sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Conto Erotico: Amigas

Topei e foi quando ela me beijou, no começo estranhei mais na carência correspondi, sento suas mãos nos meus seios bem devagar e os bico ficaram durinhos, ela passou a me beijar o pescoço ate chegar nos seios, como ela chupou e mordeu meus biquinhos que estavam durinhos aquilo me deixou com muito tesão senti sua boca por todo meu corpo, ate chegar na minha buceta, que já estava toda molhada, ela foi passando a língua bem gostoso e sentindo meu gosto, ate que começou a sugar meu grelo que já estava durinho.

Eu fui me contorcendo toda de tanto tesão, e falando coisas que jamais imaginei dizer a uma mulher, queria que ela me chupasse mais e mais, pois estava louca para gozar, Joana enfiava a língua na minha xana e aquilo me levava a loucura, chupava com tanto gosto como nunca fui antes, eu implorava para que ela não parasse, me chupou gostoso ate eu gozar, e como gozei…… que delicia ser chupada por outra mulher, lógico que retribui eu também pela primeira vez chupei uma buceta e como é gostoso sentir uma mulher gozando na minha boca, gozei mais três vezes na boca e língua de Joana.
Hoje mesmo estando namorando ainda dormimos uma na casa da outra e temos noites memoráveis juntas…
quinta-feira, 14 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Conto de Casal Swing
Aquele seria um final de semana de paz e sossego, mas se transformou numa experiência inesquecível para mim, minha esposa e um casal de amigos. Tudo começou na sexta-feira, depois do trabalho. Há muitos anos, somos amigos de um casal que tem uma casa de praia no Porto das Dunas, em Fortaleza-CE.
Decidimos tirar aqueles dias para descansar, longe do stress e da ''molecada'', que ficaram na casa dos avós. Assim, na sexta-feira, fizemos algumas compras (comida, carnes para churrasco, lagostas, cervejas e coisas para o café da manhã) e saímos juntos, nos nossos carros, para a casa.
Tão logo chegamos, nos acomodamos, colocamos a cerveja para gelar e caímos na piscina. Ficamos até altas horas, só no churrasco e na piscina, conversando sobre os mais diversos assuntos. Jantamos. Jogamos um jogo de cartas e fomos dormir. Pouco tempo depois de nos deitarmos, começamos a escutar risadas e gemidos vindos do quarto do Cláudio e da Rafaela.

