sexta-feira, 25 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
O VIBRADOR ACELEROU NOSSO LIBIDO
Olá pessoal, quero contar a nossa experiência e realização de uma
fantasia antiga, um ménage-a-tróis, que inesperadamente aconteceu a
poucos meses. Bem, meu nome é Jonas e minha esposa chama Bia. Somos um
casal jovem. Nós nos casamos a 2 anos, porém, namoramos 6 anos antes de
casar. A Bia tem 1,67, pele clara porém bronzeada (com marcas de biquíni
bem pequenas), cabelos castanhos claros que chegam até o meio das
costas, corpo bem definido de academia (treina a 4 anos), bumbum médio e
bem durinho e a três anos implantou 300ml de silicone, o que deixou os
seios dela ainda mais perfeitos, muito empinados! Eles ainda tem um
biquinho bem saliente quando excitada! A meu pedido no começo, todo mês
ela depila tudo, bucetinha e cuzinho sem nada de pelo! Meu tipo físico é
normal, 1.82, 92kg faço musculação mas não sou marombado ou nada do
tipo, gosto de cuidar do corpo e da saúde. Normal.
Apesar de ela ser virgem, desde o começo nós demos muito bem no sexo.
Não rolava nada de nojo e restrições. Após uns dois anos de namoro nós
perdemos completamente a timidez na cama, e ela até se masturbava para
eu ver. Quando estávamos mais ou menos com quatro anos de namoro já
havíamos transado de todas as formas e lugares possíveis e até sexo anal
ela já gostava de fazer (depois de milhares de reclamações, claro). Com
medo de ´´cair na rotina`` eu já estava querendo buscar algumas
alternativas para continuar com o tesão de sempre.
As vezes quando a
gente transava, onde ela ficava por cima de mim, eu alisava com o dedo o
cuzinho dela e até enfiava o dedo um pouco, e ela sempre gemia forte e
gozava muito quando isso acontecia. óbvio, pensei depois, afinal o tesão
para ela de certa forma é duplo. Certo dia locamos aquele filme ´´
Recém Casados `` (onde o cara compra um vibrador para usar com a esposa
na lua de mel, e a esposa do filme fica toda empolgada para ´brincar`
com aquilo), então tive a idéia de: ´´ Porque não comprar um para usar
na Bia?`` e logo minha mente altamente pornográfica emendou ´´Imagina
fazer uma dupla penetração nela com o vibrador, a Bia vai gozar demais!
será que era isso que o casal do filme ia fazer?``.
Essa idéia rodeou
minha cabeça algum tempo, e um dia enquanto estávamos iniciando uns
amassos e no clima, eu citando e recordando aquele filme, falei sobre a
idéia do vibrador. Ela ficou alguns segundos pensando na idéia e logo
abriu um sorrisinho malicioso e disse: -
-É, pode ser interessante né?. Eu
respondi que sim, e disse:
-Olha só amor, da para você me chupar e ir
se masturbando com o ´´brinquedinho`` e tudo mais.
Ela fez uma cara mais
de safada ainda e sorriu. Dei meu cartão de crédito a ela, e na
sexta-feira ela passou no sex-shop de uma galeria e (muito envergonhada)
comprou. A partir daquela semana usavamos o´´brinquedo`` direto em
nossas transas. Ela adorou a idéia de me chupar e ao mesmo tempo ser
penetrada pelo vibrador., com jeito fui levando o vibrador a pincelar o
cuzinho dela e ela sempre gozava forte. Até que no dia do meu
aniversário, mandei uma mensagem dizendo que queria um presente
diferente. ela mais que curiosa ficou louca para saber que presente que
era , mas eu disse ser segredo e que só mostraria no motel, e para ela
não esquecer o ´´brinquedinho`` (apelido do vibrador).
A noite no motel
após um strip que quase me matou de tesão, e eu chupar ela inteira,
revelei em seu ouvido que queria comer o cuzinho dela bem devagar e que
enquanto isso ela iria se masturbar e enfiar o vibrador na bucetinha bem
rapidinho. A Bia fez uma cara de surpresa com a idéia, porém, não
contestou, só disse que eu era muito safado. Peguei então na estante ao
lado da cama uma camisinha e lubrificante que passei no cuzinho dela de
forma lenta, já introduzindo um e depois dois dedos, a Bia começou a
gemer de leve e buscou com a mão na cama aonde estava o vibrador, pegou
ele, lambeu e levou em direção a bucetinha que estava ensopada, onde
ficou pincelando enquanto me chupava.
