quarta-feira, 3 de julho de 2013

A primeira fantasia realizada


Todos os anos, o dia do meu aniversário me traz grandes surpresas, mas nada parecido com este ano...
 graças as redes sociais temos contatos com algumas pessoas que não são do nosso circulo de amizade. 
Então no dia após meu aniversário, me chamaram no bate papo perguntando se tinha sido meu niver, fiquei muito surpresa, por ter vindo de uma pessoa que não tenho contato nenhum, mas tentei ser bem atenciosa, afinal ele tinha tido a atenção de me parabenizar. 
Corria tudo normal, até ele deixar alguma coisa no ar, que queria falar alguma coisa. Eu como sempre muito curiosa, não poderia deixar que ele saísse sem falar do que se tratava, depois de algumas perguntas mais, ele falou algo sobre meu cabelo, acho que devido ele estar sempre vermelho, que achava bonito e interessante. Nos despedimos e ele saiu. 
Eu estava no meu trabalho, não tinha como ficar online o dia inteiro, mas aquela conversa me incomodava cada vez mais...
No dia seguinte entrei novamente com o único proposito de continuar aquela conversa, que não saia da minha mente.
Alguns minutos depois ele estava online e eu não me lembro bem mas comecei uma conversa meio sem sentido, acredito que ele tinha notado que despertou de alguma forma meu interesse, começamos falando sobre animais e outras coisas da sua profissão, (biólogo), em pouco tempo a conversa já tinha mudado o rumo para algo mais provocante, então não resisti e fui direito ao assunto do dia anterior, dizendo que acreditava que ele não tinha falado o que queria no dia anterior, que ele não ia dar tantas voltas para falar apenas do meu cabelo, ainda não sei de onde tirei coragem para isso. Foi quando discutimos um pouco sobre o que poderia ser, por mais que eu estivesse desconfiada não podia de forma alguma acreditar que fosse algo parecido com o que estava prestes a descobrir, o meu horário de almoço estava chegando e eu perguntei se podia voltar no período da tarde, ele então pediu para eu pensar na possibilidade de ficar com ele. Gelei! 
De repente eu estava com uma bomba nas mãos e ão sabia o que fazer, falar, pensar...
Depois de muitos anos de casada, e claro algumas tentativas de outros homens, nada nem ninguém tinha mexido tanto com minha imaginação como estava acontecendo naquele momento, não conseguia me concentrar em mais nada. 
Só pensava na possibilidade de aproveitar o momento e descobrir como seria transar com outro homem, pois nunca tinha conhecido outro homem além do meu marido. 
Lá estava eu de volta a procura daquele homem que mexia muito com meu imaginário, e como eu esperava ele também estava lá. A conversa fluía com naturalidade entre uma brincadeira e outra pra descontrair da tensão que minha resposta positiva me fazia sentir. Conversamos coisas interessantes que cada vez mais me deixava excitada e curiosa. Podia fazer qualquer coisa que não ia conseguir me distrair do que tinha acontecido durante o dia inteiro. Achei que se me ocupasse, podeira parar de pensar um pouco, nunca imaginei que encontraria ele online anoite, pois conversamos o dia inteiro e imaginei que ele estaria com a família. E para minha surpresa, olha quem esta lá, e me manda um discreto boa noite, e mais uma vez ficamos horas conversando, tentando encontrar um jeito de ter um primeiro contato, o desejo e o tesão era demais para esperar muito mais tempo. Aproveitando uma oportunidade que teria no horário do almoço, convidei ele pra passar no escritório no  horário de almoço, me prontifiquei a chegar mais cedo, num horário em que os outros funcionários ainda não teriam voltado. Ele concordou. Concordou que seria apenas um beijo, por que teríamos que ter um pouco mais de tempo para nos conhecer um pouco melhor, (não sei como funciona essa coisa de ter um caso kkkk), eu cheguei mais cedo e ele pontualmente no horário marcado ele estava lá. 
Eu não conseguia olhar para ele, fiquei paralisada, não conseguia me mexer, como a porta do escritório já estava aberta, os clientes chegaram junto, eu pedi que aguardassem na ante sala, ele ja tinha entrado pra sala ao lado, quando entrei, totalmente sem jeito, ele me puxou pelo braço e me agarrou de uma forma que me fez perder as forças das pernas, uau, nunca havia sentido algo tão intenso, um beijo quente e sedutor, ele me apertava forte contra ele e eu me deliciava com aquela boca gostosa, enquanto me tocava por cima da roupa, passou suas duas maos no meu bumbum foi subindo e esfregou com as duas maos meus seios enquanto lambia meu pescoço, levou minha mão até seu pau e senti aquele membro totalmente duro e pulsante de desejo. Ele me virou colocou contra o armário, e perguntou sussurradamente no meu ouvido se eu o queria,  e disse que sim e ele então enfiou sua mão para dentro da minha calça e começou a me massagear de uma forma enlouquecedora, eu gemia e me contorcia de prazer, já não era mais apenas um simples beijo como havia planejado e havia pessoas ao lado nos esperando, isso aumentava ainda mais o meu tesão, ele me levou até banheiro e pediu delicadamente que o chupasse, abrindo as calças e colocando aquele membro  maravilhoso para fora, olhei meio encabulada, era lindo, o apertei e comecei a massagea-lo sentindo toda a regidez entao dei um beijinho em sua boca me agachei e caí de boca naquele pau grosso e delicioso, huummm, tinha um ótimo cheiro e um sabor de pecado, que era maravilhoso. Seus olhos me desejava e isso fazia me sentir muito mais mulher que em qualquer outro momento. Nosso tempo era muito curto e precisava terminar logo, foi quando ele pediu com a voz carregada de tesão para me comer. Não tive forças para dizer não, o momento era prazeroso demais para não explorar todas as oportunidades. Abri minha calça e fui virada de costas contra o espelho, me empinei um pouco, ele colocou o pau na portinha e foi encaixando devagar, seu pau escorregou facilmente, gemi de prazer, há muito tempo nao sentia tanto tesao numa penetraçao, enfiou suas maos por dentro da minha blusa apertando meus seios e começou a bombar lento, depois forte tudo muito gostoso. Ele meteu tao gostoso, até que com a voz embargada avisou que ia gozar... 
Gemidos abafados e sussurros deixou claro a satisfação de nós dois.
Essa foi a minha primeira vez...