Na manhã seguinte, tomamos café e fomos para um parque muito conhecido, que por razões óbvios prefiro evitar o nome. Passamos o dia comendo caranguejo e acabamos por almoçar por lá mesmo. Estávamos muito a vontade, sem qualquer constrangimento e nos sentindo um pouco cúmplices, em razão da noite anterior.
Voltamos para a casa e fomos para a piscina. A essa altura todos já estávamos um pouco ''altos''. Enquanto Cláudio e Rafaela preparavam algo para beliscar, eu e Marta ficamos na piscina nos beijando e nos tocando. Ela pegava no meu pau debaixo da água, enquanto minha mão entrava na parte de baixo do seu biquíni, tocando sua boceta e batendo uma rápida siririca. Tudo isso enquanto nos beijávamos como loucos. Antes dos nossos amigos chegarem, ainda tive tempo de afastar a parte de cima do biquíni e chupar seus seios.
Quando Cláudio e Rafaela voltaram, eles estavam visivelmente excitados. Percebíamos pelo volume do pau do Cláudio no calção e pela alegria da Rafaela. Eles entraram na piscina e ficaram se abraçando e se beijando. Então, toda a inibição e a vergonha pareceram terem ido pro espaço. Nós quatro estávamos nos sarrando na piscina, um casal na frente do outro. Cada um com sua esposa. A Marta batia uma punheta no meu pau, enquanto o Cláudio chupava os peitos da Rafaela. Em todos os instantes, nossos olhares se cruzavam e na minha cabeça surgiam as maiores fantasias e sacanagens. Via que tudo podia acontecer naquele final de semana.
Quase para explodir de tesão, e sem planejar nada, saímos da piscina e fomos para nossos quartos. Foi tudo muito louco. Dessa vez, transávamos com nossas esposas com as portas dos quartos abertos e podíamos ver Cláudio e Rafaela na cama deles. Ela tinha um corpo perfeito. Bunda linda, seios grandes, mas firmes. Ninguém olhava para aquela mulher e dizia que ela já tinha dois filhos. Ela estava sentada, cavalgando o pau do Cláudio. Minha mulher ficou de quatro, para que ela também pudesse ter uma melhor visão da cena e ficamos olhando aqueles dois, enquanto eu estocava meu pau na boceta da minha mulher. Nunca vi a Marta gemer tanto. Nisso, eu percebia que o Cláudio também não tirava os olhos da gente. Marta, minha mulher, faz o tipo mignon. É magrinha, mas tem a bunda bem durinha e a pernas bem malhadas. Os seios dela são pequenos, mas durinhos e empinados.
Nisso, ela pediu para que eu a enrabasse de pé. Ela adora transar assim. Nos levantamos da cama e fui enfiando meu pau nela. De forma consciente e deliberada, fui encaminhando ela para a porta do quarto de Cláudio e Rafaela, de modo que estávamos a poucos metros deles. A Rafaela ficou de quatro e eu não conseguia tirar meus olhos dos seus peitos balançando.
Então, tirei meu pau, peguei a mão da Marta e nos deitamos na cama, junto com eles. A princípio cada qual ficou com sua esposa. Abri bem as pernas da minha mulher e comecei a chupar sua boceta. Fiquei chupando um bom tempo, enquanto ela se contorcia de prazer e Rafaela gritava: ''Que loucura! Que loucura!''. Enquanto chupava, vi que Rafaela começou a apertar os mamilos da Marta e Cláudio passava a mão no seu cabelo. Quando vi, ele estava enfiando o dedo na boca da minha mulher. Aquilo quase me fez gozar. Continuei chupando e a Marta se chegou mais para perto da Rafaela e praticamente engoliu um dos peitos dela.
Cláudio já tinha enfiado o pau na boca da Marta. Ela chupava tão gostoso, que na hora até me bateu um ciúme, mas o tesão falava mais alto. Nessa hora, Rafaela se ajoelhou e passou a me chupar também, enquanto eu chupava a Marta.
Ninguém dizia nada. Nada era programado. Foi a troca perfeita. Beijei minha mulher e perguntei se ela queria ter dois machos comendo ela. Ela disse que sim. Que era sua fantasia secreta. Coloquei ela de quatro e chamei Cláudio para meter nela. Ele meteu com tanta força que Marta deitou de bruços. Ele estocava e mordia sua nuca. E ela gemia: ''Ai, amor! Que pau gostoso! Vem, me dá teu pau também!''. Com Cláudio comendo minha mulher, resolvi comer a Rafaela. Ela se deitou, abriu as pernas e fizemos um papai-mamãe muito gostoso. Marta ainda nos procurou, mas ela queria mesmo era beijar a boca da Rafaela.

Então, a Marta falou no meu ouvido: ''Quero que você goze em mim''. Então, tirei o pau e enfiei na minha mulher. Ela estava encharcada. Parecia que o Cláudio tinha gozado nela. Fizemos um papai-mamãe e gozei muito. Nos retiramos e ainda voltamos para a piscina, pois estávamos molhados de suor. Cláudio ficou deitado com a Rafaela.
No dia seguinte, depois do café, voltamos para Fortaleza. Não falamos nada um com o outro. Parecia que tudo não tinha passado de um sonho.
terça-feira, 12 de março de 2013
O pastor despregou minha mulher
Casei com minha namorada Sara, uma mulher muito bonita, gostosa e tem uma bunda que deixa qualquer um doido. Quando casamos, trepávamos o dia todo, ela é insaciável, quanto mais fudia com ela, mais cacete ela pedia. Sua especialidade, éra anal como ela gostava e depois de alguns filmes adorava engolir porra.
Há tempos atrás, começamos a frequentar uma igreja, pois nem só de sexo vive um casal. Os irmãos nos recepcionaram muito bem e continuamos a ir. Até que num certo dia, o pastor teve que se ausentar por motivo de saúde e veio outro para substitui-lo. Era um negro muito alto, com uma pinta de galã. Veio ao nosso encontro, depois do culto e fomos apresentados a ele.Seu olhar para minha esposa, o entregava, vi em seus olhos desejo de possui-la. Quando veio falar comigo, me deu os parabéns, dizendo que eu era um homem de sorte. Fiz que não entendi, e fomos falar com as outras pessoas. Vez ou outra, olhava para o pastor conversando com os irmãos e ele sem conseguir disfarçar, não tirava o olho da bunda da minha esposa. Conhecemos sua esposa, uma senhora acalhada, tímida e depois ficamos sabendo que ela sofria muito de depressão. As irmãs fofoqueiras rapidamente descobriram o motivo de tanta tristeza. O pastor era um homem que gostava muito de trepar e sua esposa não, por isso eles viviam em crise.
Comentaram isso para minha esposa e ainda falaram outro detalhe, que o pastor tinha um pênis enorme. Notei o tesão da Sara, quando ela falava e perguntei se ela achava o pastor atraente, ela ficou meio sem jeito, sem querer responder, e disse que ela não se preocupasse, que eu já sabia a resposta. Então ela falou: acho o pastor um tesão. Insisti na conversa e a perguntei se ela tinha notado o olhar do pastor para ela. Ela disse que sim, inclusive tinha levado uma cantada dele na cozinha, quando estavam a sós. Sabendo que seria corno mais cedo ou mais tarde, pois minha esposa era muito fogosa e desejada por todos os homens. Fui direto ao assunto e a perguntei: você que fuder com o pastor? Ela sorriu timidamente e balançou a cabeça, dizendo sim. Falei que a amava e seria apenas uma fantasia nossa a ser realizada, ela ofegante concordou. Falei também que assistiria tudo, escondido. Convidamos o pastor para ir até nossa casa, ele aceitou o convite. Coloquei na sala um espelho falso, de modo que do meu quarto daria para ver tudo que se passava na sala.Chegado o dia, pedi para minha esposa vesti uma roupa bem sensual. Almoçamos e fomos para sala, esperar achegada do pastor. Estávamos sós, pois não tínhamos filhos.

