Quem durante a vida, de uma forma ou de outra, não cometeu algum pecado?
De grandes pecados a pequenos deslizes a verdade é que todos nós de uma
forma ou de outra vivemos em pecado. Dentro desta realidade, passo a
narrar a vocês nas linhas abaixo o maior de meus pecados, que na verdade
não é um só pecado, mais vários, que vão se multiplicando a cada nova
ação e a cada dia me da mais prazer” Sou casado há vários anos, um
casamento feliz em todos os sentidos, eu e minha esposa sempre nos
entendemos muito bem, e sempre fui uma pessoa caseira, recatada e muito
discreta, do tipo da pessoa que mora a muito tempo num local e nem
conhece o vizinho do lado. Tudo começou a mudar quando conheci Débora,
uma moça muito bonita de 20 anos, cabelos pretos, lisos e longos, rosto
angelical, seios médios, nem magra, nem gorda, na medida, recém-casada,
evangélica, tímida e meiga e para completar descobri que havia se mudado
para um apartamento que ficava dois andares abaixo do meu, moro no 6o.
andar.
Desde que a vi, quando subimos juntos o elevador, não a tirei
mais da cabeça, era incrivel como aquela mulher mexeu comigo, e nós nem
fomos apresentados, foi só de ve-la, para depois aos poucos e com muito
jeito ir conseguindo informações sobre ela e sua vida. Soube por
exemplo, que ela e o marido moravam sós no apartamento, ainda não tinham
filhos, eram muito reservados, não tinham amizade com quase ninguém no
prédio. Fiquei imaginando uma maneira de me aproximar dos dois, de fazer
amizade, ganhar a confiança, essas coisas. Por também ser muito caladão
e na minha, comecei a achar que o caminho até uma possivel aproximação
seria longo. Até que o destino começou a me ajudar. Um dia, eu estava
chegando do trabalho, hávia estacionado o carro na minha vaga na garagem
e me dirigia ao elevador, quando notei uma mulher que saia do carro e
estava toda enrolada para segurar vários pacotes de supermercado, me
aproximo com o intuito de ajudar e para minha surpresa e satisfação era
Débora, que toda desajeitada, tentava fechar o carro e equilibrar os
pacotes, me aproximei e pergutei se poderia ajuda-la, ela se virou para
mim e com um sorriso agradeceu. Peguei dois pacotes e nos dirigimos para
o elevador, entramos e sem trocarmos uma só palavra Débora apertou o
botão para o quarto andar. Rapidamente chegamos e então nos dirigimos
para a porta do seu apê. Ela abriu a porta, pediu que eu entrasse e que
colocasse os pacotes em cima da mesa da sala. Logo depois ela se
aproximou de mim e com um sorriso se apresentou me estendendo sua mão
macia, eu também me apresentei lhe dizendo que me chamo Breno, e que sou
seu vizinho do 6o. andar.
Ela muito gentil e agradecida, perguntou se
não aceitaria um cafezinho que ela tinha feito antes de ir ao
supermercado, eu prontamente aceitei e ela me convidou para sentar no
sofá da sala enquanto ela iria até a cozinha buscar o café. Enquanto
tomavamos o café com uns biscoitinhos, começamos a conversar, foi então
que ela me disse que estava morando a pouco no prédio, que era casada a
pouco mais de dois anos, que seu marido era missionário e estudava para
se tornar pastor, que resolveram não ter filhos por enquanto e essas
coisas. Nos
despedimos. Depois deste contato é que não tirava mais Débora da cabeça
mesmo, sonhava com ela, pensava nela quando estava só, quando não estava
também, no trabalho, em casa, enfim, aquela mulher estava se tornando
uma obsessão. Passou-se o domingo e ela não deu sinal de vida, para mim
foi uma decepção, procurei não demonstrar para não levantar suspeitas em
minha mulher. Passados uns dois dias, resolvi criar coragem e ir até o
apartamento de Débora. Lá chegando ainda exitei em tocar a campainha,
afinal o que eu diria, nós mal nos conheciamos. Resolvi ariscar.