Nunca imaginei que trairia meu marido, mas confesso que valeu a pena. 
Sensação indescritível. Nao pela traiçao mas por um tesao que eu havia me esquecido.

Autora: Mariana

segunda-feira, 1 de julho de 2013

MARIDOS EMPRESTAM AS ESPOSAS VIDEOS -

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Eu nao sabia que estavamos sendo observados pela sua irmã.

Eu tenho uma namorada  que é uma  delicia, desde de quando começamos nosso namoro sempre fomos  muito apaixonados e entusiasmados sexualmente falando. Ela uma loirinha toda certinha peitos nao enormes mas grandinhos durinhos, redondos, sua barriguinha é chapada, sua bunda redondinha, durinha com uma marquinha linda. Nossa primeira transa foi com dois meses de namoro atras da casa dela perto da piscina, foi uma rapidinha, mas inesquecivel.

Já brincavamos antes  dessa noite eu ja havia a chupado e ela a mim, tudo isso  dentro do meu carro numa noite chuvosa em frente a sua casa quando chegamos de uma festa como haviamos nos esfregado a noite toda, rolou dela deixar eu chupar seus peitos eu ja sem perder tempo peguei sua mao e coloquei sobre meu pau durissimo por cima da calça, ela o pegou com bastante força e eu chupando seus seios comecei a descer minha mao e fui ajudado por ela estar de saia, primeiro enfiei entre suas pernas efoi chegando devagar ate tocar em sua bucetinha por cima da  calcinha, sua xaninha tava encharcada de prazer e nao relutou quando coloquei sua calcinha  de lado e a penetrei com meu dedo sua vulva ela gemeu e deu uma leve mordidinha na minha orelha e gemeu apertando mais o meu pau. Nao perdi tempo e tirei meu pau pra fora, na hora ela se assustou um pouco mas logo retomamos nosso tesao e ela começou a me punhetar, quando senti que o caminho estava tranquilo me ajoelhei na sua frente e comecei a chupa-la ela se contorcia de prazer principalmente quando eu enfiava um dedo dentro de sua xaninha e chupava sua entrada, nao demorou muito ela gozou e vendo meu pau durissimo pediu para eu me ajeitar no banco e sem eu esperar caiu de boca, chupou deliciosamente ate eu avisar que ia gozar entao ela começou a me punhetar e meu jato saiu com força e tesao, escorrendo por seus dedos.

