Olá! Somos um casal do interior de São Paulo, a Vera, hoje com 29 anos, 1,58m de altura e 52 kg, é uma deliciosa gatinha carnuda, quase gordinha, mas de cinturinha fina e proporcionada. Ela tem uma bunda fornida e empinadinha, coxas grossas e macias, seios grandes, mas durinhos, sempre vestida de maneira sexy sem ser vulgar, e eu, Marcelo, 32 anos, engenheiro civil, 1,70m de altura, moreno claro, olhos verdes, de peito e pernas bastante peludos.
Somos casados há 8 anos. Como ela sempre tinha sido muito dedicada aos
estudos e nunca tinha namorado a sério, só umas paquerinhas que
conseguiram no máximo dar umas chupadinhas nos seios deliciosos dela e
apenas um namoradinho conseguiu das uma apalpadinhas na xana por cima da
calcinha. Então, aos 20 anos quando iniciamos nosso relacionamento, ela
ainda era virgem, enquanto que eu, até começar a relação com ela, já
tinha comido diversas namoradinhas.
Apesar de ser experiente levei meses até conseguir
levar Vera a perder a sua virgindade, pois ela foi criada com uma
educação muito conservadora e religiosa. Mas na verdade ela só
desabrochou como mulher após nosso casamento que ocorreu um ano depois
de começarmos a namorar.Mesmo assim, para conseguir que ela chupasse meu pau, demorou mais de um
ano após o casamento. Ela dizia que não tinha coragem de por a boca num
pinto, que tinha nojo. Mas nada como a persistência de argumentação,
uns dvds pornôs para assistirmos juntos e uns drinks a mais e certa
noite, após uma festa, ela estava bebinha e toda acesa e me disse que
quando chegássemos em casa, ela ia me fazer uma surpresa. Quando
chegamos em casa, já na cama, sem que eu pedisse, ela tirou minha cueca e
começou beijando, depois passando a língua até que engoliu meu pau
inteiro. Eu estava nas nuvens, vendo minha linda esposinha chupando meu
pau pela primeira vez em mais de um ano de casamento. A inexperiência,
ela superou com o entusiasmo e realmente, ela me fez uma surpresa
maravilhosa, chupando meu pau até me fazer gozar e olhando em meus
olhos, engoliu tudinho.
Se foi difícil fazê-la chupar, imagine liberar o cuzinho, então? Foi uma
luta intensa para convencê-la que sexo anal não era sujo e nem
pecaminoso como sua mãe lhe ensinara. A primeira vez aconteceu no 2°
aniversário de nosso casamento, quando festejamos muito, novamente ela
estava bebinha e disse que tinha um presente para me dar. Quando
chegamos em casa, ela me chupou maravilhosamente, depois me passou um
pacotinho pequeno, embrulhado para presente e dentro dele uma tubinho de
vaselina. Enquanto eu o abria, ela se pôs de quatro e me disse.
- Você quer mais um presente, amor?
Entendendo que ela me oferecia a bundinha de presente, louco de tesão, respondi:
- Quero amor... muito...
- Então me come como sempre quis fazer, amor... Mas toma cuidado... tenho medo.
Então lambuzei o cuzinho dela, enfiei um dedinho para ela ir se
acostumando e fiz com tanto cuidado e carinho que ela adorou, me dar a
bundinha.

Mesmo assim, vez ou outra, quando ela toma um pilequinho, ela mesma toma
a iniciativa de me franquear seu delicioso buraquinho traseiro, mas
sempre em ocasiões especiais, natal, final de ano, aniversário, noite de
carnaval, feriado prolongado, quando vamos à praia, hotel fazenda ou
coisas assim.
Bom, a verdade é que a ensinei, pouco a pouco, a se liberar sexualmente e
sentir prazer por todos os seus deliciosos buracos, até a desinibir ao
ponto de me pedir que me masturbasse de pé diante dos seus olhos e ela
se acariciando na bucetinha, deleitando-se quando eu me esporrava na sua
cara, passando os dedos e levando o meu leite à boca e me fazendo
beija-la logo em seguida, pra me fazer sentir o gosto dos seus lábios
melados com minha porra.
