quarta-feira, 2 de abril de 2014

DE LADINHO ENTROU


     Eu tava no meu quarto, de frente pro espelho, com o meu corpo quente, atiçada com a possibilidade de dar   naquela noite...
     Eu tava vestida numa blusa colada preta, que privilegiava o volume dos meus peitos gostosos, com um decote que exibia um pouco do recheio...
      Eu tava com uma sainha curtinha, na altura das coxas expostas, dois palmos a cima dos joelhos, o tecido tinha estampas em preto e branco, era leve e molinho, eu ficava de costas para o espelho, empinando a bunda, olhando todos os contornos, imaginando os idiotas babando e pagando pau pra mim ao me ver passar toda rebolando, me desejando de quatro... aliás, esse tipo de saia curtinha e molinha é apropriada para rapidinhas em algum canto público qualquer, pois, basta eu virar de costas pro carinha, arregaçar a calcinha para um lado, empinar a bundinha e tomar na bucetinha bem gostoso... depois é só ajeitar de novo a calcinha, descer a saia e pronto...  Bom, eu abria as pernas e arrebitava minha budinha, pra ver se dava pra enxergar a minha buceta por baixo da saia, buceta que recheava a minha calcinha de seda branca, com babadinhos na cintura e um delicado e fofinho lacinho na frente...
  Pronto... eu tava prontinha pra cair na noite, pra entrar sem medo e sem limites na agitação das baladas sem hora pra acabar, pra experimentar de tudo um pouco, pra provar do gosto das tentações exageradas... eu queria me acabar de dançar, sorrir, brincar com minhas amigas, beber de tudo um pouco e... principalmente, encontrar um gato pra me fazer perder o juízo... pois quando encontro um gato lindo eu entro sem frescuras... contudo, sou muuuuito exigente, afinal  é o mínimo que uma garota fogosa como eu mereçe... não importa se o cara tem pau pequeno ou é um cavalo... ele tem a obrigação de me fuder gostoso... e me fazer gozar sempre... me surpreender com o empenho dele... pois, dependendo da pegada dele eu posso até realizar as suas taras e fetiches... afinal, eu também tenho as minhas... e não são poucas,e muito menos comuns...
  Eu tô prontinha e ansiosa ... nossa, tomara que seja um gato... na verdade sempre quando eu coloco meus olhos num carinha, eu imediatamente imagino o tamanho do cacete dele... as vezes na hora H eu sou enganada, pois já peguei homens bem altos e fortes que tinham 13 centímetros entre as pernas, da mesma forma já peguei baixinhos e magricelos que tinham mais de 18 de caralho duro... mas, não adianta ter um pau pequeno ou acavalado se ele não souber usar direito... Meu celular toca, é a Roberta, minha amiga de balada, falando que vai levar mais algumas meninas com ela e também um carinha amigo seu que tá doido pra me conhecer... droga, péssima notícia,  contudo eu aceito conhecer ele, afinal, a Roberta sempre me apronta boas surpresas, ela sabe dos meus gostos e taras... enfim, confio nela.
  Mais alguns minutos e ela volta a me ligar, dizendo que já está lá em baixo, no seu carro, de frente pra portaria do meu apartamento, me esperando descer... eu pego minha bolsa cheia de maquiagem, celular e claro,  camisinha... Tranco a porta do meu apê e vou embora pelo corredor rumo ao elevador, no trajeto dou de cara com o filho da minha vizinha do lado, um molequinho de 14 aninhos... me olhando com cara de tarado, afinal ele encara as minhas coxas e o meu decote... esperando eu passar para gravar na mente dele a imagem da minha bunda naquela saia curta que balança de acordo com o eu rebolado, quase mostrando meus fundos, pra em seguida ele me homenagear no banheiro da casa dele com uma bela punheta... e só pra deixar ele mais motivado, ao passar por ele eu aperto as bochechas dele e digo: “- Cresce logo bonitinho!!”, deixando o moleque encabulado, porém, mais excitado ainda.

 Já no carro eu me junto a duas migas da Roberta no banco traseiro e sou rapidamente apresentada ao tal amigo dela, sentado ao lado da Roberta no banco da frente, estendemos nossas mãos e nos cumprimentamos falando um gentil: “-Oi?? Prazer!!”... enfim... horas mais tarde chegamos a uma badalada boate da Barra da Tijuca... lotada de gente jovem, bonita e bem disposta... eu me sinto em casa, pois, eu noto que todo mundo ali tá afim de fuder com alguém, e é justamente de uma bela de uma foda que eu tô necessitada, aliás, não só uma... Nos sentamos à uma mesa e começo a conversar com ele, o amigo da Roberta que veio com a gente exclusivamente para me conhecer, um simpático moreno de 1 e 80 de altura, cabelo raspado na máquina, forte, olhos claros e barba por fazer que o deixa com cara de canalha... aos poucos eu me envolvo com a conversa dele, aliás, ele se mostrou ótimo de papo... em minutos estamos rindo e coladinhos um no outro, nos acariciando os rostos e falando pertinho... ele tinha um hálito delicioso e dentes lindos, sem falar de uma boca carnuda bem gostosa... seu rosto não era lá tão perfeito, mas, ele tinha cara de macho, e uma coisa no olhar que mexia comigo, que entrava em meus olhos e me ateava fagulhas... então ele me puxou pra ele me segurando pela cintura e me roubou um delicioso beijo de língua... eu abri minha boca toda pra ele meter a língua dele, dali em diante o fogo tomou conta de meu corpo mais ainda...