Passados alguns segundos, Débora surgiu, linda como sempre, com uma saia
abaixo do joelho, com sempre usava e uma blusa muito discreta que nada
deixava a mostra, quando me viu, entre espantada e ansiosa, perguntou se
não queria entrar. Entrei rapidamente e fui logo perguntando porque ela
não fora almoçar em minha casa, ela disse que havia falado ao marido,
porém ele não quis ir, alegando que não iria na casa de uma pessoa que
ele nem conhecia, muito menos para almoçar, ela pediu que não eu ficasse
chateado, que o marido era assim mesmo, arredio, de poucas palavras e
muito compenetrado, na missão de se tornar pastor, eu disse a ela que
não tinha problema, que eu entendia, mas disse também que independente
de qualquer coisa, se ela quisesse poderia ir a minha casa, conhecer
minha esposa, que eu tinha certeza que as duas se dariam bem, ela
agradeceu e disse que na primeira aportunidade iria sim, pois estava
mesmo precisando ter contato com outras pessoas, que não fossem
unicamente da igreja que frequentava com o marido. Aproveitou para me
oferecer um outro café com biscoitos, o que aceitei prontamente, afinal
era uma oportunidade a mais para nos conhecermos melhor e conversarmos
mais sobre nós e de estar perto daquela belesura. Conversamos muito e
sobre vários assuntos, inclusive religião, aproveitei para dizer a ela
que sou católico não praticante, que não me ligo em igreja e acredito em
Deus sem precisar viver numa igreja, ela me disse que era crente desde
pequena, que os país já o eram, que ela conheceu o marido na igreja, que
se apaixonou e que a familia fez muito gosto na união, entre namoro e
casamento foram quatro anos, ele fôra seu primeiro e único namorado,
disse que teve como não poderia deixar de ser uma educação rigida,
dentro dos preceitos religiosos, que o marido sempre a respeitou. Fiquei
até espantado, com a forma que ela se abria para mim, quer dizer de
repente ela estava me falando sobre coisas que talvez só fosse falar
quando nós já nos conhecessemos a muito tempo, exatamente pelo fato de
ser uma pessoa muito recatada.
Aproveitei o embalo para perguntar se ela
nunca havia pensado em ser diferente, quer dizer se quando solteira,
ela não pesanva em ter uma vida mais animada, indo a festas, conhecer
outras pessoa, estas coisas da juventude. Ela me disse que não, pois
desde cedo ela só havia conhecido este modo de vida, e que gostava que
fosse assim, sempre dedicada a familia e a religião, e agora ao marido
também, principalmente pelo fato dele querer ser pastor, o que exigia
por parte dela uma dedicação bem maior. Saí da casa da Débora com uma
certeza, eu teria que mostrar a ela outras coisas da vida, só não sabia
ainda como faria isto. Teria que mostrar a ela que havia um outro lado
da moeda e fiquei maquinando uma forma de conquistar aquela mulher que
tanto me fascinava. Cheguei em casa cansado por mais um dia de trabalho e
ao abrir a porta uma surpresa, Débora e minha esposa conversavam
animadamente na sala, me aproximei e minha esposa me disse: “Olhaí
Breno, finalmente conheci a Débora, ela criou coragem e resolveu me
fazer uma visita.” . Olhei para Débora, que sorria animadamente e me
senti feliz pela aproximação e por ela ter vindo expontaneamente até
minha casa. Ficamos os três conversando animadamente por um bom tempo,
até que Débora olhando para o relógio disse que precisava ir pois seu
marido estava pra chegar e não gostaria que ele não a encontrasse em
casa. Nos despedimos. Porém Débora prometera que na primeira
oportunidade viria novamente bater papo com minha mulher. Passaram-se
alguns dias e nada de eu avistar a Débora, então mais uma vez resolvi
agir, antes de ir para o trabalho, resolvi passar pelo seu apartamento
para saber se estava tudo bem, toquei a campainha e ela apareceu.

Perguntei se tava tudo bem, já que ela havia sumido, ela disse que sim, e
perguntou se não queria entrar um pouco, agradeci e me sentei no sofá,
ela disse que o marido havia viajado a três dias, para uma missão
evangélica em outro estado e que só voltaria daqui a uma semana, e ela
preferiu não sair, indo apenas a igreja e a casa da sogra vez por outra.
Disse a ela que ela poderia ir lá em casa a qualquer hora, para não
ficar tão solitária que isto não era bom, e que eu e minha esposa,
estariamos sempre a disposição para um bom papo. Ela sorriu, agradeceu e
como das outras vezes perguntou se não aceitaria um cafezinho, eu
aceitei. Ela foi até a cozinha e logo em seguida voltou dizendo que iria
demorar só um pouquinho pois ela iria fazer um novo e voltou a cozinha.
