Olá, eu me chamo Marcos (fictício) e minha esposa, Roberta
(fictício). Vou contar para vocês uma de minhas histórias, esta neste
caso, ocorreu comigo e com minha esposa. O conto é meio longo mas vai
valer a pena.
Uma breve descrição de como somos: Eu tenho cerca de 1,80m, 74kg,
considerado magro, moreno claro. Muitas pessoas dizem que sou muito
charmoso e sou bonito sem ser lindo, uma pessoa normal. Minha esposa tem
1,65m, morena clara, cabelos pretos, 62kg, e é muito bonita. Ela é
gostosa sem exageros.
Somos um casal como outro qualquer, temos filhos, trabalhos muito e
por ai vai. Cerca de dois anos atrás completamos 10 anos de casamento e
resolvemos nos dar como presente uma viagem (merecida) a Paris.
Chegando
lá, como qualquer turista, fomos visitar todos os pontos turísticos
possíveis nos 11 dias que passaríamos por lá. Como ficamos muito próximo
a torre Eiffel, por ali sempre jantávamos antes de sair para a bela
noite Parisiense. Na terceira noite fomos a um bistrô bem legal chamado
La Place com aquelas típicas cadeiras na calçada e lá começamos a beber
um chopp (pression) delicioso diga-se de passagem, enquanto definíamos
para onde iríamos aquela noite. Depois do segundo copo, perguntei se ela
não encararia um vinho uma vez que estávamos em Paris e ela terminou
topando apesar de ser muito acostumada a beber vinho. Pedimos um vinho
tinto e começamos a beber. Foi ai que a nossa noite deu uma guinada
completamente inesperada.
Em uma mesa próxima a nossa estavam sentados alguns homens que pela
conversa eram franceses. Um deles levantou-se e veio até a nossa mesa e
falando um português com um sotaque forte, perguntou se éramos
brasileiros ao que respondemos que sim. Ele se apresentou e falou que
seu nome era Louis (Luí). Disse que a mãe dele era francesa e o pai
brasileiro e que já havia passado alguns anos no Rio de Janeiro com os
avós mas que gostava mesmo de viver ali. Nos apresentamos e ele
perguntou se estávamos de férias, falamos que sim. Ele perguntou se
queríamos algumas dicas sobre lugares e a cidade de forma geral, apesar
de meio desconfiados, assentimos e convidamos para que ele sentasse.
Luí (como vou chamar daqui pra frente), era um típico francês, cerca
de 1,80, pele muito clara e acho que olhos verdes, não prestei muita
atenção. Ele foi muito simpático e nos deu várias dicas de como
encontrar os melhores lugares em restaurante, quando precisa fazer
reservas e outras coisas sobre a cidade que nos outros dias se provaram
muito úteis. Como a conversa estava realmente agradável e ele tendo
visto também que éramos casados, perguntou se gostaríamos também de
roteiros voltados mais para adultos, especificamente, casais. Perguntei
que tipo de roteiros seriam estes e Luí começou a falar de casas de show
onde rolavam strip-tease, encontros de casais e afins. Rimos muito, nos
olhamos e eu falei que poderia ser pois, já que estávamos em Paris,
porque não aproveitar e conhecer uma casa de Strips e ficamos muito
interessados na Secret Square que não era tão distante do hotel que
estávamos e ele nos deu uma ótima descrição do local.
Depois de dois Chopps e algumas várias taças de vinho (sempre
acompanhadas e muita água), deu vontade de ir ao banheiro e perguntei
discretamente a Roberta se tudo bem eu ir e ela disse que sem problemas
que qualquer coisa ela gritaria rsrsrrs. Apesar de não demorar muito,
quando voltei os dois estavam conversando animadamente e percebi que
Roberta esta muito envergonhada mas que não parava de sorrir. Quando me
viram Roberta baixou a cabeça e foram rapidamente mudando de assunto
quando perguntei o que era tão legal ela desconversou. Logo foi a vez
dela falar que ia ao banheiro e aproveitei pra perguntar a Luí qual o
assunto que estavam conversando. Ele também tentou desconversar mas
terminou falando que apenas tinha nos elogiado e falou que éramos um
casal muito bonito e simpático e que estava adorando conversar conosco.
