quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A Pastora timida e safada.




Este conto é real. aconteceu comigo no ano de 1999. Trabalhava em uma Rádio como sonoplasta operando a mesa de som em muitos programas e um dele era uma Pastora que apresentava, na verdade seu programa só ia ao ar das 5:30hs até as 6:30, mas gravavamos sempre por volta das 21:00hs. Sempre vinham ela, seu marido mas algumas pessoas da congregaçao dela. Pra ser sincero éra um programa bem chato, mas ela é maravilhosa. Uma loira com  uns seios enormes, um corpo avantajado, apesar de nao mostrar quase nada sempre. Ela erá muito respeitosa assim como todos que vinham com ela.  Eles vinham todos os dias durante a semana, sempre quando acabavam e estavam para ir embora me convidavam para ir na igraja deles, eu por educaçao sempre falava que um dia iria mas eu sabia que nunca iria. 

Bem... o que nós separava era uma divisoria de vidro onde dava pra mim ver com detalhes todos os movimentos deles, enquanto ela falava ao microfone eu observava por de trás da minha mesa de som aquele rostinho com semblante de santa, mas os olhos me escondia algo. Durante alguns dia eu não parava de prestar atenção em seus movimentos ela me olhava com frequencia já que as vezes se empolgavam e eu avisava que estavam falando muito alto e atrapalharia  quem estava ouvindo e fiquei meio que como um produtor para eles, entao eu fui ficando cada vez mais amigos de todos os crentes, dela, de seu marido e dos que os acompanhavam e ela como sempre vinha fazer o programa toda produzida, eu sempre ficava a admira-la. 

Na época eu tinha um carro vermelho um golf, um dia ela disse pra mim que a cor do meu carro éra a cor do pecado, eu perguntei por que? Ela respondeu com um sorriso. Aquilo me golpeou, tinha alguma coisa ali, mas achei que era da minha cabeça pervertida mesmo. 

 Certa vez houve uma festa lá na igreja deles e seria uma festa de 15 dias, o meu chefe que tambem participa da congregaçao me incubiu de ficar na rádio durante todas a noites durante esses 15 dias pois outros que ali trabalhavam tambem iriam participar desses cultos e eu ficaria tomando conta da programaçao noturna já que era toda gravada. Entao eu trabalharia das 20:00hs  até as 6:00hs durante 15 dias direto. Por mim tudo bem eu gosto do que faço e adorei a ideia de poder fazer uma programaçao musical durante a madrugada de musicas que eu gosto. As 5:30hs eu colocaria o programa da pastora no ar e poderia ir embora. Pensei que iriamos fazer uma super gravaçao de todos os programas a serem exibidos mas que nada eles viriam fazer o programa como sempre, gravariamos todos os dias as 21:00hs, por mim tudo bem gostaria ate que demorasse mais pois depois iria ficar sozinho na rádio até de manha. Mas a minha surpresa foi que quando veio para a gravaçao veio só a pastora gostosa.

Ela ficava ali na minha frente pregando e eu nao tirava os olhos dela via suas pernas por debaixo da mesa seus olhos por muitas vezes atentos aos meus enquanto falava, falava, certa vez até chorou enquanto pregava foi quando me levantei e ofereci um lenço de papel a ela e fiquei ali ao seu lado. Ela pegou em minha mao e orava aos céus. Voltei para o meu lugar e ficava a admirando. Quando acabou a gravaçao ela veio me dizer que durante esses 15 dias viria sozinha. Eu falei para ela "que otimo" ela perguntou por que "otimo"? Fiquei meio desconcertado mas respondi que ficariamos ali trabalhando, só os dois e isso era bom. Ela deu o mesmo sorrisinho que deu sobre meu carro. Eu pensei comigo: "que ótimo" ai tem. Foi quando ela foi se despedir e eu avancei para lhe dar um beijinho no rosto, esse beijinho foi bem no cantinho da boca quando ela se foi eu pensei comigo durante toda aquela madrugada. Amanha eu pego.

No outro dia ela chega uns 20 minutos adiantada, toda linda, com um vestido longo, seus seios bem protegidos bem estufados, um salto alto e um perfume delicioso. Entrou sem darmos nem uma palavra, quando fechei a porta nos olhamos, eu me aproximei, ela nao  se mexeu. Cheguei com minha boca proxima da sua, mas nao a beijei, nem precisei ela me agarrou es tascou um beijo molhado. Colei meu corpo no seu e a coloquei contra a parede do studio e comecei a passear com as minhas maos por todo aquele corpo macio enquanto nos beijavamos loucamente. 

Quando apalpei seus seio com uma das maos a outra automaticamente tambem apertou seu bumbum. Ela neste momento se desvencilhou e saiu de perto de mim ficando num canto e me olhando com seus labios borrados pelo baton, seus cabelos despenteados devido ao nosso beijo. Fui me aproximando mas ela fez  um movimento para eu nao avançar, eu a respeitei mas disse que nao aguentava mais de tanta vontade de te-la em meus braços. Ela respirou fundo e disse pra mim que ela nunca tinha beijado outro homem que nao fora seu marido, que o conheceu muito nova e que vinham ambos de familias muito religiosas e que ela sabia que estava errada e nao soube dizer o porque havia acontecido esse beijo e que era melhor gravarmos logo seu programa que ela precisava ir. Respeite seu momento fui para tras da mesa de som e iniciamos a gravaçao.