No início do casamento, transávamos quase todos os dias, mas após alguns
anos, com o fogo mais amainado, fomos espaçando e passamos a transar
uma ou duas vezes por semana.
Como disse, sou engenheiro civil e trabalho numa construtora, enquanto
ela, passou por diversos empregos em escritórios e ultimamente trabalha
na contabilidade de numa empresa têxtil da nossa cidade.Os anos foram passando depressa e apesar de já não transarmos com tanta
frequência, nosso fogo não se apagava e como não queríamos filhos,
desfrutávamos de uma situação financeira excelente. Desfrutávamos de bares, festas, rodeios, baladas, viagens de férias,
finais de semana prolongados em hotel fazenda, ou passeios na praia…
Tínhamos e temos, qualidade de vida.
Certa ocasião, de férias numa praia do nordeste, ao visitarmos uma praia
frequentada por nudistas, sugeri a ela fazer topless mas ela recusou
alegando que não tinha coragem pois morria de vergonha dos seus seios
grandes, no que disse a ela que era bobagem porque eles eram
espetaculares, como de fato são.
Mas embora não tenhamos entrado na praia de nudismo, pude perceber que
Verinha ficou muito excitada com a visão de homens nus, com os pintos
balançando livres na praia.
À noite, enquanto transávamos ela me segredou que ficou muito excitada
vendo o pau daqueles homens, pois em razão de seu puritanismo com os
poucos namoradinhos que teve, nunca tinha visto o pau deles, sendo o meu
o primeiro e único que ela conhecia.Perguntei a ela se ela tinha curiosidade de conhecer outros paus e ela
se mostrou muito escandalizada, mas desde então começamos a conversar e
falar mais sobre nossas intimidades e ela aos poucos foi ganhando
confiança e se abrindo sobre sua vida para mim.
Foi aí que ela me contou sobre dois paquerinhas, um deles, que no
escurinho do cinema, conseguiu abrir sua blusa e apalpar-lhe os seios, o
outro que no carro, lhe chupou os seios e sobre o namoradinho que um
dia a levou pro quarto dele e a custo, conseguiu arredar seu vestidinho e
dar uma apalpadinhas na bucetinha dela por cima da calcinha.Claro que ele queria mais, queria tirar seu vestido, deixar ela
peladinha, mas ela não deixou, queria enfiar a mão por dentro da
calcinha, mas ela segurou a mão dele, afastando-o. Depois se recompôs
ela fugiu do quarto. No dia seguinte, quando o encontrou, terminou tudo
com ele.
Sobre outros homens, depois do casamento, ela confessou que já foi
assediada nos diversos empregos que teve, um dos patrões dela chegou a
lhe cantar e tentou beijá-la enquanto passava-lhe a mão em sua bunda e
dizia que queria comê-la, mas ela saiu do emprego para não se submeter a
ele.
Só não me contou na época porque tinha vergonha e temia que largasse dela caso soubesse do ocorrido.

Eu já tinha experimentado muitas coisas na vida e via como ela olhava
com apetite para outras picas e com vontade de prová-las… Ela ficava
muito envergonhava quando eu falava nisso mas eu notava o tesão com que
ficava, e vez ou outra, quando voltávamos para o assunto, eu sugeria que
se ela se interessasse por alguém, eu deixaria ela experimentar outra
rola.Nessas ocasiões, ela até corava de vergonha, mas dizia que nunca teria
coragem de me trair, mesmo eu argumentando que, se era com a minha
anuência, não seria traição.
Quando íamos à praia, deitávamo-nos na toalha, espalhava creme na sua pele branquinha e suave
como seda dando atenção especial às suas lindas tetas e rabo.Reparei que ela adorava que os homens em redor observassem como eu
espalhava o creme solar e alguns tinham que se deitar de barriga para
baixo para esconder o seu tesão.
Deitado a seu lado dizia-lhe:
- Tá vendo, minha gatinha linda. o tesão que você provoca em outros
homens? – ela corava e fechava as pernas de forma instintiva
demonstrando que nesse momento era invadida pelo tesão.
