e moro com meus pais, curso engenharia civil e sou de classe média alta, porém não sou igual esse playba que se acham e tal, sou na minha, adoro ficar na minha casa e curtir algumas aventuras da vida, agora voltando a cena com Janete, notei que ela estava bastante sem graça, afinal ela sabia que o filho dos seus patrões estava tocando uma punheta, tentei disfarçar, mas era inegável a vergonha dela, ou não…
Eu) Desculpe, não é…
Janete) Relaxa garoto! Faço isso também…
Eu) Pensei que fosse casada!
Janete) Sou separada.
Eu) Nossa, você é mô… Desculpe!!!
Ela me deu uma olhada fixa, dai notei que Janete desde que viu minha piroca parecia desinquieta, até ao ponto dela se aproximar.
Janete) Me acha gostosa é?
Sentando na cama e puxando a coberta que tampava meu pau duraço ao extremo e ela ali de olho no mastro, suas mãos o tocaram e me olhando aguardava minha resposta.
Eu) Sim, você é muito gostosa…
A resposta do que disse veio em formado de uma mamada gostosa, nossa empregada estava sentada na cama pagando um gostoso boquete para mim, sentia os lábios dela percorrer toda estenção do meu pau, ela conseguia engolir tudo num vai e vem rápido, eu não me segurava de prazer, e comecei a tocar, tirar aquele uniforme e ir em direção dos seus seios, enquanto tinha meu pau sendo engolido ela tinha seus mamilos acariciado.
Sentia o beijo daquela mulher linda de corpo moreno, de boca carnuda e seios fartos, minhas mãos percorria cada parte do seu corpo, curtia seu jeito e a fazia gemer gostoso quando dava mordidas na sua nuca, sua mão se mantinha na minha pica me punhetando, eu descia e logo estava sentindo quão prazerosa é sua gruta.
Aquela coroa gostosa parecia sedenta de vontade de levar pica, deitei por cima dela, senti seus lábios, curtia todo seu corpo, pegava nos seus seios até chegar na sua gruta, aquela xoxota toda lisinha e cheirosa, cai de boca literalmente, minha língua percorria toda sua buceta, ela gemendo e segundo nos meus cabelos, eu metia toda minha língua num vai e vem, brincava com seu grelo, sentia sua xoxota toda molhada diante do prazer que sentia.
Janete) Mete gostoso! Mete!
Seu pedido era uma ordem, já fui encapando o bicho e se posicionando na gruta daquela delicia, senti meu pau entrar gostoso e ela acariciando meu corpo, estava por cima metendo com vontade, socando devagar e forte, numa mistura gostosa de sexo, caricias e beijos.
Buceta apertadinha e gostosa, era essa a sensação enquanto socava na sua buceta, brincava com seus mamilos a ouvindo gemer loucamente, Janete parecia sedenta por sexo, louca ao ponto de me fazer curtir cada momento daquele, mesmo com a ameaça dos meus pais chegarem.
Era Janete agora ali na minha cama com toda aquela raba empinada, jamais pensei que um dia iria comer o furico da nossa empregada, enquanto via ela brincar com sua buceta eu estava lambuzando seu cu com gel e preparando meu pau para abrir caminho, devagar fui enfiando meu pau, ela pedia calma, afinal meu cacete é grosso e iria dar uma alargada nervosa no cuzinho dela, fui devagar e aos poucos ela foi tomando no cu legal.
Com todo mastro no cu dela a segurei pela anca e meti a pica com vontade, sem dó apenas ouvindo seus gemido, que cu apertadinho, uma delícia de empregada que estava ali anunciando todo seu desejo de dar pro filho do seu patrão, ela rebolava enquanto tinha um pau no cuzinho, foi então que mudei de buraco, sua xoxota ia levando pica enquanto dois dedos estava atolado na sua buçanfa, ela não resistia tanta socada, então Janete melecava meu cacete com seu mel, que coisa mais gostosa, onde quanto mais ouvia ela gritar no meu pau, mas eu metia, mas eu queria também gozar… e não demorou muito, logo o garotão aqui enchia a camisinha de porra num sexo ousado demais.
Janete queria mais e mais, não esperou muito e meu pau já estava duraço de novo, foi então que me beijando e curtindo todo meu corpo que aquela coroa gostosa foi subindo em cima de mim e fazendo sua buceta engolir cada centímetro da minha pica, agora ela me dominava e rebolava com vontade no meu pau, se apoiando no meu peitoral ela rebolava, uma sensação que nunca havia sentido antes, o gemido daquela mulher no meu ouvido e sua experiência na mexida.
Não conseguiria me segurar, cada subida e descida daquela mulher me fazia sentir algo gostoso demais, logo não resisti e então gozei novamente, era nossa segunda gozada na manhã, caímos na cama, olhamos um papo o outro e começamos a dar risada, era diferente e desconfortável.
Janete) È garoto! Você manda bem…
Eu) Você que é uma delícia.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