Imediatamente, comecei a sentir um desejo louco por aquela mulher, algo
estranho e gostoso, afinal estavamos os dois a sós, não haveria perigo
do marido aparecer e minha esposa achava que eu estaria no trabalho,
porém me lembrei de um detalhe: o carro na garagem. Quando minha esposa
saisse para o trabalho fatalmente veria meu carro estacionado.
Imediatamente me dirigi a porta da cozinha e falei para Débora que iria
dar uma saida mais já voltava, ela não deve ter entendido nada, mas de
qualquer forma disse que pelo menos quando eu voltasse o café estaria
pronto. Mais do que depressa, desci pelas escadas, peguei o carro na
garagem e fui até um estacionamento que fica a duas quadras da minha
casa. Lá deixei o carro e voltei a pé para o prédio onde moro, entrei e o
porteiro não me viu, subi rapidamente as escadas e estava de novo na
porta de Débora, ela abriu a porta e espantada disse: “Nossa, parece que
você estava correndo? “, apenas sorri e entrei. Ela fechou a porta e se
dirigindo para a cozinha disse que já voltava.
Eu imediatamente fui até
a porta e fechei de chave, tirando a chave e colocando sobre a mesa, em
seguida me dirigi para a cozinha, onde encontrei Débora de costas
entertida no fogão. Sem dizer uma palavra, fui me chegando até ficar a
um passo de suas costas. Respirei fundo, criei coragem e então ataquei.
Dei um passo a frente e me encostei em suas costas, imediatamente passe
as mão em volta de seu corpo e a abracei por trás, ao mesmo tempo minha
boca alcançava seu pescoço que passei a beijar. Ela, entre assustada e
incrédula, fez um movimento brusco tentando se soltar e se afastar de
mim, e com desespero na voz, me perguntava o que era aquilo, se eu
estava doido, que aquilo era um absurdo, que ela iria gritar por
socorro. Eu como que tomado por uma força estranha, não me abalava e com
mais coragem ainda, tendo ela presa por um dos meus braços e
permanecendo de costas para mim, comecei com a outra mão a rasgar sua
blusa, arrebentando com os botões e deixando-a pouco a pouco desnuda.
Ela continuava brigando, deu um grito, imediatamente tapei sua boca com a
mão, ela se debatia. Eu sem falar uma palavra mais com uma incrivel
determinação arranque-lhe o sutien, fazendo com que os conchetes se
arrebentassem e seus lindo seus ficassem livres, ela instintivamente
colocou os braços sobre os peitos, eu agora ensandecido, desci uma mão
por suas coxas, chegando a sua buceta que agarrei por cima da saia, ela
se desesperou mais ainda tentando agora se disvencilhar com mais força.
De nada adiantava seu esforço, porque eu muito mais forte do que ela a
mantinha sob o meu domínio tampando sua boca com uma das mãos,
apertando-a contra meu corpo com o braço e com a outra mão esfregava já
com certa força sua xoxota, e minha boca, chupava sua nuca e seu pescoço
por entre seus longos cabelos.
De repente de-lhe uma mordida no pecoço,
ela reagiu tirando as mão do peito e tentando acertar minha cabeça, eu
então subi a mão que estava entre suas pernas para seus seios que passei
a acariciar, ela continuava desesperada, tentando se disvencilhar do
meu corpo de qualquer maneira. Meu pinto já durissimo, acariciava sua
bunda sem pudor. Foi quando minha mão que acariciava seus peitinhos
atingiu o biquinho de um dos seis e resolvi apeta-lo com força ao mesmo
tempo em que minha boca malhava sua nuca e seu pescocinho, foi o
suficiente para ela soltar um suspiro profundo. Apertei com mais força e
um gemido quase me fez gozar alí mesmo de tão delicioso. Senti que a
estava dominando e que sua força começava a se esvair, para não perder o
pique, puxei sua boca para perto da minha e beijei seus lábios que
agora permaneciam cerrados, dei então um novo aperto no biquinho e ela
suspirou de novo, enquanto minha boca colava na dela e minha lingua a
invadia vitoriosa, no mesmo momento minha mão agora livre de sua boca
correu para o meio de suas pernas, que ela num último relance de
resistencia tentou fechar, dificultando minha ação. Desci então a mão
por baixo de sua saia e fui subindo até seu monte de vênus, que comecei a
acariciar sobre a calcinha, enquanto o dedo medio fugia para entre suas
pernas a procura da paraíso. Notei logo que sua gruta já estava
encharcada e comecei um vai e vem com meu dedo ainda sobre a calcinha,
com a outra mão acariciava os dois seios quase ao mesmo tempo, e minha
boca continuava a beija-la, no que seguramente foi o beijo mais longo
que já dei na vida, ela já sem reação correspondia ao beijo ao mesmo
tempo que discratamente começava a acompanhar o vai e vem do meu dedo
com os quadris enquanto eu esfregava mais e mais o pau na sua bunda.