As mãos dele passeavam pelas minhas costas, até que ele as desceu para as minhas coxas, eu as abri, louca pra que ele metesse seus dedos na minha buceta que àquela altura já latejava de desejo... a Roberta vai pra pista da boate com as demais meninas, pra caçar alguns gatos... e eu fico ali, à mesa, me deliciando com a pegada gostosa do amigo dela que me beija e me apalpa com firmeza... suas mãos são ásperas e pesadas, seus gestos não são nada gentis... eu me arrepio com tudo isso... até que a mão dele invade minhas coxas por entre as minhas pernas  e as pontas de seus dedos roçam na minha buceta por baixo da minha saia... eu começo a trepidar a minha barriga devido um delicioso friozinho que surge e sobe... ele me beija e raspa seus dedos no meio da minha buceta por sobre a calcinha, acariciando o meio, deslizando o dedo grosso na minha racha entreaberta... aos poucos ele vai aumentando as esfregadas e puxando as beiradas da minha calcinha... até que ele alcança os meus lábios vaginais e começa a roçar os dedos no meio... eu deliro e abraço ele mais forte, com meu corpo em brasas... ele enfia sua língua toda na minha boca e deixa eu ficar chupando ela com os meus lábios... naquele instante senti o seu dedo todo enfiado no orifício da minha bucetinha... e ele foi assim socando e acariciando meu grelo... eu parei de beijar ele e comecei a gemer bem gostoso no ouvido dele enquanto ele chupava meu pescoço, ralando sua barba pontiaguda em minha pele arrepiada... ele continuava a me fuder com o dedo... senti o gozo se aproximando e agarrei ele com minhas mãos entrelaçadas ao seu pescoço e falei:
“-Issoooo, assimmm me faz gozar bem gostoso, vai,vai, vai, não para, não para... aiieeerrr... vai... quaseeehh... aaaahhhhhrrrr...ooooohhhhhhhhhh.... aaaiieeehhhhhrrrrrrmmmmm”
 A sensação da mão dele entre minhas pernas, socada na minha bucetinha e me fazendo ter aquele maravilhoso gozo junto ao prazer de sentir a boca dele chupando meu pescoço com aquela barba me ralando... nossaaa... foi alucinante... fiquei toda molhada entre as pernas... tava prontinha pra fuder com ele... Então eu disse:
“-Me leva embora daqui, rápido!!”
 Saímos da boate, pegamos um taxi e fomos direto pra o motel mais próximo. Lá nos abraçamos e nos beijamos na entrada do quarto... ele me pressionou contra a parede, me beijando e apalpando meu corpo inteiro, entrelacei minhas pernas na cintura dele e ele me colocou suas mãos por baixo de minhas coxas, erguendo-me pra junto de seu corpo forte, aí ele me levou pra dentro do quarto... caminhávamos e nos beijávamos ao mesmo tempo... ele me jogou na cama, caí de costas e toda arreganhada, ele me segurou pelas pernas e logo meteu as mãos por baixo da minha saia e puxou a minha calcinha com fúria... senti que aquela transa iria ser quente e violenta... sentei alguns segundo na cama para tirar a minha blusa por sobre a minha cabeça... enquanto isso ele desabotoava a calça dele e tirava os sapatos e a camisa... nossa, o desgraçado tinha um belo corpo sarado, peludo e viril... fique excitadíssima ao admirar aquilo tudo, já ele não parou de olhar pros meus peitos, daí notei na sunga dele algo enorme guardado pra mim... safada, eu sabia... a Roberta adora me pregar surpresas, afinal ela sabe que eu sou muito gulosa...pois, não é que o filho da puta ao baixar a sunga dele sacou de dentro um belo cacete de alguns tantos centímetros... enorme e grosso, da cabeça bem inchada... daqueles cheios de veias saltando e com muita pele ao redor da cabeça.

