OU
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Eu continuei minha
caminhada com o corpo fervendo. E fui me sentar a beira da piscina
brincando com os pés dentro d?agua. Como a água era quentinha, resolvi
entrar. Nadei um pouco me aquecendo naquelas águas transparentes. Depois
de um tempo, me encostei na beira e simplesmente fiquei lá, parada de
olhos fechados. Me espantei quando comecei a sentir um leve balançar da
água, e quando eu me viro, quem acabou de entrar? O gato gostoso.
Estremeci inteira. Ele nadou em minha direção e parou ao meu lado. Eu
apenas olhei pra ele e acenei com a cabeça. Daí ele perguntou: ? o que
faz uma bela moça, sozinha, há uma hora dessas numa piscina?? Ai, eu
respondi que tava sem sono e que tinha resolvido passear. Começamos a
conversar e descobrir que ele era recém separado e que tava lá pra
afogar as mágoas. Eu contei uma parte sobre meu ?divertido? casamento.
Nós rimos a beça. Foi muito bom. Me senti viva. Mas nessa noite, nada
rolou. Combinamos de nos encontrar de novo na mesma hora, na piscina no
outro dia.
Ele
se deitou e me puxou pra que eu sentasse na boca dele. Nossa nunca
tinham feito sexo oral em mim naquela posição. Delicioso. Ele lambia,
chupava minha bucetinha que a essa altura já tava gritando. Pedindo
pica. Cheguei ao primeiro orgasmo. Mas ele não parou e eu queria mais.
Ele enfiou um dedo bem fundo e depois outro. Me arregaçou bem. Enfiou
sua língua num vai e vem maravilhoso.
- Não...
Quando
ela se sentou olhou para os dois e falou. Meninos, conversamos a
respeito e achamos que será ótimo termos mais dois seguranças de
confiança para nossas brincadeiras. O garçom já estava trazendo as
bebidas que havia pedido e a Bia aproveitou para subir um pouco a
minissaia e abrir as pernas, mostrando sua bucetinha a todos nós. Tanto o
Carlos quanto o Roberto, ficaram olhando e pararam de falar. O garçom
serviu sem tirar os olhas da Bia, sem provavelmente entender nada com
uma mulher praticamente nua entre três homens. Depois que o garçom saiu,
a Bia vendo que os dois não tiravam os olhos da buceta dela falou. ?
Meninos vocês estão parecendo dois bobos. Parece que nunca viram uma
buceta na vida. O Roberto então falou. ? Bianca, essa é a buceta mais
linda que eu já vi. Você é maravilhosa. Bia então falou. ? Não disse que
vocês ficaram bobos, já estão sendo repetitivos, pois você já disse que
sou maravilhosa e outra coisa, vamos parar com esse negócio de Bianca,
pois se vamos ficar mais íntimos, vocês tem que me chamar de Bia. Os
dois aceitaram e ficamos bebendo várias doses. Quando saímos do bar, já
eram quase três da manhã e fomos para o carro. Estávamos todos
praticamente bêbados e como eles tinham colocado o carro no mesmo
estacionamento, fomos juntos. Então a Bia me mandou preparar a maquina
para algumas fotos e como a rua estava diserta ela se esbaldou. Tirou a
parte de cima, levantou a debaixo e por fim ficou completamente nua.
Somente alguns poucos passantes a puderam ver de longe e assim foi, até
que ela chamou o Carlos para tirar uma foto com ela. Ele a abraçou por
trás com as mãos em seus seios e eu tirei a foto. Depois ela chamou o
Roberto e o mandou sentar em uma mureta e sentou no colo dele. Uma mão
ele colocou no seio e a outra ficou por baixo e com certeza ele
aproveitou para alisar sua buceta. Então ela começou a revezar as fotos
com Carlos, Roberto e eu. A cada foto eles iam se soltando mais, com os
dedos já enfiados em sua buceta até que em determinado momento quando
já estávamos junto aos carros, pois o Roberto trouxe o deles para junto
do nosso, a Bia falou, durante uma foto em que o Carlos a agarrava por
trás. Que negócio duro é esse aqui me espetando? Colocou a mão pra
trás e agarrou a pica dele.