Neste ritmo, sua respiração foi ficando cada vez mais ofegante,
entrecortada por gemidos e dali a pouco ela gozou de uma forma
animalesca, selvagem, jogando seu corpo de encontro ao meu que quase cai
com a força que ela fez.

A segurei com força para que não caisse.
Peguei-a nos braços e a levei para o quarto, sem que ela esboçasse
reação. A deitei na cama, tirei a camisa, a calça, a cueca e as meias,
sempre olhando fixamente para ela, que deitada de olhos semi-cerrados,
continuava sem reação. Subi na cama e levantei sua saia, deixando sua
calcinha branca a mostra, pude então ver seu monte de vênus ainda sob a
calcinha, era lindo, bem pentelhudo, abri suas pernas ao máximo e
aproximei minha boca de suas coxas, ela tentou fechar as pernas, mas com
as mãos as mantive escancaradas, lambi suas coxas completamente, dando
mordidinhas nas partes internas, fui subindo até chegar na xoxota, que
passei a lamber por cima da calcinha, morder, chupar, engolir com minha
boca, ela ficou inquieta num primeiro momento, mas logo estava gemendo
baixinho, eu continuava como doido, explorando aquela xoxota maravilhosa
ainda por cima da calcinha que já estava toda ensopada tanto por minha
saliva quanto por seus sucos, ela começou a puxar minha cabeça com a
mão, como que querendo que todo o meu rosto entrasse na sua buceta,
arranquei sua calcinha com minha boca, puxando por suas pernas até tirar
por seus pés, aproveitei para chupar seus dedos da perna, e fui subindo
pelo tornozelo, coxas e voltei novamente a sua mata, e como era
cabeluda, agora livre a calcinha passei a explora-la com mais
sofreguidão, levantei suas pernas ao máximo, deixando na posição de
frango assado, completamente exposta, e chupei mais e mais sua buceta
alternando com descidas até seus ânus que passou a ser explorado por
minha boca, com a maior das intimidades. Nestas alturas a temperatura
naquela cama já estava nos 50 graus. Débora, completamente dominada, se
entregava mais e mais, se contorcendo, gemendo e quase gritando de
prazer, meu pau estava tão duro que parecia que as veias iriam saltar
para fora. Me detive então no seu grelo, que estava super inchado e
vermelho e praticamente o engolia entre chupadas e mordidas, não
aguentando mais o tesão Débora explodiu num gozo maravilhoso, gemendo
alto e falando palavras desconexas e se arreganhando inteira a minha
sanha de macho, que continuava impassivel a chupa-la, fazendo-a desmaiar
entre espamos e espamos de gozo.
Tranquilamente enxuguei meu rosto com o
lençol e me deitei ao lado de Débora, que começava a se recuperar,
assim que abriu os olhos a beijei, enquanto a beijava pousei sua mão
sobre o meu pau, ela tirou a mão e parou de me beijar, ficou me olhando
com cara de incrédula, eu sem perda de tempo coloquei de novo sua mão em
volta do meu pau e comecei a fazer um vai e vem com a mão dela, ela
continuava a me olhar, então resolvi atacar outra vez. Me ajoelhei com a
rola dura perto do seu rosto e disse: “Faltou eu gozer meu amor. Bota
esta boquinha aqui na minha rola e me chupa bem gostoso.” Ela tentou
argumentar que nunca havia feito aquilo, que não sabia como fazer e que
não queria, era pecado e estas babozeiras todas, eu sem me abalar
aproximei ainda mais o meu ferro de sua boqueinha, peguei sua cabeça com
as duas mãos, encostei a cabecinha do meu pau em seus lábios e disse
bem sério: “Abre a boca cadela e chupa o meu pau como se fosse o mais
gostoso dos sorvetes, lambe ele todinho, chupa as bolas e depois enterra
ele nessa tua boca que eu quero fuder ela bem gostoso, agora faz isto
bem rápido porque eu já estou perdendo a paciencia com você sua puta.”, e
puxei a sua cabeça mais ainda enterrando seu rosto nos meus pentelhos,
ela bem devagar passou a ponta da lingua bem de eleve nas minhas bolas,
eu forçando mais ainda sua cabeça, depois passou a lingua pelo corpo do
meu pau e foi subindo até a glande, onde passou a pontinha da lingua,
voltando e dando lambidas até o chegar ao saco. Eu ordei: “Chupa as
bolas, piranha! “.