Coloquei a camisinha, lubrifiquei mais um pouco, e
lentamente fui enfiando no cuzinho, ela se contorcia de tesão e talvez
um pouco de dor, e gemia baixinho, comecei as estocadas de leve e a aos
poucos ela foi enfiando o vibrador na bucetinha, parei um pouco então
para ela enfiar tudo e ir acostumando com os dois, ela para minha
surpresa se empolgou com o brinquedo e começou com movimentos rápidos e
disse para eu continuar que estava muito bom, eu voltei a penetrar o
cuzinho dela, mas dessa vez com um pouco mais de força, a cada estacada
que eu dava ela gemia mais alto, aquele movimento foi ficando cada vez
melhor, ela gemia e movimentava o vibrador com um tesão enorme, eu
enfiava mais fundo e grudei no cabelo dela e naquele momento de tesão
louco disse:
-Ta gostando minha putinha com dois paus ta? Ela gemendo e
gritando de tesão respondeu:
-Tooo, tooo, aiii que delicia que é com
dois assim!!. Eu estocava cada vez mais forte e fundo, e logo anunciei
que ia gozar, não agüentava mais, a Bia só respondeu que também ia gozar
e eu não agüentei e gozei forte, ela gemeu mais alguns segundos
enfiando o vibrador freneticamente e senti ela gozando como nunca!
As
contrações pareciam que não ia acabar, ela gozou de uma maneira muito
diferente e bem mais intensa, e ficou praticamente desfalecida... Após
esse dia descobri como satisfazer ela 200%, e pelo menos uma ou duas
vezes no mês rolava a DP (dupla penetração).
Um ano depois (mais ou menos), em um dia que rolou uma transa
fantástica na cama dos pais dela (sogro/sogra viajando), o assunto foi
para o lado de fantasias sexuais, sendo estas possíveis ou impossíveis.
Perguntei quais eram as fantasias dela. A Bia enrolou, enrolou ficou
acanhada e falou para eu dizer as minhas primeiro. Eu (como todo homem)
disse que era transar com duas mulheres, e ver elas se pegando, se
chupando e tudo mais, seria bem legal.
Ela não fez muita cara de
surpresa (acho q toda mulher sabe desta fantasia dos homens) e me
incentivando disse, qual mais, qual mais.. e eu fui dizendo que sei lá,
achava interessante e curioso talvez transar com mais pessoas no mesmo
ambiente. Ela curiosa disse: -Mas suruba? Todo mundo pega todo mundo? Eu
ri, e disse, -É, mais ou menos isso. E ela meio indignada: -É mas se
for igual firme pornô isso é uma deus nos acuda! O cara come um monte de
mulher, a mulher dá para vários homens!! Eu hein! Imagina só!. Eu dei
risada, e disse: -É mas não deve ser igual filme não, aqueles filmes
pornôs apelam.. e sei lá, acho que tenho curiosidade só de ver como
seria, não sei. E já mudei a conversa para o lado dela, e você conta as
suas ai. Ela quis enrolar mais um pouco, e disse que tinha vontade de
transar numa praia deserta... eu dando pressão, perguntei quais mais, e
que queria umas mais tórridas, assim como as que eu falei, ela então
gaguejou, pensou e soltou:
-Áá, sabe, assim como você tem sobre duas
mulheres, eu acho que seria legal com dois homens, para fazer igual
quando a gente faz com o vibrador (se referindo a DP). Eu dei risada,
mas fiquei bastante surpreso com a resposta, apesar de saber que essa é
uma fantasia de vária mulheres. Enfim, conversamos mais um pouco sobre
isso e fomos dormir.