DE ENVANGELICA A PUTA EM SETE DIAS

Me chamo Roberta, tenho 22 anos, estudo em uma faculdade. nossa família é evangélica, não desses radicais,que distorcem as coisas. meu pai é gerente de banco, minha mãe tem uma loja num shopping, as mulheres usam calça, usam maquiagem, etc. na ocasião do acontecido eu ainda era noiva, faltando 30 a 40 dias para o casamento. Marcelinho meu noivo (agora marido), também vem de uma familia evangelica. meus pais viajaram para passar 15 dias, e ficaria em casa apenas eu e minhas duas irmãs (24 e 18 anos).

 Marcelinho meu noivo vinha sempre em casa. uma tarde ficamos namorando na piscina enquanto minha irmã caçula foi locar um filme. Marcelinho e eu ficamos deitados numa espreguiçadeira de piscina e começamos a nos beijar. era um beijo gostoso excitante nossas línguas se tocavam. senti a mão de Marcelinho tocando o meu seio, fiz de conta que nada havia de errado. Marcelinho foi mais além e tirou a parte de cima do meu biquíni. sua mão apertava o meu peito e me excitava. foram 10 segundos de prazer, empurrei meu noivo e disse-lhe que não podíamos fazer aquilo pois não eramos casados. faltando poucos dias para o casamento era melhor nos controlarmos. além do mais minha irmã poderia voltar e se ela contasse para meu pai seria um escândalo. despedi meu noivo para a sua casa. depois conversamos por telefone e ele também se desculpou. dormi pensando naquela mão em meu peito. no dia seguinte quando cheguei da faculdade após o almoço havia uma correspondência para mim. ao abrir o envelope gelei… eram duas fotos em claramente dava para ver Marcelinho acariciando o meu seio. fiquei desnorteada. como poderia ter acontecido? após alguns minutos o telefone tocou a empregada veio me avisar que era para mim: 


– alô. é Priscila, quem fala? – Priscila, gostou das fotos que recebeu? – o que vc quer? – fiquei maravilhado com o seu seio. – quem é vc? – fiquei invejando o seu namorado, também. – diga quem é ou desligo. -desliga nada, se fizer isso mando umas fotos dessas para seu pai no trabalho dele. vc quer isso? – tá bom mas me diga o que vc quer. – quero encontrar vc. -onde? quando? – que tal vc vir aqui a minha casa. sou seu vizinho. neste instante reconheci a voz do meu vizinho da casa ao lado, ricardo, 22 anos, sempre me paquerou, de fato ele é um gato mas por causa dos meus pais e por causa da religião nunca rolou nada. – ricardo é vc? e que vc quer? – quero conversar com vc, venha e eu lhe mostrarei. imediatamente fui a casa de ricardo. ele veio abrir a porta de short e camiseta. pediu para entrar e disse: -fique tranquila, meus viajaram na mesma excursão que seus pais. estamos sozinhos. – como tirou aquelas fotos?


