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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
NO CINEMA DO SHOPPING
Consegui
ser fiel durante 15 anos. Casei nova e meu marido é 18 anos mais velho que eu.
A diferença de idade até que não foi problema. Mais do que suas viagens
frequentes a trabalho, o que me causa insatisfação são as suas rapidinhas. Ele
sofre de ejaculação precoce e não quer admitir.
Desde
a adolescência, sempre fui hiperativa sexualmente, com muitas fantasias
eróticas e masturbações. Brinquei bastante com os namoradinhos, pegando aqui e ali, deixando eles copularem na coxa, chuparem meus seios, fiz boquetes e
alguns até conseguiram ir longe demais em brincadeiras no meu cuzinho.
Quem
me desvirginou de verdade foi Giba, meu marido. Eu conseguia alguns orgasmos e
durante muito tempo, convivi achando que sexo real era assim mesmo. Só quando
fantasiava e ajudada por consolos ocultos, conseguia orgasmos mais intensos.
Com
passar do tempo, mais madura e decidida, a vontade de se aventurar só aumentou. Por
outro lado, como mulher ¨direita¨ e casada, vivia reprimindo meus anseios e
ideias mais ousadas.
Esse
autocontrole só exacerbava a aflição e a libido. Vivia com a calcinha
umedecida, reparava no volume sob as calças dos homens, qualquer coisa, um
homem bonito na TV, tudo fazia pensar em sexo, a ponto de siriricar várias
vezes no dia.
A
necessidade de transar era tanta que cheguei a ter noites de insônia e até
dores musculares. Procurei conversar com meu marido sobre isso, porém, sua
reação foi brusca e cortante:
-
Que que é isso, Dé! Isso é coisa de puta! Você não tem vergonha? Com essa
idade? Para com isso! Você quer isso toda hora?
Não
me acho tão velha assim. Com 33 anos, acho que estou no auge como mulher.
Muitos podem me achar presunçosa, mas, comparando as fotos de quando casei, me
acho mais bonita agora. Estou com os mesmos 1,64m, só cinco quilos a mais,
acumulados no quadril que ficou mais largo, a mesma cinturinha fina e o rosto,
agora com traços bem definidos. Nunca precisei usar maquiagem para ser notada.
Desculpe
este longo desabafo. Em parte porque talvez eu queira justificar as coisas que
faço. A razão de me livrar do moralismo e todas as amarras que a sociedade
impõe. De me assumir como uma sem vergonha declarada sob a ótica de muita
gente. Eu tentei, juro que tentei.
Sábado
passado, fui fazer hora num shopping. Aliás, viver momentos excitantes. Tanto
que saí sem calcinha e sutiã, vestida apenas com uma saia cinza meio curta e
blusinha branca colada. Usei sandália baixa para dirigir até o estacionamento.
E lá troquei por outra branca, de saltos altíssimos.
Fiquei
olhando vitrines e andar com saltos finos no piso liso, faz com que eu rebole
naturalmente. Três homens passaram por mim, com um deles dizendo ¨-Aí,
gostosa!¨. E outro cantarolando ¨- Ela não anda...ela desfila¨... Abordagem grosseira
e deselegante que não agrada nenhuma mulher. Segui em frente, sem dar bola.
Na
praça de alimentação, comprei um sorvete de baunilha. Passeando o olhar pelo
ambiente, notei um par de olhos fixos em mim. Era um homem próximo dos
quarenta, de aparência distinta apesar da roupa casual. Nem alto e muito menos lindo. Sentando numa mesinha próxima, tomando cerveja.
Passei
a encará-lo também, trabalhando a língua e lábios de forma acintosa no sorvete,
simulando nao muito explicitamente uma felação. Ele observava de forma investigativa, com
um leve sorriso no semblante. Deu impressão que todo o resto desapareceu. Uma
atmosfera mágica nos envolveu, onde estávamos só nós dois, eu chupando o
sorvete e ele talvez imaginando ser seu falo na minha boca.
