Na época eu era uma loirinha nova e
virgem, mas não agüentava mais! Eu precisava transar! Todas as minhas
amigas da escola já tinham feito e somente eu ficara para trás. Me
sentia excluída, elas já sabiam o que era ser mulher e era ruim estar em
uma roda onde a conversava rolava em torno de sexo e eu não tinha
conhecimento do assunto. Estava me sentindo desenturmada. Elas
comentavam sobre os garotos da escola e sobre os membros que se
destacavam nas calças do agasalho. Ficava embaraçada e um pouco
constrangida. Eu teria que fazer algo para não ser mais uma ET no meu
grupo.
Em casa minha mãe conversava
comigo sobre sexo desde cedo e fui instruída a transar somente quando
achasse a “pessoa certa”, mas e se ela nunca aparecesse? E se somente
depois dos vinte eu a encontrasse? Como casaria sem saber como era o
sexo? Não podia esperar e ficar nesta duvida, nesta aflição. Então
pensei em como poderia resolver este problema... Bom ... Sexo anal
poderia ser a solucao. Vi na internet que várias garotas faziam isso
para preservar a virgindade para um cara que realmente amasse.. Entao
era isso! Eu poderia dar o meu cuzinho .Dessa forma saberia o que era
transar e a bucetinha ficaria reservada para o cara certo ( desde que
ele não demorasse muito... rs....)
Achei minha idéia incrível pois
desde pequena descobri que eu tinha muito prazer quando encostava no
meu ânus Na adolescência achava minha bundinha bonitinha. Ela era
branca, empinada e bem redondinha. Ficava olhando no espelho e imaginava
com seria ser comida ali. Como um pau poderia entrar naquele buraco tão
fechadinho? Cheguei a me aventurar com um dedinho e achei a situação
excitante. Parecia que estava fazendo alguma coisa proibida, que
trilhava um caminho novo que me instigava cada vez mais.
Mas aí veio a minha maior duvida
e preocupação: Quem seria o eleito para tirar minha virgindade e comer
meu cuzinho? Teria que ser uma escolha bem feita! Não poderia ser um
moleque que saísse contando para todo mundo que transou comigo e nem um
garoto muito inexperiente. Também pensei que eu teria que disfarçar, me
deixando seduzir para que minguem percebesse que a vontade de dar a
bundinha era minha. Tinha que faze-lo pensar que a idéia de comer meu
cuzinho era dele.
Pensei em quem poderia ser e
achei a pessoa perfeita para isso. Ele era apaixonadinho por mim , dois
anos mais velho e já haviamos ficado algumas vezes juntos. Seu nome era
Tiago . Para concretizar meus desejos resolvi ligar para ele sabendo que
seria convidada para nos vermos, dito e feito.
Fomos ao shopping e ficamos
juntos de novo. Ele gostava mesmo de mim, dizia sempre que eu era linda e
que queria namorar comigo. Mas eu não queria um namorado , queria
apenas transar ,mas não poderia falar isso com ele. Ficamos juntos mais
algumas vezes e começamos a nos provocar, um passando a mão no outro. Eu
sentia seu pau duro roçando em mim enquanto nos beijavamos e ele , por
ser um pouco mais velho, também deveria sentir que eu ficava excitada.
Um dia conversamos sobre sexo e
disse a ele que tinha vontade de fazer mas não queria perder minha
virgindade. Ele sorriu , baixou os olhos e disse:
- Mas tem algumas coisas que podemos fazer sem voce perder a virgindade
- Do que voce esta falando? Perguntei interessada.
- Bom... Tem sexo oral e... Também anal....
Sorri para ele e perguntei se ele conseguiria ficar só nisso , sem tentar colocar na minha xoxotinha.
Ele rapidamente disse que sim, respeitaria minha vontade e só colocaria na bundinha.
- Mas será que não vai doer – questionei
- Não, não. Se você quiser mesmo, eu arrumo um lubrificante e faço com cuidado.
Combinado todos os detalhes,
acertamos que na próxima semana eu iria até sua casa. Eu quase morri de
ansiedade, louca para que os dias passassem depressa. Em uma
sexta-feira, exatamente as 15 hs da tarde eu estava entrando na casa de
Tiago, ele logo me levou para o seu quarto. Estavamos sozinhos em casa e
tudo poderia acontecer sem pressa. Nos beijamos e sem perder tempo ele
começou a passar a mão por todo o meu corpo. Como é bom beijar sabendo
que vai rolar alguma coisa a mais.
Ele apertava meus peitinhos e
decidiu senti-los por baixo da roupa. A situação esava um pouco incômoda
e eu tive que tirar minha camiseta. Rapidamente ele passou a sugar meus
seios, passando a liígua e brincando com os biquinhos que estavam
salientes. Nós dois respiravamos com dificuldade, tanto era o tesão que
sentíamos.