Vi que tinha algo mais mas deixei pra lá.
Quando ela voltou foi a vez de
Luí ir ao banheiro e aproveite e pedi pra ela falar o que era. Ela
disse que Luí tinha perguntado se éramos casal liberal que curtia outra
pessoa junto e que tinha elogiado ela. Na hora veio como sempre a raiva
mas, também despertou uma fantasia antiga que já havia falado com ela
sobre sairmos com outra pessoa e na época ela disse que nunca faria
isso. Perguntei o que ela achou e ela perguntou se eu estava falando
sério. Disse que sim e falei:
– Ué, estamos em Paris, a cidade do amor, só eu e você e ninguém que
nos conheça por perto, se um dia fossemos fazer algo, aqui com certeza
seria o lugar menos provável de encontrar alguém conhecido. Não sei se
pela quantidade de vinho que já havia bebido mas ela ficou apenas
olhando pensativa e não disse mais nada.
Quando Luí voltou continuamos a conversa e perguntei mais sobre a Secret
Square e falei que estava afim de conhecer, perguntei a Roberta se ela
topava e ela perguntou novamente se eu falava sério. Eu disse que sim.
Ela então concordou e decidimos ir. Agradecemos a Luí por todas as
informações e ele nos passou seu contato para que se precisássemos falar
com ele, apertei sua mão e ele deu um beijo no rosto de Roberta e
demorou um pouco pra sair de lá. Pagamos a conta e pegamos um taxi com
destino a Secret.
No caminho Roberta fala:
– Você tava falando sério mesmo aquilo? Isso poderia estragar nosso casamento sabia?
– Eu não disse que iríamos fazer nada, só que se quiséssemos fazer
aqui seria o lugar perfeito. Não vou mais tocar no assunto. Vamos apenas
lá conhecer a boate e pronto e se não quiser, basta falar e vamos pro
hotel dormir. Sem problemas.
– Já que estamos aqui vamos, se eu não gostar, aviso e saímos.
Quando chegamos lá já havia bastante gente. Chegamos e pegamos uma
mesa (com muita sorte pelo que soubemos depois). Já rolava um showzinho
de pole dance que ficamos assistindo. Pedimos mais chopp e ficamos
comentando sobre o show e as pessoas de lá. Precisei novamente ir ao
banheiro e quando volto uma grande surpresa, quem esta em nossa mesa?
Luí. A conversa pelo que pude ver já estava rolando solta e Luí tinha
sentado quase colado em Roberta. Esperei um pouco mais pra voltar e ele
conversava se inclinando muito perto dela por causa do som alto. Ela ria
do que eles estavam falando e parecia achar tudo muito divertido.
Voltei pra mesa e ele disse que não resistiu, que tinha nos achado muito
legal e decidiu vir conferir se havíamos vindo mesmo ou não. Nessa
hora, vi o olhar malicioso de Roberta e perguntei sobre o que estavam
conversando que era tão engraçado. Roberta respondeu na lata.
– O Luí estava falando o quanto tinha me achado gostosa e falou que adoraria me foder.
Meu queixo caiu com a forma que ela falou aquilo. Ri como se ela tivesse contado uma piada e falei:
– Acho que você bebeu demais meu amor. Não acha melhor irmos agora?
– Não, não quero ir, quero ficar e aproveitar mais o show. Você não
queria vir, então vamos ficar já que estamos aqui. Quero aproveitar o
máximo que puder hoje.
Eu perguntei: – Tem certeza? E ela disse: – Só tenho uma certeza, se um
dia eu tiver que fazer algo assim, será hoje. Eu sei que nunca mais
farei isso ou deixarei chegar nesse ponto.
Luí estava como uma estátua tentando ouvir tudo e não se meteu. Ai
ela perguntou pra ele: – E então Luí, o que você estava mesmo falando
pra mim quando ele não estava. Fala novamente, gostei de ouvir. Ele
parou um tempo e olhou pra mim. Fiz que sim com a cabeça e ele falou que
ela era muito bonita. Ela retrucou dizendo que não tinha sido isso pra
ele falar do jeito que havia falado. Como confirmei mais uma vez, ele
falou: – Eu estava dizendo que ela é muito gostosa e que eu adoraria
foder muito ela em todas as posições e de todas as formas.