Duas semanas depois que aconteceu esse papo, em um
sábado, estávamos transando e eu lembrei da conversa, e no momento que
estava fazendo um dupla penetração nela, eu soltei no ouvido dela só
para atentar:
-Imagina amor, ao invez do vibrador um cara comendo o seu
cuzinho aqui bem rapidinho. Ela nem disse nada e nem precisou para eu
entender, pois gozou na hora, se contraiu toda, foi muito intenso. Tirei meu pau da sua buceta e seu brinquedo e gozei fartamente no seu bumbum. ela foi ficando praticamente
desmaiada encima de mim. Um pouco depois fomos tomar banho e começamos as caricias de novo no chuveiro, virei ela de costa para mim e fui esfregando meu pau ja duro pela sua bunda, ela empinou um pouco e enfiei na sua bundinha mesmo foi entrando e eu falando sacanagens no seu ouvido, ela foi se soltando e começou a se soltar como nunca havia feito antes, começou a pedir para eu fuder forte, que ela amava minha pica(com essas palavras), que eu fodia ela muito gostoso. Até que ela falou:
- Me chama de "puta".
Virei ela de frente pra mim e em pé mesmo efiei meu pau a sua buceta, naquele malabarismo eu bombava sem dó e a beijava loucamente, ate que ela goza de novo, eu tava quase entao ela fez algo que nunca tinha feito antes se agachou, começou a me chupar e pediu, goza em mim. Aquilo me deu muito tesao e quando avisei que ia gozar para ela tirar a boca, ela intensificou a chupada e gozei fartamente em sua boca. Ela parecia querer tirar a ultima gota pois nao parou de chupar.
Quando acabou ela se banhou mais um pouco, eu fiquei ali me restabelecendo entao ela se vira pra mim com uma cara selvagem, me da um beijo na boca, depois um tapa no rosto, me assustei com o fato, ai ela diz:
- Isso é por vc ter me transformado numa puta! E saiu do banho.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
SEXO COM AMOR
Abri os olhos: na minha frente uma bandeja com pãezinhos frescos, geléia, manteiga, queijo, presunto, frutas, café, leite e suco de laranja. Me espreguicei e dei um bom dia com um leve beijo na sua boca. Aceitei a refeição preparada com prazer, estava morrendo de fome devido a maratona que tivemos durante a noite. Taís era assim, doce, meiga e muito solícita. Sempre querendo agradar. Inclusive na cama. Neste assunto ela se revelava, transformando-se em uma máquina de prazer, uma atleta sexual que exauria as minhas forças. Terminei meu café da manhã, afastei a bandeja e fiquei olhando para ela.
Eu estava deitado na cama com os
braços cruzados por trás da cabeça. Ela nua, de frente para o espelho,
penteava os longos cabelos lisos ainda úmidos. Adorava olhar para o seu
corpo, ver ela se vestir. Contemplava sua cintura fina, as covinhas
acima dos quadris e aquela bunda branquinha. Ela sempre se demorava mais
escovando os cabelos longos e lisos, repartidos ao meio. A primeira
coisa que me chamou atenção nela foram eles. Os cuidados prosseguiam com
a aplicação dos cremes, um para o corpo e outro para o rosto.
Desodorante, um pouco de perfume no pulso e no pescoço, depois vinha a
vestimenta das roupas.
A calcinha preta comportada, com
rendas e lacinho cobrindo a bucetinha de lábios salientes e rosados. Os
pelos claros com corte delicado. O bumbum farto e empinado preenchendo a
lingerie, O tecido ocultando sua pele clara mas deixando em evidência
suas formas. O sutiã da mesma cor alojando os seios médios e firmes com
os bicos eriçados.
A blusinha era vestida com
cuidado para não desmanchar os cabelos penteados. Ela ficava linda
vestida assim: de calcinha e com uma blusinha. A calça jeans justa era
colocada com uma reboladinha, para conseguir passar pelos quadris
largos. Eu ria sempre que ela fazia isto. Adorava este seu ritual,
pensava naquele corpo sendo coberto e escondido, mas que antes disso
tinha sido todo meu.
- Você não vai se vestir? – me questionou com a voz meiga e gentil.
- Só se me der um beijo
primeiro. – Me levantei e a abracei procurando seus lábios. Senti aquele
cheirinho gostoso, de mulher recém saída do banho, toda perfumada. Ela
se afastou me dizendo para eu parar senão não conseguiríamos sair dali.
- Sabe que é uma boa idéia? Podíamos passar o dia na cama. O que você acha?
- Você sabe que não podemos... disse ela saindo do quarto em direção a cozinha....
Sentei na cama e logo voltei a deitar. Calculei que poderia ficar ainda mais um pouquinho na cama.
As lembranças acabam por
envolver meus pensamentos e imagino como a vida por ser vivida. Quantas
possibilidades temos em nossa frente e como nossas escolhas afetam os
nossos caminhos. Principalmente na nossa juventude temos infinitas
estradas para percorrer e nem sempre escolhemos as mais certas.