Ele tinha a virilha depilada e isso fazia com que aquele cacete ganhasse mais alguns centímetros... fiquei extasiada ao ficar encarando aquele cacetão majestoso... sentei então na ponta da cama e puxei o safado pra mim segurando pelo cacete dele, em seguida acolhendo aquele cacetão com os meus lábios famintos... chupei das bolas a cabeça, babei e lambuzei até gorfar tufos de saliva por sobre meus peitões brancos enrijecidos... mamei com gosto e desejo... matei minha fome de rola... deixei o pau do safado pulsando de tão duro... então ele me empurrou na cama, caí de costas no colchão d’água, e ele, ali em pé diante meu corpo deitado e com aquele magnífico pau ereto pra mim, segurou em minhas pernas arreganhadas, colocando meus pés na altura dos seus ombros e encaixou a cabeça do pauzão dele na minha buceta... esfregando até encontrar a entrada, e já nesse esfrega-esfrega em meus lábios vaginais eu senti todo o peso e o largo volume da cabeça daquele cacete me cutucando... ele então socou... botou a cabeçona melada de minha saliva pra dentro da minha xoxota gulosa que tremia de tesão... doeu... mas foi uma dor deliciosa... entrou alargando as paredes da minha vagina... a bichinha ficou toda preenchida... eu ofegava e sussurrava  de olhinhos fechados... sentindo uma puta sensação de prazer por estar sendo penetrada por um cacete tão grande e gostoso.

 Quando tava tudo dentro ele me bombou deliciosamente, segurando-me pela cintura e puxando meu corpo deitado, pra cima e pra baixo, de encontro ao pau dele socado... aí ele foi socando, socando, socando... martelando minha xana ardida de tesão até entrar até o meio... meus pés por sobre os ombros dele estavam próximos as suas orelhas... e ele inclinou seu corpo viril por sobre o meu, colando sua virilha na minha buceta e socando sem parar e rapidamente...estocando minha bucetinha sem tirar o pauzão de dentro...  eu gemia compulsivamente: “-Ai, ai, ai ,a i ,a i, ai...”  mas eram gemidos tremidos por conta do meu corpo deitado sendo sacudido velozmente pra cima e pra baixo naquele colchão d’água, chacoalhando meus peitões...Gozei........... apertei meus olhos fechados, apalpei forte meus peitos, mordi meus lábios e gemi abafado: ”-hhhhmmmmmmmmmmm!!!” Nessa hora não lembro de mais nada... nem sei por quanto tempo permaneci curtindo essa explosão de sensações que o delicioso pauzão daquele homem me fez ter... só sei que minutos depois que retornei do arrebatamento desse orgasmo eu abri meus olhos e olhei pra ele, ali, em pé e ainda socando, com suas mãos apoiadas em minhas coxas, martelando sua virilha suada de encontro a minha bucetinha molhada de meu suquinho pós gozo...
 Ele veio pra cima da cama e deitou atrás de mim, me colocando de ladinho, ou conchinha... voltou a encaixar a cabeçona de seu pauzão na entrada da minha xoxota e socou novamente... apoiando a sua mão direita em minha cintura e a outra no meu ombro direito... estocando de baixo pra cima... e eu, de bundinha arrebitada, toda de ladinho e bem dengosinha sentia tudo entrando e socando dentro da minha bucetinha privilegiada... nossa que pau gostoso, que foda delicioooosaaaaaaaaa... por mais que eu procure usar as palavras certas para tentar falar do que eu sentia enquanto eu era fudida por aquele gostoso macho roludo, mais eu fico distante da real sensação vivida... foi maravilhoso... gozei umas três vezes nessa posição, de ladinho...
 E aproveitando que eu tava de ladinho, eu mal me recuperei do último gozo e o safado me perguntou com a sua boca em meu ouvidinho se eu deixava ele meter no meu cuzinho... eu disse que sim, mas, que ele tivesse o máximo de cuidado, pois, não sou acostumada com picas tão acavaladas como a dele... tive um pouco de receio, deu-me até um friozinho na barriga... então eu juntei minhas perninhas e arrebitei mais ainda minha bundona pra ele... fui aos poucos sentindo a cabeçona do pauzão dele cutucando minhas preguinhas salivadas e alargadas pelos dedos dele minutos antes... ele forçou e eu disse:
“-Ai ai ai ai... calma... devagar... mete devagar, tá??”
“-Tá doendo, gatinha??”
“-Tá, tá ,tá... calma... não vai dar... tô com medo...”
“-Relaxa!! Eu vou colocar bem devagar, tá?? olha só....”
“-Uuuuuiiiihhhrr... ai ai ai... tá entrando... tá doendo, caraaalhooooooohhhrr...”
“-Calma, gata, calma vai... relaxa!!”
“-Tá bom, safado, tá bom... deixa só a cabeça... assim... deixa assim... mexe devagar agora vai... isso...iiissoooooo... uuuuiiiirrr... tá ficando gostosooooo... come minha bundinha come... soca devagar no meu cuzinho, socaaaa.... aaiiieeeerrrr,  seu filho da puta roluuuudooooohhhrr”
 Daí em diante ele foi aumentando a velocidade das estocadas anais a medida em que o meu cu ia se acostumando com o tamanho e a grossura da vara dele... ainda doía, mas, não como no começo... na verdade a minha prática em dar oi meu cu me deixa a vontade pra encarar qualquer tamanho... e eu já sentia tudo dentro... socando... e quanto mais ele remexia a virilha dele de encontro as minhas nádegas mais eu arrebitava a bunda pra ele me enrabar gostoso... nessa hora então eu pedi pra ele dar uma acelerada enquanto eu manipulava meu grelo com uma mão entre as minhas pernas... ele acelerou enlouquecido e eu friccionei meu grelinho com vontade... gemi feito uma maluca e provoquei um gozo intenso.... fui ficando lenta e lerda por conta da explosão de sensações orgasmicas... enquanto isso ele se deliciava com o meu tesão e acabou esporrando dentro do meu cu, enchendo ele de porra quentinha...
 Ficamos mais alguns minutinhos até nos recompormos dos gozos quase na mesma hora e demos um tempo na foda... ele sentou na cama, eu fiquei deitada, de olhinhos fechados e ofegando, peitos enrijecidos e coxas tremulas, com a mão repousada em minha xoxota, massageando a bichinha que tava feliz, toda saciada de rola...eu tava toda suada, cabelos encharcados de suor, realizada e satisfeita por conta do meu tesão ter sido correspondido a altura, por aquele macho que não me negou fogo diante a majestosa rola que ele tinha entre as pernas dele...