Ela obedeceu, chupando uma e depois a outra, subiu de
novo entre lambidas até a glande e então encostou os lábios na
cabecinha da minha rola dando um leve beijinho. Eu então dono da
situação dei nova ordem: “Bota todinho na boca, minha escrava. “. Mais
uma vez Débora não reagiu, apenas abriu a boquinha o suficiente para ir
engolindo a cabeça da minha rola que foi pouco a pouco sendo devorada
por sua boquinha sedenta. Comecei a apertar sua cabeça e a puxa-la
fazendo com que ela ficasse indo e vindo ao meu comando, num vai e vem
delicioso, Débora no inicio estranhou um pouco, mas aos poucos foi se
acostumando com aquela nova forma -para ela- de invasão. Fiquei um
tempão naquela massagem gostosa, de vez em quando esticava as mãos e
apertava os peitinhos da minha amante, que gemia entrecortado pela rola
implacável.
Depois de um bom tempo nesta gostosura, resolvi acelerar os
movimentos e passei a entrar e sair daquela boquinha cada vez mais
rápido até que não aguentado mais comecei a gozar em jatos fortes, que
saiam em profusão, Débora tentou tirar a boca mas eu não deixei
apertando sua cabeça contra a minha rola com mais força e disse arfante:
“Engole minha puta, engole o gozo do teu macho, deixa a minha rola bem
limpinha até a última gota em quero na sua garganta.” Débora então sem
saída e até para se livrar mais rápido começou a engolir meu semem, até o
fim. Nào aguentando mais desabei exausto ao seu lado. Ela largou o meu
pau e também se deitou cansada. Dei um tempo e me aproximei outra vez do
seu rosto, dando-lhe um beijo na face. Ela como que tivesse acordando
de um sono profundo perguntou: “O que está acontecendo? ” Eu
imediatamente respondi: “Você ainda não sabe? ” e continuei: “Pois eu
vou lhe dizer, você está sendo possuída, dominada e escravizada por um
macho que a partir de hoje vai fazer tudo com você e cada vez com mais
intensidade, você se tornou a partir de hoje minha puta, minha fêmea,
minha escrava, que vai ser submissa a mim enquanto eu quiser.” Enquanto
falava estas coisas percebi meu pau dando sinal de vida e Débora ficando
ruborizada e os bicos dos peitinhos ficando durinhos. Então continuei:
“Você descobriu a partir de hoje algo novo e nunca mais você vai se
livrar deste tesão, minha cadela, onde você estiver vai ficar molhadinha
quando se lembrar das loucuras que ainda vamos fazer, vais ser minha
puta em todos os sentidos, em todas as posições e de todas as formas
possíveis.” Enquanto falava, passei a sugar os seis do meu amor que
ficaram inchados de tanto tesão, minha mão correu seu corpo parando na
xoxota que mais uma vez passei a dedilhar, só que desta vez com vários
dedos, e continuava com o falatorio, num tom de voz mais baixo: “E não
adianta você querer fugir desta sua nova realidade, porque vou lhe
viciar em todos os sentidos do sexo, e você fará tudo como o seu amo
mandar, ouviu minha escrava? ” E mordia seu biquinho eriçado e ela
gemia. E perguntava outra vez: “Você não ouviu cadela, responda a seu
mestre, dono e senhor, quando ele perguntar? ” E já gozando
completamente entregue, Débora entre gemidos disse: “Entendi meu feitor,
eu sou sua, totalmente sua, me possua, que eu serei sua escrava para
sempre. ” E gozou abundantemente.