Passaran-se 25 minutos dela gravando, eu nao tirava meus olhos dela entao ela pede para eu parar a gravaçao, tira os fones de ouvido, levanta-se e vem em minha direçao, fico parado, sentado olhando para ela e ela me diz:

 -  Deve fazer mais de um ano que eu e meu marido nao transamos, sempre transamos de luzes apagadas, voce foi o único homem que eu beijei fora ele... Me levantei neste momento a puxei de encontro meus braços e a beijei novamente, ela se entregou a esse beijo e me abraçava como se quisesse que nossos corpos fossem um. Tirei minha camisa e fui começar a tirar seu vestido quando ela para me olha e fala:

- Podemos ir mais longe mas eu nao tiro uma peça de roupa. Para provoca-la comecei a tirar minha calça, meu pau estava durissimo, quando ele saltou da cueca vi seu olhar de desejo peguei sua mao e o levei até ele. Sinceramente eu acho que so de pega-lo ela pareceu gozar. Pois  quando pegou-o o apertou forte e soltou um gemido que tremulou sua mao. Lentamente começou a punheta-lo, dei-lhe um outro beijo e fui colocando minha mao por debaixo  de seu vestido e chupando seus seios por cima do vestido. O quadril da Pastora estava quente, parecia febril e quanto mais perto eu chegava de sua vulva mais quente ficava. Ela nao tirava a mao do meu pau e eu consegui desnudar um seio seu por cima do vestido e comecei a chupa-lo foi quando meus dedos encontrou aquela bucetinha úmida e quente, enquanto passava meus dedos pelo seu clitoris ela ja se cotorcia toda e apertava mais meu pau. Quando fui penetra-la com o dedo já enfiei logo dois, que devido ao tesão que estava escorregaram fundo por dentro de sua vagina.

Nao tinhamos uma posiçao confortavel devido ela permanecer quase vestida e nao termos uma cama, entao no meio daquele amaço a coloco sobre a mesa com aquele bundao virado pra mim. Acho que ela pensou que eu ia penetra-la entao abriu um pouco as pernas, mas eu cai foi de boca naquele bundao, chupando sua bucetinha e enfiando um dedo como tambem seu cuzinho. A Pastora virou-se de frente com as pernas abertas e deitada na mesa me oferecendo seu bucetao para eu chupa-la. Quando comecei a chupa-la, entre sussurros e murmurios ela disse que nunca havia sido chupada na vida. Isso so me deu mais motivaçao para continuar, sempre deixando as vezes minha lingua tocar naquele cuzinho rosa lindo.

Entao me levantei e puxei ela de cima da mesa em encontro ao meu corpo e fiz mençao para ela me chupar, ela tentou argumentar que nao gostaria de fazer isso e... Com certo jeito me sentei na mesa e levei sua cabeça ate meu pau. Ela caiu de boca e começou uma chupada, estranha mas deliciosa. Realmente ela era uma safada semi virgem nem sabia direito o que fazer mas fazia muito bem. Levantei-a e dei-lhe um beijo gostoso na sua boca coloquei-a deitada na mesa de som e comecei a penetra-la. Meu pau escorregou facilmente por sua bucetinha devido sua excitaçao e comecei a comer a Pastora com toda a delicadeza mas nao demorei muito para estoca-la forte, arrancando-lhe gemidos abafados. Seus dois seios ja tinham escapados de seu vestido e eu enquanto metia fundo mamava um enquanto acaricia outro. Ela afagava minha cabeça e recebia cada estocada com prazer. Sentei em uma cadeira e pedi para ela sentar no meu pau, ela sentou-se e começou uma cavalgada discreta, eu apalpava seu bumbum e chupava-lhe os seios quando enfio meu dedo no seu cuzinho. Ela se empinou toda e começou uma cavalgada alucinante, tao forte e mais forte ainda, foi quando  ela gozou pela primeira vez praticamente, desfalecendo no meu corpo toda arrepiada.

A sentei na cadeira e dei meu pau para ela chupar, ela começou timidamente, estava cançada, mas começou a chupa-lo com maestria, nem precisou muito eu avisei que ia gozar. Ela o tirou da boca e ficou olhando com prazer me vendo gozar, ela nao parava de bater a punheta e foi olhando com curiosidade ate a ultima gota sair. Nos arrumamos, ela falou que nao tinha condiçao de gravar mais eu falei que ela poderia ir que eu faria umas ediçoes com algumas coisas de programas antigos e que ficaria bom. Ela se arrumou toda e antes de sair me deu um beijo e avisou que no outro dia ela voltaria para a gravaçao mas chegaria mais cedo.

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A gordinha gostosa casada

Conheci Marcela por acaso, num sábado à tarde , no litoral O dia não estava ensolarado, mas estava agradável para caminhar. A praia estava vazia, parei num quiosque ,uma gordinha gostosa parou também no quiosque. Logo trocamos olhares , ela tinha um olhar atrevido e alegre. Era uma mulher baixinha, de seios grandes e pernas grossas, morena, de cabelos curtos, simpática. Ela começou a conversar com o dono do quiosque, e logo eu estava no meio da conversa e sem perceber, saimos caminhando e conversando. Marcela era muito simpática e falante.