Cheguei a ir com ela para um lugar mais afastado e discreto na praia
para nos aliviarmos mutuamente, mas nunca nos escondendo tão
perfeitamente bem para que alguém mais atento não pudesse nos observar.
Chegámos a ver um ou outro espertinho nos espreitando, o que aumentava o nosso tesão e prazer.
Mas as coisas ferveram mesmo foi há poucos meses quando foi nomeado um
novo diretor na escola onde ela trabalhava. Ele era um professor ainda
jovem (tinha menos de 40 anos) que segundo ela, tinha um aspecto
atraente.
Estávamos na cama no rala e rola, quando começamos a conversar:
- Sabe amor, quando você me disse que se tivesse alguém interessante, você me deixava sair com ele?
- Lembro amor... Tem alguém?
- Tem amor... agora tem...
- E quem seria o felizardo, amor?
- O Marcelo… meu novo diretor é tão lindo…
- Tão lindo, quanto?
- Muito... muito... muito..
- Com ele você teria coragem de sair?
- Teria amor... não me importava de me entregar a ele… ele é tão atraente…
- E você já olhou pro principal, se faz muito volume nas calças dele?
- Já amor… Parece ser tão grande…
- E ele se mostrou interessado em você?
- Mostrou amor.. Ele sempre olha pras minhas pernas e seios, a calça estufa, creio que de tesão…
- E ele já te cantou alguma vez? (perguntei enquanto a fodia lentamente )
- Cantar mesmo não. Mas ele é muito simpático e atencioso… Disse-me que
sou uma mulher linda, que tenho uma forma de vestir muito feminina e
elegante… Que quando sai de férias por duas semanas, que ele sentiu
muita falta da minha presença…
- Quer dizer que ele está pelo caidinho…
- Sim… acho que sim… Olha amor... Acho que se eu der abertura, ele vai querer me comer..
- E você gostaria de dar pra ele, amor?
- Oh! querido… sim… Mas tenho tanta vergonha… Tenho medo que depois você me ache uma depravada e deixe de gostar de mim…
- Olha minha gatinha linda… Eu te adoro... Se você quiser sair com ele,
eu te libero e juro que te darei a maior prova de amor que um maridinho
pode dar à sua esposa… juro que se você der pra ele, eu chupo sua
bucetinha inteira quando você chegar em casa…
- Nossa amor, você teria coragem?
- Teria amor...
- E se tivesse lambuzadinha das “coisas” dele, você chuparia?
- Mesmo assim chuparia...
- Ai amor... Eu ia adorar... Você falando assim.. To todinha molhada de
tesão... (e teve um orgasmo com fortes espasmos devido ao tesão da nossa
conversa).
Mas depois daquele dia ela não me dizia nenhuma palavra sobre o seu
chefe e eu também não perguntava. Só notava que ela estava todos os dias
com tesão, comprava lingerie mais ousada, o comprimento das saias
diminuiu, a abertura do decote aumentou…
Após uma duas semanas ela chegou em casa todinha acesa e nos pegamos na
sala mesmo, onde a despi e cai de boca na sua bucetinha. Notei um sabor
diferente na sua bucetinha… sabor de porra (que eu conhecia da minha
juventude depravada) mas não lhe disse uma palavra.
Com ela deitada no sofá mamava em sua bucetinha com imenso prazer e ela
fazia-me festas na cabeça e me chamava de maridinho lindo, que me
adorava, que não havia melhor maridinho no mundo. E durante a transa ela
se pôs de quatro sobre o sofá, e mais uma vez ela me deixou comer seu
cuzinho.

Concluí que estava rolando algo entre ela e o chefe, mas ela continuava
sem me contar uma palavra, até que uma noite, morto de curiosidade e
metendo nela por trás, de cachorrinho, bem devagar, lhe sussurrei ao
ouvido :
- Olha amor... Sabe que a tua bucetinha ultimamente tem sabor de porra?
- Ai amor... que vergonha!!!