Nesse
jogo, eu balançava os cabelos longos e lisos, prendia com as mãos, fazia um
rabo de cavalo com os dedos e os soltava, sem desviar os olhos nos olhos.
Pegava nas pontas, entreabria a boca e passava a mecha nos lábios. A expressão
fascinada dele confirmava o quanto estava seduzido. Palavras seriam
dispensáveis nessa hora. Os olhares diziam tudo.
Me
levantei e fui para a área dos cinemas. Nem precisei me virar. Sabia que estava
sendo seguida. Na sala 2 estava passando uma comédia nacional ¨Meu passado me
condena¨. Pensei em entrar. Depois refutei, percebi-o proximo, criei coragem e comprei o ingresso. E no vidro da entrada, vi
refletida a imagem dele, se apressando em me acompanhar. Por ser a primeira
sessão, a sala estava com lotação mínima. Havia no ar um leve cheiro de mofo e
bolor.
Sair
da luz artificial para o escuro do corredor, foi um choque de lucidez. Deixava um
mundo virtuoso e me encaminhava para um antro pecaminoso. A descida de nível de
esfera, ocorria paralela às minhas atitudes. De uma mulher casada para uma
devassa despudorada.
Hesitei,
tomada pela vergonha. Não valeria o risco para uma senhora, ainda mais "como eu".
Entrei
na ultima fileira, segui até o meio e ao empinar a bunda para abaixar o banco
da poltrona, esbarrei nele. Ele estava atrás, grudado em mim! Demorei de
propósito, como se estivesse atrapalhada pela escuridão, dando uma leve
manobrada no quadril, roçando o traseiro em sua zona pudica.
Acomodados,
continuei com o olhar fixo na telona. Ele se achegou mais e perguntou:
-
Posso saber seu nome?
-
É Carla. E o seu? Respondi, dando o primeiro nome que veio à cabeça, o da minha
melhor amiga.
-
Gilberto, mas me chamam de Gil.
O
perfume do creme de barbear sempre me agradou. Não sei porque, o aroma de
masculinidade me faz associar pele na pele, a introdução de carne na carne,
volúpia sexual. Fiquei ainda mais excitada, com a vagina tão molhada que o
melzinho estava prestes a escorrer. Trocamos um beijo ardente, sôfrego e
molhado.
Sua
mão direita chegou nas minhas coxas e foi subindo, levando junto a barra da
saia, causando ondas de prazer. O contato dos dedos tocando de leve a virilha
me fez remexer a anca e quando chegou lá, tive uma reação abrupta, contraindo
os músculos do ventre, tamanho o choque.
Ele
por sua vez, deve ter tido a mais agradável das surpresas, ao constatar que eu
estava sem calcinha, com a xaninha depilada e toda úmida. Ficou bolinando e
depois, tentou enfiar o dedo. Estava difícil conter os gemidos, que acabavam em
sons abafados.
Preocupada
e com as pupilas mais dilatadas, habituadas à escuridão, olhei em volta. Me
tranquilizei ao notar que os poucos expectadores estavam concentrados na
película. Retribuí
apalpando a braguilha dele. Gil facilitou, abrindo o fecho da calça, libertando
o mastro. Era de tamanho médio e duro como pedra. Dei mais uma olhada em volta,
me abaixei em frente a poltrona dele, acomodando como deu no espaço exíguo.
E
comecei a lamber, igual fizera com o sorvete. Apesar da claridade exígua,
conseguíamos manter o clima, olhos nos olhos. Depois de beijar a glande,
brincar com a língua, abocanhei a cabeçorra, iniciando o vai e vem, prendendo
aquela rola com a língua e o céu da boca. Se fosse meu marido, já teria gozado.
Gil demorou bem mais e a certa altura estocando rápido, até ejacular.
Quase
engasguei de tanta porra. Mal engolia o leitinho espesso, outra vez ele soltava
em nova contração. Bebi e suguei até a ultima gota, esfregando a língua na
pontinha sensível que causava novos tremores nele, ficando assim, até que
perdesse a rigidez.