 Sentei-me na beirada da cama, enxuguei o suor de baixo de meus cabelos, na minha nuca, entre meus peitos... e o safado então ficou em pé e veio de frente, colocando a pica dele ainda meio dura pra eu dar uma última chupada... chupei até deixar dura outra vez... fiz ele gozar de novo, dentro da minha boca... engoli tudinho e me levantei, dei um abraço nele que estava ofegando e gemendo por conta do gozo que proporcionei a ele, dei um beijo de três minutinhos na boca dele e fui pro banheiro me limpar para ir embora... Afinal, amanhã seria um outro dia... com outras experiências, e talvez eu nem transasse... e tão pouco eu sabia se eu voltaria a fuder com um outro cacete tão grande e que soubesse me fuder tão gostoso como aquele havia me fudido.
Obrigada por lerem este relato e comentem, por favor!! Beijos!!

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terça-feira, 1 de abril de 2014

A SECRETARIA PRESTATIVA


Chamo-me Cláudia, nome verdadeiro, sou morena, 1:53 cm. de altura, tipo mignon, seios volumosos, cinturinha fina, bunda grande e pernas grossas e minha bunda arrebitada sempre fez muito sucesso entre homens e mulheres.
Hoje tenho 48 anos, mas desde muito jovem sempre tive uma enorme tendência a ser safada e só usava saias e vestidos super curtos, semi transparentes, mini tanguinhas, fazendo a alegria de quem tinha oportunidade de ver, que era praticamente todo mundo, já que nunca me preocupei em esconder... rs..rs...rs...

Meu marido Roberto trabalhou até a pouco, como representante comercial e terei a oportunidade de contar em detalhes de como nos conhecemos, hoje ele está com 55 anos, 98 kg., e moramos em Porto Alegre.
Mas seguindo nossa promessa de colocar em forma de contos todas as nossas aventuras e experiências hoje vou colocar uma aventura que foi bastante interessante e erótica:

Depois de casar com o Roberto acabei saindo do emprego e como sempre gostei de serviços administrativos me candidatei a uma vaga de Secretária. Tendo em vista o relacionamento que temos até que não seria difícil conseguir emprego, mas eu queria mesmo era trabalhar para alguém com que não tivéssemos nenhum relacionamento, nem intimidade e que me possibilitasse encarar qualquer tipo de situação que porventura pintasse. Após pesquisar durante vários dias nos anúncios classificados, encontrei e me candidatei a uma vaga em uma pequena gráfica, , após alguns dias fui chamada fiz os testes e fui encaminhada para a entrevista com o meu “Chefinho” em um escritório, tipo aquário que ficava na sobreloja e tinha como único acesso, uma escada de uns 25 ou trinta degraus em formato caracol.

Na sala do Dr. Renato, como gostava de ser chamado, além da mesa existiam duas cadeiras de aproximação, um sofá de três lugares e alguns arquivos de aço. Ele era um moreno não muito alto, muito falante, elegante, simpático e sorridente, além de ter uma cara de safado que não deixava dúvidas, como nessa época havíamos voltado de 30 dias de férias, no Nordeste, eu estava bastante bronzeada sol e para realçar, havia colocado um vestido de seda claro e um calor largo de pérolas que contrastava ainda mais com minha cor.

Quando o meu futuro Chefinho me viu, engoliu em seco e quase perdeu o controle, eu embora rindo por dentro, fiz que nem havia percebido e continuei a agir naturalmente. A entrevista começou e discorreu normalmente, até que ele começou a avançar o sinal e começar fazer perguntas cada vez mais pessoais, e eu como já estava preparada para isso, continuei a dar corda e a provocá-lo.
Ele me perguntou nome, idade, escolaridade, etc... A coisa começou a sair do padrão quando ele perguntou se eu era casada e eu respondi que sim, mas que tinha um marido muito compreensivo e liberal. E ele perguntou até que ponto ele é liberal? E eu respondi que eu tinha carta branca para sair com quem queria fazer o que quisesse.