Era casada, mas naquele fim de semana estava sozinha. O seu marido,seu filho e genro estavam pescando . A sua filha estava com os netos, na casa da mãe dela e Marcela não se dava bem com ela. Ficou um tempo falando sobre a sogra da filha, sobre os filhos, netos, etc. Caminhavamos à beira da praia quando começou a chuviscar e depois a chover. Tão rapido quanto veio o primeiro pingo , desabou uma aguaceira que nos deixou molhados. Mal tivemos tempo de procurar um abrigo. Estavamos com a roupa colada no corpo, deu pra ver o contorno do delicioso e exuberante corpão dela, debaixo do vestidinho florido, que ia até os joelhos. Percebi que Marcela trazia um maiô por baixo.

- Que pena, ela disse, o papo tava tão bom . Estou molhada, agora tenho que ir pra casa. Eu lhe respondi que o papo não teria que acabar. Convidei-a para continuarmos a conversa no meu hotel, já que estava hospedado ali perto. Me comprometi a pedir pra a camareira secar a sua roupa; Ela disse que não seria bom, que ela era casada, que não estava certo. Eu ri e argumentei :

- O que você vai fazer agora ? aposto que vai pra sua casa, vai ficar sozinha vendo televisão.. E prossegui, vendo que ela hesitava : vem comigo, a gente pode tomar um lanche no hotel , beber um vinho e conversar mais um pouco. Ela argumentou , mas sem muita convicção. Peguei-a pela mão e fomos para o hotel, Lá, arrumei uma roupa pra ela tomar um banho. A única coisa que consegui arranjar foi um roupão com o logotipo do hotel. Ela entrou no banho, peguei a sua roupa e pedi pra camareira lavar e secar.. Quando ela saiu do banho, estava muito sem graça por estar vestida com aquele roupão e eu sabia, sem nada por baixo. Estava se achando horrorosa, eu lhe disse que ela estava bonita . Tomei meu banho, já excitado com o que poderia acontecer e vesti um roupão também, pra ela não se sentir tão mal, eu disse. Só que eu vesti uma cueca. Pedi um lanche leve, vinho e champagne. Ela riu, achou muito "chique" estar num sábado à tarde, tomando champagne , Eu ri também , bebemos e conversamos.Ela me falou sobre a cidade, seu olhar tinha um brilho delicioso. Peguei na sua mão e disse que era muito bom ter lhe encontrado. Ela me disse novamente que estava se achando ridicula vestindo aquela roupa , que a estava deixando mais gordinha..

 - Você está deliciosamente provocante. , eu respondi. Ela sorriu e disse, que mentira, Gabriel..

- Não é mentira não, você está muito atraente. - Deixa pra lá, ela disse, me serve mais champagne.. E continou conversando amenidades, como se eu não tivesse falado nada. Durante o lanche e após algumas taças da bebida, ela me olhava e ria, já bem mais desinibida. Lanchamos e nos levantamos , no meu quarto tinha uma pequena varanda, e ficamos vendo a chuva batendo na praia, agora bem forte.. Tinhamos acabado uma garrafa e abri a segunda.. Servi-a e ficamos conversando, olhando a chuva. Coloquei a mão no seu ombro, sob o pretexto de lhe mostrar alguma coisa. Ela não disse nada, mas colocou a sua mão sobre a minha. Bebemos nos olhando , então tirei a taça da mão dela, sempre fixando meu olhar no dela. A principio foi só um roçar de lábios,nossos lábios se buscaram lentamente e ao sentir aquela língua na minha boca, meu corpo inteiro estremeceu...Sua boca era gostosa demais, ela passou os braços ao redor do meu pescoço e correspondia, loucamente. Aprofundei mais o beijo, e puxei-a pela cintura, colando meu corpo no dela. Apertei-a.

 Abracei-a mais forte ,puxando-a mais para mim.. Voltei a beijá-la com mais ímpeto dessa vez, como se quisesse devora-la. Fui empurrando Marcela até encostá-la na parede. Enfiei a mão por dentro do roupão e acariciei suas costas e cintura, afundando a boca no seu pescoço, mordendo-a de leve, ao mesmo tempo em que ia lhe apertando mais contra a parede, falando que ela era gostosa, que eu estava louco por ela, etc. Pouco tempo depois, ela agarrou a minha cabeça, puxando, obrigando-me a aprofundar mais o beijo. Meu pau latejava de tesão por dentro da cueca. As carícias e os amassos já haviam aberto um pouco seu roupão. Comecei a tocar seus seios bem devagar, fazendo-a gemer contra minha boca, passei minhas mãos pela sua barriga e fui descendo mais até seus quadris, colocando minha coxa bem no meio das suas pernas.

- Não consigo mais me controlar, eu disse, quero transar com você. Em resposta, ela me beijou. Suguei sua língua enquanto sentia que ela se esfregava lentamente, na minha coxa. Senti sua xaninha quente e macia se esfregando na minha coxa. - Que tesão, eu dizia, entre beijos e beijos. De repente, ouvimos um telefone tocar. Era o celular de Marcela. Ela teve que usar de toda a força para se livrar do meu abraço. - Gabriel, tenho que atender. Desculpa. Sua voz saiu fraca, ofegante, e eu não queria que ela saisse dos meus braços. Ela entrou no quarto e foi atender o telefone, sem desviar o olhar de mim..Era o marido.

