segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O jogador de futebol

Tudo começou com uma fantasia. Mais da parte do meu marido. Casei virgem, com véu e grinalda, toda de branco como manda o figurino. Sempre tivemos uma vida sexual normal. Tenho 37 anos, 1,69m. de altura, cheinha mas não gordinha, loira de olhos claros, bunda arrebitada e se não chamo atenção no dia-a-dia, quando me arrumo para alguma festa, maquiada, com vestido e salto alto, vivo meus trinta segundos de fama. Carlos por sua vez, acredito eu, nunca tinha me traído. Sempre fomos normais, sem ser puritanos em excesso e nem liberais por inteiro. Contamos piadas picantes e brincamos com palavras de sentido duplo, gostamos de revistas eróticas e filmes pornôs. Nossa ousadia máxima tinha sido fotos nuas, tiradas num motel e guardadas a sete chaves. Temos uma vida estável, graças a loja de material de construção, com a qual, conseguimos carros, casa, casa na praia e chácara de lazer. Nossas filhas de 15 e 13 anos frequentam o melhor colégio. Acho que foi a partir do décimo ano de casamento, quando Carlos começou no meio da transa, falar coisas esquisitas: - Meu bem, cê não quer deixar um cara pauzudo te comer? Ah, ah, o cara vai gozar só de meter nessa boceta gostosa. O cara vai ficar louco só de encostar nesse corpinho. Uh, ah, gostosa, cê é boa demais! Ahhh, uhhh! E a cada transa, este tipo de papo ia ficando mais quente e cheio de detalhes. Mas ao gozar, ele parava com essa história e depois, não tocava mais no assunto. Eu achava que era uma forma do Carlos se estimular e passei a brincar, dando trela. Me intrigava o fato de que a maioria dos DVD que ele alugava, eram de negões bem dotados, transando com garotas brancas. Meu marido, adora futebol e todo ano, dirige e patrocina o time da nossa firma. O time dele é apelidado pelos outros de ¨Vasco da Suburbana¨, porque há cinco anos, sempre é o vice-campeão. Essa gozação tem deixado ele louco, por ser flamenguista doente.

                     Para o campeonato deste ano, ele foi buscar um jogador em outra cidade, para reforçar o time. Era um sabado a tarde, quando Carlos chegou acompanhado do rapaz, um mulato alto, forte e rosto até bonito. Teria uns vinte anos no máximo. - Val, esse é o Chico. Ele vai jogar prá nós. Os jogos são domingo cedo e ele vai ter que dormir em casa nos sábados. Como temos um quarto com banheiro na edícula dos fundos, acomodamos alí o Chico. Chico pelo jeito que Carlos falava, fazia jús a fama de grande jogador. Fazia gols em todos os jogos e os finais de semana era só festa. Me inquietou foi quando, certa vez, no meio da transa, Carlos passou a devanear com o Chico me comendo. Sim, agora o desconhecido tinha cara e nome. No dia seguinte, pela primeira vez, toquei no assunto sem estarmos fazendo sexo: - Carlos, que idéia foi essa de ficar botando o Chico na nossa transa?

 - Val, você não gostou da ideia?
 - Não, não gostei nem um pouquinho (retruquei de forma áspera).

                      No sabado, como sempre, eu dou uma boa lavada no quintal, enxaguo as plantas, o calor estava demais eu botei um shortinho e uma camiseta folgada e maos a obra. Chico dormia  no quartinho do fundo e acredito que acordou com a minha limpeza. Minhas filhas resolveram sair com as amiguinhas para ir ao Shopping para almoçarem e  assistirem a um filme. Carlos foi ate a loja e voltava por volta das 13 horas para almoçar. Chico apareceu na  porta do quarto me disse bom dia, perguntou se eu queria uma ajuda, eu disse que nao e avisei  que o café estava na mesa ele me avisou que iria tomar um banho e depois tomaria. Nessa hora meu extinto de curiosa(safada) entrou em açao.

O banheiro do fundo tem duas janelinhas laterais uma de cada lado, depois de tudo que meu marido havia me excitado nas nossas conversas de cama eu fiquei curiosa sobre aquele  homem, seu mastro e tambem ninguem saberia, eu tava ali sozinha. Peguei uma escadinha, deixei a mangueira ligada para nao chamar atenção e me posicionei para dar uma olhadinha.