Lembro de quando tinha dez anos
de idade e brincávamos todos juntos em um parque de minha cidade. De
repente uma garota se aproximou e me fitando com aqueles olhos azuis
profundos, colocou um papelzinho dobrado em minha mão se afastou
rapidamente. Curioso , abri o papel e a mensagem dizia: ´Oi te acho
muito bonito, quer namorar comigo?
Achei engraçado e fiquei um
pouco envaidecido, mas naquela época o que eu gostava mesmo era de jogar
bola e ,apesar de ter me aproximado mais de Raquel, a nossa relação
não passou de darmos umas voltinhas de mãos dadas por aí. Mas este foi o
dia que uma semente foi plantada no meu coração. Com o passar dos anos
já na adolescência, descobri o amor quando a vi de biquíni no clube.
Acostumado a vê-la com roupas largas brincando no meio dos meninos não
podia imaginar quanto o seu corpo estava mudado.
Cabelos castanhos até a metade
das costa e, olhos azuis. Os seios, bumbum e pernas todos com a medida
certa. Um corpinho de violão que se escondia por trás de um jeito
moleque. Estava com quinze anos e já era uma mulher feita. Depois deste
dia tomei coragem e declarei o meu amor. Ela sorriu como um anjo e disse
que também gostava muito de mim. Nos beijamos, acariciei seu rosto,
coloquei meus dedos por entre os seus cabelos e a abracei forte. Ahhh
...Como eu a amava...
Começamos a ficar mais íntimos,
passávamos um bom tempo sozinhos vendo filmes em minha casa e logo tive
vontade de conhecer mais o seu corpo. Em uma tarde, começamos a nos
beijar e eu sentia todo aquele corpo sob minhas mãos, o calor da sua
pele, a sua bundinha firme. Ela gemia e respirava com dificuldades. Meu
pau doía de tão duro e sentia minha cueca melecada de tesão. Minhas mãos
entraram por debaixo de sua camiseta e senti os seus seios rijos, os
apertei e ela gemeu mais forte. Ela também passou a acariciar meu tórax
me deixando ainda mais louco. Não agüentava mais e coloquei sua mão sob a
minha bermuda. Assim que ela sentiu meu pau duro o segurou com força.
Sem
me preocupar que estávamos no sofá da sala, tirei sua camiseta e passei
a beijar o seu pescoço. Sua cabeça pendeu para o lado e ela aceitou o
carinho, acho que devia estar com tanta vontade quanto eu. Guiado pelos
instintos desci minhas mãos até o seu shorts e tentei abri-lo. Mas desta
vez ela segurou minhas mãos.
- Por favor... você sabe que eu te amo!
- Eu também te amo, mas ainda não estou preparada. Você consegue esperar mais um pouco?
Respondi afirmativo, porém não
agüentava mais. Eu a amava e estava louco de desejo. Queria sentir o seu
corpo e descobrir como era transar. Masturbação já não me satisfazia.
Eu namorava uma garota linda e gostosa que me deixava cada vez mais
louco de tesão e apaixonado.
Continuamos a namorar e sempre
que estávamos sozinhos eu tentava avançar mais um passo, sempre nos
agarrávamos e parecia sair faíscas. Mas ela continuava firme. Queria se
sentir preparada. E eu tentava bravamente respeitar o máximo possível a
sua posição.
Em outro dia os pais dela não
estavam em casa, somente sua irmã mais nova estudava na sala. Fomos até o
quarto de Raquel para ver uns cd´s e começamos a nos beijar. Ávido de
tesão minhas mãos já passaram a acariciar aquele corpo lindo, tão
conhecido de minhas mãos,, tão desejado pelo meu corpo. Apertei a sua
bundinha , alisei a buceta por cima da bermuda e coloquei sua mão no meu
cacete. Ela o apertava e o esfregava quando não agüentei mais e o tirei
para fora. Ela se assustou um pouco e depois o segurou. Nossa! Quase
gozei somente com o contato da sua mão. Continuamos a nos beijar e a fiz
se abaixar empurrando seus ombros para baixo. Ela entendeu minha
vontade e se ajoelhou aos meus pés. Com o pau na altura do seu rosto,
olhou para cima e sorriu .