 – subi no terraço para verificar a antena da tv a cabo e vi vcs namorando. vi que o amasso estava esquentando. peguei minha câmera. quase perco o principal. vc tem o peito mais lindo que eu já vi na vida. quero vc. ruborizei. – mas eu não posso. – vamos conversar isso lá em cima. se lembre do trabalho do seu pai. ricardo me conduziu até o seu quarto. lá tinha uma cama de casal, uma poltrona e um computador. sentei na cama e ricardo quis me beijar eu recusei. ele disse que não iria usar de violência comigo, mas que se eu não o beijasse ele mandaria as fotos para o trabalho do meu pai, seria um escândalo. permiti que seus lábios tocassem os meus. começou me beijando suave, aos pouco foi aumentando a intensidade. sua língua foi tocando os meus lábios, ele começou a morder de leve minha boca, e penetrar a sua língua na minha boca. de repente estávamos deitados na sua cama. sua linguá tocava a minha que começava a corresponder . 


Ele me chupava comecei a chupar também. que beijos gostosos. senti a sua mão entrar sob a minha blusa, disse-lhe: não, ricardo. mas a minha voz ofegante e tremula não mereceu credito. rapidamente ricardo abriu o meu soutien e apertou e meu peito. eu repetia: pára ricardo, pára ricardo. mas eu não esboça qualquer reação. suas mãos deliciosamente brincavam com os meus mamilos. era delicioso. ricardo ainda me beijando me sentou e tirou a minha blusa deixando os meus peitinhos a mostra. fiquei envergonhada, mas ricardo começou a beija-los e fiquei mais excitada. comecei a ficar com medo de onde iriamos parar. ricardo beijava os meus seios quando tentou introduzir a mão na minha bermuda. desta vez empurrei-o para o lado e disse: não!!!! levantei da cama e comecei a me vestir. ricardo com um sorrisinho malicioso disse:



 – quero que vc volte amanhã. vá namorar com seu noivo e pratique o que vc aprendeu hoje aqui. amanhã será melhor ainda. de fato saí com meu noivo e sugeri irmos a um drive-in. lá começamos a nos beijar, deitei o banco do carro e permiti que ele tocasse os meus seios sem que ele pedisse tirei a blusa disse que não conseguia esquecer das suas mãos em meu peito (na verdade não esquecia era as mãos de ricardo). Marcelinho timidamente beijou meu peito e depois pediu para irmos embora. começou o meu segundo dia com ricardo. na faculdade não conseguia tirar da cabeça ricardo beijando e chupando o meu peito. ao chegar em casa da faculdade, fiquei esperando ricardo ligar. após 30 minutos de espera, eu liguei. ricardo maldosamente perguntou se eu estava querendo mais. desconversei e disse que precisava falar sobre as fotos. ricardo disse: – venha, estou te esperando.

 Fui imediatamente. vestia um vestido de algodão de alças sem soutien. ricardo me recebeu com um beijo na boca. me pegou pela mão e imediatamente me levou ao seu quarto. não resisti. deitamos na cama e começamos a nos beijar. correspondi plenamente os seus beijos. nossas linguas se misturavam enquanto nos chupávamos. suas mão procuraram os meus seios e ricardo os apalpou por sobre o vestido. senti os biquinhos se endurecerem. ricardo passou a mão por baixo do meu vestido e o suspendeu e o tirou. fiquei de calcinha. pela primeira vez estava de calcinha na cama com um homem. pedi a ricardo que nos cobríssemos com um lençol. ricardo permitiu e puxei um lençol ficando apenas os meus seios a mostra. ricardo entrou em baixo do lençol. e continuou e beijar meus seios. de repente senti algo quente e duro tocando minhas coxas. – ricardo, vc está nu? exclamei. ele me respondeu com um chupão de lingua e levando a minha mão ao seu pinto duro. senti uma coisa grossa, dura e pulsante em minha mão. nesse instante ricardo beijava meu peito e começou a introduzir a sua mão dentro da minha calcinha. senti tocar os meus pelos pubianos segurei a sua mão. 