A resposta o pegou desprevenido e ele meio que engasgou, ficou nervoso, olhou para os lados, se levantou da mesa, me ofereceu café ou água e me convidou para sentar com ele no sofá, pois era mais confortável.
Sentamos no sofá e continuamos a entrevista, agora com perguntas descaradamente mais íntimas. Ele perguntou se eu tinha problema de horário e se tinha restrição a fazer algum tipo de serviço.  Disse que além de não ter problemas em relação a horário, estaria sempre disponível para atender meu futuro chefe.

Ele colocou a mão no meu joelho e disse que gostaria que eu ficasse trabalhando com ele, pois ele havia me achado muito  simpática e que então seria só uma questão de acertarmos os detalhes financeiros, o que acertamos sem problema algum.
Na saída dei três beijinhos nele, sendo que um deles foi quase na boca, deixando-o bem desconcertado, notei ainda que havia crescido um volume considerável nas calças dele e saí rindo por dentro...

Já quando estava saindo ele perguntou se eu era bilíngüe e eu dando uma risadinha safada respondi que adorava tudo que era tipo de língua, inclusive a vinagrete, mas que tinha apenas uma... Que era o português, mas que me servia muito bem e nunca ninguém havia reclamado do que eu fazia com ela.

 O local era pequeno e éramos ao todo em torno de 15 funcionários, sendo que era apenas eu de mulher, e lógico que o comentário da nova funcionária já havia corrido e quando eu cheguei a agitação foi grande, quando subi a escada então foi um verdadeiro tumulto, cada um queria chegar mais perto dos degraus para buscar algum material ou fazer alguma atividade.
O Dr. Renato me recebeu com um grande sorriso e mandou que colocassem uma mesa ao lado da sua para que eu pudesse começar a trabalhar.

Durante vários dias exerci minhas atribuições de Secretária eficiente, sem nenhuma novidade mais importante, a rotina era que eu sempre ia com vestidos e saias curtíssimas e geralmente sem nada na parte de cima, mostrando generosamente os seios sempre que me abaixava ou quando estava digitando.

As escadas e as pesquisas nos arquivos viraram mostruário da minha bunda,  e calcinhas, as quais adorava mostrar, não fazendo nenhuma questão em procurar esconder e que fazia a alegria da galera.
Uma das coisas que o Dr. Renato fez questão de frisar e de deixar bem claro era que sua esposa era muito ciumenta e inclusive era de fazer escândalos quando desconfiava de alguma coisa, motivo pelo qual iria procurar me preservar o máximo possível de estar perto dela.

Com o passar dos dias o Renato começou a ficar mais ousado e quando eu estava datilografando, ele parava ao meu lado e ficava olhando meus seios, às vezes se esfregava nos meus braços fazendo questão de me mostrar e me fazer sentir o volume extremamente duro que se formava no meio de suas pernas, eu por minha vez não me afastava um milímetro e incentivava a sacanagem.

Esta brincadeira de gato e rato durou uns 2 meses e eu já estava ficando cansada da rotina, um certo dia pedi para o Roberto ir ao serviço para conhecer o ambiente e o apresentei ao Renato que o tratou cheio de formalidades e logo saímos para almoçar, na volta como estávamos sozinhos, sentamos no dito sofá e o Roberto começou a me bolinar. Tirou o pau para fora e colocou na minha boca e ficamos ali brincando, quando vimos que o carro do Renato chegou paramos.

Logo o chefinho entrou e a seguir o Roberto se despediu e foi embora, o Dr. Renato estava inquieto, me olhava, rondava, senti que ele queria falar algo, mas não tinha coragem, então lhe perguntei se estava tudo bem e se ele tinha algo, já que estava tão diferente, ele chegando perto de mim, disse que não conseguia me tirar da cabeça Me fiz de desentendida e perguntei:  O que voce quer? Ele respondeu: - Tudo!

Levantei, fui até o banheiro, tirei as calcinhas e retornei... Sentei no sofá e deixei cair as alças do meu vestidinho e fiquei de seios de fora. Ele veio e sentou ao meu lado, enfiou a mão no meio das minhas pernas e me beijou...
Nesse momento o telefone tocou e eu fui atender, ao que ele aproveitou veio por trás e aproveitou para enfiar um dedo na minha xana.
Logo em seguida ouvimos passos na escada e me recompus rapidamente... Quando a pessoa surgiu na porta percebi logo pela cara de zangada que era a esposa do Dr. Renato que passou a olhar desconfiada para nós, até porque o Renato estava com uma cara que não deixava dúvidas de que algo fora do normal estava ocorrendo por ali, além do que a atmosfera e o cheiro de sexo impregnavam o ambiente.

O Dr. Renato também nem podia se levantar em virtude do grande volume que se formava no meio das pernas, ele me apresentou formalmente a esposa, que nem olhou para minha cara e eu discretamente fui saindo da sala.