– Viu, não falei que ele tinha dito isso? Ela me falou. então me deu
um beijo daqueles que deixam qualquer um louco de tesão e meteu a mão no
meu pau por cima da calça e viu que estava duraço. afastou-se um pouco,
sorriu e falou: – Você já esta assim? esta mesmo querendo ver sua
esposa sendo comida por outro homem é? Pois hoje eu vou satisfazer você
meu amor. Vou dar gostoso pra ele. Você deixa eu dar gostoso pra ele
deixa? quer ver ele me fodendo muito quer? Enquanto falava pertinho do
meu ouvido, percebi que sua mão já estava por cima do pau de Luí e
completou: – O pau dele tá durinho, igual ao seu, mas acho que é maior
ainda que o seu. Gelei na hora e completou: – Diz, responde, fala que
quer me ver dar pra ele. É agora ou nunca mais.
Falei baixinho que sim mas ela não aceitou a resposta. -Diga que quer
me ver fodendo com ele. Que quer ver ele comer sua esposa. Peça a ele
agora e nós saímos daqui agora. – Olhei pra Luí e perguntei se ele
gostaria de ir até o nosso hotel conosco. Ela prontamente falou que
queria eu tinha que falar tudo, o convite completo. – Luí, você quer ir
pro nosso hotel conosco pra foder a minha esposa? Ela adorou e me beijou
mais uma vez e ele prontamente concordou.
Saímos de lá e voltamos para o hotel nós de taxi apesar da
insistência de Luí para irmos em seu carro. No caminho ela me falou que
iria dar muito pra ele, que queria ser comida e muito bem comida hoje
mas que eu lembrasse que a ideia era minha e pra eu não me arrepender
depois. Confirmei novamente.
Ao chegarmos no hotel, subimos juntos os três para o nosso quarto e
ao entrarmos, ela foi logo me agarrando e me beijando, falando que eu
era louco e que ela era mais ainda por concordar em fazer aquilo.
Começou a tirar minha roupa e ali mesmo abaixou-se e começou a me
chupar. Tenho um pau de 19×6. Não é gigante mas dá pro gasto. Ela olhou
pra Luí e falou: – Tira a roupa!
Ele não se fez de rogado, tirou a camisa, baixou as calças e já deu pra
ver que o pau dele era grande, maior que o meu. Quando baixou a cueca
ela suspirou: -Será que vai caber em mim amor? Viu como é grande?
Realmente, tinha uns 4 centímetros a mais que o meu e era bem mais
grosso. Ele chegou mais perto e ofereceu a ela que na hora, largou meu
pau e logo estava chupando o pau dele. Tentava engolir tudo dizendo que
era muito gostoso e que estava com a boca toda cheia. Ficou apenas me
punhetando e chupando ele que estava delirando. Eu estava impressionado
com a performance de Roberta. Nunca tinha visto ela assim,
descontrolada.
Luí a levantou e a beijou, levou ela pra cama e começou a tirar a
roupa dela e enquanto ia tirando ia também chupando e lambendo cada
pedacinho da minha esposa. Tirou sua blusa, acariciou seus peitos e logo
caiu de boca neles e ela não largava a mão do pau dele punhetando bem
devagar enquanto se contorcia na boca dele. Ele foi descendo mais e mais
e ela tirou a calça ficando só de calcinha ele chegou a buceta dela que
já estava encharcada, afastou a calcinha pro lado e começou a chupá-la
deixando-a louca de tesão, ela urrava e gemia muito falando que estava
adorando ser chupada por ele. Enquanto ele chupava meteu logo dois dedos
na buceta dela deixando-a cada vez mais tarada.
– Vai, me chupa... Vem amor, vem pra cá
pra eu te chupar vem.
Fui pra perto dela e dei meu pau que ela agarrou e começou a chupar e
ficava se engasgando enquanto era chupada por Luí. Ela chupava meu pau,
minhas bolas e ficava me punhetando. Depois de um tempo assim Luí
parou, olhou pra ela e mandou ela ficar de quatro pois queria comê-la
agora. Ela não se fez de rogada e virou logo pra se quatro na cama. Ele
colocou uma camisinha e começou a meter o pau nela. Ela gemeu falando
que era grande demais e estava sendo rasgada.