Depois desse dia a nossa pegaçao era geral, era so ficarmos sozinhos que a brincadeira ja começava, pega aqui, mao ali, um boquete no carro, uma chupada na garagem. Um dia estavamos na piscina ja  era de noite e eu pedi para fazer uma coisa que estava com vontade ela perguntou o que era e eu falei que queria chupar a bunda dela. Ela se virou eu tirei aquele bikini de lado e chupei aquele cuzinho o tesao dela foi tao intenso que quando me levantei para beijar sua nuca ela  sentiu meu pau durissimo encostar no seu bumbum ela mesmo pegou no meu pau e o posicionou na entrada de sua xaninha e eu o coloquei para dentro arrancando gemidinhos baixos, minhas estocadas eram lentas e quando acelerei ela se soltou de mim e implorou para pararmos pois seus pais poderiam  ouvir. Mas depois desse dia começamos a trepar direto.

Seus pais trabalhavam durante o dia entao de tarde era o nosso deleite entravamos para o quarto dela e metiamos muito de todas as maneira e todas as posiçoes. O que eu nao sabia é  que sua irma, um ano mais nova ficava nos ouvindo e imaginando o que acontecia ali. Eu ate perguntava sobre e se a irma dela dissesse algo paraos seus pais mas ela me  tranquilizava dizendo que elas eram amigas e ela jamais diria isto. Entao enquanto nos trepavamos a irma dela encostava o ouvido na parede e ouvia tudo, isso me dava mais tesao de imaginar que poderia acontecer isso mas eu nao tinha certeza se acontecia isso mesmo.

O tempo foi passando  a intimidade aumentando e um dia depois de um transa alucinante minha namorada caiu num sono profundo, entao eu me levantei coloquei só o shorts e desci ate a cozinha para tomar uma agua, quando chego lá me encontro com minha cunhadinha sentada a mesa com um vestidinho solto, descalça e tomando um suco, eu a cumprimentei com o olhar e ela me ofereceu o suco eu aceitei e ela com um sorriso malicioso falou: - Voce deve estar com muita sede hoje. Entao eu aproveitei e pedi para ela nao contar nada para os pais, ela me disse que claro que nao iria dizer e que a irma dela falava tudo para ela, fiquei meio envergonhado e tentei descontrair perguntando se era tudo mesmo, ela disse que achava que sim. Entao perguntei o que ela sabia so para eu provocar aquela gostosinha. Ela entao se levantou, olhou pra mim e disse:

 - Eu  vi pela janela quando voces se chuparam no carro, eu pensei que voces haviam transado mas ela me disse que voces so se chuparam. eu fiquei estarrecido com isso mas ela continuou: - Tambem vi quando voces transaram perto da piscina e escuto todos os dias do meu quarto voces treparem. Eu tava envergonhado e estarrecido com o depoimento dela e perguntei o que ela fazia enquanto nos ouvia? Ela entao disse sem rodeios: - Ué, me masturbo.

Eu fiquei sem chao fiz meia volta e voltei para o quarto ela entao correu atras de mim e pediu para eu nao contar para a irma sobre a nossa conversa. Eu falei que nao iria dizer e fui entrando ela entrou junto comigo e verificou que a irma estava dormindo e me falou que queria dizer mais uma coisa para mim para eu sair do quarto, saimos com cuidado e no corredor eu perguntei o que ela queria mais. Entao ela disse me olhando nos olhos querover seu pau. Eu falei que nao. Ela entao se aproximou e fez uma chantagem e disse que senao mostrasse ela diria pro seus pais.   Eu falei que sabia que ela nao iria contar pois era muito amiga de sua irma mas diante do cerco tentei minimizar a situaçao e descontrair um pouco e falei pra ela que ate mostraria mas que nao teria graça pois ele estava mole e ela nao iria achar graça (mesmo ele estando meia bomba devido toda essa conversa excitante). Ela me olhou seriamente e eu achei que a tinha convencido, entao ela abriu a porta do quarto da irma, verificou que ela continuava dormindo, fechou a porta com cuidado, olhou para mim, eu olhei para ela e...