Eu já não aguentando mais abri as
pernas de minha amada me posicionei entre elas, coloquei a cabeça da
rola na porta de sua xoxota totalmente entregue e fui enfiando até o fim
de uma vez, quando senti seus pentelhos no meu, passei minha mão em
volta de sua nuca e dirigi sua boca para minha e a beijei loucamente
iniciando um delirante vai e vem, ela enlaçou as pernas nas minhas
costas e se entregou totalmente, ficamos nos esfregando em indas e
vindas intermináveis e até que um bom tempo depois gozei, gozei e gozei
até urrar, urrei e logo em seguida ela também não resistiu e gozou me
mordendo o pescoço com a vontade de uma louca. Depois veio a paz e o
silencio na cama, durante longos minutos ficamos inpassiveis nos
recuperando, daquela que foi sem dúvida a melhor trepada da minha vida,
passado este tempo, voltamos a nos encarar. Ela sorriu e me disse: “Sou
tua. Você é o homem que realmente me fez sentir mulher, tudo aquilo que
você me disse é verdade. Agora tenho certeza que vou me viciar e vou
querer sempre e cada vez mais loucamente, e quer saber, vou passar por
cima de tudo, princípios, religião, fidelidade, mas jamais irei abrir
mão de ter você perto de mim, você será o meu homem sempre.” . Nos
beijamos, aquelas palavras só me fizeram ficar com mais tesão e apesar
de tudo eu queria te-la logo por completo para que meu domínio fosse
total e irrefutável, então recomecei as caricias que agora ela aceitou e
também participou massageando a minha rola com tesão. Num gesto brusco a
virei de bruços, levantei seus longos cabelos e passei a lamber, beijar
e chupar sua nuca, seus ombros, seus costas e fui descendo até chegar
ao meu objetivo maior, suas nádegas, que passei a morder e dar tapinhas,
Débora imediatamente começou a gemer ofegante, abri sua nádegas e
lambi, beijei e chupei seu ânus, Débora em transe começou a rebolar na
minha cara, enquanto eu colocava ela de quatro.
Enfei o dedo indicador
no cuzinho de minha amada que começou a piscar, enquanto chupava suas
nádegas como louco, Débora não parava de rebolar, então enfiei um
segundo dedo, ela gemeu mais alto ainda, comecei a ir e vir com meus
dedos bem fundos em seu cú, enquanto cobria o seu corpo com o meu e
começava a chupar sua nuca, Débora já rebola desesperada, então resolvi
que era o momento. Tirei meus dedos de seu cuzinho, me posicionei bem
atrás de sua bunda, mirei a cabeça da rola para seu cuzinho piscante e
fui forçando bem devargar, para doer pouco. A cabeça foi entrando
lentamente, quando chegava no meio eu voltava e depois repetia para que
meu amor se acostumasse bem com a minha chapeleta. Aproveitava para dar
uns tapinhas nas nádegas de minha puta, ela gemia. Empurrei mais um
pouco e a cabeça entrou. Ela gemeu mais alto. Resolvi enfiar o resto de
uma vez, e foi o que fiz, enterrando, até sentir os meus pentelhos
encostarem naquela bunda deliciosa, Débora, fungava e ufava. Desci a mão
para o meio de sua xoxota molhada e comecei a massagear seu grelinho, a
outra foi direto para os peitinhos da minha pirainha, minha boca tomou
conta de sua costa, nuca, ombros e pescoço e minha pica começou um
potente vai e vem, que fiz questão durasse o máximo possivel.
Débora,
depois de uns momentos levando no cú, voltou a rebolar e jogar a bunda
mais e mais para mim, eu a tendo completamente dominada, massageava cada
vez com mais força seu grelo, seus peitos e mordia de deixar marcas, a
nuca e as costas. Nesse ritmo chegamos ao extremo do extremo do gozo não
aguentando mais ambos nos derretemos em um orgamo louco, inebriante,
total. Gozei até a alma naquela bunda e minha Debi, gritou como uma
cadela no cio até o último momento de sua lucidez. Os dois caimos quase
desmaidos, sem forças, sem escrúpulos. Continuamos nossas vidas de
casados e de pessoas discretas, como se nada tivesse acontecido,
continuo meu casamento feliz, com minha esposa perfeita que nada
desconfia, e Débora continua devotada ao marido, evangélica ferrenha e
recatada aos preceitos. Isto para todo mundo, porém quando estamos a sós
nos transformamos ela passa a ser minha escrava, submissa, amante
disposta a tudo para agradar ao macho e eu sou seu amo, senhor e feitor,
que a submeto aos meus caprichos, a domino e a possuo da forma e na
hora que quero. Jamais pensamos em mudar nossas vidas pois somos muito
felizes assim, e pretendemos continuar por muito tempo, pois isto é só o
começo.
autor: joselias2