Voltei
na minha poltrona. Foi só dar um leve puxão em seu braço para ele entender o
recado. Se abaixou na minha frente. Para facilitar, ergui a saia até a cintura
e abri as pernas. E Gil começou a me chupar. Depois de passear pelo grelhinho,
mal a língua quente e áspera penetrou na xoxotinha, tive um orgasmo intenso.
O
filme já estava pela metade. Uma das minhas fantasias sempre foi a de transar
dentro de um cinema. O medo era de ser surpreendida pelo lanterninha, que desde
o começo do filme, não tinha mais dado o ar da graça. Resolvi arriscar. Já
tinha visto duplas se agarrando e indo para o toalete.
Fiquei
sentada e puxei Gil para cima de mim. Ela abaixou a calça, a cueca e já veio
pronto para meter. Com as palmas das mãos estendidas, evitei que ele enfiasse a
tora, perguntando:
-
Você tem camisinha?
A
resposta foi negativa. Ele nem imaginava uma chance como aquela. Eu é que
deveria ter me preparado. Afinal, desde que sai de casa, buscava algo vago,
porém libertino. Que poderia terminar naquilo. Sexo não tem hora e nem lugar.
Basta haver encontro de parceiros dispostos. A insanidade prevaleceu.
Vencida,
afrouxei a força dos braços, numa permissão tácita. A penetração daquele jeito
estava difícil. Ele parecia um cachorro, doido para meter na cadela. Se
contorcia todo, conseguia colocar a cabecinha, começava a estocar e logo saia.
Procurando colaborar, eu empurrava o ventre para frente. Um esforço em vão.
Já
enlouquecida de tesão, ergui o banco da poltrona, sentei na ponta ficando quase
de pé. Em toda transa, só a penetração, arde um pouco. Talvez porque sempre
fico tensa. Mas dura pouco, até a rola ficar lubrificada com meus sumos.
O
mastro do meu amante entrou fundo. Apesar do desconforto, o perigo de ser vista
e o inusitado da transa, tudo fazia ficar excitante, mais delicioso. E sem
querer, acabo comparando com meu marido. Mal põe, tira e põe, já goza e a vara
meio mole, escorre para fora.
Gil
bombava, bombava, tirava tudo e colocava de novo. Eu queria que ele se acabasse
dentro de mim. Depositasse fundo no meu ventre o seu esperma quente. Em minhas
fantasias sempre imagino a pica se inchando de gala e explodindo num jato
forte. Impressão ou não, eu sinto eles batendo nas paredes das minhas
entranhas.
Me
sentia furada, empalada. Dar é bom demais. É sentir como se o outro estivesse
todinho dentro do meu túnel do prazer. Entrando justo, raspando, fazendo
pressão no útero. É quando chego ao ápice. A outro orgasmo arrebatador. E que
gostoso ser possuída de forma robusta e demorada.
E
ele gozou, tremendo todo. Mal acabou, deu conta de onde nós estávamos. Ergueu a
calça rapidamente se recompondo. Eu só abaixei a saia, ajeitei o banco da
poltrona e me deixei cair nela, exausta e ainda com a sensação de quero mais.
Queria ter feito anal, o que não foi possível.
Gil
pediu meu telefone e prometi que daria depois. Falei que iria ao banheiro e já
voltava. Saí apressada do cinema, corri até o estacionamento do shopping. A
porra tinha escorrido até a altura do joelho e incomodava. Peguei o carro e fui
embora.
Se
até então estava eufórica, agora me sentia suja, uma verdadeira vadia.
Torturada pelo sentimento de culpa e arrependida em ser levada por desejos
obscenos. Sem conseguir controlar impulsos obcecados pelo sexo. Um apetite
voraz, que me fez entregar-se a um total desconhecido.
Tenho
uma vida estável e normal com meu marido. O único senão é na cama. Posso dizer
que sou uma boa mãe e dona de casa.