Com um toque sutiu em seu vestido ele escorregou por seu corpo caindo ao chao e ela ficou completamente nua na minha frente. Seus seios eram maiores que o da minha namorada, mais redondos, mais tudo, seu corpo escultural, uma cintura fina um quadril perfeito e sua xana devidamente depilada só com um pouqinho de pelo bem fininho encima do clitores em suma uma GOSTOSA de revista. Meu pau subiu na hora fiquei sem palavras e fui envolvido por aquela gata. Ela se aproximou beijou meu pescoço, me rendi completamente, me deu um selinho foi se abaixando e pegou no meu pau que ja tava duro e o colocou parafora do shorts, ficou o observando por um instante se ajuelhou e começou a lambe-lo,  de um lado, do outro, uma lambidinha na cabeça e o aboncanhou com vontade, tentado engoli-lo e batendo uma punheta maravilhosa. Tirou o pau da boca, me olhou nos olhos com uma cara de safada e perguntou se a irma deixava eu gozar na boca dela. Eu disse que nao. Ela voltou a engoli-lo e começou a massagear minhas bolas, eu nao tava mais resistindo e avisei que ia gozar.

Ela ficou so com os labios na cabeça do meu pau, ficava punhetando me olhou nos olhos e disse goza... eu tentei segurar o maximo mas nao aguentei a cara daquela putinha e gozei muito e ela nao tirou o pau da boca e foi chupando toda a porra o que escorria ela esfregava em seus lindos seios. Ela se levantou e foi para o seu quarto eu entrei rapidamente para o quarto da minha  namorada me deitei ao seu lado e adormeci junto.





quarta-feira, 26 de junho de 2013

Comi a casada carente por causa da enchente

Meu nome é Fábio, tenho 29 anos e sou técnico em eletricidade em São Paulo. Sou moreno, porte grande (1,87 m e 91 kg), e modéstia à parte, considero-me bem apessoado. Recentemente fui contratado por um casal para reformar o home theater de um apartamento no Alto de Pinheiros. Já conhecia a dona da casa, Cinthia, da época em que ela ainda era solteira, pois havia feito um serviço na casa de seus pais……
Fui num sábado me reunir com ela e seu marido, Fred, para conhecer a obra e propor um orçamento. Cinthia estava ainda mais gostosa do que quando a conhecera 6 anos antes: agora com 32 anos de idade, tinha ganho mais corpo. Pele branca como o leite, cabelos castanhos, puxando para o ruivo e na altura dos ombros, olhos verdes, peitos grandes e duros e uma bunda de fechar o trânsito. O tamanho era, em minha opinião, o ideal para meter – 1,55 m, com peso proporcional. Nesta reunião ela vestia legging e top, pois tinha voltado da academia, e tive que disfarçar minha ereção quando percebi a xoxota gordinha sob o tecido de lycra. O marido dela, como não poderia ser diferente, era um mala: típico empresário que viveu crendo que era o tal e portanto poderia comprar a todos. Felizmente, como ele viajava muito a trabalho, Cinthia ficou encarregada de acertar todas as questões da reforma comigo.