Instintivamente,Marcela fechou o roupão. Enquanto conversava com o marido, ela se afastou de mim . Quando desligou o telefone, ela me pediu desculpas, disse que eu era muito legal, mas que tinha que ir embora, que não estava certo. - Será que já lavaram a minha roupa ?, ela me perguntou, levando a mão até o interfone. Peguei na sua mão,com força. - Não vai, eu disse. Fica comigo. E sem dar tempo dela pensar, abri o seu roupão. Os seios saltaram, volumosos e exuberantes. Fui empurrando-a para a cama, tentando beijá-la. Ela reclamava : para, Gabriel, é sério, pára. E afastava a boca sempre que eu ia beijá-la. Mas consegui subjugá-la e comecei a dar curtos beijos no seu pescoço, começando pela orelha e com o tempo, comecei a passar a minha lingua tesuda no seu pescoço. - Para, Gabriel ela disse.. Tentou me afastar , mas eu não dei atenção., chupando, lambendo e beijando o seu pescoço, enquanto tocava seus seios com as mãos. - Me beija, eu pedia, e ela negava, tentando se desvencilhar.

Coloquei seus braços para trás, para seus peitos ficassem empinados e comecei a sugar seus mamilos duros e grandes, ora um , ora outro, ia alternando com chupadas, mordidelas e mais chupadas fortes e firmes, chupei com vontade, com tesão,com sede,sem pressa até sentir seus biquinhos duros como pedra e ela não conseguir conter um gemido. Voltei à sua boca e dessa vez ela correspondeu novamente aos meus beijos, como antes, enfiando a lingua dentro da minha boca . Isso me arrepiava e me dava um enorme tesão. Soltei os seus braços e mãos e deslizei a mão pela sua barriga, de pele macia, acariciando virilha e coxas, voltando a sugar seus seios. Finalmente ela disse :

 - Não resisto ... faz tempo que não tenho um carinho assim. Encarei aquilo como se fosse uma ordem. Imediatamente, voltei a beijá-la com mais paixão, com mais furor, chupando sua lingua, enlouquecido. Agora enquanto eu a beijava, enfiava a mão por dentro das suas pernas, massageava o grelinho, ouvindo-a gemer baixinho. Desci a lingua pela sua barriga, beijando e lambendo. Podia ver toda a sua xaninha, deliciosamente gordinha. Eu lambia a parte interna das suas coxas, depois olhava bem nos olhos dela. Fui descendo e começando a chupar a sua coxa, depois a virilha, lambia a marca de seu biquíni até chegar então lá. Passei a língua por toda a buceta e um dedo brincava com o seu clitóris. Desci a lingua até o cuzinho e voltava para os grandes lábios , enfiei um dedinho na buceta, enquanto chupava o grelinho, que agora já estava durinho e inchadinho. Ela gemeu mais forte, segurou a minha cabeça entre as coxonas e com a minha boca colada no seu grelinho, ficou gemendo com minhas chupadas. Suas pernas tremiam, ela gemia deliciosamente. De repente, afastou minha cabeça da sua buceta , e me disse , ofegante: - vem me comer. Foi quando ela enfiou a mão por dentro da cueca, e colocou o meu pausão pra fora. Pegou nele e o masturbava mexendo na cabecinha enquanto continuava a me beijar. Toquei seus seios, sentindo que estavam durinhos.

 - Me come, ela disse. Tirei a roupa ,segurei meu pauzão, duro que nem pedra e comecei a passá-lo pela sua entradinha. Esfregava-o no grelinho depois ele brincava com o pau na portinha da buceta agora mais encharcada do que nunca . Passei pra cima e pra baixo, sentindo sua bucetona melada. - Te quero dentro de mim, vem, ela sussurrava. Eu mordisquei os biquinhos do seio,ora um ora outro, beijava a sua boca , so encostando o pau na sua buceta, sem enfiar. Chegava a começar a enfiar e tirava. Tava muito gostoso, sentir a maciez da bucetona - Enfia logo, amor . Quase sendo uma ordem Entao comecei a enfiar bem devagar. primeiro a cabecinha e depois o resto aos poucos, entre beijos na boca.. - Delicia, ela dizia. eu gemia de tesão e a chamava de gostosa.. Logo nossos corpos estavam colados e eu sentia a sua buceta contrair o meu caralho que tinha duplicado de tamanho. Meu pau latejava e eu urrava de tesão - Mais forte, ela pediu.

O pau entrou todo e comecei a me movimentar dentro dela, devagar, saia e entrava. Ela gemendo de prazer, começou a masturbar o grelinho. eu entrava e saia dentro dela sem parar;; - Ahhh... Delicia... Sua respiração ofegante. Ela contraia a buceta para me apertar dentro dela . Eu urrei de prazer e aumentei a velocidade, e cada vez mais forte entrando e saindo. Os seios volumosos dela se esfregavam no meu peito com os biquinhos durinhos. - Quero gozar, amor, ela disse. Trocamos de posição e ela ficou em cima de mim. Meu pau desapareceu rapidamente engolido por sua buceta quente e úmida. Começaram as contrações Comecei a estocar a buceta dela de baixo pra cima, martelando Ela começou a me cavalgar muito gostoso, nem rápido nem devagar, sempre olhando profundamente em meus olhos e eu admirando aquele rostinho gordinho e vermelho. Ela apoiou uma das maos no meu peito e com a outra se masturbava gemendo muito...... Até que ela disse que ia gozar, e senti sua buceta contrair o meu cacete . Ela judiava o grelinho, com o meu pau todo dentro dela..Espasmos, tremedeira ,ela começou a gemer : - vou gozar, ai que delicia , ahhhhh tesão... Gostoso... Hummmm... toooo gooozanndooo - ela gemia ,se requebrando sobre meu pau. Eu não resisti aqueles espasmos, aquela bucetinha macia apertando o meu pau e gozei loucamente,urrando.