TROCA DE CASAIS
Foi lá que conhecemos um casal mais ou menos a mesma idade que nós, que se chamavam Roberto e Carmem, ele tinha cerca de 1.70 mais ou menos era meio calvo, um pouco acima do peso, imagino uns 90 kilos, e ela uma gordinha daquelas gordinhas gostosas, pernas grossas observei logo porque sempre andava de shorts, seios médios, e uma bunda tipo mulher melancia.
Fizemos amizade logo no primeiro dia, como íamos ficar 4 dias lá a gente se enturmou, passeamos juntos almoçamos e jantávamos juntos no primeiro dia, depois do jantar eles nos convidaram para tomarmos uma cerveja no chalé deles, como passamos o dia juntos aceitamos, chegando lá começamos a jogar conversa fora, falar sobre as nossas cidades, morávamos em Curitiba e eles eram de São Paulo, então eles diziam que nossa cidade era uma das melhores pra se viver coisa e tal, realmente nossa cidade é muito boa se for comparada a cidade de São Paulo, ficamos até uma meia noite bebericando e conversando, e naturalmente nessas conversas o tema sexo veio a tona, estávamos meio altos por causa da cerveja, falávamos de fantasias de casais, ménage a três, Swing...até que o Roberto perguntou vocês já fizeram algo assim?? respondemos prontamente claro que não ele sorriu de uma forma sacana e complementou a pergunta, teriam coragem de fazer.. respondemos não sei nunca pensamos nessa hipótese como realidade, eles falaram que já tinham feito e que foi ótimo, perguntaram se a gente toparia, naquele momento demos um jeito de encerrar a conversa falando que tava na hora de nos recolher pro nosso chalé que era ao lado então a conversa ficou no ar, o Roberto ainda falou pense no assunto amanhã a noite a gente termina essa conversa
Quando nos recolhemos ao nosso chalé, estávamos acesos por causa da conversa, comecei a bolinar a Marta fiquei de pau duro então falei pra ela sobre nossas fantasias e que parecia que a oportunidade que queríamos estava ali Marta concordou, eu ainda perguntei que você achou do Roberto e da Carmem, ela disse que parecia um casal legal, saudável, higiênico, claro já estava dando a resposta para a pergunta que eu iria fazer em seguida que era, você acha que pode rolar então? Ela me respondeu que tudo bem se eu quisesse ela toparia... mesmo porque depois cada um iria pra sua cidade e ninguém ficaria sabendo, isso me excitou de uma maneira que naquela noite transamos como dois adolescentes.
No dia seguinte, pela manhã tomamos café no salão de café da pousada, eles estavam lá, tomamos o café juntos, fomos passear conhecer a cidade, depois do almoço fomos fazer trilhas, enquanto caminhávamos comecei a observar melhor a Carmem, ela era cheinha mas era gostosinha fiquei só imaginando eu comendo ela a noite no chalé, provavelmente o Roberto também estava de olho na Marta minha mulher, mas isso nem me veio a cabeça eu já imaginava comendo aquela bundinha arrebitada da Carmem, quando ao fim do dia voltamos para a pousada, jantamos normalmente, durante o dia ninguém tocou no assunto, após a janta eles novamente convidaram-nos pra ir ao chalé deles como na noite anterior.
Chegando lá eles pegaram no frigobar uma latinha de cerveja pra cada um, notei que ele não tirava os olhos da minha mulher, e eu por minha vez também não tirava os olhos da mulher dele, naquela noite eu sabia que iria rolar só não sabia como ia começar afinal nunca tínhamos feito algo semelhante, mas psicologicamente estávamos aguardando a iniciativa deles, ele então perguntou e dai pensaram? Acenamos que sim com a cabeça, então topam? Perguntamos e como seria? Eles disseram então que poderia ser os 4 ali mesmo ou então as mulheres ficariam no chalé enquanto os maridos trocariam de chalé, olhei pra Marta minha mulher perguntei o que ela preferia ela falou acho que prefiro com você junto, todos aqui ou lá no nosso chalé, o Roberto então ouvindo isso colocou uma musica pra tocar pegou na mão da minha esposa e a puxou pra dançar, enquanto dançavam ele puxou minha esposa pra si, com as mãos apertavam a bunda dela começou a beijar-lhe os cabelos depois o pescoço, dai olhei pra Carmem que estava ao meu lado, falei vem pra cá baixinha, ela não se fez de rogada começamos a dançar, percebi que essa estrategia era pra deixar-nos relaxado e pra dar mais tesão também.