– relaxa, gata. sussurrou ao meu ouvido. abri lentamente as pernas e deixei que a sua mão chegasse a minha vulva. senti seus dedos explorando os meus grandes lábios e meu clitóris. sentia-me encharcada. ricardo começou a me masturbar em movimentos rítmicos. nada dizia, mas a minha respiração denunciava o meu êxtase. gozei pela primeira vez na vida. ricardo disse ao meu ouvido: – quero te comer. – hoje não. estava consciente que mais cedo ou mais tarde ricardo iria me comer mas queria tentar fazer com meu noivo me tirasse a virgindade. ricardo me colocou a masturbá-lo. peguei o seu cacete e comecei com movimentos de vai e vem, seguindo as ordens de ricardo fui aumentando o ritmo. ricardo gozou jorrando esperma sobre mim toda, até no meu cabelo. a noite voltei ao drive-in com o corno do meu noivo decidida a fazer ele me comer.


 Fui com o vestido mais curto que eu tinha e mais fácil de tirar. nos beijávamos e nada. até que tomei a iniciativa e tirei o vestido e fiquei de calcinha meti e mão dentro da calça de Marcelinho, mas alem de nervoso e inexperiente que era gozou na minha mão antes mesmo de tirar o seu pinto fora da calça. no terceiro dia logo cedo encontrei ricardo na academia. quase que não consigo completar os meus exercícios. após a malhação, ricardo sugeriu: – mata essa faculdade hoje e vamos lá para casa. concordei e fui direto para a sua casa. ricardo me beijou longamente e me ofereceu o banheiro do seu quarto para tomar banho. aceitei. achei estranho que o banheiro não tinha chave. tirei a roupa, permaneci com a parte debaixo de um biquini que eu vestia e entrei embaixo do chuveiro. cerca de um minuto depois a porta se abre. é ricardo. 

Ee tirou a sua toalha e completamente nu entrou embaixo do chuveiro. sentia o seu pau tocando minhas coxas enquanto ele me beijava. começou a me ensaboar os peitos, as coxas, minha bunda e colocou a mão dentro do meu biquni. com as suas mãos ele tirou a ultima peça de roupa que me restava. ricardo em levou molhada ainda para a sua cama e tirou toda a agua do meu corpo com a sua língua. deteve-se e, especial com o meu sexo. me chupou, enfiou a sua lingua, me lambeu me fez gozar. foi subindo, me beijando as virilhas, as coxas, o umbigo, os peitos e me beijou a boca. sussuro ao meu ouvido: – vou te foder. – me fode ricardão. me fode. dizia algo inimaginável para mim. senti que o seu cacete, resvalou e escorregou, então levei a minha mão até o seu cacete e coloquei na entrada da minha bucetinha virgem e disse: -mete, meu macho. mete devagar, mas mete. ricardo obedeceu e foi me rasgando. senti um filete de sangue escorrendo. depois de todo dentro ricardo começou a bombar. 


O


movimento de vai vem me fez gozar gostoso e gemer baixinho. ricardo gozou dizendo no meu ouvido: – minha putinha, to gozando, te enchendo de porra, minha bucetinha. tomamos banho ricardo me ensinou a chupar o seu pau dentro do banheiro. fodemos o dia inteiro. foram mais 5 vezes, em várias posições. a noite transei com meu noivo no carro e simulei que estava doendo e ele nem desconfiou. continuo trepando com o meu ricardão apesar de estar casada ha 1 ano e meio.