Minha esposa começou a chupar, quando menos se esperava, uma gozada na cara dela, nunca vi tanta porra na minha vida, foi um verdadeiro banho. Gozei no mesmo momento. Sara foi se lavar, e depois retornou. O pastor sempre de pau duro a aguardava. Ele fudeu a buceta dela de tudo que era jeito, parecia um animal no cio. Sara gozava muito tambem. Mas o melhor estava por vim. O pastor colocou ela de quatro e socou no cú dela, além de ver, deu para ouvir o grito dela, deu para ver cada centímetro entrando naquele buraco. Aquele homem parecia que não via uma mulher a séculos, sua pica, parecia uma cachoeira de porra. Contei no mínimo umas 4 gozadas dele. Exausto, depois de duas horas fudendo minha esposa, o pastor parou se vestiu rapidamente e foi embora. Sai do quarto e fui até a sala, chegando lá, vi a minha esposa. Perguntei para Sara se tinha gostado. Ela disse, que o pastor era um cavalo, 'Nunca gozei tanto na minha vida', que precisaria repetir. E me devolveu a pergunta. Voce participa da próxima vez? Disse que sim se ela quisesse. Ela disse que "sim"

Ela se virou pro pastor e começou a chupa-lo entao eu enfiei meu pau na buceta dela e comecei a bombar, foi quando ela olhou para tras e pediu para eu comer o seu cuzinho entao eu fui colocando devagar mas a puta jogou sua bunda pra tras e meu pau foi o mais fundo que deu. Nao demorou muito ela deita sobre meu corpo sem tirar meu pau da sua bunda e pede pro pastor comer sua buceta. A safada queria uma DP e o pastor colocou aquele pauzao na buceta dela e se deitou sobre ela fudendo ela com muita força eu sentia o pau dele dentro dela entrando e saindo pelo meu pau. Mundamos algumas vezes de posiçao mas sempre fazendo uma DP nela. Até que ela se ajoelhou no chao e pediu para que nós dois gozassemos na boca dela e foi o que fizemos. Foi um sabado que nunca esqueceremos.
segunda-feira, 11 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Chefe bem-dotado
Meu nome é Raquel. Tenho 27 anos, sou morena, olhos verdes , corpo bem cuidado, seios fartos e perfeitos. Há cinco anos me apaixonei por Carlos com quem me casei logo em seguida. No começo, seu jeito machão me seduzia, me fazia sentir segura e protegida. Mas com o tempo, fui percebendo que alguns defeitos da época do namoro ficavam agora cada vez mais agudos. Por exemplo, Carlos passou a opnar sobre as roupas que usava, proibindo minissaias e vestidos, mesmo que eu usasse a seu lado. Seu ciúme era doentio e chegou ao ponto de me obrigar a sair de um emprego só porque peguei uma carona de volta para casa com um amigo. O pior de tudo: percebi que ele perdia cada vez mais o interesse por mim. Na cama, ele transava comigo como se fosse por obrigação e se eu quisesse alguma posição diferente, ele já perguntava se eu estava ficando louca, que eu era sua esposa e que me respeitava demais.
Até que um dia, por ironia do destino, Carlos me apresentou Roberto, seu amigo dos tempos do colégio, e que na ocasião havia se tranformado num bem sucedido advogado. Depois de conversarem um pouco sobre o passado, Carlos comentou que Roberto precisava de uma secretária com prática e que queria me fazer um convite profissional. Mal sabia meu marido que acabara de iniciar sua fiel esposa numa incrível aventura sexual! Roberto não era um homem bonito, porém era muito charmoso e tinha um jeito manso de falar, mas o que mais me chamou atenção nele foi o seu olhar de quem queria me comer com os olhos.Apesar das roupas bastante discretas que tínhamos que usar, ele não perdia uma chance de olhar sobre meu decote, sempre fazendo elogios muito maliciosos sobre meu corpo. Um dia, na festinha de fim-de-ano do escritório, os funcionários foram liberados para vestirem o que quisessem, pois tratava-se de uma confraternização.