Enquanto ele dançava ele começou a tirar a roupa dela ainda dançando,
primeiro a blusa, depois o sutiã, vi minha mulher nua da cintura pra
cima dançando com o amigo nosso, logo eles pararam de dançar e vi as
roupas deles arriadas mas a dança não demorou muito ele puxou a Marta
pra cama, tirou seu jeans, abriu-lhe as pernas e começou a chupar a sua
buceta, por sua vez a Carmem já estava ajoelhada na minha frente eu abri
a cinta e baixei a calça até os pés ela começou a fazer-me um boquete
muito gostoso, começou a punhetar-me com a mão e com a boca, enquanto o
Roberto chupava minha mulher a mulher dele chupava minha pica, aquela
cena me excitou de tal maneira que gozei logo na boca da Carmem, meu
esperma escorreu pelo canto da sua boca, enquanto eu me refazia do gozo,
olhei pro lado e vi o Roberto já estava comendo a minha esposa, ela
estava por baixo com as pernas cruzadas em volta da sua cintura e ele
bombando furiosamente, apesar de eu já ter gozado ao ver aquela cena me
deu um tesão enorme.... peguei a Carmem deitei-a ali ao lado da cama no chão mesmo, ela
ainda tava de calcinha, retirei a sua calcinha com força.... deitei-me
em cima dela e enfiei minha vara até o talo naquela buceta que até então
eu não conhecia, Carmem tinha uma buceta muito gostosa, e ela
rebolava, mexia gostoso enquanto eu metia, ela parecia uma puta e dizia mete
gostoso, mete enquanto meu marido mete na sua mulherzinha, não vai dizer
que não tá com tesão... vem então e enfia essa tora em mim sem dó, vai
seu cachorro... eu olhava pro lado, menos de um metro e via o rosto da minha esposa olhando pra mim e gemendo com as estocadas, estiguei meu braço e enfiei dois dedos na boca da minha esposa que os chupou de um modo bem safado a outra mao eu segurav a o seio da Carmem, intensifiquei as estocadas e não aguentei as provocações e gozei gostoso naquela
buceta... enquanto eu via minha mulher sendo possuída pelo Roberto que parecia nao gozar nunca. Até que ele tirou o pau pra fora, arrancou a camisinha e gozou na barriga da minha esposa.Depois dessa primeira sessão, todos nós meio exaustos, abrimos o frigobar e tomamos uma cerveja cada um, foi quando o Roberto nos perguntou o que tínhamos achado da experiencia, se eu tinha gostado de ter transado coma mulher dele tanto quanto ele tinha gostado de transar com a minha, ele elogiou pra caramba a Marta em todos os sentidos, com o mulher e como amante... enfim quando voltamos ao nosso chalé, tomamos um banho e fomos deitar e claro falamos sobre aquela noite aquela experiencia, perguntei a Marta se ela tinha gostado se estava dentro das expectativas dela ela falou que sim, que se eu tivesse gostado ela também gostou de ter participado do swing comigo perguntei ainda se ela repetiria? No que ela me respondeu que sim se eu também concordasse, enfim adormecemos.