autor: contoseroticos.inf

NO BANHEIRO

O fim desse semestre na universidade trouxe muita tensão. E como quando se tem tensão, se quer descarregar, né?! Tentei jogar, assistir série, e um bocado de baboseira. Tudo falível. O que me ajudou mesmo foi o que rolou na quarta-feira, justamente antes da prova mais foda (estatística). Uma novinha me deu um gostoso motivo pra inaugurar essa categoria de conto.
Assim como o povo da facul, o povo de ensino médio tá se fudendo, e pela minha universidade ser pública e próxima de escolas, muitos secundaristas acessam o lugar. Nessa conheci Kelly, que faz o 2° ano do ensino médio, uma baixinha (bem baixinha mesmo), parda, muito safada. Romântica, carente e muito defensiva, me chamou a atenção.
Eu tinha acabado de almoçar e tava sentado num banco quando a magrinha sentou no ao lado, fardada, e começou a mexer no celular. “Gosta daqui? Pode vir da escola pra cá né?!” Acho que ela quis estranhar, mas pelo meu tom extremamente doce não respondeu com rudeza, confirmou com um sorriso e balançando a cabeça. Chamei pra sentar do lado e ela veio.
50 minutos de papo depois disso, já tínhamos tomado algumas caixas de suco e beijado bastante ali sentados, nos demos bem de cara. Dizia muitas vezes que era novinha mas sabia beijar. E sabia mesmo. Perguntei se não queria ficar num canto mais reservado e subimos em um dos prédios para um andar mais vazio pra ficarmos a vontade. O clima pintou muito forte!
Ela me intercalava durante os beijos se, mesmo também sendo novo, sei dar prazer a uma mulher e se podia confiar em mim, porque na nossa idade se é irresponsável e eu podia ter doença. Meu cu pra isso. Sou responsável pra caralho, e inclusive tava me sentindo responsável pela novinha. Ela deixava eu conduzir a valsa e perguntava sobre minha prova.
“Nem me lembra que já tô tenso demais, gatinha”. Ela disse que daria um jeito naquilo e me beijou bem mais, que língua fininha na minha boca e no meu pescoço! Percebendo meu pau duro na bermuda, ela pegou por cima da bermuda. Depois, quis enfiar a mão por debaixo dela, e depois dentro da cueca, até me pedir pra abrir o flash e bater pra mim.
Adorei sua mãozinha me bronhando e ela super nervosa. “Relaxa, aqui não tá quase ninguém”. Ela mandou eu relaxar e que queria me sentir jorrando leitinho na mão dela. Que novinha danada! Olhava pra minha pica visivelmente satisfeita e disse que aguentava ela, queria cavalgar nela, mas antes mamar. “Mas será que poderia confiar em você?”.
Levantei-me e a puxei pra mim, saindo e deixando as nossas bolsas amarradas lá. Pelo visto estávamos só no andar. Mapeei os banheiros e entramos no masculino. Fechei a porta e pus as mãos pra inibir qualquer empurrão. Ela estava entre meus braços, então a beijei mais e disse pra ela “você pode chupar, me prova novinha, né o que você quer?”
Receosa, baixou e desceu minha bermuda e cueca até o joelho. Agarrou minha pica já bem dura e começou a chupar meu pau bem devagar. Delícia, beija bem, logo também chupa. Viraram a maçaneta da porta e ela se assustou querendo sair. Controlei a situação. Já tava com a porra na cabeça, tava só aproveitando mais aquela boquinha bem pequena no piru.
Ela pegava com jeito na base e me engolia me olhando. Não havia nada de profissionalismo, mas havia vontade nítida em me pagar ali, que gostoso cara!!! Sua parte de trás da cabeça encostava na porta e eu na ponta do pé socava ora devagar ora rápido no fundo da boca, mas não pra engasgar claro. Batia na sua cara com a vara dura também.
Já era a 3a virada na maçaneta e a 5a em que a porra vinha à cabeça, gozei gostoso na boca dela e ela não deixou escapar uma gota. Com a porra na boca me obedeceu e foi cuspir. Na volta me beijou com um pouco de nojinho mas conseguimos sair na boa dali e eu fui fazer minha prova relaxado. Tirei 5, mas tava feliz. Então foda-se!
Louco pra encontrar a novinha de novo. Não só pra isso, claro. Mas adoro ousadia e atitude, quem não quer intensidade nas aventuras?