Perguntei se tava tudo bem, já que ela havia sumido, ela disse que sim, e
perguntou se não queria entrar um pouco, agradeci e me sentei no sofá,
ela disse que o marido havia viajado a três dias, para uma missão
evangélica em outro estado e que só voltaria daqui a uma semana, e ela
preferiu não sair, indo apenas a igreja e a casa da sogra vez por outra.
Disse a ela que ela poderia ir lá em casa a qualquer hora, para não
ficar tão solitária que isto não era bom, e que eu e minha esposa,
estariamos sempre a disposição para um bom papo. Ela sorriu, agradeceu e
como das outras vezes perguntou se não aceitaria um cafezinho, eu
aceitei. Ela foi até a cozinha e logo em seguida voltou dizendo que iria
demorar só um pouquinho pois ela iria fazer um novo e voltou a cozinha.
Imediatamente, comecei a sentir um desejo louco por aquela mulher, algo
estranho e gostoso, afinal estavamos os dois a sós, não haveria perigo
do marido aparecer e minha esposa achava que eu estaria no trabalho,
porém me lembrei de um detalhe: o carro na garagem. Quando minha esposa
saisse para o trabalho fatalmente veria meu carro estacionado.
Imediatamente me dirigi a porta da cozinha e falei para Débora que iria
dar uma saida mais já voltava, ela não deve ter entendido nada, mas de
qualquer forma disse que pelo menos quando eu voltasse o café estaria
pronto. Mais do que depressa, desci pelas escadas, peguei o carro na
garagem e fui até um estacionamento que fica a duas quadras da minha
casa. Lá deixei o carro e voltei a pé para o prédio onde moro, entrei e o
porteiro não me viu, subi rapidamente as escadas e estava de novo na
porta de Débora, ela abriu a porta e espantada disse: “Nossa, parece que
você estava correndo? “, apenas sorri e entrei. Ela fechou a porta e se
dirigindo para a cozinha disse que já voltava.


Era sábado e passava um filme erótico na sessão da madrugada daquela
estação que repete n vezes o mesmo filme, mas pra passar o tempo valia
tudo… advinha o tema do filme…2 gatas amigas, traindo os maridos que
viajavam…bom, nem deu outra, comecei a siricar ali mesmo, quando ouço os
gritinhos da minha vizinha…nem me fiz de rogada, gritei mais alto que
ela, ela gritava mais, eu mais, até que fiquei com receio que o porteiro
reclamasse ou acordasse alguém do prédio.
Meti minha língua molhada e quente em sua xoxota
raspadinha, chupava aquela buceta pequenina suculenta e molhada com toda
a minha vontade, lambia seu piercing e descia por toda sua bucetinha e
seu cúzinho, ela gemia de tesão…foi quando comecei a passar minha mão
entre seu cúzinho e sua xoxotinha que estava toda molhada ai que
delírio!!! E apertava aquela xoxota e ela falava varias putarias, nunca
tinha visto uma fêmea daquela maneira, era como se ela estivesse me
usando, e como eu tava gostando daquilo… Em quanto eu passava minha mão
no seu grelinho ela gritava: – isss ai porra enfia esse dedo!!!Seu
cúzinho e sua bucetinha estavam piscando de tanto tesão,foi ai que
enfiei meu dedo em seu rabo,ela gemeu,e com a outra mão enfiei meu dedo
em sua xoxota, ela gemia e gritava…-enfia enfia…ta gostoso…haaaaah
vai…que delicia…coloca mais ahhhhh….comecei a deixá-la louca,penetrando
em seu rabo e em sua xoxota ao mesmo tempo,eu e ela sentíamos um prazer
incomparável até que ela não agüentando mais pediu pra parar,virou e se
sentou no meu colo e pegou três dedos de minha mão e enfio em sua xoxota
quenessa hora já estava encharcada ai ela começou a rebolar em cima dos
meus dedos como uma cadela no cio, urrava muito alto, ela virou de uma
forma que dava para eu alcançar seus seios médios do tamanho certo para
minha boca, com aqueles bicos rosadinhos e durinhos eu passava minha
língua e os chupava como uma louca,e enfiava meus dedos em sua xoxota
ela gemia em meu ouvido e puxava meu cabelo com toda verocidade nisso eu
ficava louca!!!