No outro dia ele me contou que rolou o maior quebra pau entre os dois e que ela não admitia que eu ficasse mais nem um dia ali, mas que ele não queria que eu fosse embora e que ia pensar em algum modo de me manter junto a ele.

Eu disse que não teria nenhum problema nenhum em ir embora e que eu havia gostado muito deste período em que trabalhamos juntos, mas que não queria arrumar encrenca com sua esposa e que talvez fosse mesmo melhor para todos nós eu ir embora.

Mas que antes eu deixaria tudo organizado no escritório.
Ai veio a pergunta mortal: - Você não quer ficar trabalhando após o expediente para colocarmos o trabalho em dia? – E eu respondi que não haveria problema algum.
Liguei para o Roberto e pedi para que ele me buscasse as 21:00 horas, pois tinha algo urgente a resolver...
Às 18 horas após encerrar o expediente o Dr. Renato foi embora junto com os demais funcionários, me dizendo voltaria mais tarde, para não dar muita bandeira.

Não levou nem quinze minutos ele estava de volta, eu percebi sua aproximação, mas fingi que não havia notado... Como estava abaixada sobre o arquivo catalogando algumas pastas, ele veio por trás de mim, me agarrou pela cintura e colocou o pau duríssimo nas minhas coxas e se esfregou na minha bunda...
Começou então a beijar e morder meu pescoço e nuca e a apertar e bolinar meus seios...

Eu adoro isto e me senti amolecer toda... Ele abaixou as alças do meu vestidinho e o tirou lentamente, me mordendo e beijando... Me deixou somente de tanguinha e me colocando sentada em cima da mesa, tirou minhas calcinhas com a boca e me deu um banho de língua, me fazendo gozar copiosamente...
Ai eu levantei, tirei as calças dele e abocanhei aquela coisa dura e cheia de nervos, chupando até ele encher minha boca de porra.

Depois ele me beijou longa e apaixonadamente e se encostando na mesa, me colocou sentada sobre ele enterrando o cacete até o fundo.... E eu gozei enquanto ele me beijava e nossas línguas brincavam nas nossas bocas e meus seios roçavam o peito dele...

Após me colocou de quatro sobre a mesa e enfiou tudo em mim , me comeu por trás, pela frente deitada sobre a mesa e ainda sentada e deitada no sofá, me fazendo esvair em gozos simultâneos...

As 20:50 quando o Roberto ligou dizendo que estava indo me buscar eu estava com a boca cheia novamente e enquanto conversava com ele chupava o pau do Renato...

No decorrer da conversa, sentei no colo do Renato, posicionei o cacete na entrada do meu buraquinho e fiz ele enfiar de uma só vez o caralho no meu cuzinho e enquanto conversava no telefone com o Roberto, rebolava a minha bunda, me masturbava e gozava e gemia que nem uma vadia. Ele me perguntou se ia demorar e falei que não muito, mas que ainda estava resolvendo um problema urgente, grande e cabeludo, o Roberto percebeu o que estava ocorrendo, riu e disse que eu não tinha jeito mesmo, mas que me daria mais uns 30 minutos para resolver o que ainda não estava resolvido.

As 21:30 o Roberto chegou e fui embora,. lhe contei em detalhes o que havia acontecido e ele ficou de pau duro e eu fui chupando no caminho de casa e engoli toda a porra que ele despejou na minha garganta.
No outro dia o Roberto foi comigo até o escritório e entreguei minha demissão irrevogável..
Mas a parte mais engraçada deste dia é que não queria nem poderia ir embora sem aprontar alguma que ficasse para sempre nos anais da empresa, então fui ao escritório com um vestido hiper transparente e curtíssimo e sem calcinha.

Os meus colegas de trabalho quase tiveram um colapso ao me ver, em especial quando subi a escada e deixei cair minhas chaves, de forma proposital, o que me obrigou a abaixar e mostrar “involuntariamente” até a minha alma, além do fato que minha buceta estava mais saliente porque havia me depilado completamente e estava inchada de tanta pica que tinha levado do Renato e depois do Roberto..

Fui até a sala do Renato, sentei no colo dele, me despedi com um grande beijo na boca e fui embora...
Ele várias vezes me ligou para sairmos, mas não era o que eu queria e nunca mais nos encontramos, ele ficou com a bruxa da mulher dele e acabou perdendo uma Secretária Perfeita.

terça-feira, 18 de março de 2014

TRAIÇÃO COM ALTA DOSE DE PERIGO


Uma traição muito perigosa lancei uma brincadeira no meu blog sobre fantasias & fetiches. até achei que poderia surtir algum efeito, mas a princípio foi uma brincadeira. desafiei mulheres casadas ou noivas com casamento marcado a experimentar um perigo quase real de serem vistas por seus maridos ou noivos transando com outro. Dizia que era tudo completamente controlado e que o perigo era realmente só a sensação. espantei-me com a quantidade de e-mails que recebi. achei que seria interessante continuar a brincadeira, ou transformá-la em algo muito maior que uma brincadeira... imprimi os e-mails e levei pra minha casa, li com calma e em, em especial, me interessou demais. seu nome era Juliana, era noiva com casamento marcado. seu texto tinha muita hesitação nas palavras, tinha medo, receio, e isso me deixou muito intrigado. ela devia ter muito desejo de fazer algo desse tipo, pois, mesmo com todo esse medo, ela me procurou. 