 Esporrei gostosamente dentro dela e ela pediu pra ficar dentro dela até amolecer. Abraçamos-nos fortemente, nos apertamos ainda com aquela sensação em nossos corpos. Depois nos beijamos. Ficamos por uns instantes abraçados, relaxados sentindo aquela sensação de alívio e de prazer. Depois ela saiu de cima de mim e ficamos deitados de barriga pra cima, tentando respirar. Ficamos um tempo mudos curtindo o restinho do prazer Ouvindo a chuva acabamos dormindo. Acordei, tomei banho , pedi um lanche. Ela acordou sorridente, tomou banho,ligou para a filha, conversou com os netos, tentou ligar de novo para o marido e não conseguiu. Depois comemos e ficamos conversando um pouco, ela deitada e eu sentado ao seu lado. Ela tinha colocado o roupão de novo, mas tinha ficado meio aberto, mostrando um pouco dos seus seios. Enquanto conversávamos ,eu comecei a massagear seus ombros, abaixei um pouco o roupão deixando os ombros à mostra. Marcela tinha ombros deliciosos, costas largas, ombros gordinhos, que dava vontade de morder. Massageei seus ombros, deitei-a de bruços, tirei o roupão e desci massageando as costas, as coxas, as nádegas, as pernas, seus pezinhos de dedos gordinhos. Comecei a lamber seus dedos, chupando um por um e olhando para a deliciosa gordinha ali deitada.

Subi então a boca pelas pernas, pelas coxas grossas que se abria para as minhas carícias. Enquanto chupava e beijava e lambia a parte interna das suas coxas, pude sentir o cheiro e o gosto da sua buceta . Marcela rebolava bem gostoso enquanto eu chupava aquela buceta suculenta, enfiava minha língua nela e sentia que aos poucos ia ficando mais e mais molhada. Marcela não conseguiu pronunciar uma só palavra. Ela gemia loucamente e isso me deixava ainda mais louco . Queria ver aquela gostosa gritando de prazer com a minha boca atracada na buceta. Enfiei a minha língua o mais fundo que pude e fiquei metendo e tirando. Fazia o que ela me pedia.....chupava, lambia, já estava quase sem fôlego de tanto que ela rebolava com a buceta na minha cara. Abri totalmente os labios da sua buceta e enfiei dois dedos dentro dela, enquanto chupava o seu grelinho. Ela se contorcia e gemia. Quando sentiu os dedos dentro dela, ela começou a fazer um vai e vem bem gostoso e eu continuei chupando e lambendo o seu grelo. A cada lambida que eu dava ela jogava o corpo para trás e soltava gemidos excitantes... foi quando senti o corpo dela estremecendo e pude sentir a primeira gozada dela na minha boca. Ela gemeu alto ... Depois ficou parada me olhando, com um sorriso de moleca, como se estivesse agradecendo o prazer que tinha sentido. Puxou meu corpo para cima do seu , acariciou meu rosto e me pediu um beijo . Dessa vez foram beijos lentos, mas com muito tesão. Ela murmurava com a língua dentro da minha boca: - Me chupa mais, me chupa mais... vou gozar de novo! Mergulhei no seu pescoço , chupando muito , beijando os seios, a barrigona , lambi a parte internas das coxas, ela ficou arrepiada, abri ainda mais as pernas dela, passei minha língua na buceta e comecei a mordiscar seu grelinho. Ela se contorcia de prazer. Passei a ponta da língua no seu clitóris, e fiquei fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo.


Depois comecei a chupar toda a buceta , muito molhada , e fui aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Ela gemia, cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo seu clitóris encontrar minha boca. Enfiei a língua na buceta e ela gemeu ,delirando de prazer. Depois vim com um dedo e meti na sua buceta , enquanto a língua continuava a acariciar o clitóris. Logo a seguir meti outro dedo. Marcela dançava desornedamente com aqueles dois dedos dela dentro dela, seguindo movimentos cada vez mais velozes, Continuei chupando e lambendo o grelo cada vez com mais intensidade, até o momento que Marcela disse : ?Gabriel , vou gozar na sua boca!?, Eu não conseguia responder, porque estava me deliciando com aquela xana, Ela começou a fazer movimentos de vai e vem na minha boca e gozou bem gostoso , gemendo muito, deixando a minha boca toda melada, que ela beijou, sentindo o seu gosto. ?Ai, Marcela, que bucetinha gostosa?;, eu disse. - Delicia, nunca fui chupada assim.. ..to mole, to mole... Marcela estava com as maçãs do rostinho gordo avermelhadas e estava ofegante. Esticou-se na cama, me olhando. Fiquei um tempo apenas olhando-a, feliz pelo prazer que ela estava tendo. Um tempo depois, ela ficou de joelhos na cama , aproximou o rosto do meu e disse: - Voce me fez gozar muito gostoso, vou te dar um presente.. Ficou de quatro,arrebitando a bundona exuberante , e disse : - Come meu cú.. Eu estava com muito tesão, abri bem as nadegas e lambi o cuzinho dela. " Enfia o dedo, enfia?;ela pediu .. " Enfia, tesão", ela dizia enquanto eu mordiscava sua bundona e meu dedo entrava e saía do seu cuzinho.