Eu estava de quatro, e ele se ajoelhou para
lamber o gozo que ja escorria pelas minhas pernas e inchava minha
buceta. Achei que fosse gozar quando senti o toque da lingua em mim, mas
mantive o controle , e continuei a chupar a buceta dela. Nos deitamos ,
uma ao lado da outra e ficamos nos acariciando , enquanto ele tirava a
roupa. Nao acreditei na grossura do pau quando vi, imaginei a quantidade
de porra que iria jorrar dele. A morena mostrava uma excitacao
espontanea, desde o inicio sentimos que ela tinha gostado da situacao e
da nossa companhia. Enquanto eu implorava para ele enfiar o pau em mim,
ela posicionou-se da mesma maneira que eu tinha ficado e chupou a minha
buceta. Quando senti a lingua macia dela olhei para ele, e vi que
ajeitava o pau para comer o cu dela. Na primeira colocada e no primeiro
gemido dos dois , gozei como nunca tinha gozado na vida. Gozei de ver
meu homem fudendo a mulher que chupava a minha buceta e gozei em sentir a
lingua dela me comendo.
Deixando as divagações a respeito de amores de lado. Emmanuelle como
eu já disse, quando estava ‘animada’ pelo álcool tornava-se uma pessoa
bem mais solta. Safada, com eu adorava. Gostava de se exibir, nada muito
explícito, mas sempre bastante sensual. Eu por dentro adorava, mas
hipocritamente me remoia de ciúmes. E fora numa dessas noites em um
churrasco na casa de uns amigos nossos que resolvi controlar meu ciúme e
deixar que ela elevasse a sua libido. Por vezes já havia sido motivo de
brigas em festas e eu não queria que aquela noite acaba-se assim
também. Emmanuelle estava super sensual esta noite, quando dançávamos,
ela se esfregava em mim me provocando intensamente. O seu olhar sua
maneira de andar, tudo nela, aquela noite parecia provocar. O que foi
notado por um casal amigo nosso, Justos e Camila. São duas pessoas
ótimas que sempre fizeram parte dos nossos grupos de amigos. Ao
conversar com Camila um pouco, ela me contou que achou que Emmanuelle
estava diferente aquela noite, que tinha algo a mais nela, mas não soube
explicar por que. Camila é uma mulher muito bela, que sempre chamou a
atenção no meio de nossos amigos. Eu mesmo sempre a achei uma mulher
maravilhosa, um verdadeiro tesão. Sempre achei também que ela fosse mais
safada do que a sociedade permite-lhe transparecer, mas por ser casada
com um amigo meu nunca imaginei nada com ela. Emmanuelle neste momento
dançava e brincava com suas outras amigas que também estavam na festa,
fazia algo que na época era moda entra as amigas, dá selinhos, eu achava
ótimo. É lindo ver duas mulheres se beijando.
Emmanuelle ficou parada olhando de longe a gente dançar, quando
terminei porém ela se afastou de mim um pouco, até me evitou um pouco,
ficando apenas com suas amigas e me deixando só. Eu já estava ficando
chateado com essa situação, porém não queria força nada, pois tinha
certeza que ela estava chateada e enciumada, pela dança. Ledo engano!
Quando fui buscar cerveja mais uma vez, ela aproximou-se de mim, e falou
baixinho no meu ouvido: – Vamos! Me virei para olhá-la nos olhos e vi
duas chamas flamejantes brilhando dentro deles. Pegou minha mão e saímos
da festa. Entramos no carro, mas este não conseguiu dobrar a esquina,
Emmanuelle puxou meu rosto fazendo-me parar bruscamente. Olhou-me nos
olhos e perguntou: – Gostou? Ainda embasbacado com tudo fiquei atônito.