Na semana seguinte, começaríamos as tarefas. Cinthia me ligou no domingo à noite dizendo que poderíamos ir juntos à casa de materiais de construção. Como ela não dirigia e eu não tenho carro, ela deixaria a chave do carro do marido na portaria do prédio, pois ele estava fora da cidade. Eu deveria pegar o carro e buscá-la num endereço próximo, e então iríamos às compras. Passei às 10:00 no condomínio e, enquanto o garagista ia buscar o carro, conversei por uns 10 minutos com o porteiro, um nordestino gente boa chamado seu Francisco:
- Vai levar a dona Cinthia para passear? Hoje ela tá foda de tão gostosa…
- Nossa, seu Francisco, ela é boa mesmo. Será que pula a cerca?
- Isso eu não sei, nunca soube nada dela. Tem duas patroa daqui do prédio que são dadeira que só, eu já passei a vara, guardo até as calcinha delas como troféu. Mas a dona Cinthia nunca deu trela e eu que não sou doido de arriscar sem ter certeza, e pegar uma justa causa…
- Pois então, seu Francisco, se eu conseguir alguma coisa, trago a calcinha dela prá aumentar tua coleção!
- Há! Duvido, negão. Tu é boa pinta, mas acho que ali não rola não! Aposto uma grade de cerveja!
Ri da safadeza do tiozinho quando o Fusion zero chegou. Tesão de carro, ainda com cheiro de fábrica. “Esse bosta do Fred é sortudo mesmo, com uma máquina destas na garagem e outra na cama!”.
Segui para o endereço combinado e me surpreendi que se tratava de um salão de depilação! “Que safada, deve estar se embelezando para mim!”. Mandei um SMS e ela logo apareceu na porta, com um vestido leve de alcinha até metade das coxas. A silhueta estava bem desenhada pelo tecido, que por ser fininho e colado, permitia a visão do contorno da calcinha.
- Fábio, desculpe fazê-lo vir aqui, mas eles são super lotados neste salão, e só tinha esse horário!
- Imagina, dona Cinthia, o importante é você ficar bonita!
Ela corou levemente e nos dirigimos à loja de material elétrico de um camarada, próximo ao Largo de Pinheiros. Paramos o carro numa duas quadras da loja e fomos conversando até o estabelecimento. Marmanjo que passava do lado chegava a andar de costas só para contemplar aquela delícia: um par de coxas brancas torneadas, uma bunda esculpida e peitos que desafiavam princípios básicos da física – o seu Francisco não tinha errado no diagnóstico, ela estava de matar!
Entreguei a lista para o atendente e perguntei pelo meu amigo, o dono da loja. Paulão apareceu em seguida, todo galanteador pra cima da Cinthia.
- Bom dia, senhorita, seja benvinda ao meu estabelecimento. Aceita uma água, um refresco?
O puto falava segurando a mãozinha delicada da Cinthia. Ri das investidas do meu amigo, que sabia por conhecimento de causa que nessa conversa mole, muita dondoca casada ia às compras e terminava pagando a conta com a xoxota ou o cuzinho.
Depois de uns 30 minutos, todos os componentes estavam separados e encaixotados. Na hora de pagar, fomos surpreendidos por um trovão ensurdecedor. Botei a cabeça para fora da loja e vi que o céu estava preto, e pingos grossos já caíam ao chão. Após cinco minutos, a cidade já estava sob um verdadeiro dilúvio típico do final do verão paulista. Sugeri que corrêssemos ao carro, pois havia perigo de inundação. Os dois quarteirões foram suficientes para que nós ficássemos ensopados. Saímos em direção ao apartamento dela e terminamos pegando a Marginal Pinheiros parada por causa da chuva, que castigava a cidade impiedosamente. Graças ao sistema de drenagem podre de São Paulo, em menos de 20 minutos a rua ia se tornando a extensão do rio. Cinthia olhava angustiada, e segurou forte no meu braço quando a passagem de um caminhão fez uma onda que sacudiu um Uninho que estava na frente.
- Dona Cinthia, temos que levar esse carro para um lugar alto, pois a coisa vai piorar…
- Concordo, você acha que consegue subir no canteiro, como estão fazendo aqueles carros?
- Acho que o Fusion é baixo, vai pegar na lataria… tenho uma ideia melhor.
Falando isso, embiquei o carro na entrada de um motel perto da ponte Euzébio Matoso.
- Não posso entrar num motel com você, está louco?
- Calma, é só para esperar a chuva passar!
Ela estava ainda mais pálida quando entregou o RG para a tia da guarita. Quem visse aquele casal tão diferente, ela toda empetecada e com aliança na mão esquerda e eu despojadão, com calça jeans e camiseta Hering, ia supor tratar-se de um casal de amantes fugindo para uma trepadinha vespertina básica. Pedi um quarto normal e fomos para lá, eu pensando que a tempestade só podia ser explicada por um alinhamento perfeito entre Júpiter e Vênus…
Guardei o carro na garagem e subimos ao quarto. Meu pau endureceu de novo quando percebi o vestidinho colado e transparente pela água, com um lado da calcinha enfiado na bundinha…
Sugeri que ela tomasse uma ducha, pois estava tremendo (de medo do que estava por vir, talvez…). Ela hesitou um pouco, mas cedeu e foi. Como não havia uma porta no banheiro, eu conseguia vê-la se banhar por de um espelho na parede. Meu pau já estava latejando. Pude ver também quando ela saiu, vestiu a calcinha, pendurou o vestido molhado e o soutien e se enrolou na toalha. Fui tomar uma chuveirada em seguida. Fiz questão de deixar o bicho já bem durango, pois não estava disposto a sair daquele quarto sem traçar aquela madame. Saí enrolado na toalha, e ela estava sentada na cama, tentando ligar para o marido no celular.
- Não consigo falar com ele, dá caixa postal direto…
Aproximei-me dela e, subitamente, deixei a toalha cair, revelando meu cacete moreno de 21 cm na altura do rosto dela.
- Por favor, pare com isso! Cubra-se! Sou casada, só subi aqui por causa dessa enchente!
- Cinthia, eu acho que as coisas não acontecem por acaso… somos adultos e temos a obrigação de aproveitar essa oportunidade única que nos foi oferecida.
- Mas eu amo meu marido, e não quero trair ele, nunca fiz isso!
- Isso não tem nada a ver com amor. Fique sossegada que eu não vou fazer nada contra a sua vontade, não sou nenhum bandido. Só peço que segure nele um pouco e então vamos embora.