Coloquei a cabeça do pau na porta da bunda e fiquei esfregando, Marcela suspendeu mais a bunda, ficando toda arrebitada. ?Vai, meu cavalo, come ! come a bundinha ,que ela é sua ? Eu tentei, seu cú era deliciosamente apertadinho. Enfiei a cabeça. Primeiro Marcela falou que era a minha putinha, pra eu a comer como uma égua, pra enfiar tudo. Quando eu empurrei um pouco mais fundo ela começou a gemer de dor, disse que estava sentindo muita dor, pediu desculpas, tava quase chorando e pediu pra eu tirar. " Tira, Gabriel, não to aguentando " . Comecei a bombar mais rapido ai ela pedia para eu nao tirar, depois pedia para eu tira-lo, depois pedia mais forte. Nesse tira ou deixa eu ja tava quase gozando. Entao tirei meu pau e avisei que ia gozar Ela estava ofegante. segurou o pau duro e disse, me olhando docemente : "Goza na minha boca, amor,goza ", ela disse, Fiquei de barriga pra cima, ela ajoelhou entre minhas pernas. Chupava bem gostoso, passando a linguinha pela extensão dele. Marcela segurou meu pau, me olhou e começou a chupar a cabecinha. Continou me olhando e enfiou o pau todo na boca. Começou a me masturbar rapidamente, senti o gozo percorrendo todo o meu corpo, ela não tirava os olhos de mim enquanto me chupava. Eu tava arrepiado, pronto pra gozar.. Vou gozar, quase gritei. Ela acelerou a punheta e ficou sugando . Eu dei um tranco pra trás, quase quebrando a cama.


O primeiro jato bateu na sua boca, ela cuspiu e continou me masturbando, a porra lambuzou a sua mão que segurava o pau. Mas a ejaculação não parou, continuei lançando, jato após jato. Ela me punhetava com força, apertando o meu pau, eu grunhia e esperneava pela cama. Ela ordenhou as ultimas gotas que pularam do pau e escorriam pelos seus dedos. Era uma doce tortura, nunca tinha gozado tão gostoso assim. Tive que pedir pra ela parar . " Delicia ver voce gozar assim, amor, ela disse ", alisando meu pau, que pulsava ainda. " É voce, Marcela, voce é deliciosa, desde que te vi na praia que fiquei com vontade de te comer " Me deu uma sensação de torpor, e fiquei totalmente mole, não queria pensar em nada, puxei-a para mim e fiquei beijando-a. Ela ficou segurando meu cacete até amolecer.

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Lua de perola

O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística
Lua de perola pra quem não sabe é a ultima noite com a namorada antes de oficializar as coisas e firmar o compromisso... bom resolvemos então vaijar pra uma cidade de rio onde ninguem nos conhecia e hospedamos numa pousada simples, mas com uma comida ótima. Nos instalamos e fomos tomar banho chegamos a tarde e já estava chegando a hora do jantar. Eu estava com fome tomei banho rapidão antes dela e depois ela foi e demorou séculos... estava esperando ela sair pra dar opinião qual roupa eu devia usar então fiquei sentado na cama de toalha mesmo... na preça para banhar-se ela não pegou a toalha dela então usou uma do hotel mesmo, quando saiu do banho nossa que delicia a toalha mal cobria o corpo dela, os seios fartos deixava a toalha ficar levantada na parte da frente e dava para ver só um pedacinho da sua bucetinha e a totalidade daquelas coxas deliciosas para alegria dos meus olhos rs...

Quando ela abaixou pra pegar uma coisa na mala que ainda tava no chão... nossa que visão aquela bucetinha e o bumbum delicioso que ela tem respingando água eu não resisti, tirei a toalha, levantei e fui até ela e agarrei ela por tras... ela fingiu se  assustar e deixou cair a toalha e falou: - Nossa ta com fome mesmo hein que pal duro é esse rs... falei nossa amor vc sai do banho com essa toalhinha mostrando bucetinha pra mim... e puxei ela pra mim dei um beijo no pescoço e apertei seus seios e meu pau apertou na sua bundinha... ela se virou e apertou meu pau e falou: -Vou jantar é agora mesmo e me empurrou na cama e pegou no meu pau... ela tava com corpo molhado e eu a virei e cai de boca naquela bucetinha suculenta...

Ela gemia e dizia -Vai amoooorr me chupa todinha vai mata sua fome gostosoo... meu pau ja tava latejando de tão excitado, levantei e fui até a lateral da cama e ela ficou de joelhos e começou me chupar gostoso... enfiava a lingua no buraquinho do pau e chupava com vontade nossa só de lembrar da vontade de gozar... ela chupava com vontade e me punhetava... pedi pra ela parar pra eu não gozar... ela não me escutou me puxou pra cama e veio por cima de mim num 69 delicioso... ela enfiando sua bucetinha rozada na minha cara, já estava toda molhada e aquele cheiro gostoso me labusava o rosto inteiro e chupei aquele grelinho com gosto, ela tava tão excitada que gozou em mim, me deu uma chave de perna no pescoço rsrs quase desmaiei rsrsrs. Quando ela percebeu que tava me sufocando me soltou e ficamos rindo rs... ela já satisfeita falou pra gente descer e ir jantar pra não passar da hora, pensei comigo "poxa mas eu nem gozei"eu aceitei e fomos nos arrumar.