Foi quando levei um grande tapa no rosto. – Perguntei se gostou? Repetiu
ela. Ainda sem responder mas agora tomado de raiva, não tive tempo para
qualquer reação, Emmanuelle puxou o meu rosto e beijou-me como a muito
não fazia. Ato continuo sentou-se em meu colo, enquanto puxava-me os
cabelos, estava completamente possuída pelo tesão. Perguntava-me
continuamente se havia gostado, se eu havia esfregado o meu pau na
Camila, a qual ela agora se referia como vagabunda. Se ela tinha
sentindo o meu pau nela, se eu tinha ficado com tesão, se a puta da
Camila me dava tesão. Eu apenas beijava-a motivado por todo aquele tesão
louco. Foi quando ela me puxou pelos cabelos e me olhando disse: –
Responde! E deu-me outro tapa na cara. A minha raiva foi ainda maior,
mas a essa altura ela já estava convertida em tesão. Joguei ela no banco
lateral do carro o que a deixou com uma cara de espanto, saí do carro
dei a volta até sua porta, abri e puxei-a para fora, agora quem ficou
atônita fora ela. Sua cara estava entre o medo e a curiosidade. – Quer
saber sua puta safada! To morrendo de tesão sim! E por sua causa! Ao
dizer isso um sorriso ia abrindo-se em seu rosto, porém não deixei que
acontecesse, joguei-a sobre o capô do carro de costas para mim. – É isso
que você queria sua vadia, é? Disse enquanto pressionava seu corpo
contra o carro e com uma mão abria a braguilha de sua calça e com a
outra puxava seus cabelos, falando-lhe todo tipo de putarias ao pé do
ouvido.
Desvencilhei-me um pouco dela, só para poder puxar sua calça com
mais força, puxei-a como um animal no cio, pois era o que eu era
naquele momento, era no que ela tinha me transformado, puxei aos sons de
xingamentos dos mais variados. Estávamos tomados. Éramos dois animais
com um único intuito. Após abaixar-lhe a calça levantei-me novamente e
segurando em seus cabelos, como quem doma um potro bravo, apontei-lhe
meu pau em sua bucetinha, que escorria sua deliciosa baba por entre suas
pernas, e sem nenhum consentimento ou aviso, soquei tudo de uma vez,
arrancando-lhe gemidos profundos e um sonoro grito de Filha da Puta.
Puxava seus cabelos com gosto e segurava sua cintura com a outra mão,
fazendo com que meu pau entrasse com força, era como se estivesse
retribuindo pelos tapas dados, alias a posição era a propícia para
vingança, não tive dó de sua bunda, batia-lhe com força e vontade aos
gritos de ‘bate mais’. Para lhes ser sinceros não sei o que fazia mais
barulho, se eram os tapas ou o som de minhas coxas batendo nas dela,
nenhum dos dois porém conseguiam competir com os gemidos os gritos e os
xingamentos mútuos que trocávamos. Num momento único, ela cravou as
unhas em minha coxa direita, virou o rosto para mim e me encarando
falou: – Goza, me enche de porra que eu to gozando! Não tive como ouvir
aquilo sem cumprir o seu veredicto. E por uma diferença fraccional nos
segundos ao ouvir seus gritos de gozo, explodi todo o meu tesão, prazer,
amor, em seu útero. Caindo desfalecido em cima dela. Esperamos nossos
corpos se acalmarem, e nos tocamos de onde estávamos. Levantamo-nos e
vestimos nossas calças, abraçando-nos contemplando assim todo a nossa
cumplicidade, beijamo-nos como se nossos corpos ainda estivessem um
dentro do outro, não sabia onde iniciava minha boca e onde terminava a
dela. Fomos atrapalhados apenas por um carro que encostava ao nosso
lado, eram Justos e Camila, que nos perguntavam se estava tudo bem,
olhei para ela que corou na ora e com um sorriso no rosto disse que não
podia está melhor.