Peguei sua mãozinha e coloquei no meu pau, que parecia ainda maior e mais preto junto daquela delicadeza. Ela não conseguia nem fechar a circunferência da jeba! Ela tentou puxar mas eu segurei firme, e logo comecei a fazer movimentos de vai e vem com a sua mão. O bicho foi ficando maior e mais duro, cheio de veias salientes, e com a cabeçona inchada, do tamanho de um pêssego. Ela parecia hipnotizada com o tamanho pau, tanto que não percebeu que parte da toalha tinha caído, deixando a mostra seu peito direito. E que peito! Branquinho, duro e com um bico rosa. Livrei de vez aquela escultura de marfim e comecei a mamar como um recém-nascido esfomeado. Que delícia! Uma pessoa poderia gozar só de chupar aqueles peitões. Depois de deixá-los bem vermelhos e com várias marcas de chupão, resolvi prosseguir para coisas mais sérias. Ela já me punhetava espontaneamente. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto em direção à piroca:
- Olha como você deixou ele, agora bota na boca e chupa, sua gostosa!
Ela encostou os lábios de leve, como se fosse dar um beijo na cabeça da pica. Empurrei o bicho boca adentro e ela quase engasgou, mas em pouco tempo assumiu a chupeta com maestria. Aqueles lábios carnudos e molhados pareciam uma bucetinha sendo fodida. Tive que me controlar para não gozar.
Estava na hora de retribuir a chupada. Deitei a gostosa de barriguinha para cima e vi uma pequena mancha na parte inferior da calcinha, formada pelos sucos que escorriam da xoxota. “Gostou de mamar, né putinha?” – pensei. Tirei sua calcinha devagar, para me deparar um pequeno retângulo de pelos castanhos acima dos lábios vaginais. A xoxotinha tinha uma entrada bem justinha, com pequenos lábios róseos e estava pingando de tão lubrificada. O perfume era tão inebriante quanto a visão. Chupei aquela buceta como nunca tinha feito em toda minha vida, socando minha língua bem no fundo. Botei o dedo indicador na vagina e pude perceber o quanto era apertada, parecia virgem! Ela se contorcia, gemia, apertava o próprio seio com a mão e mordia a fronha do travesseiro. E assim foi intensificando os gemidos até gozar.
Depois de um belo trato naquela bucetinha, eu estava pronto para passar-lhe a vara. Puxei-a para a beira da cama e levantei suas pernas, apoiando-as nos meus ombros. Encostei a chapeleta na entradinha e fiquei assim brincando, torturando a madame. Melava a cabeça da pica no seu gozo, deixando-a reluzente. Enfiava então um pouco na portinha e puxava para fora. Ela rebolava para frente e para traz, e cada vez que eu enfiava mais fundo ela suspirava mais alto.
- Pede, safada! Pede para eu te comer!
- Ahn?
- Você entendeu! Quer que eu coma sua xoxota, não quer? Então diga!
- Sim… venha, por favor! Venha logo!
Foi o suficiente para eu enfiar a mangueira quase toda. Só não entrou tudo de uma vez porque Cinthia puxou o quadril para traz:
- Calma, tudo não, machuca!
- Já levou uma rola destas, princesa? A do chifrudo é assim?
Ela virava o rosto de lado, evitando me olhar enquanto eu me esbaldava.
- Responde, puta! Ele tem um pau que nem o meu?
- Não, é menor…
- Então se prepara para ser comida por um macho pela primeira vez!
Naquela posição quem controlava a metida era eu. Conforme a xoxota foi se acostumando com o volume, eu metia mais e mais. Acelerei os movimentos, enquanto seus peitos balançavam no ritmo da trepada. Não ia conseguir segurar muito mais, e falei:
- Tesão, vou te encher  de porra!
- Por favor, não faça isso, não estou tomando pílula e posso engravidar!
- Não quer que eu te faça um mulatinho lindo? Deixa, neném!
- Pelo amor de Deus, tira antes!
- Mas eu não vou desperdiçar todo esse leitinho… vou ? To cheio de leite! Se não for gozar dentro, quero ver você beber tudinho!
Tirei rapidamente o pau e coloquei-a sentada na cama. Mandei ela abrir bem a boca e colocar a língua para fora, onde apoiei a chapeleta. Bati uma punhetinha de leve, bem rápida, pois o gozo já tava chegando. Ela me fitava, apreensiva, com aqueles olhões, quando o primeiro jato saiu, branco e viscoso, batendo no céu da boca e escorrendo garganta adentro. O segundo jato, mais forte ainda, bateu direto na goela, e ela quase engasgou, chegando a ficar com os olhinhos cheios de lágrimas. Mais uns três jatos se seguiram, enchendo-lhe a boca de porra.
- Bebe tudo! Não quero ver uma gota fora da boquinha! – eu dizia isso recolhendo com os dedos um tanto de porra que tinha caído no peito e levando até a sua boca.
A safada gostou e se lambuzou, acho que era um fetiche dela.
Deitamos na cama, exaustos, ela apoiada no meu peito e ainda com cara de nojinho por ter engolido tanto esperma. Fiquei contemplando o contraste da cor de nossas peles e da delicadeza de seu corpo com a brutalidade do meu.
Fomos tomar uma ducha juntos, pois ela estava toda esporrada e não poderia ir embora daquele jeito. No chuveiro começou a putaria de novo. Ensaboando aqueles peitões e aquela xoxota meu pau renasceu rapidinho. Ela também estava excitada, pois tinha gozado na minha boca mas não na hora da trepada, e estava bem acesa. Saímos do chuveiro e continuamos os amassos no banheiro. Eu a encoxava por trás, e disse em seu ouvido:
- Linda, sua pombinha tá larguinha depois da xuxada, e eu acabei de gozar. Se for meter lá vou demorar 1 hora para gozar de novo, e acho que não temos tempo para isso.
- Ah, então vamos embora, a gente se encontra outro dia…
- Não, tenho uma ideia melhor. Vou botar no teu botãozinho que é mais apertado…
- Mas vai doer, sou virgem aí…
- Jura que se guardou para mim? – dizia mordendo sua orelha – não se preocupe que vou só botar um pedacinho, não vai machucar. Se doer eu tiro.
Já massageava o anelzinho, cheio de preguinhas, rosinha e raspadinho, com um creme hidratante que estava na pia. Os dedos entravam com dificuldade, mas fui tocando uma siririca junto e ela foi relaxando. Pedi que ela apoiasse as mãos na parede e afastasse um pouco os joelhos, enquanto eu me posicionava por trás. Neste momento, meu celular que estava na calça pendurada do lado começou a tocar. Olhei e era o corno que me ligava. Fiz questão de atender:
- Dr. Fred, tudo bom? Que é que manda?