Me atentei ao seu pau, afinal nunca tinha tido um para mim. Quando peguei naquelepau duro, logo comecei a massagea-lo. Como Tiago, tambem era inexperiente, pelo menos percebi ali. Ele nao deixou muito, pois acho que estava com tanto tesao que poderiagozar ali. Quando fiz mençao de me abaixar para chupa-lo. Ele se soltou para tirar o resto da sua roupa, aproveitei e tambem tirei o que restava, mas nao tirava os olhos daquele pau, aproveitei e o coloquei, num puxao, na minha boca e chupei-o com vontade, era gostoso, saboroso. Mas acho que ele ficou com receio de gozar, me pediu para esperar e voltou a tirar sua roupa.
Logo nossa roupas foram deixadas
de lado e Tiago me deitou na cama fazendo eu abrir minhas pernas para
ele. Então se posicionou com sua cabeça entre elas e passou a me chupar.
Que delícia !Que lingua gostosa! Gozei com ele fazendo isso e Tiago,
ávido por me penetrar e sabendo das minhas condições ,me virou e começou
a lamber meu cuzinho com deliciosas linguadas quentes e molhadas. Eu já
estava doida ,implorando para que ele me fodesse bem gostoso.

- Calma minha querida, agora que
a cabecinha já entrou o resto vai deslizar para dentro traquilamente.. -
Dizendo isso forçou mais um pouco e senti aquele troço entrar no meu
rabo como se fosse um trem... Parecia que não acabava nunca. Senti um
pouco de dor e soltei um grito. Vi estrelas e tentei fugir afastando
minha bunda mas ele me puxou pelos quadris. Eu disse assustada:
-Tá doendo demais... Tira....Tira...
- Por favor não me pede isso.
- Aiiii – Eu rebolava e tentava desengatar dele mas o maldito me segurava com força pelos quadris
- Se eu tirar você não vai deixar eu colocar de novo.
Comecei a chorar baixinho e ele sussurrava no meu ouvido:
- Calma amorzinho, relaxa que a dor já passa – Disse mordiscando minha orelha.
Aos poucos tive a impressão que a
dor diminuiu e eu fiquei mais calma. Percebendo isso, continuou a
enfiar seu cacete dando umas pequenas pausas quando sentia que estava
doendo muito. Ele se curvou e beijou minha boca de lado enquanto com uma
de suas mãos estimulava o meu clitoris.
Ele me chamava de putinha
gostosa e dizia que estava adorando foder meu rabo. Eu ia para frente e
para trás sentindo cada milimetro entrando e saindo do meu rabinho.
Minha bunda batia nas coxas dele e seu pau deslizava macio para dentro
de mim. As vezes eu segurava no seu saco e sentia suas bolas rijas.
Para dar mais prazer eu apertava o cuzinho em torno do seu cacete pois
assim li que era bom. Mas cada vez que fazia isso a dor aumentaaa , mas
eu pensei que deveria tornar a experiência mais prazeirosa possivel
para ele e então disse com voz melosa.
- Vai... Come minha bundinha... Me fode... Que delícia!
Ele comecou a se empolgar e
fazer com mais força, a cada estocada eu sentia minhas pregas sendo
arrebentadas enquanto ela bombava rapidamente. Me senti uma putinha e
pedi ainda mais, não que eu tivesse parado de sentir dor mas por que
achei a situação muito excitante. Comecei a sentir um prazer intenso e
gozei, gozei sem mesmo tocar na minha bucetinha. Decidi trocar de
posição e deitei ele na cama. Mirei o seu pau no meu cuzinho e fui
sentando devagarzinho. Que delicia era sentar naquele cacete. Assim eu
podia controlar a velocidade e a profundidade que aquele cacete
delicioso entrava em mim. Acabei esquecendo da dor e tentei somente me
concentrar no prazer
Agora por cima eu cavalgava ,
sentando e descendo conforme queria, nesta posição senti algo quente
deslizar por meu rabinho a cada estocada, mas continuei fazendo os
movimentos de cima para baixo até que ele anunciou que estava gozando,
com um gemido forte senti seu pau espirrar dentro de mim e parei de me
mexer, fiquei apenas rebolando sem tira-lo de dentro
Ele ofegava e eu, mais relaxada,
senti seu pau amolecer, desencaixei e vi que seu pau estava todo
melecado de sangue, senti um pouco de vergonha mas ele não ligou muito
para aquilo. Me deu um beijo no rosto e me convidou para um banho.
Embaixo do chuveiro nos beijamos
e nos ensaboamos. Eu sentia o cuzinho arder... Mas eu estava contente e uma sensação de
felicidade invadia o meu peito. Agora eu sabia o que era transar, sabia o
que é ter um homem me dando prazer e me penetrando... A virgindade da
minha vagina? ah... esta ainda podia esperar mais um pouco, né?
Conto erótico recebido por email by Dai