Liguei imediatamente meu computador e respondi ao seu e-mail. a resposta veio tão rápida que imaginei como ela estava ansiosa, grudada ao computador aguardando meu contato. nos provocamos durante algumas semanas, por e-mail, depois pelo messenger. ela se sentiu muito à vontade e falávamos muitas coisas muito excitantes. então chegou a hora de fazer o convite à realização de nossa brincadeira. disse que não diria como seria nossa noite. nem se aconteceria a situação de perigo de ser pega na primeira vez... ela concordou e saímos para nos conhecer. nesse dia nada rolou, a não ser muita sedução e jogo de charme dos dois lados. No final, foi impossível não nos beijarmos na despedida. Ela era uma morena lindíssima, cabelos negros magra, enfim, linda. ela ficou muito inquieta com o beijo na porta de sua casa, mas correspondeu mesmo assim com muito desejo. Disse que as coisas aconteceriam assim, naturalmente e de vagar, mas na verdade meus planos eram outros. 

No próximo encontro ela teria uma surpresa. passei algumas semanas sem marcar o encontro. queria ela louca e ansiosa. a provoquei bastante pelo msn. também estava louco de tesão por toda essa situação, mas precisava ter controle sobre mim e sobre a situação. marcamos e fomos jantar numa terça-feira em um gostoso restaurante italiano. bebemos vinho e ela ficou bem solta, ainda mais que da outra vez. na volta ela estava muito alegre e distraída. estava sentada de lado no banco do carro virada para mim e conversava fazendo carinhos no meu cabelo e rosto, como namoradinha. de repente tomou um enorme susto quando descobriu que estava na rua do seu noivo. A surpresa aumentou quando parei em cima da calçada, bem em frente à casa dele, ela pirou, pediu, por favor, para eu ir embora. eu arranquei com o carro, parei numa rua deserta e mandei ela descer, secamente. 

Ela muito assustada desceu, pensando que eu a tinha posto para fora. desci do carro também e pedi: - me empreste sua bolsa, por favor. - o que? - por favor. me dê sua bolsa um minuto. joguei a bolsa dentro do carro e perguntei: - me diz em que banco está sua bolsa. me diga e eu vou embora. ela tentou olhar para dentro do carro e não conseguia ver nada. Meu carro tinha filmes muito escuros para se enxergar à noite. ela sorriu e entendeu o que eu queria dizer. - não faço nada que não esteja totalmente sob meu controle, Juliana. agora entre no carro e confie em mim. 

Ela entrou indecisa e sorriu quando viu sua bolsa bem próxima, e precisou tirá-la para sentar-se. dei a volta no quarteirão e parei novamente na frente da casa de seu noivo. Quando começamos a nos beijar e acariciar, ela ficou louca. tudo aquilo estava fazendo o efeito que esperava nela. ela realmente tinha uma enorme tara em trair seu noivo e que fosse algo muito próximo dele perceber. ela me acariciava por cima da calça, nossos beijos já se encontravam somente em alguns momentos, pois nossas bocas estavam freneticamente se movimentando pelo pescoço, ombros, orelhas. nossas mãos já procuravam pequenas partes do corpo por baixo das roupas. essas foram caindo uma a uma no banco de trás. sua camisa, sapatos... Juliana montava em mim com sua saia rodada se movendo como se eu estivesse dentro dela. Rebolava freneticamente se esfregando sobre mim. enquanto isso eu falava sacanagens em seu ouvido e ela somente gemia e me arranhava. - chama seu corninho chama? grita ele... Juliana gemia gostoso e só conseguia falar: - você é louco e está me enlouquecendo com isso.

Juliana continuava rebolando e em um determinado momento me implorou para eu colocar meu pau dentro dela. 

- Pede safada... - Coloca, por favor. Ela disse. 

- Pede, diz que quer fuder na frente de seu noivinho. 

- Me fode, por favor. ela pediu com carinha de desespero. 

- Diz, diz que quer ser fudida na frente dele diz? 

- Me fode. Eu quero muito ser fudida aqui, na frente desse corno! então afastei sua calcinha e ela urrou com a cara mais feliz que já viu uma mulher urrar. Rebolava tão freneticamente que quase gozo junto com ela. Gozou aos gritos, esquecendo completamente que estava dentro de um carro, na rua, e mais, na calçada da casa de seu noivo. Caiu mole sobre meu corpo, meu pau ainda duro dentro dela. meu tesão era grande e eu continuava a mexer vagarosamente só para mantê-lo rígido, queria mais... Juliana foi recuperando o tesão e as forças e logo estava novamente me cavalgando, mais suave, como uma menina apaixonada, seus beijos eram muito mais suaves e freqüentes, não demorou e o desejo de sexo selvagem retomou nossos corpos e quando ela cavalgava loucamente eu peguei seu celular e disse: 

- Liga para ele. 