- Fábio, tô tentando falar com a Cinthia há um tempão, mas o celular chama e ela não atende. Cheguei aqui em Aracaju e tinha umas dez chamadas dela não atendidas. Você já deixou ela em casa?
- Então doutor, caiu o maior pé d’água aqui em São Paulo, a Marginal Pinheiros virou um rio. Para fugir da enchente entramos aqui no Shopping Eldorado para esperar a chuva passar. Aí aproveitamos para fazer uma boquinha. Dona Cinthia tomou um leite batido e eu vou comer uma rosquinha agora…
Cinthia me olhava absorta, mal conseguia respirar para não levantar suspeitas que tinha passado a tarde dando para um empregado e estava prestes a levar no rabinho um cacete gigantesco.
 - Ah, ok. Por favor, espere a chuva passar antes de sair, o carro é novo e a última coisa que eu quero é carro de enchente. Depois peça para a Cinthia me ligar. E aí no Eldorado tem o Outback, eles têm uma bisteca ótima, peça por minha conta.

- Obrigado, doutor, mas hoje estou mais para carne branca – disse, afastando as nádegas com as mãos e expondo o buraquinho convidativo da mulher dele, pronto para ser deflorado.
- Ok, e fique tranquilo que eu vou pagar seu dia por ter perdido a tarde inteira aí.
- Já pagou, pensei – disse eu após desligar e forçar a chapeleta no anelzinho virgem.