No dia seguinte como de costume fomos fazer os passeios juntos, almoçar juntos jantar juntos e quando estávamos sozinhos a conversa girou em torno da noite passada, sempre em tom de brincadeira o Roberto dizia cara sua mulher é muito gostosa, eu não deixava por menos e dizia a sua também faz um boquete como ninguém... e demos boas risadas, ao cair da noite convidaram-nos novamente a ir ao chalé deles, quando nos convidaram já sabíamos o que ia rolar, só que dessa vez eles sugeriram que para ficar mais excitante que fosse diferente, perguntei diferente como, eles então falaram, cada casal em seu chalé, só que com os parceiros trocados, perguntou se topávamos, olhei pra minha mulher num olhar de cumplicidade ela acenou com a cabeça que sim, então eu fiquei no chalé coma Carmem e o Roberto foi até o meu chalé coma minha mulher, quando eles saíram fiquei imaginando na minha mente o que eles fariam sem eu e a Carmem perto, mas logo me acalmei e pensei comigo mesmo eles não farão nada alem do que já fizemos ontem.
Virei pra Carmem então e falei agora somos só nós dois, o que vamos
fazer? Ela sacana me respondeu, se vc não sabe eu que não vou falar, e
dizendo isso veio até mim, pegou no meu pau que já estava duro, nos
abraçamos e beijamos, engalfinhamos numa luta corporal extasiados, um
tirando a roupa do outro já estávamos deitado na cama quando ela tirou
minha calça e caiu de boca no meu pau chupando gostoso, em movimentos de
vai e vem com as mãos e com a boca, depois foi a minha vez de chupar
aquela buceta.. dei um trato legal, fiz ela gemer de prazer como eu
fazia com a minha mulher sempre a Carmem se contorcia de prazer eu já
não aguentava mais de vontade de enfiar meu pau naquela buceta... pra
apimentar o clima eu falei o que vc acha que eles estão fazendo no outro
chalé, a Carmem me respondeu.. tenho certeza que estão se divertindo
como nós, e ainda falou acho que o Roberto tá enrabando a sua mulher
nesse momento ele é tarado e riu... eu falei ah!! é.. então vou enrabar a
mulher dele também...E falando isso a virei de bruços, peguei-a pela cintura, em vez de comer a buceta procurei direto o seu cuzinho, lubrifiquei com minha saliva e enfiei tudinho sem muitas dificuldades, percebi então que a Carmem adorava dar o cuzinho porque ela rebolava de uma maneira que me deixava ainda mais excitado, enquanto ela rebolava ainda se masturbava.. isso me deixou louco de tesão não demorei muito pra gozar, como eu tinha dado a primeira gozada no cu dela dei uma descansada enquanto isso fui até o banheiro, depois de dar uma mijada limpei o dito cujo que tava todo melecado e voltei pra cama, a Carmem ainda estava toda estendida com as pernas abertas e aquela buceta piscando pra mim... fiquei de pau duro de novo e cai em cima dela matando, sem muita cerimonia eu me posicionei no meio das pernas dela e enfiei meu pau até o talo de novo, comecei a bombar furiosamente, eu arfava e ela gemia por causa dos movimentos fortes que eu fazia, até que gozei, quando eu ia tirar meu pau ela falou, nada disso seu Filha da Puta, se gozou rápido agora continua com ele aí dentro até eu gozar, então eu deitei de costas e ela veio por cima cavalgando, pulava feito uma cabrita, e soltava seu corpo em cima do meu pau até entrar tudo ... até que ela gozou...
Depois que gozamos, ficamos ali deitados por um tempo até que a porta se abriu era o Roberto, entrou com uma cara de safado satisfeito e disse pode ir pro seu chalé, sua mulher tá esperando, garanto que satisfeitíssima disse isso em tom de gozação eu não deixei por menos e disse a sua mulher também . eu garanto, e fui até o meu chalé, novamente naquela noite conversamos sobre o acontecido, perguntei pra ela o que eles tinham feito, ela disse a mesma coisa que na noite anterior.. eu disse na noite anterior não fizemos anal, vc fez com ele??? Ela acenou com a cabeça que sim que tinha feito, e ainda pergunto e vc não fez com a mulher dele? Com essa pergunta me colocou em xeque eu nem podia falar nada... e adormecemos.