– Aiii, é grosso demais amor. Ele esta me rasgando toda.... Mete vai, mete em mim esse pauzão. Me fode
muito.
Luí começou devagar, mas sem parar foi enfiando o pau em Roberta. Eu
parecia hipnotizado ali olhando a minha esposa sendo comida por um outro
pau que não era o meu. Ela fazia cara de dor.
– Quer que pare amor? Perguntei. – Esta doendo muito? Se quiser peço pra ele parar agora.
– Não, não é pra parar não. Não era o que você queria? Não queria ver
outro homem me comendo? Agora vou até o fim. Vou deixar ele me arrombar
inteira. Mete Luí, mete tudo em mim.z de rogado, segurou-a pela cintura e foi enfiando tudo até seus pelos tocarem na bunda dela.
– Vou sim, vou fazer de você minha puta sim. Vou arrombar você. Falou Luí. e começou a bombar
nela que gemia já sem se preocupar com o barulho que estava fazendo.
Esqueceu completamente que estávamos em nosso hotel.
– Isso, fode, mete, mete com força. Arrrgg, gritou quando
ele começou a meter com força nela. Vai assim, me arromba. Eu que estava
olhando ainda atônito cheguei nela pela frente e ofereci meu pau pra
ela chupar. Ela não conseguiu, ficava trincando os dentes, gemendo muito
e as vezes soltava gritinhos. Ainda conseguiu segurar meu pau e dar uns
beijos mas não passou disso. Me abaixei pra ficar como meu rosto na
altura do dela e perguntei se estava doendo muito.
– Esta sim, ele esta me rasgando, mas esta muito bom. Estou adorando.
Obrigado, meu amor, eu não sabia que ia ser tão bom assim. Se eu
soubesse teria feito isso antes. Falou ela entre gemidos. Você esta
gostando de me ver dando pra outro esta? Era assim que você
sonhava que iria acontecer era?
Eu já jogando tudo para o alto falei: – Era. Era assim mesmo, queria
ver você assim mesmo sendo comida por um cacete bem grande. Pra ficar
assim, de quatro sendo arrombada.

– Pois então aproveita, porque hoje eu vou dar muito pra ele. Quero
ser comida de todo jeito hoje. Falou e pediu pra ele parar um pouco se
sentar em uma cadeira que tinha perto da cama. Luí parou, saiu de dentro
dela e sentou na cadeira com o Cacete apontando para o teto. Ela foi
até ele e de frente pra ele e de costas pra mim, encaixou o cacete na
entrada de sua buceta e foi sentando até ele sumir todo dentro dela.
– Olha meu amor, olha bem o pauzão dele entrando todinho na minha
bucetinha que agora já esta toda esfolada. Toda aberta. Vem aqui vem,
vem me ver sentando nele. Fui mais pra perto e fiquei olhando.
Realmente, assim de perto pude ver que ela estava toda vermelha. E que o
pau dele era realmente bem grosso preenchendo cada centímetro da buceta
de Roberta.
Ela não parava de subir e descer no pau dele me deixando hipnotizado
com aquele sobe e desce cadenciado. O pau dele quase saindo
completamente da buceta dela só pra no instante seguinte entrar
novamente inteiro e sumir dentro dela.
– Meu amor, preciso de um favor. Um favor bem grande. Você faz pra
mim faz? pediu ela com carinha de safada. – Eu fiz o que você queria
hoje. Realizei seu sonho. Faz um favor pra mim faz. Como negar algo
depois de um pedido assim.
– Faço amor, pode falar que faço. O que você quer? Perguntei eu inocentemente. ela parou o sobe e desce um pouco e falou:
– Chupa meu cuzinho um pouco. Deixa ele molhadinho pra Luí comer ele
vai. Quero que ele foda meu cuzinho também (os olhos de Luí brilharam ao
ouvir aquilo). Fiquei sem ação. Como assim comer o cuzinho dela? Ela
quase nunca liberava pra mim pois dizia que meu pau era grande. Imagina
só aquele cacete que era realmente gigante.