Quando eu olhei, o vi de costas, um corpo moreno, definido, costas largas e um bumbum firme e suas pernas fortes, todo emsaboado. Sai um instante para pegar um folego e para ver se tava tudo bem, estava. Me posicionei para dar mais uma olhade-la e quando olho ele esta de frente agora e vi aquele pau que me acendeu na hora. O pau dele é enorme, mole ou meia bomba ja se igualava o do meu marido, imagine duro, desci da escadinha e voltei a lavar o quintal completamente excitada. Fui lavar a frente da casa e nao conseguia parar depensar naquele pauzão.

Quando terminei fui até a cozinha e Chico estava lá terminando seu café. Ele trajava shorts, camiseta e chinelos, super cheiroso. Eu perguntei se ele queria mais alguma coisa, ele me disse  que nao se levantou e avisou que iria sair para comprar jornal para ler as noticias de futebol. Eu ate agradeci aos céus por ele sair dali pois nao conseguia para de pensar naquele mastro. Depois de uma hora ele retornou e foi para seu quartinho ler, logo ouvi que meu marido tinha chegado, entao eu peguei e atolei minha calcinha, puxei meu shorts só para dar um sinal do tesao que eu estava. Meu marido me beijou mas acho que nao percebeu nada, perguntou por Chico e foi ate seu quartinho e ficaram lá papiando. Depois de algum tempo eu subi tomei um banho e coloquei um vestidinho solto por causa do calor e nem botei calcinha por causa do outro calor(tesao). Os chamei para almoçar, almoçamos depois subimos para descançar enquanto Chico foi pra sala para assistir aos programs de esporte.

Eu me deitei de costas para meu  marido e ele logo veio me alisando, tocando na minha bunda, percebeu que eu tava facinha e foi descendo seus dedos ate tocar na minha vulva e percebeu que tava já molhadinha e enfiou seu dedo e foi me bolinando, pegando nos meus seios, encostou seu pau na minha bunda e já logo o peguei nas maos iniciei um boquete bem safado, fiquei de 4 bem empinada enquanto o chupava ele se curvou e enfiou o dedo no meu cuzinho elogo começou com suas brincadeiras: - Já imaginou enquanto vc me chupa alguem te comendo o cuzinho? - Já imaginou voce com dois paus? Eu fui intensificando tanto a chupada pois nao conseguia parar de pensar no pau do Chico.  Foi quando ele disse, amor... ele ta lá embaixo, se quiser eu chamo ele. Chupei tao intensamente que meu marido nao aguentou e gozou na minha boca, eu retirei seu pau todo gozado e comecei a espalhar aquela porra por meus seios, enquanto ele se recobrava. Me levantei e fui ate o banheiro para me limpar e meu marido deitado na cama me falou:

         - Nossa amor vc fica bem safada quando eu falo sobre outro com nós. Do banheiro eu respondi:
         - Voce só fala. Meu marido pulou da cama me abraçou pelas costas e seu pau ja tava novamente durissimo, e me perguntou se eu aceitaria mesmo, se eu queria mesmo. Eu nao sabia o que responder nao tirava o pau do Chico do meu pensamento. Me ajuelhei e comecei a chupar meu marido de novo e ele me perguntou se isso era um sim... Nao respondi e continuei a chupa-lo e ele olhou pra mim e disse: É... isso é um sim... Tirou minha boca de seu pau, me deixou ali no banheiro e ouvi ele descendo as escadas. Fiquei ali no banheiro quieta e angustiada nao sabia o que pensar, parecia uma virgem, tremia inteira, minha buceta tava em  chamas o pau do Chico tomando banho, tudo se misturava. Resolvi tomar  outro banho.