- Não, por favor. ela assustou-se. 

- Liga agora e diz que está com saudades, com tesão e que é para ele te esperar no portão. 

- Você ta louco. disse ela se negando a fazer a ligação. Ameacei sair de dentro dela. 

- Achei que tinha mais coragem, mas você está medrosa demais...tentamos outro dia então. 

- Nããão! ela gritou. – Por favor, não para eu to quase gozando novamente! - Então liga, tão fácil... ela ligou no viva voz, e falou gaguejando, montada no meu pau o que eu pedi: 

- Marcelo, estou com saudades, quero te ver, estou com muito tesão. - Você está louca Juliana, o que te deu? - Tesão, muito tesão, estou louca para gozar, pode acreditar! 

- Certo Ju, você não está bem, vou te esperar. - Agora. vai agora para o portão. eu já estou chegando! Rápido ela disse, quase gemendo. 

- Você ta muito estranha... mas eu estou indo te esperar. respondeu Marcelo sem entender o que estava acontecendo com Juliana. 

- Satisfeito? tenho coragem agora? - Muita coragem. você me surpreendeu... em segundos Marcelo apareceu no seu portão deixando Juliana louca de tesão. Ela rebolava muito gostoso, xingava seu noivo: 

- Você nunca vai me dar tanto prazer assim, seu corno. Olha pra mim, olha! Meu carro com vidros pretíssimos e com o balanço da gostosa cavalgada de Juliana chamava a atenção de Marcelo, que olhava e sorria, sabendo que alguém transava dentro dele e isso enlouquecia a Juliana: 

- Olha como o corninho ta adorando saber que você ta fudendo aqui, olha como ele olha pra gente e sorri... Juliana enlouquecia com seu noivo sorrindo, achando engraçado estarem fudendo ali na sua frente. 

- Vou gozar. - Goza... estou quase gozando também... - Goza comigo. ela pediu. - Não, eu tenho outra idéia. goza pra mim, goza... em pouco tempo Juliana entrava num gostoso orgasmo, dessa vez, com pequeno medo de ser ouvida, abafou seu grito mordendo meu ombro fortemente. Tirei Juliana de cima de mim e puxei pelos cabelos parar um gostoso boquete. juliana chupava de maneira selvagem, faminta. - Goza, vai, estou louco pra te ver gozando, você foi tão gostoso... não demorou muito e eu gozei em sua boca. ela se assustou e tentou cuspir, mas não tinha onde, estava em meu carro e teve o instinto de não sujá-lo. deixou escorrer pelo próprio corpo. nos beijamos gostoso e ela se assustou com minha naturalidade, pois depois me contou que em seu noivo, se ela fizesse sexo oral, mesmo sem ejaculação ele não beijava mais sua boca. dei um lenço para ela se limpar e arranquei com o carro.

Parei na esquina e mandei: - Agora vai lá ver seu noivinho, ele está te esperando. disse com um sorriso cínico. - Não! preciso tomar um banho, não posso ve-lo assim... 

- Prefere que eu volte e abra a porta lá agora? 

- Não, pelo amordedeus, não faz isso.

- Então desce e vai até lá... vou dar a volta no quarteirão e quando passar em frente, quero te ver num gostoso beijo... 

- Por favor, lobo, ele vai sentir o cheiro o gosto, por favor, não faz isso. 

- Vamos desce agora ou desce na porta dele, você escolhe... Juliana pegou sua bolsa e desceu, estava excitada e o prazer tinha sido tão grande que se seu noivo descobrisse ele que fosse se fuder, ela precisava dessa emoção em sua vida. desceu e caminhou sorrindo em direção ao seu noivo, balançando a cabeça como quem não acredita no que está fazendo. Quando passei em frente da casa Juliana e Marcelo davam um beijo ardente, ela atracada nele como se nunca tivesse sentido tanto tesão e vontade de beijá-lo. 

 No dia seguinte entrei em meu e-mail e encontrei a mensagem: 

”lobo, nunca vou esquecer o que aconteceu, você apimentou minha vida de modo definitivo. Fiz amor ontem com meu noivo como nunca fizemos antes. ah, e detalhe, depois ele me confessou que além de eu estar muito diferente e gostosa, ele também estava mais excitado porque tinha um casal fudendo como loucos em sua porta, antes de eu chegar e isso o deixou muito louco. será que ele gostaria de saber quem eram? eu duvido (risos). 

Nos vemos novamente? espero que sim, quero muito continuar nossas brincadeiras, ass. sua noivinha preferida, Juliana.” se ele descobriu ou desconfiou alguma vez do carro filmado na porta de sua casa sempre antes de Juliana chegar com todo o tesão em sua casa eu não sei, mas no fundo ele gostou. e ela? amou... nunca mais parou de fazer...