Cinthia teimava em contrair o cuzinho quando eu empurrava. Fui massageando seu grelo com uma mão e apertava um peito com a outra, enquanto a anaconda parecia criar vida própria e achar seu caminho estreito entre aquelas duas bolas duras e perfeitas de carne branca. Cinco minutos e o bicho já estava aninhado em território inexplorado. Agora era hora de chacoalhar até babar. Segurei seus braços para traz, metendo até os ovos baterem na xoxota. Pedi que ela ajudasse, segurando uma nádega com cada mão. Assim, minhas mãos ficavam livres para dar umas palmadas naquelas coxas brancas e beliscar aqueles peitões. Vez por outra ela dava um gritinho, que eu já não sabia mais se de dor ou de puro prazer.
Levei-a para a cama de novo e deitamos de lado, ela de costas para mim, suspendendo uma perna no ar. O grosso já entrou mais fácil no cuzinho, e ela já não reclamava mais, Enfiei dois dedos na xotinha e assim ela gozou pela segunda vez, com múltiplos espasmos do seu ânus comprimindo meu cacete. Só aí gozei de novo, entupindo seu reto de porra.
Enquanto nos vestíamos, peguei sua calcinha e disse que ia levar como lembrança. Ela protestou, mas meu argumento foi irrefutável:
- Neném, para quem acordou como esposa-exemplo e vai dormir com a xoxota fodida, o cuzinho alargado e cheia de porra, ir para casa sem calcinha é refresco!
Nem ouvi o que tinha para dizer. Saímos e a chuva já tinha passado.

Encostei o carro e orientei o garagista sobre o material que estava no porta-malas. Ela saiu andando torta, com dificuldade por causa do cuzinho e a xoxotinha esfolados, e dos litros de porra que provavelmente escorriam pelas pernas. Fui para a portaria feliz, e ao encontrar o Seu Francisco, estendi minha mão entregando-lhe um pequeno volume e disse:
- Meu chapa, xoxota e cuzinho em uma tarde. E ainda bebeu porra. Tá aqui teu presente, depois vamos tomar aquelas Brahmas que te conto com detalhes.
Afastei-me ao som das gargalhadas do tiozinho, que esbravejava: “nego feladaputa! nego feladaputa!”.

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