- Vergonha de dar pro seu chefe?
- Não amor.. de falar sobre isso!
- Então ele está mesmo te comendo?
- Oh meu querido… Eu não tinha coragem de te contar, mas ele está..
- Está o que, amor?
- Está me comendo! Mas você deixou, lembra?
- Lembro, amor, Há quanto tempo ele vem te comendo amor?
- Acho que mais de um mês… Você não notou que eu estou mais acesa ultimamente?
- Notei.. mas você não dizia nada...
- Porque eu tinha vergonha amor...
- E porque você fica tão acesa, amor?
- Porque depois que ele me come, não vejo a hora de chegar em casa pras você me chupar e me comer inteira.
- E você gosta de dar pra ele, amor?
- Adoro... é tão bom… que pica deliciosa que ele tem…
- Ela é grande amor?
- É amor...
- Maior que a minha, amor?
- É amor... é mais comprida e mais grossa que a sua, com uma cabeça grande e rosadinha… Ele judia muito da minha bucetinha...
- E o cuzinho, amor? Você já deu pra ele?
- Dei amor... Mas foi só uma vez... Doeu demais... O pau dele é muito
grosso e ele é muito afobado... Ele não é como você... Ele quase me
rachou ao meio quando comeu minha bundinha... Agora eu não tenho deixado
mais ele por atrás...
Acelerei as metidas para deixa-la mais excitada, enquanto a interrogava:
- E você chupa o pau dele, amor?
- Quer saber mesmo amor?
- Quero... você chupa?
- Chupo, amor... Bastante..
- E ele gosta?
- Demais... Mais ainda quando eu deixo ele gozar na minha boca...
Fiquei espantado:
- Você deixa ele gozar na sua boca?
- Deixo...
- E você engole a porra dele?
- Engulo amor... Tudo não dá pra engolir, é muita... mas engulo o que eu
posso. Sabe amor? A porra dele tem um sabor delicioso. Já dei muitos
beijos em você ao chegar a casa depois de ter mamado no pau dele no
carro, e engolido porra a caminho de casa… Você nunca sentiu?
- Não amor, nos beijos não! Mas conta amor, ele te come muito,?
- Come, amor... Ele é muito tarado... É raro o dia em que não arranjamos
um cantinho escondido para ele me comer… Até menstruada ele já me
comeu...
- E você gosta de dar pra ele, amor?
- Adoro... Estou apaixonada pela pica dele…
Aquela confissão me fez acelerar a foda tal foi o ataque de tesão que me
deu e urrando de gozo esporrei-me como nunca continuando a meter forte e
rápido para que ela gozasse também comigo.
- Putinha… Estou adorando ser o seu corninho - disse-lhe e ela respondeu:
- E você é corninho mais amado do mundo…
E gozou-se toda no meu pau.
Agora ele me pediu para deixa-la fazer uma viagem de 10 dias com ele,
pras Serras Gaúchas e estou pensando se concordar, não estarei abrindo
uma brecha pra ela me largar e ficar com ele.
Ela disse que não, que me ama muito e quer apenas se divertir com ele.
Oh dúvida cruel, deixou ou não deixo?
(se quiser dar sua opinião, ou falar sobre.
Amigo! Eu já acho abuso, fica ligado que logo você esta fora em...
ResponderExcluirComigo sucedeu algo semelhante, o meu marido começo por dizer que gostava de ver outro homem penetrar-me, desde que fêsse mais grosso e comprido que o dêle. Eu inicialmente sentia vergonha quando me falava nesse assunto, pois tinha casado virgem e não conhecia o pau de mais ninguém, noetando tinha uma certa curiosidade em exprimentar um pénis diferente. Perante a sua insistência acabou mesmo por acontecer. Êle assistia e gozava imenso ao ver como eu gemia com as estocadas que atingiam o meu utero e o meu prazer era tanto com esse homem que apaixonamo-nos um pelo outro de tal forma, que devorciei-me do meu marido e casei com quem me dava maior prazer. Portanto vêm bem se não acontece o mesmo com o vosso casamento. .
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