- Me chupa vai, me chupa ! Não agüento mais! Implorei rouco de tesão.
Então ela o olhou por um
instante e sua boca agasalhou o meu pau. ! Nunca imaginei que pudesse
ser tão bom! Sentia sua saliva morna, sua língua acariciando a cabeça do
meu cacete. Os movimentos ainda inexperientes para dentro e para
fora... Não agüentei... Enchi sua boca com toda a minha porra acumulada
pelo o tesão que eu sentia.
Estranhando o gosto ela o tirou
da boca e ficou apenas alisando. Apesar da gozada farta meu pau ainda
estava duro. Então a puxei para perto de mim e tirei sua camiseta, já
aninhando meu pau entre as suas pernas. Raquel também estava com tesão,
podia sentir isso pela sua respiração. Tirei seu sutiã e os seios mais
lindos do mundo apareceram na minha frente. Os beijei com paixão. Lambia
e brincava com os bicos que estavam empinados, passava a língua na
auréola rosada e apertava o outro com minhas mãos. Alucinada a coloquei
na cama e fui beijando sua barriga. Tentei abrir o seu calção e desta
vez não houve resistência. Ainda lembro da sua calcinha... Era
branquinha e estava úmida na parte da frente demonstrando o seu desejo.
Completamente nua, deitada na
sua cama, ela era a coisa mais linda que havia visto na minha vida. Sua
bucetinha com pelos claros estava molhadinha. Lembro do prazer que senti
quando passei minha mão lambuzando meus dedos pelos seus líquidos.
Aquilo significava que ela me desejava tanto quanto eu a ela. Retribui o
prazer que senti passando a língua nos lábios macios e rosados da sua
vagina. Ela gemeu e mexeu o corpo na cama. Acariciei sua vagina
explorando toda a sua extensão. A lambia, beijava e sugava loucamente
sentindo o gosto da sua bucetinha. Com minha cabeça entre suas pernas,
Raquel erguia seus quadris da cama enquanto gozava na minha boca me
segurando pelos cabelos. Ela gemia muito. Fiquei orgulhoso daquilo! Não
sabia que eu era capaz disso. De dar tanto prazer a uma mulher.
- Tá doendo muito? Perguntei,
maravilhado com a sensação que sentia. Meu pau latejava e sentia a sua
bucetinha macia, úmida e aquela temperatura morninha. Parecia que eu
gozaria a qualquer instante.
- Tá... Mas dá para agüentar... Continua... Mais vai devagar...
Lentamente fui introduzindo todo
o meu pau até sentí-lo inteiro dentro dela. Sua testa se franzia de dor
e com o pau alojado em suas carnes beijei seus lábios, seu rosto, senti
o perfume no seu pescoço e iniciei o movimento para dentro e para fora.
Aquilo era demais! Quase sem querer fui aumentando a intensidade dos
movimentos, sentia um calor dominar meu corpo e quanto mais sentia a
proximidade do meu gozo mais aumentava a velocidade de minhas estocadas.
Logo, minha virilha se batia com a dela com violência até eu gozar com
gemidos de prazer. Suas mãos apertaram minhas costas e suas unhas se
enfiaram na minha pele. Todo o meu corpo formigou, a sensação subiu
pelas minhas pernas e estourou com minha porra que encheu sua bucetinha.
Desabei sobre o seu corpo e fiquei abraçado a ela totalmente ofegante.
Passado alguns segundos levantei meu rosto e acariciei seus cabelos. Ela sorria com uma expressão cansada.
- Eu te amo. - Falei apaixonado
Ela sorriu e disse que também me
amava. A abracei com força e decidi que ficaríamos juntos para sempre.
Eu casaria com ela e teria filhos. Seriamos felizes!
Inebriados com nosso amor fomos
surpreendidos por um barulho fora do quarto que me tirou de minhas
fantasias. Rapidamente nos vestimos receosos de sermos pegos em
flagrante. Sai do quarto e corri para a porta dos fundos enquanto ouvia
seus pais entrarem pela porta da frente. Corri o mais rápido que pude e
consegui fugir sem ninguém me ver. Estava radiante de felicidade. Agora
eu era um homem. Sabia o que era transar. Meu coração transbordava de
emoção. Estava repleto de amor. Raquel, minha primeira namorada, minha
primeira mulher, o amor de minha vida.
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