– Você tá brincando né? Você não me dá porque diz que é grande e quer dar pra ele?
– Quem esta na chuva é pra se molhar. Eu falei pra você, hoje quero tudo
que tenho direito e você não pode reclamar. A ideia foi sua. Você quis,
agora vai ter que aceitar tudo o que eu quiser. Vem, amor, me chupa,
não me deixa assim não, vem.
Achei que ela estava enlouquecendo mas lá fui eu. Ela paradinha e
comecei a chupar aquele cuzinho que tanto adoro comer. Chupei muito e
ela as vezes subia um pouco e descia bem devagar. Só pra não ficar
parada de vez, após chupar muito e deixar ela bem lubrificada, comecei a
meter um dedo. – É pra folgar um pouco meu amor, senão você não
aguenta. E fui molhando o dedo e metendo no cuzinho dela, depois meti
dois dedos e ela delirando já voltou a fazer movimentos mais cadenciados
novamente.
– Amor, mete seu pau no meu Cuzinho mete amor. Deixa eu experimentar
dois paus dentro de mim de uma vez. Adorei ouvir aquilo e não me demorei
nem um pouquinho. Como ela já estava bem lubrificada, empurrei ela mais
pra frente, ela empinou a bundinha e comecei a meter no cuzinho dela.
Devagar mas firme, sem parar até a meter tudo. Ela gemeu, falou que
estava doendo e pediu pra que eu parasse. Não parei até enfiar todo meu
pau nela. Parei um tempo pra ela se acostumar e respirar. Ela ficou
quieta, quase sem se mexer. Então começou a rebolar nos nossos paus,
indo pra frente e pra trás de forma que quando um saia um pouco o outro
entrava mais.
– Tá gostando tá amor de ter dois paus dentro de você? Ela só
concordava com a cabeça ainda sem falar nada, só gemendo e acenando.
Queria ser arrombada agora pode dizer que foi de verdade. Ela começou a
rebolar mais rápido e a pedir pra ser fodida.

E assim fizemos por um tempo até que Luí
falou que agora queria meter no cu dela. Eu prontamente saí de dentro
dela e ela pediu pra ele deitar na cama de barriga pra cima. Ele foi e
ela foi pra cima dele, chupou mais uma vez o pau dele e ajeitou a
entrada no seu cuzinho que eu já tinha deixando aberto.
– Ai, é muito grande (dizia ela enquanto tentava fazer a cabeça do
pau dele entrar). Pincelava na buceta pra molhar e voltava a tentar.
Quando entrou a cabeça ela deu outro grito/gemido que me fez estremecer e
falar que era melhor desistir pois era grosso demais. Foi como se eu
tivesse jogado gasolina em uma fogueira. ela me olhou com cara feia e
falou que já havia dito que ia fazer tudo hoje e que não desistiria de
jeito nenhum. Gemendo muito, foi se forçando a sentar e ir descendo até o
pau dele sumir completamente dentro dela. Parou e tentou se masturbar
um pouco pra tentar relaxar porém como estava controlando o peso com os
braços, não conseguiu e pediu mais uma vez pra que eu a chupasse. – Vem
amor, vem me chupar de novo vem. Fiquei sem querer ir pois ele tinha
acabado de tirar o pau dele dali.
Ela vendo minha reação falou: – Deixa de besteira amor, vem. ele esta
de camisinha, você vai chupar minha buceta como sempre chupou. Pensa em
como você me chupa quando usamos aqueles brinquedos (vibradores que
temos em casa). É a mesma coisa. Me rendi e lá fui eu novamente.
Cai de boca naquela buceta, chupei muito e depois de uns dois
minutos assim, ela conseguiu relaxar e voltou a se mexer em cima do pau
dele tirando um pouco e sentando mas cada vez que subia tirava mais e
descia novamente até o fim. Quando dei por mim já não conseguia
acompanhar mais o sobe e desce dela e fui saindo. Ela me pediu pra dar o
pau pra ela chupar e assim eu fiz.
– Ele arrombou meu cu amor dizia entre uma chupada e outra. Vou morrer de tanto gozar.
Eu também já estava que não me aguentava mais de tanta vontade de gozar.