           Depois de uns dez minutos meu marido aparece na porta do banheiro com um sorrisinho e uma inquietaçao e começa a se despir e entra no box comigo, começa a me encoxar e me pergutar se eu quero ser mesmo uma putinha. Eu olho pra ele e digo. - Sim, pegando no seu pau que estava durissimo, foi quando ele abre a porta do box e grita vem, ficamos os dois olhando para a porta quando aparece o Chico todo timido sem camisa e com shorts que ja dava pra ver que estava com sua ferramente bem dura. Entao ele vem mais proximo e tira seu shorts. Meu marido teve um choque com o tamanho do pau do garoto e disse: - Nossa cara que pau grande é esse. Eu fiqui paralisada, o pau estava bem maior do que eu tinha visto. o garoto entrou pra dentro do box, meu marido pegou minha mao e colocou sobre aquele mastro. Eu peguei forte punhetei mas ouvimos barulho e poderia  ser nossas filhas e saimos os 3 rapidamente dali. Em segundos eu tava vestida meu marido tambem e o Chico tinha sumido.

            Nao era nossas filhas, nao sabiamos da onde teria saido o barulho, meu marido aproveitou e ligou pra elas, elas estavam ainda na fila para entrar no filme, ai  nós nos aliviamos, mas logo ja voltou o tesao e descemos para ver onde estava o Chico. Ele havia entrado para dentro do quarto dele e saiu de lá de calça de agasalho e camiseta e eu estava com meu vestidinho sem calcinha, e meu marido apenas de bermuda. Rimos do susto e fomos para a sala como se nada tivesse acontecido. Chico se sentou no sofá de frente para  nós e meu marido brincou: - Vamos continuar de onde paramos? Todos rimos e meu marido me pegou pela mao e me levou pra proximo do garoto. Eu estava meia sem jeito mas resolvi me soltar e entrei no jogo.

              Chico estava com cara de apalermado, permanecia estático, sentado no sofá menor. Vestia a calça de agasalho esportivo e uma camiseta. Mesmo embaraçada, meu olhar pousou no volume entre as pernas. A tenda formada pelo seu penis ereto, denunciava o grau de excitação.  Erguí a camiseta do Chico, ajudando-o a desnudar o tronco jovem e robusto de atleta. Abaixei a calça do agasalho, puxando junto a cueca zorba. Um pau duro e enorme saltou para fora, como uma tora elástica. Todo corpo do Chico era de um negro claro e só o cacetão e as bolas eram pretos como breu. Pensei em parar por ali. O único pênis que eu conhecia era o do meu marido. O pau era bem maior que o de Carlos, e na grossura, o diâmetro era assustador. ¨Será que cabe tudo isso dentro de mim?¨ pensei. Mas a curiosidade me encorajou a ir em frente. Ajoelhada, peguei nele maravilhada. Nunca tinha visto nada assim, vivo, pulsando na minha mão. Era de formato diferente, a cabeçona enorme, em forma de pera, depois afinava e no meio, novamente grosso e gordo. Punhetei de leve. O cheiro de macho inundou meu olfato. Comecei a beijar aquelas coxas musculosas e fui em direção às bolonas. E beijando de leve, fui subindo toda a extensão da tora. Um fio de pentelho entrou na minha boca faminta. Tirei rapidamente e continuei a escalada com os lábios. E cheguei na cabeçona.

                      Abri bem a boca e agasalhei a pirocona que forçou a língua para baixo, grudou no céu da boca, tal a grossura. Chico sentindo o calor do meu boquete, começou a gemer baixinho. Era delicioso mamar e pegar aquela extensão de carne rija, com as veias inchadas. Nem percebi quando a vontade de castigar meu marido, estava virando tesão. Nisso Carlos  quando me viu chupando aquele cacetão, ficou desesperado e correu para pegar uma camisinha.
                    - Val, era para encapar primeiro, pô! Sem camisinha não, sua louca! Nem dei atenção para o meu marido que atrapalhado, mais do que depressa, rasgava a embalagem da camisinha. O pau de Chico estava duríssimo, em toda plenitude. E eu lambia a sua extensão para que o maridinho visse o tamanho da encrenca que ele arrumara. Carlos estava meio enciumado ou arrependido por ter ido longe demais. E falou: - Querida, se quiser, toca só uma punhetinha, deixa ele gozar na tua mão e tudo bem. Tá bom assim? Eu nem respondí. Era excitação mesmo.  Tava com tesão de dar para aquele garoto mulato e pauzudo. Tomei a camisinha da mão do meu marido,  estiquei, cobri a chapeleta e desenrolei tudo. A borracha estava esticada ao máximo, dando a impressão que ia estourar. E no final, ainda sobrou alguns dedos de cacete descoberto. Abracei Chico e o puxei para o sofá grande. Fiquei meio sentada, meio deitada, na posição de franguinho assado, abrí bem as pernas, peguei o mastro negro e pincelando na xaninha, fui guiando ele até a entrada da grutinha. Fiz questão de olhar nos olhos do meu marido e nele ví um ar de apreensão. E falei provocando: - Vem, empurra, mete esse pauzão na minha bocetinha. Você vai ser o primeiro que me come fora o Carlos. Vem, vem. E Chico meio desajeitado, começou a empurrar. O pauzão foi entrando devagar, avançando cada centímetro, raspando em tudo, alargando, parecia que eu era virgem outra vez. Eu arfava, um pouco pelo medo, pela tensão. Achei que tinha ido longe demais, mas, agora já era tarde para voltar atrás. Era primeira vez que o cacete de outro homem entrava em mim.