Descemos morrendo de ri rs lembrando da situação... no hotel tinha um salão com mesas, e no centro a mesa com os pratos que cada um podia se servir... ficamos num canto reservado observado o movimento e depois voltamos pro quarto... e voltamos ao nosso love. comecei tirar a roupa dela e ela a minha e nos beijando, apertando o corpo um do outro e o tezão subindo... já estavamos de volta na cama onde aviamos parado no 69 rsrsrs. Depois ela pula da cama e traz um vidrinho de oleo mineral da bolsa e passa no meu pau me fazendo uma massagem deliciosa e se posiona de 4 pra mim apoiando na cabeceira da cama, dizendo: -Vem amor come sua futura noivinha vem... esfreguei meu pau na bucentinha dela toda empinadinha pra mim e soquei de uma vez só com força (ralvez em retaliação da chave do 69) e ela gemia, eu apertava os seios e bombava com vontade.

-Vaaaai amor come com vontade me faz gozar de novo vaiii amor... apesar do ar condicionado o quarto foi ficando abafado com a nossa transa, quando puxei ela pra mudar de posição ela me segurou e falou não para quero continuar assim ta muito gostoso mas vem pra cá perto da janela pra ve se pega um ventinho que ta calor, levantamos e fomos até a janela... ela empinou o bumbum pra mim e eu enfiei o pau nela com vontade  tava doido pra gozar... segurei com vontade no bumbum dela e comecei acelerar os movimentos, ela disse vai amor não para, mais rapidoooo, enfia com forçaaa vai gostosooo goza em mim... eu tava ficando maluco com o que ela dizia... quando eu falei que tava pra gozar ela falou vai acerela eu tbm to quase e abriu a janela.

 Falei ta maluca fecha isso, ela mas ta calor demais aqui deixa entrar um vento... eu tava com tanto tesão que continuei... a visão da janela dava pro quintal parte do fundo da pousada onde morava o dono... já era noite, havia luzes ligadas mas ninguem la fora então nem liguei. enfiei com vontade até gozar dentro dela ela gozou junto comigo e ficamos ali agarrados um bom tempo ela com os seios pra fora da janela toda suada me chamando de gostoso... que a lua de mel seja melhor ainda... ainda acho que o dono da pousad

a nos viu rs mas foi delicioso o medo de alguem aparecer deixou a gente mais excitado... curtimos o rio da cidade e voltamos no terceiro dia... namoramos bastante... depois de uma semana ficamos noivos... e curtimos uma outra aventura... mas dessa vez alguém nos viu de verdade rs mas isso conto outro dia