Resolvi cobrar o meu presente e ele disse que estava em algum lugar da sala, que eu teria que procurar. Comecei minha busca olhando dentro das gavetas, armário e escrivaninha sem sucesso. Ele sugeriu que eu procurasse embaixo de sua mesa. Eu obedeci e acabei ficando “de quatro”, uma posição bastante comprometedora para uma mulher casada. Eu já não estava no meu estado normal, minha cabeça rodava e uma mistura de tesão e tontura não me deixava pensar direito. Foi então que ele deu o bote, me agarrou pela cintura, encostou seu pau em mim e disse que meu presente estava ali, dentro de suas calças. Minha primeira reação foi tentar escapar e comecei a xingá-lo de louco e disse que ia processá-lo por assédio sexual. Mas Roberto não cedia, não me largava e dizia que sabia dos problemas sexuais com meu marido, que era na época seu melhor amigo e que lhe contara tudo. Ele começou a beijar o meu pescoço e meter a mão dentro da minha calcinha.
Aí ele me disse: “Se você não quer nada, por que sua bocetinha está tão molhada”
Eu já não conseguia responder e ele, sentindo que o sinal estava verde, colocou seu pinto pra fora da calça e mandou que eu o masturbasse. Eu obedeci e louca de tesão, coloquei minha boca em seu cacete e comecei a chupá-lo desesperadamente. Ele não acreditava no que via e dizia que iria me recompensar por eu chupar tão gostoso. Colocou-me novamente de quatro e começou a lamber a minha xoxota. Sem perder tempo, enfiou aquele cacete enorme dentro de mim, fodendo como se fosse a última vez, com força, com vontade, como um garanhão fode sua fêmea. Eu gozava como nunca, não pensava que era possível atingir tanto prazer, pois estava acostumada com as mornas transas com meu marido. Mas com Roberto era diferente, ele me fizera sentir mulher de novo.
-“O que você disse?”, perguntou ele, perplexo e sem tirar seu membro de dentro de mim.
Aí eu repeti:
- “Quero que arregace meu cu, esta é minha maior fantasia!”

Eu, para provocá-lo ainda rnais, dizia em voz alta: “Bate mais forte que eu gosto de apanhar, bate e enfia a rola na mulher do seu amiguinho!”
Ele, enlouquecido, fodia cada vez mais forte meu cu , até que me disse que ia gozar. Pedi que gozasse na minha boca, outra fantasia que nunca havia realizado. Ele atendeu o meu pedido e despejou seu líquido branco não só na minha boca, mas no meu rosto todo! Era tanta porra que escorreu para os meus cabelos e sujou também o meu vestido! Quando demos conta e voltamos para o mundo real, a festa já havia terminado e todos já tinham ido embora com exceção do meu marido, que me esperava há quase uma hora dentro do carro. Até hoje não sei como ele acreditou em minhas desculpas esfarrapadas daquele dia. Só sei que me formei advogada, ainda trabalho no escritório de Roberto e continuo casada com Carlos, que nunca desconfiou de nossas freqüentes “horas extras” para colocar o “serviço em dia”.
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