Meu pau explodindo vendo minha esposa dando aquele cuzinho pequenino e
tão cobiçado por mim pra outro homem. Falei que ia gozar e mais uma vez
ela me surpreendeu. Me pediu pra eu gozar na sua boca, coisa que nunca
antes havia topado.
– Goza amor. Goza na minha boca vai. Me dá esse leitinho. E assim fiz. Comecei a gozar e ela engoliu meu pau e
não deixou cair uma gota sequer. Nessa hora Luí avisa que não aguenta
mais e que também vai gozar. Ela pede pra ela não gozar na camisinha,
mas pra gozar nela. Fiquei com medo de ela querer chupá-lo pra ele gozar
em sua boca. Ela saiu de cima dele, tirou a camisinha, ele levantou-se e
ela se ajoelhou na sua frente. Ela ficou chupando e punhetando ele.
Quando ele falou que ia gozar ela tirou da boca e ele gozou em cima de
seus peitos, barriga e um pouco bateu em seu rosto. Eu só tinha visto
tanta porra assim em filmes eróticos. . Quando ele finalmente parou de gozar,
sentou na cama exausto. Eu estava quase caindo também e ela ainda cheia
de porra dele me chamou com o dedo. Cheguei mais perto e ela me puxou e
me deu um beijo e não me deixou sair.
– Obrigada meu amor por este presente. Eu adorei. Muito mesmo. Foi um
presente realmente inesquecível. Falou ela depois de terminarmos de nos
beijar.
Descansamos um pouco, peguei uma cerveja do frigobar pra cada um de
nós e sentei numa poltrona. Roberta disse que ia deitar e apagar. Olhou pra Luí, deu-lhe um
beijo muito grande, agradeceu a ele pelo prazer que sentiu e disse que
ia dormir.
Luí disse que ele que tinha que agradecer pela diversão e pela noite
maravilhosa que nos proporcionamos a ele. E perguntou se teríamos bis.
Falei que conversaríamos sobre aqui em outro momento. Acho que ele
pensou que iria passar a noite conosco mas educadamente dei a deixa que
estava na hora dele ir. Ele entendeu, certificou-se que tínhamos o
telefone dele anotado e foi embora. Roberta estava na cama quase
apagada. Ela falou:
– Que loucura foi essa? Estou toda arrebentada. Meu amor isso aconteceu mesmo ou foi um sonho?
– Vamos tomar um banho e amanhã decidimos se foi um sonho ou não.
Ela foi se arrastando, tomamos um banho quase em silêncio completo. Terminamos o
banho e voltamos para a cama. O cheiro de sexo ainda estava no ar.
– Que loucura (ela falou)
– Pois é. Arrependida?
– Arrependida não. E riu.
Apagamos completamente. No outro dia quando acordei ela já havia
levantado. O efeito da bebida passado e ela estava séria demais.
– Marcos, o que nós fizemos ontem (ela falando baixinho e com um
certo medo na voz), eu tinha bebido muito. Não sei como vamos ficar
depois disso. Eu falei:
– Meu amor, o que aconteceu, aconteceu. Eu não me arrependo. Eu curti muito. Você achou ruim?
– Não, mas o que você vai pensar de mim agora? Perguntou e começou a chorar.
– Vou continuar pensando o mesmo que sempre pensei meu amor. Que você
é a mulher da minha vida. Que eu te amo demais e que não vivo sem você.
– Sério? Não está com raiva?
– Como com raiva? Eu que incentivei, porque ficaria com raiva. Não meu
amor. Eu gostei. Se você não gostou, eu peço desculpas por ter insistido
e prometo que nunca mais toco no assunto. Mas não fiquei com raiva não.
Pelo contrário. Fiquei feliz por finalmente você se soltar um pouco
mais. Ela deu uma risadinha maliciosa e falou:
– Então você gostou de ver sua esposinha sendo comida por um pauzão daquele tamanho foi? Fiz que sim com a cabeça.
– Gostou de ver ele me comendo de todos os jeitos? Fiz que sim
novamente. Fomos nos direcionando para a cama e uma vez que chegamos lá,
como café da manhã, tivemos um sexo incrível relembrando as cenas da
noite anterior.
autor - contoseroticos