Autor: Josué
Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo!logística
Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo!logística
Contos eróticos: O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística
Contos eróticos: O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística
Contos eróticos: O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística
Contos eróticos: O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística
O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística
O Casamento da minha melhor amiga – Por Milady Winter Era um final de semana de meados de janeiro. O mês estava particularmente chuvoso, mas minha melhor amiga havia decidido se casar justo nesse período, certas decisões não devem ser questionadas, certo?! E para o local do casamento, como o feliz noivo adorava uma fazenda, onde decidiram se casar?! Numa fazenda, claro… Numa bela tarde de domingo! Como melhor amiga fui escolhida como madrinha e responsável por um zilhão de coisas! No que deveria ser um dia perfeito e seco, eis que as previsões meteorológicas estavam todas erradas (Novidade!) e desde cedo caía uma chuva fina. Eu acompanhava a montagem de tudo, cobertura, altar, festa, muito preocupada! Tudo tinha que estar perfeito! Dentre os convidados, uma figura se destacou desde que chegou! Era amigo do noivo, alto, cabelos escuros e um par de olhos verdes absolutamente hipnotizantes. Qual não foi minha surpresa quando Priscila falou que aquele Deus seria meu par. Abri um sorriso de orelha a orelha, impossível não notar meu entusiasmo. O olhar que Marco me deu também foi suficiente pra deixar claro que o interesse havia sido mútuo, principalmente quando seus olhos bateram no decote da minha camiseta, que deixava meus seios razoavelmente a mostra. Foi quase impossível desviar o olhar do volume que se formou quase que imediatamente em sua calça. O dia decorreu na bagunça com os preparativos, e, volta e meia, Marco e eu nos esbarrávamos, ríamos, fazíamos brincadeiras, provocações. Até que uma hora, em um desses esbarrões, ele me puxou para um banheiro da casa da fazenda, me prensou contra a parede e tascou-me um beijo, suas mãos safadas já agarrando meus seios. E nesse meio tempo, ele foi descendo com os beijos, baixou meu decote, expondo meus peitos, já caindo de boca. Em poucos segundos, eu já estava sentindo a umidade na minha calcinha e minha respiração ficava pesada. Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. Depois de muito dançar, e já um pouco alterada, resolvi que iria ao meu carro pegar uma sapatilha baixa para continuar a me divertir. Saí da casa e estava uma chuvinha fina, alguns trovões explodiam ao longe, acreditei que seria possível chegar no carro sem me molhar muito. Quando estava quase lá, a chuva ficou mais forte, e no momento que ia abrir a porta, fui agarrada por trás e virada rapidamente, já sendo invadida pela língua de Marco em minha boca. Ele foi levantando meu vestido, e soltando um pouco meus lábios falou: “Sua safada, estava doido de vontade de você, principalmente depois que senti que você está sem calcinha! Com essa bunda deliciosa me provocando!” conto-erotico Eu ri e senti os pingos d´água escorrendo entre meus seios, suas mãos quentes tocando minha xana que já pulsava, cheia de tesão, quente. Não me fiz de rogada e fui abrindo as calças dele e soltando aquele pau delicioso, rígido, começando a masturba-lo. Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logísticahhjjjjii
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Quando fiz menção de agarrá-lo pelos cabelos, ele suavemente arrumou minha blusa, beijou minha boca, e sussurrou no meu ouvido, “Desde que te vi a primeira vez estava louco pra fazer isso…”, e saiu. Saí do banheiro bastante excitada com o jogo e sorridente. Parece que a festança prometia. Chegou a hora da arrumação! A noiva estava ansiosíssima com tudo, mas não deixava de esbanjar felicidade. Cabelo, maquiagem, roupas, ajudar a colocar o vestido da noiva e deixa-la tranquila para aproveitar, porque aquele era seu dia de brilhar! Eu estava enfiada em um vestido vermelho, justo (não à vácuo, mas justo), com um decote acentuado nas costas, estava com os cabelos arrumados para cima e minha maquiagem era simples, com olhos bem marcados e um discreto gloss que deixava meus lábios com um que de apetitosos. Quando Marco me viu, senti que agradei e que ele se esforçava para conter a ereção que teimava em aparecer sob a calça do terno. Ele me cumprimentou sóbrio, mas seus olhos verdes demonstravam um brilho sacana que deixava evidente os seus pensamentos pecaminosos. Cumprimentei-o com um beijo no rosto, sorri e passei a organizar as coisas que eram de minha responsabilidade. Finalmente, de mãos dadas, entramos em direção do altar para enforcar, digo, casar nossos amigos queridos. Durante a cerimônia, senti sua mão tentadora em minhas costas, me arrepiando e deixando evidente a minha excitação pelo tecido fino do vestido, me fazendo estremecer. E mesmo ao seu lado, eu podia perceber o sorriso safado que brincava naquela boca macia, deliciosa. Terminada a linda cerimônia, amigos amarrados, fomos para festa que fora montada na casa da fazenda. Tudo lindo e maravilhoso e toneladas de champagne. Marco e eu dançamos juntos diversas vezes e eventualmente alguns amassos rolaram. Eu sentia a excitação dele. 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Ele já estava brincando com meu grelo entre seus dedos, me fazendo gemer de prazer, enquanto me beijava. A chuva caia sobre nós, fria, e nós dois frenéticos, encostados no carro. Ele finalmente levantou meu vestido, me virou e me apoiou no capô. Abaixou-se um pouco, afastou minhas pernas, me abriu e me presenteou com uma deliciosa linguada quente que começou no meu grelinho e passeou por toda minha bucetinha. Ele se inclinou sobre minhas costas e falou que já sabia que eu tinha esse sabor adocicado, delicioso. Arrepiei-me inteira, sentindo aquela vara deliciosa encostada no meu rabo. Respondi: “Agora me come seu cachorro safado. Mete gostoso, vai! Tô doida por esse pau delicioso me invadindo!” Não foi necessário ser muito enfática, sem piedade, ele meteu! De uma vez! Me fez gritar de prazer. Pedir mais! Ele foi de estocada em estocada me enlouquecendo de prazer. Dando-me umas deliciosas palmadas no traseiro enquanto me invadia. Puxando meu cabelo! Não demorou muito para que eu gozasse. Ele me virou, encostada com a bunda no carro, eu o envolvi com as pernas e ele continuou, ritmado, forte. Eu me segurava nele, ele agarrava meus peitos, mordiscava meus mamilos duros. Estávamos absolutamente alucinados de tesão e ensopados, meu vestido praticamente destruído, e tudo que importava era aquela foda maravilhosa, no meio da chuva, em que nossos gritos e gemidos se perdiam entre trovões e raios. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me colocou de joelhos e disse que derramaria toda sua porra na minha cara, na minha boca. Caí de boca, engolindo-o com fome, até as bolas, engasgando. Ele gemeu alto, segurou-me pelos cabelos, me fazia engolir mais fundo, olhando pra ele, enquanto me mandava chupar gostoso, forte… E eu obedecia, deliciada com o sabor daquele pau maravilhoso! Não demorou muito para eu tomar um banho com aquela porra quente. Fiquei toda lambuzada. Feliz! Ele, muito solícito, tirou do bolso da calça um lenço, absolutamente ensopado, pingando e o estendeu para mim. Rimos alto da cena. Hora de se recompor, e ele voltou para a casa na frente. Entrei no carro, respirei fundo e sorri, já na expectativa do que mais poderia acontecer naquela noite mágica, peguei minha maleta de roupas, o sapato e voltei para a casa para me trocar. Novamente na festa, já com outro vestido e minha sapatilha, cabelos ainda molhados, Priscila me olhou desconfiada e perguntou onde eu estava. Depois de dar uma olhadela sapeca para o lado de Marco, respondi dando de ombros: “Ah… por aí!” Resposta perfeitamente entendida pelos olhares, rimos juntas e continuamos a aproveitar a fantástica noite que deixaria lembranças por um longo tempo e que ainda me brindaria com outros ótimos momentos… Mas isso já é material pra outra boa história…logística