No dia seguinte era o ultimo dia, não pernoitaríamos novamente então nossa aventura tinha chegado ao fim, retornamos as nossas casas, e a nossa vida voltou a rotina normal, mas nunca esquecemos esse swing e muitas vezes que transamos usamos essa fantasia pra dar mais tesão..
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
CHIFRE TROCADO NAO DOI - Dei o troco
-Era uma terça feira, normalmente eu não ia ao apto do namorado em inicio de semana porque a gente já ficava juntos no fim de semana e não foi diferente só que eu tinha esquecido uma agenda que eu uso no trabalho e precisei ir busca-la depois do almoço, como eu tinha a chave do apto nem liguei pra ele, era só pegar a agenda e voltar para o trabalho, quando entrei percebi uns gemidos no quarto, me aproximei silenciosamente pra ver o que era, e vi meu noivo Jair com uma amiga minha na cama que a gente dormia juntos, os dois nus, eu fiquei muito brava..., minha vontade na hora era pegar os dois no flagra e fazer o maior escândalo mas eu fiquei quieta, sai sem que eles percebessem... passei uma tarde muito ruim, pensava na sacanagem que ele tinha feito, e que ela a Claudia minha amiga tinha feito comigo, talvez fosse só sexo, mas eu nunca deixei eu noivo na mão em matéria de sexo isso me deixava ainda mais fula da vida, e naquela tarde eu irritava-me por qualquer coisa e na minha mente fiquei só matutando um jeito de dar o troco, mas eu não queria uma vingança qualquer teria que ser algo espetacular... algo que ele jamais esquecesse, algo que o marcasse pra vida toda.
Passei a arquitetar um plano, resolvi que eu ia aprontar e tinha que ser com um de seus amigos, eu só estava esperando a oportunidade certa, passaram-se semanas, eu não disse nada continuei como uma noiva dedicada cheio de amores pra dar, até que num dia a oportunidade apareceu, quando eu e meu noivo fomos
Naquela mesma semana ele me ligou, seu nome era Mauro então começamos a conversar eu dava a maior bola pra ver se ele tomava a iniciativa, e tomou, convidou-me pra que fossemos tomar algo em algum barzinho eu aceitei e disse desde que n ão conte ao meu noivo, ele concordou, parece que todo homem tem uma fantasia secreta que é pegar a mulher do outro, e com isso a gente consegue manobrar, fui ao tal barzinho numa tarde, tomamos algumas cervejas, conversamos ele me convidou pra ir pro motel, eu falei que não que minha fantasia era outra se ele quisesse meter comigo só se ele topasse participar da fantasia, ele perguntou qual era a fantasia dai eu contei que era transar com outro homem na frente do meu noivo, ele ficou meio desconfiado e falou e seu noivo que acha disso, então manobrei a situação e disse, ele eu convenço, mas você não pode falar nada pra ele até o momento, você topa?? Ele entusiasmado topou na hora, então eu combinei com ele que seria no sábado próximo a tarde, combinei o horário que ele deveria chegar e disse não pode ser nem um minuto a menos, e nem um minuto a mais tem que ser uma pontualidade britânica, a primeira parte do meu plano estava completo, agora eu teria que manobrar o meu noivo para eu conseguir meu intento, durante a semana eu retirei todas as minhas coisas sem que meu noivo percebesse.