                          Depois da cabeça, outro sufoco quando chegou pela metade, na parte mais grossa. Os grandes lábios esticados ao extremo e a parte de cima do cacetão esfregando no meu clítoris. Sentí o orgasmo vindo. Comecei a rebolar, enquando pedia para o Chico meter mais rápido, com tudo. Ele atendeu e passou a bombar prá valer. Todo meu baixo ventre se mexia, a cada estocada. Parecia que tudo saía junto quando ele puxava e depois, entrava algo monstruoso até o fundo. Eu estava maluca, tendo um orgasmo arrebatador. Rebolando e gritando, acho que gozei como nunca tinha gozado. E todo meu ser relaxou. Me deixei cair prostrada. Olhei para Carlos que estava desesperado. E naquela posição, ele pode ver tudo, de como aquele pauzão negro alargou a bocetinha branca. E como Chico ainda não tinha gozado, passei a rebolar de novo, acariciando suas costas. Ele reiniciou a bombada. A ardência do vai-e-vem por dentro da xaninha e a dor da ponta do pau batendo no fundo me incomodava. Passei a me mexer mais, para que ele gozasse logo. E usei a mesma tática que usava, quando queria que Carlos acabasse logo: - Ahhhh, mete, mete, vai. Enfia tudo, me rasga com esse pauzão, vai! Goza gostoso. Vai, vai, mete gostoso, mete, goza tudo aí dentro. Ai, ai, vai, vai, goza pauzudo, goza, vai, vai! Chico acelerou as bombadas. A dor estava ficando insuportável, mas, ainda bem que ele gozou logo em seguida.  E começou a tirar a pirocona ainda dura.
                          Quando saiu, foi incrível a quantidade de porra que estava na ponta da camisinha. Falei para o Chico ir ao banheiro. Meu marido solícito, trouxe um rolo de papel higiênico e eu limpei, como deu a xaninha. Ainda ressentida, falei: Era sua fantasia? Era? Olha como estou, olha! Viu? Agora eu quero a minha fantasia! Quero meter com dois ao mesmo tempo! O safado que estava de pau duro novamente, com juras de amor, me enchia de beijos e carícias no pescoço e seios, enquando bolinava meu grelhinho. Pegou o tubo de gel lubrificante, lambuzou toda a piroca e começou a lambuzar meu cuzinho, enquanto enfiava um e depois dois dedos. E como às vezes fazia, começou a meter devagar no buraco de trás. Eu rebolando e dizendo: - Não goza ainda. Vai alargando aí que depois vou deixar o Chico por aí atrás. - Val, cê tá louca? Aquele cacetão vai te rasgar em duas! Cê tá brincando, né? Na frente tudo bem, com camisinha é como se fosse um vibrador. Mas no cuzinho não! Esse buraco é só meu, amor! Tá entendendo? - Seu uma ova, Carlos! Não foi você que aprontou essa? (Na verdade eu não estava com coragem de dar o rabinho para o Chico, mas, queria castigar meu marido). Nisso Chico, ainda um pouco constrangido, retornou. E incrível, de pica dura novamente, vendo Carlos me enrabando. O garoto estava, realmente na plenitude da sua potência sexual. Talvez na fase em que conseguisse dar duas sem tirar, como dizem.