Da sexta para o sábado sempre durmo no apto dele durante a noite ele queria bater o ponto eu dei uma desculpa e evitei transar com ele nesse dia, no sábado por volta das 3 da tarde tomei um banho me perfumei entrei no nosso quarto coloquei uma cinta liga uma meia fumê um sapato de salto agulha, tudo isso para
Então eu habilmente
conduzi meu noivo e amarrei as mãos dele na cabeceira da cama, e os pés
dele também ainda faltavam 5 minutos para as 4 hs, eu estava contando
que o Mauro fosse pontual, então comecei a esfregar-me no meu noivo,
vendei-lhe os olhos, amordacei-lhe a boca de forma que ele ficou
totalmente imóvel e sem poder falar nada, quando deu 4 horas em ponto a
campainha toca, eu pego o interfone atendo abro o portão, mando ele
entrar pela porta da frente que estávamos esperando no quarto, eu volto
pro quarto e meu noivo sem saber o que tava acontecendo, amordaçado e
vendado só poderia imaginar, mas ele nem imaginava que iria ver-me
fodendo com um de seus amigos na sua frente, quando o Mauro abriu a
porta viu-me toda sensual naquela lingerie preta e de salto, ele ia
abrir a boca ´pra dizer alguma coisa quando eu me joguei em seu pescoço e
beijei sua boca, começamos a nos abraçar e nos amassar, puxei uma cadeira mandei o
Mauro se sentar então eu me encaixei nele e meu noivo lá resolvi então
tirar a venda dele pra ele ver toda a cena, ele suava frio, notei pelos
olhos dele que ele ficou muito irado e assustado ao mesmo tempo, mas ele
não podia fazer nada a não ser resmungar porque estava amarrado e
amordaçado minha vingança estava saindo melhor que encomenda, nem esperei nada sentei o Mauro na cadeira, tirei sua calça, abaixei sua cueca, seu pau estava durissimo, entao afastei minha calcinha de lado e sentei naquele mastro de frente para o meu noivo, eu fodia
gostoso com o Mauro, alem da vingança eu estava tendo muito prazer, eu
nem imaginava o quanto prazer eu poderia tirar daquela situação, talvez
pela sensação do proibido, talvez pela sensação de estar dando pra outro
e sentir outra piroca dentro de mim, só sei que eu gozei gostoso.
Meu noivo se contorcia, então resolvi chupar a rola do Mauro,
abocanhei com vontade, chupei como se chupa um picolé num dia de calor
intenso, fiz ele gozar na minha boca, até engoli um pouco de esperma,
depois eu me deitei no chão já que na cama não dava porque meu noivo
estava nela, e disse pro Mauro, vem seu cachorro, enfia seu cacete na
minha buceta, enfia que eu quero gozar e ele enfiou, bombou muitas
vezes, até gozar de novo mas eu ainda não estava satisfeita, queria serviço completo então arrebitei
bem minha bunda me coloquei numa posição que facilitaria o seu trabalho e
falei quero que me foda no cu, vem come meu cu, hoje sou sua vadia...
essas palavras foram como viagra pra ele, ele nem ligava mais que meu
noivo estava ali... enfiou aquele cacete em meu cu sem dó nem piedade
que entrou rasgando-me, mesmo porque ele nem se deu ao trabalho de
lubrificar nem que fosse com saliva, mas eu estava decidida na minha
vingança aguentei firme sem reclamar, logo meu corpo se acostumou com
aquele intruso dentro de mim e eu comecei a rebolar foi gostoso... vocês nem podem imaginar a sensação, eu
estava fodida, mas satisfeita...Falei pro Mauro ir embora e ele ate se despediu do meu noivo. Depois que terminamos fui até a cama e soltei a mordaça do meu noivo, pensei que ele ia me xingar esbravejar, mas notei que seu pau também estava duríssimo em vez dele achar ruim aquela situação ele ficou foi excitado, mas eu não ia dar esse prazer a ele, desamarrei-o ele tentou me agarrar pra apagar seu fogo eu me neguei, e disse porque, falei seu cachorro lembra-se aquele dia com a Claudia aqui mesmo nessa cama, eu entrei vi vocês dois e sai de tão ocupados que estavam nem notaram, e essa foi minha vingança.
Depois disso me vesti, peguei minha bolsa e o deixei ali.... no dia seguinte meu noivo me procurou mas eu estava decidida a não dar mole, e deixei-o a ver navios...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Casa de swing video
Casa de Swing é coisa séria
Antes de convidar sua esposa para ir conhecer assista esse video
e pensem nas consequências.
Video tesudo demais 15 minutos de muito drama, suspense e sexo.
Sem tradução mas da para entender tudo.
Clique e assista
Antes de convidar sua esposa para ir conhecer assista esse video
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