                          Desengatei do meu marido, peguei outra camisinha, encapei o pau do Chico, peguei o gel, lubrifiquei aquele cacete e sentei de costas no sofá menor, apoiei a cabeça no encosto e chamei, enquanto com as mãos, abria as maçãs da bunda: - Vem Chico, mete aquí no meu cuzinho. (Era só para irritar meu marido, que na hora ¨H¨, eu planejava a DP com o pauzudo do Chico na xoxotinha e meu marido atrás). Chico se aproximou maravilhado. Peguei naquela vara colossal e fui dirigindo para o anelzinho. A cabeça não entrava. Pensava em deixar ele colocar só um pouquinho, para me vingar de Carlos. E rebolei lentamente, forçando o quadril para trás, com a cabeçona raspando ora de um lado, ora de outro nas pregas do anelzinho. Nisso Chico, querendo ajudar, sem qualquer aviso, deu uma estocada e o pau entrou prá valer. - Aaaiiii! Pára! Pára! Dei um urro e juro, ví estrelas! Uma dor fortíssima. Nem a primeira vez que meu marido meteu atrás, doeu tanto! Desta vez foram meus olhos que umedeceram. Lágrimas incontidas escaparam. Mais do que depressa, coloquei a mão direita para trás e peguei no pau de Chico para ver o quanto tinha entrado. E abismada, constatei que tinha entrado muito pouco. O cacetão ainda estava quase tudo prá fora! Mas de repente, resolví encarar o desafio e ver, como mulher, o quanto eu aguentava, qual era meu limite. - Quer que eu tire, dona Val ? Sabia, por experiência, que a dor logo amainaria. Foi o que aconteceu. A dor já era suportável. E respondí, quase não podendo respirar: - Não, não. Só vai empurrando bem devagar, com cuidado! E ele foi enfiando, cada vez mais, o pauzão entrando, aquela grossura toda meio que me rasgando. E deve ter entrado bastante, chegando onde nunca o pau de Carlos tinha chegado. Chico passou a meter com cuidado.  O entra-e-sai estava cada vez mais macio, fácil. Deixei o pauzão sair inteiro, troquei a camisinha do Chico, puxei ele até o quarto. Carlos veio junto, todo assustado. Fiz Chico deitar de costas na cama e de cócoras, sentei em cima daquela pirocona, me empalando com aquela pica grossa, na bocetinha judiada, até onde dava. Toda preenchida, me joguei para a frente e novamente, com as mãos, abrí as maçãs da bunda e chamei meu marido: - Vem Carlos, mete.

                         O pau do meu marido entrou. Quando os dois começaram a meter, a sensação era incrível. Não dava para saber de onde estava vindo tantas ondas de prazer. E aos gritos, atingí vários orgasmos, piscando os músculos de ambos os buraquinhos. Uma loucura! Eu nao aguentava mais, já havia gozado muito, Chico lambia meus peitos e Carlos dava tapinhas na minha bunda, nao aguentei mais e pedi para pararem os dois ficaram com os paus duros me olhando peguei um em cada mão e fui punhetando ate que Chico gozou, gozou muito. Carlos ficou excitado com a porra de Chico caindo sobre meus seios e gozou tambem me inundando.  Ao ficarmos a sós, um silêncio constrangedor. Carlos, passado o tesão, meio arrependido, por ter ido longe demais. E eu me sentindo estranha, diferente pela primeira traição. Mais ainda, por constatar que fiz sexo só pelo sexo e tinha obtido um prazer intenso.

                         O ¨Vasco da Suburbana¨ finalmente, foi campeão, para alegria do meu marido. Com gols do Chico no domingo.  Chico, foi aprovado num time profissional da segunda divisão e depois fora contratado pelo Flamengo para a alegria de meu marido.Só eu sei como ele é um otimo goleador.




Autora : Divina e bomdiasenhoritas.

4 comentários:

  1. Que história tesuda..fiqeui de pau duro aqui!

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  2. Eu em meu marido louco que eu de meu cu mais nao.consigo e ela da pra um negao do pauzao

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